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Universidade Federal de Mato Grosso

Departamento de Economia

Métodos Quantitativos em Economia I

Conjunto

Professora: Dra. Fernanda Rocha Gomes da Silva

Cuiabá
2017
2

Sumário

1 Conjunto 3
1.1 Conceitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.1.1 Conjunto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.1.2 Elemento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.1.3 Pertinência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1.1.4 Algumas notações para conjuntos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
1.1.5 Definições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1.2 Conjuntos Numéricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
1.2.1 Números Naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
1.2.2 Números Inteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
1.2.3 Números Racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
1.2.4 Números Irracionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
1.2.5 Números Reais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
1.3 Intervalos Numéricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
1.3.1 Intervalo Fechado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
1.3.2 Intervalo Aberto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
1.3.3 Intervalo Aberto à esquerda e Fechado à direita . . . . . . . . . . . . . . 10
1.3.4 Intervalo Fechado à esquerda e Aberto à direita . . . . . . . . . . . . . . 10
1.3.5 Intervalo Infinito e Fechado à esquerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.3.6 Intervalo Infinito e Aberto à esquerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.3.7 Intervalo Infinito e Fechado à esquerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.3.8 Intervalo Infinito e Aberto à esquerda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
1.3.9 Operações com Intervalos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
1.4 Exercı́cios Resolvidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

2 Lista de Exercı́cios 1 16
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1 Conjunto

A teoria avançada dos conjuntos foi desenvolvida por volta do ano 1872 pelo matemático
alemão Georg Cantor (1845 / 1918) e aperfeiçoada no inı́cio do século XX por outros ma-
temáticos, entre eles, Ernst Zermelo (alemão - 1871/1956), Adolf Fraenkel (alemão - 1891/
1965), Kurt Gödel (austrı́aco - 1906 /1978), Janos von Newman (húngaro - 1903 /1957), entre
outros.

1.1 Conceitos

Faremos uma revisão das principais noções da teoria de conjunto. Utilizaremos estas noções
para apresentar os conjuntos numéricos.

1.1.1 Conjunto

Conjunto é uma reunião de elementos.

Exemplo 1 Observe os seguintes conjuntos:

• O conjunto de todos os brasileiros.

• O conjunto de todos os números naturais.

• O conjunto de todos os números reais tal que x2 − 4 = 0.

Observação 1 Em geral, um conjunto é denotado por uma letra maiúscula do alfabeto: A, B, C, ..., Z.

1.1.2 Elemento

É um dos componentes de um conjunto.

Exemplo 2 Observe os seguintes elementos do exemplo anterior:

• José da Silva é um elemento do conjunto dos brasileiros.

• 1 é um elemento do conjunto dos números naturais.

• 2 é um elemento do conjunto dos números reais que satisfaz à equação x2 − 4 = 0.

Observação 2 Em geral, um elemento de um conjunto, é denotado por uma letra minúscula


do alfabeto: a, b, c, ..., z.
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1.1.3 Pertinência

É a caracterı́stica associada a um elemento que faz parte de um conjunto.

Exemplo 3 Observe os seguintes conjuntos:

• José da Silva pertence ao conjunto dos brasileiros.

• 3 pertence ao conjunto dos números naturais.

• -2 pertence ao conjunto de números reais que satisfaz à equação x2 − 4 = 0.

Observação 3 Simbologia

• Sı́mbolo de pertinência: Se um elemento pertence a um conjunto utilizamos o sı́mbolo ∈


que se lê: ”pertence”.

• Para afirmar que 1 é um número natural ou que 1 pertence ao conjunto dos números
naturais, escrevemos:
1∈N

• Para afirmar que -1 não é um número natural ou que -1 não pertence ao conjunto dos
números naturais, escrevemos:
−1 6∈ N

1.1.4 Algumas notações para conjuntos

Muitas vezes, um conjunto é representado por:

1) Apresentação
Os elementos do conjunto estão dentro de duas chaves.

a) A=a,e,i,o,u

b) N=1,2,3,4,...

c) M=João,Maria,José

2) Descrição
O conjunto é descrito por uma ou mais propriedades.
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a) A=x: x é uma vogal

b) N=x: x é um número natural

c) M=x: x é uma pessoa da famı́lia de Maria

3) Diagrama de Venn-Euler
Os conjuntos são mostrados graficamente.

