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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO - UNICEUMA

CAMPUS IMPERATRIZ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL – 5º PERÍODO
FENÔMENOS DE TRANSPORTE

CARLOS EDUARDO MACHADO NUNES – CPD:83222.

EDILSON DOS SANTOS ARAÚJO JUNIOR – CPD:87523.

EURISVÂNIO DA SILVA ARAÚJO – CPD:83233.

HENRIQUE FERNANDES DE OLIVEIRA CAVALCANTE – CPD:78683.

VANDERSON GOMES NÓBREGA – CPD:80186.

BANCADA DIDÁTICA PARA ESTUDO EM MECÂNICA DOS FLUIDOS

Imperatriz – MA
2019
CARLOS EDUARDO MACHADO NUNES – CPD:83222.

EDILSON DOS SANTOS ARAÚJO JUNIOR – CPD:87523.

EURISVÂNIO DA SILVA ARAÚJO – CPD:83233.

HENRIQUE FERNANDES DE OLIVEIRA CAVALCANTE – CPD:78683.

VANDERSON GOMES NÓBREGA – CPD:80186.

BANCADA DIDÁTICA PARA ESTUDO EM MECÂNICA DOS FLUIDOS

Trabalho apresentado à disciplina de Fenômenos


de Transporte, do curso de Graduação em
Engenharia Civil da Universidade CEUMA como
requisito parcial de obtenção de nota.

Orientador (a): Prof. MsC. Domênico Andreatta

Imperatriz – MA
2019
Sumário

1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................4

1.2 TUBO DE VENTURI................................................................................................5

1.3 TUBO DE PITOT.....................................................................................................5

1.4 PLACA DE ORIFÍCIO..............................................................................................5

1.5 VAZÃO.....................................................................................................................6

1.6 CONTINUIDADE.....................................................................................................6

1.7 EQUAÇÃO DE BERNOULLI...................................................................................6

2 PROCEDIMENTOS E MATERIAIS............................................................................6

2.1 MATERIAIS..............................................................................................................6

2.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL......................................................................6

3 RESULTADOS............................................................................................................6

4 DISCUSSÃO..............................................................................................................6
1 INTRODUÇÃO

Durante a graduação, o estudante tem contato, em sala de aula, com


assuntos pertinentes a sua área de formação, que o permitem criar uma sólida base
téorica, porém, é de grande importância o colocar para realizar atividades práticas
que complementarão a sua formação acadêmica.

O ensaio foi realizado no laboratório de Fenômenos de Transportes da


Universidade CEUMA no dia 06 de junho de 2019 ás 14h30min com foco na
bancada didática para estudos em mecânica dos fluidos.

A Bancada para Experimentos de Perda de Carga em Tubulações (Distribuída


e Localizada) é um equipamento que oferece a possibilidade de um amplo leque de
opções de experimentos.

Devido à viscosidade do fluido e seu atrito com as paredes internas da


tubulação, há uma transformação contínua de energia mecânica em energia térmica
entre duas seções de um tubo, durante o escoamento. Essa dissipação de energia
mecânica é chamada de perda de carga.

2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Bancada
Johann Nikuradse (1894-1979) foi o engenheiro alemão, que primeiro
desenvolveu experimentos na área de hidráulica com o intuito de estudar o
escoamento em tubos rugosos e lisos, bem como a relação do atrito entre o fluido e
a tubulação com a velocidade desenvolvida pelo fluido durante o escoamento.

Por se tratar de um fenômeno que ocorre em todo tipo de escoamento,


laminar ou turbulento, e para qualquer tipo de fluido, o estudo da perda de carga em
tubulações se torna imprescindível para o conhecimento técnico de uma instalação
hidráulica.
A bancada didática permite ao aluno relacionar a sólida base teórica exposta
em sala de aula com uma atuação prática. Além disso, os instrumentos e acessórios
utilizados na bancada simulam o ambiente que o estudante irá encontrar quando no
exercício de sua profissão, o que facilitará sua futura inserção e adaptação ao
mercado de trabalho.

2.2 Tubo de Venturi

O tubo de Venturi ou medidor de Venturi como o próprio nome indica, foi


inventado no século XVIII pelo cientista G. B. Venturi (1746-1822). É um aparato
criado por Giovanni Battista Venturi para medir a velocidade do escoamento e a
vazão de um líquido incompressível através da variação da pressão durante a
passagem deste líquido por um tubo de seção mais larga e depois por outro de
seção mais estreita. Este efeito é explicado pelo princípio de Bernoulli e no princípio
da continuidade da massa. Se o fluxo de um fluido é constante, mas sua área de
escoamento diminui então necessariamente sua velocidade aumenta. Para o
teorema a conservação da energia se a energia cinética aumenta, a energia
determinada pelo valor da pressão diminui.

