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Goiânia, 2018

A INDÚSTRIA
DE ALIMENTOS
Escola Senai Vila Canaã
Fábio Ricardo
Gabriel Baltazar
1
Sumário

➢ Industria Leite……………………………………………………………....4
Maus tratos……………………………………………..………….………...4
Consevação……………………………………………..…………………...8
➢ Industria de Carne Bovina……………………………………………….11
Benefícios………………………………………………….………………...11
Reprodução………………………………………………………………….20
➢ Industria de Grãos……………………………………………………..….22
Produção…………………………………………………………….……….22
Processamento…………………………………………………….………..25
➢ Indústria de Bebidas Alcoólicas……………………………….……….28
Cerveja……………………………………………………………………….28
Vinho………………………………………………………………………....34
➢ Indústria de Refrigerantes……………………………………………....42
➢ Conclusão………………………………………………………....……….50

2
Comunicação e informação Goiânia, 2018

Trabalho desenvolvido
sobre a indústria de
alimentos para ser
apresentado na matéria
de comunicação e
informação.

3
A indústria de leite
Riscos e maus tratos

➢ A vaca precisa estar prenha ou ter


dado à luz para produzir leite.

Isso deveria ser óbvio, mas muita gente


não sabe ou não pensa no fato de que,
para produzir leite, as vacas precisam
estar prenhas ou terem tido filhote. Assim
como ocorre com todos os mamíferos do
mundo, o leite da vaca destina-se a
alimentar os seus filhotes, não os de
outras espécies.

4
A indústria de leite
Riscos e maus tratos

➢ Leite de vaca (aquele vendido no


mercado) contém pus e sangue

Devido ao alto estresse imposto às vacas para


que produzam quantidades absurdas de leite até
seu total esgotamento, maximizando assim o lucro
da indústria, quase todas as vacas exploradas pela
indústria leiteira desenvolvem inflamação nas
mamas (mastite). Isso faz com que,
invariavelmente, haja pus e certa quantidade de
sangue no leite que é comercializado. É tanto pus
que a lei permite a presença de 1.000.000 de
células somáticas (vulgo pus) por mililitro no leite
vendido ao consumidor brasileiro.
5
A indústria de leite
Riscos e maus tratos

➢ Vacas leiteiras geralmente são


abatidas com apenas três anos

Apesar de sua expectativa de vida natural ser


de 25 anos, as vacas exploradas pela indústria
leiteira já começam a ficar improdutivas antes
dos 4 anos de idade, devido ao alto nível de
estresse e abuso a que são submetidas.
Esgotado seu ciclo produtivo, muitas são
abatidas e têm suas carnes vendidas para não
dar prejuízo financeiro aos produtores.

6
A indústria de leite
Riscos e maus tratos

➢ Os rabos dos bezerros são


cortados

Sem qualquer tipo de anestesia, tecidos


sensíveis como pele, nervos e ossos são
cortados. Essa prática insana causa uma dor
absurda e absolutamente desnecessária em
milhões de animais.

7
A indústria de leite
Conservação

➢ Pasteurização lenta

Consiste no aquecimento do leite em


tanque cilíndrico-vertical, de parede
dupla, munido de agitador. Aquece-se o
leite, com agitação constante, a 65º C e
mantê-lo nessa temperatura por 30
minutos. O aquecimento é feito através
de água quente circulando nas paredes
duplas do aparelho. Em seguida
resfria-se a 4 ? 5º C, através da
circulação de água gelada nas paredes
duplas do aparelho. Este tipo de
pasteurização é utilizado somente por
pequenas indústrias, pois se trata de um
processo mais demorado. 8
A indústria de leite
Conservação

➢ Pasteurização Rápida

Consiste no aquecimento do leite em tanque


cilíndrico-vertical, de parede dupla, munido
de agitador. O aparelho utilizado consta de
um conjunto de placas, todo em aço
inoxidável. O leite é aquecido e resfriado
circulando entre as placas, em camadas muito
finas, em circuito fechado, ao abrigo de ar e
da luz sob a pressão, à temperatura de
aquecimento de 71 a 75ºC, durante 15
segundos e resfriado com água gelada a uma
temperatura de 2 ? 3ºC.

