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COMANDO DA AERONÁUTICA

CORROSÃO

OTMA 1-1-1-

18 NOV 87

MATERIAL EXCLUSIVAMENTE DIDÁTICO NÃO SOFRE ATUALIZAÇÃO

NÃO SERVE PARA USO EM SERVIÇO

UTILIZE AS PUBLICAÇÕES

DO SEU

C.D.C.P.

"

-,

18

Nov

87

CAPíTULO I DISPOSIÇOES PRELIMINARES

1-1.

fINALIDADE

,

A finalidadedesta OTMA e fornecer

pamento~

e

mat~riais

aRrovados

para

li~peza

-,

informaçoes

sobre

de

aeronaves_e

OTMA 1-1-1

metodos,

mísseis,

equi-

e

pa-

7a

dar

enfase

a'importancia

 

da

aplicaçao

 

destas

inFormaçoes

 

na

conserva-

ção

dos

equipamentos

da

fAB.

]':'2.

ÂMBITO

 

A

presente

publi!Bção

 

aplica-se

a

todos

ps

Órgãos

do

Sistema

de

Ma-

terial

Aeronáutico

e,

em especial

~9

Agências

de

Control~

,de

Corrosão.

1-3.

\~,"

GENERALIDADES

~ a.

Limpeza

-:",

',"

"

"

 

,

',.

c'

Limpeza,

e

um,xermo

amplo

que

abrange

metodos

e

materiais

neces

 

'sários

para

a

remoçã[~L

de

sujidades

 

de

uma

superficie.

A

seleção

 

de "um

mé-=

,;

apropriado

a)

para

tipo

e

qualquer

 

caso

 

que

'se

apresente,

depende

de

tres

"'.

quantidade

 

de

sujidade

 

todo

res:

\.1.}, b.

b) composição

c) ~~a~

d~

Classi,fi~"aç~,~-

"c>

"rt"'

 

po material,básico

 

e

condição

da

superfície,

',)

~1

limpe~a

necessaria.,

ôa_~.sujidades

"""

 
 

"As

sujirlades

e~contradas

 

nas'superfÍcies

podem

ser

classifica-

 

das

em tres

classes:

,.

"

,"",

'--

"'

 

61eo

fatQ

e

fino,

finas

 

,

,

,"

-,

\. 7/]-~

(1)

"Manctiás

de

oleo

"",

 

-, "'

,

 

(Exemplos:

 

Óleo

 

~idr~ulico~

~leo

lubrificante,

 
 

preventivos

contra

corrosão,

 

etc~

).

Quando

se

apresentarem

como

películas

ou

pequenos"residuos

 

~

não

forem

de

n9tureza

muito,viscosa,

es-

,

)

"t

! -

j

}

.

tas

se

manchas

podem

apresentarem

ser

mais

removidas

persistentes,

com

prbautos

alcalinos.

usar

o solvente

,

Nas areas

ESRecificação

onde

Fede-

ral

P-D-680.

 

Usualmente,

quanto

mais

longa

for

a

permanencia

da

mancha

e

mais

alta

for

a

temperatura',

mais

difícil

será

a

sua

remoção.

Muitas

difi

culdades

po?em ser

evitadas

limpando-se'as

manchas

logo

que

apareçam.

-,

 

(2 )

 

"Manchas

Semi-S6lidas"

 
 

.""' }/1.

\

~ -

 
 

(Exemplos:

graxa,

6leo

viscoso,

preventivo

pesado

cantra

corrosão,

ete

)

Estas

sujidades

são

usualmente

removidas

com

produtos

de limpeza alcalinos

reforçados.

Os

depósitos

mais

grossos

desse

tipo

são, usualmente,' melhor renlovidos usando-se primeiramente

ra, em seguida,

aplicar o produto alcalino.

1-1

um solvente pa-

18

Nov

87

OTMA 1-1-1

,.-::-.>:

(3)

"Manchas contendo

,

solidos"

 
 

(Exemplos:

 

lama,

áleo

carbonizado,

 

reslduos

produzidos

 

por

corrosão

(escamas),

etc

)

 

-

 

,

 

Estas

sujidades

sao,

normalmente,

as

mais

di ficeis

de serem

removidas.

Para

removê-Ias,

é necess~rio

 

embebê-Ias

em solvente,

usar

um

borrifamento

de

alcalino

 

sob

pressão,

e

esfregar

(agitação

mec~nica

e,

no

caso

de

materiais

provenientes

de

corrosão,usaro

áoido de

desincrustação).

