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ANATOMIA DA FOLHA

ESTUDO DIRIGIDO

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Professor: Saulo Pireda

1. O caule pode crescer indefinidamente, já as folhas não. Porque isto ocorre?


Ao contrário do caule, o crescimento apical na folha ocorre em um espaço curto e limitado de
tempo, sendo logo substituído pelos meristemas intercalar e marginal. O tamanho e a forma de
uma folha completa são determinados por vários fatores, como o tamanho do primórdio, a
velocidade de divisão e o alongamento celular.

2. Como acontece a ontogenia da folha?


A folha surge como uma expansão lateral do caule, a partir do meristema caulinar. Possui padrão
de crescimento tanto apical quanto marginal, porém determinado.

A folha inicia seu desenvolvimento a partir de divisões periclinais de células nas proximidades da
superfície do meristema apical. Concomitantemente ocorrem divisões anticlinais em uma ou mais
camadas da superfície.

O meristema da raiz não produz folha. Ele produz uma gema caulinar que dá origem à folha.

As células iniciais submarginais dão origem a todos os tecidos internos (sistema fundamental e
vascular). Divisões anticlinais e periclinais.

As células iniciais marginais dão origem a epiderme. Divisões anticlinais.

3. O que seria uma folha?


A folha é o órgão vegetal que mais sofreu modifi cações ao longo da evolução. Como resultado da
seleção natural, encontramos numerosos tipos de folhas; as inúmeras funções que elas podem
desempenhar são: • fotossíntese em folhas clorofi ladas; • proteção em espinhos e estípulas; •
suporte em gavinhas; • folhas especializadas no armazenamento como catáfi los, folhas
suculentas; captação de nutrientes em plantas insetívoras; • atração de polinizadores (bráctea,
pétalas, sépalas, tépalas); • reprodução vegetativa (folha da fortuna); • reprodução sexuada em
folhas carpelares, entre outras.

4. Qual a função dos tricomas nas folhas?


Tricomas são apêndices epidérmicos que podem ser formados por uma ou mais
células, atuam de diferentes formas, mas, na maioria das vezes, promovem a proteção
do vegetal. Apesar de se originarem sempre da protoderme, o desenvolvimento
dos tricomas é bastante complexo e variado, dependendo de sua estrutura e função;
podem reduzir a perda de água, por transpiração, das plantas que vivem em ambientes
escassos, auxiliar na defesa contra insetos predadores e diminuir a incidência luminosa.

5. Quais as funções das partes que constituem uma folha completa?


6.

7.
8. Qual o benefício da rota fotossintética C4 para as plantas?
9. A fotossíntese C4 é uma via fotossintética adaptativa que evoluiu para diminuir os efeitos
prejudiciais do declínio gradual de CO2 atmosférico, como a fotorrespiração, sendo
conhecida também como via de Hatch-Slack. É comum que em plantas C4, dois tipos de
células cooperem no processo de fixação de carbono: da bainha e do mesofilo. Embora
grande parte da bioquímica está bem caracterizada, pouco se sabe sobre o mecanismos
genéticos subjacentes à especificidade de células do tipo de condução C4. No entanto
vários estudos têm mostrado que age na regulação em múltiplos níveis, incluindo
transcricional, pós-transcricional, pós-traducionais e epigenéticos (MARENCO & LOPES,
2009).

10. Esse ciclo é típico de gramíneas tropicais, cana-de-açúcar e milho, além de ocorrer em
16 famílias tanto de monocotiledôneas quanto de dicotiledôneas e é particularmente
proeminente nas famílias Poaceae (milho, milheto, sorgo, cana-de-açúcar), Ciperaceae
e Chenopodiaceae. Nessa última, o gênero Atriplex possui espécies C3 e C4, o que
permite uma comparação mais próxima entre as duas vias fotossintéticas para estudos
sobre o comportamento de plantas C4 (BJÖRKMAN et al., 1971; PIMENTEL, 1985).
Aproximadamente 1% das espécies conhecidas possuem metabolismo C4. É importante
ressaltar também que oito entre as dez ervas invasoras mais importantes na agricultura
usam a via C4 (NOBEL,1991).

11. A anatomia “Kranz” (coroa ou grinalda em alemão) já era conhecida por HABERLANDT
(1884), sem que se soubesse o seu significado fisiológico. As plantas C4 possuem a
anatomia do tipo “Kranz”, com células distintas no mesófilo e na bainha perivascular.
Entretanto, durante esse processo evolutivo pode-se observar estágios intermediários
em que as células não possuem uma caracterização completa, nem da via C3, nem da
via C4. Essas espécies são chamadas de intermediárias C3-C4. Nesse processo pode-
se observar modificações graduais tanto anatômicas, quanto bioquímicas, até o total
estabelecimento do ciclo C4.

12. Nas plantas C4, a parede celular, entre as células externas da bainha perivascular e as
células mais internas do mesofilo, possui um número de plasmosdemos muito superior
às outras paredes celulares, permitindo assim o trânsito dos ácidos orgânicos para o
metabolismo C4, e também o trânsito de trioses-P, que transportarão energia e poder
redutor.