Вы находитесь на странице: 1из 19

MONITORES AMBIENTAIS

MEIO AMBIENTE PELA PAZ


APRESENTAÇÃO

“Educação é um direito humano com imenso poder de


transformação. Sobre suas fundações estruturam-se a
liberdade, a democracia e o desenvolvimento humano
sustentável” (UNICEF, 1998).

O presente Programa tem como objetivo principal capacitar 400 jovens das
comunidades de baixa renda localizadas nos entornos e no interior do Parque Estadual
da Pedra Branca – vertente litorânea (Jacarepaguá e Vargem Grande) e interiorana
(Sulacap até Campo Grande) com quem o GRUDE mantém relações de parceria.
A proposta de capacitação se concentra na área de Educação Ambiental para a
Cidadania, como Monitores Ambientais, um agente capaz de prestar orientações
mínimas sobre o patrimônio público e os bens coletivos, educando ambientalmente o
usuário de áreas protegidas onde os jovens serão capacitados.
Durante seus horários livres serão estimulados a promover e incentivar
caminhadas ecológicas, atividades artísticas e culturais em suas escolas e comunidades.
Como forma de estimular e desenvolver o pleno exercício da Cultura da Paz e a
Eco-Solidariedade, o Monitor Ambiental atuará prioritariamente orientando os alunos das
escolas públicas municipais e estaduais, grupos comunitários distintos, grupos de igrejas
e demais associações nas trilhas previamente delimitadas pelo IEF - Instituto Estadual de
Florestas, que é o órgão gestor da Unidade de Conservação.
“Conhecer para preservar!” As ações previstas estão inseridas neste contexto de
modo a articular as atividades de preservação e monitoramento ambiental ao lazer, como
opção cultural, que amplie as noções de saúde física e mental dos jovens, ocupando-os
em seus horários livres, afastando-os da influência perniciosa de grupos para-sociais.
O Parque Estadual da Pedra Branca é o maciço integrador das ações das escolas
e de seus jovens, e também se articulam com os próprios responsáveis e demais
moradores através de uma relação de eco-solidariedade entre os seres humanos e a
paisagem natural.
Para isso, serão realizadas atividades de monitoramento dos cursos hídricos
dentro e fora do Parque a fim de demonstrar como as ações humanas podem degradar a
qualidade da água.
Os jovens apresentarão em um seminário os pontos de maior incidência de
poluição num mapa de risco.
Os principais produtos resultantes deste Programa são:
1) 400 jovens treinados como Monitores Ambientais;
2) Material Instrucional e didático para multiplicadores;
3) Monitoramento de Recursos Hídricos no Parque e seu entorno;
4) Um Seminário Técnico promovido pelos Jovens para divulgar a diagnose
ambiental do Parque Estadual da Pedra Branca;
5) Um Mapa Diagnóstico
6) Um Evento Cultural “Meio Ambiente pela Paz”.
7) Vídeo Institucional divulgando a metodologia e as experiências do Programa.
1. JUSTIFICATIVA
Que a educação ambiental tenha por finalidade criar uma
consciência, comportamentos e valores com vistas a conservar a
biosfera, melhorar a qualidade de vida em todas as partes e
salvaguardar os valores éticos, assim como o patrimônio cultural e
natural, compreendendo os sítios históricos, as obras de arte, os
monumentos e lugares de interesse artístico e arqueológico, o meio
natural e humano, incluindo sua fauna e flora, e os assentamentos
humanos.(Conferência de Tbilisi)

1.A) INTRODUÇÃO
Como o Parque Estadual da Pedra Branca é o maior Parque Urbano do
mundo, sendo 3,5 vezes maior que o Parque Nacional da Tijuca, foi firmado um
Convênio de Cooperação Técnica entre o Grupo de Defesa Ecológica e o Instituto
Estadual de Florestas, órgão gestor do Parque, tendo como objetivo principal “o
intercâmbio profissional entre o GRUDE e o IEF/RJ visando a preservação do
meio ambiente e o desenvolvimento de programa de educação ambiental no
Parque Estadual da Pedra Branca e seu entorno imediato”.
O Convênio Nº 002/00 (Proc. E-07/300.068/00, publicado no DOERJ, de
04/04/2000, pág. 34) tem validade de 4 (quatro) anos, tendo sido assinado em 15
de março de 2000, estando portando em plena vigência.
Como a concepção metodológica apresentada neste Programa encontra-se
intimamente associada a nossa própria história institucional, baseada em
experiências desenvolvidas e aprimoradas para a consolidação do Bosque da
Freguesia, local de nossa ação sócio-ambiental desde 1989, o GRUDE adequou
sua metodologia para um programa de visitação a esta Unidade de Conservação,
para sensibilizar a população na proteção dos recursos naturais ali existentes.
Não se trata de um programa inédito, mas fruto de ampla experiência
iniciada, primeiramente como MONITORES DE BIOLOGIA, estudantes de
ciências biológicas que orientavam os visitantes no Bosque Municipal da
Freguesia (1989). A metodologia foi disseminada através dos Anais do Encontro
de Educação Ambiental do Rio de Janeiro (1992, 1993 e 1994).
Com o Projeto Meio Ambiente por Inteiro (1994) financiado pelo FUNDO
LIFE/ ONU/PNUD, a metodologia foi adequada para atender jovens oriundos das
escolas municipais da região passando a denominar-se MONITORES
AMBIENTAIS.
Durante o I Concurso de Capacitação de Jovens do Comunidade Solidária,
no ano de 1996, o GRUDE, em parceria com o IBAMA e o Parque Nacional da
Tijuca, implementou o primeiro projeto Monitores Ambientais, como Programa de
Capacitação Profissional de Jovens de comunidades de baixa renda.
Este programa já capacitou e treinou 350 jovens de 14 a 17 anos até 2000.

