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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CÂMPUS BETIM

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE


BACHARELADO EM ENGENHARIA DE
CONTROLE E AUTOMAÇÃO

Betim
setembro/2018
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CÂMPUS BETIM

Reitor Prof. Kléber Gonçalves Glória


Pró-Reitor de Ensino Profª. Leila Maria de Carvalho Alves
Diretor Geral do Câmpus Profª. Luciana Batista de Lima
Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão Prof. Welinton La Fontaine Lopes
Coordenador do Curso Prof. Luciano Borges Oliveira

Equipe de Elaboração do PPC

Colegiado do Curso de Engenharia de Controle e Automação

Coordenador Prof. Luciano Borges Oliveira


Docente da área específica Prof. Welinton La Fontaine Lopes
Docente da área específica Prof. Victor Alves Silva e Melo
Docente da área específica (suplente) Prof. Maurício Monteiro da Silva
Docente da área comum Profª. Jaqueline das Graças Moura Oliveira
Docente da área comum Prof. Bruno de Souza Baptista
Docente da área comum (suplente) Prof. Thiago Alonso Merici
Representante Discente Zalber Luiz Vidotti Leal
Representante Discente Ari Costa Maximiano
Representante Discente (suplente) Fernando Andrade da Silva
Representante da Diretoria de Ensino Ped. Marina Lindaura Maranha Contarine
Representante técnico-administrativo Tec. Paulo André de Morais

Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Controle e Automação

Coordenador Prof. MSc. Luciano Borges Oliveira


Professor do Curso Prof. MSc. Luciana Batista de Lima
Professor do Curso Prof. MSc. Welinton La Fontaine Lopes
Professor do Curso Prof. MSc. Virgil Del Duca Almeida
Professor do Curso Prof. Dr. Helio Luiz Simonetti
Sumário
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO...................................................................................................7

1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO.......................................................................9

2. CONCEPÇÃO DO CURSO....................................................................................................11
2.1 Justificativa..........................................................................................................................11
2.2 Princípios norteadores do projeto.......................................................................................15
2.3 Objetivos.............................................................................................................................15
2.3.1 Objetivo Geral.............................................................................................................15
2.3.2 Objetivos específicos..................................................................................................16
2.4 Perfil profissional do egresso..............................................................................................16
2.5 Requisitos e Formas de Acesso ao Curso...........................................................................18
2.6 Representação gráfica do perfil de formação.....................................................................18

3. ESTRUTURA DO CURSO.....................................................................................................21
3.1 Organização Curricular.......................................................................................................21
3.1.1 Atividades Complementares.......................................................................................24
3.1.2 Estágio Supervisionado...............................................................................................25
3.1.3 Trabalho de Conclusão de Curso................................................................................26
3.1.4 Matriz curricular..........................................................................................................27
3.1.5 Ementário....................................................................................................................29
3.2 Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores........................................101
3.3 Metodologia de Ensino.....................................................................................................101
3.4 Modos de integração entre os diversos níveis e modalidades de ensino..........................106
3.5 Estratégias de apoio ao discente.......................................................................................106
3.6 Diplomas e certificados.....................................................................................................108
3.7 Administração Acadêmica do Curso.................................................................................109
3.7.1 Corpo Docente..........................................................................................................109
3.7.2 Corpo Técnico-administrativo...................................................................................110
3.7.3 Colegiado do Curso...................................................................................................110
3.7.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE)........................................................................112
3.8 Infraestrutura.....................................................................................................................113
3.8.1 Salas de aula..............................................................................................................114
3.8.2 Biblioteca...................................................................................................................114
3.8.3 Auditório....................................................................................................................114
3.8.4 Laboratórios e equipamentos....................................................................................114
3.8.5 Atendimento aos educandos com necessidades específicas.....................................115

4. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO...............................................................................117
4.1 Avaliação da Aprendizagem..............................................................................................117
4.2 Avaliação do Curso............................................................................................................119
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................................121

REFERÊNCIAS.........................................................................................................................123
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 7

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Denominação do curso Curso Superior em Engenharia de Controle e


Automação

Modalidade oferecida Bacharelado

Título acadêmico conferido Engenheiro(a) de Controle e Automação

Modalidade de ensino Presencial

Regime de matrícula Semestral/por crédito

Tempo de integralização Mínimo: 10 semestres


Máximo: 18 semestres

Carga horária mínima do curso 3600 horas

Número de vagas oferecidas por 35 (trinta e cinco)


processo seletivo

Turno de funcionamento Noturno

Endereço do Curso Rua Itaguassu, 595 – São Caetano. Betim/MG.


CEP 32677-780

Forma de ingresso Vestibular


SISU
Transferência Interna
Transferência Externa
Obtenção de Novo Título

Atos Legais Criação


Resolução do Conselho Superior do IFMG nº 22, de
15/09/2015
Autorização
Portaria IFMG nº 1292, de 15/09/2015
Portaria IFMG nº 1602, de 16/11/2015
Portaria IFMG nº 773, de 22/06/2016
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 9

1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
As transformações sociais da atualidade têm gerado mudanças profundas no mundo do trabalho.
Os desafios estão relacionados aos avanços tecnológicos e às novas expectativas das empresas
que agora enfrentam mercados globalizados, extremamente competitivos, os quais exigem mais
qualidade com menor custo.
Neste contexto, a Lei nº 9394/96, atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional –
LDBEN (BRASIL, 1996) – passa a tratar a educação profissional como parte do sistema educa-
cional. Neste novo enfoque foi destacada a relação entre educação escolar, processos formativos,
integração entre a educação profissional e as “diferentes modalidades de educação”, o trabalho,
a ciência e a tecnologia, e, ainda, estabelecidos reconhecimento e certificação de competências
adquiridas além do espaço escolar, permitindo a certificação de profissionais sem a necessidade
da educação formal.
Em 2004, o Decreto nº 5154 estabelece a atual subdivisão de níveis na educação profissional:
qualificação profissional (formação inicial e continuada de trabalhadores), educação profissional
técnica de ensino médio, e educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação
(BRASIL, 2004).
Dando continuidade à regulamentação e fortalecendo a educação profissional, o decreto de Lei
11.741/08 alterou dispositivos da Lei 9394/96, organizando-os em eixos tecnológicos de tal
forma a redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de
nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica.
Em 2008, a Lei n° 11.892/08 instituiu, no âmbito do sistema federal de ensino, a Rede Federal
de Educação Profissional, Científica e Tecnológica criando os Institutos Federais de Educação,
Ciência e Tecnologia. Desta forma, os Institutos Federais

(...) são instituições de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares


e multicampi, especializados na oferta de educação profissional e tecnológica
nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimen-
tos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas (...) (BRASIL,
2008, Art. 2º).

Neste contexto, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG),
com reitoria sediada em Belo Horizonte, foi criado mediante integração da Escola Agrotécnica
Federal de São João Evangelista, dos Centros Federais de Educação de Ouro Preto e de Bambuí
e das suas respectivas Unidades de Ensino Descentralizadas (UNEDs) – Congonhas e Formiga.
As atividades se iniciaram no câmpus Governador Valadares em 2010, seguido por Ouro
Branco, Betim, Ribeirão das Neves e Sabará em 2011, e posteriormente Santa Luzia, Piumhi,
Itabirito e Conselheiro Lafaiete em 2014. Junto a estas unidades, o IFMG conta com outras em
implantação, como Ponte Nova, Ibirité, Sete Lagoas, Coronel Fabriciano e Ipatinga, além de
unidades conveniadas com alguns municípios e o Estado.
O câmpus Betim iniciou suas atividades, em 2011, oferecendo à população betinense cursos téc-
nicos na modalidade subsequente nas áreas de Automação Industrial e Mecânica Industrial. Em
10 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

2014, com a aquisição da edificação denominada Unidade I do Câmpus, passou-se a ofertar tam-
bém cursos técnicos integrados em Automação Industrial, Mecânica Industrial e Química.
O eixo tecnológico escolhido para abertura de cursos na cidade de Betim foi definido em virtude
do Polo Industrial já consolidado localmente desde meados de 1960. O eixo compreende tecno-
logias associadas aos processos mecânicos, eletroeletrônicos e físico-químicos e abrange ações
de instalação, operação, manutenção, controle e otimização em processos, contínuos ou discre-
tos, localizados predominantemente no segmento industrial, contudo alcançando, também, em
seu campo de atuação, instituições de pesquisa, segmento ambiental e de serviços.
O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFMG 2014–2018 apresenta claramente a
missão e a visão do IFMG:

Missão: “Promover educação básica, profissional e superior, nos diferentes


níveis e modalidades, em benefício da sociedade”.
Visão: “Ser reconhecida nacionalmente como instituição promotora de educação
de excelência, integrando ensino, pesquisa e extensão.” (IFMG, 2014. p. 23).

O Câmpus Betim definiu a oferta do curso de Engenharia de Controle Automação, conforme


proposto neste Projeto Pedagógico de Curso (PPC), a partir do ano de 2015, com base no cená-
rio socioeconômico da cidade de Betim e em conjunto com as diretrizes instituídas pelo PDI
2014–2018 como documento norteador de objetivos, ações e metas a serem executadas pelo
IFMG.
A oferta deste curso, por uma instituição pública federal, visa contribuir para o fortalecimento
das demandas regionais de profissionais capacitados nesta área de formação, proporcionando a
inclusão social da comunidade betinense e de seu entorno, além da difusão do conhecimento
científico e tecnológico. Dessa forma, deseja-se proporcionar o rompimento das barreiras esco -
lares tanto por meio das atividades de extensão quanto por meio de pesquisas aplicadas con -
forme descritos na Metodologia de Ensino deste PPC. Pretende-se, portanto, incentivar e apoiar
ações que integrem escola e comunidade.
Seguindo esses preceitos, o presente Projeto Pedagógico propõe sistematizar a estrutura e orga -
nização do Curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação, a ser ofertado durante
o período noturno nas unidades I e II do Câmpus Betim, sendo a unidade I situada à Rua Karen
Lessa Rodrigues, nº 50, Bairro Arquipélo Verde, CEP: 32656-840, e a unidade II à Rua Itama-
rati, nº 140 Bairro São Caetano, CEP 32677-564, ambas em Betim/MG.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 11

2. CONCEPÇÃO DO CURSO
A criação dos cursos ofertados pelo Câmpus Betim do IFMG segue os princípios definidos pela
instituição, em sua missão de “Promover educação básica, profissional e superior, nos diferentes
níveis e modalidades, em benefício da sociedade”. (IFMG, 2014. p. 23).
O Curso de Engenharia de Controle e Automação está estruturado em três pilares:
• desenvolvimento de sistemas de controle de processos industriais;
• estruturação de projetos de automação;
• gerenciamento de projetos e processos.
Essa estrutura conforma, assim, uma consistente base técnico-científica, onde se organizam as
disciplinas dos núcleos básico, técnico e profissionalizante. Paralelamente, também voltados
para uma perspectiva humanista, a proposta de formação deste profissional sustenta-se nos valo -
res humano, ético, social e de qualidade de vida, de maneira a atuar de forma crítica e criativa,
voltado para contemplar as demandas da nossa sociedade. Essa concepção de curso sustenta-se
no Parecer nº CNE/CES 1362/2001 e sua respectiva Resolução CNE/CES 11/2002 que institui
as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Engenharia e os princípios nortea -
dores das Engenharias nos Institutos Federais.

2.1 Justificativa
Visando atender às prerrogativas da reestruturação da rede federal de educação profissional, no
sentido de promover o desenvolvimento local e regional, na perspectiva da construção da cida-
dania e sem perder a dimensão do universal, os Institutos Federais devem manter o diálogo vivo
e próximo com a realidade da população. Objetiva-se, desta forma, promover um olhar mais cri-
terioso em busca de soluções para a realidade de exclusão que ainda neste século castiga a socie-
dade brasileira no que se refere ao direito aos bens sociais e, em especial, à educação:

Assim cada Instituto Federal deve ter a agilidade para conhecer a região em que
está inserido e responder mais efetivamente aos anseios dessa sociedade, com a
temperança necessária quando da definição de suas políticas para que seja ver-
dadeiramente instituição alavancadora de desenvolvimento com inclusão social
e distribuição de renda. É essa concepção que dá suporte à delimitação da área
de abrangência dos Institutos Federais, qual sejam, as mesorregiões. A razão de
ser dos Institutos Federais, enquanto instituição voltada para educação profissio-
nal e tecnológica, comprometidas com o desenvolvimento local e regional, está
associada à conduta articulada ao contexto em que está instalada; ao relaciona-
mento do trabalho desenvolvido; à vocação produtiva de seu lócus; à busca de
maior inserção da mão-de-obra qualificada neste mesmo espaço; à elevação do
padrão do fazer de matriz local com o incremento de novos saberes, aspectos
que deverão estar consubstanciados no monitoramento permanente do perfil
socioeconômico, político e cultural de sua região de abrangência
(BRASIL/MEC, 2008, p.25).

A região de abrangência do IFMG Câmpus Betim fica em posição estratégica entre as cidades
do Polo Industrial da Região Metropolitana de Belo Horizonte – RMBH. O posicionamento geo-
gráfico do Câmpus permite o acesso de moradores de várias regiões vizinhas a Betim. O IFMG
12 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
2. CONCEPÇÃO DO CURSO

cumpre, então, seu papel de contribuir com a implementação de uma proposta de educação para
todos. O acesso ao Câmpus é fácil para os moradores das cidades circunvizinhas como Igarapé,
São Joaquim de Bicas, Sarzedo, Brumadinho, Contagem e Belo Horizonte. A Figura 1 mostra o
resultado da distribuição demográfica aferida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
– IBGE, em Censo feito em 2010.
Distribuição demográfica da cidade de BETIM

Figura 1: Distribuição etária da população de Betim (IBGE, 2010).


Os dados fornecidos pelo Censo mostram que, em 2010, 29% da população betinense compreen-
dia pessoas com idade entre 19 e 35 anos, possível faixa etária de grande parte do público-alvo
do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação. A Figura 2 mostra o percen -
tual da população, por faixa etária, que no ano do Censo frequentava creche ou escola. Observa-
se que existe um acesso universal de alunos ao ambiente escolar na faixa etária de 6 a 15 anos, o
que compreende o período do ensino fundamental. No entanto, no ensino médio e superior
existe uma menor atração de alunos.
Ao se considerar a faixa etária de 20 a 29 anos, menos de 19% da população betinense se encon -
tra frequentando algum nível escolar, ou seja, nota-se que a procura pela continuidade de forma -
ção em nível superior pelos jovens é pequena. Ainda sobre o ensino superior, o Programa Nacio-
nal de Amostra a Domicílios (PNAD) indica que, em 2010, 11.540 residentes da cidade de
Betim cursavam alguma graduação em nível superior, sendo que, destes, 88% estavam vincula-
dos a redes particulares de ensino, pois não havia oferta da rede pública na cidade.
Segundo dados de 2013 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Tei-
xeira (INEP), a cidade de Betim possuía mais de 20.689 estudantes de ensino médio que poten-
cialmente podem ingressar no curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação.
Observa-se, portanto, na cidade de Betim, uma carência de qualificação em nível superior e uma
carência de oferta de cursos em instituições públicas e gratuitas bem como há um público poten-
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 13
2.1 Justificativa

Percentual da população que frequenta creche ou escola.

Figura 2: Percentual da população betinense que frequenta a escola (IBGE, 2010).


cial se forem considerados os alunos egressos do ensino médio.
Dados fornecidos pelo IBGE, em 2010, descrevem que a força econômica de Betim se concentra
nas indústrias, sendo que este setor representa 56,9% do PIB do município. A Figura 3 ilustra a
composição do PIB de Betim, sendo que os demais setores econômicos se concentram no setor
de serviços, respondendo por 43% do PIB, e o setor agropecuário, com menos do que 0,1% do
produto interno bruto do município.
Produto Interno Bruto de Betim
14
12
10
bilhões de R$

Agropecuária: R$ 10,6 mi
8
Indústria: R$ 12,8 bi
6 Serviços: R$ 9,69 bi
4
2
0

Figura 3: Produto Interno Bruto de Betim – valor adicionado (IBGE, 2010).


É possível verificar que a força industrial de Betim é 23% maior que a força econômica de servi-
ços e muito superior à força agropecuária. Dessa forma, o município se fortalece como um polo
de desenvolvimento industrial de Minas Gerais, necessitando cada vez mais de força de trabalho
capacitada tecnicamente para as indústrias em crescimento latente.
Segundo dados publicados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral
de Empregados e Desempregados (CAGED), em Betim, 55% das oportunidades de emprego se
14 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
2. CONCEPÇÃO DO CURSO

concentram nos setores industriais de transformação. Neste sentido, e considerando as peculiari-


dades da população betinense economicamente ativa, o potencial de crescimento da cidade e as
demandas e oportunidades de empregabilidade, tem-se um cenário amplamente favorável à
implantação de uma instituição que atue na formação profissional técnica e tecnológica no
município.
Segundo Chaves (2005), as inovações tecnológicas, além da nova estruturação do processo pro -
dutivo, acarretam mudanças nos processos de trabalho e no perfil da mão de obra, exigindo não
só um profissional polivalente, mas também qualificado. Com isto, as contratações da população
economicamente ativa (PEA) de Betim, no segmento profissional, são estendidas apenas àqueles
possuidores de certificado de qualificação específica. A exigência da qualificação não abrange
apenas a área de profissão específica, mas também no setor não organizado, a qualificação está
abaixo do mínimo necessário para atuação.
Brito e Camargo (2007), em estudo apresentado sobre pesquisa de origem e destino, afirmam
que as vagas em diversos setores da economia de Betim são preenchidas por pessoas que não
residentes na cidade. O estudo atribui este fator emigratório à falta de estudo e qualificação da
população economicamente ativa de Betim.

A seletividade migratória seleciona positivamente (ou atraí) os que apresentam


maior nível educacional e maior nível de renda e “expulsa” as camadas popula-
cionais de baixa qualificação e renda. Apesar das melhorias verificadas entre os
períodos analisados, pode-se inferir que grandes partes dos imigrantes de Betim
possuem um baixo nível de renda e de escolaridade (BRITO e CAMARGO,
2007, p. 22).

Uma vez que o parque industrial de Betim é historicamente consolidado, no qual se verifica um
avanço dos processos industriais automatizados no ambiente produtivo, faz-se necessário, cada
vez mais, profissionais com a qualificação esperada para atender a esta demanda. Betim sedia
indústrias metalúrgicas de médio porte que têm como objetivo principal atender às duas maiores
empresas da região: a Refinaria Gabriel Passos – REGAP (Petrobrás) – e a FIAT Automóveis.
Tal estrutura industrial necessita de uma grande diversidade de trabalhadores especializados,
especificamente na área de tecnologia. Devido ao avanço tecnológico, os processos empregados
na diversidade de operações necessárias para fabricação de produtos não se encerram em um
processo fordista de manufatura, mas necessitam de conhecimento técnico profissional.
Tendo em vista o exposto sobre a realidade educacional e econômica da cidade de Betim, o
IFMG Câmpus Betim propôs a implantação de um curso de graduação em Engenharia de Con-
trole e Automação com o intuito de atender a demanda local por profissionais neste ramo de atu -
ação e suprir a carência por cursos de graduação. Segundo os dados publicados pelo
CAGED/MTE, entre janeiro de 2007 e maio de 2014, a Região Metropolitana de Belo Hori -
zonte, onde se encontra o parque industrial de Betim, demandou a contratação formal de 1.838
profissionais da área de Engenharia de Controle e Automação, lotados como engenheiros ou
analistas, representando uma média de 247 profissionais por ano. É interessante salientar que
isto representa 66% da demanda por profissionais desta qualificação no estado de Minas Gerais,
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 15
2.1 Justificativa

o que fortalece ainda mais o entendimento da importância da RMBH e, consequentemente, do


polo de Betim, no segmento de automação. O Curso em proposição oferecerá 30 vagas anuais.
Os egressos do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação do câmpus Betim
do Instituto Federal de Minas Gerais possuirão formação focada no crescimento tecnológico,
permitindo que, durante seus estudos, problemas técnicos sejam apresentados pelos professores
e resolvidos pelos alunos.

2.2 Princípios norteadores do projeto


A indissociabilidade entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão é um dos pilares do
IFMG, conforme consta no PDI 2014–2018. Essas três dimensões da prática acadêmica são pen-
sadas e planejadas já no processo de implementação de novos cursos, como é o caso do bachare-
lado em Engenharia de Controle e Automação do câmpus Betim.
O ensino e a extensão associados conduzem a transformações na prática pedagógica, pois estu-
dantes e docentes constituem-se em sujeitos do ato de aprender. A relação entre pesquisa e
extensão ocorre quando a produção do conhecimento é capaz de contribuir para a transformação
da sociedade. A extensão, como via de interação entre universidade e sociedade, constitui-se em
elemento capaz de operacionalizar a relação entre teoria e prática.
Além disso, na perspectiva de formação aqui expressa, sustenta-se a indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão como determinante de um percurso formativo interdisciplinar, possi-
bilitando a formação de um profissional multifacetado, esperado pelo mercado de trabalho.
Outro pilar importante do IFMG é o fomento ao empreendedorismo e à inovação tecnológica. O
Instituto tem como meta ser uma instituição propulsora do desenvolvimento local. Assim, o
Câmpus Betim almeja, com a oferta do bacharelado em Engenharia de Controle e Automação,
contribuir para o desenvolvimento industrial regional, formando profissionais para o trabalho
nas indústrias da cidade e região e, também, empreendedores aptos a criarem ou dirigirem
empresas correlatas com a engenharia de controle e automação.
O fomento ao desenvolvimento sustentável e a cooperação é um terceiro pilar importante no
IFMG. O Plano de Desenvolvimento Institucional propõe que os câmpus promovam o desenvol-
vimento da consciência social e ambiental, da preservação e sustentabilidade do meio ambiente
e da cooperação como alternativas para alcançar a sustentabilidade. Algumas atividades específi-
cas serão adotadas como forma de incentivar o espírito empreendedor, a cooperação, a inovação
tecnológica e o desenvolvimento sustentável, tais como: feira de ciência e tecnologia, projetos
de iniciação científica, visitas técnicas, realização e participação em eventos e palestras, criação
de empresa júnior, células de produção, monitoria, realização de estágio, entre outros.

2.3 Objetivos
2.3.1 Objetivo Geral
O curso de Engenharia de Controle e Automação tem como objetivo a formação de um enge -
16 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
2. CONCEPÇÃO DO CURSO

nheiro capaz de atuar no desenvolvimento de sistemas de controle de processos industriais, na


estruturação de projetos de automação e numa gestão voltada para o gerenciamento de projetos e
processos. Deverá atuar de maneira a considerar o contexto em que se insere, priorizando uma
visão globalizada, capaz de propor soluções para resolver os problemas com senso crítico e
ético.

2.3.2 Objetivos específicos


O Curso de Engenharia de Controle e Automação tem como objetivos específicos:
• Habilitar o profissional para estudar, projetar e especificar materiais, componentes, dispo-
sitivos ou equipamentos elétricos, eletromecânicos, eletrônicos, magnéticos, ópticos, de
instrumentação, de aquisição de dados e máquinas elétricas.
• Formar profissionais com capacidade para planejar, projetar, instalar, operar e manter sis-
temas de medição e instrumentação eletroeletrônica, acionamentos de máquinas, controle
e automação de processos, equipamentos dedicados, comando numérico e máquinas de
operação autônoma.
• Preparar o profissional para projetar, instalar e manter robôs, sistemas de manufatura e
redes industriais.
• Capacitar o profissional a coordenar e supervisionar equipes de trabalho, realizar estudos
de viabilidade técnico-econômica, executar e fiscalizar obras e serviços técnicos e efetuar
vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres técnicos.

2.4 Perfil profissional do egresso


Em sintonia com as propostas aprovadas para o Plano de Desenvolvimento Institucional, o curso
de Engenharia de Controle e Automação contribuirá para o fortalecimento das demandas regio-
nais, promovendo a difusão do conhecimento científico e tecnológico, a educação pública e gra -
tuita e a universalidade do acesso ao conhecimento.
O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil profissional de conclusão o engenheiro
com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver
novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais,
com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade, conforme artigo 3º
da Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002.
A estrutura do curso contempla as orientações do Ministério da Educação dispostas nos Referen -
ciais Nacionais dos Cursos de Engenharia:

Atendidos os conteúdos do núcleo básico da Engenharia, os conteúdos profissio-


nalizantes do curso são: Eletricidade; Métodos Numéricos; Circuitos Elétricos;
Circuitos Lógicos; Conversão de Energia; Controle de Sistemas Dinâmicos; Ele-
tromagnetismo; Eletrônica Analógica e Digital; Instrumentação Eletroeletrônica;
Materiais Elétricos; Matemática Discreta; Mecânica Aplicada; Modelagem,
Análise e Simulação de Sistemas; Robótica; Qualidade de Energia; Sistemas
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 17
2.4 Perfil profissional do egresso

Mecânicos; Sistemas Contínuos e Discretos; Pneumática e Hidráulica (Referen-


ciais Nacionais dos Cursos de Engenharia).

