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INFORHOUSE - Prestação de Serviços e Formação

UNIDADE I - NOÇÕES GERAIS SOBRE CCTV

1.1 – INTRODUÇÃO

CFTV, Circuito Fechado de Televisão, (do Termo Inglês Closed Circuit 1


Television - CCTV), é um sistema de televisionamento que distribui sinais provenientes
de câmeras localizadas em um local especifico, para um ponto de supervisão pré-
determinado.

Os sistemas de CFTV normalmente utilizam câmeras de vídeo CCD / CMOS


(para produzir o sinal de vídeo), cabos ou transmissores/receptores sem-fio ou redes
(para transmitir o sinal), e monitores (para visualizar a imagem de vídeo captada).

Com o aumento significativo da aplicação dos sistemas de CFTV, a indústria de


segurança electrónica têm obtido avanços consideráveis produzindo uma linha completa
de equipamentos como Time Lapses, multiplexadores, quads, iluminadores
infravermelho, Pan/Tilt, etc. Os desenvolvimentos mais recentes incluem câmeras com
servidor web que utilizam a Internet para vigilância remota, e DVRs que são
gravadores digitais que permitem a gravação das imagens facilmente em Discos
Rígidos.

O CFTV não está voltado somente para o crime, segurança patrimonial.

Abrange um grande número de aplicações acompanhamento de serviços;


- Controle de produção;
- Avaliação de desempenho profissional;
- Segurança em geral: empresas, órgãos públicos em geral; hospitais,
Residências, bancos, escolas, etc.
Utilizamos o CFTV para Surpreender, Inibir, Monitorar (Observar), Confortar,
Tranquilizar, Assegurar, Armazenar, Controlar, Gerenciar, etc.

CFTV - Circuito Fechado de Televisão Elaborado por: João Veríssimo Domingos Iengo
Localização avenida 21 de Janeiro Rocha Pinto – via de serviço
Contactos: 924 093 660/ 914 922 284 Site: www.inforhouseangola.com
(COPYRIGHT@DIREITOS RESERVADOS PROIBIDO A CÓPIA)
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1.2 – NOTAS IMPORTANTE...

Todos os dias nos defrontamos com novas tecnologias e todos profissionais do


mercado de segurança electrónica devem ter como objectivo aprender cada vez mais.
No sentido de melhorar o atendimento aos seus clientes, apresentar soluções com
excelente benefício, qualidade e segurança. Deve-se a oferecer equipamento ideal que
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atende as necessidades do cliente e que às vezes nem ele próprio sabe o que precisa.

CFTV hoje é sinónimo de controlo, conforto e segurança. Não é mais necessário


estar em diversos locais para saber o que está acontecendo, pois deste modo nossos
olhos podem estar em vários lugares ao mesmo tempo.

O principal objectivo de um Circuito Fechado de TV é fazer a


monitoramento de diversos ambientes ao mesmo tempo, e oferecer recursos para
gravar as imagens geradas para uma futura utilização.

Chamamos de “Circuito Fechado” justamente porque as imagens geradas


somente são distribuídas para os elementos integrantes do sistema, impossibilitando
assim que pessoas alheias ao sistema vejam ou utilizem essas imagens para diversos
fins.

O CFTV é o ramo da segurança electrónica que mais cresce e se destaca na


actualidade; é possível filmar e gravar todo o ocorrido, facilitar o esclarecimento de um
possível fato, ajudando na busca dos envolvidos. Existe também a possibilidade de ser
instalado junto a algum sistema de alarme.

São várias as vantagens que um sistema CFTV oferece. Pode ser instalado em
lugares que a presença humana seria perigosa; pode ser discreto; inibidor, enfim uma
série de factores que veremos a seguir.

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1.3 - EXEMPLOS DE APLICAÇÕES

RESIDÊNCIAS

Podemos ver quem bate à porta sem nos expor. Podemos olhar uma criança e
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ficar em outro local da casa. Podemos monitorar toda a casa interna e externamente.

COMÉRCIOS

Vigilância geral, controle, atendimento, comportamento e reacção do cliente.


Segurança para os caixas já que o mesmo inibe os ladrões. Controle e fluxo de clientes
nos sectores da loja. Ver o comportamento dos clientes diante de uma promoção, uma
oferta ou um produto novo (lançamento).

HOSPITAIS

Controle dos pacientes na enfermaria ou no próprio leito. Ver movimentação em


vários sectores, deslocando o pessoal para áreas mais necessitadas.

INDÚSTRIAS

Instalação em pontos estratégicos onde seria impossível a presença humana,


evitar desperdícios na produção, controle de pessoal, áreas de risco, auto forno, etc...

BANCOS

Vigilância e segurança em geral. Identificar indivíduos que venham a cometer


um assalto, lembrando que sempre será um fato inibidor e onde podemos ter os fatos
registados.

ESCOLAS, CRÉCHES, POSTOS DE GASOLINA, SHOPPINGS, ETC.

As aplicações para CFTV são inúmeras e iremos nos deparar com o passar do
tempo com novas situações, que nos darão novas ideias de aplicação do sistema.