1.B) A CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL DA ÁREA


DO PROGRAMA
A Baixada de Jacarepaguá está localizada dentro de um complexo e
variado ecossistema, compreendido entre o mar, as lagunas costeiras e as
florestas tropicais ombrófilas (Mata Atlântica), limitada pelos maciços da Pedra
Branca e da Floresta da Tijuca.
Originalmente uma zona habitacional rural, com muitos sítios e chácaras,
sofreu profunda descaracterização com a crescente expansão imobiliária, que
produziu condomínios de luxo e shoppings para consumidores apurados de um
lado e, de outro, favelas numerosas com inúmeros miseráveis e deserdados da
cidadania.
Em 1980 existiam 6.906 domicílios permanentes em 39 Comunidades de
Baixa Renda, totalizando uma população de 26.985 habitantes. Porém, em 1991,
o Instituto de Planejamento da Cidade do Rio de Janeiro, contabiliza a existência
de 87 destas Comunidades com uma população de 95.871 habitantes de um total
de 428.073 habitantes da região.
Contrastando com esta situação, a Baixada de Jacarepaguá possui grande
potencial turístico, onde se destaca a alegria e cordialidade da população, bem
como a exuberante beleza natural com praias, lazer urbano e florestas. Essa
paisagem florestal, dispersa ao longo da cidade em numerosos Parques,
Reservas e Bosques, está concentrada principalmente em dois: o Parque
Nacional da Tijuca e Parque Estadual da Pedra Branca, este na zona oeste,
sendo ambos considerados os maiores do mundo em áreas urbanas.
A vertente da Zona Oeste possui uma população de 1,3 milhões de
habitantes com elevadas taxas de crescimento anual. Apresenta um elevado grau
de ocupação da área urbana, baixo padrão dos equipamentos urbanos,
deficiência de saneamento básico, grande quantidade de construção irregulares
nas encostas e rios, com aumento gradativo das encostas e beira de rios, com
destruição da vegetação, degradação dos mananciais, assoreamento dos cursos
d’água, poluição intensa dos cursos de água por esgotamento necessário,
destruição dos solos e leitos dos rios pela exploração mineral e, ainda, construção
irregulares.
Na região que compreende a AP-4 (Barra e Jacarepaguá) estão localizadas
comunidades de baixa renda que se encontram em áreas de risco, tipo alagadiças
e sujeitas a inundações periódicas, com agravamento do assoreamento dos
cursos de água ou de deslizamento, causando grandes prejuízos. A Defesa Civil
Municipal identifica 50 áreas críticas permanentes ou freqüentes em caso de
calamidade. Isto determina uma ação educativa preventiva de caráter sócio-
ambiental para estas comunidades.
Na região da AP-5, que compreende toda a chamada Zona Oeste,
encontramos 86 comunidades de favelas também em áreas de risco e
alagamento, totalizando uma média de crescimento populacional da ordem de
34,96% de 1995 (117.971.000 hab) para 1997 (159.213.600 hab).
A situação de miséria em que estas comunidades se encontram possibilita
a manutenção de dois focos de violência distintos, o dos grupos “para-sociais” e
da força policial despreparada no confronto com os grupos para-sociais.
Nesta “guerra” os jovens e as crianças são sempre as principais vítimas, o
que, por si só, determina ações urgentes para as bases de uma “cultura da paz”
como estímulo de valorização social dos jovens, visando sua preparação para a
vida, para o pleno exercício da cidadania e, como conseqüência disto, a inserção
no mundo social quer seja pelo trabalho, cultura,lazer ou meio ambiente.
O foco de ação do Programa são as comunidades e escolas localizadas
nos entornos e no interior do Parque Estadual da Pedra Branca, que se estende
por 12.500 hectares (125km2) de terras, que se limitam com vários bairros da
Zona Oeste e da Baixada de Jacarepaguá.
No Parque está o ponto culminante da cidade do Rio de Janeiro - o Pico da
Pedra Branca, com 1.024m de altitude.
O Parque Estadual da Pedra Branca está localizado no centro geográfico
do município do Rio de Janeiro, compreendendo todas as encostas do maciço da
Pedra Branca, localizadas acima da cota de nível 100m, que engloba duas
maiores Áreas de Planejamento do Município do Rio de Janeiro AP-4
(Jacarepaguá, Vargem Grande e Barra da Tijuca) e a AP-5 (Bangu, Campo
Grande, Guaratiba, Realengo e Senador Camará). Na AP–4 encontramos duas
Regiões Administrativas (RAs) e na AP-5 mais quatro.
O Parque sofre desmatamento constante, principalmente em 70% de sua
vertente norte/oeste, quer por queimadas (14%), atividades agro-pastoris (16%),
bananeiras (22%) e pastagem (24%), capoeiras (22%). Sua situação fundiária
também é complexa.
Em cerca de 20% de terras públicas (1980) observamos o seguinte quadro:
de 996 propriedades pesquisadas, temos 41% titulares, 41% posseiros e 20%
arrendatários. Encontramos 12.000 residências entre as cotas de 50m e 100m.
Na cota acima de 100m, são 300 residências.
Ocorre a exploração mineral de brita, cantarias, pedreiras ativas acima da
cota 100m, outras estão abandonadas se transformando em áreas de risco.
O potencial hídrico do maciço é notável, destacando-se os mananciais da
vertente de Jacarepaguá, que têm suas águas represadas para abastecer os
habitantes da bacia hidrográfica que deságua nas lagoas do Recreio e Barra da
Tijuca. Daí a importância da proteção destes mananciais e, ainda, de um
monitoramento comunitário prévio.

