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Prova de Subestações

1) Defina subestações: São definidas como o conjunto de equipamentos e


dispositivos que têm a função de supervisionar, proteger ou transformar alguns
parâmetros da energia elétrica, visando adequá-la às condições de utilização.
Suas principais funções são: • elevar/ rebaixar tensão; • interligar e proteger os
diversos elementos do sistema interligado; • retificar/inverter
2) Como são classificadas as subestações?
-Quanto à tensão: subestações de BT, MT, AT e EAT;
-Quanto à relação entre os níveis de tensão de entrada e saída: SE de manobra, SE
transformadora (elevadora e rebaixadora);
-Quanto à função no sistema elétrico global: SE de Transmissão, SE de
Distribuição, SE Industrial, SE Predial;
-Quanto ao fluxo de potência entre a SE e o sistema de transmissão: Transmissora,
Seccionadora, Receptora e Interligadora.
-Quanto ao tipo de instalação: externa, abrigada, interna, móvel e subterrânea.
-Quanto ao tipo construtivo do equipamento: convencional, em cabina metálica,
blindada e SE ISOLADA A SF6;
-Quanto à natureza da corrente elétrica: SE de CA, SE Conversora de Frequência e
SE Conversora (de Corrente);
-Em relação à prioridade de atendimento aos consumidores: 1ª Categoria, 2ª
Categoria e 3ª Categoria;
3) As SEs de transformação, basicamente, rebaixam a tensão das linhas de
distribuição entre 138/69kV, proporcionando transmitir uma potência maior em
tensão mais elevada.
4) Subestações de Distribuição – Classificação: – Quanto a função: SE de manobra,
SE de transformação, SE de regulação de tensão e SE distribuidora. – Quanto
aos níveis de tensão: 138/69kV, 69/34,5/23/13,8kV. – Quanto a forma de
operação: Manual, semiautomática ou automática. – Quanto ao tipo de
instalação: SE desabrigada, SE abrigada e SE blindada.
5) As SEs de manobra têm a função de proporcionar maior número de saídas de
linhas de distribuição, ou ainda, disponibilizar manobras entre estas linhas para
suprir outras subestações.
6) Considerando a forma de operação, basicamente as subestações são classificadas
como: – SE com operador: é operada localmente, por pessoa qualificada e
habilitada. – SE Semiautomática: é operada localmente e possuem
Intertravamentos eletromecânicos e elétricos, que impedem operação indevida. –
SE automática: São supervisionadas e operadas a distância, por intermédio de
sistemas de supervisão e controle.
7) Função Distribuidora: As SEs distribuidoras, rebaixam a tensão das linhas de
distribuição (138/69kV), para níveis de tensão de alimentadores primários de
média tensão (34,5/23/13,8kV), sendo a interface para o fornecimento de energia
elétrica aos consumidores.
8) uma subestação típica é composta por sete vãos, podendo ser: – EL - Entrada de
Linha; – SL - Saída de Linha; – B2 - Barramento de Alta Tensão; – TR -
Transformação; – B1 - Barramento de MT; – BC - Regulação; e – AL –
Alimentação (ALs).
9) O vão de TR é responsável pelo rebaixamento dos níveis de tensão de
subtransmissão (138/69kV) para níveis de média tensão (34,5/13,8kV), tendo
sua potência compatível para atendimento da carga.
10) Componentes

11) Principais equipamentos e dispositivos de uma subestação:


Transformadores de Potência; Autotransformador; Transformadores de
Potencial - TP’s; Transformadores de Corrente - TC’s; Disjuntores; Religadores;
Chaves Seccionadoras; • Chaves a Vácuo; • Chaves a Óleo; • Pára-Raios; •
Bobina de Bloqueio; • Isoladores; • Barras/Cabos; • Equipamento para
Aterramento; • Baterias; • Banco de Capacitores; • Compensadores Síncronos e
Estáticos.
12) Os parâmetros elétricos básicos para o projeto e especificação de subestações
são: • tensão de trabalho; • nível de isolamento - compreende o estudo de
sobretensões; • máxima corrente ou máxima potência em regime contínuo; •
corrente de curto-circuito - para a determinação da suportabilidade ao curto-
circuito. • O valor de pico máximo da corrente de curto circuito assimétrica
define a característica dinâmica dos equipamentos, enquanto que o valor eficaz
da corrente simétrica define a característica térmica dos equipamentos e devem,
portanto, ser especificados.
