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CURSO: BACHARELADO EM ENGENHARIA QUÍMICA

DISCIPLINA: CONSERVAÇÃO DE MASSA E ENERGIA


TURMA: 0077- A

AULA 11: Equações da Continuidade em Transferência de Massa

PROFESSOR: Msc. Eng. Douglas Alberto Rocha de Castro.


MANAUS
2019
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

Diferentes sistemas de coordenadas

Retangular Cilíndrica Esférica


1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 A equação da continuidade mássica de um certo soluto A nasce do balanço de taxa de matéria, a qual flui
através das fronteiras de um elemento de volume eleito no meio contínuo e daquela taxa que varia no
interior desse volume de controle.
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 O balanço material para uma dada espécie química A através de um volume de controle apropriado é:

 Elegendo a espécie A como soluto, faz-se um balanço material, em coordenadas retangulares. Sabendo
que o fluxo mássico absoluto de A é dado por

 O balanço realizado na direção x fica:

 (I) – ENTRADA DE A ATRAVÉS DO VOLUME DE CONTROLE:


1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 (II) – saída de A pelo volume de controle.

 (III) – taxa de produção de massa de A por reação química no interior do elemento de volume:

em que rA’’’ é a taxa de produção de massa de A por unidade de tempo e de volume devido à reação
química.

 (IV) – taxa de acúmulo ou variação de massa de A no interior do elemento de volume por unidade de
tempo:
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 Utilizando-se a definição de derivada parcial:

aplicada ao fluxo mássico absoluto de A, este fica:

 Realizando um balanço material análogo nas direções y e z, substitui-se os resultados obtidos na


equação geral, levando-nos a:
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 Realizando um balanço material análogo nas direções y e z, substitui-se os resultados obtidos na


equação geral, levando-nos a:
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 Simplificando os termos comuns da equação anterior:

 Assim temos que:

Em que:

 A identidade é conhecida como operador divergente. Assim:

OU
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 A equação anterior fornece a equação da continuidade mássica para o componente A. Essa equação
representa a variação de concentração mássica, ρA, fruto do movimento de A e da sua produção ou
consumo.

 Abaixo temos as equações da continuidade mássica para a espécie A nas coordenadas retangulares
cilíndricas e esféricas.
1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 A equação da continuidade mássica para a  Da propriedade do divergente


espécie B é escrita, por analogia, à que foi
desenvolvida para a espécie A, da seguinte
maneira:
 Com isso, temos

 Obtém-se a equação da continuidade para a


mistura binária (A+B) pela adição das equações:
 Pode-se demonstrar que:

 Da lei da conservação de massa:  Assim:


1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 A equação descreve a variação da concentração mássica da solução referenciada a eixos fixos como
consequência da variação do vetor velocidade mássica. Da análise vetorial:

 Substituindo essa propriedade na equação, temos:

 Da definição de derivada substantiva: Obtém-se:


1. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MÁSSICA DE UM SOLUTO A

 A equação da continuidade, escrita dessa maneira, descreve a variação da concentração mássica da


solução tal como vê um observador que flui com o fluido, apresentando, por isso, a mesma velocidade do
fluido.

 No caso de a concentração mássica da solução, ρ, ser constante, a equação reduz-se a:


2. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A

 A obtenção da equação da continuidade molar


para a espécie A é extremamente simples: basta
dividir a equação acima pela massa molar do soluto
MA:

Definindo:

 Assim temos as equações da continuidade molar


para espécie A em diversas coordenadas espaciais.
2. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A
 Dessa forma para a espécie B:  Geralmente o número de mols não se conserva.
Não se pode tomar:

 Como:  Salvo se, para cada mol produzido de A,


desapareça o mesmo tanto de B (ou vice versa). Ao
abrirmos o divergente no termo convectivo,
verificamos:

 A equação da continuidade molar para uma


mistura binária é escrita como:

 No entanto:
2. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A
 pois se define a derivada substantiva devido tão  E considerando-a em termos vetoriais, temos :
somente à velocidade mássica do meio. Com isso,
retomaremos a equação:

Utilizando-se a propriedade:

 E consideraremos nela o fluxo global dado por:

 E arrumando o resultado obtido:

 O nosso problema está na contribuição


convectiva. Substituindo a equação:  Abrindo o divergente do lado esquerdo
2. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A
 Realizando o mesmo procedimento do qual
resultou a equação:

 Temos uma expressão semelhante para espécie


B:
 Dividiremos a equação abaixo por MA:

 E conhecendo as relações:  Para obtermos a equação da continuidade molar


de uma mistura binária, iremos somar as equações.

