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28/05/2019

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Contabilidade Básica

Aula 7 - Apuração de Resultado do Exercício

INTRODUÇÃO

Aula 7 - Apuração de Resultado do Exercício INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores, aprendemos a registrar os

Nas aulas anteriores, aprendemos a registrar os fatos administrativos (ou contábeis), evidenciando o razonete e elaborando o balancete de verificação.

Nesta aula, conheceremos os procedimentos necessários para apurar o resultado do exercício, mas de forma simplificada, com poucos dados, de modo que possamos dominar bem esta parte da matéria.

A Apuração do Resultado do Exercício (ARE) das empresas envolve uma série de processos. Entre estes, destacamos:

• A elaboração do balancete de verificação, do livro-razão, de inventários físicos de bens de uso e de outros materiais (mercadorias, produtos, materiais de expediente etc.), bem como de conciliações e de ajustes de saldos de contas;

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• A apuração do resultado bruto, do resultado líquido, de cálculos e de contabilizações de tributos incidentes sobre o lucro líquido (Imposto de Renda e Contribuição Social), bem como de participações, de reservas e de dividendos;

• A elaboração das diversas demonstrações contábeis.

Apurar o resultado do exercício consiste, portanto, em verificar, por meio das contas de resultado (despesas e receitas), se a movimentação do patrimônio da empresa apresentou lucro ou prejuízo durante o exercício social.

Vamos entender melhor o assunto?

OBJETIVOS

social. Vamos entender melhor o assunto? OBJETIVOS Classificar as contas de resultado operacionais.

Classificar as contas de resultado operacionais.

Categorizar as contas como outras receitas e despesas operacionais.

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28/05/2019 Disciplina Portal O resultado do exercício é utilizado para avaliar o desempenho econômico da entidade.

O resultado do exercício é utilizado para avaliar o desempenho econômico da entidade.

Por isso, conhecer o resultado obtido com a venda de mercadorias, de produtos ou serviços é de suma importância para o empresário em sua tomada de decisão. Afinal, essa é a atividade operacional das empresas.

Podemos obter o resultado com mercadorias vendidas por meio da seguinte operação:

com mercadorias vendidas por meio da seguinte operação: Após esse momento, serão adicionados e subtraídos os

Após esse momento, serão adicionados e subtraídos os demais valores para a apuração final do resultado do exercício. Veja:

para a apuração final do resultado do exercício. Veja: Agora, vamos identificar a sequência ideal dos

Agora, vamos identificar a sequência ideal dos procedimentos que devem ser tomados para tal apuração:

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28/05/2019 Disciplina Portal Podemos elaborar uma Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) de forma dedutiva.

Podemos elaborar uma Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) de forma dedutiva. Vejamos um exemplo:

Suponha que, fim do ano 2009, a companhia A apresentou os seguintes valores:
Suponha que, fim do ano 2009, a companhia A apresentou os seguintes valores:
do ano 2009, a companhia A apresentou os seguintes valores: A demonstração do resultado do exercício

A demonstração do resultado do exercício ficaria da seguinte forma:

do resultado do exercício ficaria da seguinte forma: E quanto ao Custo das Mercadorias Vendidas (CMV)?

E quanto ao Custo das Mercadorias Vendidas (CMV)? O que sabemos sobre ele?

De que forma o CMV é apurado?

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De que maneira é possível calcular o valor do CMV?

Isso pode ser feito de duas formas, pelos seguintes inventários:

1. Inventário periódico
1. Inventário periódico

Quando necessitamos apurar o Resultado Com a venda das Mercadorias (RCM), realizamos um levantamento físico para a avaliação do estoque de mercadorias existente naquela data.

A

partir da diferença entre o total das mercadorias disponíveis para venda durante o período

e

esse estoque final (apurado de forma extracontábil), obtemos o CMV nesse período. Nesse

caso, utilizamos, portanto, a contagem física.