9
A indústria de leite
Conservação

➢ Homogeneização do leite

O leite é forçado a passar por orifícios muito estreitos, sob alta


pressão. Isso faz com que o tamanho dos glóbulos de gordura seja
reduzido. A vantagem que o processo oferece é a facilidade da
digestão do lipídio pelo organismo humano. Além disso, há um
aumento significativo na brancura do leite

10
A indústria da carne bovina
Benefícios

➢ Benefícios para o país

A Indústria Brasileira de Carne Bovina tem


passado por grandes mudanças nos últimos
anos que se expressam especialmente no
grande crescimento e internacionalização da
indústria de processamento. De uma forma
muito evidente desde meados da década dos
1990 a indústria brasileira de carne bovina
ganhou competitividade em âmbito
internacional vindo a se tornar inclusive o
maior exportador mundial, detentor do
maior rebanho bovino comercial do mundo,
segundo maior produtor mundial. 11
A indústria da carne bovina
Benefícios

➢ Exportação de bovinos

Com demanda internacional crescente e


oferta limitada o Brasil se viu particularmente
beneficiado e pode se estabelecer numa
posição de liderança nas exportações que se
associaram à grande demanda interna para
construir uma indústria muito competitiva e
eficiente.

12
A indústria da carne bovina
Benefícios

➢ Melhoramento genético

Uma das maiores contribuições da


Ciência para revolucionar a pecuária bovina
brasileira foi a melhoria da genética do
rebanho. A introdução do gado zebu no
Brasil Central, por exemplo, foi essencial
para a expansão nesta região e se tornou a
base do rebanho brasileiro, onde outros
avanços hoje ocorrem, com técnicas de
fecundação in vitro, produção de embriões,
clonagem etc.
13
A indústria da carne bovina
Benefícios

A evolução genética das raças criadas


no Brasil utiliza técnicas adotadas e
provadas no mundo todo, pela atuação de
produtores rurais e profissionais técnicos
especializados e qualificados. A pesquisa
aperfeiçoa as melhores características
genéticas por meio do cruzamento entre
as diversas raças existentes, conseguindo
ganhos em rusticidade, resistência a
doenças e parasitas, desempenho,
eficiência e qualidade.

14
A indústria da carne bovina
Benefícios

➢ Nutrição

Em conjunto com o processo de melhoramento


genético da pastagem, avanços na
suplementação alimentar a pasto (mineral e
proteica) e em tecnologias de terminação
intensiva, como semi-confinamento e
confinamento, agregaram maior produtividade e
foram decisivos para a diminuição na idade de
abate.

15
A indústria da carne bovina
Benefícios

A indústria de nutrição animal no país é


extremamente robusta, alinhada com as
melhores e mais atuais tecnologias mundiais e
dotada de importante capilaridade nas diversas
regiões brasileiras, o que tem grande relevância
na transferência de tecnologia e assistência
técnica aos produtores brasileiros.

16
A indústria da carne bovina
Benefícios

Uma rígida legislação aliada a uma bem


estruturada rede de fiscalização, faz com que os
produtos com os quais nossos rebanhos são
alimentados sejam livres de materiais de origem
animal, assegurando baixíssimo risco de incidência
do “mal da vaca louca”. Além disso, a associação
de boas pastagens, suplementação, engorda
intensiva e boa genética impactam positivamente
no sabor e na qualidade da carne brasileira e
assim o Brasil tem se tornado cada vez mais capaz
de atender mercado mais exigentes.

17
A indústria da carne bovina
Benefícios

➢ Sanidade Bovina

A pecuária brasileira construiu sólida estrutura


de prevenção e controle para os principais
problemas que possam levar a prejuízos em
produtividade ou a riscos para a saúde do
consumidor, a partir de forte atuação da
defesa sanitária oficial e das instituições de
ciência e tecnologia. Campanhas de
vacinação contra a febre aftosa, a brucelose e
o controle da tuberculose bovina, de
carrapatos, da mosca-dos-chifres e outros
parasitas passaram a fazer parte do manejo
sanitário do rebanho.
18
A indústria da carne bovina
Benefícios

Um dos problemas mais relevantes na


produção de carnes no mundo, o
chamado “mal da vaca louca”, inexiste
no Brasil, o que lhe dá grande vantagem
competitiva frente a seus competidores
e garantias sanitárias para os mercados
que abastece.