O Engenheiro de Controle e Automação, em sua atuação, projeta e específica equipamentos e


dispositivos de automação, sejam eletromecânicos, eletrônicos, magnéticos, de instrumentação,
ou de qualquer natureza relacionada à sua formação. Planeja, projeta, instala e gerencia a manu-
tenção e/ou a operação de sistemas de controle e automação de processos desde o nível da ins -
trumentação, passando pelos níveis de controle, supervisão e alcançando o gerenciamento da
planta. Dentre os equipamentos que compõem a diversidade do seu trabalho estão os sistemas de
medição, os sistemas de acionamento de máquinas elétricas, comandos numéricos, sistemas de
manufatura, redes industriais, robôs, bem como os diversos equipamentos de automação e con -
trole. Sua formação técnica, humana e gerencial deve permitir que o profissional atue na gestão
de equipes de trabalho, realize estudos de viabilidade técnico-financeira e emita laudos e parece-
res técnicos na sua área de competência.
No que se refere à sua atuação profissional, o egresso do curso de Engenharia de Controle e
automação está apto para trabalhar em concessionárias de energia, automatizando os setores de
geração, transmissão ou distribuição de energia; na automação de indústrias e na automação pre-
dial; com simulação, análise e emulação de grandes sistemas por computador; na fabricação e
aplicação de máquinas e equipamentos elétricos robotizados ou automatizados. O engenheiro
desta área desenvolverá suas atividades nos seguintes setores:
• Departamento/Divisão/Setor/Sessão de empresas químicas, petroquímicas, papel e celu-
lose, petróleo, alimentícias, têxteis, etc;
• Centros de pesquisa e desenvolvimento de automação em instituições públicas ou priva-
das;
• Assistência técnica em empresas fabricantes de equipamentos ou dispositivos eletroele-
trônicos;
• Empresas prestadoras de serviços de manutenção de instrumentos;
• Vendas de equipamentos e instrumentos;
• Representações de fabricantes diversos na área de automação/instrumentação;
• Empresas de projeto de automação/instrumentação;
• Planejamento de serviços de manutenção;
• Operação de unidades de processos discretos e contínuos.
De um modo geral, considera-se que o perfil do Engenheiro de Controle de Automação deva
contemplar os seguintes pontos:
• Ampla visão de Eletricidade e Eletrônica, bem como suas aplicações;
• Elaboração, análise, síntese e aperfeiçoamento de projetos de automação e controle de sis -
temas elétricos e instalações eletromecânicas;
18 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
2. CONCEPÇÃO DO CURSO

• Conhecimentos de processo de produção e suas aplicações;


• Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenha-
ria de controle e automação;
• Compreender e aplicar a ética, a legislação e a responsabilidade profissional;
• Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
• Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
• Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

2.5 Requisitos e Formas de Acesso ao Curso


As formas de acesso ao curso de Engenharia de Controle e Automação estão em conformidade
com o Regimento de Ensino do IFMG que, de acordo com a perspectiva de democratização da
educação superior brasileira, condizente com os pressupostos filosóficos de respeito às diferen-
ças, organiza seu processo seletivo, aberto a todas as pessoas, com deficiência ou não, e adota os
seguintes critérios:
• Edital do processo seletivo, que prevê ingresso através do aproveitamento dos resultados
do ENEM/SISU e ingresso por meio do sistema de cotas.
• Eventuais vagas remanescentes dos processos descritos acima ou decorrentes de evasão
durante o curso serão ofertadas, a partir de edital próprio, para transferência interna (reop-
ção de curso), transferência externa e obtenção de novo título.

2.6 Representação gráfica do perfil de formação


Conforme explicitado na seção 3.1 – Organização Curricular, o curso tem sua carga horária de
3600 horas composta por disciplinas (3000 horas), atividades complementares (240 horas) e
estágio supervisionado obrigatório (360 horas). As disciplinas são divididas em três grupos: núc-
leo básico (~30% da carga horária), núcleo profissionalizante obrigatório (15%) e conteúdo
específico (o restante). A página 19 apresenta a distribuição das cargas horárias das disciplinas
do curso, conforme disposto no item 3.1.4 – Matriz curricular, incluindo seus pré-requisitos,
representados por setas direcionadas. As disciplinas de núcleo básico são sinalizadas pelo fundo
, as do núcleo profissionalizante obrigatório por e o conteúdo específico tem fundo branco.
1º período 2º período 3º período 4º período 5º período 6º período 7º período 8º período 9º período 10º período
Metodologia
Fundamentos de Mecânica Análise de
Científica e Controle de
Matemática (30) Geral (30) Equações Sistemas Controle Carga
Tecnológica (30) Sistemas
Diferenciais Dinâmicos Digital Optativa
Dinâmicos
(60) Lineares (60) (60)
(60)
(60)
Carga
Cálculo I Cálculo II Cálculo III
Optativa
(60) (60) (60) Laboratório de Gerenciamento Carga
Laboratório de (120)
Circuitos de Projetos Optativa
Circuitos Processamento Controle (30)
Elétricos I (30) (30) (150)
Elétricos I de Sinais
(60) (60) Laboratório de
Introdução à Circuitos Elé- Conversão Conversão
Engenharia (30) tricos II (30) da Energia
Física I Física II (30)
2.6 Representação gráfica do perfil de formação

e Máquinas
(60) (60) Laboratório de
Laboratório de Elétricas
Circuitos
Física II (30) (60)
Elétricos II (30)
Eletrônica Eletrônica Acionamentos
Química
Geral de Potência Elétricos
Geral (60) Física III Eletrônica Instrumenta- Laboratório de
Laboratório de Laboratório (60) (60) (60)
de Física I (30) Operacional ção Industrial Acionamentos
Química (30)
(30) (30) (30) Elétricos (30)
Ciência e Tec-
nologia dos Probabilidade Laboratório de Laboratório de Sistemas Laboratório de Direito e
Geometria Álgebra Eletrônica de Legislação
Materiais e Estatística Eletrônica Instrumentação Supervisórios
Analítica (30) Linear (30) Potência (30) (30)
Sistemas Elétricos (30) (30) (30) (30) (30)
Digitais
Laboratório de Redes de Laboratório de Ecologia e
(60) Controladores Gestão Empre- Redes
Português Ins- Introdução à Sistemas Computadores Automação Proteção
Lógicos Pro- sarial e Empre- Industriais
trumental (30) Sociologia (30) Digitais (30) (30) endedorismo (30)
(30) Ambiental (30)
gramáveis (30) (30)
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18

Desenho Cálculo Ergonomia e Sistemas de


Técnico II Numérico Segurança do Qualidade
Sistemas de
(30) (30) Sistemas Trabalho (30) (30)
Algoritmos e Algoritmos e Desenho Fenômenos de Manufatura
Hidropneu-
Estruturas de Estruturas de Técnico I Transporte Industrial
Introdução à Economia para máticos Trabalho de Trabalho de
Dados I (60) Dados II (60) (60) (60) e CNC Conclusão de Conclusão de
Administração Engenharia (60)
(60) Curso I (30) Curso II (30)
(30) (30)
19
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 21

3. ESTRUTURA DO CURSO
O regime acadêmico do curso é organizado em períodos semestrais, totalizando 10 períodos,
considerados como o prazo mínimo para a integralização curricular, sendo o prazo máximo de
18 períodos.
A organização curricular está estruturada em um sistema de matrícula por disciplina, respei -
tando-se o cumprimento de pré-requisitos (disciplinas feitas em sequência específica) e corre-
quisitos (disciplinas que podem ser feitas no mesmo semestre, além de servir o pré-requisito). O
curso funcionará no turno noturno, tendo sido autorizadas o quantitativo de 30 (trinta) vagas por
ano, conforme Portaria 1.602/2015 (INSTITUTO…, 2015).

3.1 Organização Curricular


A Estrutura Curricular do curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação se baseia
nos Pareceres CNE nº 776/1997, CNE/CSE n os 583/2001 e 67/2003, que orientam as diretrizes
curriculares dos cursos de graduação. A contabilização da carga horária (CH) do curso se res-
palda no Parecer CNE/CES nº 261/2006.
Em seu Artigo 6º, a Resolução CNE/CES 11/2002 define parte do conteúdo curricular, dividido
em um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de
conteúdos específicos que caracterizem a modalidade do curso de engenharia. Os conteúdos
básicos são constituídos pelo conjunto de conhecimentos comuns a todo engenheiro, indepen-
dentemente da sua área de formação no campo da Engenharia. Segundo a Resolução, os cursos
de Engenharia deverão oferecer um núcleo de conteúdos básicos de cerca de 30% da carga horá -
ria total mínima prevista nas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Engenharia (que é de
3600 horas-aula, totalizando 1080 horas-aula para os conteúdos básicos). As disciplinas que
compõem este núcleo, para este curso, são:

Carga Horária (h) de disciplinas do núcleo básico


Disciplina C.H.
Metodologia Científica e Tecnológica 30
Comunicação e Expressão 30
Algoritmos e Estrutura de Dados I 60
Desenho Técnico I 60
Fundamentos de Matemática 30
Geometria Analítica 30
Álgebra Linear 30
Cálculo I 60
Cálculo II 60
Cálculo III 60
Equações Diferenciais 60
Probabilidade e Estatística 30
22 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Carga Horária (h) de disciplinas do núcleo básico


Disciplina C.H.
Física I 60
Física II 60
Física III 30
Laboratório de Física I 30
Laboratório de Física II 30
Fenômenos de Transporte 60
Mecânica Geral 30
Circuitos Elétricos I 60
Química Geral 60
Laboratório de Química Geral 30
Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos 30
Introdução à Administração 30
Economia para Engenharia 30
Ecologia e Proteção Ambiental 30
Introdução à Sociologia 30
Direito e Legislação 30
Total 1170

O núcleo de conteúdos profissionalizantes deve totalizar, conforme as Diretrizes Curriculares


para os cursos de Engenharia, 15% do curso (540 horas), sendo composto de matérias de áreas
específicas. As disciplinas que compõem o núcleo profissionalizante do curso de Engenharia e
Controle e Automação são listadas abaixo:

Carga Horária (h) de disciplinas do


núcleo profissionalizante obrigatório
Disciplina C.H.
Algoritmos e Estrutura de Dados II 60
Circuitos Elétricos II 30
Sistemas Digitais 60
Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares 60
Controle de Sistemas Dinâmicos 60
Controle Digital 60
Instrumentação Industrial 30
Conversão da Energia e Máquinas Elétricas 60
Eletrônica Geral 60
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 23
3.1 Organização Curricular

Carga Horária (h) de disciplinas do


núcleo profissionalizante obrigatório
Disciplina C.H.
Eletrônica Operacional 30
Ergonomia e Segurança do Trabalho 30
Gestão Empresarial e Empreendedorismo 30
Cálculo numérico 30
Sistemas de Qualidade 30
Total 630

O núcleo de conteúdos específicos não exige uma carga horária mínima, e as disciplinas envol-
vem aprofundamento do núcleo profissionalizante conforme interesse e capacidade de cada
Estabelecimento de Ensino. A composição do núcleo específico deste curso é listada a seguir.

Carga Horária (h) de disciplinas de conteúdo específico


Disciplina C.H.
Introdução à Engenharia 30
Redes de Computadores 30
Desenho Técnico II 30
Controladores Lógicos e Programáveis 30
Processamento de Sinais 60
Sistemas Hidropneumáticos 60
Sistemas Supervisórios 30
Redes Industriais 30
Sistemas de Manufatura Industrial e CNC 60
Gerenciamento de Projetos 30
Laboratório de Circuitos Elétricos I 30
Laboratório de Circuitos Elétricos II 30
Laboratório de Sistemas Digitais 30
Laboratório de Eletrônica 30
Laboratório de Conversão 30
Laboratório de Instrumentação 30
Laboratório de Controle de Processos 30
Laboratório de Automação 30
Eletrônica de Potência 60
Laboratório de Eletrônica de Potência 30
Acionamentos Elétricos 60
24 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Carga Horária (h) de disciplinas de conteúdo específico


Disciplina C.H.
Laboratório de Acionamentos Elétricos 30
Trabalho de Conclusão de Curso I 30
Trabalho de Conclusão de Curso II 30
Disciplinas Optativas 330
Atividades complementares 240
Estágio obrigatório 360
Total 1800

Expressando-se os valores em horas-relógio, o Curso de Engenharia de Controle e Automação


dispõe de uma carga horária de 3000 (três mil) horas de disciplinas, 360 (trezentas e sessenta)
horas para a realização do Estágio Profissional Supervisionado e 240 (duzentas e quarenta)
horas para Atividades Complementares de graduação, totalizando 3600 (três mil e seiscentas)
horas-relógio, divididas em dez semestres (cinco anos).

3.1.1 Atividades Complementares


A complementação de carga horária por meio de atividades complementares visa possibilitar ao
aluno e incentivá-lo na participação de eventos externos ao curso para capacitação técnico-cien -
tífica e troca de conhecimento.
A matriz curricular do curso prevê a realização de duzentas e quarenta (240) horas de atividades
complementares, concomitantes ao período em que o aluno esteja matriculado no curso, com
validação de carga horária e natureza das atividades aproveitáveis dispostas em regulamento
próprio, listadas resumidamente abaixo. As atividades são divididas em dois grupos: A (ativida -
des acadêmicas, extracurriculares, vivência profissional e produção científica) e B (participação
em eventos e voluntariado), sendo necessário o aproveitamento de ao menos 80% do total (192
horas) de atividades do grupo A, e a realização de ao menos três atividades distintas para totali -
zação da carga horária.

Lista de possíveis Atividades Complementares de Graduação


GRUPO A
Atividade Acadêmica
A.1 Disciplina cursada em outro Curso Superior ou de Pós-graduação pre-
sencial, reconhecidos pelo MEC.
A.2 Iniciação à Pesquisa ou à Extensão
A.3 Monitoria e/ou tutoria
A.4 Representação em órgão colegiado
A.5 Exercício de cargo de representação estudantil
Atividade extracurricular
A.6 Disciplinas ou curso concluído na modalidade EAD, reconhecido pelo
MEC
A.7 Curso de língua estrangeira
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 25
3.1.1 Atividades Complementares

Lista de possíveis Atividades Complementares de Graduação


A.8 Cursos/Oficinas inseridos em Eventos de Extensão
A.9 Intercâmbio cultural
A.10 Certificação de competência
A.11 Visita técnica
Vivência profissional
A.12 Estágio curricular não obrigatório
A.13 Prática Profissional em período diferente do estágio obrigatório
Participação em eventos científicos
A.14 Apresentação de trabalho
A.15 Competição de protótipos ou de cunho acadêmico
A.16 Condução de oficinas ou minicurso
A.17 Participação em minicurso
A.18 Organização de eventos na Instituição
A.19 Ouvinte em palestras, sessões técnicas, seminários e similares
Publicação
A.20 Artigo Completo em revistas impressas ou virtuais
A.21 Autoria ou coautoria de livro ou capítulo de livro
A.22 Resumos de trabalhos científicos em publicações impressas ou virtuais
GRUPO B
Participação em eventos
B.1 Participação em competições esportivas oficiais
B.2 Participação em competições esportivas oficiais
B.3 Participação em atividades de enriquecimento sócio-cultural: organiza-
ção ou atuação em eventos culturais (música, dança, teatro, etc);
Voluntariado
B.4 Ação Social
B.5 Doação de sangue ou medula

A validação das atividades é feita semestralmente, ao início do período letivo, mediante solicita-
ção de avaliação feita na Secretaria Acadêmica. São validados, por banca composta a critério do
Colegiado de Curso, os certificados de atividades realizadas exclusivamente no semestre ante-
rior ao da solicitação, que são posteriormente computados para a carga total de atividades com-
plementares em lançamento feito pela Secretaria Acadêmica.

3.1.2 Estágio Supervisionado


Conforme obrigatoriedade expressa nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Gradu -
ação em Engenharia (Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, Art. 7º), o estágio super-
visionado é uma etapa integrante e obrigatória na formação do engenheiro. Assim, levando em
conta o disposto na Lei do Estágio (Lei nº 11.788, de 25/09/2008) e na Resolução nº 029 de
Setembro/2013 do IFMG, que aprova o regulamento de estágio na instituição, estabelecem-se
como critérios do estágio do curso de Engenharia de Controle e Automação:
I. Entende-se como estágio obrigatório o aproveitamento de atividade profissional, decor-
rente de contrato de estágio ou contrato regular de trabalho, como componente curricular
que atesta a experiência profissional do docente, sob orientação, na área do curso. A vali-
dação da atividade de estágio obrigatório é composta de duas etapas:
26 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

a) Validação inicial (matrícula): de posse do contrato de trabalho (ou de estágio) e do


plano de trabalho, assinado por um supervisor, o aluno protocolará um pedido para
validação do estágio obrigatório como tal, na secretaria acadêmica do curso. A docu-
mentação será avaliada pela coordenação do curso, que analisará a área de atuação e
atribuirá um professor-orientador para acompanhamento do estágio. Só será apro-
vada a atividade de estágio obrigatório para estudantes que tenham integralizado ao
menos 50% da carga horária total do curso (1800 horas) na ocasião do protocolo do
pedido.
b) Validação final (avaliação): O estudante deverá apresentar um relatório de ativida-
des e comprovação de cumprimento da carga horária do estágio para integralização
curricular. Os relatórios de estágio serão avaliados por comissão própria, formada a
critério do Colegiado de Curso e, se aprovados, farão jus ao lançamento da carga
horária pela secretaria acadêmica.
II.O Estágio Curricular Obrigatório tem duração de 360 horas, tempo que não pode ser apro -
veitado em qualquer outra atividade no curso – as horas de estágio que ultrapassarem este
limite, no entanto, podem ser aproveitadas, caso haja previsão.
III. Sendo o estágio atividade obrigatória, somente após seu término será concedido o certifi-
cado de conclusão do curso. É dada ao aluno a condição de matrícula no curso enquanto
estiver em validade o contrato de estágio – caso o contrato de estágio esteja vigorando
durante vários semestres letivos, a matrícula exigida semestralmente será suficiente para
cobrir a exigência de vínculo com a escola. Não obstante, se ainda houver a continuidade
do tempo do contrato de estágio após a conclusão de toda a carga horária de disciplinas do
curso, será permitido ao aluno renovar sua matrícula, sem que o mesmo tenha necessidade
de cursar outra disciplina.
IV. Contratos regulares de estágio (não obrigatórios) podem ser celebrados a qualquer
tempo, por qualquer aluno, lembrando as necessidades legais de haverem:
a) contrato entre três partes (empresa – “provedora” –, escola e aluno): o contrato pode
surgir de três ocasiões: 1) as empresas encaminham a oferta à escola; 2) a escola pro-
cura pela oferta no mercado/empresa; 3) o aluno procura pela oferta no merca-
do/empresa. Em todos os casos, o estágio em oferta deverá ser aprovado pela Direto -
ria de Ensino, Pesquisa e Extensão juntamente à coordenação do curso e, caso haja
necessidade, ser aprovada por um ou mais docentes convocados pela coordenação do
curso, os quais julgarão se o estágio proposto atende às bases do curso, além de indi -
carem um professor orientador.
b) Limitação de duração máxima de 2 (dois) anos, conforme Lei 11.788/2008

3.1.3 Trabalho de Conclusão de Curso


O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se constitui em uma atividade acadêmica de pesquisa
e sistematização do conhecimento que é desenvolvida pelo aluno, permitindo-lhe, entre outras
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 27
3.1.3 Trabalho de Conclusão de Curso

aprendizagens, revelar sua capacidade de interpretação e crítica do objeto de estudo; discutir e


usar conceitos pertinentes ao quadro teórico escolhido – que deve ser relativo à futura profissão,
e aprofundar conhecimentos referentes a aspectos da realidade social e/ou de âmbito profissio-
nal, mediante controle, orientação e avaliação docente.
O aluno poderá se apropriar das observações e experiências adquiridas nos estágios para levan -
tar os objetos de estudo a serem desenvolvidos em seu TCC, por meio dos recortes contextuali -
zados dos temas de trabalho, no qual poderá enfatizar as relações entre a teoria e prática no pró-
prio ambiente do estágio. O trabalho deve habilitar o aluno a utilizar a metodologia adequada, a
sintetizar os conhecimentos construídos durante o curso, e a articulá-los com as experiências
cotidianas da área, contribuindo efetivamente para a sua formação.
As áreas de conhecimento para elaboração do TCC são as definidas neste projeto, pela matriz do
curso, e pela área de formação dos professores orientadores. Informações mais detalhadas são
apresentadas em regulamento próprio. O regulamento de elaboração do Trabalho Conclusão de
Curso será estabelecido pelo Colegiado do Curso, através de documento específico que se
encontra em elaboração.
O TCC se divide, na matriz curricular, em duas disciplinas de 30 horas, TCC I e TCC II, as quais
possuem objetivos diferentes e complementares. No TCC I o aluno terá uma orientação quanto
ao trabalho final em si, aprenderá sobre a metodologia de pesquisa experimental que deve cul-
minar com o desenvolvimento da pesquisa básica para dar andamento à parte experimental, que
ocorrerá no TCC II. Nesta segunda disciplina, o aluno desenvolverá um projeto experimental, o
qual no final será apresentado um relatório completo sobre o tema e também uma banca de ava -
liação final.

3.1.4 Matriz curricular


A distribuição de disciplinas ao longo do curso, incluindo seus pré-requisitos, é apresentada a
seguir. As informações são as mesmas da página 19.

Período Disciplina Código Pré-req. C.H. (h)


1 Algoritmos e Estrutura de Dados I AUT.007 - 60
Cálculo I AUT.002 - 60
Fundamentos de Matemática AUT.001 - 30
Geometria Analítica AUT.003 - 30
Introdução à Engenharia AUT.005 - 30
Português Instrumental AUT.006 - 30
Química Geral AUT.004 - 60
2 Álgebra Linear AUT.011 - 30
Algoritmos e Estrutura de Dados II AUT.013 AUT.007 60
Cálculo II AUT.010 AUT.002 60
Física I AUT.012 AUT.002 60
Introdução à Sociologia AUT.014 - 30
Laboratório de Química Geral AUT.009 AUT.004 30
Mecânica Geral AUT.008 - 30
3 Cálculo III AUT.015 AUT.010 60
28 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Período Disciplina Código Pré-req. C.H. (h)


3 Desenho Técnico I AUT.020 - 60
Física II AUT.016 AUT.002 60
Laboratório de Física I AUT.019 AUT.012 30
Metodologia Científica e Tecnológica AUT.018 - 30
Sistemas Digitais AUT.017 - 60
4 Ciência e Tecnologia dos Materiais Elétricos AUT.025 30
Circuitos Elétricos I AUT.024 AUT.010 60
Desenho Técnico II AUT.026 AUT.020 30
Equações Diferenciais AUT.027 AUT.015 60
Física III AUT.021 AUT.002 30
Introdução à Administração AUT.028 - 30
Laboratório de física II AUT.022 AUT.016 30
Laboratório de Sistemas Digitais AUT.023 AUT.017 30
5 Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares AUT.030 AUT.027 60
Cálculo numérico AUT.035 - 30
Circuitos Elétricos II AUT.029 AUT.024 30
Economia para Engenharia AUT.036 - 30
Eletrônica Geral AUT.034 AUT.024 60
Laboratório de Circuitos Elétricos I AUT.031 AUT.024 30
Probabilidade e Estatística AUT.032 - 30
Rede de Computadores AUT.033 - 30
6 Controladores Lógicos e Programáveis AUT.041 AUT.017 30
Controle de Sistemas Dinâmicos AUT.043 AUT.030 60
Eletrônica Operacional AUT.038 AUT.034 30
Fenômenos de Transporte AUT.037 - 60
Laboratório de Circuitos Elétricos II AUT.039 AUT.029 30
Laboratório de Eletrônica AUT.042 AUT.034 30
Processamentos de Sinais AUT.040 AUT.030 60
7 Controle Digital AUT.047 AUT.043 60
Conversão da Energia e Máquinas Elétricas AUT.045 AUT.029 60
Gestão Empresarial e Empreendedorismo AUT.050 - 30
Instrumentação Industrial AUT.048 AUT.034 30
Laboratório de Controle de Processos AUT.046 AUT.043 30
Laboratório de Instrumentação AUT.054 AUT.034 30
Sistemas Hidropneumáticos AUT.044 AUT.037 60
8 Eletrônica de Potência AUT.055 AUT.034 60
Gerenciamento de Projetos AUT.057 - 30
Laboratório de Conversão AUT.051 AUT.045 30
Redes Industriais AUT.052 AUT.041 30
Sistemas de Manufatura Industrial e CNC AUT.056 AUT.026 60
Sistemas Supervisórios AUT.049 - 30
Disciplinas Optativas - * 60
9 Acionamentos Elétricos AUT.061 AUT.045 60
Ergonomia e Segurança do Trabalho AUT.063 - 30
Laboratório de Automação AUT.065 AUT.041, 30
AUT.049
Laboratório de Eletrônica de Potência AUT.058 AUT.055 30
Trabalho de Conclusão de Curso I AUT.062 - 30
Disciplinas Optativas - * 120
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 29
3.1.4 Matriz curricular

Período Disciplina Código Pré-req. C.H. (h)


10 Direito e Legislação AUT.069 - 30
Ecologia e Proteção Ambiental AUT.059 - 30
Laboratório de Acionamentos Elétricos AUT.064 AUT.061 30
Sistemas de Qualidade AUT.067 - 30
Trabalho de Conclusão de Curso II AUT.070 AUT.062 30
Disciplinas Optativas - * 150
* Os pré-requisitos das disciplinas optativas serão variáveis, conforme especificidade da disciplina.
As disciplinas cujo pré-requisito está definido como “-” não possuem pré-requisito e para as dis -
ciplinas que apresentam códigos de outras disciplinas na coluna pré-requisito, é necessária apro-
vação prévia na disciplina que gerou o pré-requisito (60% de aproveitamento e 75% de frequên -
cia) para habilitação à matrícula. Nas disciplinas de laboratório, o pré-requisito da matéria
teórica correspondente também será aceito como correquisito, isto é, as disciplinas teórica e
prática poderão ser cursadas em conjunto, caso haja oferta.

