Вы находитесь на странице: 1из 26

N-2177 REV.

B JUN / 2002

PROJETO DE CRUZAMENTO E
TRAVESSIA DE DUTO TERRESTRE

Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


CONTEC deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
Comissão de Normas ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Técnicas Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 13 CONTEC - Subcomissão Autora.

Oleodutos e Gasodutos
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 25 páginas e Índice de Revisões


N-2177 REV. B JUN / 2002

1 OBJETIVO

1.1 Esta Norma estabelece critérios para projeto de cruzamento (com ou sem tubo-camisa)
e de travessia de duto terrestre.

1.2 Esta Norma estabelece critérios para o projeto de cruzamento que devem ser aplicados
para rodovias e ferrovias existentes e devem, também, servir de referência para a
adequação de dutos existentes à implantação de novas rodovias e ferrovias.

1.3 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.

1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas


para a presente Norma.

PETROBRAS N-464 - Construção, Montagem e Condicionamento de Duto


Terrestre;
PETROBRAS N-1502 - Revestimento Externo de Concreto em Dutos;
PETROBRAS N-2200 - Sinalização de Faixa de Domínio de Duto e Instalação
Terrestre de Produção;
API RP 1102 - Steel Pipelines Crossing Railroads and Highways.

3 DEFINIÇÕES

Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.31.

3.1 Arraste Submerso

Método de lançamento de duto em travessia de rios e lagos, caracterizado pelo


arrastamento da coluna, em contato com o fundo da vala, aberta no leito do rio ou lago,
utilizando-se flutuadores para a redução da reação de atrito desse arrastamento.

3.2 Autoridade Competente

Empresa pública ou privada, pessoa jurídica ou física, encarregada pela legislação vigente
de aprovar, autorizar ou fiscalizar a construção de dutos, incluindo cruzamentos, travessias
e passagens junto a instalações de concessionárias de serviços públicos. Na ausência de
legislação específica a autoridade competente é a própria empresa pública ou privada que
promove a construção do duto.

2
N-2177 REV. B JUN / 2002

3.3 Balsa de Lançamento

Método de lançamento de duto em travessia de rios e lagos no qual a coluna é montada,


tubo a tubo, sobre uma balsa ou flutuante e, em seguida, é lançada na vala aberta no leito
do rio ou lago, a medida que a balsa se desloca.

3.4 Cavalote

Trecho de duto com curvas verticais, utilizado nas travessias subterrâneas.

3.5 Cobertura

Nos dutos enterrados, é a menor distância, medida perpendicularmente ao duto, entre a sua
geratriz superior e o nível acabado do terreno.

3.6 Coluna

Conjunto de vários tubos ligados entre si a serem empregados na construção do duto.

3.7 Cruzamento

Obra correspondente à passagem de duto por rodovias, ferrovias, ruas e avenidas, linhas de
transmissão, outros dutos e instalações subterrâneas.

3.8 Curvamento Natural

Mudança de direção introduzida em trecho de duto dentro do regime elástico do material.

3.9 Desvio

Também denominado de ajuste de traçado, é a alteração em um pequeno trecho da diretriz


implantada, feita a partir de levantamento de campo, objetivando o contorno de um
obstáculo, e que normalmente não afeta a continuidade da obra.

3.10 Diretriz

Linha básica do caminhamento do duto e que coincide com a linha de centro da faixa.

3.11 Duto

Designação genérica de instalação constituída de tubos de aço ligados entre si e destinada


ao transporte de produtos líquidos e gasosos de petróleo, álcool, água de processo e
efluentes; o duto compreende o tubo-condução e quaisquer revestimentos externo e interno.

3
N-2177 REV. B JUN / 2002

3.12 Empurramento (“Pushing”)

Método de lançamento de duto, variante do método de flutuação, para travessia de grandes


áreas alagadas, geralmente onde não há correnteza, no qual a coluna, mantida à superfície
por meio de flutuadores, é empurrada água adentro à medida que vai sendo montada.

3.13 Estrada Secundária

Rodovia pública pavimentada, porém, sem melhoramentos e de menor importância


econômica; sob o enfoque desta Norma são vias sujeitas a eventual alargamento e
repavimentação com renivelamento de leito.

3.14 Estabilização (de Duto)

Cálculos e práticas construtivas destinadas a garantir o equilíbrio do duto, imerso em meio


líquido, durante e após sua instalação.

3.15 Extensão do Cruzamento

Comprimento de duto cuja cobertura mínima e outras exigências normativas devem


obedecer às FIGURAS A-1, A-2, A-3, A-4 e A-5 do ANEXO A.

3.16 Extensão da Travessia

Comprimento de duto cuja cobertura mínima e outras exigências normativas devem


obedecer às FIGURAS A-8, A-9, A-10, A-11 e A-12 do ANEXO A.

3.17 Faixa (de Domínio) ou Servidão (de Passagem)

Faixa de terreno de largura definida, ao longo da diretriz, onde o titular proprietário do imóvel
detém sua posse e da qual a PETROBRAS adquiriu o direito de implantar, instalar, operar e
manter um duto.

3.18 Flutuação

Método de lançamento de duto em travessia de rios e lagos, caracterizado pela flutuação da


coluna (ou do cavalote) à superfície da água, por meio de flutuadores que são retirados
quando a coluna se encontra posicionada verticalmente sobre a vala.

3.19 Interferência

Qualquer construção constituindo um obstáculo à passagem do duto.

3.20 Lançamento

Colocação da coluna no leito da vala utilizando equipamentos de içamento ou de tração.