1.C) A IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA MONITORES


AMBIENTAIS

Quando o direito à educação é garantido, a


sociedade inteira ganha. Não existe uma solução imediata
para as violações desse direito, mas pode-se partir de uma
proposta simples: no limiar do século 21, não deve existir
prioridade maior ou missão mais importante do que a
Educação para Todos” (UNICEF, 1998)

A metodologia do Programa Monitores Ambientais, foi aprimorada entre


1996 e 2000 nos Programas do Comunidade Solidária, que possibilitou uma
ampla experiência em capacitar aos jovens, para identificarem as demandas dos
usuários de áreas protegidas, ampliando um nicho profissional ainda incipiente de
mercado1 – Técnico em Turismo Ecológico, através de apoio do Ministério do
Trabalho, Secretaria de Estado de Trabalho e FAT ( Fundo de Amparo ao
Trabalhador) conseguindo conquistar espaços junto usuários das Unidades de
Conservação, dissolvendo resistências, obtendo reconhecimento dos gestores de
Parques Florestais.
1
Relatório da AAPCS, 1997
No contexto do PETROBRÁS SOCIAL, este Programa adquire uma
dimensão muito mais ampla, que é a inserção social destes jovens, não apenas
no mundo do trabalho, mas inserindo-os e re-socializando-os através da
educação ambiental.

“Educação é um direito humano com imenso poder


de transformação. Sobre suas fundações estruturam-se a
liberdade, a democracia e o desenvolvimento humano
sustentável.” (UNICEF, 1998)

Entendendo-se melhor as características de outras escolas, comunidades


ou localidades, identificando-se semelhanças, dificuldades e perspectivas, torna-
se viável o estabelecimento de parcerias sólidas, em vínculos de paz e eco-
solidariedade entre os diversos grupos sociais.
Trata-se de aprender, fazendo. É preciso conhecer para preservar, por isso
a ênfase nas ações cotidianas de resgate da cultura local, da solidariedade,
intercambiando valores com jovens no seio de suas comunidades, escolas ou em
outras comunidades.
Trata-se de capacitar um cidadão para interagir tanto como um orientador
dos usuários, bem como um agente de defesa e proteção ambiental, com muito
mais consciência da importância do meio ambiente para o desenvolvimento
sustentável, integrando conceitos de lazer, cultura, saúde e saneamento
Esta visibilidade sócio-cultural, que destaca o Jovem como sujeito ativo no
processo histórico, um sujeito-cidadão, proporcionará o desenvolvimento de um
senso de responsabilidade individual ou coletivo com o Programa Monitor
Ambiental
Jovens motivados saem mais preparados para assumir o controle de seu
futuro; estão mais capacitados para melhorar sua próprias condições de vida e,
mais tarde, as de seus filhos.

“Na vida pessoal há um contexto muito importante,


que é o do meio ambiente, corpo e saúde. Condutas
ambientalistas responsáveis subentendem um protago-
nismo forte no presente, no meio ambiente imediato da
escola, da vizinhança, do lugar onde se vive. Para
desenvolvê-las, é importante que os conhecimentos das
ciências, da matemática e das linguagens sejam
relevantes na compreensão das questões ambientais mais
próximas e estimulem a ação para resolvê-las”.

Com este novo processo pedagógico, torna-se obrigatória a inclusão de


um elemento capaz de proporcionar condições mínimas de administração,
organização e gestão de empreendimentos.
Deste modo a ênfase do Programa Monitores Ambientais continua sendo
nas ações sócio-educativas, desenvolvimento da auto-estima, treinamento
técnico, inserção na comunidade local ou escolar.
Neste contexto se insere o Programa Monitores Ambientais como forma
de estimular e desenvolver o pleno exercício da cidadania, através da Educação
Ambiental, capacitando-o para a vida social, integrando-o em sua própria
comunidade ou escola como agente multiplicador e também atuando nas
Unidades de Conservação do Rio de Janeiro, escolas e outras comunidades,
onde se faz necessária a inserção desses jovens.

ATIVIDADES ANTERIORES: HISTÓRICO DO EXECUTOR


Desde 1986, ano de sua fundação, o GRUPO DE DEFESA ECOLÓGICA,
vem implementando atividades de Educação Ambiental na região da Baixada de
Jacarepaguá.
Estas atividades iniciais estiveram vinculadas ao processo de criação,
implantação e consolidação de uma área urbana de vegetação atlântica
transformada em Parque Público Municipal, o Bosque da Freguesia
A partir desta experiência o GRUDE vem desenvolvendo cursos e
Programas de Educação Ambiental visando capacitar jovens e lideranças
comunitárias a elaborar e executar ações que busquem soluções integradas para
problemas sócio-ambientais locais.
Entre os projetos que o GRUDE executou nos últimos anos e que
aproveitam esta forte inserção regional e comunitária da Organização estão:
Meio Ambiente por Inteiro, curso de ecologia social financiado pelo PNUD /
Fundo LIFE; Programa de Educação Ambiental da Linha Amarela, voltado para
a educação ambiental das comunidades e escolas dos entornos deste sistema
viário e que envolveu 8 comunidades, 68 escolas, 112 professores da rede
pública (5.600 alunos) e diversas parcerias com associações de moradores (20)
locais; Monitores Ambientais, capacitação de jovens de comunidades de baixa
renda a fim de torná-los Orientadores de Usuários de Áreas Públicas,
financiado pela AAPCS em 1996 com 20 alunos, em 1997 com 25 alunos e 1998,
com 60 jovens; Agenda 21 Escolar, com o objetivo de propor ações voltadas
para a sustentabilidade desde 1995, em parceria com a Secretaria Municipal de
Educação, através da 7.ª Coordenadoria Regional de Educação. Várias atividades
são implementadas, destacando-se o evento Tudo ao Mesmo Tempo no
Bosque, que envolve cerca de 106 escolas municipais da área e o Desfile
Ecológico na Semana do Meio Ambiente, entre 1996 e 2000; Jovens
Silvicultores (horta, paisagismo, jardinagem), em 1998 e 2001, Reciclarte
(artesanato com material reaproveitado) em 1998, e Bicho Solto (arte-
educadores para o Jardim Zoológico), em 2000, todos pela AAPCS (Associação
de Apoio ao Programa Capacitação Solidária), com 30 jovens em cada projeto.