Figura 1: Diagrama de Venn

1.1.5 Definições

• Dados os conjuntos A e B, diz-se que A está contido em B, denotado por A ⊂ B, se todos


os elementos de A também estão em B. O conjunto A é denominado subconjunto de B.

• A reunião ou união dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que per-


tencem ao conjunto A ou ao conjunto B.
Notação: A ∪ B = {x : x ∈ A ou x ∈ B}
Exemplo: Se A = {a, e, i, o} e B = {3, 4} então A ∪ B = {a, e, i, o, 3, 4}.

• A interseção dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao


conjunto A e ao conjunto B.
Notação: A ∩ B = {x : x ∈ A e x ∈ B}
Exemplo: Se A = {a, e, i, o} e B = {3, 4} então A ∩ B = .

• A diferença dos conjuntos A e B é o conjunto de todos os elementos que pertencem ao


conjunto A e não pertencem ao conjunto B.
Notação: A − B = {x : x ∈ A e x 6∈ B}
Exemplo: Se A = {2, 4, 6, 8} e B = {1, 2, 3, 4} então A − B = {6, 8}
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1.2 Conjuntos Numéricos

Para trabalharmos com números, devemos primeiramente ter um conhecimento básico de


quais são os conjuntos de números existentes atualmente.
A noção de número tem provavelmente a idade do homem e certamente sempre esteve ligada à
sua necessidade de registrar e interpretar os fenômenos que o cercavam.
Os primeiros sı́mbolos numéricos conhecidos surgiram com o intuito de representar a variação
numérica em conjuntos com poucos elementos. Com a ampliação e a diversificação de suas
atividades, o homem sentiu a necessidade de criar novos sı́mbolos numéricos e processos de
contagem e desenvolver sistemas de numeração.

1.2.1 Números Naturais

Vamos começar nos primórdios da matemática.


- Se eu pedisse para você contar até 10, o que você me diria?
- Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove e dez.
Pois é, estes números que saem naturalmente de sua boca quando solicitado, são chamados de
números NATURAIS, o qual é representado pela letra N .
Foi o primeiro conjunto inventado pelos homens, e tinha como intenção mostrar quantidades.

Observação 4 Originalmente, o zero não estava incluı́do neste conjunto, mas pela necessidade
de representar uma quantia nula, definiu-se este número como sendo pertencente ao conjunto
dos Naturais. Portanto:
N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, · · ·}

Como o zero originou-se depois dos outros números e possui algumas propriedades próprias,
algumas vezes teremos a necessidade de representar o conjunto dos números naturais sem incluir
o zero. Para isso foi definido que o sı́mbolo * (asterisco) empregado ao lado do sı́mbolo do
conjunto, que representa a ausência do zero. Veja o exemplo:

N ∗ = {1, 2, 3, 4, · · ·}
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1.2.2 Números Inteiros

Os números naturais foram suficientes para a sociedade durante algum tempo.


Com o passar dos anos, e o aumento das ”trocas”de mercadorias entre os homens, foi necessário
criar uma representação numérica para as dı́vidas.
Com isso inventaram-se os chamados ”números negativos”, e junto com estes números, um novo
conjunto: o conjunto dos números inteiros, representado pela letra Z.
O conjunto dos números inteiros é formado por todos os números NATURAIS mais todos os
seus representantes negativos.

Z = {· · ·, −2, −1, 0, 1, 2, · · ·}

Observação 5 Em algumas situações, teremos a necessidade de representar o conjunto dos


números inteiros que NÃO SÃO NEGATIVOS. Para isso emprega-se o sinal ”+”ao lado do
sı́mbolo.
Z+ = {0, 1, 2, 3, · · ·}

Note que agora sim este conjunto possui um inı́cio. E você pode estar pensando ”mas o zero não
é positivo”. O zero não é positivo nem negativo, zero é NULO. Também podemos representar
somente os inteiros NÃO POSITIVOS com:

Z− = {· · ·, −3, −2, −1, 0}

Este conjunto possui final, mas não possui inı́cio. E também os inteiros negativos.