4
N-2177 REV. B JUN / 2002

3.21 Linha Quente

Linha que transporta produto com altos pontos de fluidez ou viscosidade, aquecido a
temperatura superior à ambiente.

3.22 Obras Especiais

Obras civis e mecânicas, necessárias à construção do duto, cujo projeto e execução não se
enquadram em padrões.

3.23 Pista

Parte ou totalidade da faixa de domínio destinada aos trabalhos de construção e montagem


de dutos.

3.24 Ponto de Inflexão (PI)

Ponto na diretriz onde ocorre mudança de direção. É um termo consagrado na construção e


montagem de dutos e não tem relação direta com o termo homônimo do Cálculo Diferencial.

3.25 Tela de Segurança

Tela de material resistente, enterrada ao longo da vala, entre o duto e a superfície do


terreno, trazendo inscritas palavras de advertência quanto à existência do duto e à
possibilidade de sinistros.

3.26 Traçado

Representação em planta e perfil, contendo todas as informações, relativas às geometrias


do duto e da faixa, necessárias à construção do duto.

3.27 Travessia

Obra correspondente à passagem do duto através de rios, lagos, açudes, canais e áreas
permanentemente alagadas ou sobre depressões profundas (grotas).

3.28 Tubo-camisa

Tubo de aço no interior do qual o duto é instalado, destinando-se a dar-lhe proteção


mecânica nos cruzamentos e, eventualmente, possibilitar a substituição deste sem
necessidade de abertura de vala.

3.29 Tubo-condução

Ver definição de duto.

5
N-2177 REV. B JUN / 2002

3.30 Vala

Método de cruzamento no qual uma trincheira reta é aberta através da interferência a ser
cruzada.

3.31 Variante

Alteração em um pequeno trecho da diretriz implantada, feita a partir de levantamento de


campo, objetivando uma melhor solução do traçado e atendendo à necessidades que não
foram detectadas durante as fases de macro e micro localização.

4 CONDIÇÕES GERAIS

4.1 Requisitos de Segurança

4.1.1 Os critérios desta Norma contemplam requisitos de segurança para as condições


normalmente encontradas nas instalações de dutos. Requisitos de segurança para
condições excepcionais não constam desta Norma e devem ser identificados e aplicados de
acordo com a excepcionalidade de cada projeto.

4.1.2 Onde os regulamentos da autoridade competente prescreverem requisitos que


confiram à instalação um maior grau de proteção do que o aqui especificado, então, o grau
de proteção mais rigoroso deve prevalecer.

4.2 Condições Prévias para Execução de Cruzamentos e Travessias

4.2.1 Para cruzamentos e travessias nenhuma obra pode ter início sem que sejam
cumpridas as eventuais exigências do órgão ambiental.

4.2.2 Nenhuma obra de cruzamento ou de travessia pode ser iniciada sem a autorização da
autoridade competente.

4.2.3 Os métodos de construção de cruzamento e de travessia devem ser definidos a partir


das limitações existentes nas autorizações de passagem e devem ser baseados nas
condições estabelecidas no projeto mecânico do duto.

4.2.4 Os cruzamentos e as travessias devem ser projetados para serem executados por um
método aceitável por esta Norma e previamente aprovado, com base em um procedimento
qualificado.

4.2.5 O projeto mecânico do duto para trechos de cruzamento e de travessia deve definir,
previamente à execução da obra, a espessura de parede considerando o método construtivo
mais adequado a cada caso.

6
N-2177 REV. B JUN / 2002

4.3 Seleção dos Pontos de Cruzamento e de Travessia

4.3.1 A localização dos pontos de cruzamento e de travessia deve considerar os seguintes


aspectos:

a) limitação imposta, pelo projeto mecânico do duto, quanto aos raios mínimos de
curvatura dos trechos curvos, em função da passagem de pig instrumentado e
em função da temperatura de operação (no caso de linha quente);
b) limitação do comportamento elástico da linha, nas travessias, para dutos de
grande rigidez à flexão; uma análise deve ser feita demonstrando a
possibilidade do perfeito assentamento deste duto no fundo de vala, segundo o
perfil projetado;
c) inclinação do eixo do cruzamento ou da travessia, em relação ao eixo da
rodovia ou ferrovia ou do acidente natural, de modo a transpô-los no menor
comprimento possível;
d) disponibilidade de trechos retos de faixa, junto aos locais de cruzamento e
travessia, para instalação do duto, evitando-se pontos de inflexão muito
próximos dos referidos locais;
e) facilidade de acesso para a realização das atividades de construção e
manutenção;
f) disponibilidade de espaço para um eventual armazenamento e revestimento de
tubos;
g) existência de projetos de ampliação (no caso de cruzamentos) ou de
retificação, dragagem, etc. (no caso de travessias de rios e lagos);
h) necessidade de obras especiais;
i) riscos de danos (principalmente ambientais) e conseqüente indenização a
terceiros;
j) observância das normas e recomendações do proprietário ou órgão
responsável pela rodovia ou ferrovia (no caso de cruzamentos) ou pelo rio ou
lago (no caso de travessias);
k) escolha de áreas não sujeitas a alagamento.

4.3.2 A localização dos pontos de cruzamento e de travessia deve recair sobre áreas de
topografia pouco acidentada e que requeiram o mínimo de movimentação de terra e
serviços de recomposição de área; não sendo possível atender a essa recomendação
devem ser realizados estudos econômicos comparando as seguintes alternativas:

a) desvios ou variantes;
b) execução de serviços adicionais de movimentação de terra, bem como de
outras obras complementares.