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1.4 - GLOSSÁRIO BÁSICO

ÂNGULO DE VISÃO: o ângulo de visão diminui conforme aumenta a


distância focal da lente para a mesma câmara. Em fotografia é a amplitude que pode ser
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registada por determinada objectiva em função de sua distância focal. Quanto maior for
essa distância, menor será o ângulo visual, e maior será o seu poder de aproximação.

ÍRIS: Diafragma ajustável que regula a quantidade de luz que passa pela lente.

AUTO-ÍRIS: Aplica-se a lentes cuja abertura ou fecho da íris realiza-se de forma


automática.

BNC: É o conector normalmente usado em instalações de circuito fechado de televisão,


é o conector standard para ligar cabos.

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BALUN: É um conversor que causa impedância para que não haja perda de
sinal. Além disso ele transforma uma linha balanceada em de balanceada e vice-versa,
ou seja, transforma cabo coaxial em paralelo, ou, paralelo em coaxial. Geralmente seu
conversor é de 75 ohms para a 300 ohms. Seu circuito é baseado em
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dois indutores ligados paralelamente. Balun é a junção das palavras inglesas "balanced"
+ "unbalanced".

CCD/CMOS: São Dispositivo de carga acoplada, é um chip que se utiliza como


sensor de imagem nas câmaras.

FRAME: Uma imagem de vídeo completa. No sistema PAL são 25 frames por
segundo. 30 Frames por segundo no sistema NTSC.

H.264 / MPEG-4 parte 10: Norma que define um CODEC de vídeo de alta
compressão. Comparado com MPEG4, permite um menor espaço de gravação e uma
menor largura de banda.

HDMI (Hight-Definition Multimédia Interface): Interface multimédia de alta


definição, é uma norma de áudio e vídeo digital codificado sem compressão.

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LAN (Local Área Network): É uma rede de comunicações de reduzidas


dimensões, utilizada por uma só organização, e permite que usuários compartilhem
informações e recursos tal como espaço em disco duro, impressoras etc.

MPEG4: Formato de compressão de vídeo, baseia-se na codificação das


variações entre fotogramas, optimizando deste modo o tamanho e a largura de banda
empregue.

PAN (PAN/TILT): Movimento no eixo horizontal que realizam as câmaras


móveis.
PRESET: Posição de visualização previamente fixada em domes móveis que
inclui uma posição horizontal e vertical e uma posição de zoom.

TVL (Television Lines Resolutions): Terminologia que descreve a capacidade


de um equipamento para reproduzir detalhes. Expressa-se pelo numero de linhas
verticais (resolução horizontal) pretas e brancas que se é capaz de distinguir em 3/4 da
largura da imagem (não da imagem total).

TFT: Tecnologia empregue nos monitores LCD, usa tecnologia TFT de matriz
activa na produção de imagens, é muito mais amplo, chegando a valores de +-70º de
visão esq./dir. e de +-60º sup./inf.. Ideal para Videovigilância devido as suas reduzidas
dimensões, peso, consumo e por reduzir o cansaço visual.
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VGA (Video Graphics Array): Refere-se a um tipo de conector usado na


ligação dos monitores standard de computador ou a uma resolução 640X480.

VARIFOCAL: Tipo de lente que permite a selecção manual da distância focal


entre dois valores dados para poder obter o ângulo de visão desejado.

DETECÇÃO MOVIMENTO: MVD. Sistema que utiliza o sinal de vídeo para


determinar se houve movimento na imagem e iniciar um alarme.

DISTÂNCIA FOCAL: A distância focal de uma lente distancia em milímetros


entre o ponto principal e o ponto focal. Quanto maior o seu número, menor o seu ângulo
de visão.

DOME: Campânula que serve de caixa de protecção e disfarce da câmara.


Geralmente escura. Os DOMES pretos geralmente têm 1F de perda de luz e, por vezes,
uma ligeira distorção da imagem devido à curvatura.

DVR: Gravador de vídeo digital.


D-ZOOM: Digital Zoom.
FIELD: Metade dum frame. São transmitidos 50 fields por segundo.

FOTOCÉLULA: Aparelho que desliga automaticamente outro quando surge luz


(nascer do dia) e liga automaticamente quando desaparece a luz (pôr-do-sol). Usado em
alguns projectores de infravermelhos. VER IR.

FPS ou IPS: Frame por segundos ou imagens por segundo.


IR/IV (Infrared/Infravermelhos): Uma gama de frequências mais baixa do que a
luz vermelha visível, usada para vigilância discreta, ou como uma ligação vídeo sem
fios, de baixo custo.
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LUX: Medida métrica da luz que atinge uma superfície. A luz disponível
depende do alto ou baixo grau de reflexibilidade dessa superfície.

MULTIPLEX: Usa um transportador para enviar mais do que um sinal. Nos


multiplexeis vídeo consegue-se isto através de diferentes saídas de câmaras em cada
Field ou frame sucessivos do sinal de vídeo, de forma a poder ser recuperado como
imagens duma única câmara.
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PAL: Standard de sinal vídeo, uma forma de codificação da cor usada nos
sistemas de transmissão televisiva, usado por boa parte do mundo excepto na maior
parte das Américas e alguns países Asiáticos (que usam NTSC), partes do Médio
Oriente e Europa de Leste e França (que usam SECAM, apesar de a maioria deles
estarem em processo de adopção do PAL).

