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Disciplina: Terapias Pós-Modernas – Perspectiva Multidisciplinar.

Identificação da tarefa: Tarefa 4. Envio de arquivo.


Pontuação: 15 pontos.

Tarefa 4

Após ler a Unidade 4 que aborda a falência da modernidade e o paradigma do processo de


trabalho na pós-modernidade, desenvolva um texto argumentativo – com argumentos
convincentes e verdadeiros, e com exemplos claros – sobre a forma como o sistema social
interpela os sujeitos sobre a identidade cultural desses, ao tempo em que lhes assinala
diferentes possibilidades de identificação, facultando assumirem determinado papel social e,
diante disso, afetando seu modo de ser.

Máximo de 2 laudas. Lembre-se: a tarefa é totalmente voltada ao seu olhar crítico.

Bom Trabalho!

De um lado, pode se pensar o principio conceitual e filosófico por trás do que chamamos de pós-modernismo,
como algo que nos descontinue no processo de autoconhecimento. De outro existem os efeitos que a velocidade
do movimento destes conceitos causa nas pessoas. Acredito que dentro desta ruptura exista uma maneira de
estabilizar e não normatizar a psique. Talvez o grande questão esteja vinculada com os paradigmas impostos pela
modernidade e atrelados à pós-modernidade. O foco ainda está no modelo e não nos processo de restruturação.
Hoje é sabido, que mesmo em sistemas dinâmicos, existe uma tendencia de autorregulação. . Desta maneira é
importante entender como procede esse processo. Quais as forças que se relacionam com ele: crenças,
costumes, questões sociais, medos e desejos, qual o meio.

A ciência até hoje trabalha por modelagens. Essa é uma questão que se propõe para psicologia. Em quais
modelagens de comportamentos estamos relacionando nossa prática. É necessário uma modelagem? Como
focar no processo e não em modelos estabelecidos? Gosto da ideia de processo estrutural. Entendo que
independente do material que o paciente nos traz, é possível perceber a origem da estrutura psíquica que ali
existe. E como ela se relaciona com o meio. Então, considero que o modelo é algo mais estático e que se propõe
como pronto. De outro modo, a estrutura é passível de processo re-estruturalizante. Concebo as teoria da
psique como estruturas, que se movimentam e se inserem de acordo com os processos de cada pessoa. Essa
característica liquida, que se assemelha a mutabilidade constante do ser humano – devido a questões físicas e
de percepção de mundo também – se mantêm até hoje como ferramenta de trabalho para a psicoterapia.

Tenho uma visão, que a mim parece clara, da psicoterapia. Ela é um instrumento de abertura de caminhos para o
entendimento dos processos humanos em relação à sua tendência de ver a vida. É importante que o terapeuta
se perceba como um ser em constante processo de re(des)construção. Penso que isso só ocorre relativizando
ideias e observando processos dele próprio enquanto pessoa em relação ao seu olhar na prática terapêutica.
Articular sem se desvincular da experiencia coletiva. Independente do lugar onde se atua: criar meios para a
liberdade e autonomia, da melhor maneira possível, a partir da aceitação da experiencia do viver.
Assim como colocado no texto, entendo o papel social que a psicologia assume, considerando onde estamos
atuando: na coletividade. E ainda, acredito que juntamente com os profissionais ligados as ciência humanas,
somos responsáveis por uma divulgação de um pensamento que abarque as diversidades como possibilidades
de viver, passiveis todas de caminhar à uma experiencia libertadora e plena. Ainda que isso também pareça
utópico.