4.3.3 Além das recomendações dos itens 4.3.1 e 4.3.2 devem ser observados para os
cruzamentos os seguintes pontos:

a) quando houver dúvidas quanto à existência de interferências subterrâneas,


deve ser executada uma sondagem, através de abertura de poços, ao longo do
cruzamento;
b) quando for prevista a utilização de tubo-camisa deve ser escolhido um trecho
da rodovia ou da ferrovia que esteja em ponto de transição entre corte e aterro
evitando, assim, movimentação de terra e curvas verticais desnecessárias;
c) deve ser, preferencialmente, estudada a possibilidade de realizar o cruzamento
através de galerias e pontilhões existentes;

7
N-2177 REV. B JUN / 2002

d) para cruzamentos onde os transtornos ao tráfego de veículos sejam


consideráveis devem ser utilizados métodos de perfuração de solo;
e) no cruzamento de faixa de linha de transmissão o duto deve passar
perpendicular à linha de transmissão, no centro do vão entre 2 torres ou
postes, sem interferir com seus cabos de aterramento;
f) no cruzamento com adutoras e outras tubulações o duto deve,
preferencialmente, passar por baixo destas, evitando que, em intervenções
futuras nessas linhas, haja escavações ao nível do duto;
g) as distâncias (folgas) vertical e horizontal entre o duto e a interferência a ser
cruzada devem ser suficientes para permitir a manutenção tanto do duto
quanto da estrutura que constitui a interferência;
h) nos cruzamentos sem tubo camisa em rodovias, avenidas e ruas em áreas
urbanas, deve ser prevista a colocação de tela de segurança com fita de aviso
e placa de concreto sobre o duto ao longo de toda extensão dentro dos limites
do cruzamento, conforme norma PETROBRAS N-464.

4.3.4 Além das recomendações dos itens 4.3.1 e 4.3.2 devem ser observados para
travessias os seguintes pontos:

a) a travessia de rios e lagos deve ser projetada em locais de margens bem


definidas;
b) a travessia de rios e lagos deve ser projetada em locais de margens e leitos
estáveis e permanentes;
c) nos rios navegáveis deve ser obtido junto à Capitania dos Portos as
informações sobre o tráfego de embarcações e sobre atividades pesqueiras no
local da travessia;
d) quando, por motivo de segurança, não for recomendável a travessia do duto
sobre ponte ou barragem existentes, a travessia deve ser realizada em local
convenientemente afastado da ponte ou barragem;
e) nos rios e lagos navegáveis a cobertura de projeto deve garantir uma relativa
segurança do duto ao impacto de embarcações que venham a naufragar e ao
impacto de cargas desprendidas de embarcações;
f) a travessia aérea autoportante deve sempre ser evitada só sendo justificável
nos casos de grotas.

4.4 Estudos Prévios

A seguir estão relacionados alguns estudos técnicos prévios que podem ser necessários,
dependendo da importância da obra, para a realização competente da construção; muitas
vezes alguns desses estudos já foram realizados pelo proprietário ou órgão responsável
pela interferência ou acidente natural e, nesse caso, devem ser utilizados como fonte
complementar de informação:

4.4.1 Para Cruzamento

a) sondagens geotécnicas;
b) levantamento cadastral.

8
N-2177 REV. B JUN / 2002

4.4.2 Para Travessia

a) estudos hidrológicos para determinação do regime do rio ou lago, incluindo:


migração das margens nos rios que atravessam planícies de inundação, perfil
de erosão no leito, transporte de sedimentos (volume e composição), área da
bacia de drenagem pluvial, vazão máxima centenária, velocidade, profundidade
etc;
b) sondagens geotécnicas nas margens e no leito dos rios e lagos;
c) dragagem de rios e canais;
d) represamento;
e) influência de linha de transmissão elétrica sobre o duto.

4.5 Métodos de Execução

4.5.1 Cruzamento

4.5.1.1 A escolha do método para a realização do cruzamento deve levar em conta as


normas e recomendações do proprietário da rodovia, ferrovia ou linha de transmissão, e
mais os seguintes aspectos:

a) profundidade e comprimento necessários ao cruzamento;


b) tipo de solo;
c) densidade de tráfego;
d) possibilidade de desvio do tráfego;
e) disponibilidade de área para instalação dos equipamentos;
f) nível do lençol freático;
g) ocorrência de alagamentos sazonais;
h) avaliação de riscos ambientais relativamente ao método empregado.

4.5.1.2 Para a execução de cruzamentos são aceitáveis os seguintes métodos:

a) vala;
b) perfuração a trado (“pipe jacking with auger boring” ou, simplesmente, “boring”);
c) cravação (“percussive moling”);
d) túnel;
e) tubovia com pontilhão e galeria;
f) furo direcional.

4.5.1.3 Caracterização dos métodos de cruzamento:

a) o método de escavação de vala caracteriza-se por alojar o duto dentro de uma


cava rasgada a céu aberto, através do leito da rodovia ou ferrovia;
b) o método de perfuração a trado caracteriza-se por introduzir o duto, com auxílio
de uma força de cravação, através de um furo feito a trado, sob o leito da
rodovia ou ferrovia, utilizando um equipamento especial (“boring machine”);
c) o método de cravação caracteriza-se por introduzir o duto, à força de
percussão, através do solo, sob o leito da rodovia ou ferrovia, sem a
necessidade da execução prévia de um furo; é utilizado, preferencialmente,
para cruzamentos curtos em solos pouco consistentes;

9
N-2177 REV. B JUN / 2002

d) o método de túnel caracteriza-se pela execução de uma escavação com seção


em arco, sob o leito da rodovia ou ferrovia, com a utilização de chapas de aço
corrugadas, montadas progressivamente com o andamento da escavação, de
modo a evitar o desmoronamento do solo;
e) os métodos de tubovia com pontilhão e de galeria caracterizam-se pela
construção de uma tubovia sob um pontilhão ou dentro de uma galeria
subterrânea, abaixo do leito da rodovia ou ferrovia;
f) o método de furo direcional caracteriza-se pela perfuração do solo a grande
profundidade e por considerável extensão, sob o leito da rodovia ou ferrovia,
feita por um equipamento especial, através da qual perfuração é instalado o
tubo-condução.