PENTAPLEX: Preview, gravação, playback, backup e visualização remota


simultânea.

PTZ: Pan, Zoom e Tilt. Movimento Horizontal, Amplificação e Movimento


Vertical respectivamente.

QUAD: Dispositivo que usa técnicas digitais para comprimir quatro imagens
totais mostrando-as num écran de monitor.

RJ45: Interface Standard de ligação usado em redes informáticas.

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RS485: Conector de ligação/comunicação usado entre os DVR e as


Controladoras PTZ de câmaras Speed Dome.

SPEED DOME: Câmaras móveis, comandadas normalmente através de


controladoras PTZ.

SWITCH: Interruptor ou comutador.


.

TCP/IP: Protocolo de comunicação das redes informáticas.


TIMELAPSE: Gravador vídeo e áudio que grava, com pausas ou em tempo
real, numa cassete de 3 horas, o tempo que está indicado na característica do produto.

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3 - PROJECTO BÁSICO DE C.F.TV

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3.1- DVR, NVR, HVR. O que significam e quando usar cada um deles?

DVR, NVR e HVR são gravadores de imagens provenientes de câmeras de


segurança. A grande diferença entre eles está na forma de comunicação com as
câmeras.
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3.1.1 - DVR

(Digital Video Recorder) é o sistema responsável por gerenciar e armazenar as


imagens das câmeras com sinal analógico. Geralmente os DVRs possuem entrada para
4, 8, 16 ou mais câmeras. porém é possível encontrar no mercado alguns modelos com
capacidades diferentes. Os DVRs podem ser standalone ou base PC.

Os DVRs standalone são fabricados em uma única placa que concentra


digitalizadores, processadores, memória, etc. Geralmente são sistemas mais simples mas
que podem atender perfeitamente a necessidade do cliente.

Os DVRs standalone possuem sistema operacional baseado em Linux e na


maioria dos casos o sistema operacional está armazenado numa memória flash deixando
assim os discos (HDs) exclusivos para a gravação das imagens.

A maior vantagem dos DVRs Standalone está no tamanho reduzido e menor


preço. Os DVRs base PC ou padrão industrial são montados nos mesmos moldes de um
PC industrial, onde cada placa tem uma função específica, além de utilizar alguns
componentes comuns aos PCs, como memória RAM, processador, placa de vídeo,
fonte, etc.

Os DVRs profissionais utilizam sistema operacional baseado em Linux


armazenado numa memória flash chamada DOM (Disk On Module). A maior vantagem
dos DVRs base PC está na capacidade de processamento que permite gerenciar imagens
com taxa de frames mais altas.

3.1. 2 - NVR

(Network Video Recorder) é o sistema responsável por gerenciar e armazenar


as imagens proveniente das câmeras com comunicação pela rede TCP/IP ou
simplesmente câmeras IP.

O NVR pode ser um software que deverá ser instalado num PC com uma licença
Windows ou um conjunto de hardware + software que rodará sobre uma plataforma
Linux. Existem NVRs com capacidade para gerenciar e armazenar imagens de 4, 8, 16,
32 e 64 Câmeras, também temos alguns softwares que não tem limite de Câmeras,
porém esse limite está mais relacionado ao hardware do que ao software.

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NVR é usado em sistemas de vigilância por vídeo IP. Devido à natureza dessas
unidades, uma câmara que é capaz de capturar alta resolução (câmeras mega pixel) irá
gravar e reproduzir como a resolução desejada ao contrário de um sistema de DVR.

3.1.3 - HVR
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(Hybrid Vídeo Recorder) é um sistema (software + hardware) capaz de
gerenciar e armazenar as imagens das câmeras com sinal analógico e das câmeras IP
simultaneamente.

Por exemplo: situação onde um cliente já possui um sistema de CFTV com 20 câmeras
de sinal analógico, mas ele precisa aumentar o número de câmeras para 30, porém esse
cliente gostaria que essas novas câmeras fossem com alta resolução (HD) e
consequentemente câmeras IP.

Para atender a esse cliente, nos temos duas opções:

1- Manter o sistema actual (DVR) e instalar as 10 novas câmeras com um NVR.


Isso não é muito bom tendo em conta as questões operacionais, é muito mais
complicado operar dois sistemas do que um só.

2- Substituir os DVRs existente por HVRs, dessa forma aproveitamos as 20


câmeras já instaladas e incluímos as 10 novas câmeras, mostrando um único
sistema. Posteriormente o cliente pode ir substituindo gradualmente as câmeras
com sinal analógico por outras câmeras IP.

Obs.: A grande maioria dos HVRs possuem capacidade para gerenciar e armazenar
as imagens de 16 câmeras no máximo, independente de serem com sinal analógico ou
IP. Você pode ter um HVR com 15 câmeras de sinal analógico e 1 câmera IP, ou vice e
versa. Sem dúvida alguma, os NVRs são a grande sensação do momento, além de
gerenciar as câmeras IP, gravar imagens em alta resolução e gerenciar 4 vezes mais
câmeras que um DVR, eles incorporam cada vez mais recursos que vão desde módulos
de gerenciamento e gerador de relatórios, sistemas para leitura e reconhecimento de
placas de veículos até complexos sistemas de análise de vídeo.

