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Título: Gestão de Logística e Cadeia de Suprimentos

Autores: David B. Grant


Tipo de material: slides

Capítulo 12 Logística reversa e logística sustentável

Introdução
Este capítulo considera logística reversa e logística sustentável à luz de
sua crescente significância no ambiente de negócios de hoje. Em
primeiro lugar discutimos logística reversa e gerenciamento de
recuperação de produto no contexto de melhor prática de reciclagem.
Em seguida, apresentamos um breve resumo da ciência da
sustentabilidade para montar o cenário de aplicação desse conceito à
logística verde ou sustentável e à gestão de cadeia de suprimento.
Terão especial atenção o tema sobre transporte e armazenagem
sustentáveis de comum acordo com o aspecto “Pare” e “Siga” deste livro
e em reconhecimento de seus respectivos impactos sobre o ambiente.
Título: Gestão de Logística e Cadeia de Suprimentos
Autores: David B. Grant
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12.1 Logística reversa e gerenciamento de recuperação de


produto
Logística reversa pode ser definida como:
o processo de planejamento, implementação e controle eficiente e efetivo
em custo do fluxo de matérias-primas, estoque em processo,
mercadorias acabadas e informações relacionadas desde o ponto de
consumo até o ponto de origem com a finalidade de recapturar valor ou
dar-lhes um fim adequado.
Logística reversa também inclui processamento de mercadorias
devolvidas por danos, estoque sazonal, reestoque, aproveitamento,
recalls e excesso de estoque.
Entre os benefícios que as empresas que praticam gestão de logística
reversa têm figuram reduções de custo, valor agregado para cientes e
obediência às regulamentações legais de forma adequada.
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Autores: David B. Grant
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O fato de se tornar necessário considerar logística reversa e logística


verde também provocou o crescimento de provedores terceirizados de
logística reversa que auxiliam as empresas a cumprir novas diretrizes e
a realçar suas oportunidades de negócios.
Logística reversa é parte do que se conhece como gestão da cadeia de
suprimento em circuito fechado e vem ganhando importância como uma
estratégia de negócio ambiental, lucrativa e sustentável.
Um aspecto particular da logística reversa na SCM de circuito fechado
é a gestão de recuperação de produto (Product Recovery Management –
PRM) de todos os produtos, componentes e materiais usados e
descartados pelos quais um fabricante é responsável.
Há três categorias de atividades para produtos de consumo devolvidos
na logística reversa de uma cadeia de suprimento: reutilização ou
revenda direta sem qualquer reprocessamento, atividades de PRM e
gerenciamento de resíduos ou descarte.
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Autores: David B. Grant
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12.2 A ciência que fundamenta um ambiente sustentável


A mudança climática e a necessidade de reduzir emissões de gases de
efeito estufa são os maiores desafios de longo prazo que o mundo
enfrenta hoje.
Questões ambientais são consideradas parte de uma perspectiva de
responsabilidade social corporativa mais ampla que tem sido
representada em várias formas da “Linha de Resultados Tripla” (Triple
Bottom Line – TBL) de John Elkington: lucros, pessoas e planeta.
A TBL postula que as empresas devem focalizar não somente a
maximização da riqueza dos acionistas ou do valor econômico que elas
criam em economias, mas também o valor ambiental e social que
agregam – ou possivelmente destroem – para atingir segurança
ambiental de longo prazo e padrões de vida igualitários para todos os
seres humanos.
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Autores: David B. Grant
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O método preponderante proposto para medição de desempenho


ambiental é a avaliação do ciclo de vida (Life-Cycle Assessment – LCA),
uma abordagem “do berço ao túmulo” para avaliar sistemas industriais.
LCA avalia todos os estágios do ciclo de vida de um produto com base
na perspectiva de que eles são interdependentes, o que significa que um
estágio leva ao seguinte.
LCA também permite que se estime impactos ambientais cumulativos
resultantes de todos os estágios no ciclo de vida do produto incluindo,
muitas vezes, aqueles não considerados nas análises mais tradicionais.
A série de padrões ISO 14000 da International Organization for
Standadization para sistemas de gestão ambiental formaliza
componentes LCA e permite que empresas estabeleçam um sistema de
gestão ambiental (Environmental Management System – EMS).
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12.3 Logística e cadeias de suprimento verdes ou sustentáveis