2. Inventário permanente
2. Inventário permanente

Este controle permanente é efetuado sobre todas as mercadorias que estiverem à disposição para venda, isto é, sobre o CMV e sobre as mercadorias que não foram vendidas (estoque final).

A partir da soma dos custos de todas as vendas, obtemos o CMV total do período. Nesse

caso, utilizamos as fichas de controle de estoque.

Nesse caso, utilizamos as fichas de controle de estoque. Principalmente nas médias e grandes empresas, há

Principalmente nas médias e grandes empresas, há a necessidade de controle contínuo do valor do estoque de mercadorias. Conseguimos isso por meio da baixa, em cada venda, do CMV.

O processo de baixa de cada venda no CMV acontece da seguinte forma:

de baixa de cada venda no CMV acontece da seguinte forma:

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28/05/2019 Disciplina Portal Após cada operação de venda e sua contabilização, teremos a conta de vendas

Após cada operação de venda e sua contabilização, teremos a conta de vendas atualizada: CMV com o total do custo acumulado e Mercadorias refletindo o valor exato em estoque.

Vamos analisar uma situação:

Uma empresa possui estoque de mercadorias no valor de R$ 15.000 e vende a metade dele por R$ 10.000 a prazo.

Como contabilizar a operação de compra e venda?
Como contabilizar a operação de compra e venda?

Resposta Correta

Se, após essas transações, a empresa adquirisse mais mercadorias por R$ 6.000 a prazo e apurasse o resultado, como ficaria o seu estoque?

Resposta Correta

No sistema do inventário permanente, o controle do estoque de mercadorias pode ser simplificado com o uso de uma ficha de controle.

Vejamos sua aplicação:

Data: 01/06/X1 – Estoque inicial e mercadoria (ventiladores) de R$ 10.000 (10 unidades compradas a R$ 1.000 cada uma) Data: 02/06/x1 – Venda de 6 unidades por R$ 8.000 Data: 10/06/x1 – Compra de 4 unidades a R$ 1.000 cada uma Data: 23/06/x1 – Venda de 6 unidades por R$ 8.500

cada uma Data: 23/06/x1 – Venda de 6 unidades por R$ 8.500

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1. Em 02/06: D - CAIXA

C - RECEITA DE VENDAS

8.000

D - CMV

C

- MERCADORIAS

6.000

Em 10/06: D - MERCADORIAS

C

- CAIXA

4.000

Em 23/06: D - CAIXA

C

- RECEITA DE VENDAS

8.500

D

- CMV

C

- MERCADORIAS

6.000

Em 30/06: D - CMV

C - MERCADORIAS

12.000 (CONF FICHA ESTOQUE)

Devemos analisar todas as possibilidades de atribuições de valor, sempre com base no custo (valor de aquisição). Os principais critérios são:

custo (valor de aquisição). Os principais critérios são: Preço específico PEPS ou FIFO (glossário)

Preço específico

Os principais critérios são: Preço específico PEPS ou FIFO (glossário)

PEPS ou FIFO (glossário)

são: Preço específico PEPS ou FIFO (glossário)

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28/05/2019 Disciplina Portal UEPS ou LIFO* *Que não é mais aceito pelas normas internacionais. INVENTÁRIO PERIÓDICO

UEPS ou LIFO*

*Que não é mais aceito pelas normas internacionais.

LIFO* *Que não é mais aceito pelas normas internacionais. INVENTÁRIO PERIÓDICO Média ponderada móvel (glossário)

INVENTÁRIO PERIÓDICO

Média ponderada móvel (glossário)

INVENTÁRIO PERIÓDICO Média ponderada móvel (glossário) Já sabemos que, para apuração do RCM, no caso do

Já sabemos que, para apuração do RCM, no caso do inventário periódico, precisamos do levantamento físico do estoque. Isso nos oferece uma informação extracontábil.

