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Eletricista Ricardo Bertoncello


CREA 063874-0/SC – 73732/PR

MEMORIAL DESCRITIVO

SI STEM A DE PROTEÇÃ O CON TRA DESCA RGA S A TM OSFÉRI CA S

REFERÊNCIA:
Projeto de Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas para um edifício
comercial/residencial em alvenaria de três pavimentos Tipo B.

DADOS DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL


Nome do Responsável Técnico: RICARDO BERTONCELLO
Título: ENGENHEIRO ELETRICISTA
Endereço: RUA DOM PEDRO II, 1255
Cidade: SÃO LOURENÇO DO OESTE - SC
Telefone: 49 9103-0001
E-mail: r.bertoncello@ig.com.br
CREA-SC: 063874-0

DA DOS DA OBRA
Obra: Edifício Residencial/Comercial Tipo B
Proprietário: Prefeitura Municipal de São José do Pinhais

I N TRODUÇÃ O
O pr e se nte me mor ial é par te inte gr ante do pro je to de SPDA (Siste ma de
Pr o te ção Co ntr a De scar gas Atmo sfé r icas) re fer e nte à e dificação discr imina da
acima, base ado na NB R 54 19 – Pr o te ção de Estr utur as C o ntr a De scar gas
Atmo sfé r icas .

MEMORIAL DE CÁLCULO
Cliente: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS
Obra: MÓDULO PADRÃO "TIPO B"
Data: 17/4/2011

1) PARÂMETROS DA EDIFICAÇÃO
C=15,70 metros (Comprimento)
L=15,50 metros (Largura)

INSTALAR Materiais Elétricos e Hidráulicos - Rua Dom Pedro II, 1255 – Sala 02 – Bairro Brasília
Fone/fax: (49) 3344-0537 - instalarslo@brturbo.com.br – www.instalarslo.com.br
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A=10,45 metros (Altura)

2) AVALIAÇÃO DO RISCO DE EXPOSIÇÃO


Ae=Área de exposição
Ae=CL+2CA+2LA+3,14(AxA)
Ae=1238,3m2

3) DENSIDADE DE DESCARGAS PARA A TERRA


Ng=Numero de raios para a terra por Km2 por ano
Ng=0,04 x Td1,25
Td=60 (nº de dias de trovoadas por ano)
Ng=0,04 x 601,25
Ng=6,7 descargas Km2/ano

4) Frequência média anual previsível de descargas


N=Ng x Ae x 10-6
N=8,3x10-3

5) FATORES DE PONDERAÇÃO
A=1,2 (Tipo de ocupação da Estrutura)
B=0,4 (Tipo de construção da Estrutura)
C=0,3 (Conteúdo da estrutura)
D=0,4 (Localização da estrutura)
E=1,0 (Topografia)

6) Np= Valor ponderado de N


Np=N x A x B x C x D x E
Np=4,8x10-4 Desc. / ano

PARÂMETROS DA NORMA
Se NP>= 10-3, A estrutura requer proteção
Se NP<= 10-5, A estrutura não requer proteção
Se 10-3>NP>10-5, A necessidade poderá ser discutida c/ proprietário

7) CONCLUSÃO DO CÁLCULO

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A NECESSIDADE DA INSTALAÇÃO DE PÁRA-RAIOS DEVERÁ SER DISCUTIDA ENTRE O


PROPRIETÁRIO E O PROJETISTA
Dados Técnicos: Norma NBR5419 da ABNT
Fonte : Anexo B da norma

DA DOS TÉCN I COS


NORMA: NBR5419/2001 DA ABNT (Assoc. Brasileira de Normas Técnicas).
NÍVEL DE PROTEÇÃO: NIVEL II
EFICIÊNCIA DO SPDA: 90 a 95%
MÉTODO DE DIMENSIONAMENTO: MÉTODO DA GAIOLA DE FARADAY
MESH MÁXIMO DA GAIOLA: 10 X 20 M
CONDUTOR DA GAIOLA: CABO DE ALUMÍNIO NÚ #70 mm2
ESPAÇAMENTO DAS FIXAÇÕES DA GAIOLA: CADA 1 METRO DE PERCURSO
TIPO DE FIXAÇÃO: SUPORTE-GUIA CURTO + BUCHA DE NYLON + PARAFUSO INOX +
VEDAÇÃO
CONDUTOR DAS DESCIDAS: BARRA CHATA DE ALUMÍNIO 7/8” x 1/8”
NÚMERO DE DESCIDAS: 8
MÉTODO DE ATERRAMENTO: CABO DE COBRE NU 50 mm2

SI STEM A DE CA PTA ÇÃ O
O siste ma de captação util iz ado é do tipo “G aio la de Far aday” .
Esta gaio la é co nstitu ída co nfor me se gue :
- so bre a co be r tur a de fibr o cime nto a gaio la é co nstituí da de cabo de
alumín io nu na bito la de 70 mm 2 e o pcio nalme nte instalado s te r minais aé re o s
e m aço galvan iz ado à fo go Ø 3 /8 ” de altur a de 50 0 mm co lo cado s e m po nto s
e str até gico s, se ndo um em cada quina e a cada 6 me tro s da malha de
captação .
As malhas da gaio la não exce de m as dime nsõ e s de 1 0 x2 0 m (ver planta baixa
do te lhado ). A gaio la fo i esco lhida co nside r ando - se o níve l de pr o te ção II,
co nfo r me pre scr ição da N BR 5 41 9 .