13) . Os principais tipos de sobretensões são: • Sobretensões Temporárias; •
Sobretensões de Manobra; • Sobretensões Atmosféricas.
14) Muitos autores divergem quanto à classificação dos tipos de manutenção. A
forma clássica, mais abrangente, a divide em dois grupos:
• Corretiva: objetiva corrigir um defeito ou uma falha que tenha ocorrido no
equipamento.
• Preventiva: objetiva fazer uma intervenção precoce no equipamento na tentativa
de antecipar-se a falha de materiais. As empresas de aviação adotam essa
política de manutenção.
• MANUTENÇÃO PREDITIVA Acompanha-se a vida útil das máquinas
efetuando-se inspeções periódicas, medições, leituras, sondagem, etc. Observa-
se o comportamento das máquinas, verificando falhas ou detectando mudanças
nas condições físicas, podendo-se prever com precisão o risco de quebra,
permitindo assim a manutenção programada. Ela substitui, na maioria dos casos,
a manutenção preventiva, colocando o material "sob supervisão contínua".
15) Na Manutenção Preditiva as vantagens e desvantagens são: Vantagens: -
aproveita-se ao máximo a vida útil dos elementos da máquina, podendo-se
programar a reforma e substituição somente das peças comprometidas.
Desvantagens: - requer acompanhamentos e inspeções periódicas, através de
instrumentos específicos de monitoração; - requer profissionais especializados.
16) Barramento: é um grupo de condutores elétricos, normalmente nus, pintados ou
não, eventualmente encapsulados, de seção transversal, normalmente de formato
retangular ou circular, instalados no interior de quadros de comando ou em
subestações abrigadas, blindadas e ao tempo.
17) O Arranjo de Barramentos e dos equipamentos constituintes das subestações é
determinado em função de: - flexibilidade requerida em termos de facilidade de
manobras; - potência a ser atendida; - nível de tensão do fornecimento; -
continuidade e confiabilidade operacionais; - manutenções; - custos de
implantação.
18) Os arranjos mais usados são: BARRA SIMPLES BARRAMENTO SIMPLES
SECCIONADO ARRANJO DE BARRA PRINCIPAL (OPERAÇÃO) E
TRANSFERÊNCIA BARRAMENTO DUPLO BARRAMENTO DUPLO COM
DISJUNTOR DUPLO BARRAMENTO DUPLO COM DISJUNTOR E MEIO
BARRAMENTO DUPLO COM DISJUNTR 1 E 1/3 BARRAMENTO EM
ANEL
19) BARRAMENTO DUPLO COM DISJUNTOR DUPLO É um arranjo mais
completo, muito mais flexível e de maior confiabilidade, mas em compensação,
muito mais caro. Aplica-se em instalações de grande potência e onde seja
predominante o aspecto da continuidade de fornecimento.

20) Por confiabilidade adequada entende-se o fornecimento de energia elétrica com


qualidade elevada e sem interrupções. Dessa maneira, são usados alguns índices
de confiabilidade, como por exemplo, a energia não suprida esperada (ENSE). •
Taxa de falha • Tempo de reparo • Potência da carga
21) As manobras executadas erradamente são as seguintes: a) Abrir/fechar um
seccionador em carga; b) Manobra (abrir ou fechar) um seccionador enquanto o
disjuntor adjacente a ele está fechado; c) Manobra de um seccionador enquanto
o disjuntor adjacente a ele está em manutenção; d) Fechar seccionador de
ligação à terra sem confirmação de que a linha não está em tensão; e) Abertura
do seccionador de ligação à terra enquanto a linha está em manutenção.
22) R
23) R
24) Faca de terra: operada quando a linha está desenergizada. Serve para proteção
contra ligação indesejada da linha pelo outro extremo
25) Os para-raios são equipamentos responsáveis por funções de grande importância
nos sistemas elétricos de potência, contribuindo decisivamente para a sua
confiabilidade, economia e continuidade de operação. Atuam como limitadores
de tensão, impedindo que valores acima de um determinado nível pré-
estabelecido alcancem os equipamentos das subestações descarregando para
terra a corrente de surto que vier atingir a subestação.