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3.1.4 - TEMPO REAL

DVRs que exibem e recorde na taxa de quadros total de 30 fps por canal de
vídeo são chamados de "tempo real". Muitos DVRs não têm a capacidade de
processamento para gravar em tempo real. Eles gravaram apenas quadros intermitentes
provenientes da câmera. A taxa de quadros total produz o, imagem mais suave mais
clara.
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Um DVR geralmente especifica a taxa de quadros total para todos os canais. Se


voce tem um DVR 4 canais com uma taxa de quadros total de 120 fps, cada canal grava
a 30 fps o que significa que pode gravar em tempo real.

3.1.5 - CODECs de compressão em CFTV

Quando uma câmera captura uma imagem, é necessário fazer a compressão para
transmitir e gravar, a compressão é feita no DVR quando utilizamos câmeras analógicas
e é feita na própria câmera quando utilizamos câmeras IPs, segue abaixo os CODECs
mais comuns do mercado:

Em 2015 alguns fabricantes já lançaram o novo CODEC H.265 que comprime cerca de
40 a 50% mais que o H.264 que é utilizado na maioria das câmeras de CFTV IPs atuais,
em 2017 mais fabricantes irão disponilizar esse novo CODEC que permite uma grande
economia de banda e armazenamento.

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4 - TIPOS E CARACTERISTICAS DAS CÂMERAS

Na montagem de um sistema de CFTV deve saber qual é o sistema de câmeras


que iremos usar:

1 – Analógicas/HD ou IP
2 - Instalação interna ou externa
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3 - Com visão nocturna ou não
4 - Alcance máximo e ângulo de cobertura
5 – Áudio e Vídeo ou só vídeo
6 – Speed domes ou fixas

POSSIVEIS CONEXÕES:

1 – Câmera ------------- TV
2 – Câmera ------------- DVR ------ NET
3 – Câmera ------------- PC --------- NET
4 – Câmera ------------- SWICH --- RUTER --- NET

4.1 – BULLET 4.2 - DOME

4.3 – TIPO DESFAÇALDA 4.4 – FULL BODY

4.5 –SPEED DOME E PTZ

São equipamentos que possuem os sistemas integrados de: Pan Tilt, câmera e
lente zoom. Possuem movimento de varredura horizontal / vertical e Receiver para
endereçamento das câmeras, movimento rápido, rotação contínua de 360º, posições pré-
determinadas (PRESET), configuração de percursos e entradas / saídas de alarme.

São comandadas por mesa controladora ou dispositivos com protocolo


compatível (DVR, PTZ, Transmissores de Imagem, etc). Por sua versatilidade, são
utilizadas em locais com inúmeros pontos a serem monitorados, como Shoppings,
Supermercados, etc.

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4.6- CÂMERAS IP

São equipamentos que permitem transmitir os sinais de vídeo captados pelas


câmeras através da rede local ou da Internet. Existem transmissores para uma ou mais
entradas de câmeras e também as câmeras IP que já possuem uma saída de rede para
transmissão do sinal de vídeo através da rede ou da Internet.
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a) TRANSMISSORES IP - Serve para transformar sistema analógico em IP.

b) CÂMERAS IP - Vantagens Não precisa levar outros cabos para longa distância,
pode ligar a câmera no cabo de rede;

Quando acessa a câmera abre uma página na internet para fazer a configuração;
Gravação (Backup) – no HD da máquina que estiver ligada; cada câmera possui um
endereço IP encontrada no CD de instalação.

Configuração da câmera – puxa da própria câmera para configurar (PORTA).


Configuração do servidor = câmera – sistema – transmissão – alarme.

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4.7- Sensores CCD x CMOS

Apesar de ainda haver defensores da tecnologia CCD, a realidade é que 90%


das câmeras do mercado já utilizam sensor CMOS e certamente o CCD será
extinto em breve nas câmeras de CFTV.
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No passado o CCD era um chip melhor, mas agora houve uma inversão devido à
evolução da tecnologia, então temos que ficar atentos ao sensor utilizado nas
Câmeras e suas vantagens.

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4.8 - ALIMENTAÇÃO PoE em CFTV

Uma das grandes vantagens no uso de câmeras IPs é o uso da alimentação PoE
(Power Over Ethernet), que permite alimentação centralizada e utilização de menos
cabos.
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Quando se compra um switch, devemos procurar no catálogo ou manual do


produto pelo padrão IEEE 802.3af que significa que o dispositivo possui alimentação
PoE com até 15.4W por porta que na prática deve ser considerado como 12.94W por
causa da atenuação do cabo de rede.

Para uma câmera fixa, essa potência de 12.94W pode ser suficiente, mas para
uma PTZ devemos utilizar outro padrão que permite ter uma potência maior (25.5W)
como o padrão IEEE 802.3at.