Conforme

foi

anteriormente

mencionado,

as

manchas

velhas

tornam-se

mais

difíceis

de

serem

removidas.

,~, ~ c.

Corrosão

 

-

 

,

,

A

corrosao

e

um problema

de

magna

importancia

que

afeta

a

capa-

operaci9nal

 

dos

atuais

equipamentos.

A. limp~za

correta'

e,atenciosa

da

um meto do corrosão

e

Técnica

de

"

,

Tecnicas.de

solução

processos

que

deve

ser

utilizado

afim

de

reduzir

ao

minimo

deterioração

causadas

pelas

intempéries.

 

~impe!,:a',.",;, '

 

-

Limpeza

nao

constituem

mais,

um

simples

processo

de

sabãci

e

lavagem.

Equipamentos

e materiais

difere~

de

limpeza

 

~ep3rados,

ou

(distintos)

 

indivi~uais.

'

o

de

de

um

equipamento

de

um meio

para

outro,

modificara

limpeza

e

rreqtlência

da

sua

aplicação.

Por

exe~plo:

o

as

equip~

cidade

constitui

efeito

. d.

1.3,u

aplicação.de

tes

A

condições,de

exigirio

transferencia

mento

em areas

de

alto indice

de

umidade,

especialmente

 

em areas

coste~-

ras,e

industriais,'

exigirá

maior

atenç~o

~ limpeza

~ais

fre9tlente

d~

que

em areas

mais

secas

e

de

menor

contaminaçao.

Inspeçoes

 

periodicas

sao

ne-

ce~sárias para determi~pi'~~-condições

do

equipamento

e

controlar

a

fre-

qi.lencia dos processos corretos,de

limpeza.

!. ::

:;.e.

blassificaç~o

Os compostos

.dos

CO~PD~tos

de

de

limpeza

previstos

Limpeza

'nesta

oT podem ser

divididos

Em quatro

tipos,

como se

ve

a

segui~:

 
 

\:,

S.I,

( 1)

"Compostos

de

Limpeza

Alcalinos"

 

Este

tipo'de

~omposto

tira a

sujidade

mais

p~lo

seu

deslo-

camento

do

que

pela

dissoluçao

no

composto.

Apos

o

deslocamento,

a

sujida

de

pode

ser

removida

em forma

de

suspensão

no

corpo

do

co~postoi

ela

pode

separar-se,

ou,

em caso

de

manchas

gordurosas,

formar

sabao

soluvel

em

água. Usualmente

08

compostos

deste

tipo,tem

ingredientes

que

auxiliam

o

desprendimento

da

sujidade

de

uma

superfície.

 

\

"-'~'

'-

(2)

"Solventes"

 
 

Este

tipo

de

composto

de

limpeza

tira'a

sujidade

dissolven

do-a

e"

usualmente,

deixa

uma

fina

pel

{cula

ou

residuo

de

natureza

oleos~.

A

remoção

 

da

pelicula

ou

residuo

~ feita

com

~m

composto

de

limpeza

alca-

. lino.

 

1-2

18 Nov 87

\~,>;

(3)

ficando

a óleo

OTMA 1-1-1

"Composta de Limpeza com So1vente em Emu1s~o"

Este tjpo de composta

nela

de limpeza remove

em suspensão

contida e mantendo-o

a sujidade com a água.

emulsi-

"Compostas de Limpeza Especiais"

"

\,s,ç.~' (4)

Descarbonizantes

e Desengraxantes

a base

,

de vapor.

. \ -~,(" f

;.'.

Responsabilidade da Limpeza das Equipamentos Aeroespaciais

A limpeza de rotina dos equipa~entos

aeroespaciais

sabilidade da Organização

detentora do equipamento.

é de respon-

 

A aplicação

correta dos processo~

de limpeza exigirá

pessoal, e~

perimentado

e devidamente

treinado.

O pessoal

deve ser treinado

em opera-

ções de limpeza

e de inspeção

e controle de cqrrosão.

A designação

~o pe~

soal, reconhecidamente

habilitado,

deve ser feita

com

a mesma atençao

que

é dispensada a outras'fases'de

manutenção

preventiva.

~ fundamental

que

,',

,<

,

.

"

seja designada um3 equipe permanente

para executar

as funções

de limpeza.