1.2.3 Números Racionais

Olhando ainda pela linha do tempo, em um determinado momento começou a ficar crucial
a necessidade de se representar ”partes”de alguma coisa. Ex.: fatia de um bolo, pedaço de
um terreno,... e por essa necessidade foi inventado as frações. Para incluir os números ditos
fracionários, junto com os já existentes, criou-se o conjunto dos números RACIONAIS (Q), que
indica uma razão (divisão) entre dois números inteiros. Os números racionais são aqueles que
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podem ser expressos na forma ab , onde a e b são inteiros quaisquer, com b diferente de 0.

Q = { ab com a e b pertencentes a Z com b 6= 0}

Mas os números 6 e o 2,3 não têm o sinal de fração e são números racionais?
- Ora, o 6 pode ser representado pela fração 6/1 , e o 2,3 pode ser 23/10, portanto, se um
número tem a possibilidade de ser escrito em fração de números inteiros, é considerado racional.
Então me parece que todos os números com vı́rgula serão racionais?
- Não. Somente os que possuı́rem finitos algarismos após a vı́rgula, e as chamadas dı́zimas
periódicas, que possuem infinitos algarismos após a vı́rgula, mas são números racionais.

1.2.4 Números Irracionais

Se formos um pouco mais além na história, vamos chegar ao famoso teorema de Pitágoras.
Pense comigo: Se temos um triângulo com catetos medindo 1 unidade de comprimento. Pelo

teorema de Pitágoras, calculamos que o terceiro lado (a hipotenusa), vale 2.

- E quanto é?
- Não sabemos exatamente. O que se sabe é que não dá para representar como uma fração
de números inteiros, pois tem infinitas casas depois da vı́rgula (e não é uma dı́zima periódica).
Então não podemos chamá-lo de número racional.
Por este motivo houve a necessidade de criar-se mais um conjunto. Que, por oposição aos
números racionais, chama-se ”CONJUNTO DOS NÚMEROS IRRACIONAIS”.
Formado por todos os números que, ao contrário dos racionais, NÃO podem ser representados
por uma fração de números inteiros. Este conjunto é representado por I.
O conjunto dos números irracionais são aqueles que não podem ser expressos na forma ab , com
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a e b inteiros e b diferente de 0. São compostos por dı́zimas infinitas não periódicas.

√ √
Por exemplo, 0, 12352..., π, 3, 3 5 são irracionais.

Note que as dı́zimas periódicas são números racionais, enquanto as dı́zimas não periódicas
são números irracionais.

1.2.5 Números Reais

Os números racionais e irracionais foram utilizados por séculos e até hoje são considerados
os mais importantes. Por este motivo, foi dado um nome para o conjunto formado por todos
estes conjuntos. O nome escolhido foi ”CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS”que é a reunião
do conjunto dos números irracionais com o dos racionais.

1.3 Intervalos Numéricos

São subconjuntos de R. Os números reais são descritos geometricamente por uma reta. Cada
número corresponde a um ponto na reta e cada ponto determina um número real. Esse conjunto
de pontos é chamado de intervalo.

1.3.1 Intervalo Fechado

Números reais compreendidos entre a e b, incluindo os extremos. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R|a ≤ x ≤ b}

• Por intervalo:
[a, b]
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1.3.2 Intervalo Aberto

Números reais compreendidos entre a e b, excluindo os extremos. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/a < x < b}

• Por intervalo:
(a, b)

1.3.3 Intervalo Aberto à esquerda e Fechado à direita

Números reais compreendidos entre a e b, excluindo o a e incluindo o b. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/a < x ≤ b}

• Por intervalo:
(a, b]

1.3.4 Intervalo Fechado à esquerda e Aberto à direita

Números reais compreendidos entre a e b, incluindo o a e excluindo o b. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/a ≤ x < b}

• Por intervalo:
[a, b)
11

1.3.5 Intervalo Infinito e Fechado à esquerda

Números reais situados à direita de a, incluindo o próprio a. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/x ≥ a}

• Por intervalo:
[a, +∞)

1.3.6 Intervalo Infinito e Aberto à esquerda

Números reais situados à direita de a, excluindo o próprio a. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/x > a}

• Por intervalo:
(a, +∞)

1.3.7 Intervalo Infinito e Fechado à esquerda

Números reais situados à esquerda de b, incluindo o próprio b. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/x ≤ b}

• Por intervalo:
(−∞, b]
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1.3.8 Intervalo Infinito e Aberto à esquerda

Números reais situados à esquerda de b, excluindo o próprio b. Representação:

• Na reta numérica:

• Por compreensão:
A = {x ∈ R/x < b}

• Por intervalo:
(−∞, b)

1.3.9 Operações com Intervalos

As operações de União, Interseção e Diferença de intervalos obedecem às mesmas definições


dadas para operações com conjuntos, sendo que, preferencialmente, devem ser feitas através da
representação geométrica desses intervalos.