3.1.5 Ementário
O ementário é apresentado em tabelas, constando entre outras informações período, código,
nome e carga horária das disciplinas. Para fins práticos, é apresentada uma disciplina por página,
na ordem apresentada na matriz curricular.
Os planos de ensino das disciplinas serão constantemente atualizados pelos professores respon-
sáveis, englobando as ementas, objetivos geral e específico e bibliografia, em função das
mudanças tecnológicas e novos conhecimentos gerados. Propostas de atualização dos planos de
ensino e eventuais alterações de pré-requisitos deverão ser submetidas para análise e aprovação
pelo Colegiado do Curso.
30 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

1º período
Código: AUT.007 Nome da disciplina: Algoritmos e Estrutura de Dados I
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 30 Teórico-Prática Obrigatória
Ementa:
Noções da organização e funcionamento de um computador. Desenvolvimento de raciocínio
lógico para programação. Desenvolvimento de programas em linguagens de alto nível: dados,
comandos, modularização, metodologias do desenvolvimento.
Objetivo(s):
• Desenvolver a capacidade de estruturação do raciocínio em sequências lógicas, imple-
mentação de algoritmos e programação de computadores.
• Desenvolver o raciocínio lógico;
• Desenvolver algoritmos por meio de linguagens de programação;
• Utilizar o computador para resolução de problemas computacionais.
• Compreender os conceitos de variáveis, constantes, operadores, expressões lógicas,
arranjos, funções e manipulação de arquivos.
Bibliografia básica:
BACKES, André. Linguagem C: Completa e Descomplicada. Editora Campus Elsevier, 2012.
MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em linguagem C. Pearson Prentice Hall, 2008.
ZIVIANI, Nivio et al. Projeto de Algoritmos: com Implementações em Pascal e C. Thomson,
2004.
Bibliografia complementar:
FARRER, Harry. Algoritmos Estruturados. 3ed, Rio de Janeiro: LTC, 2011;
FORBELLONE, André Luiz Villar. Lógica de Programação: A Construção de Algoritmos e
Estruturas de Dados. São Paulo: Makron Books, 1993.
GUIMARÃES, Angelo de Moura; LAGES, Newton Alberto. Algoritmos e Estrutura de Dados.
Rio de Janeiro: LTC, 1994.
OLIVEIRA,Álvaro Borges de; BORATTI, Isaias Camilo. Introdução à Programação de Algorit-
mos. Florianópolis, Editora Bookstore, 1999.
CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a Estruturas de
Dados: com técnicas de programação em C. Elsevier, 2004.
MOKARZEL, Fábio; SOMA, Nei Yoshihiro. Introdução à ciência da computação. Elsevier Bra-
sil, 2008.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 31
3.1.5 Ementário

1º período
Código: AUT.002 Nome da disciplina: Cálculo I
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Funções Reais, Limites de Funções Reais e Continuidade, Derivação, Taxas Relacionadas, Teoremas
de Rolle, do Valor Médio e L’ Hôpital, Funções crescentes e decrescentes, convexidade, Máximos e
Mínimos, Gráficos usando derivadas.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam no Cálculo Diferencial e
Integral. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de problemas
reais.
• Introduzir o estudo de todas as funções elementares de maneira a familiarizar o aluno com a
individualidade de cada função: parte gráfica, taxas de crescimento comparadas, proprieda-
des características de cada função, leitura dos gráficos;
• Desenvolver o conceito de limite inicialmente de maneira informal, discutir métodos para
calcular limites e apresentar a definição matemática formal de limite. Aplicar limites no
estudo de curvas contínuas;
• Promover um entendimento claro dos conceitos do Cálculo que são fundamentais na resolu-
ção de problemas enfatizando a utilidade do cálculo por meio do estudo de regras de deriva -
ção, taxas relacionadas e traçados de curvas com aplicações do cotidiano.
Bibliografia básica:
STEWART, James M. Cálculo: volume 1. São Paulo: Cengace Learning, 2014.
THOMAS, George B. Jr.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: volume 1. 12. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, c2013.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2007.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo: volume l. 10. ed. Porto Alegre: Book-
man, 2014.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, c1994. v. 1
SIMMONS, George Finlay. Cálculo com Geometria Analítica. 1. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
Volume 1.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. Volume 1.
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo: com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, c1995.
744 p.
32 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

1º período
Código: AUT.001 Nome da disciplina: Fundamentos de Matemática
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Revisão dos conceitos básicos do ensino fundamental, Conjuntos numéricos, Operações com conjun-
tos. Equação do 1º e 2° graus, Funções elementares, Trigonometria no triângulo retângulo
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de inter-
pretação e superar elementares dificuldades que surjam no estudo dos Fundamentos de Mate-
mática Elementar. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de pro-
blemas reais.
• Capacitar o aluno a usar os conceitos básicos de matemática elementar em problemas reais.
• Resolver problemas de conjuntos usando raciocínio lógico e aplicar a problemas relaciona-
dos a informática.
• Relacionar as funções elementares a problemas reais e aplicar o conhecimento adquirido com
os Fundamentos de Matemática Elementar para resolvê-los.
• Capacitar o aluno a usar os conhecimentos de trigonometria no triângulo retângulo para
resolver problemas reais.
Bibliografia básica:
IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos, funções.
9. ed. São Paulo: Atual, 2013. 410 p.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 2: Logaritmos. 8. ed. São Paulo: Atual, 2013.
250 p
IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 4: sequências, matrizes,
determinantes, sistemas. 8. ed. São Paulo: Atual, 2013. 282 p.
Bibliografia complementar:
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 3: trigonometria. 9. ed. São Paulo: Atual,
2013. 312 p.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 6: complexos, polinômios, equações. 8. ed.
São Paulo: Atual, 2013. 250 p
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática
básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002.
DEMANA, Franklin D. et al. Pré-cálculo. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2013
FÁVARO, Sílvio; KMETEUK FILHO, Osmir. Noções de lógica e matemática básica. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, c2005. xv, 206 p.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 33
3.1.5 Ementário

1º período
Código: AUT.003 Nome da disciplina: Geometria Analítica
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Geometria analítica de ponto, Retas: equações cartesianas e paramétricas; posições relativas; distân-
cia e ângulos. Circunferência: posições relativas; problemas de tangência. Seções cônicas: focos,
diretrizes e excentricidade; equação geral das cônicas; classificação das cônicas.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam no estudo da Geometria
Analítica. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de problemas
reais.
• Capacitar o aluno a usar a geometria em problemas reais;
• Reconhecer e identificar as cônicas esboçando-as graficamente;
• Promover um entendimento claro dos conceitos de Geometria Analítica que são fundamen -
tais na resolução de problemas enfatizando a utilidade nas aplicações.
Bibliografia básica:
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 7: geometria analítica. 6. ed. São Paulo:
Atual, 2013. 312 p.
LEON, Steven. Álgebra Linear com Aplicações. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo:
MAKRON,1987.
Bibliografia complementar:
CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Prentice Hall, c2005.
LIMA, Elon Lages; GUIMARÃES FILHO, Florêncio Ferreira. Coordenadas no plano: com as solu-
ções dos exercícios. 6. ed. Rio de Janeiro: SBM, 2013. 379 p.
MELLO, Dorival A. de (Dorival Antonio de); WATANABE, Renate. Vetores: e uma iniciação à geo-
metria analítica.2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Livraria da Física, c2011. 199 p.
CORRÊA, Paulo Sérgio Quilelli. Álgebra linear e geometria analítica. Rio de Janeiro: Interciência,
2006. 327 p. ISBN.
REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analitica. Rio de Janeiro: Livros Téc-
nicos e Científicos, 1984. viii, 227, [2] p.
34 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

1º período
Código: AUT.005 Nome da disciplina: Introdução à Engenharia
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Engenharia: conceituação e histórico. A atuação profissional e social do engenheiro. Decisões ligadas
ao exercício da função. Conhecimento filosófico e científico. Pesquisa científica.
Objetivo(s):
• Conhecer as atribuições, campos de atuação e responsabilidades do Engenheiro.
• Tomar consciência da relevância do engenheiro para o desenvolvimento da economia e da
sociedade como um todo;
• Entender sobre o papel social do engenheiro;
• Compreender as responsabilidades inerentes da profissão de engenheiro;
• Estimular o interesse pelo curso em questão.
Bibliografia básica:
HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à Engenharia. 1ªed. Rio de Janeiro: LTC – Livros
Técnicos e Científicos, 2006. ISBN 8521615116.
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L.T. D do V. Introdução à Engenharia. Florianópolis: UFSC, 1997. 272p.
BROCKMAN, J. B. Introdução à engenharia: modelagem e solução de problemas, Rio de Janeiro:
1ª ed. LTC, 2010. ISBN 8521617267.
Bibliografia complementar:
NOVAES, A. G. Vale a pena ser Engenheiro? São Paulo: Guanabara, 1985. 80p.
WRIGTH, P. H. Introduction to Engineering. New York: John Wiley, 1989. 242p.
KRICK, E.V. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979. 190p.
GRANVILLE, M. A. (orgs.); Projetos no Contexto de Ensino, Pesquisa e Extensão - Dimensões
Políticas, Filosóficas e Metodológicas, 1ª ed. Editora: Mercado de Letras. 2011. ISBN
9788575911631.
NAVARRO, L. Coleção: Sua Carreira, Seu Sucesso: O Que A Universidade Não Ensina e o Mercado
de Trabalho Exige (vol. 1).1ª ed. Editora Saraiva. 2006. ISBN: 9788502059207.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 35
3.1.5 Ementário

1º período
Código: AUT.006 Nome da disciplina: Português Instrumental
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Comunicação: fatores linguísticos e extralinguísticos. Variedades linguísticas. Oralidade e escrita.
Elementos da textualidade. Gêneros textuais: argumentação. Aspectos gramaticais com foco na pro-
dução de textos: ortografia, pontuação, pronomes, regência verbal e nominal, acento indicativo de
crase. Práticas de leitura e produção do gênero científico: resumo, resenha, curriculum vitae.
Objetivo(s):
• Aprimorar o conhecimento linguístico e desenvolver habilidades de leitura, análise e elabora-
ção de textos, em especial os acadêmicos.
• Utilizar as variedades linguísticas conforme o contexto de comunicação;
• Ser capaz de selecionar, organizar e planejar as informações em função do contexto de inter-
locução;
• Dominar aspectos gramaticais necessários à produção textual;
• Construir a argumentação para elaborar textos técnico-científicos;
• Desenvolver o pensamento analítico e crítico por meio do ato da leitura.
Bibliografia básica:
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Lucerna,
2001.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros
acadêmicos: escrita científica, texto acadêmico, diário de pesquisa, metodologia. São Paulo: Pará-
bola, 2005.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 28 ed. São Paulo:
Atlas S.A, 2009.
Bibliografia complementar:
BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz. 7. ed. São Paulo: Edições Loyola,
2001.
DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2002.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São
Paulo: Ática, 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São
Paulo: Atlas, 1999.
VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. 3. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
36 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

1º período
Código: AUT.004 Nome da disciplina: Química Geral
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
História das teorias atômicas. Introdução à teoria quântica. Estudo dos orbitais atômicos e suas repre -
sentações gráficas, configuração eletrônica do átomo de hidrogênio e de átomos polieletrônicos. Pro-
priedades periódicas dos elementos. Ligação química e geometria molecular. Forças intermolecula-
res. Concentração de soluções, cálculos estequiométricos de rendimento e concentração de solução.
Eletroquímica e corrosão: balanceamento de reações redox, pilha eletroquímica, eletrólise, corrosão e
métodos de proteção contra a corrosão.
Objetivo(s):
• Fornecer conceitos e princípios de química aos alunos tornando-os capazes de analisar e apli -
car o conteúdo nas demais disciplinas formadoras de sua grade curricular, bem como aplica-
ção em seu cotidiano profissional.
• Compreender e utilizar os conceitos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-
empírica).
• Compreender dados quantitativos, estimativas e medidas, compreender relações proporcio-
nais presentes na Química.
• Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais.
• Desenvolver conexões hipotético-lógicas que possibilitem previsões acerca das transforma-
ções químicas.
Bibliografia básica:
ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente, 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
BROWN, Theodore L. et al. Química: A ciência central, 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
RUSSEL, J. B. Química Geral, Vol. 1. 2ª edição, São Paulo; Makron Books, 1994
Bibliografia complementar:
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral: vol. 1. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros téc-
nicos científicos, 1986. v. 1, 410 p.
BROWN, Lawrence S.; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cen-
gage Learning, 2010, 653 p.
BRAATHEN, Per Christian. Química geral. 3ª. ed. Viçosa: CRQ, 2011. 701 p
ATKINS, P. W.; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ª . ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 589 p.
BACCAN, Nivaldo et al. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., rev. ampl. e reestr. São
Paulo: Edgard Blücher, 2001. xiv, 308 p
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 37
3.1.5 Ementário

2º período
Código: AUT.011 Nome da disciplina: Álgebra Linear
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Álgebra de Vetores no Plano e no Espaço. Retas. Planos. Sistemas Lineares. Matrizes. Produto
Interno, Produto Vetorial e Produto Misto. Espaço vetorial. Transformação linear, Autovalores e auto-
vetores.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam no estudo da Álgebra
Linear. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de problemas reais.
• Capacitar o aluno a usar a álgebra matricial em problemas reais;
• Resolver sistemas lineares e realizar operações com vetores;
• Promover um entendimento claro dos conceitos de Álgebra Linear que são fundamentais na
resolução de problemas enfatizando a utilidade das aplicações em problemas de autovalores e
autovetores.
Bibliografia básica:
CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino Hugueros; COSTA, Roberto Celso Fabrício. Álgebra
linear e aplicações. 6. ed. ref. São Paulo: Atual, 2003. 2014 352 p.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Introdução à álgebra linear. São Paulo: Pearson, 1990.
245 p.
KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, c2006.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; BUSBY, Robert. Álgebra Linear Contemporânea. 1. ed. Porto Alegre: Bookman
Companhia, 2006.
LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc. Álgebra Linear. 4. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia,
2011.
BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
LEON, Steven. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
38 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

2º período
Código: AUT.013 Nome da disciplina: Algoritmos e Estrutura de Dados II
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 30 Teórico-Prática Obrigatória

Ementa:
Tipos abstratos de dados. Introdução às técnicas de análise de algoritmos. Estruturas de dados estáti -
cas e dinâmicas em memória principal. Métodos de ordenação: Seleção, troca, distribuição, inserção,
intercalação e cálculo de endereços. Métodos de pesquisa de dados: Sequencial, binária, hashing,
árvores de pesquisa, árvores binárias de pesquisa, árvores AVL, árvores Patrícia, B-Trees.
Objetivo(s):
• Apresentar algoritmos e estruturas de dados básicos para o desenvolvimento de programas de
computador.
• Dominar as principais técnicas utilizadas na implementação de estruturas de dados;
• Utilizar algoritmos de ordenação para resolução de problemas específicos;
• Utilizar algoritmos de pesquisa para resolução de problemas específicos;
• Efetuar análise de complexidade de algoritmos.
Bibliografia básica:
ZIVIANI, Nivio. Projeto de Algoritmos: com Implementações em Pascal e C. 3. ed. São Paulo: Cen-
gage Learning, 2004.
CORMEN, Thomas et al. Algoritmos:Teoria e Prática. 3. ed. São Paulo: Editora Campus, 2012.
SEDGEWICK, Robert; WAYNE, Kevin. Algorithms and Data Structures. 4. ed. Princenton - EAU:
Princeton University COS, 2011.
Bibliografia complementar:
DROZDEK, Adam. Estruturas de Dados e Algoritmos em C++. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2002.
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes. Fundamentos da programação de computadores. 3. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em Linguagem C++:Módulo 1. 2.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
Forbellone, André Luiz Villar. Lógica de Programação: A Construção de Algoritmos e Estruturas de
Dados. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
BACKES, André. Linguagem C: Completa e Descomplicada. 1. ed. São Paulo: Editora Campus Else-
vier, 2012.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 39
3.1.5 Ementário

2º período
Código: AUT.010 Nome da disciplina: Cálculo II
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Integrais indefinidas. Técnicas de Integração: integração por substituição, por partes e por frações
parciais. Equações Diferenciais Simples. Integrais definidas. Aplicações da integral definida: áreas e
volume de sólido de revolução. Funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Integrais Duplas.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam no Cálculo Diferencial e
Integral. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de problemas
reais.
• Compreender os conceitos, procedimentos e técnicas de Cálculo Diferencial e Integral II,
desenvolvendo a capacidade de formular hipóteses e selecionar estratégias de ação;
• Utilizar os conhecimentos e técnicas de Cálculo Diferencial II na resolução de problemas não
só em Cálculo II, mas também em outras áreas do currículo e principalmente em sua vida;
• Desenvolver a capacidade de interpretar e criticar resultados obtidos;
• Desenvolver a capacidade de utilizar, de maneira consciente, calculadoras e computadores na
resolução de problemas.
Bibliografia básica:
STEWART, James M. Cálculo: volume 1. São Paulo: Cengace Learning, 2014. v. 1, xxv, 524 p
STEWART, James M. Cálculo: volume 2. São Paulo: Cengage Learning, c2014. v. 2, xxxiii, 525-
THOMAS, George Brinton. Cálculo. 12 ed. São Paulo: Pearson, 2013. Volume 1 e Volume 2.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo: Pearson Prentice Hall, c2007.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo: volume l. 10. ed. Porto Alegre: Book-
man, 2014.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2001. xii, 635 p.
LEITHOLD, Louis. Cálculo com Geometria Analítica. 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994. Volume 1 e
Volume 2.
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo: com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, c1995.
744 p.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica: volume 1 e 2. São Paulo: Pearson, 1988.
40 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

2º período
Código: AUT.012 Nome da disciplina: Física I
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Movimento Retilíneo, Vetores, Movimento em Duas e Três Dimensões, Força e Movimento, Energia
Cinética e Trabalho, Energia Potencial e Conservação da Energia, Centro de Massa e Momento
Linear, Rotação, Rolagem, Torque e Momento Angular.
Objetivo(s):
• Conhecer os princípios básicos da Mecânica e suas aplicações na engenharia. Expressar-se
corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação sim-
bólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, através de tal lin -
guagem. Representar graficamente a velocidade, a aceleração e a posição, em função do
tempo. Reconhecer e equacionar o movimento uniforme e o movimento uniformemente vari-
ado. Compreender o significado das leis de Newton e aprender suas aplicações em situações
simples. Reconhecer as várias formas de energia e sua conservação. Conhecer o princípio da
Conservação da Quantidade de Movimento. Aplicar a condição de equilíbrio de rotação de
um corpo sólido.
Bibliografia básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 9. ed.
Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2012.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 1 : mecânica, osci-
lações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2009.
CHAVES, Alaor; SAMPAIO, J. F. Física básica: mecânica. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Bibliografia complementar:
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física I : mecânica. 10.ed. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2003
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky Física I. 12. ed. São Paulo; Pearson
Addison Wesley, 2008.
HIBBELER, R. C.; VIEIRA, Daniel. Estática: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson
Education, 2011
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 41
3.1.5 Ementário

2º período
Código: AUT.014 Nome da disciplina: Introdução à Sociologia
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Emergência do pensamento sociológico e métodos próprios da sociologia. Instituições sociais.
Mudança social: classe, estratificação, desigualdade. Trabalho e mudança social. Identidades, movi -
mentos sociais e comunicação. Dilemas sociológicos contemporâneos. Sociologia, cultura e socie-
dade brasileiras. Discutir as recentes teorias sobre identidade nas Ciências Sociais a partir do contato
inter-étnico, tendo como pano de fundo as elaborações ideal-típicas dos nacionalismos, comunidades
e individualidades. Na diversidade das abordagens de identidade afro-brasileira e indígena, pretende-
se investigar como grupos e indivíduos se reproduzem socialmente no campo simbólico a partir de
suas práticas, e como são construídas hierarquias sociais e relações de poder.
Objetivo(s):
• Apresentar instrumental teórico e principais características da reflexão sociológica para a
compreensão e análise da realidade social do mundo contemporâneo.
• Introduzir os aspectos da emergência da sociologia relacionando-os com a emergência da
modernidade;
• Proporcionar o conhecimento dos métodos e objetos de estudo caros à sociologia visando
compreender as relações étnico-raciais na sociedade brasileira;
• Desenvolver as capacidades de escrita e leitura textual e sociológica dos educandos e estimu -
lar a reflexão crítica que relacione sua atuação profissional e os dilemas sociais contemporâ-
neos;
Bibliografia básica:
ARON, Raymon. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
BAUMAN, Zigmunt; MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2010.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.
BERMAN, Marshal. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. Tradução Carlos
Felipe Moisés, Ana Maria L. Ioriatti. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.
DURKHEIM, Émile. Introdução. In: Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
DURKHEIM, Émile. Fato Social e divisão do trabalho. São Paulo: Ática, 2007.
DURKHEIM, Émile. O suicídio: estudo de sociologia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2005.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das letras, 2004.
WEBER, Max. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
Bibliografia complementar:
BAUMAN, Zygmunt. Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2008.
HIRATA, Helena e KERGOAT, Danièle. Novas configurações da divisão sexual do trabalho. In:
Cadernos de Pesquisa, vol. 37, no. 132., set./dez.. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 2007,
p.595-609.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia? São Paulo: Brasiliense, 1994.
PATEMAN, Carole. Confusões patriarcais. In: O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993, pp.
38-65.
Pikettty, Thomas. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2014.
PISCITELLI, Adriana. Gênero: a história de um conceito. In: ALMEIDA, Heloisa Buarque de;
SZWAKO, José (orgs). Diferenças, igualdade. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2009. pp118-148.
RICOLDI, Arlene Martinez. A noção de articulação entre família e trabalho e políticas de apoio.
Revista Mercado de trabalho. IPEA. Número 42, fevereiro 2010.
42 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

2º período
Código: AUT.009 Nome da disciplina: Laboratório de Química Geral
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Técnicas básicas de manuseio de vidrarias de laboratório. Medição de massa ,volume e densidade de
líquidos e sólidos. Reações químicas. Preparo e padronização de soluções ácidas e básicas. Equilíbrio
e cinética química. Eletroquímica e corrosão.
Objetivo(s):
• Fornecer conceitos e princípios de química aos alunos tornando-os capazes de analisar e apli -
car o conteúdo nas demais disciplinas formadoras de sua grade curricular, bem como aplica-
ção em seu cotidiano profissional.
• Compreender e utilizar os conceitos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-
empírica).
• Compreender dados quantitativos, estimativas e medidas, compreender relações proporcio-
nais presentes na Química.
• Reconhecer tendências e relações a partir de dados experimentais.
• Desenvolver conexões hipotético-lógicas que possibilitem previsões acerca das transforma-
ções químicas.
• Proporcionar ao aluno a oportunidade para trabalhar com autonomia e segurança em um
laboratório de química.
• Desenvolver a habilidade no manuseio de reagentes e aparelhagens.
• Criar condições para uma avaliação crítica dos experimentos realizados.
• Propiciar a sedimentação do conhecimento em Química Geral a partir da ligação com os
tópicos discutidos nas aulas teóricas.
Bibliografia básica:
ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente, 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
BROWN, Theodore L. et al. Química: A ciência central, 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
RUSSEL, J. B. Química Geral, Vol. 1. 2ª edição, São Paulo; Makron Books, 1994
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOOLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica.
Tradução Robson Mendes Matos, 9ª ed., Cengage Learning: São Paulo, 2014
Bibliografia complementar:
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral: vol. 1. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros téc-
nicos científicos, 1986. v. 1, 410 p.
BROWN, Lawrence S.; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cen-
gage Learning, 2010, 653 p.
BRAATHEN, Per Christian. Química geral. 3ª. ed. Viçosa: CRQ, 2011. 701 p
ATKINS, P. W.; PAULA, Julio de. Físico-química. 8ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 589 p.
BACCAN, Nivaldo et al. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., rev. ampl. e reestr. São
Paulo: Edgard Blücher, 2001. xiv, 308 p.
HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científi-
cos, c2008. xxiii, 868 p
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 43
3.1.5 Ementário

2º período
Código: AUT.008 Nome da disciplina: Mecânica Geral
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Fundamentos da Mecânica. Equilíbrio de uma partícula em duas e três dimensões. Resultante de sis-
temas de forças em duas e três dimensões. Equilíbrio de um corpo rígido.
Objetivo(s):
• Conhecer os fundamentos da Mecânica Estática. Identificar os esforços atuantes nos corpos.
Aplicar equações da estática. Determinar esforços resultantes.
• Conhecer as idealizações da mecânica para solução de problemas;
• Introduzir o conceito do diagrama de corpo livre;
• Aplicar equações de equilíbrio na solução de problemas;
• Conceituar e calcular momento de uma força;
• Mostrar como reduzir um carregamento distribuído simples em uma força resultante e seu
ponto de aplicação.
Bibliografia básica:
HIBBELER, R. C.; VIEIRA, Daniel. Estática: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson
Education, c2011. xiv, 512 p. ISBN 9788576058151.
BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9. ed. Porto Alegre: AMGH,
2012. xxi, 622 p. ISBN 9788580550467.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 19. ed. São Paulo: Érica, 2012.
376 p. ISBN 9788571946668.
Bibliografia complementar:
MERIAM, James Lathrop; D'ALMEIDA, José Roberto Moraes; PACIORNICK, Sidney (Tradutor).
Mecânica para engenharia: volume 1: estática. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 364 p. ISBN
9788521617181 (v. 1).
NASH, William A.; POTTER, Merle C.; LIBARDI, Walter. Resistência dos materiais. 5. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2014. 192 p. (Schaum). ISBN 9788582601075.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos materiais: para entender e gostar. 3. ed. rev. e
ampl. São Paulo: Blucher, 2015. 254 p. ISBN 9788521208990.
POPOV, Egor Paul. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. 534 p.
ISBN 9788521200949.
SCHÖN, Cláudio Geraldo. Mecânica dos materiais: fundamentos e tecnologia do comportamento
mecânico. Rio de Janeiro: Campus, 2013. xi, 537 p. ISBN 9788535271591.
44 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

3º período
Código: AUT.015 Nome da disciplina: Cálculo III
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Integrais Múltiplas, Integral de Linha no Plano e no Espaço, Integrais de Superfície, Teorema de
Green, Teorema de Stokes e Campos Conservativos e Teorema de Gauss.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam no Cálculo Diferencial e
Integral. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos na solução de problemas
reais.
• Compreender os conceitos, procedimentos e técnicas do Cálculo III, desenvolvendo a capaci-
dade de formular hipóteses e selecionar estratégias de ação;
• Utilizar os conhecimentos e técnicas do Cálculo III na resolução de problemas em outras
áreas do currículo e principalmente em sua vida profissional quando esses conhecimentos e
técnicas se fizerem necessários;
• Desenvolver a capacidade de interpretar e criticar resultados obtidos;
• Desenvolver a capacidade de utilizar, de maneira consciente, calculadoras e computadores na
resolução de problemas.
Bibliografia básica:
STEWART, James M. Cálculo: volume 2. São Paulo: Cengage Learning, c2014. Tradução da 7ª edi-
ção norte-americana
THOMAS, George B. Jr.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: volume 2. 12. ed. São Paulo:
Pearson, c2013.
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: funções de várias variáveis,
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Pearson,
2007.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen; DOERING, Claus Ivo. Cálculo: volume II. 10. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2014.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: vol. 2. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 476 p.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, c1994. v. 2
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo: com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, c1995.
744 p.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica: volume 2. São Paulo: Pearson, 1988.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 45
3.1.5 Ementário

3º período
Código: AUT.020 Nome da disciplina: Desenho Técnico I
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 30 Teórico-Prática Obrigatória