Logo:

Isso nos oferece uma informação extracontábil. Logo:

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28/05/2019 Disciplina Portal De acordo com a Receita Federal do Brasil: Para o cálculo da depreciação

De acordo com a Receita Federal do Brasil:

Disciplina Portal De acordo com a Receita Federal do Brasil: Para o cálculo da depreciação do

Para o cálculo da depreciação do período, a taxa de depreciação deve ser sempre aplicada sobre o valor de aquisição do bem – se NÃO apresentar valor residual (glossário)!

do bem – se NÃO apresentar valor residual (glossário) ! Por isso, primeiro, RETIRAMOS esse valor.

Por isso, primeiro, RETIRAMOS esse valor.

Exemplo

, Carro = 100.000 Valor residual = 10.000 (10%) 100.000 - 10.000 = 90.000 É sobre esse valor (90.000) que vamos aplicar a taxa de depreciação.

Mas, além da depreciação, é preciso verificar, pelo menos anualmente, a eventual necessidade de reconhecimento de perda por redução do valor recuperável do ativo, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos.

A despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado, a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo.

No entanto, por vezes, os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo são absorvidos para a produção de outros ativos. Nesses casos, a depreciação faz parte do custo de outro ativo e deve ser incluída em seu valor contábil.

Por exemplo, a depreciação de máquinas e de equipamentos de produção é incluída nos custos de produção de estoque. Por isso, de acordo com Ferrari (2014), utilizamos os métodos linear (ou de quotas constantes) e da soma

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dos dígitos. Saiba mais
dos dígitos.
Saiba mais

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MÉTODO LINEAR

Método que contabiliza, como despesa ou custo, uma parcela constante do valor do bem em cada período.

Vejamos uma aplicação desse método:

No início de janeiro, a empresa comprou um veículo com vida útil estimada de 5 anos pelo valor de R$ 30.000,00, sem valor residual estimado. Qual será o valor da depreciação?

Solução:

No final do primeiro ano, devemos reconhecer a despesa de depreciação de:

R$ 30.000,00 : 5 = R$ 6.000,00 por ano

de depreciação de: R$ 30.000,00 : 5 = R$ 6.000,00 por ano Para calcularmos o valor

Para calcularmos o valor da depreciação mensal, para efeito de apuração de resultados mensais, basta dividirmos o valor da depreciação anual por 12:

R$ 6.000,00 : 12 = R$ 500,00 por mês
R$ 6.000,00 : 12 = R$ 500,00 por mês
anual por 12: R$ 6.000,00 : 12 = R$ 500,00 por mês Se considerarmos um valor

Se considerarmos um valor residual de R$ 3.000,00, o valor anual da depreciação será:

(R$ 30.000,00 - R$ 3.000,00) : 5 = R$ 5.400,00 por ano
(R$ 30.000,00 - R$ 3.000,00) : 5 = R$ 5.400,00 por ano
(R$ 30.000,00 - R$ 3.000,00) : 5 = R$ 5.400,00 por ano Para calcularmos o valor

Para calcularmos o valor da depreciação mensal, para efeito de apuração de resultados mensais, basta dividirmos o valor da depreciação anual por 12:

R$ 5.400,00 : 12 = R$ 450,00 por mês
R$ 5.400,00 : 12 = R$ 450,00 por mês

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A

contabilização do valor da depreciação mensal será efetuada da seguinte forma: débito de despesa de depreciação

e

crédito da conta Depreciação Acumulada.

Portanto, o lançamento será:

Débito: Despesa de Depreciação = R$ 450,00;

Crédito: Depreciação Acumulada = R$ 450,00.

No final do primeiro ano, o Ativo Imobilizado da empresa deverá ser apresentado no BP da seguinte maneira:

Veículos = R$ 30.000,00

(-) Depreciação Acumulada (R$ 6.000,00) = R$ 24.000,00

Dessa forma, o leitor do BP saberá a idade aproximada do Ativo Imobilizado da empresa.

DEPRECIAÇÃO

Já entendemos que a depreciação é a diminuição parcelada de valor que os bens de uso da empresa sofrem.

Trata-se de considerar como despesa ou custo do período uma parte do valor gasto na compra desses bens de uso.