19
A indústria da carne bovina
Reprodução

➢ Reprodução

A eficiência reprodutiva é fundamental para


o sistema de produção de bovinos, que
apresenta ciclo reprodutivo longo, com um
descendente a cada parto. Uma boa eficiência
reprodutiva, seja pelo acasalamento ou pela
inseminação artificial, permite maior vida útil
dos animais e mais nascimentos de bezerros.
A idade para se atingir o peso ideal vai
depender do nível de manejo, da alimentação
e de cuidados sanitários.
20
A indústria da carne bovina
Reprodução

Os cuidados do pós parto da vaca são


também indispensáveis para que o animal
fique prenhe o mais rápido possível, e com
isso tenha um melhor aproveitamento de
sua vida reprodutiva. Existem inúmeras
informações ou tecnologias geradas pelos
resultados de pesquisas disponíveis para
aplicação imediata pelos produtores,
capazes de reduzir seus custos de
produção, desde que corretamente
utilizadas.

21
A indústria de Grãos
Produção

➢ Produção no Brasil

Já quando se fala em logística e


infraestrutura de transportes e armazenagem,
a situação é diferente. Se há algo que pesa
nos custos de produção e impede o
agronegócio brasileiro de ser ainda mais
competitivo, são os problemas enfrentados
por quem produz na hora de escoar a safra.

22
A indústria de Grãos
Produção

➢ Produção no Centro-Oeste

Os produtores rurais da região Centro-oeste


são os que encontram maior dificuldade para
escoar a safra. A dependência das rodovias e
a falta de investimentos nas ferrovias e
hidrovias resultam em custos mais elevados.
Na última safra, a produtividade foi de 52
sacas por hectare. Um pouco abaixo da
média, mas a maior reclamação é em relação
ao preço pago pelas cooperativas e tradings,
que descontam mais de R$ 2 por saca para
cobrir o frete.
23
A indústria de Grãos
Produção

➢ Transporte dos grãos

De acordo com o Departamento Nacional


de Infraestrutura de Transportes, 58% da
movimentação de cargas no Brasil são feitos
pelas rodovias, quando o ideal seria 30%. É o
mesmo aproveitamento que deveria ser feito
das hidrovias, que hoje respondem por
apenas 13%. As ferrovias deveriam ser a
principal modalidade utilizada para esse tipo
de frete, passando sua capacidade de 25%
para 35%.

24
A indústria de Grãos
Processamento

➢ Processamento dos grãos

A BSBIOS em Passo Fundo possui uma


planta industrial capaz de processar a soja
vinda do produtor e transformá-la
diretamente em farelos de soja, biodiesel,
óleo degomado de soja e seus
subprodutos. Pode processar 3.000
toneladas de soja (41.667 sacas) por dia,
produzindo 1.925 toneladas de farelos de
soja, 475 toneladas de óleo degomado e
444 mil litros de biodiesel também em um
dia.
25
A indústria de Grãos
Processamento

➢ Expedição dos produtos

O óleo degomado de soja segue para os


tanques de armazenagem que ficam na planta
de produção do biodiesel. O farelo produzido
segue para um armazém de fundo plano,
capacidade estática de 62 mil toneladas, de
onde pode ser expedido pelos modais
rodoviário ou ferroviário.

26
A indústria de Grãos
Processamento

➢ Automatização e Operação

Toda a planta é automatizada, otimizando


e agilizando os processos, requerendo mão
de obra técnica e especializada para a
operação. As áreas de armazenagem e
expedição operam em horários comerciais,
com atendimento aos sábados, e as áreas
produtivos em 04 turnos de 06 horas.