A habilidade

para dese~p'e~har corretamente

uma função economicamente

van-

tajosa e a oportunidade~de

progredir,

devido a um maior conhecimento

e

experiência,

ajudarão ,a estabelec~r no pessoal uma atitude correta e

posi

tiva.

'

Materiais e Métodos

\':j'~- g.

-

,

'

,

, Deverao ser usados unicamente, os metados e materiais aqui

cificados,

a menos

que seja obtida

uma autorização

manutenção para desvio do prescrito neste

,

,

',',

,

,

J1a~1.u

do escalão superior

<

olv

L

Iê'r,,','cc:

espe

de

A apresentação de pedido de desvio dos procedimentos aqui des-

crito!}, ou por avaliação ou

duzira as dificuldades e-ajydarana padroni~açao dos materiais e procedi-

uso, de materiais n~o relacionados

nesta OT,rg,

mentos. As Unidades. devem usar'seus Laboratõrios

de materiais e processos

p~ra resolverem,

teriais e processos novos que se"'queiram introduzir

ou ,recorrer a L~boratório

dos Parques para examinar

no sistema

ma-

d~ FAB, t;Q. Apos considera-

a ana-

supe-

mo um centro

de filtragem

para todos os problemas

~e limpeza.

os materiais e processos

lise e avaliação peios Laboratórios,

dos melhores

rior para avaliação

que os já 'existentes

e eXame.

devem ser remetidos ao escalão

" ~'.~ h

~

,

.

Quando deverá ser executada o trabalho

",'

1

)

A limpeza e o devido tratamento discriminado nesta OT

deverão

} ser exeEutados s~mpre que ~s inspeçõ~s periódicas indicarem que tais ser- viços saQ necessarios. As areas de misseis desprotegidos contra as intem-

,

,

} peries (chuva, po, neve, etc

)

devem ser inspecionadas diariamente. Ou-

tros padrões para execução deste serviço acham-se discriminados na T.O.

1-1-2.

~ recomendável

um ciclo minimo

de limpeza

de 30 dias.

A(;.e '>1-/-c. 6c-

Çc, 1o,)\

QJ,c<:;:0

-

O Gcrmand~ntc da BO8C deve determinar um progrema definitivo pa-

ra inspeção, limpeza 'e_tratamento cont~a corrosão de aeronaves e ~isseis

que estiverem

na dotaçao

da sua Base Aerea.

1-3

18 Nov 87

OTMA 1-1-1

\ :.J

~

L

Freqtlência de Inspeção

A freqnência

,

da inspeção, limpeza e tratamento

,

-

correIa to de ae-

.

ronaves e misseis dependera

tras condições.

do tipo de atribuiçao,

o programa

A Tabela 1 esp~cifica

meio ambiente

de lavagem

para

e

o Siste-

ou-

ma de Ma~erial da Aer9n~utica

quando não h~ programas j~ determinados

por

. oTdens tecnicas especificas.

Os intervalos de tempo foram baseados

no

meio am~iente

e no grau

de poluição

par~ cada base.

Os itens abaixo

indi

cam as necessidades

da limpeza e os possiveis tratamentos

correlatos.

,

.:;>,

\ ~.

;

(q

.,

,

Qualquer quantidade apreciavel de sujidade (carbono, 9Ieo,.

.etc

de escapamento da aeronave devem ser inspecionadas apos cada voo e

)

nas areas de escapamento indica que precisa.s~r limpa.~As

,

-

, porem.nao deve ultrapassar

, a um periodo

pas quan~o necessario,

de 25

ras de voo.

areas

lim-

ho-

I'~,~.~ (2)A Aeronaves

e equipamentos

manch~dos pom subst~n9ias

de

ex-

tintor de incendio

plicação.

devem .ser limpas dentro de 'quatro horas

""

> .'

'!

.

apos a sua a-

1

?-=:;'.~.(3)

Áreas' próximas~'s

baterias

exigem màior atenção

e

devem

ser l{mpas e tratadas ~egqlarm~nte. Eletrólito derramado deve ser removi- do imediatamente ecas.areas afetadas limpas e tratadas.

I'':

J:,(4)

Áreas sujei tas ~ dl;!scarga de metralhadora

ou foguete,

uni-

dade auxiliar de decolagem

a jato,

etc

,

devem ser limpas e inspeciona-

das quanto ~ corrosão ao final de cada dia ou missão.

'

-

NOTA: A corrosao.nos

o.