26) Os para-raios de carboneto de silício são aqueles que utilizam como resistor não
linear o carboneto de silício (SiC) e têm em série com este um centelhador
formado por vários gaps (espaços vazios). Esses para-raios são constituídos
basicamente das seguintes partes: a) Resistores não lineares: O carboneto de
silício é um material capaz de conduzir alta corrente de descarga com baixas
tensões residuais, no entanto, oferece uma alta impedância à corrente
subsequente fornecida pelo sistema. b) Corpo de porcelana: constituído de
porcelana de alta resistência mecânica e dielétrica, no qual estão alojados os
principais elementos ativos do pararaios. c) Centelhador série: é constituído de
um ou mais espaçamentos entre os eletrodos, dispositivos em série com os
resistores não lineares, e cuja finalidade é assegurar, sob quaisquer condições,
uma característica de disrupção regular com uma rápida extinção da corrente
subsequente. d) Desligador automático: é composto de um elemento resistivo
colocado em série com uma cápsula explosiva protegida por um corpo de
baquelite. Serve como indicador de defeito do para-raios. e) Protetor contra
sobrepressão: é um dispositivo destinado a aliviar a pressão interna devida a
falhas ocasionais do para-raios e cuja ação permite o escape dos gases antes que
haja rompimento da porcelana f) Mola de compressão: Fabricada em fio de aço
de alta resistência mecânica, tem a função de reduzir a resistência de contato
entre os blocos cerâmicos. Atualmente a indústria de para-raios a carboneto de
silício fábrica esses equipamentos somente para sistemas de média tensão.
Mesmo assim, o seu fornecimento vem caindo sistematicamente, ao contrário
dos para-raios de óxido de zinco.
27) São assim denominados os para-raios que utilizam como resistor não linear o
óxido de zinco (ZnO) e, ao contrário dos para-raios a carboneto de silício, não
possuem centelhadores série. Esses para-raios são constituídos basicamente das
seguintes partes: a) Resistores não lineares: são blocos cerâmicos feitos de
material refratário, química e eletricamente estáveis. Esse material é capaz de
conduzir altas correntes de descarga com baixas tensões residuais. Entretanto, o
resistor não linear oferece uma alta impedância à corrente subsequente. São
formados de óxido de zinco. b) Corpo de porcelana: É constituído de uma peça
cerâmica no interior da qual estão instalados os varistores de óxido metálico.
Dada a sua particular construção, o volume interno do invólucro de porcelana é
superior ao volume ocupado pelos varistores, permitindo assim um espaço
interno lateral razoável. c) Corpo polimérico: Os invólucros poliméricos são
constituídos de uma borracha de silicone com diversas variedades de
propriedades químicas na sua formação, dependendo da tecnologia de cada
fabricante. Os invólucros poliméricos são constituídos de uma borracha de
silicone com diversas variedades de propriedades químicas na sua formação,
dependendo da tecnologia de cada fabricante. d) Contator de descarga: Tem por
finalidade contar o número de operações do dispositivo a partir de um dado
valor de corrente e duração. Em geral, é inserido no contador de descarga um
medidor de corrente (miliamperímetro). Também, é comum o contador de
descarga ser acompanhado de um indicador de descarga cujo objetivo é mostrar
a operação do para-raio.
28) Na especificação de um para-raios é necessário que se indiquem, no mínimo, os
seguintes elementos: • Tensão nominal eficaz, em kV; • Frequência nominal; •
Máxima tensão disruptiva de impulso sob frente de onda, em kV; • Máxima
tensão residual de descarga, com onda de 8 x 20µs, em kV; • Máxima tensão
disruptiva à frequência industrial, em kV; • Corrente de descarga, em A; • Tipo
(estação ou distribuição).
29) TRANSFORMADORES DE FORÇA Os transformadores possuem
características elétricas que devem ser cuidadosamente estudadas antes de sua
aplicação, visando a uma operação segura e econômica. Potência nominal; Tipo
de unidade (monofásica ou trifásica); Tensão nominal dos enrolamentos;
Frequência nominal; Corrente nominal; Comutação; Impedância; Grupo de
ligação;
30) TRANSFORMADORES DE CORRENTE: Sua função é transformar, através do
fenômeno de conversão eletromagnética, correntes elevadas, que circulam no
seu primário, em pequenas correntes secundárias, segundo uma relação de
transformação. Dessa forma, os instrumentos de medição e proteção são
dimensionados em tamanhos reduzidos.