Em 1997 e 1998 desenvolve o Rio Verão: Estratégias Comunitárias de


Prevenção às Enchentes, em parceria com a Secretaria de Recursos Hídricos
do Ministério do Meio Ambiente e a Defesa Civil Municipal, projeto de Educação
Ambiental voltado para Prevenção Comunitária das Enchentes na área da
Baixada de Jacarepaguá, instalando o Centro de Referências do Movimento
Cidadania Pelas Águas.
De 31 de maio a 03 de junho de 1999, em parceria com o CREA-RJ e o
Instituto Estadual de Florestas, foi realizado o 1.º Seminário Técnico UNIDADES
DE CONSERVAÇÃO: DIAGNOSE ATUAL E PERSPECTIVAS FUTURAS, que
contou com a participação de 150 profissionais e 65 estudantes de todo o país e
que teve como objetivos a apresentação da realidade de cada Unidade de
Conservação, contribuindo com ações, experiências inovadoras e programas de
parcerias, com apresentação de 45 trabalhos técnicos.
Em agosto de 1999 se realizou o VI Encontro Estadual de Educação
Ambiental, com o tema “Quem? Como? Onde?”, sob a organização e
coordenação do GRUDE, CREA-RJ, CREAM, Faculdades Simonsen, Contato
Agência Aquariana, Divisão de Educação Ambiental do Instituto Estadual de
Florestas, Herbário da UFRJ e CIMA. O Encontro contou com a presença de
aproximadamente 100 educadores ambientais de vários pontos do Estado do Rio
de Janeiro.
O GRUDE tem participado ativamente das discussões sobre saneamento
na região de Jacarepaguá, sendo membro do CONSAG - Conselho das Águas,
tendo organizado, em parceria com outras entidades, o Abraço Ecológico ao
Sistema Lagunar e às Praias da Baixada de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, com
ampla cobertura da imprensa.
Ao longo de seus 15 anos de existência a equipe técnica produziu alguns
materiais instrucionais, dentre eles a Cartilha “ÁGUAS, CIDADANIA E AGENDA
21 NA ESCOLA - Cartilha de Educação Ambiental para os Centros de Referência
do Movimento de Cidadania pelas Águas no Estado do Rio de Janeiro (10.000
unidades - esgotada); Cartilha “COMO FUNDAR UMA ONG SEM FINS
LUCRATIVOS”, com Estatuto e todos os passos para se criar uma ONG (10.000
unidades - esgotada); Cartilhas do Projeto RIOVERÃO; Cartilhas dos Desfile
Ecológicos da Semana de Meio Ambiente, além de folders, cartazes e folhetos.
No ano de 2000 o GRUDE assina o Convênio de Cooperação Técnica
com o IEF - Instituto Estadual de Florestas, que tem como principal objetivo a
participação do GRUDE na co-gestão do Parque Estadual da Pedra Branca,
vertente Jacarepaguá, na sub-sede do Camorim e na Sede do Pau da Fome, local
onde ocorreu parte do treinamento do Projeto “ORIENTADORES TURÍSTICOS
ECOLÓGICOS” (Secretaria do Estado de Trabalho/FAT - Fundo de Amparo
ao Trabalhador), em 2000 e 2001, que formou um total de 119 trabalhadores,
desempregados e jovens à procura do primeiro emprego, moradores de
Jacarepaguá e, principalmente, do entorno do Parque, valorizando a Unidade de
Conservação através dos moradores da própria área.
É aprovado o Projeto de Capacitação “Jovens Silvicultores” pela
AAPCS - Associação de Apoio ao Programa Capacitação Solidária, que
treinou 30 jovens de comunidades de baixa renda em jardinagem, paisagismo,
horticultura, poda, dentre outras disciplinas, ao longo de 5 meses. Contou com a
parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Instituto Estadual de
Florestas / Parque Estadual da Pedra Branca, 7.ª CRE/SME, Fundação Parques e
Jardins, além de diversas empresas, que vêm contratando os jovens.
Entre 19 de Novembro e 15 de Dezembro está sendo realizado o Curso
“Gestão e Organização de Associações de Moradores” (Secretaria do
Estado de Trabalho/FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador), contando com
50 treinandos, entre lideranças comunitárias e estudantis do Município do rio de
Janeiro, com ênfase nas questões comunitárias, meio ambiente e elaboração de
projetos sociais.
VÍNCULO COM A CULTURA DA PAZ