Nesse contexto, alguns conceitos são importantes. Vejamos:

Desgaste pelo uso
Desgaste pelo uso

Enfraquecimento da capacidade de produção.

Ação do tempo
Ação do tempo

Exposição aos rigores das variações atmosféricas, como o frio, o calor, a chuva, o sol, a umidade, a maresia etc.

Obsolescência

Em decorrência da evolução tecnológica, os bens se tornam ultrapassados, antiquados, arcaicos e caem em desuso.

A taxa de depreciação é aquela a partir da qual podemos esperar a utilização econômica do bem.

Devemos elaborar cálculos de depreciação com base nos prazos e nas taxas que, até então, eram fixados pela legislação tributária.

Entretanto, periodicamente, as empresas utilizam o critério da recuperabilidade, que consiste na revisão e no ajuste dos critérios usados para a determinação da vida útil econômica.

A legislação tributária, no RIR/99 (artigos 305 a 323), disciplina esse assunto determinando as contas sujeitas à

depreciação, bem como fixando prazos, taxas e critérios.

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Com o advento da Lei nº 11.638/2007 (glossário), cujos efeitos passaram a vigorar a partir de 01 de janeiro de 2008, as regras para a fixação do prazo e da taxa de depreciação – que, até então, era definida pelo fisco –, mudaram:

que, até então, era definida pelo fisco –, mudaram: agora, prevalece o prazo de vida útil
agora, prevalece o prazo de vida útil econômica do bem.
agora, prevalece o prazo de vida útil econômica do bem.

No parágrafo 3º do artigo 183 dessa lei, consta que as empresas deverão efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e intangível, a fim de que sejam registradas as perdas de valor do capital aplicado, e para revisar e ajustar os critérios utilizados para a determinação da vida útil – causas que justificam a depreciação.

Atenção

, A depreciação somente se inicia quando o bem está em condições de uso e de operação. Do contrário, não haverá mais cálculo nem contabilização, permanecendo o valor do bem e a depreciação acumulada com idêntico valor, até que haja reavaliação.

acumulada com idêntico valor, até que haja reavaliação. A amortização – que tem o mesmo sentido

A amortização – que tem o mesmo sentido da depreciação – é o valor correspondente à recuperação dos

investimentos feitos em bens intangíveis ou de valores aplicados em despesas que contribuam para a formação de resultados de mais de um exercício contábil, os quais serão lançados como custo ou encargo em cada exercício.

Trata-se, portanto, do desgaste do valor econômico do capital aplicado em bens intangíveis do ativo,
Trata-se, portanto, do desgaste do valor econômico do capital aplicado em bens
intangíveis do ativo, necessários à manutenção da empresa, ou seja, o desgaste
de bens imateriais.

Há uma conta de resultado (Amortização) e uma conta patrimonial (Amortização Acumulada).

Os bens do ativo intangível com vida útil indefinida não devem ser amortizados, pois, nesses casos, serão feitos testes de recuperabilidade.

EXAUSTÃO

A exaustão é a redução do valor, decorrente da exploração, dos recursos minerais, florestais e de outros recursos

naturais esgotáveis.

Nesse caso, existe uma perda de valor, porque as imobilizações suscetíveis de exploração – como, por exemplo, as reservas minerais e vegetais (bosques, florestas, jazidas etc.) – se esgotam no decorrer do tempo.

Aqui, devemos aplicar os mesmos métodos utilizados para a depreciação. Logo, seu lançamento é:

D

- Exaustão

C

- Exaustão Acumulada

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ATIVIDADES

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1 - Em 2 de janeiro de 2012, uma empresa comercial adquiriu mercadorias no valor de R$ 7.000,00, pagando 30% à

vista, e o restante, em fevereiro do mesmo ano. No dia 10 de janeiro, a empresa vendeu todas essas mercadorias por R$ 15.000,00, recebendo 50% à vista, e o restante, em fevereiro do mesmo ano.