Ementa:
Normas Técnicas, Métodos Descritivos, Projeção Ortogonal, Projeção de Sólidos, Obtenção em Ver-
dadeira Grandeza/Interseção, Perspectivas, Técnicas de cotagem, Aplicação de Escalas, Representa-
ção de Poliedros.
Objetivo(s):
• Capacitar o aluno na leitura e execução de desenhos mecânicos para desenvolvimento e
acompanhamento de projetos. Conhecer as normas de desenho técnico. Compreender e ela-
borar desenhos dentro de normas técnicas.
• Conhecer e aplicar as simbologias utilizadas em desenho técnico. Identificar as vistas princi-
pais do desenho.
Bibliografia básica:
BUENO, Claudia Pimentel, PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias. 1. ed.
Curitiba: Juruá, 2008.
FRENCH, Thomas, VIERCK, Charles. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. São Paulo:
Globo, 2014.
RIBEIRO, Arlindo Silva, RIBEIRO, Carlos Tavares, ARAUJO, João Dias, SOUSA, Luis. Desenho
técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006.
Bibliografia complementar:
LEAKE, James, BORGERSON, Jacob L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho,
modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC, c2010.
MANFÈ, Giovanni, POZZA, Rino, SCARATO, Giovanni. Desenho técnico mecânico: curso com-
pleto para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. 1. ed. São Paulo: Hemus,
2004. Volume 1.
SILVA, Ailton Santos. Desenho técnico. Pearson 136 p.
ZATTAR, Izabel Cristina. Introdução ao desenho técnico. Curitiba: Intersaberes, 2016.
RIBEIRO, Antônio Clélio, PERES, Mauro Pedro, IZIDORO, Nacir. Curso de desenho técnico e auto-
cad. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
46 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

3º período
Código: AUT.016 Nome da disciplina: Física II
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
A Lei de Coulomb, Campos Elétricos, Lei de Gauss, Potencial Elétrico, Capacitância, Corrente e
Resistência, Circuitos, Campos Magnéticos, Campos Magnéticos Produzidos por Correntes, Indução
e Indutância, Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada
Objetivo(s):
• Conhecer os princípios básicos do Eletromagnetismo e suas aplicações na engenharia.
• Aplicar os conceitos elétricos de corrente, voltagem e resistência e as relações entre eles.
Reconhecer o conceito de campo magnético produzido por materiais magnéticos ou correntes
elétricas e as forças elétricas magnéticas que atuam em fios condutores percorridos por cor-
rente elétrica. Relacionar variação do fluxo magnético e corrente elétrica na geração de ele -
tricidade. Identificar motores e/ou geradores como conversores de corrente elétrica em traba-
lho e vice-versa, identificando seus componentes essenciais. Reconhecer a geração de ondas
eletromagnéticas como oscilações de campos elétricos e magnéticos em sistemas diversos.
Bibliografia básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: eletromagnetismo.
9. ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2012.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 3: eletricidade,
magnetismo e ótica . 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2009.
CHAVES, Alaor; SAMPAIO, J. F. Física básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Bibliografia complementar:
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física III : eletromagnetismo. 10.ed. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2003
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky Física III. 12. ed. São Paulo; Pearson
Addison Wesley, 2008.
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física: volume III: Eletromagnetismo. Rio
de Janeiro: Cengage Learning, c2015.
GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2. ed. atual. e ampl. Porto Alegre: Bookman, 2009. 571 p.
(Coleção Schaum).
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 47
3.1.5 Ementário

3º período
Código: AUT.019 Nome da disciplina: Laboratório de Física I
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Análise dos fenômenos do campo da Mecânica Clássica por meio de experimentos didáticos com
roteiros estruturados.
Objetivo(s):
• Aplicar os conceitos básicos, leis e teorias do campo da Mecânica Clássica em experimentos
didáticos com roteiros estruturados.
• Desenvolver habilidades e técnicas para resolução de questões práticas e aplicadas.
• Desenvolver habilidades para montagens de experimentos.
• Analisar fenômenos mecânicos, otimizando a realização de medidas e tratamento de dados;
• Interpretar textos técnicos e científicos;
• Elaborar relatórios técnicos com linguagem científica.
• Desenvolver habilidades para trabalhos em equipe e para discussões em grupo.
• Confrontar dados experimentais com as leis e teorias da Mecânica Clássica.
Bibliografia básica:
CHAVES, Alaor; SAMPAIO, J. F. Física básica: mecânica. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 9. ed.
Rio de Janeiro: LTC, v. 1, 2012.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 1 : mecânica, osci-
lações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2009.
Bibliografia complementar:
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física I: mecânica. 10a ed. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2003
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky Física I. 12. ed. São Paulo; Pearson
Addison Wesley, 2008
HIBBELER, R. C.; VIEIRA, Daniel. Estática: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson
Education, 2011
HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009.
48 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

3º período
Código: AUT.018 Nome da disciplina: Metodologia Científica e Tecnológica
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Fundamentos da Metodologia Científica. A Comunicação Científica. Métodos e técnicas de pesquisa.
Pesquisa bibliográfica. Normas para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos. O pré-projeto de pes -
quisa. O Projeto de Pesquisa. O Experimento. A organização de texto científico (Normas ABNT).
Objetivo(s):
• Desenvolver no aluno a capacidade de utilizar as técnicas de elaboração de trabalhos científi -
cos tanto no âmbito acadêmico, quanto no profissional.
• Desenvolver hábitos e atitudes científicas que possibilitem o desenvolvimento de uma vida
intelectual disciplinada e sistematizada;
• Construir um referencial teórico capaz de fundamentar a elaboração de trabalhos monográfi -
cos, científicos e tecnológicos;
• Aplicar os procedimentos básicos envolvidos no trabalho científico (leitura, análise de texto,
resumos, fichamentos, etc.);
• Elaboração e redação de projetos de pesquisa, segundo normas técnicas da ABNT.
Bibliografia básica:
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: proce-
dimentos básicos. São Paulo: Atlas, 1992.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pes-
quisa. 26. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
Bibliografia complementar:
BOAVENTURA, Edivaldo M. Como ordenar as ideais. 5. ed. São Paulo: Ática, 1997.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São
Paulo: Atlas, 1999.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 13. ed. São Paulo: Cortez, 1986.
VIANNA, I. O. A. Metodologia científica: um enfoque didático da produção científica. São Paulo: E.
P. U. , 2000.
MEDEIROS, João Bosco. Manual de redação e normalização textual: técnicas de editoração e revi-
são. São Paulo: Atlas, 2002;
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 49
3.1.5 Ementário

3º período
Código: AUT.017 Nome da disciplina: Sistemas Digitais
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Sistemas de numeração. Álgebra de Boole. Circuitos combinacionais. Circuitos sequenciais síncro-
nos e assíncronos. Famílias de circuitos lógicos. Introdução aos Dispositivos lógicos programáveis.
Análise e projeto de sistemas digitais.
Objetivo(s):
• Conhecer os princípios de sistemas eletrônicos digitais. Dominar o processo de
• análise e projeto de circuitos eletrônicos digitais. Compreender dispositivos lógicos combina-
cionais
• e sequenciais. Discutir sobre as várias famílias lógicas, seu desempenho e interfaces.
• Manipular os sistemas de numeração de importância para a eletrônica digital;
• Utilizar a Álgebra Booleana e o Mapa de Karnaugh para manipular expressões lógicas;
• Conhecer e identificar os principais componentes de circuitos lógicos digitais;
• Conhecer as técnicas de análise e síntese de circuitos lógicos digitais;
• Conhecer as principais famílias lógicas de circuitos integrados;
• Conhecer os conceitos de memórias semicondutoras e arquitetura de computadores.
Bibliografia básica:
CAPUANO, Francisco Gabriel; IDOETA, Ivan. Elementos De Eletrônica Digital. 41. ed. São Paulo:
Érica. 2012.
TOCCI, Ronald, WIDMER, Neal; MOSS; Gregory. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11.
ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011.
FLOYD, Thomas. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9° ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
Bibliografia complementar:
COSTA, Cesar da. Projetos de Circuitos Digitais com FPGA. 3. ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei Colombo. Eletrônica Digital: Teoria e Laboratório. 2
ed. São Paulo: Érica. 2008.
JUNIOR, Annibal Hetem. Fundamentos de Informática - Eletrônica Digital. 1 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.
COSTA, Cesar da; MESQUITA, Leonardo; PINHEIRO, Eduardo. Elementos de Lógica Programável
com VHDL eDSP. 1. ed. São Paulo: Editora Érica, 2011.
DIAS, Morgado. Sistemas digitais: princípios e prática. 2. ed. rev. Lisboa: FCA, 2011.
50 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

4º período
Nome da disciplina: Ciência e Tecnologia dos Materiais
Código: AUT.025
Elétricos
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Modelo atômico e bandas de energia nos sólidos. Cristalografia e estruturas dos materiais. Comporta-
mento elétrico e magnético dos materiais; condutores; semicondutores; dielétricos e magnéticos. Tec-
nologia dos materiais e dispositivos eletro-eletrônicos. Propriedades e aplicações dos materiais na
engenharia. Novos materiais.
Objetivo(s):
• Compreensão da física de funcionamento de materiais elétricos e magnéticos e sua aplicação
na engenharia.
• Discutir características físicas de materiais elétricos e magnéticos;
• Compreender a influência dos materiais sobre estruturas utilizadas em engenharia de controle
e automação;
• Compreender limites de operação para diferentes dispositivos em função das características
de seus materiais constituintes;
• Discutir aplicações de materiais.
Bibliografia básica:
SCHMIDT, Valfredo.Materiais Elétricos: Condutores e Semicondutores.3. ed. rev. Edgard Blucher,
2010. Volume 1.
SCHMIDT, Valfredo.Materiais Elétricos: Isolantes e Magnéticos.3.ed. rev. Edgard Blucher,
2011.Volume 2.
CALLISTER, William D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 8. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2013.
Bibliografia complementar:
BOGART; John. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. 3. ed. São Paulo:Editora Makron Books, 2001.
Volume I e Volume II.
FARIA, Rubens; LIMA, Luiz. Introdução ao Magnetismo dos Materiais. 1. ed. São Paulo:Editora
Livraria da Física, 2005.
SEDRA, Adel; SMITH, Kenneth. Microeletrônica. 4. Ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
SOLYMAR, Lazlo; WALSH, Donald. Electrical properties of materials. 8. ed. Gra-Bretanha Oxford
University Press, 2009.
MOHAN, Ned; UNDELAND, Tore; ROBBINS, William. Power Electronics: Converters, Applicati-
ons and Design. 3 ed. Estados Unidos da América: IE-Wiley, 2002.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 51
3.1.5 Ementário

4º período
Código: AUT.024 Nome da disciplina: Circuitos Elétricos I
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Fundamentos de Circuitos de Corrente Contínua. Estudo das Leis Técnicas de análise de circuitos de
corrente contínua - CC em série, paralelo e mistos. Estudo e aplicação do Métodos das Correntes de
Malhas e do Método das Tensões dos Nós. Estudo e aplicação dos Teoremas de Análise de Circuitos
CC. Estudo e Análise de transitórios em circuitos elétricos.
Objetivo(s):
• Analisar Circuitos Elétricos, aplicando as Leis de Kirchhoff e os Teoremas de Rede.
• Analisar circuitos de corrente contínua, aplicando as Leis de Kirchhoff e os Teoremas de
Rede;
• Resolver circuitos mistos através dos Métodos das Correntes de Malhas e Método dos Nós;
• Estudar circuitos transitórios RC, RL, RLC.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert.Introdução à Análise de Circuitos. 10. ed.São Paulo: Prentice Hall do Brasil,
2004.
SADIKU, Matthew N. O; MUSA, Sarhan; ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos
com Aplicações.1. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2014.
O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2 ed.São Paulo: Makron Books do Brasil Ltda, 2014.
Bibliografia complementar:
ALEXANDER, Charles; SADIKU, Matthew.Fundamentos de circuitos elétricos. 5. Ed. São Paulo:
Editora Bookman, 2013.
BARTKOWIAK, Robert. Circuitos Elétricos. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
JOHNSON, David; HILBURN, Johnny; JOHNSON; Johnny. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
DORF, Richard; SVOBODA, James. Introdução aos Circuitos Elétricos. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
NILSON, James; RIEDEL, Susan.Circuitos elétricos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
52 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

4º período
Código: AUT.026 Nome da disciplina: Desenho Técnico II
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 7,5 CH prática: 22,5 Prática Obrigatória

Ementa:
Utilização de software de Desenho auxiliado por Computador (CAD); utilização de comandos para
modelagem de geometrias bi-dimensionais; utilização de comandos para modificação de geometrias
bi-dimensionais; mensuração e cotagem; uso de sistemas de desenho por camadas (layers); desenvol-
vimento de textos técnicos; cortes e secções; desenvolvimento de projetos de montagens bi-dimensio-
nais; formatos ABNT.
Objetivo(s):
• Desenvolver no discente as habilidades necessárias para o desenvolvimento de desenho téc-
nico em sistemas computacionais, ou seja, em softwares de Desenho Auxiliado por Computa-
dor - CAD.
• Desenvolver conhecimentos de representação gráfica, bi-dimensional, através da tecnologia
de sistemas de Desenho Técnico em meio digital - CAD;
• Consolidar os conceitos universais de desenho técnico bi-dimensional em plataformas CAD;
• Capacitá-lo ao uso dos principais comandos de sistemas CAD, atributos e funcionalidades
oferecidas pelo software CAD;
• Desenvolver desenhos básicos de engenharia em sistema CAD em consonância com as nor-
mas ABNT.
Bibliografia básica:
Katori, Rosa. AutoCAD 2016: Projetos em 2D. 1ª ed., São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2017. –
(Ebook). eISBN 978-85-396-0927-7
LEAKE, James; BORGERSON, Jacob L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho,
modelagem e visualização. 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, c2010, 288 p. ISBN 9788521617372.
RIBEIRO, Antônio Clélio; PERES, Mauro Pedro; IZIDORO, Nacir. Curso de desenho técnico e
autocad. 1ª ed., São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. – (Ebook).
Bibliografia complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10067 (ABNT-1995): Princípios
gerais de representação em desenho técnico. 1995. 14 p. – (Acervo Digital).
Katori, Rosa. AutoCAD 2016: modelando em 3D. 1ª ed., São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2017.
– (Ebook). eISBN 978-85-396-0926-0.
Katori, Rosa. AutoCAD 2016: recursos adicionais. 1ª ed., São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2017.
– (Ebook). eISBN 978-85-396-0928-4.
RIBEIRO, A. S.; et al. DESENHO técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006. 475 p.
TEMOS: DESENHO técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2006. xviii, 475 p. ISBN
9788521615224 (broch.).
RIBEIRO, Claudia Pimentel Bueno do Valle; PAPAZOGLOU, RosaritaSteil. Desenho técnico para
engenharias. 1ª ed. Curitiba: Juruá, 2009. .196 p. ISBN 9788536216799.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 53
3.1.5 Ementário

4º período
Código: AUT.027 Nome da disciplina: Equações Diferenciais
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Aspectos gerais de uma Equação Diferencial Ordinária (EDO): definição, classificação e soluções,
modelagem; Equações diferenciais de primeira ordem, Teorema de existência e unicidade e métodos
de resolução; Equações lineares de segunda ordem; Equações lineares de ordem superior; sistemas
lineares; Equações lineares de segunda ordem; A Transformada de Laplace e resolução de equações
diferenciais; Noções de Equações não lineares e Estabilidade.
Objetivo(s):
• Levar o aluno dos cursos de graduação das áreas cientifica e tecnológica à compreender o
conceito de convergência de sequência e séries, Equações Diferenciais Ordinárias, utili-
zando-os na representação de funções e empregando-os em situações-problemas.
• Desenvolver a capacidade de ler, interpretar e comunicar ideias matemáticas com Equações
Diferenciais Ordinárias;
• Desenvolver a capacidade de modelar e resolver problemas matemáticos com Equações
Diferenciais Ordinárias;
• Construir o conceito de convergência de sequência e de serie, aplicando-os a problemas rela-
cionados com as áreas científicas e tecnológicas;
• Desenvolver métodos de solução de equações diferenciais parciais, inclusive usando ferra-
mentas computacionais.
Bibliografia básica:
STEWART, James M. Cálculo: volume 2. São Paulo: Cengage Learning, c2014. v. 2
BOYCE, William E; DIPRIMA, Richard C. Equacoes diferenciais elementares e problemas de valo-
res de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Cientificos, 2010.
BRANNAN, James R; BOYCE, William E. Equações diferenciais: uma introdução a métodos
modernos e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, c2008.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen; DOERING, Claus Ivo. Cálculo: volume II. 10. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2014.
KREYSZIG, Erwin; PONTES, Luís Antônio Farjado (Tradutor). Matemática superior para engenha-
ria: volume 1. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engehnaria: equações diferenci-
ais elementares e transformada de Laplace. 3. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2009.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica: volume 2. São Paulo: Pearson, 1988.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia 2: álgebra linear e
cálculo vetorial. 3. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2009. 303 p.
54 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

4º período
Código: AUT.021 Nome da disciplina: Física III
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Oscilações, Ondas, Ondas Eletromagnéticas, Imagens, Interferência e Difração.
Objetivo(s):
• Conhecer os princípios básicos da Física Ondulatória e Ótica e suas aplicações na engenha-
ria.
• Conhecer os elementos básicos associados a uma onda: comprimento de onda, período e fre-
quência. Conhecer as principais propriedades das ondas: reflexão, refração, difração, polari-
zação e interferência. Aprender as leis da reflexão da luz e aplicar essas leis no estudo de
espelhos planos. Construir as imagens produzidas por um espelho esférico. Conhecer as leis
da refração. Construir as imagens produzidas por lentes esféricas delgadas.
Bibliografia básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física: Gravitação, Ondas
e Termodinâmica. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, v.2, 2012.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física: Ótica e Física. 9.
ed. Rio de Janeiro: LTC, v.4, 2012.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 1: mecânica, osci-
lações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2009.
Bibliografia complementar:
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011.
YOUNG, Hugh et al. Física II: Termodinâmica e Ondas. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008.
Volume 2.
YOUNG, Hugh et al. Física IV: Ótica e Física Moderna. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009.
Volume 4.
CHAVES, Alaor. Física básica: gravitação, fluidos, ondas, termodinâmica. Rio de Janeiro: LTC,
c2007.
SERWAY, Raymond A; JEWETT, Jonh W. Física Para Cientistas e Engenheiros: Oscilações Ondas e
Termodinâmica. 1. Ed. Tradução da 8° Ed. Americana. São Paulo: Cengage, 2011. Volume 2.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 55
3.1.5 Ementário

4º período
Código: AUT.028 Nome da disciplina: Introdução à Administração
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução à administração; escolas e contribuições à teoria geral da administração; funções básicas
da administração de recursos humanos; administração de suprimentos; administração financeira: uma
abordagem na empresa moderna.
Objetivo(s):
• Conhecer as principais escolas da administração e conhecer os fundamentos da teoria geral
da administração de empresas.
• Ter noções de administração financeira;
• Ter noções de administração de suprimentos e recursos humanos;
• Proporcionar ao aluno noções básicas de administração de empresas;
• Desenvolver habilidades de gerenciamento de uma pequena empresa em todos os seus aspec-
tos.
Bibliografia básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 4. Ed. Barueri: Manole, 2014.
Edição Compacta.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana a
Revolução Digital. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Introdução à Administração. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia complementar:
STONER, James, FREEMAN, Edward. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
FERREIRA, Ademir Antônio Ferreira; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel. Gestão
empresarial: de Taylor aos nossos dias – evolução, tendências da moderna administração de empre-
sas. 8. Ed. São Paulo: Pioneira, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos: os novos horizontes em administração.
3. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. [Biblioteca Digital - recurso eletrônico].
SERTEK, Paulo; GUINDANI, Roberto Ari; MARTINS, Tomás Sparano. Administração e planeja-
mento estratégico. 2. ed. rev., atual. e ampl. Curitiba: Intersaberes, 2009. ISBN 9788565704038.
[Biblioteca Digital - recurso eletrônico].
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores/ fundamentos da criação
e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson, 2006. ISBN 9788576050889. [Biblioteca Digi-
tal - recurso eletrônico]
56 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

4º período
Código: AUT.022 Nome da disciplina: Laboratório de física II
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Análise dos fenômenos do campo de conhecimento do Eletromagnetismo por meio de experimentos
didáticos com roteiros estruturados
Objetivo(s):
• Aplicar os conceitos básicos, leis e teorias do campo do Eletromagnetismo em experimentos
didáticos com roteiros estruturados.
• Desenvolver habilidades e técnicas para resolução de questões práticas e aplicadas.
• Desenvolver habilidades para montagens de experimentos.
• Analisar fenômenos eletromagnéticos, otimizando a realização de medidas e tratamento de
dados.
• Interpretar textos técnicos e científicos;
• Elaborar relatórios técnicos com linguagem científica.
• Desenvolver habilidades para trabalhos em equipe e para discussões em grupo.
• Confrontar dados experimentais com as leis e teorias do Eletromagnetismo.
Bibliografia básica:
CHAVES, Alaor. Física básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro: LTC, 2007
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: eletromagnetismo.
9. ed. Rio de Janeiro: LTC, v. 3, 2012.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: volume 2 : eletricidade e
magnetismo, óptica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Bibliografia complementar:
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. São Paulo: Pearson,
v. 3, 2009
JEWETT, John W.; SERWAY, Raymond A. Física: para cientistas e engenheiros: volume 3 : eletrici-
dade e magnetismo. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
KNIGHT, Randall. Física: uma abordagem estratégica. V.3, 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2009.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física III : eletromagnetismo. 12. ed. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2009
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 57
3.1.5 Ementário

4º período
Código: AUT.023 Nome da disciplina: Laboratório de Sistemas Digitais
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Projeto e montagem de circuitos lógicos digitais. Projeto em VHDL.
Objetivo(s):
• Implementar projetos de circuitos lógicos digitais. Compreender dispositivos lógicos progra-
máveis e a linguagem VHDL.
• Manipular os circuitos digitais demais componentes utilizados nas montagens de eletrônica
digital;
• Apresentar aos alunos os dispositivos lógico programáveis;
• Manipular a linguagem VHDL para o projeto de hardware em dispositivos lógicos programá-
veis;
• Capacitar os alunos para desenvolver projeto, análise e síntese de sistemas digitais, utilizando
ferramenta de projeto e desenvolvimento e configuração de Dispositivos Lógicos Programá-
veis.
Bibliografia básica:
CAPUANO, Francisco Gabriel; IDOETA, Ivan.Elementos De Eletrônica Digital. 41. ed. São Paulo:
Érica. 2012.
TOCCI, Ronald, WIDMER, Neal; MOSS; Gregory. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11.
ed. São Paulo: Prentice Hall, 2011.
FLOYD, Thomas. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9° ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
Bibliografia complementar:
COSTA, Cesar da. Projetos de Circuitos Digitais com FPGA. 3. ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei Colombo. Eletrônica Digital: Teoria e Laboratório. 2
ed. São Paulo: Érica. 2008.
JUNIOR, Annibal Hetem. Fundamentos de Informática - Eletrônica Digital. 1 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2010.
COSTA, Cesar da; MESQUITA, Leonardo; PINHEIRO,Eduardo. Elementos de Lógica Programável
com VHDL e DSP. 1. ed. São Paulo: Editora Érica, 2011.
DIAS, Morgado. Sistemas digitais: princípios e prática. 2. ed. rev. Lisboa: FCA, 2011.
58 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

5º período
Nome da disciplina: Análise de Sistemas Dinâmicos Linea-
Código: AUT.030
res
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução ao estudo de sinais e sistemas; Representação matemática de sinais; Classificação de sis-
temas; Sistemas lineares e invariantes no tempo (LIT); Representação matemática usando equações
diferenciais; Resposta transitória e em regime permanente; Convolução em sistemas de tempo contí-
nuo e discreto. Análise de Fourier para sinais e sistemas de tempo contínuo e discreto. A transfor -
mada de Laplace. A transformada Z. Amostragem de Sinais. Modulação AM e PAM. Resposta em
Frequência – Diagrama de Bode.
Objetivo(s):
• Capacitar o aluno para a análise matemática de sistemas lineares causais no domínio do
tempo e da frequência.
• Classificar sistemas dinâmicos quanto à estabilidade, causalidade, linearidade e variância
temporal;
• Analisar sistemas no domínio da frequência;
• Trabalhar com aplicação das transformadas de Laplace, Fourier e Z;
• Analisar estabilidade de sistemas dinâmicos lineares invariantes no tempo.
Bibliografia básica:
LATHI, BhagawandasP. Linear Systems and Signals.2. ed. Estados Unidos da América: Oxford USA
TRADE, 2014.
OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan. S. Signals and Systems. 2. ed. Estados Unidos da América:
Prentice Hall, 1997.
PHILLIPS, Charles L.; PARR, John; RISKIN, Eve. Signals, Systems & Transforms. 5. ed. Estados
Unidos da América: Prentice Hall, 2013.
Bibliografia complementar:
CHEN, Chi-tsong. Linear System Theory and Design. 4. ed. Estados Unidos da América: Oxford
University Press, 2012.
MONTEIRO, Luiz Henrique Alves.Sistemas Dinâmicos.3. ed. São Paulo: Editora Livraria da Física,
2011.
MITRA, Sanjit Kumar. Digital signal processing: a computer-based approach. 4. ed. New York:
McGraw-Hill, 2011.
CHAPARRO, Luis. Signals and Systems using MATLAB. 2 ed. Estados Unidos da América: Acade-
mic Press, 2014.
KARU, Z. Zoher. Signals and systems: made ridiculously simple. United States of America: Zizi
Press, c2001. 123 p. ISBN 0964375214.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 59
3.1.5 Ementário

