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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FARMACOLOGIA CLÍNICA E


FARMÁCIA CLÍNICA COM ÊNFASE EM PRESCRIÇÃO
FARMACÊUTICA – TRABALHO DE REPOSIÇÃO

PRÁTICAS EM FARMÁCIA CLÍNICA – I


Prof. Natália Fracaro Lombardi

CASOS CLÍNICOS

01. Paula, 29 anos, procura a farmácia com seu bebe (9 meses), e pede um
remédio para febre, pois ele está quentinho. Sintoma iniciou há 1 dia
RESPOSTA: Será prescrito um Tylenol Bebê, pois este é analgésico e
antitérmico, sua posologia será de a dose dose recomendada
de Tylenol infantil varia de 10 a 15 mg/kg/dose, que podem ser administradas
de 4 em 4 horas ou de 6 em 6 horas.Tylenol Gotas: a dose recomendada é de
1 gota por cada Kg de peso da criança, nunca excedendo a dose máxima de 35
gotas ou as 5 administrações totais por dia.

02. Marisa, 30 anos, leva seu filho de 4 anos, 17kg, a farmácia. Ele está com a
temperatura de 39,6C há 3 dias, e a mãe relata estar pouco ativo. Realizando uma
investigação da queixa principal você descobre que ele apresenta pequenas pintinhas
pelo corpo, tosse, e está com falta de apetite.

a) Este paciente apresenta algum sinal de alerta?


b) Você prescreveria algum medicamento para ele? Qual (is)?
c) Ele precisa de encaminhamento médico?

RESPOSTA: Corretas A e C, tendo em vista que de acordo com a sintomatologia pode


ser um quadro mais sério, o médico deve ser procurado com urgência, as manchas
avermelhadas na pele costumam ser chamadas de rash cutâneo, exantema ou
erupções cutâneas. Quadros de febre que se apresentam com erupções na pele são
muito comuns durante a infância, mas podem também acometer adultos. Em geral,
as doenças febris exantemáticas são provocadas por infecções de origem viral, porém,
algumas delas podem ter origem em infecções bacterianas, como por exemplo:
Catapora – varicela; Dengue, febre Chicungunha ou febre Zika; Eritema infeccioso;
Escarlatina; Exantema súbito; Herpes Zoster; Mononucleose; Rubéola; Sarampo;
Síndrome mão-pé-boca – Vírus de Coxsackie.
Cabe salientar que a sintomalogia da criança é bem peculiar, embora pareça algo
complicado, também pode ser algo simples.

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03. Janete, uma jovem mãe, pede-lhe para recomendar um bom creme para
assaduras de sua filha um bebê (Sarah) de 3 meses de idade. Janete diz que as nádegas
estão cobertas de uma erupção vermelha, mas a pele não está machucada
a) Quais perguntas você faria a esta mãe para coletar as informações que lhe
faltam para avaliar este caso?
 RESPOSTA: Quando você notou os primeiros sintomas no seu bebê?
 Você suspeita de algo que pode ter ocasionado a dermatite ?
 Qual o tipo de fralda que seu bebê usa?
 Com que frequência você ou o cuidador trocam a fralda do seu bebê?
 Quais produtos você utiliza para limpar seu bebê?
 Quais produtos você usa para lavar a roupa do seu bebê?
 Você amamenta?
 Você já introduziu alimentos sólidos na dieta do seu bebê?
 Você já tentou algum tratamento para o problema do seu bebê? Se sim, qual?
 Algum tratamento ajudou?
 Seu bebê apresentou algum outro problema de saúde?
 Seu bebê toma ou tomou alguma medicação recentemente?

b) Com mais perguntas, você acha que a erupção também está afetando a parte
superior das costas e pescoço e há sinais de sua aparência em torno dos pulsos.
A erupção parece ter coceira associada, como Sarah continua tentando
arranhar as áreas afetadas. Sarah usa fraldas descartáveis, que a mãe troca
frequentemente e usa uma pomada com zinco que é aplicada a cada troca de
fralda, após a limpeza da pele. O bebê não tem outros sintomas e não está
tomando qualquer medicamento. Qual sua conduta?
 RESPOSTA: Aparentemente se trata de uma dermatite que precisa de cuidados
médicos específicos, tendo em vista que a pele do bebê é bastante sensível,
mas para o alivio imediato, será prescrito Cremes contendo calêndula, óxido de
zinco e petrolato, para proteger a pele de agentes agressores, Creme
antifúngico, caso a infecção seja causada por um fungo. Devido a possibilidade
de algo mais sério é preciso que o médico prescreva Antibióticos tópicos ou
orais, caso seu bebê tenha uma infecção bacteriana e o Uso de cremes ou
pomadas esteroides, em alguns casos, não fluorados, por poucos dias, para que
não ocorram efeitos colaterais, como infecções e estrias.

c) 04. Luzia tem um bebê de 3 meses, ela vai até a farmácia cansada, com relatos
de choros frequentes do seu bebê, principalmente no período da noite.