• União de Intervalos
É o intervalo formado por todos os elementos que pertençam a um dos intervalos ou ao
outro intervalo.

• Interseção de Intervalos
É o intervalo formado pelos elementos comuns aos dois intervalos.

• Diferença de Intervalos A − B
É o intervalo formado pelos elementos que pertencem ao intervalo A mas que não perten-
cem ao intervalo B.

Observação 6 :

• Os sı́mbolos −∞ e +∞ não são números;


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• Qualquer intervalo real é sempre um conjunto infinito;

• As operações com intervalos são as mesmas operações que efetuamos com conjuntos, pois
todo intervalo é um conjunto, assim podemos considerar ∪ (união), ∩ (intersecção) e −
(diferença) entre intervalos.

Exemplo 4 Dado os conjuntos abaixo, calcule as seguintes operações:

a) A = [2, 4] e B = [3, 5), encontre A ∪ B e A ∩ B

b) A = (−2, 4] e B = (1, 8), encontre A − B

c) A = [0, 5] e B = (−2, 3], encontre A − B

d) A = [−1, 3] e B = (−2, 0] e C = (−2, 5; −1], encontre A ∪ B ∪ C


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1.4 Exercı́cios Resolvidos

Exercı́cio 1 Um professor de Matemática, ao lecionar Teoria dos Conjuntos em uma certa


turma, realizou uma pesquisa sobre as preferências clubı́sticas de seus n alunos, tendo chegado
ao seguinte resultado:
- 23 alunos torcem pelo Paysandu Sport Club;
- 23 alunos torcem pelo Clube do Remo;
- 15 alunos torcem pelo Clube de Regatas Vasco da Gama;
- 6 alunos torcem pelo Paysandu e pelo Vasco;
- 5 alunos torcem pelo Vasco e pelo Remo.
Se designarmos por A o conjunto dos torcedores do Paysandu, por B o conjunto dos torcedores
do Remo e por C o conjunto dos torcedores do Vasco, todos da referida turma, teremos, eviden-
temente, A ∩ B = . Concluı́mos que o número n de alunos dessa turma é:

Solução
Para resolver essa questão, devemos desenhar os diagramas de todos os conjuntos descritos no
enunciado, destacando a sua intersecção.

Efetuando a adição, temos que: 17 + 18 + 5 + 6 + 4 = 50

Exercı́cio 2 Dado o conjunto A = {0, 1, 2, 4} e B = {2, 5, 7, 11}, encontre (A − B) ∩ (B − A)

Solução
Então a diferença de A − B = {0, 1, 4} e a diferença de B − A = {5, 11, 7} , e interseção é o
conjunto vazio, ou seja: (A − B) ∩ (B − A) = .
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Exercı́cio 3 Uma prova com duas questões foi dada a uma classe de quarenta alunos. Dez
alunos acertaram as duas questões, 25 acertaram a primeira e 20 acertaram a segunda questão.
Quantos alunos erraram as duas questões?

Solução
Para resolver essa questão, devemos desenhar os diagramas de todos os conjuntos descritos no
enunciado, destacando a sua intersecção.

Efetuando a adição, temos que 15+10+10=35


Assim, 35 alunos acertaram as questões, como a turma é composta por 40 alunos, temos que 5
alunos erraram as duas questões.
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2 Lista de Exercı́cios 1

Essa lista deverá ser entregue na aula subsequente ao termino do conteúdo acima.
Observem as datas estipuladas para a entrega da lista.
Não poderá entregar lista fora do prazo estipulado.