27
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ Matérias primas

A lei de pureza alemã (Reinheitsgebot), promulgada em 1516, determina que


para fabricar cerveja só são permitidos três ingredientes: água, malte e lúpulo.
Na época a levedura não era conhecida, portanto não era considerada.
Apesar disso, se fôssemos atualizar a lei de pureza para os dias atuais, ela
certamente incluiria agora a levedura. Dessa forma, esses ingredientes são
considerados como a “fórmula básica” da produção de cerveja. 28
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ Sabor e aroma

Como é possível somente quatro ingredientes


serem responsáveis por quase toda a variedade
de cerveja que conhecemos? Cada um deles
possui variedades e podem ser preparados e
quantificados de maneiras diferentes. Fatores
que comumente influenciam no resultado são o
tempo e a maneira com que são acrescentados
e processados na mistura.

29
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ Caracteristicas do malte

O malte é a fonte de amido da cerveja, ou seja, o


ingrediente fermentável. Grãos como milho, arroz, trigo,
aveia, cevada, centeio e sorgo podem ser utilizados,
sendo a cevada o mais comum. A cevada é maltada por
imersão em água, através da germinação e depois a
secagemdo grão. Já o sorgo tem sido muito utilizado
ultimamente para fabricação de cerveja sem glúten para
pessoas alérgicas, assim deixando de utilizar o malte de
cevada na receita.
30
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ Fermento

O fermento, também conhecido como levedura, é


um micro-organismo que irá realizar o processo de
fermentação da bebida. Esse processo consiste em
consumir os açúcares do mosto e produzir álcool e
gás carbônico. Dessa forma, esse ingrediente é
responsável por determinar o teor alcoólico da
cerveja produzida.

31
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ A bioquímica

No processo de produção de cerveja, o que acontece basicamente é a


transformação sequencial dos carboidratos dos grãos de cereais em álcool pela
atuação das leveduras. Quimicamente, isso significa degradar os polissacarídeos
amilose e amilopectina em glicídios menores maltose e glicose e a então
fermentação alcoólica por enzimas glicolíticas das leveduras. Na formação do
malte, as sementes dos cereais são parcialmente germinadas e as enzimas que
degradam os polissacarídeos são sintetizadas, isto é, produzidas. Esses dois
processos são interrompidos com o aquecimento. As principais enzimas que
constituem o malte são: α- e β-amilases, celulase e α-glicosidase, que atuam
como catalisadores, respectivamente, das reações de degradação do amido, da
celulose e das ligações glicosídicas.
32
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Cerveja

➢ A agua

No processo de produção de cerveja, o que


acontece basicamente é a transformação
sequencial dos carboidratos dos grãos de cereais
em álcool pela atuação das leveduras.
Quimicamente, isso significa degradar os
polissacarídeos amilose e amilopectina em glicídios
menores maltose e glicose e a então fermentação
alcoólica por enzimas glicolíticas das leveduras. Na
formação do malte, as sementes dos cereais são
parcialmente germinadas e as enzimas que
degradam os polissacarídeos são sintetizadas, isto
é, produzidas. 33
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Colheita
Durante o processo de produção do vinho, o enólogo
têm de tomar uma série de decisões importantes e,
provavelmente, a mais importante delas, é o momento
certo de colher as uvas. A colheita é realizada em
diferentes épocas de acordo com a variedade de uva, o
estágio de maturação – algumas variedades
amadurecem mais cedo que outras – e as condições
climatológicas. Uvas colhidas antecipadamente, tendem
a produzir vinhos mais ácidos e menos alcoólicos. Por
outro lado, uvas colhidas tardiamente podem produzir
vinhos de menor acidez e mais álcool.
34
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Esmagamento

Este é o processo que inicia a vinificação. Ao


chegar na vinícola, as uvas são colocadas na
desengaçadeira-esmagadeira – máquina que
remove os engaços dos grãos (os quais
adicionam um amargor indesejável ao vinho) e,
de maneira sutil, rompe as cascas das uvas.
Desta forma, o suco da uva escorre livremente,
sem que as cascas e sementes sejam
esmagadas.

