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A grosso modo, pode parecer que Freud e Jung compartilham de uma visão parecida sobre

inconsciente. Mas basta uma análise um pouco mais aprofundada para reconhecer que existe uma
diferença bastante delineada em suas conceitualizações. Ambos delimitam o aparelho psíquico em
três conceitos. Em Freud: Consciente, Pré-consciente e inconsciente. Em Jung: consciente,
subconsciente e Inconsciente coletivo. Freud entende a formação do Eu de uma maneira mais
individualizada, no que se refere ao sucesso ou insucesso dos processos que se relacionam às
primeiras interações humanas. A criança nasce puro ego e vai se castrando, regulando de acordo
com realizações bem-sucedidas ou não de suas fantasias libidinais.

Para Jung, o sujeito nasce completo, imerso em um inconsciente que pode lhe dar todas as possíveis
estruturas para sua realização pessoal no caminho de encontro de seu self. O papel do inconsciente
em Jung é interagir a partir da libido com o consciente, em uma busca de equilíbrio de forças. Esse
equilíbrio terá em sua melhor escanção o encontro com sua individuação: a consciência das forças
que aturam na manutenção do equilíbrio psíquico do indivíduo. Para Freud a questão da angustia
passa por uma aceitação da falta. Em Jung, a angustia é uma das molas que perpassam a
experiencia vivida em direção a individuação.

Desta maneira o papel do inconsciente é ainda reforçado pela imersão do /inconsciente coletivo, que
traz em si toda a estrutura de alma presente no decorrer da história da humanidade.