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Cidadania e as lutas por direito e justiça no Brasil


Oswaldo de Oliveira Santos Junior

Resumo: o objetivo deste texto é fornecer elementos para uma


introdução aos estudos e reflexões sobre a construção da cidadania na
sociedade brasileira, deste modo, o texto trabalha com conceitos
fundamentais para a compreensão da cidadania.
Palavras-chave: Cidadania, Práxis Cidadã, Cidadania Privada, e lutas
sociais.

A expressão cidadania possui um campo semântico demasiadamente amplo. A


partir dessa palavra, pode-se falar de uma enormidade de práticas e ações, muitas vezes
antagônicas. Diferentes agentes políticos fazem uso do termo a partir de concepções
muito particulares e dos seus interesses de classe, impondo, por exemplo, práticas
esvaziadas de plena participação política1, elemento fundamental para a cidadania e que
irá caracterizar a noção de cidadania como entendemos a partir da história.

Conceitualmente, um dos referenciais para esta discussão é o sociólogo inglês


T.H. Marshall, que apresentou um estudo intitulado “Cidadania, classe social e status”,
no qual a cidadania é compreendida como evolução dos direitos civis, políticos e
sociais.

Marshall irá propor uma classificação do modo como a cidadania se concretizou


historicamente, com a participação dos indivíduos na comunidade política, em três
níveis de direitos, correspondendo às fases do capitalismo: Direitos civis
(mercantilismo – Séc. XVIII); Direitos políticos (liberalismo – Séc. XIX) e Direitos
sociais (fase monopolista – Séc. XX) (COVRE, 1995, p.76 e MARSHALL, 1967). Para
Marshall, cidadania é uma condição (status) dada a todo indivíduo membro de uma
sociedade, ou seja, as lutas sociais estão ausentes do processo de efetivação da
cidadania (SANTOS-JUNIOR, 2007).

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Política aqui entendida na concepção arentiana que compreende como algo fundamentado na
pluralidade de agentes, observando que a política trata da convivência entre os diferentes, assim: “a
política surge no entre-os-homens; portanto, totalmente fora dos homens” (ARENDT, Hannah. O que é
Política? Rio de Janeiro: Bertrand, 2006, p. 21-23).
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A concepção marshaliana de cidadania irá encontrar resistências por parte de


muitos pensadores, isso porque apresenta lacunas consideráveis, algumas são, de forma
muito lúcida, apontadas pelo também sociólogo Décio Saes (1997).

Para Décio Saes, Marshall compreende a cidadania como “participação integral


do indivíduo na comunidade política” e expressa uma visão evolutiva e linear do
processo de desenvolvimento da cidadania, conquistando primeiramente os direitos
civis e gradativamente os direitos políticos até alcançar os direitos sociais (SAES, 2003,
p. 5-38).

Os críticos de T.H. Marshall se apegam ao fato de ele ter deixado para um


segundo plano o papel das lutas populares (ação política por excelência), ignorando, por
exemplo, a força coletiva da classe trabalhadora no processo de formação e conquista da
cidadania ou ainda a falta de um aporte teórico capaz de analisar os processos sociais e
as relações entre a classe trabalhadora, a classe dominante e o Estado, como foi
elaborado, por exemplo, por Antonio Gramsci (SAES, 2003, p. 7-12).

A cidadania é um processo resultante das lutas populares, ou seja, das relações


entre os diferentes, João Quartim de Moraes (1989, p. 35), afirma que:

A cidadania (...) só cria raízes num povo ao longo da experiência


coletiva, a aprendizagem do exercício da cidadania é lenta e muitas
vezes turbulenta. Mas insubstituível, tanto no que se refere ao voto
quanto formas superiores da participação democrática, como o
autogoverno local e as múltiplas formas de auto-gestão social. Nisso
parece-nos consistir sua força enquanto valor ético-político: a
democracia é uma forma que, embora suscetível de ser preenchida de
múltiplos conteúdos, é a mais apropriada para exprimir o interesse
coletivo, tal como o entende a coletividade.
Visto dessa maneira, o processo de ampliação da consciência cidadã ou de uma
práxis cidadã decorre das ações e reflexões dos sujeitos em sociedade, sendo
consequência do exercício cotidiano das práticas democráticas e ações da coletividade.