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Ela relata dar chá de camomila com pouco açúcar para acalmá-lo, porém não vê
diferença na quantidade do choro, e ele não tem ganhado peso como no mês anterior.
Ela relata já ter procurado causas físicas do choro, porém sem sucesso, e suspeita que
está fazendo algo errado para que ele chore tanto.

a) Qual a sua conduta como farmacêutico?


RESPOSTA: Aconselha a mãe procurar pediatra.

05. Uma jovem mãe, que muitas vezes entra em sua farmácia para pedir conselhos e
comprar medicamentos para os seus filhos, pede um produto para evitar piolhos. Seus
filhos não têm piolhos, mas ela quer usar um tratamento “só para ficar seguro ". No
interrogatório, você descobre que as crianças têm idades 5 e 7 anos, e que não há
sinais de infecção, tais como prurido no couro cabeludo. A cabeça das crianças não
foram verificados para os piolhos. Ela não tem certeza de como proceder para fazer
essa verificação. Não houve qualquer comunicação da escola das crianças, para
indicar que piolhos é um problema atual na escola. A mãe explica que é muito
higiênica e consciente e odiaria que seus filhos tivessem lêndeas e piolhos.
RESPOSTA: Conversa com a mãe, e fala da importância dos cuidados e que prudência
também faz parte desses cuidados, explica que não é indicado e que ela pode estar
expondo as crianças a substancias e a reações adversas sem necessidade.

06. Ana Paula Pimentel, pergunta por um vermífugo. Ao questioná-la sobre o motivo
do uso, você descobre que ela pretende utilizá-lo para o seu filho, César Pimentel, de
8 anos, sem intenção profilática, mas em decorrência da criança estar se coçando
muito na região perianal e ela ter visualizado uma “coisinha” branca nas fezes. Você
questiona se ela tem outros filhos e se estão com sintomas, ela diz que não.
RESPOSTA: Conversa com a mãe, para procurar um médico e que este faça a
anamnese, e indique os exames necessários para a detecção e para a prescrição
correta.

07. Um cliente entra para comprar tratamento para oxiúros pela terceira vez em 6
meses. Ela diz que seu filho de 6 anos de idade, continua a ser infectado mesmo que
ela esteja tomando precauções de higiene. Ela não tem ideia de como ele continua
apresentando a infecção.
a) Quais perguntas você faria a mais a essa mãe antes de começar a ajudá-la?
RESPOSTA: Se ela sacode a roupa de cama infectada, bem como os cuidados
com esta; Se a criança corta as unhas ou as rói; Se ela limpa a casa com
aspirador, ou se varre, varrendo espalha os ovos; Se ela lava bem os alimentos
antes de comer, e se ele lavas as mãos depois de ir ao banheiro.

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b) Quais orientações em relação ao tratamento você faria?


RESPOSTA: A prevenção do oxiúrus, conhecido cientificamente como Enterobius
vermicularis, deve ser feita não só pela família, mas também pela própria pessoa
infectada, pois pode haver reinfecção, além de que a transmissão desse parasita é
muito fácil.

c) Quais orientações em relação à higiene você faria?


RESPOSTA: Para evitar a infecção por enterobiose, é necessário
tomar precauções simples, como ter bons hábitos de higiene, cortar as unhas das
crianças, evitar roer unhas, além de ferver as roupas das pessoas infectadas para
impedir que seus ovos contaminem outras pessoas, pois eles podem ficar até 3
semanas no ambiente podendo infectar alguém. Também é importante lavar
depois de ir ao banheiro.

08. Sr Carlos, 62 anos, vai até a farmácia se queixando de dor no ouvido esquerdo. O
ouvido apresenta-se inchado, dolorido e coçando.
Ele tem comumente problemas como acúmulo de cera, e semana passada tentou
retirar o excesso usando uma seringa com água quente, injetando a água no ouvido
para dissolver a cera e auxiliando a remoção com um palito. Essa retirada não
funcionou, e ele está sentindo dor para usar o fone de ouvido que utiliza durante todo
o dia para atender ligações.
a) O que este paciente possivelmente apresenta?
 RESPOSTA: Infecção no ouvido: acontece principalmente quando não se seca o
canal auditivo corretamente após a lavagem, e ou pode ter perfurado o tímpano
embora seja mais raro, pode surgir caso a lavagem seja mal feita e empurre a
cera para o interior do ouvido;
b) Quais as orientações que devem ser feitas a ele?
RESPOSTA: Procurar um médico, tendo em vista que o ouvido precisará ser
observado.

c) Você prescreveria um medicamento para ele? Qual(is)?


RESPOSTA: Não, podendo se tratar de infeção é melhor que este seja atendido
o mais rápido possivel por medico e de preferência um especialista para
entender o tamanho do estrago feito no ouvido.

09. Catarina, 30 anos, pede ao farmacêutico conselhos sobre um problema com os


seus olhos. Ambos de estavam pegajosos na manhã anterior, e no momento se
apresentam vermelhos, sem coceira, mas com uma secreção um pouco pegajosa, sem
cor.