O Programa MONITORES AMBIENTAIS se encontra inserido no contexto


e na convocação para todas as nações formuladas na “Declaração e Marco
Integrado de Ação em Favor da Paz, Direitos Humanos e a Democracia” (1995),
do Relatório Delors, e o Fórum Mundial de Educação (Dacar, 2000), dentre
outros, aprovados pela ONU e UNESCO para uma Cultura da Paz.
A metodologia formulada e desenvolvida ao longo dos anos pelo GRUDE –
Grupo de Defesa Ecológica incorpora os conceitos e princípios de modo a
conduzir o aluno a dominar os instrumentos para o conhecimento (Aprender a
Conhecer), a preparar o aluno para colocar em prática os conhecimentos e
adaptar a educação ambiental para trabalhos futuros (Aprender a Fazer), a
construir um contexto igualitário para os jovens perseguirem projetos comuns, em
vez de apenas propiciar a comunicação entre membros de grupos diferentes
(Aprender a Viver Juntos) e desenvolver integralmente a pessoa do jovem:
inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade e espiritualidade
(Aprender a Ser), sempre associados à temática, tais como educação ambiental,
cultura, saúde, lazer e eco-solidariedade, o que também se encontra de acordo
com de acordo com o Relatório Cuéllar-Nossa Diversidade Criadora (1997).
O tema Meio Ambiente e Educação Ambiental estão hoje em todas as
pautas governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais.
Como os jovens estão se sensibilizando para isso, as ações previstas de
educação ambiental não formais e informais, são ampliadas pela visitação as
unidades de conservação, o monitoramento ambiental, que remete para a saúde
física e mental, ao lazer e a cultura da eco-solidariedade e da Paz!
Respeitar o meio ambiente é respeitar a vida em todas as suas formas e
em sua bio-sócio-diversidade, ou seja, a uma cultura pela paz.

OBJETIVO GERAL

 Oportunizar para 400 jovens das escolas e comunidades localizadas no


Entorno do Parque Estadual da Pedra Branca o desenvolvimento de
valores éticos e da cultura da paz, através de uma alternativa não escolar,
não formal e informal, com ênfase em metodologias de educação
ambiental que possibilitem ao aluno a construção de conhecimentos e
ampliação de habilidades que o torne capaz de integrar a sociedade como
sujeito participante, crítico e criativo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVO RESULTADOS ESPERADOS / ATIVIDADES PRINCIPAIS PERÍODOS


METAS
1) Formação de equipe; Abril/02
Planejar estrategicamente a
Implementar o Programa de 2) 02 oficinas de capacitação da equipe executora e
operacionalização do Abril/02
1 Educação Ambiental com a equipe parceiros;
programa junto aos parceiros,
coordenadora, parceiros e 3) Prover equipamentos básicos e operacionais.
escolas e comunidades Abril/02
técnicos.
4) Elaboração e produção de material instrucional; Abril/02
Desenvolver com jovens do
5) Confecção de uniforme; Maio/02
programa Monitor Ambiental Mobilizar e treinar 400 jovens, de
atividades culturais, de lazer e no mínimo , 10 comunidades e 6) Seleção de jovens e a realização de 16 cursos
2 Maio/02 a
de educação ambiental, escolas como monitores de Educação Ambiental com ênfase em
baseados em seus interesses ambientais Setembro/02
Monitoramento Ecológico, Artes e Cultura;
e níveis de aprendizagem 7) Inicio das vivências dos jovens junto as Julho/02 a
comunidades, escolas e no Parque; Novembro/02
8) 01 visita guiada por mês para escolas ou
Organização e Implementação de Junho/02 a
comunidades;
Visitas Guiadas pelos Jovens. Janeiro/03
Desenvolver atividades sócio-
9) Determinar e realizar 4 pontos de
ambientais e de lazer com a co- Medição das condições
monitoramentos por turma com a Coleta, Junho/02 a
participação da comunidade ambientais de 64 pontos de
Sistematização e Analise dos dados obtidos; Janeiro/03
3 local ou escolar visando a sua cursos d’água;
dos 10 parâmetros físico-químicos;
promoção dentro de uma
10) Realização de um Seminário organizado pelos
consciência de cidadania Construção de um mapa geral que
jovens para o Poder Público, Comunidades e
ecológica pela paz. estabeleça os diversos níveis de
Sociedade Civil para apresentar os resultados Janeiro/03
poluição e suas possíveis fontes
do Monitoramento..
geradoras.
Promover o Encontro de Congregar 400 Monitores 11) Produzir camisetas, cartazes, folders e
4 Jovens: ”Meio Ambiente pela Ambientais e 2.000 jovens das material de divulgação; Fevereiro/03
Paz” comunidades e escolas em evento
12) Realizar campanha de divulgação através da Janeiro/03 e
artístico cultural pela Paz e Meio mídia impressa e eletrônica Fevereiro/03
Ambiente 13) Prover a infra-estrutura e realizar o Evento Fevereiro/03
Cultural e Março/03
Produzir, Editar e Distribuir 500 14) Realização de filmagens e edição de vídeo; Maio/02 a
Disseminar a metodologia e cópias do vídeo, registro Multimídia, Internet Março/03
as experiências do Programa digitalizado do acervo fotográfico 15) Registro fotográfico e digitalização de imagens Maio/02 a
5 através de um registro em em CD-ROM e 5000 exemplares Fevereiro/03
vídeo, fotografia, multimídias, da memória do Programa para 16) Disseminação da metodologia, elaboração, e
internet e impressos. ONGs, Empresas, Associações e Fevereiro/03
distribuição da memória e do registro do
Poder Público e Março/03
Programa
METODOLOGIA
“É preciso uma decisão consciente, muita
mística, muita garra, para estabelecer uma
Pedagogia de Direito, numa Sociedade de
Conflitos, onde só na luta se espera com
esperança.” ( P. Freire)

O Programa atende jovens e adolescentes entre 14 e 21 anos, de ambos


os sexos, das escolas ou moradores das comunidades dos entornos e no interior
do Parque Estadual da Pedra Branca.
A metodologia desenvolvida, bem como as atividades didáticas e
pedagógicas, visam primeiramente educar e capacitar cada jovem para a vida,
através do desenvolvimento do exercício da cidadania, visando a inserção sócio-
cultural, como conseqüência destas ações, já que a aprendizagem é sempre
experimentação e exploração em busca das significações.