,

metais e, geralmente,

acelerada por sujidade prove-

nie~te

-'.

).:.-' (5)

de ~descar:~. d~ toguetes,

"""0'"

-,

Grax8s :t1E!'lubrificaçao,

°etc

,

, oleos h~draulicos

" ---------

e sujidades corr~

latas devem ser limpas

logo que notadas.

Isto e especialmente

verdadeiro

.em relação ~s superflcies prendimento da tinta;. ,;

pintadas, a fim de evitar amolecimento ou

o'.';""

"

:

.

de§.

:~ ~.~ (6)' Limpeza'e tratamentoRcorrelatp

larmente sempre que condições ou possibilidade

tea

(Consu 1ta~ a T. O.'1-1-2)

devem ser executados regu-

de corrosão forem

eviden-

J,:::.;''.(7) O crescimento

correlato.

peza e tratamento

de fungos indica necessidade

imediata de li.!!).

!.;~: (8)

Misseis devem ser guardados todas as vezes inteiramente

limpos. Intervalos

terminados pelas condições de ambiente

periódicos

devem ser marcados

para limpeza

e ser80

e percentagem

de torrosão.

,

c.,

de-

/.', :~ o

. "(9) AeronaveSemisseis.transportadosvia maritima,devem ser

,-'-'

,

,

limpos e dado tratamento

idêntico após o recebimento.

te aplic~vel se os materia!s

dos (Consultar

de embalagem e preservação

da serie 0O-89AA).

as Ordens Tecni~as

Isto é especialmen- estive.rem avaria-

I ~ .°,,,[; ~ 10)

As aeronaves

C9m.8s rltlma. allneas 8 seguir,

devem

ser

e com a Tabela

1-4

lavadas somente com ~gua de

1,

quando

expostas

acordo

a atmosfera ma

'-",

}

18

Nov

87

\ 1,o,.{O,~ ~.

ma

se

devem

não

ser

tiverem

ções

.

".;

CI!

tO.

'.

a até_2

(a)

lavadas

sido

l.,

(

b)

Km da

OTMA 1-1.-1

Todas

as

aeronaves ,

sed~adas .'!. ,.

a

ate

2

Km da

orla

 

marltl

-

somente

com

agua,

no

minimo

uma

vez

a

cada

15

dias,

lavadas

com

shampoo.

.\

Todas

as

aeronaves

que

forem

destacadas

para

 

opera-

orlu.marltima

durante

10

dias

ou mais,

devem cu~prir

a

determinaçao

do

item

enterior.

Quando

a

lavagem

somente

com

agua

nao

pu-

der

ser

realizqda

na

base

local

devido

ao

tipo

de

missão

e/ou pela difi-

culdade, um registro na Ficha FAB-I Parte 2 dorelat6rio

da aeronave,

de-

.

.-,., '1

,)

'.

'.

,A

f

J

)

-

.J

}

~:!

n

,"

,1

:}

.

-

)

'verá ser efetuado. A aeronave

de três dias após seu ret~rno

então será lavada somente com

~ base'de origem.

água, dentro

Quando a

lavagem

somente com água não

puder ser reali

zada na base local e a aeronave p~rmanecer destacada por 30 dia e ou mais, ela deve ser lavada com shampoo obrigatoriamentedentro de 3 dias do seu retorno ~ base de origem.

.

~

.

,. ?>.~. ;0.:5- (c)o "É: n~cessário.

,.,

voas

'com as

a

baixo

,

'.

nivel' (menos~que

determinações

~~§a~x'b:.

lav!3r,

,

30opes)

':'0 ~. I - Todas ae.ronaves)

. somente

com

"

da superficie

.A~ \:? oq.~l? ~.k-

q'ue

devem

ser

água,

a

maritima

aeronave,

após

de acordo

l. 3.~. 10' 2-

lavadas

somente cc:m

água de

acordo

com

as

al:lneas

i0nHaYe

iS-J,.nHb)estão excluídas

dos

r~

quisitos

indicqdos

para

vôos

baixo

nível

sobre

a

superfície

do

mar,

exc~

to

quando

efetuarem

busca,

salvamento

ou

resgate,

quando

deverão

ser

l~va

da.s somen~e c~m água após o 01timo

vôo do

'dia

.

 

o

.r o

.'.