 Obteremos:
2. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE MOLAR DE UM SOLUTO A
 Somando as equações temos:

 Utilizando as definições, teremos:

 Obtemos, finalmente a derivada substantiva como:


3. EQUAÇÕES DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A EM TERMOS DA LEI ORDINÁRIA DA
DIFUSÃO

 Boa parte das discussões realizadas até aqui está relacionada, de alguma forma, à presença ou não da
contribuição convectiva na equação da continuidade de uma determinada espécie A. E quanto à contribuição
difusiva?

 Há duas maneiras de se observar sua influência:

 Explicitá-la em termos de velocidade de difusão de A ;

 Em termos de sua concentração por intermédio da primeira Lei de Fick.

 Ambas traduzem a interação soluto-meio, a qual é a característica básica da difusão.


3. EQUAÇÕES DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A EM TERMOS DA LEI ORDINÁRIA DA
DIFUSÃO

 Esse fenômeno, por sua vez, aparece quando tal fluxo é posto em termos da lei ordinária da difusão ou
primeira Lei de Fick, que se caracteriza por apresentar o coeficiente de difusão, que é a grandeza que melhor
traduz a interação soluto-meio.

 Outra vantagem de utilizar o fluxo difusivo em termos da primeira lei de Fick, refere-se ao manuseio da
equação da continuidade mássica ou molar. Nessa equação a variável dependente é a concentração de A.

 Obtém-se a equação da continuidade mássica que permitirá o conhecimento da distribuição da


concentração mássica da espécie A em termos da primeira lei de Fick depois de substituirmos equação
abaixo na equação:
3. EQUAÇÕES DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A EM TERMOS DA LEI ORDINÁRIA DA
DIFUSÃO

acúmulo Contribuição Contribuição geração


convectiva difusiva

 A equação da continuidade que rege a distribuição da concentração molar de A é obtida dividindo a


equação acima pela massa molar dessa espécie.

acúmulo Contribuição Contribuição geração


convectiva difusiva
3. EQUAÇÕES DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A EM TERMOS DA LEI ORDINÁRIA DA
DIFUSÃO

 As equações fornecerão as distribuições da concentração de A como decorrência das diversas influências


sobre o transporte desse soluto.

 Tais equações são gerais; contudo, pouco manejáveis. Para que possamos trabalhá-las, expandiremos os
divergentes presentes nas contribuições convectivas dessas equações.
4. SIMPLIFICAÇÕES DA EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A
4. SIMPLIFICAÇÕES DA EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A

 Assim substituindo a definição nas Equações.

 Obtêm-se, respectivamente:

 Encontram-se nas Tabelas a seguir, respectivamente, as equações da continuidade mássica e molar para a
espécie A na situação em que ρ ou C e DAB são constantes. Podemos também escrever as equações acima em
termos de derivada substantiva segundo a definição:
4. SIMPLIFICAÇÕES DA EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A
4. SIMPLIFICAÇÕES DA EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A
4. SIMPLIFICAÇÕES DA EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE DO SOLUTO A

 A Equação abaixo é utilizada na difusão de um soluto diluído em solução líquida e de baixa viscosidade
com reação química:

 Aplica-se a equação abaixo no fenômeno de transferência de massa em há o transporte de um soluto em


meio gasoso leve e reacional:

 Na situação em que o meio no qual ocorre o fenômeno venha a ser inerte rA’’’= 0 ou RA’’’= 0 logo:
BOA NOITE A TODOS!