5º período
Código: AUT.035 Nome da disciplina: Cálculo numérico
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Cálculo Numérico. Aritmética de ponto flutuante. Zeros de funções reais. Sistemas lineares. Interpo-
lação polinomial. Integração numérica. Quadrados mínimos lineares. Tratamento numérico de equa-
ções diferenciais ordinárias.
Objetivo(s):
• Introduzir os fundamentos dos métodos numéricos básicos utilizados na solução de proble-
mas matemáticos; promover a utilização de sistemas computacionais; analisar a influência
dos erros introduzidos na utilização e implementação computacional destes métodos.
• Compreender as formas de representação numéricas e os erros ocasionados;
• Ser capaz de encontrar o zero de funções reais;
• Ser capaz de solucionar sistemas de equações lineares utilizando diferentes métodos;
• Dominar o conceito de Interpolação;
• Compreender diferentes métodos de Integração Numérica;
• Utilizar diferentes métodos para solução numérica de equações diferenciais ordinárias.
Bibliografia básica:
CAMPOS, Frederico Ferreira. Algoritmos numéricos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. xvi, 428 p.
BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo: Har-
bra, c1987. xii, 367 p.
CUNHA, Cristina. Métodos numéricos. 2. ed., rev. e ampl. Campinas: UNICAMP, 2000. 265 p.
Bibliografia complementar:
FRANCO, Neide Maria Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson, c2007. xii, 505 p.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos
e computacionais. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1998. xvi, 406 p.
BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos; HETEM JUNIOR, Annibal. Cálculo numérico. Rio de
Janeiro: LTC, c2007. xii, 153 p.
PUGA, Leila Zardo; TÁRCIA, José Henrique Mendes; PAZ, Álvaro Puga. Cálculo numérico. 2. ed.
São Paulo: LCTE, 2012. 176 p.
ARENALES, Selma Helena de Vasconcelos; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico: aprendizagem
com apoio de software. São Paulo: Cengage Learning, 2008. x, 364 p.
60 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

5º período
Código: AUT.029 Nome da disciplina: Circuitos Elétricos II
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Estudo dos conceitos de Corrente Alternada - CA: expressão geral, relações de fase, valores médio e
eficaz. Estudo de elementos básicos em CA e diagrama fasorial. Estudo das Leis Técnicas de análise
de circuitos CA em série, paralelo e mistos. Aplicação dos Teoremas de Análise de Circuitos CA.
Estudo de Potência monofásica e correção de fator de potência. Análise de Circuitos Trifásicos Equi-
librados e Desequilibrados e Estudo de Potência Trifásica.
Objetivo(s):
• Analisar Circuitos Elétricos de Corrente Alternada monofásicos e trifásicos, aplicando as
Leis, Teoremas e Análise matemática adequada.
• Conhecer os conceitos básicos de correntes e tensões alternadas senoidais;
• Analisar e resolver circuitos CA monofásicos e construir diagramas de fasores aplicando
métodos de análise de circuitos, bem como cálculos de potência e correção de fator de potên -
cia;
• Analisar e resolver circuitos CA trifásicos equilibrados e desequilibrados, bem como cálculos
de potências ativa, reativa e aparente.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert.Introdução à Análise de Circuitos. 12 ed.São Paulo: Prentice Hall do Brasil,
2012.
SADIKU, Matthew N. O; MUSA, Sarhan; ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos
com Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 2014.
O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2. Ed.São Paulo: Makron Books do Brasil, 2014.
Bibliografia complementar:
ALEXANDER, Charles. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. Ed. São Paulo: Editora Bookman,
2013.
BARTKOWIAK, Robert. Circuitos Elétricos. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
JOHNSON, David; HILBURN, Johnny; JOHNSON; Johnny. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
DORF, Richard; SVOBODA, James. Introdução aos Circuitos Elétricos. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
NILSON, James; RIEDEL, Susan.Circuitos elétricos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 61
3.1.5 Ementário

5º período
Código: AUT.036 Nome da disciplina: Economia para Engenharia
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Economia: introdução e conceitos fundamentais. Microeconomia: oferta, demanda, equilíbrio e estru-
turas de mercado. Macroeconomia: agregados macroeconômicos. Política econômica. Noções de
análise de viabilidade econômica financeira de projetos.
Objetivo(s):
• Compreender os conceitos de Economia, nos aspectos micro e macroeconômico, além de
conhecer as técnicas de análise econômica e financeira de projetos de Engenharia.
• Desenvolver noções de economia e de mercado;
• Conhecer os indicadores econômicos, estrutura de mercado, indexadores de taxas financei -
ras;
• Avaliar as condições de financiamento, juros e fluxo de caixa;
• Elaborar instrumento de análise de viabilidade econômica de projetos de Engenharia.
Bibliografia básica:
KRUGMAN, Paul R.; WELLS, Robin (Robin Rouse). Introdução à economia. Rio de Janeiro: Else-
vier; Campus, 2015.
PILÃO, Nivaldo Elias; HUMMEL, Paulo Roberto Vampré. Matemática financeira e engenharia eco-
nômica: a teoria e a prática da análise de projetos de investimentos. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2006.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio S. de; TONETO JR., Rudnei (Org.).
Manual de economia. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
Bibliografia complementar:
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
OLIVEIRA, Adalberto de; MENDES, Judas Tadeu Grassi (Org). Economia e gestão. São Paulo:
Pearson, 2014. [Biblioteca Digital - recurso eletrônico]
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 9. ed. rev. e atual. São
Paulo: Elsevier, 2011.
SINGER, Paul. Aprender economia. 25. ed. Sao Paulo: Contexto, 2010. [Biblioteca Digital - recurso
eletrônico]
62 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

5º período
Código: AUT.034 Nome da disciplina: Eletrônica Geral
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução à eletrônica. Circuitos eletrônicos com amplificadores operacionais ideais. Junção PN.
Diodos retificadores. Diodo zener. Transistores de efeito de campo (FET) e transistores bipolares
(BJT): características, modelo de transistor em baixa e alta frequência, polarização, configuração de
amplificadores. Modelos em pequenos sinais: operação e análise de amplificadores de único estágio.
Parâmetros: impedância de entrada e saída, ganhos de tensão, de corrente e de transcondutância, Fun -
cionamento como chave.
Objetivo(s):
• Introdução a dispositivos eletrônicos básicos e análise de circuitos eletrônicos elementares.
• Compreender o funcionamento de dispositivos eletrônicos básicos, como diodos, transistores
e amplificadores operacionais;
• Estudar técnicas de análise de circuitos eletrônicos;
• Realizar a correta especificação de componentes para montagem e manutenção de circuitos
eletrônicos;
• Desenvolver habilidades para realização de projeto de circuitos eletrônicos elementares.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert; NASHELSKI, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 11.ed.
Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2013.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica.7. ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 2008. Volume 1.
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5. Ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill,
2007.
Bibliografia complementar:
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 7. ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 2008. Volume 2.
HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. The Art of Electronics.2. ed. Estados Unidos da América: Cam-
bridge University Press, 1989.
CRUZ, Eduardo Cesar A.; SALOMÃO, Choueri Jr. Eletrônica Aplicada. 1. ed. São Paulo: Érica,
2007.
JAEGER, Richard; BLALOCK, Travis. Microelectronic Circuit Design.4. Ed. Estados Unidos da
América: Ed. McGraw-Hill, 2010.
MARQUES, Angelo Eduardo B.; CRUZ, Eduardo Cesar A.; SALOMÃO, Choueri Jr. Dispositivos
Semicondutores: Diodos e Transistores.13. ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 63
3.1.5 Ementário

5º período
Código: AUT.031 Nome da disciplina: Laboratório de Circuitos Elétricos I
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Simulações e Práticas em Laboratório dos temas: Fundamentos de Circuitos de Corrente Contínua.
Estudo das Leis Técnicas de análise de circuitos de corrente contínua - CC em série, paralelo e misto.
Estudo e aplicação dos Métodos das Correntes de Malhas e do Método das Tensões dos Nós. Estudo
e aplicação dos Teoremas de Análise de Circuitos CC. Estudo e Análise de transitórios em circuitos
elétricos.
Objetivo(s):
• Analisar Circuitos Elétricos, aplicando as Leis de Kirchhoff e os Teoremas de Rede.
• Analisar circuitos de corrente contínua, aplicando as Leis de Kirchhoff e os Teoremas de
Rede;
• Resolver circuitos mistos através dos Métodos das Correntes de Malhas e Método dos Nós;
• Estudar circuitos transitórios RC, RL, RLC.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert.Introdução à Análise de Circuitos. 10. ed.São Paulo: Prentice Hall do Brasil,
2004.
SADIKU, Matthew N. O; MUSA, Sarhan; ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos
com Aplicações.1. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2014.
O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2 ed.São Paulo: Makron Books do Brasil Ltda, 2014.
Bibliografia complementar:
ALEXANDER, Charles; SADIKU, Matthew.Fundamentos de circuitos elétricos. 5. Ed. São Paulo:
Editora Bookman, 2013.
BARTKOWIAK, Robert. Circuitos Elétricos. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
JOHNSON, David; HILBURN, Johnny; JOHNSON; Johnny. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
DORF, Richard; SVOBODA, James. Introdução aos Circuitos Elétricos. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
NILSON, James; RIEDEL, Susan.Circuitos elétricos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
64 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

5º período
Código: AUT.032 Nome da disciplina: Probabilidade e Estatística
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Estatística descritiva. Probabilidade. Distribuições. Medidas de Dispersão. Amostragem e Estimação.
Intervalos de confiança. Teste de hipóteses. Regressão e correlação.
Objetivo(s):
• Ampliar a capacidade do aluno de induzir e generalizar; aumentar as suas condições de pes -
quisa e interpretação, e superar elementares dificuldades que surjam na disciplina de Esta-
tística e Probabilidade. Capacitando-o a aplicar os conhecimentos adquiridos e empregando-
os em situações-problemas reais..
• Compreender os conceitos, procedimentos e técnicas de Estatística e Probabilidade, desen-
volvendo a capacidade de formular hipóteses e selecionar estratégias de ação;
• Utilizar os conhecimentos e técnicas de Estatística e Probabilidade na resolução de proble -
mas em outras áreas do currículo e principalmente em sua vida profissional quando esses
conhecimentos e técnicas se fizerem necessários;
• Desenvolver a capacidade de interpretar e criticar resultados obtidos;
• Desenvolver a capacidade de utilizar, de maneira consciente, calculadoras e computadores na
resolução de problemas.
Bibliografia básica:
MORETIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica. 8. Ed. São Paulo:
Saraiva, 2013.
MONTGOMERY Douglas; RUNGER, George. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenhei-
ros. 5. Ed. São Paulo: LTC, 2012.
MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antônio Carlos Pedrosa. Noções de Probabilidade e
Estatística. 7. Ed. São Paulo: Editora Edusp, 2007.
Bibliografia complementar:
SPIEGEL, Murray R.; FARIAS, Alfredo Alves de. Probabilidade e estatística. São Paulo: Pearson,
Makron Books, 2004. 518 p.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência. São Paulo: Makron
Books, 2010. 375 p.
SOARES, José Francisco; FARIAS, Alfredo Alves de; CESAR, Cibele Comini. Introdução à Esta-
tística. 3. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
OLIVEIRA, Magno Alves de. Probabilidade e estatística: um curso introdutório. Brasília: IFB, 2011.
166 p.
MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para enge-
nheiros. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. xiv, 521 p
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 65
3.1.5 Ementário

5º período
Código: AUT.033 Nome da disciplina: Rede de Computadores
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Redes de Computadores. Conceitos básicos de Rede de Computadores e da Internet. Arquitetura em
camadas e camadas de protocolos. Exemplo de redes de computadores. A camada física: componen-
tes, cabeamento metálico, óptico, comunicação wireless. Sistemas padronizados de telecomunicação
e comunicação de dados. A camada de enlace e a subcamada de acesso ao meio, técnicas de detecção
de erros. A camada de rede: roteamento e endereçamento IP. A camada de transporte (protocolos TCP
e UDP). A camada de aplicação: protocolos HTTP, SMTP, DNS, FTP.
Objetivo(s):
• Conhecer conceitos básicos de redes de comunicação de dados, redes de computadores e da
Internet. Conhecer os protocolos de comunicação nas diversas camadas dos modelos de refe-
rência ISO/OSI e TCP/IP.
• Estudo de arquitetura de redes de computadores;
• Redes locais;
• Redes de alta velocidade;
• Comunicação sem fio.
Bibliografia básica:
FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de Dados e Redes de Computadores. 4. ed. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 2008.
TANENBAUM, Andrew S.. Redes de Computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2011.
PETERSON, Larry L.; DAVIE, Bruce S. Redes de Computadores: uma abordagem de sistemas. 5.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
Bibliografia complementar:
KUROSE, James; ROSS, Keith. Redes de Computadores e Internet:Uma abordagem Top-down. 5.
Ed. São Paulo: Person, 2010.
STALLINGS, William. Redes e sistemas de comunicação de dados. 1. ed. Rio de janeiro: Elsevier,
2005.
COMER, Douglas E. Redes de Computadores E Internet.4. ed. São Paulo: Bookman, 2007.
BARRETT, Diane. Redes de Computadores. 1. ed. São Paulo: LTC, 2010.
SOUSA, Lindeberg Barros. Redes de computadores: Guia Total. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009.
66 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

6º período
Código: AUT.041 Nome da disciplina: Controladores Lógicos Programáveis
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Histórico, evolução e arquitetura dos controladores lógicos programáveis (CLPs). Módulos de
entrada e saída. Dimensionamento e configuração de hardware. Linguagens de programação dos
CLPs. Projetos de sistemas de controle e comandos elétricos baseados em controladores lógicos pro -
gramáveis.
Objetivo(s):
• Proporcionar ao estudante o conhecimento dos dispositivos de hardware, linguagem de pro-
gramação, etapas de projeto e aplicações dos controladores lógicos programáveis.
• Permitir que o aluno interprete programas em linguagens de programação de CLPs;
• Desenvolver programas simples em linguagem LADDER;
• Especificar hardware para projeto de automação baseado em CLPs.
Bibliografia básica:
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada: Descrição e Implementação de Sistemas Seqüenciais
com PLCs. 9. Ed. São Paulo: Ed. Érica. 2014.
CAMARGO, Valter Luis Arlindo de; FRANCHI, Claiton Moro. Controladores Lógicos Programá-
veis: Sistemas Discretos. 1. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2008.
MORAES, Cícero Couto de; CARTRRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de Automação Industrial.
2. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Bibliografia complementar:
NATALE, Ferdinando. Automação industrial. 3. Ed. São Paulo: Érica, 2001.
SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson dos Santos. Automação e Controle Discreto. 9.
Ed. São Paulo: Érica, 2009.
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial - PLC teoria e aplicações. 2. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2011.
PETRUZELLA, Frank. Programmable Logic Controllers. 4. ed. Estados Unidos da América:
McGraw-Hill, 2010.
ADROVER, Elvin Pérez. Introduction to PLCs: A beginner's guide to Programmable Logic Control-
lers. Elvin Pérez Adrover, 2012.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 67
3.1.5 Ementário

6º período
Código: AUT.043 Nome da disciplina: Controle de Sistemas Dinâmicos
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução aos sistemas de controle; representação de sistemas dinâmicos lineares no tempo e na fre-
quência, análise de resposta temporal, diagramas de Bode, lugar das raízes; técnicas de compensação
no tempo e em frequência; estabilidade de sistemas dinâmicos contínuos no tempo; projeto e simula-
ção de controladores PID, avanço e atraso.
Objetivo(s):
• Propiciar ao aluno conhecer os fundamentos teóricos do controle de sistemas dinâmicos;
conhecer os principais métodos e Utilizar técnicas matemáticas e computacionais para mode-
lar, simular e controlar sistemas dinâmicos.
• Dotar o aluno de conhecimentos básicos que permitam analisar o comportamento dinâmico
de sistemas físicos no domínio do tempo e da frequência;
• Modelar, simular, compensar e projetar um sistema de controle básico usando técnicas de
controle clássico;
• Projetar e simular sistemas de controle pelo método do lugar das raízes;
• Projetar e simular sistemas de controle pelo método da resposta em frequência.
Bibliografia básica:
OGATA, Katsuhiko.Engenharia de Controle Moderna. 5 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2011.
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H., Sistemas de Controle Modernos.12 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
GOLNARAGHI, Farid; KUO, Benjamin C. Sistemas de Controle Automático. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
Bibliografia complementar:
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
FRANKLIN, GENE F.; POWEL, J. David; EMASSI-NOEIMI, Abbas. Feedback Control of Dyna-
mic Systems. 6. Ed. Estados Unidos da America: Prentice-Hall USA, 2009.
GEROMEL, JosELE.; KOROGUI, Rubens H. Controle Linear de Sistemas Dinâmicos : Teoria,
Ensaios Práticos e Exercícios. 1. ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2011.
PHILLIPS, Charles L.; HARBOR, Royce D. Sistemas de Controle e Realimentação. 1. ed. São
Paulo: Makron Books, 1996.
LEONARDI, Fabrizio; MAYA, Paulo Álvaro. Controle Essencial. 1.ed. São Paulo: Pearson, 2011.
68 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

6º período
Código: AUT.038 Nome da disciplina: Eletrônica Operacional
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Circuitos eletrônicos operacionais aplicados: condicionadores de sinais, amplificadores de instrumen-
tação, filtros ativos e amplificadores sintonizados. Sistemas e circuitos para conversão de dados: A/D,
D/A e Sigma-Delta. Circuitos geradores de sinais: Osciladores, Multivibradores e o temporizador
555.
Objetivo(s):
• Estudo de circuitos eletrônicos aplicados para condicionamento de sinais, instrumentação,
conversão de dados e geração de sinais.
• Estudo de circuitos operacionais para processamento e tratamento de sinais;
• Projeto e simulação de circuitos eletrônicos aplicados
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert; NASHELSKI, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos.11. Ed.
Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2013.
PERTENCE JUNIOR, Antônio. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos. 8. Ed. Porto Alegre:
Bookman, 2015.
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5. Ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Bra-
sil, 2007.
Bibliografia complementar:
RAZAVI, Behzad. Fundamentos de Microeletrônica. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
SCHULER, Charles A. Eletrônica II. 7. edição. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013.
MALVINO, Albert Paul; BATES, David J. Eletrônica.7. Ed. São Paulo: MCGRAW HILL, 2008.
Volume 2.
O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2. Ed. Porto Alegre: Bookman Companhia, 2014. Coleção
Schaum.
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos Elétricos. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 69
3.1.5 Ementário

6º período
Código: AUT.037 Nome da disciplina: Fenômenos de Transporte
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Definição de fluido. Viscosidade e fluidos Newtonianos. Estática dos fluidos. Volume de controle.
Análise diferencial do movimento de um fluido. Dinâmica de escoamento de fluidos incompressíveis.
Análise dimensional e similaridade. Transferência de calor. Condução, convecção e radiação térmica.
Métodos combinados.
Objetivo(s):
• Ao final da disciplina o aluno deverá dominar os conceitos básicos da mecânica dos fluidos;
Definir e diferenciar tipos de escoamento viscoso e não viscoso; Conhecer as principais pro-
priedades físicas do escoamento de fluidos. O aluno deverá dominar também os conceitos
básicos de transferência de calor, condução, convecção e radiação térmica. Diferenciar e
conhecer os princípios físicos de cada um dos três meios de transferência de calor e utilizar
os métodos combinados. Associar a transferência de calor com os equipamentos industriais.
Interpretar a relação de variação de energia com calor e trabalho.
• Reconhecer e diferenciar os modelos de escoamento segundo suas características específicas;
• Efetuar cálculos envolvendo conceitos físicos de hidrostática e hidrodinâmica; Identificar os
tipos de escoamento;
• Reconhecer o modo como os fluidos interagem com a geometria em um escoamento;
• Calcular e identificar as perdas de carga em um escoamento;
• Relacionar escoamento com a geometria;
• Interpretar de forma quantitativa o significado das vazões volumétricas e mássicas;
• Entender sobre pressão hidrostática;
• Interpretar e compreender os volumes de controle;
• Reconhecer, identificar e calcular a transferência de calor com os métodos combinados;
• Relacionar a transferência de calor com equipamentos industriais;
• Interpretar de forma quantitativa a relação entre variação de energia, calor e trabalho.
Bibliografia básica:
Incropera, Frank et al. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. 7. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2014.
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2. ed. Rio de Janeiro: Edi-
tora LTC, 2012.
BIRD, R. Byron; LIGHTFOOT, Edwin N.; STEWART, Warren E. Fenômenos de Transporte. 2. ed.
São Paulo: LTC. 2004.
Bibliografia complementar:
YUNUS, A. Cengel ; CIMBALA, John M. Mecânica dos Fluidos. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil, 2015.
WELTY, James et all.Fundamentals of Momentum Heat and Mass Transfer. 5. ed. New Jersey: John
Wiley e Sons, 2007.
HEWITT, Paul G. Fundamentos de Física Conceitual. Ed. única. São Paulo: Bookman, 2009.
FOX, Robert; MCDONALD, Alan; PRITCHARD, Philip. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 8. Ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2014.
WHITE, Frank. Mecânica dos Fluidos. 6. Ed. São Paulo: MCGRAW HILL, 2010.
70 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

6º período
Código: AUT.039 Nome da disciplina: Laboratório de Circuitos Elétricos II
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Simulações e Práticas em Laboratórios dos temas: Estudo dos conceitos de Corrente Alternada - CA:
expressão geral, relações de fase, valores médio e eficaz. Estudo de elementos básicos em CA e dia -
grama fasorial. Estudo das Leis Técnicas de análise de circuitos CA em série, paralelo e mistos. Apli-
cação dos Teoremas de Análise de Circuitos CA. Estudo de Potência monofásica e correção de fator
de potência. Análise de Circuitos Trifásicos Equilibrados e Desequilibrados e Estudo de Potência Tri-
fásica.
Objetivo(s):
• Analisar Circuitos Elétricos de Corrente Alternada monofásicos e trifásicos, aplicando as
Leis, Teoremas e Análise matemática adequada.
• Conhecer os conceitos básicos de correntes e tensões alternadas senoidais;
• Analisar e resolver circuitos CA monofásicos e construir diagramas de fasores aplicando
métodos de análise de circuitos, bem como cálculos de potência e correção de fator de potên -
cia;
• Analisar e resolver circuitos CA trifásicos equilibrados e desequilibrados, bem como cálculos
de potências ativa, reativa e aparente.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert.Introdução à Análise de Circuitos. 12 ed.São Paulo: Prentice Hall do Brasil,
2012.
SADIKU, Matthew N. O; MUSA, Sarhan; ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos
com Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 2014.
O’MALLEY, John. Análise de Circuitos. 2. Ed.São Paulo: Makron Books do Brasil, 2014.
Bibliografia complementar:
ALEXANDER, Charles. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. Ed. São Paulo: Editora Bookman,
2013.
BARTKOWIAK, Robert. Circuitos Elétricos. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999.
JOHNSON, David; HILBURN, Johnny; JOHNSON; Johnny. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
DORF, Richard; SVOBODA, James. Introdução aos Circuitos Elétricos. 8. Ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
NILSON, James; RIEDEL, Susan.Circuitos elétricos. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 71
3.1.5 Ementário

6º período
Código: AUT.042 Nome da disciplina: Laboratório de Eletrônica
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Princípios de operação e utilização de instrumentos de medição em laboratório. Analise e projetos de
circuitos utilizando: amplificadores operacionais; diodos retificadores e diodo zener; transistores
bipolares; transistores MOSFETs. Análise e projeto de circuitos utilizando transistores operando
como amplificadores e como chaves estáticas.
Objetivo(s):
• Desenvolver habilidades de projeto, simulação, especificação e montagem de circuitos ele -
trônicos.
• Utilização de equipamentos de medição eletrônica para avaliar o funcionamento de circuitos
eletrônicos;
• Desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos em todas as suas etapas;
• Realizar a correta especificação de componentes para montagem e manutenção de circuitos
eletrônicos.
Bibliografia básica:
BOYLESTAD, Robert; NASHELSKI, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. 11.ed.
Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 2013.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica.7. ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 2008. Volume 1.
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5. Ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill,
2007.
Bibliografia complementar:
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 7. ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill, 2008. Volume 2.
HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. The Art of Electronics.2. ed. Estados Unidos da América: Cam-
bridge University Press, 1989.
CRUZ, Eduardo Cesar A.; SALOMÃO, Choueri Jr. Eletrônica Aplicada. 1. ed. São Paulo: Érica,
2007.
JAEGER, Richard; BLALOCK, Travis. Microelectronic Circuit Design.4. Ed. Estados Unidos da
América: Ed. McGraw-Hill, 2010.
MARQUES, Angelo Eduardo B.; CRUZ, Eduardo Cesar A.; SALOMÃO, Choueri Jr. Dispositivos
Semicondutores: Diodos e Transistores.13. ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
72 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

6º período
Código: AUT.040 Nome da disciplina: Processamentos de Sinais
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Representação não-paramétrica de sistemas lineares invariantes no tempo. Dualidade tempo-frequên-
cia: representação de sinais periódicos por séries de Fourier, transformada de Fourier contínua. Filtra-
gem analógica e digital. Modulação. Amostragem e reconstrução. Interpolação e decimação. Trans -
formada de Fourier discreta. Algoritmos rápidos. Princípios de estimação espectral.
Objetivo(s):
• Desenvolver conhecimentos sobre o processamento analógico e digital de sinais elétricos e
tratamento de dados.
• Compreensão da representação e sinais no domínio do tempo contínuo e discreto;
• Compreensão de técnicas de filtragem de sinais e projeto de filtros analógicos e digitais;
• Compreender conceitos de modulação por amplitude;
• Desenvolver habilidades no processamento digital de sinais: reconstrução, interpolação e tra-
tamento;
• Compreender métodos de análise de sinais em tempo discreto e transformadas rápidas de
Fourier.
Bibliografia básica:
LATHI, Bhagawandas P.Sinais e Sistemas Lineares. 2. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
OPPENHEIM, Alan V.; Schafer, Ronald W. Processamento em tempo discreto de sinais. 3. Ed. São
Paulo: Pearson, 2013.
DINIZ, Paulo Sérgio et al. Processamento Digital de Sinais:Projeto e Análise de Sistemas. 2. Ed.
Porto Alegre: Bookman, 2014.
Bibliografia complementar:
HAYKIN, Simon; VAN VEEN, Barry. Sinais e Sistemas. 1. Ed.Porto Alegre: Bookman, 2001.
OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S.; NAWAB, S. Hamid. Signals and Systems. 2. Ed. Esta-
dos Unidos da América: Prentice Hall, 1997.
YOUNG, PAUL H. Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5. Ed. São Paulo: Pearson, 2006.
HAYES, Monson H. Processamento Digital de Sinais. 1. Ed.Porto Alegre: Bookman, 2006.
WILLIAMS, Arthur. Analog Filter and Circuit Design Handbook. 1. Ed. Canadá:McGraw-Hill, 2013.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 73
3.1.5 Ementário