Os conteúdos e métodos da educação precisam ser


desenvolvidos para servir às necessidades básicas de
aprendizagem dos indivíduos e das sociedades,
proporcionando-lhes o poder de enfrentar seus problemas
mais urgentes – combate à pobreza, aumento da
produtividade, melhora das condições de vida e proteção
ao meio ambiente – e permitindo que assumam seu papel
por direito na construção de sociedades democráticas e
no enriquecimento de sua herança cultural. (Declaração
de Nova Delhi, dos nove países em desenvolvimento de
maior população do mundo)

Neste sentido, as diretrizes teórico-metodológicas do Programa se


baseiam nos pressupostos da Agenda 21 e nos Tratados Internacionais de
Educação Ambiental, situando-os numa pedagogia crítica (Paulo Freire). As
atividades educativas utilizarão estratégias como o Diagnóstico Sócio-Ambiental,
a Pesquisa-Participante e a História Oral, e instrumentos didáticos como a
resolução de problemas e a exploração e interpretação do ambiente local.

A educação ambiental deve estimular e potencializar


o poder das diversas populações, promover oportunidades
para as mudanças democráticas de base que estimulem
os setores populares da sociedade. Isto implica que as
comunidades devem retomar a condução de seus próprios
destinos. (Tratado de Educação Ambiental das ONGs)

Os treinamentos serão desenvolvidos na Sede do GRUDE e nas


Associações de Moradores participantes do Programa, além do Parque Estadual
da Pedra Branca.
O Programa terá duração de doze meses, compreendendo a capacitação
de 400 jovens, divididos em 16 turmas de 25 alunos cada, através de um curso
com duração de 168 horas, sendo 48 horas de treinamento, de terça a sexta, e
Vivências de terça a sábado, com 120 horas, na área pública do Parque da Pedra
Branca.
Os jovens receberão um auxílio de custos (R$ 50,00) para cobrir pequenas
despesas durante o mês de treinamento e os dois meses de oficinas e vivências,
além de alimentação (R$ 1,80/ Lanche).
A cada mês serão formadas 4 turmas que participarão da capacitação e
ficarão, nos 2 meses seguintes, realizando atividades de Vivência no parque.
As atividades serão planejadas pelo GRUDE e demais parceiros, que
organizarão grupos de estudantes para visitas guiadas com os Monitores no
Parque Estadual da Pedra Branca, de Terça a Sexta de 13h às 17h e nos
Sábados de 9 às 12h, nos 2 meses seguintes à capacitação de cada turma.
O Programa Monitores Ambientais custeará o transporte de jovens das
escolas e das comunidades.
A capacitação e o treinamento dos jovens, em conjunto com as visitas
guiadas e o monitoramento, possibilita aos Monitores Ambientais o
desenvolvimento de capacidades cognitivas tais como:
1) Capacidade de Observar;
2) Capacidade de Analisar;
3) Capacidade de Teorizar;
4) Capacidade de Sintetizar;
5) Capacidade de Aplicar e Transferir o Aprendizado.
Por este motivo estarão sendo estimulados a promoverem eventos sócio-
ambientais em suas escolas e comunidades, de forma co-solidária, ampliando o
escopo de divulgação do projeto.
O GRUDE - Grupo de Defesa Ecológica, e os demais parceiros participarão
de todas as etapas do projeto o que inclui planejamento participativo, implantação
e acompanhamento de todas as fases e etapas, contribuindo com suporte técnico,
como :
(a) Planejamento operacional do curso através de reuniões com atores e
agentes sociais envolvidos;
(b) Organização de Visitas Técnicas à ONGs, Espaços Culturais, Unidades
de Conservação, Projetos Semelhantes, Comunidades e seus entornos,
visando conhecimento, valorização cultural e ação sócio-ambiental no
local;
(c) Atividades de sensibilização através de visitas, vivências e oficinas de
educação ambiental, que se relacionem sempre com outras ações
integradas de caráter ecológico, tais como reflorestamentos, hortas
comunitárias, gincanas, teatro , vídeos educativos, jogos educativos e
formação de agentes comunitários em meio ambiente.
Assim, os módulos foram divididos para atender estas diretrizes e estão
configurados da seguinte forma:
Primeiro Módulo, BÁSICO, constará de noções de Comunicação e
Expressão, História e Geografia locais, Seminários sobre o tema Cidadania,
Dinâmicas de Grupo e Seminários Técnicos acerca da relação entre Meio
Ambiente e Sustentabilidade, bem como Visitas Técnicas à região.
Segundo Módulo, ESPECÍFICO E DE GESTÃO, constará de noções de
Ecoturismo, Ecologia, Dinâmicas de Grupo, Seminários acerca das Unidades de
Conservação do Rio de janeiro, com ênfase no Parque Estadual da Pedra Branca,
Oficinas profissionalizantes na área do turismo ecológico, além de visitas às
Unidades de Conservação, Comunidades de Baixa Renda e instituições da área
temática afim.
Terceiro Módulo, VIVÊNCIAS, consistirá de atividades práticas nas
Unidades de Conservação do Projeto, com orientação e supervisão especializada
para informações ecológicas e Dinâmicas de Grupo, para atendimento ao público
usuário e de orientação aos jovens das comunidades dos próprios monitores
Após a conclusão do treinamento básico, os jovens organizarão a
implementação de Visitas Guiadas no Parque Estadual da Pedra Branca. Estas
visitas se destinam aos colegas de escola e de comunidade. Além da questão do
lazer, uma ação demonstrativa e prática será realizada: o monitoramento dos
recursos hídricos com kits educativos, que serão capazes de aferir as seguintes
condições da água: transparência, turbidez, condutividade, temperatura, oxigênio
dissolvido, Ph, cor, odor e coliformes.
Com isso o visitante poderá visualizar que ações antrópicas acontecem
junto ao Parque e aos cursos dos rios.
Esses pontos identificados por GPS serão plotados em mapas para
produção de um Mapa de Diagnóstico Ambiental, visando sua distribuição em
escolas e comunidades locais, depois de um Seminário Técnico, também
organizados pelos jovens, para as autoridades.
Por conseguinte, cada grupo de treinandos será habilitado para realizar um
EVENTO CULTURAL “MEIO AMBIENTE PELA PAZ” reunindo todos os
participantes e seus convidados, estimando-se em cerca de 3.000 participantes,
para um grande congraçamento com Música, Poesia, Teatro e Exposições tendo
como eixo integrador o maior Parque Florestal Urbano no Mundo: Parque
Estadual da Pedra Branca.
Todas essas orientações, profundamente vinculadas aos direitos humanos,
ao pluralismo, à democracia e à PAZ, são perpassadas pela tolerância como
missão permanente e modo de agir de cada jovem conforme a Declaração sobre
a Tolerância (1995).
AVALIAÇÃO PROCESSUAL

