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TESTEMUNHO - EVANGELIZAÇÃO

“... e sereis minhas testemunhas...”. At 1.8

(Texto preparado para um curso interno na Congregação Paz de Florianópolis).

Pensamentos introdutórios
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos
desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons” (Martim Luther
King).
“Para compartilharmos nossa fé eficientemente, precisamos ser realistas e autênticos no
conhecimento das pessoas do mundo e autênticos em nossa entrega total a Jesus Cristo ” (Paul
E. Little, em Como compartilhar sua fé).
Preliminar
Partimos do pressuposto de que todos nós conhecemos:
a) A ordem de nosso Senhor de que a humanidade seja evangelizada para ser
salva.
b) A tarefa que cabe a cada cristão de participar efetivamente do processo de
evangelização do mundo.
c) A importância que a evangelização tem para a salvação das pessoas e para o
crescimento da Igreja do Senhor Jesus Cristo.
d) A urgência da evangelização, devido a dois fatos: 1. A vida humana é uma só
(única) – é nesta curta vida que a eternidade de cada um é decidida; 2. A proximidade da segunda
vinda de Jesus Cristo para julgar a humanidade – os sinais dos tempos estão evidentemente
presentes. (Grupo comenta).
1. Fundamento: A ordem de evangelizar.
“...mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas
testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra ” –
At 1.8
Com estas palavras o Senhor Jesus revela:
a) A Vontade de que os seus discípulos testemunhem a respeito Dele e sua obra
em favor da humanidade (discípulos são todos os que Nele crêem) com as palavras: “ Sereis
minhas testemunhas”.
b) Um trabalho de evangelização geograficamente progressivo. A progressão é a
seguinte: 1. “Em Jerusalém”, isto é, começar em casa - onde o cristão mora; 2. “ Em toda a
Judéia” – continuar pela região; 3. “ E Samaria” - lembra os marginalizados, vizinhos mais
próximos da região. Jesus não quer a marginalização de ninguém;
4. “Até aos confins da terra” - Testemunho universal. Universalidade da graça divina.
Debate:
1. Questão de âmbito local: Qual a aplicação destes quatro pontos para a nossa
realidade local, da congregação?
2. Questões de âmbito nacional: Esta ação geograficamente progressiva tem algo a
sugerir sobre as estratégias missionárias da IELB? Será que as missões que são instaladas
longe de qualquer congregação, em cidades distantes dos irmãos de fé, são a melhor maneira de
avançar com a missão? Será que não é melhor fazer missão a partir das congregações
existentes, ampliando o círculo e avançando para novas áreas vizinhas, tendo sempre um
apadrinhamento de uma congregação próxima, para oferecer apoio, calor humano, interação,
etc? Quantos pastores estão geograficamente isolados e sofrem com a falta de apoio, amizade e
calor humano? Estes podem facilmente entrar em dificuldades pessoais e a desanimar. Alguns
deles já chegaram a pedir demissão. Uma pessoa a ser evangelizada, que está longe, tem mais
ou menos valor para Deus do que as pessoas em nossas localidades vizinhas? Os custos
financeiros não seriam mais baixos, adotando-se a estratégia geograficamente progressiva? Há
situações especiais que precisam ser considerados e atendidos.
c) Capacidade para testemunhar: Esta capacidade somente vem de Deus. Jesus
disse: “Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo”. A pessoa somente chega à fé
pela ação do Espírito Santo, pelo Batismo e pela Palavra de Deus (meios da graça). A vontade, a
capacidade e o dinamismo na evangelização também acontecem somente quando estamos
agraciados com a presença e ação do Espírito Santo em nós. Por isso, ninguém vai evangelizar
pessoas apenas com sua estratégia e métodos evangelísticos, com sua eloqüência e argumentos
racionais. O evangelizador deve, antes de tudo, colocar-se com humildade diante de Deus e
suplicar que ELE lhe dê muita fé e confiança e a suficiência divina para testemunhar convicta e
acertadamente. Deve crer que o Espírito Santo, que é o poder, vai agir através da palavra de
Deus, que é “viva e eficaz” (Hb 4.12) e que ela não voltará sem fazer algum efeito, conforme o
Profeta Isaías diz: “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia,
mas fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a designei” (Is 55.11).