O “esverdeamento” de atividades logísticas e cadeias de suprimentos
significa assegurar que essas atividades sejam amigáveis ao meio
ambiente e não desperdicem recursos e, em particular, focalizem a
redução de emissões de carbono em toda a cadeia de suprimentos.
Embora atividades logísticas compreendam muitos aspectos, as duas
atividades significativas que causam impacto ao ambiente são as
atividades “Pare” e “Siga” de armazenagem e transporte.
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12.4 Transporte e armazenagem em um contexto ambiental mais


amplo
O Fórum Econômico Mundial estima que as atividades de logística e
transporte são responsáveis por 2.800 megatoneladas de emissões de
dióxido de carbono por ano, ou aproximadamente 6% do total de 50 mil
megatoneladas produzidas pela atividade humana.
No Reino Unido, o transporte por caminhões e caminhonetes é
responsável por um pouco mais de 8% do total de emissões de dióxido
de carbono.
No que concerne ao fornecimento de energia, motores de veículos
estão se tornando mais eficientes em termos de utilização de
combustível e há esforços em curso que consideram combustíveis
alternativos como biodiesel ou bioetanol, hidrogênio, gás natural ou gás
liquefeito de petróleo e eletricidade.
Tendo a armazenagem como um dos aspectos do setor industrial, o
World Business Council for Sustainable Development observa que as
edificações são responsáveis por 40% do uso de energia no mundo
inteiro.
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12.5 Sugestões para “esverdear” a logística e a cadeia de


suprimentos
12.5.1 Transportes, veículos e redes de infraestrutura
Provedores de serviços de logística e transporte devem ampliar a
disposição para adotar tecnologias, combustíveis e processos novos,
implementando-os onde houver espaço para isso, otimizando as
infraestruturas logísticas para garantir hierarquias e processos
eficientes, e procurando integrar esforços de otimização entre várias
redes.
Expedidores e compradores devem incluir indicadores de desempenho
ambiental no processo de contratação de provedores de serviços
logísticos.
Os reguladores deveriam promover maior expansão de esquemas de
gerenciamento integrado de fluxos para estradas congestionadas e fazer
investimentos específicos e pontuais em nós ou seções de infraestrutura
com excesso de tráfego.
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12.5.2 Edificações verdes


Provedores de serviços de logística e transporte devem incentivar
compromissos mais amplos no setor para melhorar as instalações
existentes por meio de retroajuste de tecnologias verdes via ações
individuais e/ou no âmbito do setor, e lutar por compromissos setoriais
para incentivar o investimento em novas tecnologias de construção civil
e desenvolver novas ofertas levando em conta reciclagem e
gerenciamento de resíduos, trabalhando em colaboração com os
clientes.
Os regulares devem incentivar a indústria a promover melhorias, que
considerariam os limites de possibilidades com tecnologias atuais e
futuras, por meio de ações individuais ou setoriais.
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12.5.3 Abastecimento, produto e projeto de embalagem


Ao determinar a fonte de fornecimento, o local de entrega e muitas
características da cadeia de suprimentos para produtos, os expedidores
e compradores de produtos limitam em muito as emissões de carbono
associadas a cadeias de suprimento.
Expedidores e compradores podem tomar decisões que orientam
ativamente mudanças positivas em todos os pontos da cadeia de
suprimento.
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Autores: David B. Grant
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12.5.4 Questões administrativas


Provedores de serviços de logística e transporte devem desenvolver
soluções que compensem as emissões de carbono em suas próprias
operações e nas operações dos clientes como parte de um conjunto
equilibrado de ofertas de negócio.
Os reguladores devem ajudá-los a desenvolver padrões de medição e
relatórios universais de emissões de carbono, montar um sistema aberto
de créditos de carbono e rever regimes fiscais para eliminar incentivos
contraproducentes e apoiar esforços para incentivar a redução de
emissões de carbono.