Semanalmente será realizada uma reunião de avaliação com a participação da equipe técnico-pedagógica, das lideranças
comunitárias, representantes dos jovens, além de outras pessoas interessadas, oportunizando o confronto da proposta
metodológica com a prática para a percepção dos resultados e discriminação das dificuldades, buscando em conjunto alternativas
possíveis de solução para problemas apresentados.

Nº DO ATIVIDADE INDICADORES DO PROGRESSO MEIOS DE VERIFICAÇÃO


1 - Formação de equipe; Equipe contratada e atuando Contratos e listagens de participantes e
funções definidas.
2 - 02 oficinas de capacitação da equipe Aproveitamento e envolvimento dos parceiros Número de participantes e conteúdos
executora e parceiros; e da equipe executora e do Material
Instrucional
3 - Prover de equipamentos básicos e Compra, Instalação e operacionalização Notas Fiscais, Contratos.
operacionais
4 - Elaboração e produção de material Edição do Material Listagem de distribuição dos materiais.
instrucional.
5 - Confecção de uniforme. Jovens por turmas uniformizados Notas Fiscais
6 - Seleção de jovens e a realização de 16 04 Turmas a cada mês, de Jovens Monitores Listagens de Presença e concluintes ao longo
cursos de Educação Ambiental com ênfase Ambientais. de 08 meses
em Monitoramento Ecológico, Artes e
Cultura;
7 - Inicio das vivências dos jovens junto as Ações de educação Ambiental realizadas Registro Fotográfico, Resultados dos
comunidades, escolas e no Parque; pelos jovens no Parque da Pedra Branca Monitoramentos.
8 - 01 visita guiada por mês para escolas ou Inscrição de grupos de visitantes no Parque Autorização da Administração com a Relação
comunidades. da Pedra Branca de Visitantes no Parque da Pedra Branca
9 - Determinar e realizar 4 pontos de Diagnose preliminar obtida com a utilização Inserção de dados no Banco de Informações
monitoramentos por turma com a Coleta, dos Kits Educativos de Monitoramento nos sobre as Condições dos Recursos Hídricos no
Sistematização e Analise dos dados obtidos; rios do Parque da Pedra Branca. Parque da Pedra Branca.
dos 10 parâmetros físico-químicos;
10 - Realização de um Seminário organizado Divulgação do Seminário, Convites e cartazes. Lista de Participantes e Anais ou Memórias do
pelos jovens para o Poder Público, Seminário
Comunidades e Sociedade Civil para
apresentar os resultados do Monitoramento.
Qualidade da divulgação do Evento Meio Numero e a diversidade de inscrições por
11 - Produzir camisetas, cartazes, folders e
Ambiente pela Paz nas Comunidades e escolas e comunidades
material de divulgação;
Escolas.
12 - Realizar campanha de divulgação atra- Citações e inserções na Mídia As matérias citadas ou inserções na mídia.
vés da mídia impressa e eletrônica.
13 - Prover a infra-estrutura e realizar o Evento O local e a montagem do evento A realização do evento Meio Ambiente pela
Cultural. Paz
14 - Realização de filmagens e edição de As versões preliminares e copiões sobre as A quantidade de hora/filmagem por mês;
vídeo; Multimídia, Internet atividades do Programa
15 - Registro fotográfico e digitalização de Revelações de fotos Cd-Rom concretizados
imagens;
16 - Disseminação da metodologia, elabora- Envio de material editado Recebimento do Material por mala direta.
ção, e distribuição da memória e do registro do
Programa.
AVALIAÇÃO DE RESULTADOS

Nº DO OBJETIVO INDICADORES DE RESULTADOS MEIOS DE VERIFICAÇÃO


Planejar estrategicamente a operaciona- Início e desenvolvimento do Programa dentro Cronograma e Relatórios de Atividades
lização do programa junto aos parceiros, dos prazos previstos;
escolas e comunidades
Desenvolver com jovens do programa Pelo menos 90% de jovens treinados e 50% Quantidade de eventos em cada escola e
Monitor Ambiental atividades culturais, de atuantes em suas comunidades e escolas comunidade durante o desenvolvimento do
lazer e de educação ambiental, baseados defendendo o Parque Estadual da Pedra Programa e a diminuição das ações
em seus interesses e níveis de Branca; degradadoras do meio ambiente ;
aprendizagem.
Desenvolver atividades sócio-ambientais e de Divulgação do Mapa de Pontos de Poluição Número e localização das escolas e
lazer com a co-participação da comunidade nos entornos do Parque Estadual da Pedra comunidades que desenvolvam alguma ação
local ou escolar visando a sua promoção Branca para pelo menos 50% das escolas e em defesa do Parque da Pedra Branca.
dentro de uma consciência de cidadania comunidades participantes do Programa
ecológica pela paz. Programas;
Promover o Encontro de Jovens: ”Meio Diversidade de manifestações culturais de A quantidade de público das escolas,
Ambiente pela Paz” diversos grupos de jovens em clima de comunidades e convidados que passem a
cordialidade, com pelo menos 50% das escolas visitar/conhecer/preservar o Parque Estadual
e comunidades na defesa do Parque da Pedra da Pedra Branca.
Branca;
Disseminar a metodologia e as experiências 100% da Produção Gráfica, Multimídia e Pelo menos 50% do material distribuído em
do Programa através de um registro em Videográfica concluída. mala direta.
vídeo, fotografia, multimídias, internet e
impressos.
AVALIAÇÃO DE IMPACTO