-

neas

vôo

mari

vel

L?' O,.l9 ~.

l.LuJ.-H-ci--)

t!-

11 - As a'eronaves

e -H--:l1JJtb)

devem

ser

que

lavadas

do

dia,

quá'~dÔ r t~""

'V

I

'qo~'

.

l}o?O";,-

0

'.1-

",

Efetuar voo

a

nao

seguem

somente

baixo

nivel

os

com

requisitos das ali

água após o últim~

sobre

a

superficie

,

do

sobre

':'>"

\.

0,0 ".; .~

'

. Efet~ar

a superflcie do mar~

m~ltiplo3

'.;

toques/arremetidas

a

baixo

n1

único dia que exijam

Efe~uar dois ou mais póusos e/ou decolagens

v~os a baixo nív~losobre a superfície

.

do mar.

.

num

um único pouso e/ou decola

gem a baixo ni vel sobre a superf.iciedo,mar em um único dia, estão exclul

das do programa de 1ayagem somente com agua"Exceto quando oC2rrer cinco

IIr - Aeronaves

que

executam

J. ou mais vezes num periodo de quinze dias. Apos a quinta ocorrencia num pe

)

.J

,j

)

rlodo

de quinze dios~deve-se fazer um registro no Relat6rio

da Aeronave-

(Fic~8 FABl - Parte 11" 8 fim com agua, dentro de tres dias.

de que seja

efetuada

a

lavagem

somente

.

aeronaves de acoI'do com o

par~gr8fo 1(10)(a), ou seja, 8S que estiverem sediadas al~m dR 2 Km d~ or

j. ::"q L).4- (d)

Bases

que não lavarem

suas

Ia maritima, mas que lavam as aeronaveo que executam v~os a baixo niveld;

superfifie do mar, podem adotjr um programa para lavagem de 15 dias vez de lavagem dl~ria~ exceto para 8S 8eron~ves que operam em rniss~o

1-5

e~

ds

18

Nov

87

r

oTMA

1-1-1

busca/salvamento/resgate

aQaixo " .-

nível

sobre

a

superfície

\0' ~,C\,,)

(lI)

Os

procedimentos

para

proteção

contra

dioatividade

da

,

serie

na

DO-lIDA.,

aeronave

e

mísseis

são

encontrados

nas

do

m~r.

contaminação

de

ordens

técnicas

ra-

I';'

q, 12-(12)

Procedimentos

para

n'eutralização

derramamento

de produtos

quimicos

devem

ser

T.o.

42C-1-14.

.

da

corrosão

de

executados

causada

aC9rdo

por

com

a

-

1'1

j

.

\.-s.o"

podem

veis

do

Segurança

.

Alguns

lesões

,

e

Medidas

neste

pessoal

l~mpeza

'~Qb

de

Precaução

metodos

ao

Manual

envolvido.

exigem

b

emprego

materiaLs

materiaLs

orientação

orientação

de

materiais,

e

que

causar

devem

Métodos

de

pxecutados

que

empreguem

e

t~xicos

dos

inflam~-

Técnicos

ser

encarregadoda'segur~~ça

controle

Manuais

Oficial

 

no 'sdlo;

do

Oficial

encarr~gado

do

do

Engenhr;iro

do

serviço

sani

tario

e

aplicaveis.

,

p'roteção

adequada

ao pessoal,

 

deverão

de

proteção,

tais

como:

luvas

de

borra-

botas,

chuveiros

de

emergÊncia,ventil.§.

 

não'

devem

ser

lavados,

limpos

ou

serviço

contra

incendio'

da

B,ase,'

higiene

industrial,

etc

~:cqnforme

\

~ ,I." 1

.

AVISOS

'.

(1)

ser

cha,

dores,

) .~. )\.':L (2) inspecionados elétricas.

I,

.~" ~\,I

Para

assegurar

e

um3

roupas

usados

equipamentos

óculos,

máscaras,

coletores

aventais,

".de- poeira,

'etc

Aeronaves"

e

equipamentos

em 'área's~rexi;ernas

quando

durante

tempestades

com

descargas

 

.

'.

que

\ .";;,11,

-:

(3)

obedeçam

a

Trab~Hiar:'

especificação

com

vén'tl'~ação

P-D-6Bo'Tipo

adequada

II,

ou

quando

similar.

usar

sol

Evitar

ventes

aspira-

ções

prolongadas

e minimizar

contato.

com

a

pele.

Estes

solventes

nãé

d~

vem

ser

usados

em mistura

para

limpeza

eu

em outra

qualguer

aplicaçaoque

não

seja

especificada.'