2.3 Tubo de Pitot


Em muitos estudos experimentais de escoamentos é necessário determinar o
módulo e a direção da velocidade do fluido em alguns pontos da região estudada.
Apesar de ser impossível a obtenção da velocidade num ponto, pode-se determinar
a velocidade média numa pequena área ou volume através de instrumentos
adequados.

Pode-se obter a velocidade medindo-se

- o tempo que uma partícula identificável leva para percorrer uma distância
conhecida;

- a variação da resistência elétrica pelo resfriamento de um condutor elétrico


introduzido no escoamento (anemômetro de fio quente);

- a rotação de um hélice introduzido no escoamento (molinete e anemômetro); - a


diferença entre a pressão total e a estática, método introduzido por Henri Pitot em
1732, que é um dos mais utilizados.

O tubo de Pitot é empregado para medição de velocidades principalmente em


escoamento de gases como, por exemplo, na aviação.
2.4 Placa de orifício

Acessório destinado ao estudo com bancadas de fluidos. São utilizadas para


medição de vazão de fluidos limpos e com baixa viscosidade por serem simples,
robustas, confiáveis e de baixo custo. Com a medição de pressão diferencial criada
pela área reduzida do orifício é possível a medição da vazão por meio de uma
relação quadrática.

Fig. - 01

2.5 Vazão

VAZÃO é a quantidade de fluído (líquido, gasoso ou sólido particulado) que


atravessa a seção transversal de um duto por unidade de tempo. Diferenciamos:

vazão mássica: massa de fluído por unidade de tempo e

vazão volumétrica: volume de fluído por unidade de tempo .

A vazão mássica é medida em kg/s (unidades SI) enquanto a vazão volumétrica é


medida em m3/s (unidades SI). No caso de fluídos incompressíveis, as vazões
mássica e volumétrica são relacionadas pela densidade ρ do fluído. Para fluídos
compressíveis é necessário ainda considerar a variação de densidade com
temperatura e pressão.

2.6 Continuidade

A massa de um fluido não varia durante seu escoamento. Isso leva a uma
relação importante chamada de equação da continuidade.
Essa equação relaciona a velocidade de escoamento de um fluido e a área
disponível para tal escoamento.

Um exemplo clássico é analisar que em um rio com correnteza forte, nas regiões em
que a distância entre as margens é menor, a velocidade de escoamento da água é
maior e vice-versa. Outro exemplo muito comum do cotidiano é a tentativa de
aumentar a velocidade da água em uma mangueira colocando o dedo na saída do
tubo.

2.7 Equação de Bernoulli

A equação de Bernoulli é, em sua essência, uma forma mais geral e matemática do


princípio de Bernoulli que também leva em consideração variações na energia
potencial gravitacional. Vamos derivar essa equação na próxima seção, mas antes
disso, vamos dar uma olhada na equação de Bernoulli e ver o que ela diz e como
podemos usá-la.

A equação de Bernoulli relaciona a pressão, a velocidade e a altura de quaisquer


dois pontos (1 e 2) em um fluxo constante de fluido de densidade ρ. A equação de
Bernoulli é normalmente escrita da seguinte forma

1 1
P1+ ρV 21 + ρg h1=P2 + ρ V 22 + ρg h2
2 2

2.8 Número De Reynolds

Descoberto por Osborne Reynolds em 1883, o número de Reynolds (Re) é um


número adimensional usado em mecânica dos fluidos para o cálculo do regime de
escoamento (regime que pode ser: Laminar ou Turbulento) de um determinado
fluido, podendo ser esse escoamento: dentro de uma tubulação ou sobre uma
superfície. O número de Reynolds é geralmente usado em projetos de tubulações
industriais e asas de aviões.

2.8.1 Escoamento Laminar

Ocorre quando as partículas de um fluido movem-se ao longo de trajetórias bem


definidas, apresentando lâminas ou camadas (daí o nome laminar) cada uma delas
preservando sua característica no meio. No escoamento laminar a viscosidade age
no fluido no sentido de amortecer a tendência de surgimento da turbulência. Este
escoamento ocorre geralmente a baixas velocidades e em fluídos que apresentem
grande viscosidade.