4.5.1.4 Cruzamento sem Tubo-camisa

Quando não houver exigência para utilização de tubo-camisa, por parte da autoridade
competente ou do órgão ambiental, o cruzamento deve ser executado, preferencialmente,
sem tubo-camisa.

4.5.2 Travessia

4.5.2.1 A escolha do método de realização da travessia deve levar em conta as normas e


recomendações dos órgãos responsáveis aos quais o rio, lago ou canal estão afetos, e mais
os seguintes aspectos:

a) lâmina d’água;
b) extensão da travessia;
c) natureza do leito do rio ou lago;
d) regime do rio ou lago (nível, correnteza, transporte de sedimentos, perfil de
erosão etc.);
e) dragagem de rios e lagos;
f) disponibilidade de área para instalação de equipamentos;
g) tráfego de embarcações;
h) necessidade de abertura de comportas em reservatórios;
i) avaliação de riscos ambientais relativamente ao método empregado.

4.5.2.2 Para a execução da travessia são aceitáveis os seguintes métodos:

a) subterrâneo;
b) furo direcional;
c) aéreo.

4.5.2.3 Caracterização dos métodos de travessia:

a) o método subterrâneo caracteriza-se por instalar o duto dentro de uma vala


aberta no leito do rio ou lago a qual é posteriormente fechada; o lançamento da
linha pode se dar por flutuação, arraste submerso ou balsa de lançamento;
b) o método de furo direcional caracteriza-se por perfurar profundamente o solo
sob o acidente natural a ser transposto, a partir das proximidades das margens
do rio ou lago, e instalar o duto no furo produzido por tal perfuração;

10
N-2177 REV. B JUN / 2002

c) o método aéreo caracteriza-se por instalar o duto sobre suportes em uma ponte
(convencional ou pênsil) ou outra estrutura, vencendo o acidente natural; para
a travessia aérea de grotas o duto pode ser instalado sem apoios
intermediários (estrutura autoportante).

4.6 Cruzamentos e Travessias Convencionais

4.6.1 O ANEXO A apresenta os cruzamentos e travessias considerados padronizados e de


uso mais geral; em locais onde houver necessidade de soluções particulares, deve ser
elaborado um projeto específico baseado nos critérios aqui estabelecidos.

4.6.2 O ANEXO A está ordenado da seguinte forma:

a) cruzamento de rodovias (FIGURAS A-1, A-2 e A-3);


b) cruzamento de ferrovias (FIGURAS A-4 e A-5);
c) dimensões de tubo-camisa e detalhe de vedação das extremidades
(FIGURA A-6);
d) cruzamento com tubos ou cabos (FIGURA A-7);
e) travessia de rios e canais de irrigação (FIGURAS A-8, A-9, A-10, A-11 e A-12).

4.7 Sinalização dos Cruzamentos e Travessias

Todos os cruzamentos e travessias devem ser sinalizados de acordo com a norma


PETROBRAS N-2200.

5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

5.1 Dimensionamento

5.1.1 Duto

5.1.1.1 O dimensionamento do duto, nos cruzamentos sem tubo-camisa, deve considerar,


no caso mais geral:

a) carga externa de peso de terra de cobertura;


b) carga externa de tráfego veicular;
c) pressão interna de projeto;
d) diferencial de temperatura (apenas para linha quente);
e) sobreespessura para corrosão.

5.1.1.2 O dimensionamento do duto, nas travessias, deve considerar, no caso mais geral:

a) carga externa de peso de terra de cobertura;


b) momentos de flexão decorrentes do curvamento natural;
c) pressão interna de projeto;
d) diferencial de temperatura (apenas para linha quente);
e) sobreespessura para corrosão.

11
N-2177 REV. B JUN / 2002

5.1.1.3 Para o dimensionamento do duto nos cruzamentos (sem tubo-camisa) e nas


travessias, a jaqueta de concreto não deve ser considerada como contribuinte para o
aumento da resistência mecânica do duto.

5.1.2 Estabilização por Lastreamento

5.1.2.1 Para a estabilização do duto nas travessias, durante o lançamento, deve ser feito
um cálculo de equilíbrio hidrostático relativo às forças de peso e empuxo e, se necessário,
um cálculo hidrodinâmico relativo à velocidade da correnteza do rio (no caso de rios).

5.1.2.2 Apenas no caso de travessia de cursos d’água e lagos não é considerada nos
cálculos de estabilização a contribuição do peso de terra de cobertura.

5.1.2.3 Nas travessias de rios, lagos e canais a estabilização da linha deve ser feita apenas
com a utilização de jaqueta de concreto, confeccionada de acordo com a norma
PETROBRAS N-1502; não é permitido, nas travessias, o emprego de selas, blocos de
concreto ou outros tipos de massas concentradas, para a estabilização de dutos.

