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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA


DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

Curso: Licenciatura em Matemática à Distância


Disciplina: Cálculo 1. Semestre: 2
Professor: Kleyber Mota da Cunha

Tarefa 1: Solução

Questão 1 (Valor: 0,1 cada alternativa):

a) lim f (x)
x→1

Do gráfico, temos que,


lim f (x) = 2, pois, lim− f (x) = lim+ f (x) = 2
x→1 x→1 x→1

b) lim− f (x) = 1
x→3

c) lim+ f (x) = 4
x→3

d)lim f (x)
x→3

@ lim f (x), já que, lim− f (x) 6= lim+ f (x)


x→3 x→3 x→3

e) f (3) = 3

1
Questão 2 (Valor: 0,2):

Escolhendo alguns pontos arbitrários, para o gráfico,


(∗) Para x < −1:
f1 (x) = 1 + x:
Se x = −2 ⇒ f1 (−2) = 1 + (−2) = −1 ⇒ P1 (−2, −1)
Se x = −1 ⇒ f1 (−1) = 1 + (−1) = 0 ⇒ P2 (−1, 0). Esse ponto, apesar de não fazer parte do
gráfico, foi escolhido, por permitir uma melhor análise de como a função se comporta nas
suas proximidades.
Como, para valores menores que -1, a função é descrita graficamente por uma semirreta cres-
cente, basta traçar uma semirreta passando pelos pontos P1 e P2 , sem no entanto, intersectar
esse último.

(∗ ∗) Para −1 ≤ x < 1:
f2 (x) = x2 :
Se x = −1 ⇒ f2 (−1) = (−1)2 = 1 ⇒ P3 (−1, 1)
Se x = 1 ⇒ f2 (1) = (1)2 = 1 ⇒ P4 (1, 1). Nesse caso, esse ponto não é definido pela função,
f2 (x), sua escolha foi estratégica, somente para facilitar a visualização do gráfico, especial-
mente quando tiver que fazê-lo à mão.
A função f2 (x) é representada por uma parábola, com concavidade voltada para cima, por
ser crescente, e que passa pela origem do plano cartesiano.

(∗ ∗ ∗) Para x ≥ 1:
f3 (x) = 2 − x:
Se x = 1 ⇒ f3 (1) = 2 − (1) = 1 ⇒ P5 (1, 1)
Se x = 2 ⇒ f3 (2) = 2 − (2) = 0 ⇒ P6 (2, 0)
A função f3 (x) é simbolizada graficamente por uma semirreta decrescente, com isso, basta
traçá-la, saindo de P5 , e passando por P6 .
Claro, que toda essa etapa desenvolvida acima, não é necessária, ao fazer o gráfico, com o
auxı́lio da tecnologia, por exemplo, através de softwares. Mesmo assim, foi mantida, obje-
tivando a prepará-los para as avaliações presenciais, onde os gráficos terão que se feitos a
mão.

2
Gráfico, obtido a partir da junção das informações anteriores:

Deduzindo quais são os números reais, x = a, onde o limite pode não existir:
Para x = 1:
∃ lim f (x), haja vista, que os lmites laterais são iguais, como é possı́vel concluir ao visualizar
x→1
o gráfico acima.
Para x = −1:
Como, lim − f (x) = lim − 1 + x = 1 + (−1) = 0 e lim + f (x) = lim + x2 = (−1)2 = 1
x→−1 x→−1 x→−1 x→−1
⇒ @ lim f (x).
x→−1
Portanto, para que, ∃ lim f (x),
x→a

a ∈ R − {−1}

Questão 3 (Valor: 0,1):

A função f (x) será contı́nua em R, se for contı́nua em, x = 2, pois, para x 6= 2 ela é
contı́nua.
f (x) será contı́nua em, x = 2, se satisfazer as três condições que definem uma função contı́nua
em um ponto.