2.8.2 Escoamento Turbulento

Ocorre quando as partículas de um fluido não movem-se ao longo de trajetórias bem


definidas, ou seja as partículas descrevem trajetórias irregulares, com movimento
aleatório, produzindo uma transferência de quantidade de movimento entre regiões
de massa líquida. Este escoamento é comum na água, cuja a viscosidade e
relativamente baixa.

3 PROCEDIMENTOS E MATERIAIS

3.1 Materiais

 Painel Elétrico

 Linha de válvulas

 Venturi

 Filtro

 Bomba centrífuga 1 – 0,5CV

 Reservatório em Acrílico

 Manômetro Digital

 Reservatório em PVC

 Placa de orifício

 Tubo de Pitot

 Água

3.2 Procedimento Experimental

Primeiro conectamos as mangueiras nas entradas da placa de orifício. O encaixe foi feito
pressionando a mangueira na parte superior do conector pneumático de engate rápido da placa de
orifício. No momento da retirada, apertamos o anel superior azul e puxamos a mangueira com
cuidado.

Em seguida, retiramos os tampões EPP (pino preto) pressionamos o anel superior do conector
pneumático de engate rápido dos locais que foram realizados as tomadas de pressão, foi fundamental
esperar a pressão interna se estabilizar com a pressão externa antes de encaixar as mangueiras.
Depois disso, encaixamos as mangueiras nesses locais. Iniciamos com a linha superior, desta forma,
conectamos as mangueiras no início da linha e no final dela.

Ajustamos as válvulas com a bancada desligada. Depois de ajustarmos as válvulas, as


bombas foram habilitadas e em seguida apertamos o botão LIGAR. A válvula 2C iniciou o
experimento parcialmente aberta, com uma angulação de 45°.

Depois habilitamos as bombas, ligamos a bancada acionando a chave de LIGAR. Em seguida, abrimos
totalmente a válvula 2C, ajustamos a vazão pelo potenciômetro até identificarmos o escoamento
através das tubulações, esperamos o tempo necessário (de 15 a 30 segundos) até que o fluxo se
estabilizasse isso foi conferido ao observamos o escoamento no interior do tubo de acrílico em que
estava inserido a placa de orifício.

Agora variamos a vazão através do potenciômetro “ajuste de vazão” e verificamos as perdas de carga
(diferença de pressão medida em milímetros de coluna d’água pelo manômetro em U)
correspondentes. Inserimos os valores na tabela Vazão (L/h) X �𝑐 (mm), lembrando que os valores de
vazão foram lidos diretamente no medidor de vazão do tipo rotâmetro.

Logo após a realização das medições, desligamos a bancada e deixamos as válvulas e acessórios nas
posições iniciais do experimento.
PROCEDIMENTO PARA DESLIGAR A BANCADA:
1. Reduzimos a vazão a zero;
2. Apertamos o botão DESLIGA;
3. Desabilitamos as bombas;

Após o desligamento da bancada foi iniciado o processo para medir a diferença de pressão pelo tubo
de Venturi e pelo tubo de pitot e colocamos os filtros nos respectivos pinos e ligamos a bancada
novamente e fizemos o procedimento citado acima.

4 RESULTADOS

4.1 Tubo de Venturi


Análise da razão dos diâmetros:

d 0,022
β 4= = =0,5
D 0,044

Formula para encontrar a vazão


π 2 √2. ( P1−P 2 )
Q=C . .d .
4 √ ρ ( 1−β 4 )
C=0,98

Massa especifica da água: ρ=1000 kg /m ³

Cálculo da área

d2 0,0222
A=π . =π . =0,38 ¿ 10−3 m²
4 4

Onde:
• � é a razão dos diâmetros do orifício e interno da tubulação (� ⁄ �);
• 𝐶 é o coeficiente de descarga (valores tabelados de acordo com a relação de diâmetro e o número
de Reynolds);
• �1 − �2 é o diferencial de pressão;
• � é o diâmetro do orifício ou garganta;
• � é a massa específica do fluido que escoa;

O Número de Reynolds é calculado por:


V ∗d
ℜ=
υ

Onde:
𝑉 é a velocidade do escoamento (m/s);
� é o diâmetro interno tubo (m);
𝜐 é a viscosidade cinemática do fluido (m2/s);

Medição I

Cálculo para encontrar a média das vazões:


X = (4,70+4,68+4,59+4,53+4,72+4,71+4,73+4,73)/8 = 4.6737 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = ((4,70-4,6737)2+(4,68-4,6737)2+(4,59-4,6737)2+(4,53-4,6737)2+(4,72-4,6737)2+(4,71-4,6737)2+(4,73-
4,6737)2.2)/8 = 0,0048

Cálculo para o desvio padrão:


S = (S2)1/2 = 0,0739

LEITURA VALOR
1 4,70

2 4,68

3 4,59

4 4,53

5 4,72

6 4,71

7 4,73

8 4,73

DESVIO 0.0739
PADRÃO

MÉDIA 4.6737

Vazão para a média das leituras:

Q=0,98.
π
.0,022² .
√2. ( 4,6737 )
4 √ ρ ( 1−0,54 )
−4
Q=3.7253∗10 ∗0.0999

Q=3.7198∗10−5 m³ /s

Utilizando a vazão encontrada no item anterior para encontrar a velocidade:

Q 3.7198∗10−5
V= = =0.0979 m/ s
A 0,38 ¿10−3

Utilizando a vazão encontrada no primeiro item para encontrar a vazão mássica:


−5
ṁ= ρ. Q=1000∗3.7198∗10 =0.0372 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0979∗0.022
ℜ= = =2147.35
υ 1.003∗10
−6
Logo Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

Medição II

Cálculo para encontrar a média das vazões:


X = (2,23+2,20+2,23+2,27+2,24+2,27+2,30+2,27+2,28)/9 = 2.2544 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = ((2,23-2.2544)2+(2,20-2.2544)2+(2,23-2.2544)2+(2,27-2.2544)2+(2,30-2.2544)2+(2,30-2.2544)2+(2,28-
2.2544)2.2)/9 = 0.0009852

Cálculo para o desvio padrão:


S = (S2)1/2 = 0.0314

LEITURA VALOR

1 2,23

2 2,20

3 2,23

4 2,27

5 2,24

6 2,27

7 2,30

8 2,27

9 2,28

DESVIO 0.0313
PADRÃO

MÉDIA 2.2544
Vazão para a média das leituras:

Q=0.98 .
π
.0,022² .
√2. ( 2.2544 )
4 √ ρ ( 1−0,54 )
−4
Q=3.7253 ¿ 10 ∗0.0693
−5
Q=2.5835 ¿ 10 m³ /s

Utilizando a vazão encontrada no item anterior para encontrar a velocidade:

Q 2.5835 ¿10−5
V= = =0.0680m/ s
A 0,38 ¿10−3

Utilizando a vazão encontrada no primeiro item para encontrar a vazão mássica:


−5
ṁ= ρ. Q=1000∗2.5835 ¿ 10 =0.0258 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0680∗0.022
ℜ= = =1491.52
υ 1.003∗10
−6

Logo Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

4.2 Placa de orifício


Tubo de Venturi e Placa de Orifício: A equação para o calculo da vazão volumétrica
para esses dispositivos de pressão diferencial é a mesma.

π 2 √2. ( P1−P 2 )
Q=C . .d .
4 √ ρ ( 1−β 4 )

Análise da razão dos diâmetros:

d 0,024
β 4= = =0,54
D 0,044

Coeficiente de descarga (C) utilizado para os cálculos da placa de orifício foi de 0,61

Medição I
Cálculo para encontrar a média das vazões:
X = (9.37 - 9.26 - 9.41 - 9.39 - 9.36 - 9.35 - 9.49 - 9.46 - 9.58 - 9.53 - 9.44)/11 = -9.4218 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = (( 9.37 + 9.42)2+( 9.26 + 9.42)2+( 9.41 + 9.42)2+( 9.39 + 9.42)2+( 9.36 + 9.42)2+( 9.35 + 9.42)2+
( 9.49 + 9.42)2+( 9.46 + 9.42)2+( 9.58 + 9.42)2+( 9.53 + 9.42)2+( 9.44 + 9.42)2)/11 = 0.008208

Cálculo para o desvio padrão:


S = (S2)1/2 = 0.0906

LEITURA VALOR

1 -9,37

2 -9,26

3 -9,41

4 -9,39

5 -9,36

6 -9,35

7 -9,49

8 -9,46

9 -9,58

10 -9,53

11 -9,44

DESVIO 0.0906
PADRÃO

MÉDIA -9.4218
Vazão para a média das leituras:

Q=0,61.
π
.0,024² .
√ 2. ( 9.4218 )
4 √ ρ ( 1−0,54 4 )
−4
Q=2.7596 ¿ 10 ∗0.1418
−5
Q=3.9602 ¿ 10 m³ /s