Devemos ficar atento na hora da compra das câmeras e switches, se for usar
câmeras fixas e pequenas domes, poderá usar o padrão IEEE 802.3af, caso necessite
usar câmeras PTZs ou câmeras com infra vermelho que ultrapasse os 12.94W, você
deve optar pelo padrão IEEE 802.3at

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4.9-AS NOVAS CÂMERAS ANALÓGICAS DE ALTA RESOLUÇÃO

Um novo padrão de Câmeras analógicas de alta resolução está no mercado e


pode ser um diferencial na hora de vender um projecto para um cliente. As Câmeras
tradicionais analógicas chegam a ter o máximo de 0,3MP (Mega Pixel) após a
conversão por um DVR ou encoder, já as Câmeras analógicas com a nova tecnologia
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poderão ter até 5MP de resolução (irão chegar ao mercado em 2016).
Há diferentes fabricantes com diferentes tecnologias, abaixo o nome das tecnologias
atuais:

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5 - TIPOS DE CABOS

Apresentaremos alguns tipos de cabos existentes no mercado, suas


características exemplos de aplicação.

5.1 - CABO COAXIAL


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Consiste em um fio de cobre rígido que forma o núcleo e uma malha metálica.
São isolados por um dielétrico de alta qualidade e a malha é coberta por uma capa
plástica protectora. A malha reduz sensivelmente a interferência electromagnética,
dando ao cabo uma maior imunidade a ruídos. Apresentam modelos com impedância de
50, 75 e 93 ohms.
Além de sua utilização em sistemas de segurança e circuitos fechados de TV, é
muito usado para transmissão de sinais de televisão e em redes locais de computadores.
Abaixo são mostradas as partes de um cabo coaxial e dois modelos de conectores
utilizados: BNC e F.

Há diferentes tipos de cabos, como RG59, RG6 e RG11 que são utilizados em CFTV e
TV digital.

5.3 – CABO DE REDES CAT 5 E CAT 6

Transmissão de vídeo acima de 150 metros via cabo coaxial, ocasiona perda e
uma má qualidade de imagem. Utilizando o sistema de par trançado, podemos alcançar,
com boa qualidade, uma distância de 600 metros P&B ou 400 metros colorido no
sistema passivo e 2.400 metros P&B ou 1.500 metros colorido no sistema activo.

Ao utilizar o “HUB” de 4 entradas poderá ser utilizado um simples cabo CAT 5


2 para transmitir até 4 sinais de vídeo, economizando cabo e tempo de instalação.

Porque a imagem de vídeo “corre” e fica instável?

Pode ser causado por interferência de outro sinal de vídeo ou corrente eléctrica,
aterrando o Sistema e isolando a fiação de eléctrica do sistema, resolverá a maioria dos

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problemas. O cabo CAT 5 pode ser utilizado para transmissão de sinal de vídeo e dados
simultâneos?

Utilizando o cabo CAT 5 com 4 pares e o modelo TTP414V, podemos enviar 3


sinais de vídeo e 1 sinal de dados para controle de PAN, sensor de presença e outros
(RS-485). O cabo CAT 6 apresenta uma menor perda, ocasionando uma maior distância
de transmissão e uma melhor performance em caso de interferência.
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6 – TRANSMISSÃO SEM FIO (WIRELESS / WIFI)

Quando existe dificuldade para passar o cabeamento para transmissão do sinal


de vídeo da câmera ao monitor, uma das alternativas a serem considerada é a
transmissão sem fio. Porem, os sinais sem fio também pode sofrer uma série de
atenuações ou interferências, pois todo sinal de radiofrequência é atenuado ou
bloqueado por paredes ou estruturas de metal pesado, linha de transmissão de alta
tensão, equipamento de microondas e outros.

Actualmente, os sistemas sem fio mas comercializados são:

a) Frequência de 900 MHz com um alcance de transmissão de 100 metros.


b) Frequência de 2,4 GHz com um alcance de transmissão de 250 metros.

Existem ainda sistemas com frequência de 5.8 GHz com um alcance de 7 milhas
algumas vezes comercializado, porém não são muito utilizado devido ao alto
custo empregado.

7 - COMPARANDO TV E MONITOR PROFISSIONAL

O sistema de CFTV normalmente trabalha com imagens estáticas (paradas) logo


o tubo deve ter uma construção especial para que o mesmo não fique “queimado” com a
imagem da câmera que permaneceu ligada por um determinado período.

Para lembrarmos deste efeito podemos pegar como exemplo a utilização de


protectores de tela nos monitores de computador. Devido a isso, o monitor utilizado em
CFTV tem seu tubo de imagem construído de forma especial e com um período de
durabilidade muito maior do que um televisor de uso doméstico. Além disto, os
monitores fabricados para CFTV são capazes de apresentar maiores níveis de detalhes
de uma cena.
Comparando a TV com um monitor profissional, o monitor tem caixa metálica,
menor emissão de raios-X e duração muito maior conforme dicas a seguir:

DURABILIDADE: RESOLUÇÃO:

TV: 14.000 horas. TV: 320 a 500 linhas.

Monitor: 45.000 horas. Monitor: 500 a 800 linhas.

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MONITOR: O monitor é o componente final do sistema, pode ser P/B ou


colorido, de acordo com o sistema de câmeras utilizado. O número de linhas que ele
possui determina a qualidade e definição da imagem. Esta definição será de acordo com
as câmeras.

EX: Se pusermos um monitor de 800 linhas com uma câmera de 350 linhas, a definição
da imagem será de 350 linhas.
21

IMPORTANTE: Normalmente quando utiliza a TV no lugar do monitor com a


aplicação de várias câmeras, após 1 ano a imagem começa a embaçar, podendo até
queimar as câmeras, pois na prática a TV não foi desenvolvida para suportar as câmeras,
podemos verificar através da própria resolução de linhas da TV.