Dificuldades e oposição sempre surgirão, causadas pelas forças oponentes. Pessoas
podem reagir negativa e agressivamente quando abordadas pelo evangelizador. Todas as
adversidades, no entanto, jamais nos devem desanimar ou levar à desistência. O Ap. Paulo
sofreu muitos embates e lutas, perseguições e maus tratos, mas não desistiu. Confessou: “ Tudo
posso naquele que me fortalece” (Fp 4.11).
2. O que significa “dar testemunho”
É apenas proferir uma porção de textos bíblicos a uma pessoa não-cristã?
“Dar testemunho” envolve, além da anunciação da Palavra, tudo o que somos e o que
fazemos ou deixamos de fazer.
Debate: Qual é a importância do nosso ser e fazer para a pessoa que pretendemos
evangelizar?
3. Seis princípios de ação – baseados em Jo 4, história do encontro de
Jesus com mulher samaritana (Baseados no livro de Paul E. Little, Como compartilhar a sua
fé).
Constatação: Há uma dificuldade comum entre os cristãos: Ficam embaraçados para falar
sobre o Evangelho para pessoas. Como abordar pessoas?
Não há nenhum método mágico ou fórmula pronta e única. Há, sim, aproveitamento de
oportunidades e circunstâncias que se apresentam. Cada evangelizador deveria ter a habilidade
de observar e agir a partir do que a outra pessoa é, pensa, fala e faz. É uma das melhores
maneiras de iniciar um bom diálogo.
Tomaremos o exemplo da entrevista de Jesus com a mulher samaritana (Jo 4), junto ao
poço de Sicar. Nesta história encontramos alguns princípios práticos e básicos para seguir. O
testemunho de Cristo resume-se numa simples conversa nada sofisticada. Este tipo de conversa
pode acontecer com nossos vizinhos, colegas, amigos ou até com desconhecidos. São estes os
princípios:
1° - Contatos sociais – fator facilitador na evangelização - Jo 4.1-7a.
O encontro social com os não-cristãos é muito importante. Uma estatística feita com as
diversas igrejas evangélicas revelou um dado interessante: 85% dos novos convertidos chagaram
às igrejas através de amigos.
No mundo atual, o descrédito e a desconfiança são muito grandes no encontro com
pessoas desconhecidas. Há muita fraude, tentativas de engano, etc. Mas, entre amigos, que se
conhecem, há receptividade, confiança e crédito nas palavras. Os amigos também percebem o
que somos e fazemos (Ponto 2 acima), o que aumenta a nossa responsabilidade de viver uma
vida digna do evangelho. A coerência entre a fé, a vida prática e a autenticidade da vida cristã
causam um impacto na pessoa e a pode levar a aceitar com maior facilidade a mensagem verbal
que está sendo anunciada. Ela perceberá que a mensagem modifica para melhor a vida da
pessoa. É muito importante que a pessoa (prospecto) observe isto no seu amigo cristão. Caso
contrário, a vida desvirtuada do Evangelho provavelmente será um fator complicador (uma força
restritiva) e levará a pessoa a desacreditar do poder do Evangelho e a não querer ouvi-lo. A
incoerência entre fé e vida passa a ser um enorme estorvo na evangelização.
Debate: O grupo cita exemplos de comportamentos que podem ser estorvos à
evangelização.
Temos exemplo disto no AT, quando os inimigos zombaram do povo de Israel. O Salmo de
Asafe lembra esta zombaria dos inimigos, quando fala: “Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso,
pela glória do teu nome; livra-nos, e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome. Por que
diriam as nações: Onde está o seu Deus?” (Sl 79.9-10). Os cristãos devem mostrar a alegria pelo
perdão e salvação. Devem mostrar uma vida de paz que tem no coração. Não devem se deixar
levar pela “onda do mundo”, sempre com queixas e lamentos pela vida a fora, falando mal de
todos. Não devem mostrar desespero diante de qualquer adversidade, mas revelar tranqüilidade
ao sofrerem alguns reveses na vida. Devem crer no que diz o Sl 37.5: “entrega o teu caminho ao
Senhor, confia nele, e o mais ele fará”.