Sabendo que utiliza o regime de competência, o resultado apurado pela empresa comercial com a venda dessas mercadorias foi:

R$ 5.400,00 em janeiro de 2012.pela empresa comercial com a venda dessas mercadorias foi: a) R$ 8.000,00 em janeiro de 2012.

a)

R$ 8.000,00 em janeiro de 2012.dessas mercadorias foi: R$ 5.400,00 em janeiro de 2012. a) b) R$ 12.900,00 em janeiro de

b)

R$ 12.900,00 em janeiro de 2012.em janeiro de 2012. a) R$ 8.000,00 em janeiro de 2012. b) c) R$ 5.400,00 em

c)

R$ 5.400,00 em janeiro de 2012 e R$ 2.600,00 em fevereiro de 2012.em janeiro de 2012. b) R$ 12.900,00 em janeiro de 2012. c) d) R$ 500,00 em

d)

R$ 500,00 em janeiro de 2012 e R$ 7.500,00 em fevereiro de 2012.em janeiro de 2012 e R$ 2.600,00 em fevereiro de 2012. d) e) Justificativa 2 -

e)

Justificativa

2 - Assinale a opção que apresenta apenas contas cujos saldos devem ser encerrados no fim do exercício:

Salários, aluguéis a pagar e receitas financeiras.cujos saldos devem ser encerrados no fim do exercício: a) Juros passivos, seguros a vencer e

a)

Juros passivos, seguros a vencer e juros ativos.Salários, aluguéis a pagar e receitas financeiras. a) b) Salários antecipados, receitas de vendas e encargos

b)

Salários antecipados, receitas de vendas e encargos de depreciação.a) Juros passivos, seguros a vencer e juros ativos. b) c) Aluguéis passivos, receitas de vendas

c)

Aluguéis passivos, receitas de vendas e despesas de seguros.receitas de vendas e encargos de depreciação. c) d) Aluguéis a vencer, receitas de aluguéis e

d)

Aluguéis a vencer, receitas de aluguéis e salários a pagar.passivos, receitas de vendas e despesas de seguros. d) e) Justificativa 3 - Quando da apuração

e)

Justificativa

3 - Quando da apuração de resultado positivo, o lucro é transferido para o PL por meio do seguinte lançamento:

Débito – Resultado/Crédito – Lucros ou Prejuízos Acumuladosé transferido para o PL por meio do seguinte lançamento: a) Débito – Lucros ou Prejuízos

a)

Débito – Lucros ou Prejuízos Acumulados/Crédito – ResultadoResultado/Crédito – Lucros ou Prejuízos Acumulados a) b) Débito – Receita/Crédito – Lucros ou Prejuízos

b)

Débito – Receita/Crédito – Lucros ou Prejuízos AcumuladosLucros ou Prejuízos Acumulados/Crédito – Resultado b) c) Débito – Lucros ou Prejuízos Acumulados/Crédito –

c)

Débito – Lucros ou Prejuízos Acumulados/Crédito – Receita– Receita/Crédito – Lucros ou Prejuízos Acumulados c) d) Débito – Receita/Crédito – Resultado e)

d)

Débito – Receita/Crédito – Resultado– Lucros ou Prejuízos Acumulados/Crédito – Receita d) e) Justificativa

e)

Justificativa

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Glossário

PEPS OU FIFO

Damos baixa no custo da seguinte maneira: o primeiro que entra é o primeiro que sai (PEPS) – também conhecido como FIFO (da expressão em inglês First-In-First-Out).

Assim, à medida que ocorrem as vendas, vamos dando baixa a partir das primeiras compras, o que equivaleria ao raciocínio de que vendemos primeiro as primeiras unidades compradas.

MÉDIA PONDERADA MÓVEL

O valor médio de cada unidade em estoque altera-se pela compra de outras unidades por um preço diferente. Assim, esse valor será calculado com base na divisão do custo do estoque pelas unidades existentes.

VALOR RESIDUAL

Valor estimado que uma entidade obteria pela venda do ativo após deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo já tivesse a idade e a condição esperadas para o fim de sua vida útil.