A cidadania deve ser entendida como um processo coletivo que objetiva a


ampliação dos direitos e, em uma sociedade de classes, isso não é levado adiante sem
luta social porque a classe que possui o poder econômico teme a perda de seus
privilégios de classe e se opõe sistematicamente à ampliação dos direitos sociais,
políticos e econômicos, levando ao embate permanente entre as classes sociais. Nesse
sentido, a práxis cidadã é sempre um enfrentamento, uma luta de classes.
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A práxis cidadã

Entende-se que a cidadania não pode ser compreendida como uma mera
conquista individual ou como algo concedido, um status. A lógica liberal individualiza
a cidadania e, desse modo, subtrai a força das ações coletivas, em especial as que
tenham um caráter de transformação social profunda e radical. Cria-se, assim, o
“cidadão privado”: uma contradição, pois os termos dizem respeito a formas
incompatíveis entre si, já que a cidadania pressupõe algo construído coletivamente na
história, enquanto o privado indica algo restrito, quando não individualizado.
(KOWARICK, 1995, p. 110-112).

A “cidadania privada”, como é analisada por Lúcio Kowarick (1995), torna


difuso o papel dos agentes políticos, desaparecendo a organização coletiva e a
consciência da classe trabalhadora como força política capaz de propor, participar e agir
na sociedade, o que somente fortalece a ideia de que é possível “vencer sozinho” com
muita sorte e mesmo sem nenhuma organização coletiva, bastando que cada um,
individualmente, faça a sua parte (KOWARICK, 1995, p. 110-112).

Por sua vez, a práxis cidadã, requer sujeitos emancipados e atentos às


transformações sociais, cientes dos processos históricos, com todo seu dinamismo e em
condições de avaliar criticamente as diversas alternativas apresentadas pelas forças que
compõem a sociedade e dispostos a participar coletivamente da vida em sociedade.

A legitimidade da práxis cidadã se dá na medida em que valoriza o ser humano e


possibilita a elevação da consciência crítica e transformadora, fazendo o caminho que
separa a consciência comum em direção à consciência reflexiva (VASQUEZ, 1968).

A práxis cidadã nos permite conhecer a dinâmica da sociedade, revelando as


formas de dominação e as contradições que se encontram encobertas pelas ideologias
dominantes (hegemonia), que buscam convencer de seus valores políticos e culturais.
Ela contribui para desmascarar os processos de opressão e exclusão social, identificando
seus agentes e instituições (SEMERARO, 2006, p.134-135).

Assim, ao fundamentar suas ações na filosofia da práxis para a construção da


cidadania, o indivíduo tende a superar as práticas repetitivas, individualistas e alienadas,
passando a agir de modo a ampliar e fortalecer as lutas de toda coletividade.
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As conquistas da cidadania significam o alargamento dos direitos e da justiça.


Para a classe dominante, isso pode significar o fim dos privilégios que estão fortemente
arraigados em uma sociedade de classes como a brasileira, herdeira de um passado
colonial de imensa brutalidade e desigualdades e que ainda deixa marcas visíveis nas
relações sociais no país.

Desse modo, falar em cidadania e, sobretudo, buscar sua plena realização é tratar
de um tema que incomoda as “oligarquias” acostumadas às regalias e vantagens, muitas
vezes, obtidas em uma relação de exploração que perpetua a desigualdade social e nega
a plena cidadania.

Na “cidadania privada” (KOWARICK, 1995), o conteúdo reivindicatório e de


lutas por direito e justiça são esvaziados, o que encontra o respaldo dessas
“oligarquias”, visto que tal prática de cidadania não ameaça seus interesses, ao
contrário, protege-os, pois não toca nas causas das desigualdades, injustiças e exclusão,
antes esses elementos são apresentados como naturais e legítimos.

Breve esboço da cidadania no Brasil

De certo modo, no senso comum, domina certa noção de que “o povo brasileiro
não luta por seus direitos”, contudo, ao observarmos o processo histórico da formação
do povo brasileiro, veremos algo muito diferente, encontraremos um povo que lutou por
seus direitos e que questionou os privilégios das “oligarquias” ao longo da história e que
segue buscando ampliar seus direitos de cidadania. A observação atenta da sociedade
nos permite perceber esse movimento e ao mesmo tempo ver o quanto é enganosa a
ideia de apatia social.

Nota-se, portanto, que falar de cidadania implica também em reconhecer a


história dos movimentos sociais e das lutas por cidadania no Brasil.

Como observa Maria da Glória Gohn (2003), a história das lutas e movimentos
sociais no Brasil é tão antiga quanto o processo de formação do país.