7º período
Código: AUT.047 Nome da disciplina: Controle Digital
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Sistemas de tempo discreto. Transformada Z modificada. Resposta temporal de sistemas discretos.
Estabilidade de sistemas discretos. Projeto de controladores digitais. Efeitos de quantização. Estraté-
gias de controle. Critérios de desempenho e sintonia de controladores.
Objetivo(s):
• Fornecer ao aluno conhecimentos básicos que o torne capaz de projetar controladores digitais
utilizando métodos convencionais.
• Inserir o problema de controle de sistemas discretos;
• Usar ferramentas matemáticas para a modelagem de sistemas discretos;
• Aprofundar os conhecimentos de amostragem e reconstrução de sinais;
• Simular a resposta de sistemas discretos;
• Projetar controladores digitais;
• Conhecer os softwares de projeto e simulação de processos.
Bibliografia básica:
OGATA, Katsuhiko. Discrete-Time Control Systems.2. ed. Estados Unidos da América: Prentice-
Hall, 1995.
FRANKLIN, G. F., POWERLL, J.D, WORKMAN, M. L. Digital Control of Dynamic Systems, 3
ed., Addison Wesley, 1998.
BARCZAK, Czeslau L. Controle digital de sistemas dinâmicos: projeto e análise. 1. Ed. São Paulo:
Edgar Blücher, 1995.
Bibliografia complementar:
OGATA, Katsuhiko.Engenharia de Controle Moderna. 5 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2011.
BOLTON, W. Engenharia de Controle . 1. Ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2002.
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
GOLNARAGHI, Farid; KUO, Benjamin C. Sistemas de Controle Automático. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H., Sistemas de Controle Modernos.12. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
74 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

7º período
Nome da disciplina: Conversão da Energia e Máquinas
Código: AUT.045
Elétricas
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Circuitos Magnéticos. Transformadores. Princípios básicos da conversão eletromecânica de energia.
Motores de corrente contínua, de indução, síncrono a imãs permanentes e de relutância, motores de
passo e motores especiais.
Objetivo(s):
• Estudar os princípios de conversão eletromecânica da energia e de funcionamento de máqui-
nas elétricas.
• Entender o funcionamento dos circuitos magnéticos, visando compreender o funcionamento
dos transformadores;
• Estudar os princípios básicos da conversão de energia;
• Estudar os princípios de funcionamento das máquinas elétricas estáticas e dinâmicas, anali-
sando suas características e indicando suas aplicações principais.
Bibliografia básica:
FITZGERALD, Arthur E.; KINGSLEY JUNIOR, Charles. Máquinas elétricas: com introdução à ele-
trônica de potência. 6 ed. São Paulo: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vicent.Fundamentos de Máquinas Elétricas.1. Ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Bra-
sil, 1999.
KOSOW, Irving. Máquinas elétricas e transformadores. São Paulo: Globo, 2005.
Bibliografia complementar:
JORDÃO, Rubens Guedes. Transformadores. 1. Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BIM, Edson.Máquinas Elétricas e Acionamento. 2. Ed. São Paulo: Ed. Campus, 2014.
PYRHONEN, Juha; JOKINEN, Tapani; HRABOVCOVA, Valéria. Design of Rotating Electrical
Machines. 1. Ed. Estados Unidos da América: Editora John Wiley, 2013.
NASCIMENTO JR, Geraldo Carvalho. Máquinas Elétricas: Teoria e Ensaios.2. Ed. São Paulo: Érica,
2006.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 75
3.1.5 Ementário

7º período
Nome da disciplina: Gestão Empresarial e Empreendedo-
Código: AUT.050
rismo
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Empreendedores. Características. Motivações; O sucesso e o fracasso de novos empreendimentos; A
pequena empresa. Definição. Critérios de tamanho. Importância e Contribuição Econômica e Social;
Estrutura organizacional. Empresas familiares; Gestão Estratégica nas Pequenas empresas; Marketing
em empresas de pequeno porte. Marketing Mix. Franchising; Administração de Recursos Humanos
em Pequenas Empresas; Produção e Qualidade nas Pequenas Empresas; Administração Financeira
nas Pequenas Empresas; Responsabilidade Social de Pequenas Empresas
Objetivo(s):
• Capacitar o aluno a compreender a natureza do processo administrativo e do processo
empreendedor.
• Ser capaz de entender e compreender a natureza da gestão empresarial;
• Conhecer técnicas administrativas para a gestão, tomada de decisão e para se integrar aos
objetivos da organização empresarial que estiver vinculado;
• Estar motivado a atuar como um profissional empreendedor, criativo e multifuncional;
• Identificar procedimentos para transformar ideias e habilidades em empreendimentos bem-
sucedidos;
• Conhecer os fundamentos para elaborar Planos de Negócios.
Bibliografia básica:
DORNELAS, José Carlos Assis; SPINELLI, Stephen; ADAMS, Robert. Criação de novos negócios:
Empreendedorismo para o Século XXI. 2.d. São Paulo: Elsevier, 2014.
HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P.; SHEPHERD, Dean A. Empreendedorismo. 9. Ed. Porto
Alegre: Bookman, 2014
CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. 5a ed., Rio de Janeiro, Manole
Editora, 2014.
Bibliografia complementar:
CASTIGLIONI, José Antônio de Mattos; TANCREDI, Cláudio Tadeu. Organização Empresarial:
Conceitos, Modelos, Planejamento, Técnicas de Gestão e Normas de Qualidade. 1. ed. São Paulo:
Editora Érica, 2014.
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negógios. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2016.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Empreendedorismo. São Paulo: Pearson, 2012
RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo/ dicas e planos de negócios para o século XXI.
Curitiba: Intersaberes, 2012
76 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

7º período
Código: AUT.048 Nome da disciplina: Instrumentação Industrial
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Sistemas de medição; Modos de operação de instrumentos; Análise funcional de instrumentos; Técni-
cas de correção de erros; Caracterização estática de instrumentos; Caracterização dinâmica de instru -
mentos; Transdução, transmissão e tratamento de sinais em instrumentação; Sensores de posição;
Sensores de deformação; Sensores de Pressão; Medição de Vazão; Medição de Temperatura; Medição
de Nível; Elementos finais de controle; Normas e padrões de instrumentação; Aplicações industriais;
Norma ISA 5.1 ; Norma ISA 5.3; Inrodução as estrátégiade controle, Feed Back ; Feed Foward; Cas-
cata, Range Dividido.
Objetivo(s):
• Compreender os principais aspectos relacionados ao uso de instrumentos na indústria. Espe-
cificar, caracterizar e compreender o funcionamento de instrumentos industriais. Introdução
ao controle de processos.
• Análise funcional de instrumentos;
• Caracterização estática e dinâmica de instrumentos;
• Transdução, transmissão e tratamento de sinais;
• Elementos sensores de deformação, pressão, vazão, temperatura, nível;
• Elementos finais de controle;
• Norma de instrumentação. ISA 5.1 e ISA 5.3;
• Estratégias de Controle;
• Feed Back, Feed Foward, Cascata E Range Dividido.
Bibliografia básica:
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medi-
das. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Volume 1.
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medi-
das. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Volume 2.
DOEBELIN, Ernest O. Measurement Systems: Applications and Design. 5 Ed. Estados Unidos da
América: McGraw Hill, 2003.
Bibliografia complementar:
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 3. Ed. São Paulo: Interciência, 2011.
AGUIRRE, Luis Antônio. Fundamentos da Instrumentação. 1. Ed. São Paulo: Pearson, 2013.
BOLTON, William. Instrumentação e Controle. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2006.
SOISSON, Harold E. Instrumentação industrial. 1. ed. São Paulo: Hemus, 2002.
FIALHO, Arivelton Bustamante. Instrumentação Industrial. 6. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2008.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 77
3.1.5 Ementário

7º período
Código: AUT.046 Nome da disciplina: Laboratório de Controle de Processos
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Modelagem, desenvolvimento, implementação e análise de desempenho de projetos de sistemas de
controle; utilização de ferramenta de apoio à modelagem, projeto e simulação computacional de sis-
temas de controle.
Objetivo(s):
• Conhecer os fundamentos práticos do controle de sistemas dinâmicos, capacitando o aluno
para a modelagem e implementação destes sistemas.
• Dotar o aluno de conhecimentos básicos que permitam analisar o comportamento dinâmico
de sistemas físicos no domínio do tempo e da frequência;
• Modelar, simular, compensar e projetar um sistema de controle básico usando técnicas de
controle clássico;
• Conhecer e exercitar o uso de ferramenta de apoio à modelagem, projeto e simulação compu -
tacional de sistemas de controle.
Bibliografia básica:
OGATA, Katsuhiko.Engenharia de Controle Moderna. 5 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2011.
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H., Sistemas de Controle Modernos.12 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
GOLNARAGHI, Farid; KUO, Benjamin C. Sistemas de Controle Automático. 9. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
Bibliografia complementar:
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
CAMPOS, Mário César M. Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G. Controles Típicos de Equipamentos
e Processos Industriais. 2. Ed. São Paulo: Ed. Blucher, 2010.
GEROMEL, José C.; KOROGUI, Rubens H. Controle Linear de Sistemas Dinâmicos: Teoria,
Ensaios Práticos e Exercícios. 1. ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2011.
PHILLIPS, Charles L.; HARBOR, Royce D. Sistemas de Controle e Realimentação. 1. ed. São
Paulo: Makron Books, 1996.
LEONARDI, Fabrizio; MAYA, Paulo Álvaro. Controle Essencial. 1.ed. São Paulo: Pearson, 2011.
78 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

7º período
Código: AUT.054 Nome da disciplina: Laboratório de Instrumentação
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Sistemas de medição; Operação e manutenção de instrumentos; Caracterização estática de instrumen-
tos; Caracterização dinâmica de instrumentos; Transdução, transmissão e tratamento de sinais em ins-
trumentação; Sistemas eletrônicos para instrumentação; Conversores A/D e D/A; Medição de Pres-
são; Medição de Vazão; Medição de Temperatura; Medição de Nível; Sensores de deslocamento e
deformação; Elementos finais de controle; Projetos de instrumentação.
Objetivo(s):
• Manipular, projetar e caracterizar instrumentos de medição. Calibração estática de instrumen-
tos. Realizar projetos de instrumentação.
• Calibração de sistemas de medição;
• Caracterização dinâmica de instrumentos;
• Montar sistemas eletrônicos de tratamento de sinais e conversores A/D e D/A;
• Projetar sistemas de instrumentação.
Bibliografia básica:
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medi-
das. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Volume 1.
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medi-
das. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Volume 2.
DOEBELIN, Ernest O. Measurement Systems: Applications and Design. 5. Ed. Estados Unidos da
América: McGraw Hill, 2003
Bibliografia complementar:
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 3. Ed. São Paulo: Interciência, 2011.
AGUIRRE, Luis Antônio. Fundamentos da Instrumentação. 1. Ed. São Paulo: Pearson, 2013.
BOLTON, William. Instrumentação e Controle. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2006.
SOISSON, Harold E. Instrumentação industrial. 1.ed. São Paulo: Hemus, 2002.
FIALHO, Arivelton Bustamante. Instrumentação Industrial. 6. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2008.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 79
3.1.5 Ementário

7º período
Código: AUT.044 Nome da disciplina: Sistemas Hidropneumáticos
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 45 CH prática: 15 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Princípios básicos de hidráulica e pneumática. Hidrostática e Lei de Pascal. Princípio de Bernoulli
aplicado a escoamentos fechados. Comandos hidráulicos e pneumáticos. Noções sobre ar compri-
mido: produção, distribuição e condicionamento. Elementos pneumáticos de trabalho: cilindros,
motores, geradores de vácuo. Bombas hidráulicas e acessórios. Simbologia dos circuitos hidropneu-
máticos. Noções de eletropneumática. Perda de carga. Relações de lógica e o método do movimento.
Smulação de sistemas e circuitos pneumáticos e sua equivalência a montagens em bancada.
Objetivo(s):
• Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de analisar e interpretar sistemas e circuitos
hidropneumáticos. Construir e simular circuitos hidropneumáticos em software e em bancada
de testes.
• Reconhecer as grandezas envolvidas em processos hidropneumáticos;
• Analisar o funcionamento de componentes hidropneumáticos;
• Definir o tipo de acionamento dos sistemas hidropneumáticos (muscular, mecânico, elétrico);
• Conhecer as grandezas físicas envolvidas tanto nos sistemas;
• Conhecer os conceitos básicos de hidrostática;
• Conhecer e utilizar a Lei de Pascal aplicada a equipamentos;
• Conhecer, diferenciar e associar os tipos de válvulas e controladores, aplicando-os à constru-
ção de simulações e montagens em bancada;
• Utilizar software de simulação;
• Reconhecer e diferenciar os modelos de escoamento segundo suas características específicas;
• Efetuar cálculos envolvendo conceitos físicos de hidrostática e hidrodinâmica;
• Identificar os tipos de escoamento;
• Relacionar escoamento com a geometria.
Bibliografia básica:
BUSTAMANTE FIALHO, Arivelton. Automação Pneumática. 7. ed rev. São Paulo: Editora Érica:
2011.
LELUDAK, Jorge Assade. Curso Técnico Eletrotécnica Módulo 4: Acionamentos Eletropneumáti-
cos. São Paulo: Editora Base Editorial, 2009. Volume 18.
STEWART, Harry L. Pneumática e Hidráulica. 4. ed. São Paulo: Hemus Editora/Leopardo Editora,
2014.
Bibliografia complementar:
KWONG, Wu Hong. Fenômenos de transporte: Mecânica dos Fluidos. 1. ed. São Paulo: EdUfscar,
2010.
BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Hélio. Física para universitários: Relatividade,
oscilações, ondas e calor. 1. ed. São Paulo: McGraw-Hill. 2013.
PARKER TRAINING. Tecnologia Hidráulica Industrial: Apostila M2001-2 BR. Jacareí: Parker Trai-
ning, 1999. Disponível em: < http://www.parker.com/literature/Brazil/M2001_2_P_01.pdf >
Acesso em: 17 mar. 2015.
PARKER TRAINING. Tecnologia Pneumática Industrial: Apostila M1001-1 BR. Jacareí: Parker
Training, 2000. Disponível em: <
http://www.parker.com/literature/Brazil/apostila_M1001_1_BR.pdf > Acesso em: 17 mar. 2015.
PARKER TRAINING. Tecnologia Eletropneumática Industrial: Apostila M1002-2 BR. Jacareí:
Parker Training, 2005. Disponível em: < http://www.parker.com/literature/Brazil/m_1002_2.pdf >
Acesso em: 17 mar. 2015.
80 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

8º período
Código: AUT.055 Nome da disciplina: Eletrônica de Potência
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Eletrônica de potência: visão geral. Dispositivos semicondutores de potência: características de cha -
veamento e comando, circuitos de ajuda à comutação. Topologias de conversores estáticos: retifica-
dores controlados e não controlados; conversores CC-CC, inversores monofásicos e trifásicos.
Objetivo(s):
• Compreender as características e definições de conversores estáticos de potência e sua apli -
cação em sistemas industriais e comerciais.
• Compreender a aplicação e funcionamento de conversores estáticos de potência no processa-
mento de energia aplicado a cargas industriais e comerciais;
• Compreender o princípio de funcionamento dos principais dispositivos semicondutores de
potência;
• Identificar, avaliar, dimensionar e especificar as topologias básicas de conversores estáticos
de potência;
• Compreender métodos de comutação de conversores e técnicas de modulação pulsada;
• Realizar a análise de formas de onda.
Bibliografia básica:
HART, Daniel W. Power electronics. 1. Ed.Estados Unidos da América:McGraw-Hill, 2010.
BARBI, Ivo. Eletrônica de potência. 7. ed. Edição do Autor, 2002.
MOHAN, Ned; UNDELAND, Tore M.; Robbins, William P.Power Electronics: Converters, Applica-
tions and Design. 3 ed. Estados Unidos da América: John Wiley & Sons, 2003.
Bibliografia complementar:
AHMED, Ashfaq. Eletrônica de Potência.1. Ed. São Paulo: Pearson-Prentice-Hall, 2000.
ERICKSON, Robert W.; MAKSIMOVIC, Dragan. Fundamentals of power electronics. 1 ed, Estados
Unidos da América: Springer Verlag NY, 2001.
RASHID, M. H. Power Electronics Handbook. 3. ed. Estados Unidos da América: Butterworth Else-
vier, 2010.
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 4. Ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
CHAKRABARTI, Abhijit. Fundamentals of Power Electronics and Drives. 1. ed. Índia: Dhanpat Rai
& Co., 2013.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 81
3.1.5 Ementário

8º período
Código: AUT.057 Nome da disciplina: Gerenciamento de Projetos
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Conceitos de Projeto e Gestão de Projetos, definição dos princípios relacionados com gerenciamento
de projetos. Motivos que levam os projetos a falhar. Indicadores internacionais e nacionais sobre o
desempenho de projetos. Estudo sobre as melhores práticas de gerenciamento de projetos segundo o
PMI (Project Management Institute). O PMBOK - Guide to the Project Management Body of Know-
ledge. Gerência de Escopo, Tempo, Risco, de Integração, de Comunicação, de Custo, de Recursos
Humanos, de Aquisição, de Qualidade, Partes Interessadas. Softwares de Gerenciamento de Projetos
Objetivo(s):
• Desenvolver habilidades para desenvolver e gerenciar projetos.
• Conhecer metodologias teóricas e ferramentas para gerenciamento de projetos;
• Criar procedimentos para acompanhamento de projetos;
• Trabalhar com ferramentas de gerenciamento de Projetos.
Bibliografia básica:
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 7. ed.
Rio de Janeiro: Brasport, 2009. 236 p.
VARGAS, Ricardo Viana.ROCHA, Allan Christian. Microsoft Project 2016: Standard, Professional
& Pro for Office 365. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2017. 400p.
PRADO, Darci. PERT / CPM - Série Gerencia de Projetos. 1. ed. Belo Horizonte: Editora INDG –
TecS, 2010. Volume 4.
Bibliografia complementar:
CUKIERMAN, Zigmundo Salomão. O Modelo PERT/CPM Aplicado a Gerenciamento de Projetos.
8. ed. Editora: LTC, 2009. 240p.
PRADO, Darci; MIGLIOLI, José Ricardo. Gerenciamento de Portfólios, Programas e Projetos nas
Organizações. 6. ed. Belo Horizonte: Falconi Editora. 2016. 219p.
PMI - Project Management Institute. Guia PMBOK - Um Guia do Conjunto de Conhecimentos em
Gerenciamento de Projetos. 6. ed. Newton /square: Project Management Institute, 2017. 756p. Tra-
duzido para o Português.
CARVALHO, Marly M.; RABECHINI, Roque. Fundamentos em Gestão de Projetos: Construindo
Competências para Gerenciar Projetos. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2015. 504p.
PRADO, Darci; MARQUES, Marcus. Usando o MS Project 2016 em Gerenciamento de Projetos -
Volume 3. 1. ed. Nova Lima: Editora Falconi, 2017.
82 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

8º período
Código: AUT.051 Nome da disciplina: Laboratório de Conversão
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Simulações e Práticas dos Conteúdos: Circuitos Magnéticos. Transformadores. Princípios básicos da
conversão eletromecânica de energia. Motores de corrente contínua, de indução.
Objetivo(s):
• Estudar os princípios de conversão eletromecânica da energia e de funcionamento de máqui-
nas elétricas.
• Entender o funcionamento dos circuitos magnéticos, visando compreender o funcionamento
dos transformadores;
• Estudar os princípios básicos da conversão de energia;
• Estudar os princípios de funcionamento das máquinas elétricas estáticas e dinâmicas, anali-
sando suas características e indicando suas aplicações principais.
Bibliografia básica:
FITZGERALD, Arthur E.; KINGSLEY JUNIOR, Charles. Máquinas elétricas: com introdução à ele-
trônica de potência. 6 ed. São Paulo: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vicent.Fundamentos de Máquinas Elétricas.1. Ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Bra-
sil, 1999.
KOSOW, Irving. Máquinas elétricas e transformadores. São Paulo: Globo, 2005.
Bibliografia complementar:
JORDÃO, Rubens Guedes. Transformadores. 1. Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BIM, Edson.Máquinas Elétricas e Acionamento. 2. Ed. São Paulo: Ed. Campus, 2014.
PYRHONEN, Juha; JOKINEN, Tapani; HRABOVCOVA, Valéria. Design of Rotating Electrical
Machines. 1. Ed.Estados Unidos da América: Editora John Wiley, 2013.
NASCIMENTO JR, Geraldo Carvalho. Máquinas Elétricas: Teoria e Ensaios.2. Ed. São Paulo: Érica,
2006.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 83
3.1.5 Ementário

8º período
Código: AUT.052 Nome da disciplina: Redes Industriais
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução às redes industriais. Topologias de redes. Integração e comunicação. Avaliação de desem-
penho: noções gerais. Engenharia de protocolo: uso de linguagem de especificação e de ferramentas
para concepção de Sistemas Distribuídos e protocolos. Sistemas Operacionais Distribuídos. Lingua-
gem de programação para aplicações distribuídas. Base de Dados Distribuídos. Tolerância a Faltas:
noções gerais. Apresentação de alguns protocolos de redes consolidados na indústria.
Objetivo(s):
• Apresentar os conceitos de redes industriais, meios de transmissão de dados e protocolos de
comunicação.
• Permitir ao aluno a compreensão de como os diversos dispositivos e equipamentos industri-
ais interagem por meio das redes industriais;
• Introduzir o aluno às principais tecnologias de redes industriais e seu emprego nos diversos
segmentos e processos produtivos.
Bibliografia básica:
LUGLI, Alexandre Baratella; SANTOS, Max Mauro Dias. Redes Industriais para automação indus-
trial: AS-I, Profibus e Profinet. 1. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2010.
LUGLI, Alexandre Baratella; SANTOS, Max Mauro Dias. Sistemas Fieldbus para Automação Indus-
trial: DeviceNet, CANopen, SDS e Ethernet.1. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2009.
STEVENS, W. Richard. TCP/IP Illustraded: The Protocols.1. Ed. São Paulo: Pearson, 1994. Volume
1.
Bibliografia complementar:
STALLINGS, William. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados. 1. Ed. São Paulo: Editora Cam-
pus, 2005.
ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de; ALEXANDRIA, Auzuir Ricardo. Redes Industriais:
Aplicações em Sistemas Digitais de Controle Distribuído. 2. Ed. São Paulo: Editora Ensino Profis-
sional, 2009.
LUGLI, Alexandre Baratella. SANTOS, Max Mauro Dias. Redes Industriais: Características, Padrões
e Aplicações. 1. ed. São Paulo: Editora Érica, 2014.
MORIMOTO, Carlos E. Redes: guia prático. 2. Ed. Porto Alegre: Editora Sulina, 2011.
LUGLI, Alexandre Baratella. SANTOS, Max Mauro Dias. Redes sem fio para automação industrial.
1. ed. São Paulo: Editora Érica, 2013.
84 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

8º período
Nome da disciplina: Sistemas de Manufatura Industrial e
Código: AUT.056
CNC
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 45 CH prática: 15 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Introdução aos processos de fabricação; Organização e planejamento de processos de fabricação;
Noções de Sistemas Integrados de Fabricação; Estrutura e linguagem de programação para Comando
Numérico computacional.
Objetivo(s):
• Capacitar os alunos no entendimento geral do processo de conformação mecânica, com
extração ou não de material. Apresentar os conceitos básicos das conformações assim como o
uso das máquinas e ferramentas.
• Conceituar os vários tipos de processo de fabricação tradicional;
• Definir o sistema de manufatura industrial;
• Classificar os processos manufatureiros industriais;
• Introduzir sistema de fabricação por CNC;
• Desenvolver programa para uso em máquinas ou simulador CNC.
Bibliografia básica:
GROOVER, Mikell P. Automação Industrial e Sistemas De Manufatura. 3 Ed. São Paulo: Pearson,
2011.
CHIAVERINI,Vicente. Tecnologia Mecânica: Estrutura e propriedades das ligas metálicas. 2. Ed. São
Paulo: Makron, 1996. Volume 1, 2 e 3.
FITZPATRICK, Michael. Introdução à Usinagem com CNC: comando numérico computadorizado.
Série Tekne. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013.
Bibliografia complementar:
ALVAREZ, Roberto; ANTUNES, Junico; KLIPPEL, Marcelo. Sistema de Produção. 1. Ed. São
Paulo: Bookman, 2008.
LAFTERI, Chris. Como se faz: 92 técnicas de fabricação para design de produtos. 2. Ed. São
Paulo:Blucher, 2014.
Eduardo Romeiro Filho. Sistemas Integrados de Manufatura: Para Gerentes, Engenheiros e Desig-
ners. 1. Ed. São Paulo: Atlas. 2015.
CASSANIGA, Fernando A.. Fácil programação do controle numérico. 2. ed. Sorocaba: CNC Tecno-
logia, 2005.
BLACK, J. T.; KOHSER, Ronald A. DeGarmo's Materials and Processes in Manufacturing. 11. Ed.
Hoboken, NJ: Wiley, 2011.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 85
3.1.5 Ementário

8º período
Código: AUT.049 Nome da disciplina: Sistemas Supervisórios
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Conceituação de sistemas supervisórios, componentes físicos de sistemas de supervisão. Componen-
tes lógicos de sistemas SCADA. Comunicação entre SCADA e dispositivos de campo. Desenvolvi-
mento de programas supervisórios aplicados a processos industriais, prediais e de serviços.
Objetivo(s):
• Compreender os princípios fundamentais e a importância dos sistemas de supervisão; conhe-
cer as etapas de desenvolvimento de um de projeto de aplicação com software de supervisão
e apresentar a integração do software de supervisão com o Controlador Lógico Programável.
• Permitir que o estudante possa desenvolver um projeto de uma aplicação de sistema supervi-
sório relacionada a um processo industrial a sua escolha;
• Verificar questões de comunicação e compatibilidade entre sistema de supervisão e dispositi-
vos de campo.
Bibliografia básica:
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de Automação Industrial. 2.
Ed. Rio de Janeito: LTC, 2007.
GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: PLCs. 9. Ed. São Paulo: Érica, 2014.
NATALE, Ferdinando. Automação industrial. 3. Ed. São Paulo: Érica, 2001.
Bibliografia complementar:
BOYER, Stuart A. Scada: Supervisory Control And Data Acquisition. 4. Ed. Estados Unidos da
América: ISA - The Instrumentation, Systems, and Automation Society, 2009.
SHAW, William. Cybersecurity for SCADA Systems.1. Ed. Estados Unidos da América: PennWell
Books, 2006.
Radvanovsky, Robert; Brodsky, Jacob. Handbook of SCADA/Control Systems Security. 1. Ed. Esta-
dos Unidos da América: Taylor & Francis USA, 2013.
BAILEY, David; WRIGHT, Edwin. Practical SCADA for Industry (IDC Technology). 1. ed. Grã-
Bretanha: Newnes, 2003.
HOLLIFIELD, Bill; HOLLIFIELD, Bill R.; HABIBI, Eddie. Alarm Management: A Comprehensive
Guide. 2. Ed. Estados Unidos da América: International Society of Automation, 2010.
86 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