35
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Prensagem

Após o esmagamento das uvas, o mosto é


prensado para separar as cascas e sementes do
suco. Esta prensagem inicial é apenas realizada
na elaboração de vinhos brancos. Os vinhos rosés
e tintos pulam esta etapa, pois são fermentados
juntamente com as cascas para ganharem cor. O
suco das primeiras prensagens é considerado
mais nobres, sendo então vinificado. Já o suco das
últimas prensagens, geralmente é utilizado para
produção das aguardentes conhecidas como
Grappa.
36
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Fermentação

É durante a fermentação que toda a ‘mágica’


acontece. As leveduras se alimentam do
açúcar natural presente no suco das uvas e o
transformam em álcool e dióxido de carbono.
Uma das primeiras decisões do enólogo nesta
etapa, é escolher fermentar o vinho em
tanques de aço inox ou barris de carvalho.

37
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Transfega

Após o término da fermentação alcoólica, resíduos


sólidos, matéria orgânica, bactérias e leveduras se
depositam no fundo do tanque. De modo a evitar que
sabores e aromas indesejáveis sejam passados ao
vinho, este é transferido para um recipiente limpo. O ato
de transferir o vinho de um tanque para o outro é
chamado de trasfega.

38
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Clarificação e estabilização

Estabilização ao calor – evita que o vinho submetido à


altas temperaturas se torne turvo.

Estabilização ao frio – evita que cristais se formem em


baixas temperaturas.

Estabilização microbiológica – evita que novas


fermentações aconteçam depois do vinho engarrafado.

39
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Amadurecimento

O processo de amadurecimento do vinho pode,


basicamente, ser feito em tanques de aço ou barris de
carvalho. Tanques de aço limitam a exposição do vinho
ao oxigênio, mantendo-os mais frescos. Já os barris de
carvalho possibilitam maior oxigenação, o que ajuda na
redução de taninos e acidez, além de conferir ao vinho
novos aromas e sabores – geralmente de especiarias,
baunilha, coco, nozes, entre outros.

40
A indústria de Bebidas Alcoólicas
Vinho

➢ Engarrafamento

Após passar por todas as etapas descritas


anteriormente, os vinhos são então engarrafados e
deixados em repouso na vinícola, até estarem prontos
para comercialização. Este repouso é benéfico para
todos os vinhos, para que eles se estabilizem e se
recuperem de uma possível ‘doença da garrafa’ –
causada por agitação e exposição da bebida ao
oxigênio durante o engarrafamento.

41
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Tratamento de água

A água utilizada para a fabricação de refrigerantes


sofre um tratamento rigoroso dentro da própria
fábrica, com filtros especiais e constantes exames
de amostras para garantir sua pureza

42
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Gás Carbonico

Especialistas realizam uma série de testes, garantindo


a pureza absoluta do gás que será utilizado. Ele é
guardado em recipientes apropriados

43
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Áçucar

O açúcar usado no processo é produzido com cuidado


para assegurar sua qualidade

44
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Preparação do xarope

O concentrado do refrigerante é misturado ao


xarope simples em proporções fixas. O concentrado
é o que dá a característica de cada refrigerante.
Bebidas com sabor de fruta recebem também uma
quantidade do suco natural da fruta correspondente

45
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Enchedeira

A bebida pronta, já carbonatada e resfriada, é


introduzida em garrafas ou latas em seu volume
exato. Os recipientes, após receberem o produto,
são hermeticamente fechados. Todo o processo é
feito sem contato humano.

46
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Desencaixotadeira

As garrafas vazias são retiradas automaticamente


da caixa

47
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Encaixotadeira

Caixas com refrigerantes aguardam o momento


de serem colocadas nos caminhões

48
A indústria de Refrigerantes
Produção

➢ Entrega

Caminhões especiais são carregados e levam os


produtos aos revendedores, para venda ao
público.

49
Fim dessa maravilhosa merda <3
Conclusão

Conclui-se que tem uma infinidade de um industrias


de alimentos e é muito bom aprender sobre elas para
que nós tecnicos em alimentos possamos saber sobre
os processos desde da produção até a entrega dos
produtos.

50
Fim dessa maravilhosa merda <3

51
Referências

➢ https://www.doehler.com/pt/seu-mercado/industria-de-refrigerantes.html
➢ https://pt.alltech.com/blog/posts/o-futuro-da-industria-brasileira-de-carne-bovina
➢ http://www.escolhaveg.com.br/9-coisas-industria-leite-faz

52

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