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CAPÍTULO 08

INTRODUÇÃO
- Correntes teóricas da Antropologia produzidas no séc. XX.
- Funcionalismo: concebe os estudos das relações humanas, tendo como
referência uma totalidade específica. Como o grupo interage com suas instituições
fundamentais. Entende as instituições através de seu funcionamento. Preocupa-se com o
estudo da sociedade na atualidade. Inicialmente, não foca o estudo do processo histórico. As
instituições interagem entre si, determinando o equilíbrio da sociedade. O indivíduo
responderia aos estímulos das instituições sociais. (Malinowski, Radcliffe-Brown, Evans-
Pritchard e Firth).
- Transformações na metodologia: pesquisa de campo e descrição dos grupos
em sua totalidade, abolindo a história dos seus estudos.
- Max Gluckman: compreende a sociedade como um processo, no qual os
grupos reproduzem e produzem novas estruturas sociais. Questiona a totalidade estável dos
grupos sociais. Entende a vida social permeada pelo conflito, pelo qual ocorrem mudanças. O
indivíduo não responderia aos estímulos das instituições, pois os sistemas sociais não eram
mecânicos. Os adeptos de Gluckman apresentavam a História como aspecto fundamental para
a análise antropológica.
- Antropologia Simbólica: Estuda o que o ser pensa sobre as instituições e
saber o que ela representa para esse ser, ou seja, o ponto de vista do homem sobre as
instituições.
- Geertz: a cultura não é um sistema fechado dentro do imaginário dos
homens e apreendida individualmente, mas sim a manifestação através de símbolos
coletivamente. Tenta compreender de que maneira os símbolos interagem com a forma de das
pessoas se relacionarem com o mundo, ou seja, como os símbolos agiam como veículo da
cultura. Na metodologia busca estudar as culturas pela perspectiva do ser integrante da
sociedade (ponto de vista do nativo). As culturas seriam produtos da ação social dos seres ao
interpretarem a realidade em que vivem, pessoas operando com os princípios que ordenam as
instituições sociais.
- Turner: procura analisar as operações práticas efetuadas pelos símbolos. Um
de seus interesses era saber como a coesão social se sobrepunha aos conflitos e contradições
sociais. Preocupa-se em estudar as transformações sociais operada pelos símbolos. Elabora o
conceito de dramas sociais: processos que interrompem o fluxo de vida comum.
Caracterizam-se pelos contextos de conflitos, que revelam valores, perspectivas e ideologias
sociais, ocultas na harmonia. É no momento do conflito que se percebe outras facetas sociais.
- Estruturalismo (Lévi-Strauss): As estruturas sociais seria a interação entre
as unidades. Desenvolve tal pensamento a partir da linguagem, na qual o que importa não são
as unidades sonoras em separado, mas as relações estabelecidas por elas. Faz analogia entre a
linguagem e as relações de parentesco. No estudo das alianças matrimoniais estabelece
relação com a teoria de reciprocidade de Mauss (troca de presentes: obrigação de dar, receber
e retribuir). Intercâmbio de mulheres como forma de estabelecimento de alianças. Conceitos
de primos paralelos ( filhos de irmãos de mesmo sexo. Produz uma união endogâmica -
mesmo grupo) e primos cruzados (filhos de irmãos de sexos opostos. Produz uma união
exogâmica - grupos diferentes). A relação entre primos paralelos era considerada incestuosa.
Sua contribuição teórica foi entender que mesmo em um complexo de fenômenos, existe um
unidade sistematizada, proveniente de pequenos princípios. Entende os apectos humanos
como universais.