5.1.2.4 A espessura mínima da jaqueta deve ser de 38 mm.

5.1.2.5 O peso específico do concreto para lastro deve ser no mínimo igual a
22 x 103 N / m 3 (2 240 kg / m3).

5.1.2.6 A resistência mínima à compressão do concreto deve ser de 15 MPa

5.1.2.7 Nas travessias, mesmo que o duto possua estabilidade à flutuação sem jaqueta, é
obrigatória, por questões de proteção mecânica, o emprego de jaqueta de concreto com a
espessura mínima de 38 mm confeccionada de acordo com a norma PETROBRAS N-1502.

5.1.3 Tubo-camisa

5.1.3.1 A seleção da espessura mínima de parede do tubo-camisa deve ser feita de acordo
com a TABELA da FIGURA A-6 do ANEXO A.

5.1.3.2 O tubo-camisa deve ter revestimento externo anticorrosivo e pode ser um tubo
API 5L Gr. B, novo ou usado; neste último caso o revestimento e o tubo devem estar em
bom estado de conservação.

5.1.3.3 O tubo-camisa deve ser instalado com inclinação mínima de 1 % no sentido da


lateral da faixa de domínio que apresentar a melhor condição de drenagem.

12
N-2177 REV. B JUN / 2002

5.1.3.4 O tubo-camisa, contendo o tubo-condução devidamente concretado, deve ter suas


extremidades vedadas com mastique asfáltico e bucha de lã-de-vidro ou estopa para
impedir a infiltração de água e de sólidos finos no seu interior.

5.1.3.5 Após a instalação do tubo-camisa, o fundo da vala adjacente a cada uma das
extremidades do tubo-camisa deve ser nivelado e compactado para garantir uma suportação
firme e contínua para o tubo-condução.

5.1.4 Jaqueta de Concreto para Proteção Mecânica

Nos cruzamentos de rodovias, ruas e avenidas (com ou sem tubo-camisa), e nas travessias
subterrâneas de rios, lagos e canais, o duto deve ter jaqueta de concreto de acordo com a
norma PETROBRAS N-1502 e fck ≥ 15 Mpa; nos cruzamentos de estradas secundárias não
há necessidade de jaqueta de concreto.

5.1.5 Laje de Concreto para Proteção Mecânica

Nos cruzamentos, quando for necessário conferir ao duto proteção mecânica adicional
contra cargas pesadas de tráfego de veículos especiais (de mineradoras, madeireiras etc.)
deve-se utilizar laje de concreto armado construída abaixo da pista de rolamento da rodovia,
rua ou acesso.

5.1.6 Reaterro de Vala nos Cruzamentos

Dois fatores a serem considerados como importantes medidas para melhoria do


desempenho das instalações em cruzamentos são, a seleção de um material
predominantemente arenoso para o reaterro da vala e uma eficiente compactação, por
camadas, desse material. Essas providências proporcionam uma redução da deflexão
diametral da tubulação (do tubo-camisa ou do tubo-condução), relativamente à condição de
instalação sem esses cuidados; obviamente, quando o tubo-condução possuir jaqueta de
concreto as referidas medidas terão efeito desprezível sobre a redução da deflexão tubular.

_____________

/ANEXO A

13
N-2177 REV. B JUN / 2002

ANEXO A - FIGURAS
PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200)
LIMITE DO CRUZAMENTO

TUBO-CONDUÇÃO
PONTO DE TESTE 2,00 m
DO SISTEMA (MÍN.)
DE PROTEÇÃO
CATÓDICA JAQUETA DE
CONCRETO
LIMITE DE FAIXA 1,00 m
DE DOMÍNIO (MÍN.)

2,00 m (MÍN.)
PARA CRUZAMENTO PARA DETALHE
ONDE INEXISTE VER FIGURA A-6
FAIXA DE DOMÍNIO

0,90m
TUBO-CAMISA
(MÍN.)

1,50m
(MÍN.)

REVESTIMENTO
ANTICORROSIVO DUPLO
(PARA OS BETUMINOSOS)
TRECHO RETO
COMPRIMENTO MÍNIMO
JAQUETA DE DE SEÇÃO PRÉ-TESTADA
CONCRETO
HIDROSTATICAMENTE
CONFORME
PETROBRAS N-464
PISTA DE ROLAMENTO
DA RODOVIA OU RUA EXTENSÃO DO
CRUZAMENTO

0,90m INCLINAÇÃO
MÍNIMA DE 1%
CANALETA DE (MÍN.)
DRENAGEM (TÍP.)

LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO
1,00 m
(MÍN.)

1,00 m
PARA EXECUÇÃO DE (MÍN.)
CRUZAMENTO ONDE O
MÉTODO DE INSTALAÇÃO
REQUER ABERTURA DE
POÇO DE ACESSO ESTE 2,00 m
COMPRIMENTO MÍNIMO (MÍN.)
DEVE SER DE 5,00 m
ALÉM DO LIMITE
DO CRUZAMENTO LIMITE DO CRUZAMENTO
COBERTURA MÍNIMA
DE PROJETO

FIGURA A-1 - RODOVIAS, RUAS E AVENIDAS COM TUBO-CAMISA

14
N-2177 REV. B JUN / 2002

PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200)

LIMITE DO CRUZAMENTO

TUBO-CONDUÇÃO

2,00 m
(MÍN.)
LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO

2,00 m (MÍN.)
PARA CRUZAMENTO JAQUETA DE
ONDE INEXISTE CONCRETO
FAIXA DE DOMÍNIO

0,90m
(MÍN.)

1,50m
(MÍN.)