 

Os

solventes

 

podem

causar

danos

~s

camadas

de

tin

ta,

plasticos

e

borracha.

 

-J.'3,\\y (4)

Apena~

as

pessoas

autorizadas

 

devem

operar

com

o equipa-

mento

de limpeza

motorizado.

 
 

\ ,; ,11,-:(5)

 

Não

se

deve

dirigir

o

fluxo

do

produto

de

limpeza

sobre

p~s

de

hélice,

vedadores

 

de

cubos

ou

áreas

em gue

a

solução

de

limpeza

possa

ficar

retida.

O

jato

de

1impp.~a

em

tais

areas

tende a forçar os ma

teriais de limpeza

a

penetrarem

em

areas

em

que

possam

causar

contamina-

ÇBO interna, avaria e corrosão.

,I,,": .\\,'" (6)

quid;

devem

ser

Todos

os materiais usados

compativeis

com

este

gás

1-6

nos equipamentos de oxigênio 11 l,:í.quido(Consultar a TO 42-G-I-IU.

)V

, ~

--'i

)

.

.i

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18

Nov

87

"

oTMA 1-1-1

L,j.A J.'1r

(7)

 

Deve-'se

ter

todo

o cuidado

 

ao

fazer

limpeza

ou tratamento

,

,

corrosivo

 

em areas

em

torno

de cupulas

de

radar,

 

portas

de

acesso

a

tanques

integrais

e

de

combustível,

aparelhos

de

iluminação,

componentes

elétricos,

 

antenas,etc

,

pois

estes

materiais

podem

ser

danificados

 

pelos

produtos

 

de

limpeza.

 

',:2>.~1.8 (8)

Graf

i te

ou

composto

contendo

 

grafite

não

devem

ser

L.:sados

sobre

!:quiEamentos

aeroespaç:iais

porque.

causam

severa

corrosão.

Pelo

me.§.

ma razao

nao

se

deve

usar

lapis

de

graf~te

 

para

traçar

ou

desenhar

sobrE

superfícies

 

de

aluminio

ou

outro

tipo

de

metal,'

principalmente

em'aerona

ves

ou

,

misseis.

 

'

1.3'~"Z,

m.

Tratamento

e

Remoção

do

Despejo

 

da

Lavagem

 
 

É

conveniente

que

o

desgejo

da

de

.

lavagem

receba

tratamento

 

idên-

tico

ao

tratamento

 

de

água

secundária

epgoto~

.

 

.

 

Na

utii{z~ç~o

 

d2

produto~

que

obedecem

a

especificação

MIL-C-

43616,

o

resíduo

deve

ser

liberado

d[~ modo'

que

contenha

no

máximo

100

pprn

do

produto.,.

- ".

 

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.

.

';'.

.

,-

1-7

, 18 Nov 87 " CAPíTULO II PROCEDIMENTOS GERAIS FARA LIMPEZA " (SUPERFíCIES EXTERNAS) -'
,
18
Nov
87
"
CAPíTULO
II
PROCEDIMENTOS GERAIS FARA LIMPEZA
"
(SUPERFíCIES
EXTERNAS)
-' -
2-1.
FINALIDADE

OTMA 1-1-1

Este Capitulo descreve o material, equipamentos e procedimentos a

serem usados para limpeza de superfícies pamentos a~roespaciais.

2-2.

GENERALIDADES

pintadas

e não pintadas

de equi

A op~ração de limpeza deve ser e~ecutada em etapas planejadas. Os par~grafos que seguem, fornecem a ,seq~encia reco~endada de procedimEntos e fatores a serem considerados durante a ~operação de limpeza.

'

'

.

2-3.

REQUISITOS

PAR~'~~'PR~,

,

:

LAVAGEM'

C--CONDIÇDESNORMAIS

DE TEMPERATURA)

;z

;,J,

8. ,Preparaçõ':?s~_adeqLiad9Ssão indisperis~veis para g~rantir segura!:!

ça ao pessoal e eliminar possiveis ,estragos de equipamentos

) materiais e pela o~eraçãD de limpeza~

causados por

)

~!

~,3,L'b.

Para eliminar o pe~igo da eletricidade

est~tica, as aeronaves

e mísseis devem ser ligados ~ terra de acordo com a TO 00-25-172 dürante

) a operação de limpeza.