1) Quais as proposições são verdadeiras?


a) 0 ∈ N b) (2 − 3) ∈ N c) N ∈ Z
d) N ∪ Z− ⊂ Z e) Z+ ∩ Z= f) (−3)2 ∈ Z−
g) (−4)(−5) ∈ Z+ h) 0 ∈ Z− i) (5 − 11) ∈ Z

2) Quais as seguintes proposições são verdadeiras?


a) N ∈ Q b) Z ⊂ Q c) 0 ∈ Q
d) 517 ∈ Q e) 0, 4747... ∈ Q f) {4/7, 11/3} ⊂ Q
g) 1 ∈ Q − Z h) 2/7 ∈ Q − Z i) 14/2 ∈ Q − Z
√ √
j) ( 2 − 3 3) ∈ R − Q k) 121/147 < 131/150 l) r ∈ Q → −r ∈ Q

3) Quais as proposições abaixo são verdadeiras?


a) 3 ∈ R b) N ⊂ R c) Z ⊂ R
√ √
d) 1/2 ∈ R − Q e) 4 ∈ R − Q f) 3 4 ∈ R − Q
√ √ √ √ √ √
g) ( 2 − 3 3) ∈ R − I h) (3 2)/ 5 ∈ R − Q i) (3 2)/5 2 ∈ Q

4) Descrever,conforme a notação da teoria dos conjuntos,os seguintes intervalos:


[−1, 3] [0, 2[ ] − 3, 4[ ] − ∞, 5[ e [1, +∞[

5) Descrever os seguintes conjuntos:


a) [0, 2] ∩ [1, 3]
b) [0, 2] ∩ ]1, 3[
c) ] − 1, 2/5[ ∩ ]0, 4/3[
d) ] − ∞, 2] ∩ [0, +∞[
e) [−1, +∞[ ∩ [−9/2, 2[
f) [1, 2] ∩ [0, 3] ∩ [−1, 4]
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6) Determine os seguintes conjuntos:


a) [−1, 3] ∪ [0, 4]
b) ] − 2, 1] ∪ ]0, 5[
c) [−1, 3] ∪ [3, 5]
d) [−1/2, 0[ ∪ ] − 3/2, −1/4]

7) Num colégio de 100 alunos, 80 gostam de sorvete de chocolate, 70 gostam de sorvete de


creme e 60 gostam dos dois sabores. Quantos não gostam de nenhum dos dois sabores?

8) Segundo o matemático Leopold Kronecker (1823-1891), ”Deus fez os números inteiros,


o resto é trabalho do homem.”Os conjuntos numéricos são, como afirma o matemático,
uma das grandes invenções humanas. Assim, em relação aos elementos desses conjuntos,
é correto afirmar que:
A) o produto de dois números irracionais é sempre um número irracional.
B) a soma de dois números irracionais é sempre um número irracional.
C) entre os números reais 3 e 4 existe apenas um número irracional.
D) entre dois números racionais distintos existe pelo menos um número racional.
E)a diferença entre dois números inteiros negativos é sempre um número inteiro negativo.

9) Dados os conjuntos A = {0, 1, 2, 3, 4, 5}, B = {4, 5, 6, 7} e C = {4, 5, 6, 8}, descubra o


resultado de: (A − C) ∩ (B − C)

10) Uma editora entrevistou 200 alunos de uma escola, verificando se haviam lido os livros A
e B. Concluiu-se que 102 alunos leram o livro A, 32 leram ambos e 48 não leram esses
livros. Quantos leram somente o livro B?
a) 152
b) 134
c) 82
d) 50
e) 30
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11) A parte hachurada no diagrama que melhor representa o conjunto D = A − (B ∩ C) é:

12) Muitos jornais locais listam as ”ações de interesse local”. Suponha que, certo dia, um
investidos em perspectiva classificou 23 ações segundo os critérios:
- seu preço de fechamento do dia anterior foi menor que R$ 50/ações (conjunto C)
- sua taxa de valorização foi menor que R$ 20 (Conjunto P)
- seu dividendo por ação foi ao menos R$ 1,50 (conjunto D)
Dessas 23 ações:
16 pertencem ao conjunto P
12 pertencem ao conjunto C
8 pertencem ao conjunto D
3 pertencem ao conjunto C e D
10 pertencem ao conjunto C e P
7 pertencem ao conjunto D e P
2 pertencem aos 3 conjuntos.
Desenhe o diagrama de Venn que representa essas informações. Use o diagrama para
responder às seguintes questões:
a) Quantas ações tem preço de fechamento menor que R$ 50 por ação ou a taxa de
valorização menor que 20?
b) Quantas ações não representam nenhuma das caracterı́sticas do conjunto C, P ou D?
c) Quantas ações tem somente dividendos de ao menos R$ 1,50 por ação?