M AL H A DE DESCI DA
As de scidas e m bar r a chata de alumín io de 7 /8 ” x1 /8 ” se r ão so bre po stas
dir e tame nte so br e o re bo co em to da sua e xte nsão , par a me lho r esté tica da
e dificação . As de scidas se r ão co ne ctadas a malha de ate r r ame nto atr avé s de
co ne cto re s espe ciais de ape r to .

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Por tratar-se de “Gaiola de Faraday”, as descidas devem ser distribuídas pelo perímetro da
edificação, de maneira que seus espaçamentos mínimos não sejam superiores a 15 metros,
sendo que para este projeto foram previstas 8 (oito) descidas (ver localização na prancha).

M AL H A DE ATERRA M EN TO
A malha de ater r ame nto ser á fo r mada po r cabo de co br e nu na bito la de
5 0 mm 2 , e nter r ado no so lo a uma pr o fundidade mínima de 60 cm, cir cundan do
a edificação pre fe re ncialme nte pe la par te exte r na, mante ndo o afastame nto
mínimo de 1 ,0 0 m da e str utur a da e dificação (ve r de talhe na pr ancha). C ada
de scida se r á inte r ligada à malha de ater r ame nto e e m cada de scida ser á
cr avada uma haste T ipo C o o per w e ld Alta C amada aço - co br e Ǿ5 /8 ” e
co mpr ime nto de 3 ,00 m. A co ne xão da de scida co m a malha de ater r ame nto
de ve r á ser fe ita co m so lda e xo tér mica o u co ne cto r e spe cial de ater r ame nto .
C aso se ja ne ce ssár ia a inclusão de haste s de ate rr ame nto par a me lho r ar a
r e sistê ncia de te r r a, e stas haste s ve r ticais (o u inclina das) , instal adas e m
par ale lo , de ve m se r , quando po ssíve l, distr ibuí das unifo r me me nte no
pe r íme tr o da estr utur a, espaçadas entr e si po r uma distâ ncia não infe r io r ao
se u co mpr ime nto .

I N SPEÇÕES
- Uma inspe ção visual do SPDA de ve r á se r efe tuada anualme nte .
- Uma inspe ção co mple ta de ve r á se r efe tuada pe r io dicame nte a cada 3
ano s.
- Uma inspe ção co mple ta de ve r á se r efe tuada se mpr e que a e dificação
fo r atingi da po r uma de scar ga atmo sfé r ica.

OBSERVA ÇÕES I M PORTAN TES


- Este memorial deverá acompanhar o projeto de execução e deverá ser totalmente
lido pelo executor das instalações do SPDA.
- Q ualque r alte r ação ne ce ssár ia dur ante a exe cução de ste pr o je to de ver á
se r analisada pe lo pr o je tista e e xe cuto r das instala çõ e s do SPDA.
- Os materiais utilizados devem suportar, sem danificação, os efeitos térmicos e
eletrodinâmicos das correntes de descarga atmosférica, bem como os esforços
acidentais previsíveis.

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- O número de conexão nos condutores SPDA deve ser reduzido ao mínimo. As


conexões devem ser asseguradas por meio de soldagem exotérmica, conectores de
pressão ou de compressão, rebites ou parafusos.
- Os captores devem ser firmemente fixados, de modo a impedir que esforços
eletrodinâmicos, ou esforços mecânicos acidentais (por exemplo, vibração) possam
causar sua ruptura ou desconexão.
- A malha supe r io r da “ G aio la de Far aday” , de ve r á se r instal ada
dir e tame nte so bre a co be r tur a de te lha.
- T o das as ante nas e o utr o s o bje to s me tálico s lo caliz ado s no te lhado
de ve r ão se r co ne ctado s na malha da co be r tur a, atr avé s de cabo de
co br e nu 2 5 mm 2 .
- Par a evitar tr abalho s de sne ce ssár io s, é pr imo r dial que hajam
e nte ndime nto s r e gular e s e ntr e o pr o je tista do SPDA e o s exe cuto r e s da
o br a.

ALTERAÇÃO NA EXECUÇÃO DO PROJETO


O executor da obra, antes do início dos serviços, deverá analisar a viabilidade do projeto e
discutir previamente com o projetista Eng. Eletricista RICARDO BERTONCELLO, fone 49
9103-0001, r.bertoncello@ig.com.br, os possíveis impedimentos e conseqüentes alterações
do projeto. Estas alterações deverão ser também aprovadas pelo proprietário da obra.
Caso as alterações sejam permitidas, o executor deverá fornecer ao projetista o “as-built”
da obra para que as alterações sejam atualizadas no projeto.

São Lourenço do Oeste, 17 de abril de 2011.

RICARDO BERTONCELLO PREF. MUN. SÃO JOSÉ DOS PINHAIS


Eng. Eletricista Proprietário

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