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a) O que podemos fazer para ajudar a Catarina a ter alívio nos seus olhos? Para o
tratamento da possível virose a busca de oftalmologista, porém para alivio
imediato, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser
filtrada e fervida, ou com soro fisiológico e recomenda-se também que tome
dos seguintes cuidados: Evite aglomerações ou frequentar piscinas de
academias ou clubes; Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas
são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
Não coce os olhos; Aumente a frequência com que troca as toalhas do banheiro
ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos; Troque as fronhas dos
travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise; Não compartilhe o uso de
esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.

10. SRA é um homem de 24 anos, hígido, esportista. Chega à farmácia queixando-se


de micose entre os dedos do pé esquerdo que “não sara”. Relata ao farmacêutico que
é a segunda vez que as lesões reaparecem em menos de 6 meses. Fez uso de
miconazol loção 2% 2 vezes ao dia durante 4 semanas nas infecções prévias. Qual seria
sua avaliação do caso e conduta?

11. Paciente MMG, 25 anos sexo feminino. Procurou a farmácia no fim da tarde trazida
por uma colega de trabalho. Se queixa de dor de cabeça, principalmente na parte
direita. Uma dor que vai e vem. Tomou um comprimido de Tylenol 750mg há duas
horas, porém parece que só piorou. Entrevistada pelo farmacêutico, relatou que a luz
e barulho a incomodam, O cheiro da comida e de cigarro também. Além disso, chegou
a ter náuseas no dia anterior. Relatou que o problema começou há dois meses,
geralmente próximo à menstruação. Faz uso de Gynera há 4 anos. Não procurou
nenhum médico até o momento.

12. Mulher de 30 anos vai à farmácia e pede que lhe indique algum medicamento para
dor de cabeça. Questionada pelo farmacêutico, ela relata que a dor acomete a cabeça
como um todo, de forma contínua. A dor ocorre normalmente durante o dia e teve
início há algumas semanas, acontecendo vários episódios por semana. Não há
sintomas gastrintestinais associados, nem congestão nasal. Utilizou até o momento
somente aspirina, quando ocorria a dor. Questionada sobre mudanças recentes na
rotina, ela relata que se mudou há pouco tempo e começou a trabalhar em um novo
emprego. Ela não usa óculos e nunca teve problemas de visão. Ela admite estar
preocupada por pensar que a dor de cabeça pode ser algo mais sério.

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13. Uma paciente de 75 anos de idade, que é geralmente saudável e cujo único
medicamento prescrito é para osteoartrite leve, lhe pede algo para a constipação. Ela
diz que nunca teve problemas com prisão de ventre antes e se pergunta se isso é
apenas uma consequência de envelhecer. No interrogatório, ela parece estar ativa,
com uma dieta saudável, incluindo a abundância de frutas e legumes frescos e de ter
uma ingestão adequada de líquidos. Durante a anamnese farmacêutica a paciente
relata que o seu médico substituiu o diclofenaco por paracetamol+codeína pois sentia
demasiada dor de estômago. O que você faria?

14. Gestante, 28 anos, vai à farmácia para comprar um laxante pois afirma ter
dificuldade para evacuar.
Ao ser questionada disse que a freqüência normal está alterada desde o início da
gravidez (está no 4° mês), que não teve mudanças na dieta porém nunca consumiu
muita fibra. Comentou que por indicação médica tem ficado mais tempo em repouso
por ser uma gravidez de risco.

15. Homem, 58 anos, vai à farmácia e solicita ao farmacêutico um laxante.


Em resposta ao farmacêutico, o homem relata que a muito tempo apresenta
flatulência, desconforto, dor abdominal, constipação. Costuma usar Metamucil,
ingere bastante água, pratica atividade física, porém, ultimamente, esse
procedimento não tem resolvido o problema. Ele fala também que no último mês
emagreceu cerca de 10kg.

16. Jovem de aproximadamente 20 anos, estudante, chega à farmácia queixando-se


de cólica, prisão de ventre e inchaço. Solicita a farmacêutica Dulcolax, recomendado
pela colega.
Após conversa com a farmacêutica, relata que trabalha o dia todo e estuda a noite,
anda estressada e não tem tempo de se alimentar direito.

17. Paciente, do sexo feminino, aparentando 65 anos, vai à farmácia e pede pra
conversar com a farmacêutica.
Com a conversa, a farmacêutica descobre que a jovem senhora possui uma saúde de
“ferro”, faz hidroginástica 3x por semana, caminha pelo menos 30 min todos os dias,

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possui uma alimentação balanceada, porém, “seu velho” faleceu a uma semana e
desde então ela não conseguiu evacuar.

18. Mulher, 69 anos, relata ao farmacêutico que:


Sente-se empanturrada e constipada ultimamente, às vezes sem ir ao banheiro por
uma semana inteira. Afirma fazer força a maior parte do tempo, mas sem dor. Ainda
não usou medicamentos para constipação.