'O,',

,"-

1:~,7 c~

As operações de limpeza

ao ar livre, devem ser rigorosumente

,

f.

controladas. Devem ~~r "'ex~ci.Jtadas em áreas sob 'sombra sempre que a temp,g,

 

~

ratura atingir 27g~'0~~~~is.

Em locais sujeitos a altas temperaturas,on

 
 

de não haja uma cobertura 'adequada, ~s'operações de limpeza devem se;

 

"

executadas de ma~hã,cedo, ,~? ~~9itecer ou ~ noite.

 
 

~

li

-,

'

"',

.,""

.

 

:

~'J

\

d.

Determinar quais as ateas e superfícies que necessitam prote-

 

ção contra material de limpeza'eproteg~-la~

com fitas adesivas,

e/ou m2-

terial isolante. Todos os acessos'~ paineis, portas ou comportas

de emer

 

L

gência devem

estar" -fechadas.

'

-

 

Areas esp~ctficas

de certos equipam~ntos

devem ser protegidas

",'

"

do produto de limpe~a,j~ que estes, atacam certos tipos de bo~racha,pl~s

-

 

ticos e partes metálicas.

J-

'

_i

J

2-4.

UTILIZAÇÃO

DE FITA

ADESIVA

A fita adesiva utilizada para proteç~o durnnte a operaç~~ d8 lim-

)-- peza deve ser removida tão logo termine a operaçijo.Se ~ operaç~o

fo~

executada

ao ar livre,

sob luz solar,

a fita tera

dificuldade

de ser re-

movida. O residuo, deix8do PQla fita odQsiva ao s~r removida, ~ retirado

,- esfregando-se

diclorometano.

um cnumaço de gaze umedeci~o com 1,1,1 tricloroet3no

2-1

ou

18

Nov

87

OTMA 1-1-1

2-5.

UTILIZAÇÃO

DO MATERIAL PROTETOR DE PINTURA CONTRA SUJIDADES

va

vaso

As

,

areas

a serem pr'otegidas

d'água e ~ prova

de

mistura

 

,

,

 

devem

ser

cobertas

com

plastico

a

pro-

de

vapores,

sendo

presos

com

fita~

adesi

2-6.

PRECAUÇOES A SEREM TOMADAS. QUANDO sAo UTILIZADOS SOLVENTES NA OPE RAÇAo DE LIMPEZA

~.~

!'.B.

Verificar

foi

cêndio.

aprovado

por

um

se

engenheiro

o

local

.

onde

de

for

ex~cutada

e

por

segurança

aoperaç~o

um

especialista

de

lavagem

em

in-

;,

S ~

b.

Verificar

se

o

local

onde

for

utilizados

visivelmente

de qualquer

utilizados

executada

a

operação

de

igniçao.

lavagem

-

para

-

 

,

.

esta

afastado

aproximadamBnte

15

metros

 

Avisos

de

advertência

devem

ser

dicar

que

li

qui dos

inflamáveis

estão'sendo

~

,

-

o :

c.

Equipamentos

,.

eletriços

e

fonte

de

colo~ados

na

limpeza.

na

motoriiados

operaçao

limpeza

devem

ser

~ prova

de

explosão.

.'

in

de

:; (,;,.:" d.

sic~onadas

to

e

",7,;,;

.

,;

,~.;.,

.

-'.

.

As

unidadades

uma no

.motorizadas

15 de

,

na

na

operaçao

de

de

limp:za

devem

ser

'po

fiquem

contra

o

ven

veis

na

área

de

li,!!!

de

limpeza

d~vem

e. tambem

com

es-

os.

por.

m~nimo ~quipe

fumar

de

manutenção

metras

da

area

de

m~do 'que

afastadas

e.

aeronàve.

. Proibir

limpeza.

Extintores.

peza.

of.i;,,--:f

tar bem familiarizadas

procedimentos na utiliz~ç~o'dos'

.mim

,[',b.~f.

incêndio

devem

estar

disponI

g.

Todas

as' pes.!?~a"s,.env~~vidas.na_ope~ação

todas.

precauçoes

solventes

e

segurança

2-7.

5ELEÇAo DE MATERIAIS'

.

"

"

,"

l.

"

.'

o,'

,.,.

(~

.

".

. O produto

a

ser

út'il'izado

nas

O:peraçõ~s

.de'

limpeza

é selecionado

de

acordo

com

o

tipo

de

~aterial

(aço',

aluminio,