7.1 - TVL (linhas TV)

Resolução de vídeo de vigilância analógica e medida em termos de linhas de


transmissão de TV como visto na tela de um monitor. A qualidade do vídeo e traçado
com linhas convergentes de maior e maior densidade. O número da resolução TVL e a
densidade da linha onde a câmera não e mais capaz de reproduzir as linhas individuais.
Quanto maior este numero, melhor a imagem.

Exemplo:

A resolução de gravação digital pode ser expressa em dimensões de pixel efectivos.

Pixel dimensões típicas:

480 TVL 510 x 492

600 TVL 768 x 494

650 TVL 811 x 508

700 TVL 976 x 582

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08 - ESPECIFICAÇÕES ELÉCTRICAS E SEGURANÇA

Existem dois tipos básicos utilizados para alimentação de câmeras para CFTV:

22

12VDC

Aproximadamente um terço das câmeras profissionais trabalha com 12VDC,


com um consumo de 100mA a 300mA. Estas câmeras normalmente possuem
conectores para conexão de fontes de alimentação DC. É importante ter em mente que
neste sistema de alimentação de conexões são polarizadas, por certifique-se de que as
conexões sejam feitas de forma correcta, ou seja positivo da fonte terminal a
alimentação de 12VDC pode ser fornecida por fontes de alimentação conectadas a rede
eléctrica ou baterias. A alimentação de 12VDC não deve ser passada por grandes
distâncias pois pode ocorrer perda no cabo, gerando aquecimento e alimentação
inadequada para a câmera.

24VAC

Por volta de dois terços das câmeras profissionais trabalham com 24VAC, tendo
um consumo de 20VA a 40VA, as câmeras possuem a conexão da alimentação
parafusada e não é necessário verificar a polaridade da conexão. Esta alimentação é
conectada a rede eléctrica e o cabo não deve acompanhar o cabo de vídeo por grandes
distâncias.

Diferentemente da alimentação de 12VDC, a alimentação AC de 24V pode ser


transmitida a distâncias de até 150 metros podendo alimentar normalmente as câmeras
externas, ou câmeras que não possuem nenhum ponto de alimentação próximo, sem
grandes perdas no cabeamento.

Existem ainda cameras que aceitam os 2 tipos de polarização DC12V ou AC24V.

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09– REDES DE COMPUTADORES

Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos


processadores capazes de trocar informações e partilhar recursos, interligados por um
sub-sistema de comunicação, ou seja, é quando há pelo menos dois ou mais
computadores e outros dispositivos interligados entre si de modo a poderem
23
compartilhar recursos físicos e lógicos, estes podem ser do tipo: dados, impressoras,
mensagens (e-mails),entre outros.

A Internet é um amplo sistema de comunicação que conecta muitas redes de


computadores. Existem várias formas e recursos de vários equipamentos que podem ser
interligados e compartilhados, mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de
segurança.

Os meios de comunicação podem ser: linhas telefónicas, cabo, satélite ou


comunicação sem fios (wireless).

O objectivo das redes de computadores é permitir a troca de dados entre


computadores e a partilha de recursos de hardware e software.

09.1 - CLASSIFICAÇÕES DAS REDES QUANTO À EXTENSÃO FÍSICA

As redes de computadores podem ser classificadas como:

 LAN (Rede Local): uma rede que liga computadores próximos (normalmente
em um mesmo prédio ou, no máximo, entre prédios próximos) e podem ser
ligados por cabos apropriados (chamados cabos de rede). Ex: Redes de
computadores das empresas em geral.
 WAN (Rede Extensa): Redes que se estendem além das proximidades físicas
dos computadores. Como, por exemplo, redes ligadas por conexão telefônica,
por satélite, ondas de rádio, etc. (Ex: A Internet, as redes dos bancos
internacionais, como o CITYBANK).

09.4 - PROTOCOLO TCP/IP

O protocolo TCP/IP é responsável pela comunicação dos computadores na rede.


Não só mas também é responsável por vários protocolos.

TCP responsável pela comunicação.


IP responsável pelo endereçamento – 192.168.1.1

Também como característica do endereçamento IP temos a mascara de redes que


esta dividido em 3 classes.

Classe A a mascara padrão é 255.0.0.0


Classe B a mascara padrão é 255.255.0.0
Classe C a mascara padrão é 255.255.255.0

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Exemplo

24

O uso de VLANs em CFTV

Chega um momento em que necessitamos configurar VLANs em um switch


para a instalação de câmeras de CFTV IP. Mas o que é exatamente uma VLAN e
quando devemos utilizá-la ?
Uma VLAN é uma rede virtual que serve para separar diferentes tipos de tráfegos na
rede, por exemplo: dados, áudio e vídeo. O switch pode colocar uma marcação nos
pacotes para cada VLAN

Na prática, iremos utilizar as VLANs quando temos um sistema com tráfego misturado
por exemplo, uma universidade, onde há Câmeras e computadores de alunos na mesma
rede.