TRECHO RETO REVESTIMENTO


ANTICORROSIVO DUPLO
JAQUETA DE
CONCRETO (PARA OS BETUMINOSOS)

COMPRIMENTO MÍNIMO
COMPRIMENTO DE DUTO
DE SEÇÃO PRÉ-TESTADA
CUJA ESPESSURA DE
PAREDE DEVE SER HIDROSTATICAMENTE
VERIFICADA DE ACORDO CONFORME
COM O API RP 1102 PETROBRAS N-464
PISTA DE ROLAMENTO
DA RODOVIA OU RUA EXTENSÃO DO
CRUZAMENTO

0,90m
CANALETA DE (MÍN.)
DRENAGEM (TÍP.)

LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO
1,00 m
(MÍN.)

2,00 m
PARA EXECUÇÃO DE (MÍN.)
CRUZAMENTO ONDE O
MÉTODO DE INSTALAÇÃO
REQUER ABERTURA DE ALÉM DO LIMITE
LIMITE DO CRUZAMENTO
POÇO DE ACESSO ESTE DO CRUZAMENTO
COMPRIMENTO MÍNIMO COBERTURA MÍNIMA
DEVE SER DE 5,00 m
DE PROJETO

FIGURA A-2 - RODOVIAS, RUAS E AVENIDAS SEM TUBO-CAMISA

15
N-2177 REV. B JUN / 2002

CURVAS DE CAMPO

LIMITE DO CRUZAMENTO

2,00 m
(MÍN.)

0,9 m
(MÍN.)
TRECHO RETO

PARA ESTRADAS VICINAIS LIGANDO 2,00 m REVESTIMENTO


COMUNIDADES RURAIS E FAZENDAS ESTA (MÍN.) ANTICORROSIVO DUPLO
COTA PODE SER REDUZIDA PARA 1,50 m (SÓ PARA OS BETUMINOSOS)

COMPRIMENTO DE DUTO
CUJA ESPESSURA DE
PAREDE DEVE SER
ESTRADA VERIFICADA DE ACORDO
COM O API RP 1102

EXTENSÃO DO
CANALETA DE CRUZAMENTO
DRENAGEM
0,9 m
(MÍN.)

2,00 m
(MÍN.)

LIMITE DO CRUZAMENTO

ALÉM DO LIMITE DO CRUZAMENTO


COBERTURA MÍNIMA DE PROJETO

FIGURA A-3 - ESTRADAS SECUNDÁRIAS SEM TUBO-CAMISA

16
N-2177 REV. B JUN / 2002

PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS TUBO-CONDUÇÃO
N-2200)
LIMITE DO CRUZAMENTO

PONTO DE TESTE 2,00 m


DO SISTEMA (MÍN.)
DE PROTEÇÃO JAQUETA DE
CATÓDICA
CONCRETO
LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO 1,00 m
(MÍN.)

PARA PARA DETALHE


CRUZAMENTO 1,00 m VER FIGURA A-6
ONDE INEXISTE
FAIXA DE (MÍN.)
DOMÍNIO
8,00 m
(MÍN.) 0,90 PARA RAMAIS
(MÍN.) SECUNDÁRIOS
E INDUSTRIAIS
ESTA COTA PODE
SER REDUZIDA
CANALETA DE
PARA 1,40 m
DRENAGEM
TUBO-CAMISA
1,70
(MÍN.) REVESTIMENTO
ANTICORROSIVO DUPLO
(PARA OS BETUMINOSOS)
cL TRECHO RETO
COMPRIMENTO MÍNIMO
JAQUETA DE
CONCRETO DE SEÇÃO PRÉ-TESTADA
HIDROSTATICAMENTE
cL CONFORME
INCLINAÇÃO PETROBRAS N-464
MÍNIMA DE 1%
EXTENSÃO DO
CRUZAMENTO

0,90
(MÍN.)
PÉ DO TALUDE
8,00 m
(MÍN.)

PARA CRUZAMENTO
ONDE INEXISTE
FAIXA DE DOMÍNIO
1,00 m
(MÍN.)

LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO 1,00 m
(MÍN.)

1,00 m
(MÍN.)
PARA EXECUÇÃO DE
CRUZAMENTO ONDE O
MÉTODO DE INSTALAÇÃO 2,00 m
REQUER ABERTURA DE
(MÍN.)
POÇO DE ACESSO ESTE
COMPRIMENTO MÍNIMO
DEVE SER DE 5,00 m ALÉM DO LIMITE LIMITE DO CRUZAMENTO
DO CRUZAMENTO
COBERTURA MÍNIMA
DE PROJETO

FIGURA A-4 - FERROVIA COM TUBO-CAMISA

17
N-2177 REV. B JUN / 2002

PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200)

LIMITE DO CRUZAMENTO

PONTO DE
TESTE DO TUBO-CONDUÇÃO
SISTEMA DE
PROTEÇÃO
2,00 m
CATÓDICA
(MÍN.)
LIMITE DE FAIXA
DE DOMÍNIO

2,00 m (MÍN.)
PARA CRUZAMENTO
ONDE INEXISTE
FAIXA DE DOMÍNIO

PARA RAMAIS
0,90 SECUNDÁRIOS E
(MÍN.) INDUSTRIAIS ESTA
CANALETA DE COTA PODE SER
DRENAGEM REDUZIDA
PARA 1,40 m

1,70
REVESTIMENTO
(MÍN.) TRECHO RETO
ANTICORROSIVO DUPLO
JAQUETA DE (PARA OS BETUMINOSOS)
CONCRETO
COMPRIMENTO MÍNIMO
COMPRIMENTO DE SEÇÃO PRÉ-TESTADA
DE DUTO CUJA
HIDROSTATICAMENTE
ESPESSURA DE
PAREDE DEVE CONFORME
JAQUETA DE
SER VERIFICADA PETROBRAS N-464
CONCRETO
DE ACORDO COM
EXTENSÃO DO
O API RP 1102
CRUZAMENTO

0,90
(MÍN.)