31) Características construtivas dos TC’s Os transformadores de corrente podem ser
construídos de diferentes formas e para diferentes usos, quais sejam:
TC tipo barra, TC tipo enrolado, TC tipo janela, TC tipo bucha, TC tipo núcleo
dividido,
TC de vários enrolamentos primários, TC de vários núcleos secundários, TC de
vários enrolamentos secundários, TC tipo derivação no secundário;
32) Os transformadores de corrente devem ser fabricados de acordo com a sua
destinação no circuito no qual estará operando. Assim, se classificam os
transformadores de corrente para medição e para proteção. Pode-se
perfeitamente concluir que jamais se deve utilizar Transformadores de corrente
em serviço de medição e vice-versa. Deve-se levar em conta a classe de exatidão
em que estão enquadrados os TC’s para serviço de proteção que, podem ser de 5
ou 10.
33) R
34) TRANSFORMADOR DE POTENCIAL: Os transformadores de potencial são
equipamentos que permitem aos instrumentos de medição e proteção
funcionarem adequadamente sem que seja necessário possuir tensão de
isolamento de acordo com a da rede à qual estão ligados. são equipamentos
utilizados para suprir aparelhos que apresentam elevada impedância, tais como
voltímetros, relés de tensão, bobinas de tensão de medidores de energia etc.
35) Com relação a suas características construtivas os transformadores de potencial
podem ser divididos em: a) Transformador de potencial do tipo indutivo; b)
Transformador de potencial do tipo capacitivo;
36) R
37) DISJUNTORES: Disjuntores são equipamentos destinados a interrupção e
restabelecimento das correntes elétricas em um circuito. Devem fechar circuitos
elétricos durante condições normais de carga e abrir na presença de curto-
circuito no menor espaço de tempo possível. A principal função dos disjuntores
em um circuito é a interrupção imediata da corrente de falta, limitando ao
máximo os danos causados por um curto circuito.
38) As chaves têm diferentes funções nas subestações. Por exemplo: a)
Seccionamento de circuitos por necessidade operativa (by-pass) ou para isolar
componentes do sistema, tais como equipamentos ou linhas, para manutenção;
b) Aterramento de componentes do sistema (linhas, barramentos, bancos de
capacitores) para manutenção; c) Abertura ou fechamento de circuitos em carga;
d) Aterramento rápido de componentes energizados para fins de testes ou
ensaios, ou no caso de defeitos em reatores não manobráveis ligados a linhas de
transmissão sem esquemas de proteção com transferência de disparo, ou no caso
de linhas terminadas por transformador sem disjuntor no outro terminal da linha.
39) Seccionador by-pass: Não há necessidade de desligar o alimentador durante a
manutenção já que é possível manter a continuidade do circuito manobrando
adequadamente o seccionador derivação.
40) Os dados básicos de partida para o projeto de subestações são: - Definição da
área a ser atendida e do respectivo centro de carga; - Demandas máximas
previstas para a S.E. num horizonte de 10 anos; - Fator de carga médio previsto;
- Fator de potência médio esperado na distribuição; - Descrição e requisitos das
cargas a serem atendidas;
41) Fator de demanda: é a relação entre a demanda máxima do sistema e a carga
total conectada a ele, durante um intervalo de tempo considerado; Fator de
carga: é a razão entre a demanda média, durante um intervalo de tempo, e a
demanda máxima registrada no mesmo período. O fator de carga é sempre maior
que zero e menor ou igual à unidade. O fator de carga mede o grau no qual a
demanda máxima foi mantida durante o intervalo de tempo considerado; ou,
ainda, mostra se a energia está sendo utilizada de forma racional por parte de
uma determinada instalação. • Manter um elevado fator de carga no sistema
significa obter os seguintes benefícios: - Otimização dos investimentos da
instalação elétrica; - Aproveitamento racional e aumento da vida útil da
instalação elétrica, incluídos os motores e equipamentos; - Redução do valor da
demanda de pico.