Os contatos sociais que proporcionam o conhecimento das pessoas são um fator
facilitador na evangelização. Se não conversarmos com os não-cristãos e não os conhecermos,
como podemos evangelizá-los com melhor eficiência?
Jesus conhecia perfeitamente a vida da mulher. Ele tinha uma vantagem: é onisciente. Já
que não temos esta qualidade ou atributo, precisamos manter contatos sociais com as pessoas
em nossa volta e nos familiarizar com a vida delas. Este conhecimento da vida das pessoas
favorece uma abordagem evangelística.
Lembro de outro incidente. Os fariseus criticam Jesus por estar em contato com os
publicanos e pecadores. Ler: Lc 5.27-32.
Debate:
a) Quais são as reais vantagens para a evangelização se fizermos contatos sociais
e interagirmos com as pessoas em nossa volta?
b) Qual o cuidado que deve haver em se fazer estes tipos de contato? (Ler Sl 1 e 1
Co 5.9-11).
Um cuidado: Os cristãos não devem confundir separação do mundo com isolamento.
Ilustração da medicina: Se todos os infectados com um vírus qualquer forem postos em
quarentena (isolados), a moléstia não se propaga. Uma analogia: Se todos os cristãos
“infectados” pela fé verdadeira e conhecimento da verdade salvadora se isolarem, a “moléstia” do
evangelho também não se propagará.
O diabo, nosso adversário, quer que nos isolemos do mundo e que nunca entremos em
contato com ninguém e que nunca convidemos pessoas para se reunirem conosco.
Cristo orou: “Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal ...” (Jo 17.15).
E havendo prometido a proteção do Pai, deu-lhes este mandamento: “Ide, pois, e ensinai todas
as nações...” (Mt 28.19; At 1.8).
Deus deseja que nos coloquemos em comunicação com o mundo. Nesta comunicação
sempre estará, em destaque, o santo evangelho.
Necessidade de começar? Cristo disse: “ Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois
já branquejam para a ceifa” (Jo 4.35).
Quem ora e está interessado em testemunhar, acha alguém.
2° - Firmar um interesse comum – Jo 4.7b
É importante encontrar um interesse (assunto) comum para iniciar uma conversação. Na
história em foco, Cristo e a mulher samaritana tinham um interesse comum: a água.
No passado, às vezes, os cristãos foram orientados a começar uma conversação mais ou
menos assim: “Sou fulano de tal, da igreja tal, e vim oferecer...”. Este não é o melhor modo, mas
também não é errado.
As pessoas se aborrecem quando, na primeira abordagem, se vêem presas de uma
conversa sem fim e com minúcias que ela não quer saber ou não está preparada para receber. É
mais produtivo iniciar a conversa com algo em que a pessoa tem interesse. A partir deste início
que interessa, achar uma maneira de, aos poucos, lançar a semente da Palavra na conversa,
fazendo ligação do assunto em foco com alguma verdade do evangelho.
Deixar as pessoas falar sobre algo que lhes interessa e saber escutar - é um belo início
para uma interação. Desta maneira, a pessoa se sentirá valorizada e se sentirá bem. No meio
desta conversa, buscar uma “brecha” ou “gancho” para dar um testemunho sobre a fé e a Palavra
de Deus.
Debate: O grupo elabora um diálogo e procura demonstrar através de um exemplo prático
(imaginário) a possibilidade de ligar um assunto banal de uma conversa com uma Palavra do
evangelho.
3° - Despertar o interesse – Jo 4.9-15
Jesus despertou a curiosidade e o interesse da mulher. É fascinante observar como o
interesse da mulher “pega fogo”. Para alcançar isto, Jesus usou dois modos:
a) Veio até o ponto em que ela se encontrava. Ela estava lidando com água,
literalmente.
b) Jesus se mostrou interessado com o que a preocupava: retirar água do poço.
Jesus emprega palavras e ações para provocar uma reação positiva a Ele e à verdade de
Sua mensagem.
