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A educação deveria ter como objetivo o de ser liberadora, formar jovens que sejam pensantes,

autônomos. Porém os educadores acabam entram em uma linha contrária, que cria no discente
uma espécie de “adestramento”, ou seja, faz com que ele se encaixe em moldes pré-
determinados pela sociedade desde criança.

A própria divisão do ensino que separa os níveis escolares em educação infantil e educação
básica, pressupõe que o jovem concluinte do ensino médio já está consciente de seus direitos e
apto a cumprir deveres na sociedade em que está. A própria LDB (Leis de diretrizes e bases)
sugere que a escola tenha esse papel formador.

No entanto, a realidade mostra que muitos dos jovens que concluem os anos escolares não
sabem que rumo tomar a partir de sua formação, em qual superior ingressar, qual curso superior
seguir, qual profissão exercer, como tornar prático o conhecimento adquirido na escola, como
ser útil na sociedade em que está. Ao mesmo tempo, o educador na condição de orientador não
sabe como direcionar o jovem para o futuro, mostrando a ele a aplicação daquilo que aprende
em sala de aula. E dessa forma, são muitas as pressões sociais tanto para o educador quanto
para o educando.

Vê-se assim que o educador e o Estado de modo geral precisam de constantes atualizações para
que saibam e sintonizem sempre a necessidade e a conexão com a realidade de todo conteúdo
que é ministrado pelo professor. Quando isso não é feito, a escola se torna sempre engessada,
ultrapassada, formando jovens que veem muitos conteúdos, mas parece que não aprenderam
pouco ou quase nada.

O que incluir não ver o aluno como mero depósito de informações, um ser de capaz de reter
sem interrupção do o que lhe é falado. Ao mesmo tempo, o professor precisa da humildade de
sempre se “reciclar” e tornar a sua prática pedagógica sempre comunicativa e eficaz. Agir assim
é trazer de volta a humanidade à educação. O professor não pode ser simples uma máquina que
repete todas as informações adquiridas ao longo do tempo e nem o aluno pode ser um mero
gravador que retém todas essas informações. A isso inclui não ensinar apenas conteúdos, mas
ensinar a ser humano, viver numa civilização que está para todo o lado repleta de informações
que em geral as pessoas não sabem como administrá-las. Claro que surge aí um problema,
porque certamente o professor também não foi formado assim e vai precisar suprir uma lacuna
na sua formação para ajudar melhor a geração atual.

“Todo adulto é de alguma forma um pedagogo das novas gerações na arte de ser gente”. A vida
moderna requer sempre constante aprendizagem. Se para o adulto, isso pode ser ponto de
conflito, o que se dirá para a criança ou jovem que já está inserido nesse mundo? Muitas vezes
a escola é um ambiente em que um não conhece a dificuldade do outro. O professor é vítima de
um sistema de frieza educacional que lhe cobra resultados, números e constante entregas de
relatórios e documentos. E o aluno é simplesmente visto como um ser que precisa demonstrar
sua excelência ou fracasso em notas. A não existência de diálogo, a desumanização frequente,
o desconhecimento e a indiferença com as dificuldades alheias cria um ambiente
desestimulante, sem sentido e sem perspectivas para ambas as partes.

Exercer docência significa sobretudo saber lidar com gente. Saber ouvir, saber falar e saber
ajudar. E não ser simplesmente um divulgador de conteúdos e fazer com que todos assimilem
com a mesma precisão e eficiência um profissionalismo que o educador levou anos para
conseguir. A educação precisa urgente ser moderna e atualizada como a sociedade em que ela
está inserida.

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