É possível notar uma intensificação dessas lutas a partir dos séculos XVIII e
XIX. Tais como:

 As lutas pela independência como a Inconfidência Mineira (1789);


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 Dos negros na Bahia - As revoltas populares de Mulatos e negros (1797), dos


escravos (1807), dos Malês (1835), revoltas escravas (1838, Maranhão e Minas
Gerais), greves de escravos operários (1857) paralisação de negros escravizados no
Rio de Janeiro, movimento abolicionista (1878-88), movimento antiescravista
Caifazes (1880, em São Paulo), que apoiava a fuga dos escravos e organizou
quilombos nos arredores da cidade de São Paulo, Sociedade Abolicionista Ouro-
pretana (1881, em Ouro Preto/MG);

 Movimento da Cabanagem, em Belém (1835), que constituiu um governo popular


de base índio-camponesa no período imperial (único na história do Brasil),
movimento violentamente reprimido pelas tropas do governo em que morreram
cerca de 30.000 pessoas (30% da população do Pará);

 Canudos (1874-97), inicialmente, um movimento de homens livres (os matutos)


contra a cobrança de impostos, denominado pelos historiadores como um
movimento de resistência e de caráter social-libertário ou de fanatismo religioso, a
Guerra travada em Canudos tirou a vida de mais de 8000 pessoas.

A luta contra a escravidão no Brasil, por exemplo, é um processo de resistência


de mais de 320 anos que contou com o pleno protagonismo de homens e mulheres
africanos e afro-brasileiros escravizados e muitos outros que se solidarizaram e
resistiram à brutalidade da escravidão no Brasil, o último país a abolir a escravidão em
1888. É um erro, portanto, pensar que não houve resistência.

Engana-se quem afirma que o Brasil é um país sem uma história de lutas
populares e movimentos sociais organizados. Não seria exagero afirmar que o país
concentrou a maioria dos movimentos nas últimas décadas em toda a América Latina,
certamente devido à sua extensão territorial, população numerosa e demandas sociais
diversificadas. Do início do século XX, com as lutas urbanas ganhando destaque devido
ao fortalecimento da industrialização até 1964, com o golpe militar, que instaurou uma
nova fase nas lutas sociais e na organização dos movimentos sociais, a sociedade
brasileira conviveu com uma centena de movimentos sociais dos mais diferentes
matizes políticos e ideológicos (GOHN, 2003, p. 15-60).

Entre 1964 e 1974, pode-se observar uma fase de resistência ao regime militar,
em que os movimentos sociais tiveram papel fundamental, essa fase corresponde à
limitação da liberdade imposta pelos militares e à violência do regime que crescia tanto
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no campo como na cidade. Com a dissolução dos partidos de esquerda (PCB, PC do B),
surgem diversos movimentos de resistência ao regime como: Aliança Libertadora
Nacional (ALN), o MR8, o Movimento de Libertação Nacional (MOLIPO), Ação
Popular (AP), Guerrilha do Araguaia (1967-74), Política Operária (POLOP). O
Movimento Estudantil (ME) experimenta uma grande efervescência nesse período como
espaço privilegiado de resistência à ditadura militar, mesmo tendo a UNE (União
Nacional do Estudantes) na clandestinidade e parte da sua liderança perseguida pela
repressão do Estado (GONH, 2003, p. 103-107).

Durante a ditadura militar, devido à inexistência quase absoluta de espaços de


organização democrática e exercício livre das manifestações políticas, muitas
organizações da sociedade civil contribuem com esse processo de resistência, como a
ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e as Igrejas, em que, por exemplo, muitas se
tornaram locais que aglutinavam diferentes grupos que lutavam por democracia
melhores condições de vida.

Foi assim, a partir de 1968, que surgem as Comunidades Eclesiais de Base


(CEBs) e as Pastorais Sociais, com um discurso de contestação e práticas sociais que
visavam à transformação social (SADER, 1995, p. 198).

De acordo com Eder Sader (1995), na história dos movimentos sociais em São
Paulo, os Clubes de Mães, ocupam um lugar de destaque. Nessas associações ligadas às
igrejas, as mulheres se organizavam para dar formação umas às outras ensinando
costura, bordados, trabalhos manuais, além de métodos de higiene, saúde e política. Um
dos desdobramentos mais importantes do movimento de clube de mães e da Teologia da
Libertação é o Movimento do Custo de Vida, que surge em diversas capitais do Brasil a
partir de 1972 e se configura juntamente com os clubes de mães num dos principais
movimentos populares dos anos 1970. A partir de 1979, o movimento passa a se chamar
Movimento contra a carestia.

Entre 1975 e 1982, vieram as lutas pela redemocratização, por trabalho


(movimento sindical em 1976, no ABC Paulista, chamado também de Novo
Sindicalismo) e intensificaram a luta pela terra e reforma agrária com a criação da
Comissão Pastoral da Terra (CPT), que articulou diversos movimentos sociais no
campo, em especial no Sul do Brasil, e foi um dos pilares que, mais tarde (em 1984),
veio a se tornar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Nesse
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período, destacam-se os seguintes movimentos, de acordo com Gohn (2003, p. 113-