Utilizando a vazão encontrada no item anterior para encontrar a velocidade:

Q 3.9602¿ 10−5
V= = =0.0875 m/s
A 0,38 ¿10−3

Utilizando a vazão encontrada no primeiro item para encontrar a vazão mássica:


−5
ṁ= ρ. Q=1000∗3.9602 ¿10 =0.0396 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0875∗0.024
ℜ= = =2093.71
υ 1.003∗10−6

Logo Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

Medição II

Cálculo para encontrar a média das vazões:


X = (1.78 - 1.84 - 1.82 - 1.76 - 1.81 - 1.84 - 1.80 - 1.80 - 1.82 - 1.80)/10 = -1.8070 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = (( 1.78 + 1.81)2+( 1.84 + 1.81)2+( 1.82 + 1.81)2+( 1.76 + 1.81)2+( 1.81 + 1.81)2+( 1.84 + 1.81)2+
( 1.80 + 1.81)2+( 1.80 + 1.81)2+( 1.82 + 1.81)2+( 1.80 + 1.81)2)/10 = 0.000625

Cálculo para o desvio padrão:


S = (S2)1/2 = 0.0250
LEITURA VALOR

1 -1,78

2 -1,84

3 -1,82

4 -1,76

5 -1,81

6 -1,84

7 -1,80

8 -1,80

9 -1,82

10 -1,80

DESVIO 0.0250
PADRÃO

MÉDIA -1.8070

Vazão para a média das leituras:

Q=0,61.
π
.0,024² .
√ 2. (1,8070 )
4 √ ρ ( 1−0,54 4 )
Q=2.7596 ¿ 10−4∗0.0628

Q=1.7343 ¿ 10−5 m³ /s

Utilizando a vazão encontrada no item anterior para encontrar a velocidade:


Q 1.7343¿ 10−5
V= = =0.0383 m/ s
A 0,38 ¿10−3

Utilizando a vazão encontrada no primeiro item para encontrar a vazão mássica:


−5
ṁ= ρ. Q=1000∗1.7343 ¿ 10 =0.0173 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0383∗0.024
ℜ= = =916.45
υ 1.003∗10
−6

Logo Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

4.2 Tubo de Pitot

Formula para encontra a velocidade no procedimento com tubo de Pitot:

Va=
√ 2.(P A +B −P A )
ρ

Onde:
 �𝐴+𝐵 é a pressão de estagnação;
 �𝐴 é a pressão estática;
 𝑉𝐴+𝐵 é a velocidade na região de estagnação;
 𝑉𝐴 é a velocidade do escoamento;
 � é a massa específica = 1000 kg/m³

Formula para encontrar a média das vazões:

Q=Va∗A

Encontrando a área:
2 2
d 0,044
A=π . =π . =1.52¿ 10−3 m²
4 4

Para o cálculo do número de Reynolds é o mesmo procedimento feito anteriormente:

V ∗d
ℜ=
υ

Medição I
Cálculo para encontrar a média das vazões:
X = (0.81 - 0.71 - 0.81 - 0.88 - 0.79 - 0.79 - 0.73 - 0.75 - 0.86 - 0.88 - 0.87 - 0.82)/12 = -0.8083 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = (( 0.81 + 0.81)2+( 0.71 + 0.81)2+( 0.81 + 0.81)2+( 0.88 + 0.81)2+( 0.79 + 0.81)2+( 0.79 + 0.81)2+
( 0.73 + 0.81)2+( 0.75 + 0.81)2+( 0.86 + 0.81)2+( 0.88 + 0.81)2+( 0.87 + 0.81)2+( 0.82 + 0.81)2)/12 = 0.003340

Cálculo para o desvio padrão:

S = (S2)1/2 = 0.0578

LEITURA VALOR

1 -0,81

2 -0,71

3 -0,81

4 -0,88

5 -0,79

6 -0,79

7 -0,73

8 -0,75

9 -0,86

10 -0,88

11 -0,87

12 -0,82

DESVIO 0.0578
PADRÃO
MÉDIA -0.8083

Encontrando a velocidade:

Va=
√ 2.(0.8083)
1000

Va=0.0402m/s

Encontrando a vazão utilizando a velocidade já encontrada:

Q=Va∗A=0.0402∗1.52 ¿ 10−3=6.1136 ¿ 10−5 m3 /s

Encontrando a vazão mássica:

ṁ= ρ. Q=1000∗6.1136 ¿ 10−5 =0.0611 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0402∗0.044
ℜ= = =1763.50
υ 1.003∗10−6

Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

Medição II

Cálculo para encontrar a média das vazões:


X = (0.18 - 0.18 - 0.23 - 0.20 - 0.18 - 0.21 - 0.22 - 0.19 - 0.16 - 0.20 - 0.16 - 0.20 - 0.21 - 0.18)/14 =
-0.1928 KPa

Cálculo para encontrar variância:


S2 = (( 0.18 + 0.19)2+( 0.18 + 0.19)2+( 0.23 + 0.19)2+( 0.20 + 0.19)2+( 0.18 + 0.19)2+( 0.21 + 0.19)2+
( 0.22 + 0.19)2+( 0.19 + 0.19)2+( 0.16 + 0.19)2+( 0.20 + 0.19)2+( 0.16 + 0.19)2+( 0.20 + 0.19)2+( 0.21 + 0.19)2+
( 0.18 + 0.19)2)/14 = 0.0004368

Cálculo para o desvio padrão:


S = (S2)1/2 = 0.0209
LEITURA VALOR

1 -0,18

2 -0,18

3 -0,23

4 -0,20

5 -0,18

6 -0,21

7 -0,22

8 -0,19

9 -0,16

10 -0,20

11 -0,16

12 -0,20

13 -0,21

14 -0,18

DESVIO 0.0209
PADRÃO

MÉDIA -0.1928

Encontrando a velocidade:

Va=
√ 2.(0,18)
1000

Va=0.0196 m/ s
Encontrando a vazão utilizando a velocidade já encontrada:

Q=Va∗A=0.0190∗1.52 ¿ 10−3=2.9858 ¿ 10−5 m3 /s

Encontrando a vazão mássica

ṁ= ρ. Q=1000∗2.9858 ¿ 10−5=0.0299 kg /s

Cálculo para o número de Reynolds:

V ∗d 0.0196∗0.044
ℜ= = =859.82
υ 1.003∗10−6

Escoamento Laminar: 𝑅𝑒 ≤ 2300

5 DISCUSSÔES

Feita as leituras e tirada a média das diferenças de pressões, a primeira


medição do tubo de Venturi comparada a segunda, houve uma queda de 30% em
relação à vazão, sendo assim provocando uma queda na velocidade e na vazão
mássica, mas mesmo com essas diferenças foi observado que o escoamento
continua sendo laminar com números de Reynolds abaixo de 2300

Com a utilização da placa de orifício, não fugiu muito do encontrando no


primeiro experimento, apenas uma queda maior em relação à vazão com de
aproximadamente 56% e novamente ambos os escoamentos são laminares, uma
observação para a segunda medição que seu numero de Reynolds foi muito menor
comparada a sua primeira medição.

Já no experimento com o tubo de Pitot, com as devidas médias das pressões,


pode ser encontrada as suas velocidades, e com uma diferença entre as velocidade
ocorreu uma diferença entre as vazões, mas ainda com essa diferença de
velocidade, em ambas as medições o escoamento foi laminar.

6 CONCLUSÃO

Os efeitos positivos das atividades de laboratório na bancada de medição de


vazão podem ser claramente observados em termos de melhoria do
aprendizado, ampliação das possibilidades de abordagem pedagógica, do grau de
satisfação dos alunos e na utilização do material didático desenvolvido.
Este projeto atingiu os objetivos propostos proporcionando ao aluno de graduação
uma formação científica básica dentro de um programa de integração multidisciplinar,
ampliando significativamente o contato dos alunos com a prática de laboratório no
curso de Engenharia e finalmente estabelecendo uma relação mais clara e direta
entre a teoria e a prática no ensino de engenharia.

REFERÊNCIAS

- BEER, F.P., JOHNSTON JR., E.R. - Mecânica Vetorial Para Engenheiros, Estática. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil Ltda (1980).

- HIBBELER, R.C. - Mecânica & Estática. Rio de Janeiro: Campus (1985).

- RESNICK, R., HALLIDAY, D. – Fundamentos de Física II. Rio de Janeiro: Livros Técnicos S.A.
(1970).

Souza, Roberto e Pereira, Ari José do Carmo, 1997, ‘Apostila de Instrumentação e


controle de processos industriais’, apostila de instrumentação e controle de processos
industriais – medição de Vazão, UFRJ, Rio de Janeiro.