9º período
Código: AUT.061 Nome da disciplina: Acionamentos Elétricos
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 60 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Modelos dinâmicos e simulação de motores elétricos. Sistemas de acionamentos elétricos e compo-
nentes principais. Características conjugado X velocidade. Acionamentos para sistemas industriais.
Servomecanismos de posição e velocidade. Sistemas de comando numérico. Técnicas de controle de
acionamentos elétricos. Noções de controle escalar e vetorial.
Objetivo(s):
• Estudar as técnicas de acionamentos elétricos, controladas e não controladas.
• Estudar o princípio de funcionamento dos sistemas de acionamentos elétricos tradicionais e
modernos;
• Descrever as características de conjugado e velocidade dos principais motores e cargas mecâ -
nicas;
• Estudar as diversas técnicas de controle de velocidade de motores cc, indução e síncrono.
Bibliografia básica:
BOSE, Bimal K. ModernPower Electroncs and AC Drives.1. ed. Estados Unidos da América: Pren-
tice-Hall, 1986.
UMANS, Stephen D. Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto Alegre: Bookman,
2014.
FRANCHI, Claiton Moro. Acionamentos Elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica, 2008.
Bibliografia complementar:
Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Rio de
Janeiro, 2005.
CREDER, Helio.Instalações Elétricas.15.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
LEONHARD, Werner. Control of Electrical Drives. 1. ed. Estados Unidos da América: Springer-
Verlag, 2002.
MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
PAPENKORT, Franz.Esquemas Elétricos de Comando e Proteção. 2 ed. São Paulo: Editora EPU,
1989.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 87
3.1.5 Ementário

9º período
Código: AUT.063 Nome da disciplina: Ergonomia e Segurança do Trabalho
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 15 CH prática: 15 Teórico-Prática Obrigatória

Ementa:
Conceituação de segurança na Engenharia. Controle do ambiente. Proteção coletiva e individual. Pro -
teção contra incêndio. Riscos específicos nas várias habilitações da Engenharia. Controle de perdas e
produtividade. Segurança no projeto. Análise e estatísticas de acidentes. Seleção, treinamento, moti-
vação do pessoal. Normalização e legislação específica. Organização da segurança do trabalho na
empresa. Segurança em atividades extra-empresa. Visitas.
Objetivo(s):
• Orientar e conscientizar o aluno para a importância da Ergonomia e Segurança do Trabalho
pessoal e coletiva. Fundamentos biológicos da ergonomia: biomecânica, antropometria, pos-
tura e movimento e informação. Adquirir conhecimentos acerca da diversidade dos contextos
produtivos brasileiros, os acidentes de trabalho e as distintas formas de adoecimento. Capaci-
tar o aluno acerca dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho: os acidentes e as medi-
das de controle. Aprofundar conhecimentos sobre segurança nos diversos contextos produti-
vos, das normas técnicas (NBR da ABNT e NR’s). Capacitar o aluno nos conceitos de ergo-
nomia: Tarefa x Atividade. Normas/Renormalizações. Variabilidade. Habilitar o aluno nas
rotinas de trabalho e procedimentos. Riscos. Análise de Riscos. EPC e EPI.
Bibliografia básica:
ARAÚJO, Giovanni Moraes de. Normas regulamentadoras comentadas e ilustradas: legislação de
segurança e saúde no trabalho. 10. ed. Rio de Janeiro: GVC, 2013.
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística:
segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental
e desenvolvimento de pessoas. São Paulo: Atlas, 1999. 254 p.
WACHOWICZ, Marta Cristina. Segurança, saúde & ergonomia. Curitiba: Intersaberes, 2014.
Bibliografia complementar:
AZEVEDO, Márcia Andrade do Carmo de; MINEIRO, Érico Franco; SANTA CECÍLIA, Luiz Felipe
Coutinho. Guia de sinalização de segurança no trabalho industrial gráfico. Brasília: SENAI/DN,
2010. 82 p.
BARROS, Benjamim Ferreira de et al. (). NR-10: guia prático de análise e aplicação. 3. ed., rev. e
atual. São Paulo: Érica, 2014. 204 p.
EDITORA INTERSABERES. (Org). Gestão e prevenção. Curitiba: Intersaberes, 2014.
ROSSETE, Celso Augusto (Org). Segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Pearson, 2015.
TESTA, Marcelo (Org). Gerenciamento de perigos e riscos à saúde (GPRS). São Paulo: Pearson,
2016.
88 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

9º período
Código: AUT.065 Nome da disciplina: Laboratório de Automação
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Implementação de sistemas automatizados através da integração entre controlador lógico programá-
vel, sistema supervisório e instrumentação de campo. Utilização de protocolo de rede industrial para
comunicação entre dispositivos, sensores e controlador.
Objetivo(s):
• Permitir ao participante a consolidação dos conhecimentos adquiridos nas disciplinas do eixo
automação através de experiências práticas com o desenvolvimento de um projeto de auto -
mação.
• Conhecer os problemas práticos de um projeto de automação;
• Desenvolver capacidade de definir soluções para problemas de automação de processos
reais;
• Avaliar as vantagens e desvantagens de alguns dos equipamentos necessários à automação de
um processo industrial.
Bibliografia básica:
CASTRUCCI, Plinio de Lauro; MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de Automação Industrial. 2.
Ed. São Paulo: Editora LTC, 2007.
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada: Descrição e Implementação de Sistemas Seqüenciais
com PLCs. 9. Ed. São Paulo: Ed. Érica. 2014.
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial - Controle do Movimento e Processos Contínuos. 3. Ed.
São Paulo: Editora Érica, 2014.
Bibliografia complementar:
PRUDENTE, Francesco. PLC S7-1200 Teoria e Aplicações. 1. ed. São Paulo: Editora LTC, 2014.
LUGLI, Alexandre Baratella; SANTOS, Max Mauro Dias. Redes Industriais para automação indus-
trial: AS-I, Profibus e Profinet. 1. Ed. São Paulo: Editora Érica, 2010.
FRANCHI, Claiton Moro. Controle de Processos Industriais: princípios e aplicações. 1. ed. São
Paulo: Érica, 2011.
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de Automação Industrial. 2. ed. São Paulo: LTC, 2013.
LUGLI, Alexandre Baratella. Sistemas Fieldbus para automação industrial: DeviceNet, CANopen,
SDS e Ethernet. 1. ed. São Paulo: Érica, 2013.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 89
3.1.5 Ementário

9º período
Código: AUT.058 Nome da disciplina: Laboratório de Eletrônica de Potência
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Características dos circuitos de comando de semicondutores de potência. Seleção e dimensionamento
de dispositivos semicondutores de potência para aplicações específicas. Circuitos de comando e pro-
teção. Princípios dos circuitos de controle de conversores estáticos. Componentes passivos utilizados
em conversores de potência: capacitores, indutores e resistores. Principiais circuitos integrados utili-
zados em controle de conversores estáticos.
Objetivo(s):
• Desenvolver habilidades para se realizar o projeto, especificação e montagem de conversores
estáticos de potência.
• Verificação do funcionamento de conversores estáticos de potência;
• Compreender as estruturas e características de circuitos de comando de semicondutores;
• Projeto de circuitos de controle de conversores estáticos de potência;
• Projeto e especificação de elementos passivos.
Bibliografia básica:
HART, Daniel W. Power electronics. 1. Ed.Estados Unidos da América:McGraw-Hill, 2010.
BARBI, Ivo. Eletrônica de potência. 7. ed. Edição do Autor, 2002.
MOHAN, Ned; UNDELAND, Tore M.; Robbins, William P. Power Electronics: Converters, Applica-
tions and Design. 3 ed. Estados Unidos da América: John Wiley & Sons, 2003.
Bibliografia complementar:
AHMED, Ashfaq. Eletrônica de Potência.1. Ed. São Paulo: Pearson-Prentice-Hall, 2000.
ERICKSON, Robert W.; MAKSIMOVIC, Dragan. Fundamentals of power electronics. 1 ed, Estados
Unidos da América: Springer Verlag NY, 2001.
RASHID, M. H. Power Electronics Handbook. 3. ed. Estados Unidos da América: Butterworth Else-
vier, 2010.
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 4. Ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
CHAKRABARTI, Abhijit. Fundamentals of Power Electronics and Drives. 1. ed. Índia: Dhanpat Rai
& Co., 2013.
90 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

9º período
Código: AUT.062 Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Elaboração de proposta de trabalho científico e/ou tecnológico, envolvendo temas abrangidos pelo
curso. Orientação na elaboração do projeto de trabalho de conclusão de curso, realizada em conjunto
com o professor orientador, desde o levantamento e fichamento bibliográfico para fundamentação
teórica até o desenvolvimento dos tópicos: introdução, objetivos, materiais e métodos, resultados
esperados, cronograma e referências bibliográficas.
Objetivo(s):
• Elaborar projetos que se enquadrem nas áreas de atuação do Engenheiro Mecânico.
• Desenvolver capacidade de leitura e síntese de texto técnico científico;
• Desenvolver escrita formal para elaboração de projetos e monografias;
• Praticar a apresentação em público.
Bibliografia básica:
BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese.1.ed. São
Paulo: Atlas, 2004.
KÖCHE, José C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 23.
ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e tecnologia.
1.ed. São Paulo: Ática, 2005. 263 p.
Bibliografia complementar:
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
RUDIO, Franz V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 34. ed. Petrópolis: Vozes, 2007.
LAKATOS, Eva M; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2005.
FRANÇA, Júnia L.; VASCONCELLOS, Ana C.; MAGALHÃES, M.H.A.; BORGES, S.M. (Colab.)
Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2007.
SALOMON, Délcio V. Como fazer uma monografia. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 91
3.1.5 Ementário

10º período
Código: AUT.069 Nome da disciplina: Direito e Legislação
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Noções gerais de direito civil, comercial e trabalhista. Princípios de Direito Público e Privado Legis-
lação relacionada ao exercício da profissão de engenharia. Licitações e Contratos, legislação relacio -
nada com o exercício profissional do engenheiro. Lei 5194. Noções gerais de Direito Societário Sis -
tema CONFEA/CREA.
Objetivo(s):
• Capacitar o aluno a entender a legislação que rege a atividade do engenheiro mecânico.
• Conhecer a legislação;
• Identificar suas responsabilidades;
• Aplicar a legislação em favor de suas atividades profissionais;
• Exercer suas atividades conforme a legislação correspondente.
Bibliografia básica:
BRASIL. Lei no 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das profissões de engenheiro,
de arquiteto e de agrimensor. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5194.htm Acesso: 22/08/2018.
BRASIL. Resolução Nº 218, DE 29 JUN 1973. Discrimina atividades das diferentes modalidades
profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Disponível em: http://normativos.confe-
a.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=266 Acesso: 22/08/2018.
MESSA, Ana Flavia. Direito constitucional. 4. ed. São Paulo: Rideel, 2013. [Biblioteca Digital -
recurso eletrônico]
Bibliografia complementar:
BRASIL. Resolução Nº 218, DE 29 JUN 1973. Discrimina atividades das diferentes modalidades
profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Disponível em: http://normativos.confe-
a.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=266 Acesso: 22/08/2018
CARVALHO, Nordson Gonçalves de. Assédio moral: na relação de trabalho. São Paulo: Rideel,
2009. [Biblioteca Digital - recurso eletrônico]
MACHADO, Antônio Cláudio da Costa (Org); SALVADOR, Paulo (Coord). Código de Defesa do
Consumidor interpretado: artigo por artigo, parágrafo por parágrafo. Barueri: Manole, 2013. [Bibli-
oteca Digital - recurso eletrônico]
MELLO, Cleyson de Moraes. Código civil comentado. 5. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2016.
[Biblioteca Digital - recurso eletrônico]
RAMMÊ, Rogério Santos. Da justiça ambiental aos direitos e deveres ecológicos. Caxias do Sul, RS:
EDUCS, 2012. [Biblioteca Digital - recurso eletrônico]
92 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

10º período
Código: AUT.059 Nome da disciplina: Ecologia e Proteção Ambiental
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
A engenharia e o meio ambiente. Os efeitos da ação antropogênica no meio ambiente. Gestão ambi-
ental dos órgãos municipais, estaduais e nacional (licenciamento ambiental). Política Nacional do
Meio ambiente (Lei 6938). Órgãos ambientais nacional e estadual (IEF, FEAM, IGAM). Resoluções
e Deliberações normativas com foco em consultoria ambiental. Ciência do ambiente com foco na
geração, tratamento e disposição final dos resíduos sólidos (aterros: tipos e tecnologia), líquidos (tra-
tamento/ETE), gasosos (poluição gasosa, efeito estufa, crédito de carbono (IPCC) e tipos de trata -
mento) e ruídos (geração, especificação (NBR 10151) e tratamento). Prática em licenciamento ambi-
ental.
Objetivo(s):
• Formar conhecimento técnico específico em impactos ambientais, contenção ou remediação
e mitigação. Contribuir na ampliação da formação de engenheiro.
• Conhecer a legislação ambiental.
• Adquirir habilidades em consultoria ambiental.
• Formar conhecimento em organizar documentação industrial para licenciamento ambiental.
• Ampliar conhecimento em tecnologia de mitigação dos impactos ambientais.
• Desenvolver análise crítica com uso de Leis, Normas e Deliberações em nível estadual e
municipal;
Bibliografia básica:
BRASIL; SIRVINSKAS, Luís Paulo (Org). Legislação de direito ambiental. 11. ed. São Paulo:
Rideel, 2015. (Códigos e legislação). ISBN 9788533937741.
STRUCHEL, Andréa Cristina de Oliveira. Licenciamento ambiental municipal. São Paulo: Oficina
de Textos, 2016. ISBN 9788579752278.
SPERLING, Marcos Von. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3. ed. Belo
Horizonte: UFMG - Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2005. 452 p. (Princípios
do tratamento biológico de águas residuais; 1). ISBN 8570411146.
Bibliografia complementar:
NAGALLI, André. Gerenciamento de resíduos sólidos na construção civil. São Paulo, SP: Oficina de
Textos, 2014. ISBN 9788579751257.
FARIAS, Talden. Licenciamento ambiental: aspectos teóricos e práticos. 6 ed. Belo Horizonte:
Fórum, 2017.
PEREIRA, Mário Jorge. Meio ambiente e tecnologia. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, c2010. xii,
256 p. ISBN 9788573939637 (broch.).
BRASIL. PORTARIA Nº 2.914, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2011. Dispõe sobre os procedimentos
de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabili-
dade. Brasília, DF, dezembro 2011.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10151: Acústica - Avaliação do
ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade - Procedimento. Rio de Janeiro. 2000.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 93
3.1.5 Ementário

10º período
Código: AUT.064 Nome da disciplina: Laboratório de Acionamentos Elétricos
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 0 CH prática: 30 Prática Obrigatória

Ementa:
Simulações e Práticas em Laboratório dos Tópicos: Modelos dinâmicos e simulação de motores
elétricos. Sistemas de acionamentos elétricos e componentes principais. Características conjugado X
velocidade. Acionamentos para sistemas industriais. Servomecanismos de posição e velocidade. Sis-
temas de comando numérico. Técnicas de controle de acionamentos elétricos. Noções de controle
escalar e vetorial.
Objetivo(s):
• Estudar as técnicas de acionamentos elétricos, controladas e não controladas.
• Estudar o princípio de funcionamento dos sistemas de acionamentos elétricos tradicionais e
modernos;
• Descrever as características de conjugado e velocidade dos principais motores e cargas mecâ -
nicas;
• Estudar diversas técnicas de controle de velocidade de motores cc, indução e síncrono.
Bibliografia básica:
BOSE, Bimal K. ModernPower Electroncs and AC Drives.1. ed. Estados Unidos da América: Pren-
tice-Hall, 1986.
UMANS, Stephen D. Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto Alegre: Bookman,
2014.
FRANCHI, Claiton Moro. Acionamentos Elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica, 2008.
Bibliografia complementar:
Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Rio de
Janeiro, 2005.
CREDER, Helio.Instalações Elétricas.15.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
LEONHARD, Werner. Control of Electrical Drives. 1. ed. Estados Unidos da América: Springer-
Verlag, 2002.
MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
PAPENKORT, Franz.Esquemas Elétricos de Comando e Proteção. 2 ed. São Paulo: Editora EPU,
1989.
94 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

10º período
Código: AUT.067 Nome da disciplina: Sistemas de Qualidade
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
Conceitos de Projeto e Gestão de Projetos, definição dos princípios relacionados com gerenciamento
de projetos. Motivos que levam os projetos a falhar. Indicadores internacionais e nacionais sobre o
desempenho de projetos. Estudo sobre as melhores práticas de gerenciamento de projetos segundo o
PMI (Project Management Institute). O PMBOK - Guide to the Project Management Body of Know-
ledge. Gerência de Escopo, Tempo, Risco, de Integração, de Comunicação, de Custo, de Recursos
Humanos, de Aquisição, de Qualidade, Partes Interessadas. Softwares de Gerenciamento de Projetos.
Objetivo(s):
• Assegurar a qualidade dos produtos e serviços da empresa por meio de metodologias de con-
trole de qualidade.
• Conhecer as ferramentas da qualidade;
• Aplicar procedimentos de qualidade no desenvolvimento de atividades.
Bibliografia básica:
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Nova Lima:
INDG Tecnologia e Serviços, 2004. 256 p.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2012. 239p.
PYZDEK, Thomas; KELLER, Paul. Seis Sigma - Guia do Profissional. 3. ed. São Paulo: Alta Books,
2013. 560p.
Bibliografia complementar:
CARVALHO, Marly Monteiro et al. Gestão da Qualidade. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus,
2012. 366p.
AGUIAR, Silvio. Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA e Programa Seis Sigma. 1. ed.
São Paulo: INDG, 2006. 234p.
MARSHALL JUNIOR, Isnard et al. Gestão da qualidade e Processos. 1. ed. Rio de Janeiro: FGV,
2012. 204p.
MELLO, Carlos Henrique Pereira et al. ISO 9001:2008: Sistema de gestão da qualidade para opera-
ções de produção e serviços. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 256p.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
320p.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 95
3.1.5 Ementário

10º período
Código: AUT.070 Nome da disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 0 Teórica: Aula expositiva Obrigatória

Ementa:
O projeto de pesquisa: definição, modelos e elementos. Planejamento, organização e desenvolvi-
mento do trabalho de conclusão de curso (TCC). A organização de texto científico (normas ABNT).
Entrega do projeto de TCC.
Objetivo(s):
• Elaborar e desenvolver o projeto de TCC.
• Auxiliar o aluno no planejamento, organização e desenvolvimento do projeto de TCC;
• Analisar as formas possíveis de TCC: monografia, artigo científico, projeto de lei, parecer
jurídico e filme jurídico;
• Estruturar os elementos componentes do projeto (capa e folha de rosto, sumário, título, dados
de identificação do projeto, introdução, objetivos, referencial teórico, metodologia, plano de
exposição, cronograma e referências bibliográficas).
Bibliografia básica:
BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. 1. Ed. São
Paulo: Atlas, 2004.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pes-
quisa. 26. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
MAGALHÃES, Gildo. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e tecnologia. 1.
Ed. São Paulo: Ática, 2005.
Bibliografia complementar:
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 34. ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publica-
ções técnico-científicas. 9. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2014.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 1 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
96 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Sem período definido


Código: AUT.060 Nome da disciplina: Instalações Elétricas Prediais
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 15 CH prática: 15 Teórico-Prática Optativa

Ementa:

Objetivo(s):

Bibliografia básica:

Bibliografia complementar:
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 97
3.1.5 Ementário

Sem período definido


Código: Nome da disciplina: LIBRAS
Carga horária total: 60 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 30 CH prática: 30 Teórico-Prática Optativa

Ementa:
Desmistificando a Libras; Língua X Linguagem; Aspectos Legais da Libras e da Surdez: Lei
10436/2002; Decreto 5626/2005 e Estudos Linguísticos da Libras. Gramática em libras: Parâmetros,
Pares Mínimos e Classificadores. Comunicação em libras: Alfabeto manual e números; saudações;
casa/móveis/eletrodomésticos; objetos; família; cores; animais; dias da Semana/meses/ano; calendá-
rio; hora/horário; alimentação/bebidas; verbos; locais públicos; estados; cidades/países; meios de
transporte; meios de comunicação; economia; deficiências; saúde/doença; esportes; brinquedos;
política; natureza; corpo humano; sexo; religião; adjetivos/intensificadores; séries e disciplinas;
faculdades e cursos; profissões e tipos de frases em Libras.
Objetivo(s):
• Qualificar o público-alvo a conhecer e compreender a importância da língua brasileira de
sinais e o respeito às diferentes linguagens, durante o exercício da profissão.
• O participante, ao concluir o curso, deverá ser capaz de:
• Interpretação entre a Língua Brasileira de Sinais e o português;
• Relacionamento pessoal utilizando a Língua Brasileira de Sinais;
• Relacionamentos comerciais e do trabalho utilizando a Língua Brasileira de Sinais.
Bibliografia básica:
QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos linguísti-
cos.1. Ed. Porto Alegre: ARTMED, 2004.
CAPOVILLA, Fernando César et al.NOVO DEIT-LIBRAS: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Tri-
língueda Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em Linguística e Neurociências
Cognitivas.3. Ed. São Paulo: EDUSP, 2011. Volume 1 e Volume 2.
GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinaise
da realidade surda.1. Ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
Bibliografia complementar:
VILHALVA, Shirley. Despertar do Silêncio. 1. Ed. Petrópolis: Editora Arara Azul, 2004.
STROBEL, Karin Lílian. As imagens do outro sobre a cultura surda. 3. ed. Florianópolis: Editora da
UFSC, 2013.
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades Ilustradas em Sinais de Libras. 2. ed. São Paulo:
REVINTER, 2013.
BRASIL. Lei 10.436 de 24 de abril de 2002. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm Acesso em 30 maio de 2013.
BRASIL. Decreto 5626 de 22 de dezembro de 2005. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/cci-
vil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso em 30/5/2013.
98 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Sem período definido


Código: AUT.066 Nome da disciplina: Microcontroladores
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 15 CH prática: 15 Teórico-Prática Optativa

Ementa:

Objetivo(s):

Bibliografia básica:

Bibliografia complementar:
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 99
3.1.5 Ementário

Sem período definido


Código: AUT.068 Nome da disciplina: Redes Neurais Artificiais
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 22,5 CH prática: 7,5 Teórica: Aula expositiva Optativa

Ementa:

Objetivo(s):

Bibliografia básica:

Bibliografia complementar:
100 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Sem período definido


Código: AUT.053 Nome da disciplina: Sistemas Nebulosos
Carga horária total: 30 horas Abordagem metodológica: Natureza:
CH teórica: 15 CH prática: 15 Teórico-Prática Optativa

Ementa:

Objetivo(s):

Bibliografia básica:

Bibliografia complementar:
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 101
3.2 Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores

3.2 Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores


De acordo com a LDBEN e com o Regimento de Ensino do IFMG, é facultado ao discente soli-
citar o aproveitamento de disciplinas já cursadas e nas quais obteve aprovação, desde que sejam
a) correspondentes às disciplinas ofertadas e atinentes ao perfil profissional descrito no Projeto
Pedagógico do Curso e b) adquiridas em qualificações profissionais e etapas ou módulos de
nível superior, regularmente concluídas, em outros cursos de graduação. O aproveitamento de
disciplina(s) fica condicionado à análise do mérito e recomendação do coordenador do curso ou
docente por ele designado.
O pedido de dispensa de disciplinas deverá ser feito à secretaria acadêmica, em data estipulada
no calendário acadêmico, ao começo de cada semestre letivo. O procedimento envolve preen-
cher o formulário próprio e anexar os seguintes documentos: a) plano de ensino ou plano de dis-
ciplina, constando a carga horária e o conteúdo estudado e, b) certificado ou declaração de con-
clusão do curso ou da disciplina. A dispensa dependerá de análise da documentação, feita pelo
diretor de ensino, pelo coordenador e/ou por professores da disciplina designados para tal fim,
de acordo com o Regulamento de Ensino.
Além do aproveitamento de disciplinas cursadas em outros cursos de graduação, é possível, uma
única vez por disciplina, solicitar a proficiência, que se constitui em uma prova escrita para ava -
liar o conhecimento do aluno na matéria. O objetivo desta prova é validar o conhecimento
adquirido pelo aluno fora de sala de aula, e a aprovação na prova de proficiência dispensa o
aluno de cursar a disciplina. A reprovação na prova de proficiência obriga o aluno a cursar a dis-
ciplina.
Não será permitido o aproveitamento superior a 40% do total de horas do curso, considerando
ambas as possibilidades de dispensa de disciplina, ou seja, é necessário cursar regulamente ao
menos 60% da carga horária total do curso.

