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FICHAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA

E REDAÇÃO JURÍDICA
PROFESSORA ETIENE ALVES DA SILVA
CURSO: DIREITO TURMA: 1C TARDE

Equipe: JULIANA ALVES DE SOUZA Matrícula: 2019107090


MILLANY MARCONE FERREIRRA LEITE Matrícula: 2019107483
VANESSA ALEXANDRINO BATISTA DOS SANTOS Matrícula: 2019107590
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COESÃO E COERÊNCIA

Os conectivos são elementos fundamentais para a construção de um texto coeso e coerente. Durante
a elaboração de uma produção textual, para que possamos nos expressar de forma satisfatória, os
conectivos são ferramentas que nos permitem organizar as ideias.
A coesão textual consiste na conexão. É a ligação entre os elementos da superfície de um texto pelo
seu aspecto estrutural. Segundo Ernani Terra (2018), “ Na organização do texto, as palavras ganham
sentido pelas relações de dependência que estabelecem entre si. Assim, a coesão é responsável pela
continuidade do texto, à medida que liga suas parte (...)”.
Por sua vez, a coerência textual é a organização lógica de um texto. Embora tal definição se confunda
com a de coesão, Terra (2018) declara que “em sentido amplo, a coerência é a ausência de contradição”.
Mostrando-nos que há uma relação muito “estreita” entre coesão e coerência, uma afeta a outra.

Análise Textual

Texto 1

A Constituição Federa do Brasil,1 1988, traz a garantia do direito de livre manifestação. É com base
nisso2, por exemplo3, que se torna efetiva a democracia brasileira1. Nesse contexto, as manifestações
populares demonstram um ativismo social que2, aos poucos3, tem conseguido mudanças estruturais,
políticas e econômicas no país. Entretanto4, incentivar, esse tipo de ato, visando seu maior alcance ainda
é fundamental.

1. Elipse da preposição “de”.


2. Contração da preposição “em” com o pronome demonstrativo “isso”. Consiste numa referência
endofórica (uma vez que os elementos necessários para a compreensão estão no próprio texto) de tipo
anafórico pois o termo a que faz alusão já foi mencionado.
3. Deslocamento do termo por questões estilísticas
4. Sinônimo de “do Brasil” para possibilitar que o termo tenha fluidez
5. Pronome relativo “que”. Evitando repetição de termo já mencionado.
6. Locução adverbial de modo deslocada. Indica o modo como as coisas tem acontecido: devagar.
7. Conjunção adversativa indicando que mesmo já existindo manifestações ainda são necessários
incentivos.

Texto 2

Em Vigiar e Punir5, Michel Foucault apresenta a descrição de um suplício - 6antigo método de


punição que espetaculizava o sofrimento do preso. Apesar de7 esse tipo de violação ter sido extinto em
meados do século XX, há, 8ainda hoje, situações e condições degradantes e humilhantes, 1às quais o
recluso é submetido, dentro dos ambientes prisionais brasileiros, o que, 2lamentavelmente, promove a
reincidência criminal e dificulta a ressocialização.

1. Deslocamento do termo por questões estilísticas


2. Aposto, explicando o que é suplício
3. Locução que indica uma quebra de expectativa
4. Deslocamento do termo além de fins estilísticos, ressalta-se a atualidade do acontecimento ainda
5. Pronome relativo que desempenha a função de complemento nominal também
6. Adjunto adverbial deslocado.

Texto 3

Superlotação. Violações de direitos. Privações ilegais 3 . Não obstante 4 todas as garantias de


proteção aos direitos dos presos, trazidas pela Constituição Cidadã e pela Lei de Execução Penal (LEP),
essas5 são as condições indignas 6nas quais vivem boa parte dos mais de 720 mil presidiários brasileiros.
Situações assim, 7no entanto, apenas corroboram a ineficácia dos sistema nacional, comprovada pela
altíssima reincidência criminal.

7. Sequenciamento de ideias para fins estilísticos


8. Locução conjuntiva indicando contradição, quebra da ideia
9. Pronome demonstrativo que faz referência endofórica anafórica
10. Pronome relativo evitando repetições de termos
11. Conjunção indicando contradição

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