Jesus colocou abaixo barreiras sociais, religiosas, políticas e raciais. Jesus a surpreende:
Como homem judeu, ele fala com uma mulher estranha, o que não era comum na época. Como
rabi (mestre), fala com uma mulher pecadora. Como judeu fala com uma samaritana, que era de
um povo desprezado pelos judeus.
A pergunta que fazemos a nós mesmos: Como posso prender a atenção e o interesse
das pessoas, de modo que Deus, por meio de nós, as leve à aceitação, convicção e decisão? Diz
Paul E. Little: “Desfilar pelas calçadas com um cartaz ao ombro onde se lê em caracteres grandes
e rabiscados: ‘Sou crente, façam-me perguntas’ – não é o método do Senhor”.
Precisamos despertar um interesse positivo que induza as pessoas a esquadrinhar mais
a fundo e descobrir o que de fato é o cristianismo.
É importante sermos cristãos e mantermos uma conversa nobre que possibilite a
qualquer momento um testemunho. Ninguém vai aceitar um testemunho de alguém que
normalmente só fala frivolidades, piadas, imoralidades e que se queixa e murmura contra tudo e
todos.
Como podemos levar um não-cristão a fazer perguntas? “A reposta está em lançar iscas,
como pescadores de homens que somos, e falar aos que se mostram sensíveis” (Paul E. Little).
Não podemos despertar interesse espiritual em ninguém, mesmo que o quiséssemos, se
ação do Espírito Santo não estiver agindo. Só o Espírito Santo o pode fazer. Por isso, o cristão
sempre ora antes de falar com alguém, mesmo quando vai a um encontro puramente social
(aniversário e almoço de confraternização, etc.). Nesta oração pede que Deus lhe dê uma
oportunidade de testemunhar e que envie o Espírito Santo para capacitá-lo a testemunhar
adequadamente e que mova o interlocutor a abrir a mente e o coração para receber o testemunho
e a mensagem da Palavra de Deus.
Como lançar iscas? Jesus lançou-a fazendo uma declaração enigmática que ocasionou
uma pergunta da samaritana: Jo 4.10-11.
4º - Não ir longe demais
Na seqüência da conversa, nosso Senhor revela o quarto princípio: Dar a uma pessoa
somente aquela parte da mensagem para a qual ela esteja preparada, e não a condenar: Jo 4.13-
19.
Apesar de ela ter demonstrado interesse e curiosidade, Jesus não lhe disse tudo de uma
só vez. Pouco a pouco, quando ia ficando apta a ouvir mais, Ele lhe revelava mais quem Ele era.
Afinal, ao atingir a curiosidade máxima (v.26), Ele se apresentou como o Cristo.
No momento em que notarmos uma centelha de interesse de um descrente, precisamos
cuidar para não avançar demais, de supetão, e tentar declarar com vivacidade o evangelho todo,
sem parar para tomar fôlego ou para ouvir a reação do ouvinte.
O descrente necessita de uma insinuação gentil ao começar a mostrar seu interesse. É
comum que a pessoa seja débil no começo. No início, ele precisa de “ leite espiritual”. O Ap. Paulo
lembra esta necessidade ao falar aos irmãos de Corinto: “ Leite vos dei a beber, não vos dei
alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois
carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e
andais segundo o homem?” (1 Co 3.2-3). (Este texto também é uma crítica aos cristãos que
estagnam na vida espiritual e não crescem num autêntico discipulado de Jesus).
Paul E. Little diz a respeito: “Qualquer movimento rápido demais assusta um pássaro que
está para pousar. Ele, ao se assustar, voa longe e pode não mais voltar”.
4. Não condenar
Jesus não condenou a mulher. Mesmo na resposta que deu acerca do marido dela. Num
incidente análogo, na história da mulher apanhada em adultério, a qual os fariseus hipócritas
levaram ao Senhor, Ele disse: “ Nem eu te condeno; vai e não peques mais ” (Jo 8.11). Jesus não a
condenou, mas nas suas palavras ficou claro que a vida dela tinha sido pecaminosa ao falar:
“Não peques mais”. É bom lembrar que os cristãos não estão no mundo para julgar e condenar
ninguém, mas para serem testemunhas e instrumentos de Deus para conduzir as pessoas à
salvação.