125):

a. Movimento pela anistia (1976), que reivindicava a anistia para os presos


políticos da ditadura militar e a volta dos exilados políticos;

b. Movimento sindical (1976), que retoma a força e a independência política frente


ao Estado e tem como área de concentração o ABC paulista;

c. Movimento de professores e serviços públicos (1979), que lutava por melhores


salários e condições de trabalho, dando origem às organizações sindicais no
funcionalismo público;

d. Movimento das Favelas (1979), inicialmente lutando por água, esgoto e luz e
pela posse da terra. Data desse período, por exemplo, a organização da
Comunidade de Heliópolis em SP.

e. Movimento dos Sem Terra (1979), maior frente de luta pela reforma agrária que
se estruturou definitivamente em 1984, no congresso em Chapecó, e que,
atualmente, destaca-se como principal movimento social na América Latina,
pela força de sua atuação e amplitude de suas reivindicações: Terra, trabalho e
justiça social.

A partir desses dados históricos, é possível perceber que a sociedade brasileira


experimentou inúmeros movimentos sociais que buscaram o alargamento dos direitos e
da justiça, que lutaram por cidadania. Que, ao contrário do que impera no senso comum,
o povo brasileiro vem, ao longo de sua história, resistindo às formas de opressão e
desumanização.

A cada momento histórico, é possível observar a força dos movimentos sociais,


que buscam inserir na agenda da sociedade suas pautas de reivindicação e suas
demandas. Tem sido assim com os movimentos de mulheres, com o movimento negro,
com os trabalhadores rurais sem terra, estudantes e muitos outros.

O que observamos sempre, em todos esses movimentos, é a sua capacidade de


defender coletivamente seus direitos e impor uma agenda política que inclua suas
reinvindicações por justiça social.

Considerações finais
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Invariavelmente, as práticas que levam à efetivação da cidadania encontram


oposição e resistência dos grupos que detém privilégios na sociedade, o que faz da
prática cidadã uma prática rebelde e insurgente, como muitas vezes é rotulada pela
classe dominante. Entendendo a cidadania como alargamento de direitos, iremos
compreender que esse processo implica em diminuição das regalias concedidas às
oligarquias que dominam a sociedade, disso resulta o processo de lutas sociais
decorrentes da busca por cidadania.

Observamos, ao longo deste texto, que tanto a práxis cidadã quanto a


solidariedade deve ser encontrada nas ações dos sujeitos políticos que efetivamente
anseiam por uma sociedade justa.

A práxis cidadã resulta da comunhão de atitudes refletidas e sentimentos, de


forma que o grupo venha a constituir unidades solidárias, capazes de oferecer
resistência às forças externas — que venham superar a consciência comum e repetitiva
—, ou ainda a solidariedade assistencialista, que não gera transformações sociais
efetivas (VÁSQUEZ, 1968).

A práxis cidadã e a solidariedade se articulam quando se observa a necessidade


de superar o assistencialismo presente na sociedade e ações que legitimam os projetos
que não trazem mudanças efetivas para a sociedade. Nesse sentido, a solidariedade
articulada com a práxis cidadã possibilita a criação de uma sociedade em que o sujeito
político torna-se consciente das transformações geradas pelo seu trabalho.

A práxis cidadã é ação criadora do homem novo, que inova frente às novas
realidades sociais, produzindo movimentos sociais capazes de uma ação reflexiva, que
extrapola a espontaneidade e objetiva a transformação das estruturas sociais que
alienam o homem do produto de seu trabalho. Essa cidadania da práxis (promotora dos
movimentos sociais) é a ação que gera a emancipação humana. Na sua estrutura,
portanto, existe a força libertadora que acrescenta a reflexão necessária às práticas
solidárias, possibilitando a superação das ações meramente assistencialistas.

Na observação de Maria da Glória Gohn, os movimentos sociais são vistos como


ações coletivas de caráter sócio-político e cultural que programam formas diferentes de
organização popular, representando forças sociais organizadas e reunidas que criam
cotidianamente soluções criativas frente às adversidades que enfrentam (GOHN, 2004,
p. 13-15).
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No Brasil, a partir dos anos 1990, o que se observou foi o surgimento de “novos”
protagonistas nas lutas sociais e a diminuição da força do proletariado tradicional e dos
movimentos sociais encabeçados por eles.

Os sindicatos e partidos políticos perderam sua força de organização social,


deixando para os “novos” movimentos sociais um enorme desafio. Esses “novos atores”
sociais, por sua vez, encontram-se fora do sistema de produção capitalista e, por isso
mesmo, têm buscado formas diferentes de lutas sociais tais como: o fechamento de ruas
(os piqueteiros na Argentina) e as ocupações de terras (MST no Brasil). O surgimento
desses novos atores tem sido um constante desafio teórico nas ciências sociais, já que
“estes movimentos teimam em fazer lutas de classes em outros moldes, diferentes do
proletariado tradicional” (MACHADO, 2006, p. 12-13).

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