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10 – DISTÂNCIA FOCAL

Representa a distância entre centro óptico de uma dada lente delgada aos seus
pontos de foco, quando o meio em que se encontra inseridos o plano principal do
objecto e o plano principal da imagem é o mesmo (como ocorre na maioria das vezes
em que fotografamos), então a distância focal imagem e a distância focal objecto serão
igual. 25

A distância focal interessa para fotografia, pois possibilita determinar qual é o ângulo da
visão de uma objectiva quando fotografamos um objecto focalizada sobre uma dada
mídia. Para determinar o ângulo de visão que uma lente terá ao projectar a imagem de
um objecto sobre uma determinada midea, basta aplicar o teorema de Pitágoras sobre o
triângulo formado pela mídia e o raio da luz que passam pelo centro óptico da lente,
atingindo o extremo da mídia para formar imagem.

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11 – PROFUNDIDADE DE CAMPO

Em óptica, profundidade de campo é um efeito que descreve até que ponto


objecto que estão mas ou menos perto do plano de foco aparentam estar nítidos. Regra
geral, quando menor for abertura do diafragma/íris (maior valor de f/x), para uma 26
mesma distância do objecto fotografado, maior será a distância do plano do foco a que
os objectos podem estar enquanto permanecem nítidos.

Deve – se salientar que só pode um ponto focalizado, e a profundidade de


campo gera uma impressão de focalização nos elementos contido em diversos planos.

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12 - LARGURA DE BANDA PARA TRANSMISSÃO E ARMAZENAMENTO

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UNIDADE II – AULAS PRACTÍCAS

2.1 – FERRAMENTAS E ACESSÓRIO DE CCTV

28

OUTRAS FERRAMENTAS: Fita métrica, fita isoladora, multímetro, busca-polo,


chave de fenda, chave estrela, alicates universal, testador, X-acto, estanha dor,
berbequim, luvas, teclado, calhas, tubo vd.

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2.2 – CABLAGEM DE REDES DE COMPUTADORES

1– Ferramentas

Não importa se pretendemos instalar uma rede local doméstica ou empresarial,


em ambas iremos precisar de montar o cabo de rede! O tipo de padrão mais comum é
chamado Categoria 5 (também chamado de cat5, ou UTP5), que suporta velocidades de
29
até 100 Mb/s (Megabits por segundo).

Cabo padrão Cat 5: 150/300 metros,


Conectores RJ-45:
Alicate de crimpagem:
Alicate de corte:
Testador de cabo:

2.2.1 - FAZENDO SEUS CABOS DE REDE

Na primeira parte, vimos as ferramentas normalmente utilizadas para montar o


cabo de rede. Neste momento iremos ver como fazer a "conectorização" que é como
chamamos a colocação do conector RJ45 no cabo UTP.

Primeiro é importante decidir que tipo de cabo deseja!

Existem 2 tipos de cabo rede mais vulgarmente utilizados: Directo (ou normal) e
Invertido (ou cross-over).

Invertido ou Cross-over:

Este tipo de cabo é utilizado em 2 situações básicas:


· Ligar 2 PCs através da placa de rede, sem a utilização de um HUB
· Ligação entre equipamentos de rede específicos tipo entre um hub e um router, em
alguns casos, conexão entre dois hubs, etc.
Directo (ou normal):

Este tipo de cabo, é como o nome informa o mais utilizado, e é utilizado por
exemplo na conexão da placa de rede de um PC a um hub ou a um switch.

Cortando o cabo:

Corte um pedaço do cabo de rede do tamanho que você irá necessitar! Lembre-
se! Nunca conte em fazer emendas, portanto, ao medir o tamanho necessário, tenha
muito cuidado, considere curvas, subidas, descidas, saliências, reentrâncias, etc. E não
se esqueça: se sobrar você pode cortar, mas se faltar a solução fica bem mais cara...

A pós a medição, faça um corte recto e limpo. Como a imagem abaixo:

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Preparando/separando o cabo:

Após o corte do isolamento, é necessário separar os cabos/fios internos


conforme a cor de cada um. Verá que são 4 pares de cabo coloridos, sendo cada par
composto por uma cor (azul, verde, laranja ou castanho), e seu "par" branco (branco
com listas azuis, branco com listas verdes, branco com listas laranja, branco com listas
30
castanhas). Se o cabo é padrão UTP categoria 5, serão SEMPRE estas cores!

Bom, agora que os cabos internos estão separados, deverá alinhá-los conforme a
ordem desejada (se é um cabo direto ou um cabo cross-over), da esquerda para a direita.

O padrão que seguimos é o da Associação de Industrias de Telecomunicação


(Telecommunications Industry Association - TIA) http://www.tiaonline.org/. O padrão
é chamado EIA/TIA-568. (T568B).

Colocando o conector RJ-45

Certo! Errado!

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Diagrama de conexão dos cabos:

Existem vários padrões de conexão dos cabos em uma rede, ou seja da ordem
dos cabos internamente no conector. Deixando de lado a discussão de qual padrão é
melhor, vamos apresentar o esquema de conexão no padrão EIA 568B. Esta é a
configuração do padrão CAT 5 para cabo direto(ou patch cable) no padrão 568B: veja
31
Tabela 1 e Figura A abaixo.