Isto não significa que devemos dar a impressão que concordamos com a vida
pecaminosa e descrente das pessoas. Mas, devemos abordar o assunto de tal modo que a
pessoa não se sinta agredida, pisada, etc. Por exemplo, se alguém nos oferece um convite para
irmos para uma boate, podemos dizer: “Não, muito obrigado, num outro momento podemos ir
juntos num belo passeio”. Se o convite for insistente, podemos explicar porque não aceitamos o
primeiro convite e despertar na pessoa um interesse em conhecer nossa convicção, nossa fé.
No livro Taking men alive, Charles Trumbull afirma que é possível descobrir em qualquer
pessoa ao menos uma coisa. Como prova desta sua afirmação, descreve uma de suas
experiências num trem. Um sujeito embriagado, vomitando palavrões e obscenidades, sentou-se
ao seu lado e lhe ofereceu um trago de bebida alcoólica que levava em seu cantil. O Sr. Trumbull
não gostou dos palavrões e da bebedeira. Mas, em vez de censurar o homem sobre o estado em
que se encontrava, disse-lhe: “Não, obrigado, vejo que o senhor é muito generoso ao oferecer-me
algo que é seu”. Os olhos do homem se iluminaram, apesar do entorpecimento alcoólico, e os
dois começaram a conversar. Naquele dia o ébrio ouviu algo a respeito DAQUELE que veio salvá-
lo. Este homem tornou-se membro da igreja.
5. Apegar-se ao ponto central - Ler Jo 4.20-26.
Neste texto notamos dois princípios importantes que se aplicam ao nosso testemunho
verbal:
a) Jesus não permitiu que assuntos secundários o desviassem da questão central. A
mulher perguntou se o lugar do culto era o Monte Gerezim ou Jerusalém. Jesus, então, fez
retroceder a conversa, focalizando-a de novo em Sua pessoa e assim transferiu a ênfase de
onde para como adorar.
b) Não permitiu que o lugar fosse importante. Ao iniciar alguém no conhecimento do
evangelho, a primeira preocupação não deve ser: qual a igreja, qual a congregação? Estas são
perguntas importantes, mas não ainda. Jesus primeiro apontou para o centro: JESUS! E o ponto
importante: “Importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. Não podemos
deixar dúvidas importantes na mente da pessoa interessada. Também não podemos sair pela
tangente.
6. Confronto direto
No final, ao declarar que era o Messias, Jesus atingiu o ponto central do evangelho. Após
construirmos uma amizade com o interlocutor, precisamos confrontá-lo diretamente com o Senhor
Jesus, de sorte que ele sinta a sua responsabilidade pessoal de aceitar ou não a mensagem
salvadora.
Normalmente nos defrontamos com dois tipos de pessoas:
a) As que não têm informações seguras sobre Jesus Cristo. Diante destas pessoas
precisamos ficar atentos sobre as deficiências, lacunas e mal entendidos e aproveitar cada
oportunidade para explicar mais sobre Jesus e o seu maravilhoso plano de salvação anunciado
nos Evangelhos.
b) As que já têm bom conhecimento a respeito de Jesus e do Evangelho mas que
ainda não são cristãos aparentemente. Diante destas pessoas devemos observar o que dizem e
ajudá-las de modo discreto. Orar fervorosamente todos os dias por elas, citando o seu nome na
oração, e amá-las como pessoas que o Senhor Jesus também ama e quer salvar.
Conclusão
Não existe uma fórmula mágica para evangelizar ou dar testemunho. Cada um de nós
precisa estudar a Palavra de Deus, buscar constantemente a Deus em oração para pedir
sabedoria, discernimento, capacidade de dialogar com as pessoas, confiança na ação do Espírito
Santo, oportunidades e as palavras adequadas para dizer a cada pessoa o que é necessário
dizer.
Que Deus nos ajude nesta missão tão importante!

(Este estudo está baseado no livro “Como compartilhar sua fé”, de Paul E. Little - com o acréscimo de
vários pontos e comentários do abaixo assinado).

Martinho Sonntag - Abril, 2009.

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