PÉ DO TALUDE

2,00 m (MÍN.)
PARA
CRUZAMENTO
ONDE
INEXISTE
LIMITE DE FAIXA FAIXA DE
DE DOMÍNIO DOMÍNIO
1,00 m
(MÍN.)

2,00 m
PARA EXECUÇÃO DE (MÍN.)
CRUZAMENTO ONDE O
MÉTODO DE INSTALAÇÃO
REQUER ABERTURA DE
POÇO DE ACESSO ESTE
COMPRIMENTO MÍNIMO ALÉM DO LIMITE LIMITE DO CRUZAMENTO
DEVE SER DE 5,00 m DO CRUZAMENTO
COBERTURA MÍNIMA
DE PROJETO

FIGURA A-5 - FERROVIA SEM TUBO-CAMISA

18
N-2177 REV. B JUN / 2002

PREENCHIDO COM MASTIQUE


APLICADO A QUENTE
BUCHA DE LÃ DE
VIDRO OU ESTOPA
TUBO-CAMISA

1,00m (MÍN.)

0,40m MANTER O TUBO 2 cm


TUBO-CONDUÇÃO
LEVANTADO POR UM CALÇO
(MÍN.)
PROVISÓRIO PARA PERMITIR
A VEDAÇÃO A TODA VOLTA
JAQUETA DE CONCRETO
ESPESSURA MÍNIMA DE 38mm (1 1/2")

ESPESSURAS MÍNIMAS DE PAREDE

PARA TUBOS-CAMISAS

DIÂMETRO NOMINAL SOB SOB


DO TUBO-CAMISA RODOVIAS FERROVIAS

10" 0,365" 0,365"

12" a 24" 0,375" 0,375"

26" a 30" 0,375" 0,406"


DIC= DEJ+10cm
(COMPRIMENTO ATÉ 24m) 32" 0,375" 0,438"
DIC= DEJ+15cm
DE DEJ 34" e 36" 0,375" 0,469"
(COMPRIMENTO > 24m)
38" 0,375" 0,500"

40" 0,375" 0,562"

42" 0,375" 0,562"

DE= DIÂMETRO EXTERNO DO TUBO-CONDUÇÃO 44" e 46" 0,438" 0,594"


DEJ= DIÂMETRO EXTERNO DA JAQUETA DE CONCRETO
48" 0,438" 0,625"
DIC= DIÂMETRO INTERNO MÍNIMO DO TUBO-CAMISA
52" 0,438" 0,688"

FIGURA A-6 - DIMENSÕES DE TUBO-CAMISA E DETALHE DE VEDAÇÃO DAS


EXTREMIDADES

19
N-2177 REV. B JUN / 2002

PLACA DE CONCRETO
E TELA DE SEGURANÇA TUBO OU CABO EXISTENTE
CONFORME PETROBRAS N-464

0,5 m H ( VER TABELA ABAIXO)


(MÍN.)

1,00m 1,00m
DUTO
3,00m 3,00m

6,00m 6,00m

REVESTIMENTO DUPLO (SÓ PARA OS BETUMINOSOS)

CRUZAMENTO SOB TUBOS OU CABOS

PLACA DE CONCRETO
E TELA DE SEGURANÇA TUBO OU CABO EXISTENTE
CONFORME PETROBRAS N-464

0,5 m
(MÍN.)

H
DUTO (VER TABELA ABAIXO)

1,00m 1,00m

3,00m 3,00m

6,00m 6,00m

REVESTIMENTO DUPLO (SÓ PARA OS BETUMINOSOS)

CRUZAMENTO SOBRE TUBOS OU CABOS A GRANDE PROFUNDIDADE

TUBOS METÁLICOS TUBOS NÃO-METÁLICOS OU CABOS


DESCRIÇÃO CABO
COMBUSTÍVEL NÃO-COMBUST. NÃO-COMBUST.
TELECOMUN. ELÉTRICO

H (mín.) 0,80m 0,60m 0,60m 0,60m 0,60m

NOTA: A COTA "H" (DISTÂNCIA ENTRE FACES DE TUBOS) É APLICÁVEL TAMBÉM A TUBOS PARALELOS.

FIGURA A-7 - CRUZAMENTO COM TUBOS OU CABOS

20
N-2177 REV. B JUN / 2002

PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200) LIMITE DA TRAVESSIA

5,00 m
(MÍN.)

5,00 m
(MÍN.)

MARGEM DEFINIDA

N.A. MÁX.

REVESTIMENTO
ANTICORROSIVO DUPLO
(PARA OS BETUMINOSOS)

COMPRIMENTO DE DUTO
CUJA ESPESSURA DE
JAQUETA DE TRECHO COM PAREDE DEVE SER DEFINIDA
CURVAMENTO PELO PROJETO
CONCRETO
NATURAL
SEÇÃO PRÉ-TESTADA
A A HIDROSTATICAMENTE
CONFORME
PETROBRAS N-464
VER FIGURA A-11
EXTENSÃO DA
TRAVESSIA

MARGEM DEFINIDA

JAQUETA DE
5,00 m CONCRETO
(MÍN.)