Tabela 1: Patch cable CAT 5 (EIA 568B)

Conector #1 Conector #2

Branco/Laranja Branco/Laranja

Laranja Laranja

Branco/Verde Branco/Verde

Azul Azul

Branco/Azul Branco/Azul

Verde Verde

Branco/Castanho Branco/Castanho

Castanho Castanho

Figura A: Diagrama da fiação no padrão EIA/TIA T568B


Esta é a configuração do padrão CAT 5 para cabo invertido (ou crossover) no padrão
568B:veja Tabela 2 e Figura B abaixo.

Figura B: Diagrama da fiação Standard e Crossover no padrão EIA/TIA T568B

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2.3 – CONEXÕES DE CCTV

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GLOSSÁRIO DE CCTV

2CIF: Formato de visualização de câmaras analógicas, corresponde a uma


resolução de 704X288 pixéis.

4CIF: Formato de visualização de câmaras analógicas, corresponde a uma


resolução de 704X576 pixéis.
33

720p: Norma SMPTE 296M (HDTV 720P) que define uma resolução de
1280X720 pixéis com uma alta fidelidade de cor no formato 16:9 e utiliza um
varrimento progressivo a 25/30 HZ (corresponde a 25/30 imagens por segundo).

ALC (Automatic Level Control): o conjunto lente-câmara encarrega-se de


abrir ou fechar a íris da lente, realizando um controlo automático de nível.

AWC/AWB (Auto White Balance Control): Controlo automático de


balanceamento de brancos; em instalações com um único tipo de luz, o ajuste da cor é
realizado apenas uma vez, expondo a câmara a um objecto para que memorize a
temperatura de cor, a partir da qual se realiza o ajuste de toda a escala de cores.

bps: Bits por segundo, é a unidade de medida de transferência de informação.

AI: Circuito electrónico incorporado na íris da lente para ajudar a compensar


grandes amplitudes do nível de luminosidade.

AMPLIFICADOR SINAL: Aparelho para melhorar a qualidade da imagem e reparar a


perda de sinal.

AWB: Automatic white balance, equilibrio automatico do branco.

IR: Faixa de frequências inferior ao da luz vermelha visível.


BLC: Backlight compensation, compensação automatica de contra-luz
CIF: resolução de imagem 320x240 pixeis.
CRT: Designação de Monitor com tubo catódico (os mais antigos).
CS: Standard para ligação de câmaras e lentes. Tem uma pequena penetração na
câmara necessária para muitos sensores CCD. Para ligar/transformar CS em C é
necessário um anel adaptador de 5mm.
dB: Unidade logarítmica de comparação de 2 voltagens. Por cada 6dB dobra
(2x) a voltagem.
DD: Lente auto-íris que requer um sinal D.C. da câmara. Também chamado
Direct Drive.
DIS: Digital Image Stabilization. Estabilizador de imagem digital.
EI: Variador automático do SHUTTER CCD mímico do controlo íris,
permitindo que lentes fixas ou auto-íris sejam utlizadas numa gama variada de situações
e áreas.
HLC: HighLight Compensation. Compensação de luz forte.
Hz: Unidade de medida da frequência (Ciclos por segundo).
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IP: Indice de protecção. Indica a capacidade de um equipamento de resistir a


condicções atmosféricas adversas (vento, chuva). Os valores mais altos indicam melhor
resistência. Tipicamente os melhores dispositivos têm entre 65 e 68 de IP.
OSD: On Screen Display. Menu de controlo de equipamentos (por exemplo
câmaras) visualizados no ecrã de controlo.
SHUTTER: Sistema ajustável que regula a abertura e fecho da câmara para
controlar o tempo de exposição.
34
SYNC: Impulsos sincronizados. Impulsos gerados, normalmente por câmaras,
para anunciar a (s) outra (s) peça (as) de equipamento que uma imagem (field sync) ou
uma linha de imagem (line sync) está para iniciar.
SSNR: Digital Noise Reduction. Redução digital de “ruído “ na imagem. Neste
caso o “ruído” é entendido como interferências.
TBC: Time Base Corrector (Corrector de Sinal Vídeo). Circuito electrónico que alinha
sinais de vídeo sincronizados antes da formação do sinal vídeo. Usado em
multiplexadores e quad.

TILT: Movimento vertical.

TWISTED PAIR: Cabo, geralmente blindado, que consiste em dois condutores


enrolados ao longo da sua extensão.
Y: A parte do sinal vídeo que consiste na informação monocromática.

X21: Protocolo utilizado no sistema DVST (transmissão de sinal vídeo por linha
telefónica).
Y/Z: Controlar PAN, TILT, ZOOM, etc., a partir dum ponto remoto.
Normalmente usado para descrever a informação vídeo monocromática e a cores
enviada separadamente por diferentes condutores.
Impedância: O total oposição proporcionada por um dispositivo para o fluxo de uma
corrente alternada. Medido em Ohms.

VMD: Video Motion Detector. VÊR DETECÇÃO VÍDEO.

D1: Formato de visualização de câmaras analógicas e CCTV, corresponde a uma


resolução de 720X576 pixeis.

TELEMETRIA: Sistema que utiliza um "código de controle" para


transmissores e receptores. Estes utilizam o cabo vídeo ou um simples cabo "TWISTED
PAIR" para enviar as informações. VER TWISTED PAIR.

FIM - PARTE 1

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