3
Verificando:
(∗) Como f (x) está definida para, x = 2, pois, f (x) = x3 − cx, se x ≥ 2,
⇒ f (2) = (2)3 − c · (2) = 8 − 2c

(∗ ∗) lim− f (x) = lim− cx2 + 2x = c(2)2 + 2 · (2) = 4c + 4,


x→2 x→2
e
lim f (x) = lim+ x3 − cx = (2)3 − c · (2) = 8 − 2c
x→2+ x→2

Para que, ∃ lim f (x), lim− f (x) = lim+ f (x) ⇒ 4c + 4 = 8 − 2c


x→2 x→2 x→2

(∗ ∗ ∗) Igualando (∗) e (∗ ∗),


lim f (x) = f (2) ⇒ 4c + 4 = 8 − 2c, já que, f (2) = lim+ f (x). Daı́,
x→2 x→2

4 2
4c + 4 = 8 − 2c ⇒ 4c + 2c = 8 − 4 ⇒ 6c = 4 ⇒ c = =
6 3

2
Logo, se, c = , a função será contı́nua em R.
3

Questão 4 (Valor: 0,1 cada alternativa):

a)

1 1
lim = lim 
x→∞ 2x + 3 x→∞ 3
x· 2+
x
1 1
= lim · lim
x→∞ x x→∞ 3
2+
x
1
= 0·
2+0
= 0

4
b)
 
5
x· 3+
3x + 5 x
lim = lim  
x→∞ x−4 x→∞ 4
x· 1−
x
 
5
3+
x
= lim  
x→∞ 4
1−
x
3+0
=
1 − (0)
= 3

c)
 
4 3 1
x · 1− 2 + 3
x4 − 3x2 + x x x
lim = lim  
x→∞ x3 − x + 2 x→∞
3
1 2
x · 1− 2 + 3
x x
 
3 1
x· 1− 2 + 3
x x
= lim  
x→∞ 1 2
1− 2 + 3
x x
1 − (0) + 0
= ∞·
1 − (0) + 0
= ∞

d)
 
2 1 1
x · − −1
1 − x − x2 x2 x
lim = lim  
x→−∞ 2x2 − 7 x→−∞ 7
x2 · 2 − 2
x
 
1 1
− −1
x2 x
= lim  
x→−∞ 7
2− 2
x
0 − (0) − 1
=
2 − (0)
1
= −
2

5
Questão 5 (Valor: 0,1 cada alternativa):

a)
x2 + x − 6
lim
x→2 x−2

0
Temos uma indeterminação do tipo, . Objetivando eliminar essa indeterminação, fato-
0
raremos o numerador da função,
Se, f1 (x) = x2 + x − 6 ⇒ f1 (x) = (x − 2) · (x + 3), pois, 2 e -3 são os zeros de f1 (x).

x2 + x − 6 (x − 2) · (x + 3)
⇒ lim = lim
x→2 x−2 x→2 x−2
= lim x + 3
x→2

= (2) + 3

= 5

b)
x2 + 5x + 4
lim
x→−4 x2 + 3x − 4

0
Novamente, trata-se de uma indeterminação do tipo, . Fatorando o numenrador e o deno-
0
minador da função:
Fazendo, f1 (x) = x2 + 5x + 4 ⇒ f1 (x) = (x + 1) · (x + 4), pois, -1 e -4 são os zeros de
f1 (x). Essa mesma conclusão pode ser feita considerando um polinômio p(x) = x2 + 5x + 4,
e calculando suas raı́zes, por exemplo, utilizando a fórmula de Bhaskara.
De mesma forma, para, f2 (x) = x2 + 3x − 4 ⇒ f2 (x) = (x − 1) · (x + 4), já que, 1 e -4, são
os zeros de f2 (x).

x2 + 5x + 4 (x + 1) · (x + 4)
⇒ lim = lim
x→−4 x2 + 3x − 4 x→−4 (x − 1) · (x + 4)
x+1
= lim
x→−4 x − 1
(−4) + 1
=
(−4) − 1
3
=
5

6
c)
x2 − 4x
lim
x→−1 x2 − 3x − 4

5
Se substituı́rmos, teremos, , nesse caso, se existir o limite, será infinito. O que só pode ser
0
deduzido, pela análise do sinal da função.

g(x)
Fazendo, f (x) = , onde g(x) = x2 − 4x e h(x) = x2 − 3x − 4, e estudando os si-
h(x)
nais:
g(x) = x2 − 4x = x · (x − 4)

Estudo dos sinais de g(x):

h(x) = x2 − 3x − 4 = (x + 1) · (x − 4)

Estudo dos sinais de h(x):

7
g(x)
Por fim, o estudo dos sinais da função, f (x) = :
h(x)

É possı́vel notar, ao constatar o estudo dos sinais de f (x), que:


f (x) > 0, quando x < −1 ⇒ lim − f (x) = +∞
x→−1
e
f (x) < 0, quando x > −1 ⇒ lim + f (x) = −∞
x→−1

Dessa forma, como os limites laterais são diferentes,

x2 − 4x
@ lim
x→−1 x2 − 3x − 4