5,00 m
(MÍN.)

PLACA DE
SINALIZAÇÃO LIMITE DA TRAVESSIA
(VER PETROBRAS
N-2200) TUBO-CONDUÇÃO

ALÉM DOS LIMITES


DA TRAVESSIA,
COBERTURA DE PROJETO

FIGURA A-8 - TRAVESSIA DE RIO COM CURVAMENTO NATURAL

21
N-2177 REV. B JUN / 2002

LIMITE DA TRAVESSIA
E DA PERFURAÇÃO
PLACA DE
SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200)

50,00 m
(MÍN.)

MARGEM DEFINIDA

N.A. MÁX.

EXTENSÃO DA TRAVESSIA

COMPRIMENTO DE DUTO
10,00 m CUJA ESPESSURA DE PAREDE
(MÍN.) DEVE SER DEFINIDA PELO
PROJETO / EXECUTOR DA OBRA
COMPRIMENTO MÍNIMO
DE SEÇÃO PRÉ-TESTADA
HIDROSTATICAMENTE
CONFORME
PETROBRAS N-464

MARGEM DEFINIDA

50,00 m
(MÍN.)

TUBO-CONDUÇÃO

PLACA DE
SINALIZAÇÃO
LIMITE DA TRAVESSIA
(VER PETROBRAS
N-2200) E DA PERFURAÇÃO

ALÉM DOS LIMITES DA TRAVESSIA,


COBERTURA DE PROJETO

FIGURA A-9 - TRAVESSIA DE RIO COM FURO DIRECIONAL

22
N-2177 REV. B JUN / 2002

N-2200)
(VER PETROBRAS
SINALIZAÇÃO LIMITE DA TRAVESSIA
PLACA DE

CURVAS
DE CAMPO

5,00 m
(MÍN.)

5,00 m
(MÍN.)

MARGEM DEFINIDA

N.A. MÁX.

REVESTIMENTO
ANTICORROSIVO DUPLO
(PARA OS BETUMINOSOS)

COMPRIMENTO DE DUTO
A A
CUJA ESPESSURA DE
TRECHO RETO PAREDE DEVE SER DEFINIDA
PELO PROJETO
VER FIGURA A-11
SEÇÃO PRÉ-TESTADA
HIDROSTATICAMENTE
CONFORME
PETROBRAS N-464

EXTENSÃO DA
TRAVESSIA

MARGEM DEFINIDA

5,00 m
(MÍN.)

JAQUETA DE
CONCRETO 5,00 m
(MÍN.)

PLACA DE LIMITE DA TRAVESSIA


SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS
N-2200) TUBO-CONDUÇÃO

ALÉM DOS LIMITES


DA TRAVESSIA
COBERTURA DE PROJETO

FIGURA A-10 - TRAVESSIA DE RIO COM CAVALOTE

23
N-2177 REV. B JUN / 2002

PEDRA DE MÃO

0,6 m
REATERRO COM MATERIAL DE
(MÍN.)
GRANULOMETRIA ABERTA E
PEDRAS COM Ø<0,03m

0,3 m

AREIA

ESCAVAÇÃO EM LEITO DE ROCHA

INCLINAÇÃO DO
TALUDE CONFORME
CONDIÇÕES LOCAIS

REATERRO COM MATERIAL


NÍVEL DO LEITO DO RIO DA ESCAVAÇÃO

PELO PROJETO
1,50 m (MÍN.)
JAQUETA DE
CONCRETO

DUTO

ESCAVAÇÃO EM LEITO NORMAL


(ARGILA ARENOSA, AREIA SILTOSA, ETC)

SEÇÃO A-A

FIGURA A-11 - SEÇÃO "AA" NA TRAVESSIA DE RIO

24
N-2177 REV. B JUN / 2002

ALÉM DOS LIMITES


DA TRAVESSIA,
COBERTURA PLACA DE PLACA DE
DE PROJETO SINALIZAÇÃO SINALIZAÇÃO
(VER PETROBRAS (VER PETROBRAS
N-2200) N-2200)
N.A. MÁX.

1,5 m

TUBO-CONDUÇÃO
CURVAS DE CAMPO

JAQUETA DE CONCRETO

5,00 m TRECHO RETO 5,00 m


(MÍN.) (MÍN.)

REVESTIMENTO ANTICORROSIVO DUPLO (PARA OS BETUMINOSOS)

EXTENSÃO DA TRAVESSIA
LIMITE DA LIMITE DA
TRAVESSIA TRAVESSIA

FIGURA A-12 - TRAVESSIA DE CANAL DE IRRIGAÇÃO COM CAVALOTE

25
N-2177 REV. B JUN / 2002

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A
Não existe índice de revisões.

REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.2 a 1.4 Incluídos
2 Revisado
3.1 a 3.6 Incluídos
3.7 Revisado e Renumerado
3.8 a 3.10 Incluídos
3.11 Revisado e Renumerado
3.12 a 3.26 Revisados e Renumerados
3.27 e 3.28 Revisados e Renumerados
3.29 a 3.31 Incluídos
4.1 e 4.2 Incluídos
4.3 a 4.7 Revisados e Renumerados
5.1.1 a 5.1.6 Revisados e Renumerados
FIGURA A-1 a A-4 Revisadas
FIGURAS A-5 e A-6 Incluídas
FIGURAS A-7 e A-8 Revisadas e Renumeradas
FIGURA A-9 Incluída
FIGURA A-10 Revisada e Renumerada
FIGURAS A-11 e A-12 Incluídas

_____________

IR 1/1