Nº DO OBJETIVO INDICADORES DE IMPACTO MEIOS DE VERIFICAÇÃO


Planejar estrategicamente a operacionali- 100% do Programa concluído. Relatórios, produtos e resultados obtidos.
zação do programa junto aos parceiros,
escolas e comunidades
Desenvolver com jovens do programa Pelo menos 50% dos jovens implementam Diminuição da pressão antrópica sobre o
Monitor Ambiental atividades culturais, de atividades de defesa do meio ambiente, de Parque Estadual da Pedra Branca.
lazer e de educação ambiental, baseados educação ambiental ou ações de lazer e
em seus interesses e níveis de cultura nas suas comunidades e escolas
aprendizagem. referentes ao Parque da Pedra Branca
Desenvolver atividades sócio-ambientais e de Uma campanha comunitária de recuperação Ações de parceria entre o Poder Público e a
lazer com a co-participação da comunidade dos cursos hídricos do Parque da Pedra Sociedade Civil em programas sócio-
local ou escolar visando a sua promoção Branca em pelo menos 30% das escolas e ambientais nas escolas e comunidades para
dentro de uma consciência de cidadania comunidades participantes do programa a proteção do Parque da Pedra Branca
ecológica pela paz.
Promover o Encontro de Jovens: ”Meio A valorização sócio-cultural como espaço Ações de eco-solidariedade entre os jovens
Ambiente pela Paz” público de lazer do Parque Estadual da Pedra de diversas escolas e comunidades com
Branca com atividades e eventos. incremento de visitas ao Parque da Pedra
Branca.
Disseminar a metodologia e as experiências Estimular que pelo menos 50% de escolas, O Parque da Pedra Branca se torna um
do Programa através de um registro em associações e movimentos sociais se utilizem espaço de lazer e cultural do Carioca.
vídeo, fotografia, multimídias, internet e do material didático e pedagógico.
impressos.
PARCERIAS E ALIANÇAS

ORGANIZAÇÃO PRINCIPAIS FUNÇÕES NO PROJETO

IEF – INSTITUTO Infra-estrutura do Parque Estadual da Pedra Branca, foco principal do Projeto, onde serão realizadas
ESTADUAL DE as atividades de monitoramento dos cursos hídricos, orientações técnicas com visitantes, cessão dos
FLORESTAS espaços das sub-sedes, técnicos especializados e principais informações a respeito do local.
ORBRACE – Cessão de suas instalações, tais como: sistema de informações geográficas/ monitoramento por
ORGANIZAÇÃO satélite, laboratório de informática, biblioteca, acesso à internet, apoio de professores, palestras de
BRASILEIRA DE CULTURA E técnicos especializados, mini-cursos gratuitos, treinamento, auditório com infraestrutura de
EDUCAÇÃO, mantenedora audiovisual, além dos Campi Avançados de Grumari e Macaé de Cima.
das FACULDADES
INTEGRADAS SIMONSEN
ASSOCIAÇÃO SOS Infraestrutura local necessária ao Projeto para as atividades e orientações técnicas com visitantes
FLORESTA DA PEDRA previamente autorizados.
BRANCA
ASSOCIAÇÃO DE Infraestrutura local e jovens para participação no Projeto.
MORADORES DO CAMINHO
DO RIO PEQUENO
ASSOCIAÇÃO DE Infraestrutura local e jovens para participação no Projeto.
MORADORES DA ESTRADA
DOS TEIXEIRAS
PLANO DE VALORIZAÇÃO Articulação das seguintes entidades participantes: 19.ª RA (Santa Cruz); 6.ª e 8.ª CREs - Secretaria Municipal
DA ZONA OESTE – PVZO de Educação; AMA Parque; AMASC; AMUBUA; APEFERJ; A. M. de Urucânia e Adjacências; A. M. do Bairro
Rollas; A. M. do Vila Mav; Associação de Mulheres Reta do Rio Grande; Centro de Apoio ao Movimento Popular
da Zona Oeste; Centro Educacional Elpidio da Silva; Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco; CIEP Padre
Paulo Corrêa de Sá; Colégio Simonsen; Conselho Distrital de Saúde da AP5 III; Ecomuseu do Quarteirão
Cultural do Matadouro; E. M. Déborah Mendes de Moraes; E. M. Rosária Trotta; E. M. Teodoro Sampaio;
Faculdades Integradas Simonsen; FAMERJ; Federação das Escolas das Faculdades Integradas Simonsen;
Fórum Comunitário SOS Baía de Sepetiba; Fórum Popular do Orçamento do Rio; Fundação Rio-Águas;
GRUDE; Instituto Metodista Ana Gonzaga; ORBRACE; PAM Bangu; Paróquia Nossa Senhora da Glória; Posto
de Saúde Dr. Eizel Lima; PROFEC; SEBRAE; Secretaria Estadual de Saúde; Secretarias Municipais de
Desenvolvimento Social, de Educação, de Habitação, de Meio Ambiente, de Saúde; UFRJ; UMANP Sílvio
Barbosa.