3.3 Metodologia de Ensino


A metodologia compreende a concretização de uma proposta de formação articulada com as pre -
missas e os objetivos do curso, para isso utiliza-se de estratégias cotidianas de ensino e aprendi-
zagem e a reflexão sistemática desses processos.
A organização da aprendizagem tem por objetivo viabilizar aos alunos o desenvolvimento dos
conhecimentos, habilidades e atitudes inerentes à atividade profissional da área de Engenharia
de Controle e Automação. O foco das atividades docentes será “ensinar a aprender”, por meio da
adoção de procedimentos pedagógicos e metodológicos, tais como:
• Problematizar a partir de conteúdos e sua articulação com as experiências da vida cotidi-
ana;
• Adotar meios e recursos de ensino, os mais variados e que criam oportunidades de apren-
dizagem;
102 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

• Propor, negociar, planejar e desenvolver projetos com os alunos e a equipe docente;


• Desenvolver trabalhos em equipes, de maneira a permitir que os erros e acertos sejam
transformados em oportunidades de aprendizagem;
• Adotar estratégias de avaliação formativa, aplicadas em situações concretas de trabalho na
Escola e/ou na Empresa;
• Assumir que qualquer aprendizado, assim como qualquer atividade, envolve a mobiliza
ção de competências e habilidades referidas a mais de uma disciplina, exigindo, assim, tra-
balho integrado dos professores, contribuindo com a formação integral dos estudantes.
Neste intuito, tem-se como estratégias principais: a exposição dialogada, o trabalho autônomo
orientado pelo professor, o desenvolvimento de atividades em grupo que conciliam conteúdos de
ordem cognitiva próprios de cada disciplina com o exercício de processos de tomada de decisão
coletiva, liderança, autonomia e ética. A sala de aula será, portanto, espaço dialógico de saberes
e experiências.
No desenvolvimento dos módulos do Curso de graduação em Engenharia de Controle e Automa-
ção serão priorizadas as metodologias que privilegiem a organização de um raciocínio lógico, a
boa expressão oral e escrita, a elaboração de argumentação, a sistematização de informações, a
análise de contextos, a atitude investigativa, a relação teoria e prática, o entrelaçamento entre
áreas distintas e a aplicação de conhecimentos.
Tais metodologias estão voltadas para possibilitar ao estudante conhecer, compreender, aplicar o
conhecimento, desenvolver a capacidade de análise e de síntese, bem como alcançar a condição
de avaliar e propor novas possibilidades de produção desse conhecimento.
Apresentamos na Figura 4 uma estrutura de organização que norteia quanto as possibilidades
metodológicas da proposta de formação do curso e dos seus entrelaçamentos. Neste momento,
cumpre esclarecer que é preciso garantir mais flexibilidade aos professores para que no percurso
do desenvolvimento curricular, eles possam, a partir de suas experiências, amadurecer suas pro-
postas. Portanto, as pontes interdisciplinares serão apresentadas de maneira mais abrangente, em
articulação com os pressupostos apresentados na concepção do curso.
Essas estratégias serão abordadas ao longo do curso, em uma perspectiva de intervenção na rea-
lidade, buscando construir o diálogo entre as diversas disciplinas, estimular a criticidade e a
curiosidade, e estabelecer formas de integração entre teoria e prática e entre a formação do cida -
dão e do profissional.
Busca-se estabelecer uma relação intrínseca entre os núcleos de conhecimento básicos, profissi -
onais e específicos, permitindo que os estudantes vivenciem situações de aprendizagem nas
quais estes conhecimentos sejam aplicados ao longo de todo o curso, a fim de evitar, também, a
fragmentação do currículo.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 103
3.3 Metodologia de Ensino

Figura 4: Estrutura de organização que norteia as possibilidades metodológicas (elaborada


pela comissão de elaboração do PPC, 2015).

Ainda no sentido de contribuir com as situações de aprendizagem dos estudantes estão previstas
240h (duzentas e quarenta horas) de Atividades Complementares de graduação no arranjo curri-
cular do curso de Engenharia de Controle e Automação com base no Artigo 5º, parágrafo 2º da
Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002: “... são atividades complementares a serem
estimuladas: trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, traba-
lhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e
outras atividades empreendedoras. (p. 2)".
As atividades complementares oferecidas aos alunos envolvem a participação em congressos e
seminários oferecidos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e quando da ocorrência fora
desta região, há empenho do Câmpus no incentivo à participação, viabilizando, quando possível,
o deslocamento por meio da oferta de transporte, hospedagem e alimentação.
A determinação da semana de tecnologia com participação de discentes devidamente orientados
por docentes também se agrega ao conceito, permitindo ao aluno um aumento do conhecimento
adquirido em sala de aula, e a possibilidade de aplicar o aprendizado em situação real.
A coordenação do curso, juntamente aos docentes, ofertará semestralmente aos alunos atividades
relacionadas como complementares, em parcerias com os profissionais atuantes no mercado ou
com empresas.
As atividades a serem desenvolvidas semestralmente envolvem visitas a plantas industriais, per-
mitindo o contato do aluno com o responsável profissional e atuante, que o atende de forma a
verificar a teoria tratada em sala e enriquece o conhecimento com as opções de recursos tecnoló -
gicos empregados no parque industrial.
104 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

Outras atividades que envolvem o mundo do trabalho e a escola também serão adotadas. Serão
estabelecidas parcerias com profissionais no sentido de se garantir estreita articulação com o
setor produtivo e conhecer as suas demandas. Para este fim serão realizados debates, promovi -
das palestras e/ou mesas redondas afinadas com os temas trabalhados em sala.
O regulamento de cada uma das atividades complementares será estabelecido pelo Colegiado do
Curso, através de documento específico que se encontra em elaboração.
A pesquisa e a extensão são outras situações de aprendizagem que sustentam os processos edu-
cacionais e levam a uma prática pedagógica com maior qualidade, pois permitem desenvolver as
potencialidades dos estudantes. Assim, pretende-se realizar estratégias, tais como: discutir pes-
quisas em sala de aula; problematizar questões da sala de aula que podem se constituir como
temas de pesquisa; viabilizar o ensino por meio de métodos que se relacionem com métodos de
pesquisa; diagnosticar junto aos alunos suas demandas e dificuldades de aprendizagem e trans-
formá-las em projetos de ensino, pesquisa e extensão; realizar pesquisas com egressos, verifi-
cando a entrada dos mesmos no mundo do trabalho; utilizar os conhecimentos aprendidos nas
diversas disciplinas em atividades de extensão envolvendo a comunidade; realizar eventos com a
comunidade para divulgação de atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Nesse sentido, serão contempladas as seguintes ações, conforme o PDI 2014-2018:
• Ensino: combate à evasão e retenção, com base na análise sistemática de dados; promoção
da Educação a Distância como estratégia para melhoria do processo de ensino-aprendiza-
gem; adoção de metodologias modernas e inovadoras de ensino; fortalecimento e aperfei-
çoamento dos programas de monitoria e acompanhamento pedagógico e formulação,
implantação de estratégias de qualificação e avaliação da política de capacitação para o
corpo docente e administrativo.
As aulas práticas poderão ser realizadas através de atividades práticas em laboratório, seminá-
rios, visitas técnicas, coletas em campo, utilização de software, elaboração de relatórios técni-
cos, entre outras.
• Pesquisa: distribuição e implantação do Programa Institucional de Bolsas de Pesquisa;
realização de Pesquisas Aplicadas e promoção de oficinas de capacitação em Propriedade
Intelectual e Inovação Tecnológica.
Outras ações estão ligadas ao fortalecimento da pesquisa e da iniciação científica: articulação
com outras instituições e outros Câmpus do Instituto Federal, para o desenvolvimento de proje-
tos de pesquisa, a fim de produzir novos conhecimentos e gerar novos processos e produtos e;
parcerias para registro de produtos, fruto de pesquisas realizadas pelos docentes e discentes no
Câmpus; incentivo a aproximação dos estudantes com a realidade do mundo do trabalho.
O Câmpus Betim se empenhará na divulgação e amplo apoio à participação dos estudantes e
docentes nos editais de pesquisa aplicada, ofertados pelas instituições de fomento interno e
externo. Pretende-se, assim, incentivar a prática da pesquisa e incrementar a iniciação científica,
inclusive, com destinação de recursos no planejamento financeiro do Câmpus para pagamentos
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 105
3.3 Metodologia de Ensino

de bolsas ou coparticipação nos projetos aprovados por editais públicos.


Serão também desenvolvidos projetos que integrem as atividades curriculares da escola com a
comunidade externa, oportunizando a experimentação e o intercâmbio de experiências. Esti-
mula-se assim a produção e divulgação do conhecimento, a vinculação entre a escola e a comu -
nidade e o compartilhamento das aprendizagens, que se dará por meio de estratégias como ofici-
nas, seminários, workshops e feiras no decorrer do curso.
Extensão: apoio as ações de extensão como cursos de qualificação, palestras, seminários, volta-
dos para a comunidade interna e externa do IFMG Câmpus Betim; ações de caráter cultural e
artístico; incentivo e apoio aos projetos que possibilitem a solução de problemas educacionais,
culturais, ambientais, geração de emprego, ampliação da renda, direcionados para a melhoria da
qualidade de vida da população; registro das atividades de extensão; busca por recursos finan-
ceiros; consolidação da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão de forma que a ação de
extensão esteja vinculada ao processo de formação, à utilização dos conhecimentos e dados pro-
duzidos para a geração de novos conhecimentos a fim de retroalimentar o ensino e desenvolver
novas pesquisas; ampliação do programa institucional de bolsas de extensão e de Assistência
Estudantil; intensificação da avaliação institucional das atividades de extensão como um dos
parâmetros de avaliação do próprio Instituto; fomento a utilização de metodologias que favore-
çam o cooperativismo, o empreendedorismo e o desenvolvimento tecnológico e implementação
de estudos de acompanhamento de egressos. (IFMG, 2014-2018).
A formação se dará, também, no sentido de fomentar o empreendedorismo, a inovação tecnoló-
gica, o desenvolvimento sustentável e o cooperativismo, através das seguintes ações:
Por meio das diversas disciplinas oferecidas, tais como “Gestão Empresarial e Empreendo-
rismo” e “Ecologia e Proteção Ambiental”, além de outras disciplinas que poderão, no decorrer
do curso, abordar o assunto nos conteúdos estudados e nas atividades a serem realizadas com os
alunos, em trabalhos em grupo, seminários, debates, projetos e laboratórios de aplicação.
Serão, também, promovidas atividades como feira de ciência e tecnologia, a qual levará o aluno
a desenvolver e vivenciar projetos e participar de palestras relacionadas aos temas. Os alunos
serão incentivados a participarem de eventos voltados para a Engenharia de Controle e Automa-
ção e inovações tecnológicas e também de competições entre instituições de ensino superior vol-
tadas para o desenvolvimento de projetos inovadores na área em questão. Tão logo o curso
esteja mais amadurecido será possível desenvolver uma empresa júnior que possa viabilizar a
integração entre a formação acadêmica e o mundo do trabalho e suas demandas.
Tão logo o curso seja reconhecido pelo MEC, pretende-se, gradativamente, iniciar a modalidade
de ensino a distância, conforme previsto no decreto 5622/2005 por meio de ações conjuntas
intersetoriais, conforme a Meta 05 Incentivar os cursos presenciais a utilizarem tecnologias e
metodologias desenvolvidas no Ensino a Distância para o aperfeiçoamento dos processos de
ensino e de aprendizagem– constante no PDI.
Além dessas ações, pretende-se realizar palestras e oficinas abordando questões relacionadas à
106 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

inovação tecnológica, por meio de visitas do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do IFMG.
Explicita-se, também, que no início de cada semestre será realizada pela coordenação pedagó -
gica e pelo coordenador do curso a semana de planejamento, na qual serão realizadas atividades
de orientação e capacitação dos docentes para o desenvolvimento de atividades que fomentem a
inovação tecnológica e o empreendedorismo dentro da sala de aula. Esclarece-se que essa orien-
tação será realizada no decorrer do período letivo, assim como o acompanhamento das ativida-
des realizadas no curso.
As visitas técnicas também contribuem não apenas para a observação dos ambientes produtivos
e da interação entre teoria e prática, mas na observação de oportunidades que fomentem a inova -
ção tecnológica. Assim, através das percepções obtidas nas empresas, surgem problematizações
que permitirão a busca pela inovação tecnológica no ambiente acadêmico. Isto também se forta-
lece através do estágio obrigatório, atividade através da qual o estudante interage com o mundo
do trabalho e com as tecnologias nele presentes.
Pesquisas bibliográficas e atividades práticas em laboratório contribuirão para o despertar de
novas oportunidades em inovação tecnológica, sendo que os avanços produzidos pelos estudan-
tes, relacionados aos segmentos de controle de processos industriais, estruturação de projetos de
automação e gestão de projetos e processos poderão ser divulgados à comunidade através de ati -
vidades de extensão.

3.4 Modos de integração entre os diversos níveis e modalidades de


ensino
A integração entre os diversos níveis e modalidades de ensino se dará na busca pela qualidade
dos cursos de graduação, pela inovação e pela integração das ações desenvolvidas por todos os
sujeitos participantes do processo educacional, no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão.
Neste sentido, serão desenvolvidas as seguintes ações:
• semana de Ciência e Tecnologia, promovendo a integração entre os alunos, professores e a
comunidade;
• trabalhos de campo, visitas técnicas, eventos, feiras e congressos com a participação de
diferentes públicos, no sentido de fortalecer a perspectiva multicultural de formação;
• parcerias com empresas e entidades governamentais para a realização de projetos e está-
gios;
• projetos de iniciação científica que buscam a integração entre os alunos do curso técnico
integrado, técnico subsequente, graduação e professores, contemplando bolsistas PIBIC e
PIBIC Jr.

3.5 Estratégias de apoio ao discente


No sentido de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e, consequentemente, para as con-
dições de permanência e sucesso na trajetória educacional dos estudantes, o Câmpus Betim
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 107
3.5 Estratégias de apoio ao discente

oferta os benefícios da Assistência Estudantil, conforme política de assistência estudantil da


Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica:
• Auxílio Moradia: É a concessão de auxílio financeiro para moradia de estudantes, regu-
larmente matriculados, conforme critérios socioeconômicos, e que não residam na cidade
de localização do Câmpus.
• Auxílio Alimentação: Refere-se à concessão de auxílio financeiro para alimentação aos
estudantes que comprovem carência socioeconômica.
• Auxílio Transporte: Trata-se da concessão de auxílio financeiro para deslocamento dos
alunos que atendam a critérios socioeconômicos.
• Auxílio Creche: É o apoio financeiro não reembolsável concedido mensalmente aos estu-
dantes regularmente matriculados que tenham filhos de até 6 (seis) anos, conforme crité-
rios socioeconômicos.
• Bolsa Monitoria: É o programa de apoio pedagógico vinculado a uma disciplina, a ser
executado por discentes do Câmpus para atender às necessidades de formação acadêmica
de outros estudantes.
• Seguro Saúde: Trata-se de um Seguro Coletivo de Acidentes Pessoais a que têm direito os
alunos regularmente matriculados e frequentes aos cursos do IFMG.
O trabalho pedagógico do Câmpus Betim desenvolve-se com o objetivo de oferecer ao aluno
orientações relativas às estratégias de estudo, de aprendizagem e de organização do tempo e do
conteúdo ensinado. Além disso, o setor pedagógico atua na mediação de conflitos na relação
professor/aluno e aluno/aluno, visando estabelecer um diálogo produtivo e respeitoso, no qual o
exercício da cidadania seja uma prática cotidiana também no intramuros da escola, nas relações
estabelecidas entre todos os agentes escolares. Deste modo, enfatiza-se um processo de aprendi -
zagem no qual os conteúdos de ordem procedimental e atitudinal são tão importantes quanto
aqueles de ordem cognitiva. Neste sentido serão realizados atendimentos individuais e em gru -
pos, de acordo com as demandas apresentadas.
A estrutura do IFMG Câmpus Betim possui ainda o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessida-
des Educacionais Especiais – NAPNEE, que tem como público-alvo alunos com deficiência,
alunos com transtornos globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/supertoda-
ção, além de alunos com distúrbios de aprendizagem e/ou necessidades educacionais especiais
provisórias de atendimento educacional.
Conforme seu Regulamento, O NAPNEE é um Núcleo de assessoramento que media a educação
inclusiva, a acessibilidade e o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Sua finalidade,
conforme Art. 4º consiste em:

“Promover a cultura da educação para a convivência, o respeito à diferença e,


principalmente, buscar a quebra de barreiras arquitetônicas, educacionais, comu-
nicativas e atitudinais na instituição e no espaço social mais amplo, de forma a
efetivar os princípios da educação inclusiva”. (IFMG, 2014, p. 2).
108 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

O NAPNEE buscará o atendimento educacional especializado no Câmpus, visando à quebra de


barreiras arquitetônicas, educacionais e atitudinais; à inserção de questões relativas à inclusão no
ensino, na pesquisa e na extensão; a disseminação da cultura e de práticas de inclusão, bem
como à promoção de atividades que envolvam a sensibilização e capacitação de servidores e a
comunidade escolar, definindo prioridades de ações, aquisição de equipamentos, tecnologias
assistivas, software e material didático-pedagógico a ser utilizado nas práticas educativas.
(IFMG, 2014)
Além disso, o referido Câmpus também possui um Núcleo de Acessibilidade que vem reali-
zando estudos e levantamentos das barreiras físicas do Câmpus.
Desse modo, o Câmpus vem direcionado as suas ações voltadas para a educação inclusiva,
visando atender o exposto no documento “Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior
e a Avaliação em Loco do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES)”, do
Ministério da Educação (MEC, p. 13), que explicita que

“aos gestores institucionais das IES cabe inserir a educação inclusiva em seus
Planos de Desenvolvimento Institucional (PDI) e Projetos Pedagógicos de Curso
(PPC), planejando e promovendo as mudanças requeridas, como por exemplo, a
organização e implementação de núcleos de acessibilidade para estudantes com
deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdo-
tação, em consonância com a Política Nacional de Educação Especial na Pers-
pectiva da Educação Inclusiva (2008), o Decreto de Acessibilidade (nº
5.296/2004) e demais dispositivos legais e políticos. Ainda, são fundamentais
ações e programas que assegurem a transversalidade da educação especial na
IES.
Já aos professores que atuam em salas de aula inclusivas cabe a adoção de novos
encaminhamentos avaliativos, estratégias metodológicas, interface com profissi-
onais da saúde, do trabalho, parceria com as famílias, dentre outros”.

3.6 Diplomas e certificados


Estará habilitado a receber o Diploma de Engenheiro de Controle e Automação, na forma da
legislação em vigor, o estudante concluinte que:
• Estiver habilitado profissionalmente para desenvolver todas as competências e habilidades
inerentes ao profissional Engenheiro de Controle e Automação;
• Cursar todas as disciplinas que compõem a matriz curricular com aproveitamento e fre-
quência mínima prevista no Regimento de Ensino da Instituição.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 109
3.7 Administração Acadêmica do Curso

3.7 Administração Acadêmica do Curso


3.7.1 Corpo Docente
REGIME
NOME TITULAÇÃO DE TRA-
BALHO
André Fonseca Félix Mestrado em Engenharia de Materiais
Dedicação
Graduação em Desenho Industrial
exclusiva
Graduação em Engenharia de Produção
Bruno de Souza Baptista Mestrado em Calor e Fluidos Dedicação
Graduação em Engenharia Mecânica exclusiva
Celio Roberto Melillo Doutorado em Educação
Dedicação
Mestrado em Educação Matemática
exclusiva
Graduação em Matemática
Evanilton José Alves Barbosa Especialização em Gestão Ambiental Dedicação
Graduação em Engenharia Mecânica exclusiva
Ezequiel Caires Pereira Pessoa Doutorado em Engenharia Mecânica
Dedicação
Mestrado em Engenharia Mecânica
exclusiva
Graduação em Engenharia Mecânica
Helbert Ribeiro de Sá Mestrado em Engenharia de Potência Dedicação
Graduação em Engenharia Industrial Elétrica exclusiva
Hélio Luiz Simonetti Doutorado em Engenharia Civil
Mestrado em Engenharia Civil Dedicação
Especialização em Prática do Ensino de Física exclusiva
Graduação em Matemática
Leandro Freitas de Abreu Mestrado em Engenharia Elétrica
Dedicação
Graduação em Engenharia de Controle e Auto-
exclusiva
mação
Luciana Batista de Lima Mestrado em Engenharia Mineral
Dedicação
Graduação em Engenharia de Controle e Auto-
exclusiva
mação
Luciano Borges Oliveira Mestrado em Engenharia Elétrica
Dedicação
Graduação em Engenharia de Controle e Auto-
exclusiva
mação
Michelle Mendes Santos Mestrado em Engenharia Elétrica
Dedicação
Graduação em Engenharia de Controle e Auto-
exclusiva
mação
Pedro Colen Neto Mestrado em Engenharia Metalúrgica
Dedicação
Graduação em Engenharia Mecânica
exclusiva
Graduação em Física (Licenciatura)
Reginaldo Vagner Ferreira Mestrado em Engenharia Elétrica Dedicação
Graduação em Engenharia Industrial Elétrica exclusiva
110 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

REGIME
NOME TITULAÇÃO DE TRA-
BALHO
Rogério Eustáquio de Souza Mestrado em Engenharia de Materiais Dedicação
Graduação em Engenharia Mecânica exclusiva
Vinícius Maia de Sá Mestrado em Engenharia Mecânica Dedicação
Graduação em Engenharia Mecânica exclusiva
Virgil Del Duca Almeida Mestrado em Ciência da Computação Dedicação
Graduação em Sistemas de Informação exclusiva
Walter Alves Durão Junior Doutorado em Ciência/Química Analítica
Dedicação
Mestrado em Química Analítica
exclusiva
Graduação em Química
Welinton La Fontaine Lopes Mestrado em Engenharia Elétrica Dedicação
Graduação em Engenharia Industrial Elétrica exclusiva

3.7.2 Corpo Técnico-administrativo


REGIME
NOME CARGO DE TRA-
BALHO
Paulo André de Morais Técnico Laboratorista automação 40 horas
Felipe Silveira Santos Técnico Laboratorista mecânica 40 horas
Alexandre Libério Ferreira Técnico Laboratorista química 40 horas
Marina Lindaura Maranha Contarine Pedagoga 40 horas
Gizelle de Macedo Nunes Silva Assistente em Administração 40 horas
Maurício Pereira Brito Assistente em Administração 40 horas
Rosânia das Graças Silva Souza Assistente em Administração 40 horas
Sérgio Henrique Cândido Moreira Assistente de Alunos 40 horas
Sidimar do Carmo da Paz Assistente em Administração 40 horas
Wederson Almeida Seifert Técnico em Tecnologia da Informação 40 horas

3.7.3 Colegiado do Curso


O Colegiado constitui um espaço institucional para o diálogo e a troca de experiência entre o
diretor e os representantes dos diferentes segmentos da comunidade escolar. Trata-se, pois, de
um órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador das questões técnico-pedagógicas e administra-
tivo-financeiras. Também resguarda os princípios legais e constitucionais, tornando-se caminho
para a construção de uma escola pública participativa e democrática. O colegiado é um órgão
coletivo de análise, que busca a solução dos problemas, superando práticas autoritárias e centra -
lizadoras, possibilitando a gestão participativa da escola, que contribuem para o aprimoramento
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 111
3.7.3 Colegiado do Curso

do projeto pedagógico e a melhoria da qualidade da educação.


A constituição e as atribuições do colegiado do curso se dão em conformidade com o disposto
no Regulamento de Ensino:

Art. 3º A coordenação, o planejamento, o acompanhamento, o controle e a avali-


ação das atividades de ensino de cada curso técnico e de graduação serão exerci-
das por um Colegiado de Curso específico, autônomo e independente.
§1º O Colegiado de Curso será constituído por:
I Coordenador do Curso, que é o presidente do colegiado, e seu substituto indi-
cados de acordo com os critérios definidos pelo câmpus;
II representantes do corpo docente do curso e das áreas colaboradoras;
III representantes do corpo discente;
IV representantes da Diretoria de Ensino;
V técnico administrativo ligado ao curso, quando convidado pelo próprio colegi-
ado;
VI representante dos cursos na modalidade a distância;
VII representante dos tutores de cursos EAD, eleito por seus pares.
§2º Todos os membros serão nomeados através de portaria do Diretor-Geral de
cada câmpus para um mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução.
Art. 4º Compete ao Colegiado de Curso:
I elaborar o Projeto Pedagógico do curso em conformidade com as Diretrizes
Curriculares Nacionais, com o Plano de Desenvolvimento Institucional e com o
Projeto Político-Pedagógico Institucional bem como submetê-lo às demais ins-
tâncias;
II assessorar na coordenação e supervisão do funcionamento do curso;
III estabelecer mecanismos de orientação acadêmica aos discentes do curso;
IV promover continuamente a melhoria do curso, especialmente em razão dos
processos de autoavaliação e de avaliação externa;
V fixar a sequência recomendável das disciplinas e os pré-requisitos e correqui-
sitos, se estabelecidos no Projeto Pedagógico do curso;
VI emitir parecer sobre assuntos de interesse do curso;
VII julgar, em grau de recurso, as decisões do Coordenador de Curso;
VIII propor normas relativas ao funcionamento do curso para deliberação da
Diretoria de Ensino do câmpus.
§1º. Para elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação de que
trata o inciso I do caput, deverão ser considerados os debates e resoluções ema-
nados do Núcleo Docente Estruturante conforme a Resolução nº 01, de 17 de
junho de 2010 e o Parecer CONAES nº 04, de 17 de junho de 2010.
§2º A composição e atribuições do NDE serão disciplinadas de acordo com
documento específico do IFMG.
Art. 5º O Colegiado de Curso se reunirá ordinariamente, no mínimo, três vezes
por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou
por solicitação de 50% (cinquenta por cento) + 1 (um) de seus membros, com
antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas.
Parágrafo único. O Colegiado somente se reunirá com a presença mínima de
50% (cinquenta por cento) + 1 (um) de seus membros.
Art. 6º As decisões do Colegiado serão tomadas por maioria simples de votos,
com base no número de membros presentes.

Composição do colegiado do curso de engenharia de Controle e Automação


O colegiado do curso de Engenharia de Controle e Automação está definido conforme portaria
06/2018 e é composto pelos seguintes membros:
112 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

MEMBRO QUALIFICAÇÃO
Presidente (Coordenador do Curso)
Luciano Borges Oliveira Mestre em Engenharia Elétrica
Engenheiro de Controle e Automação
Docentes da área específica
Welinton La Fontaine Lopes Mestre em Engenharia Elétrica
Engenheiro Industrial – Elétrica
Victor Alves Silva e Melo Mestre em Engenharia Elétrica
Engenheiro Eletricista
Maurício Monteiro da Silva (suplente) Especialista em Arquitetura de Software Distribuído
Graduado em Sistemas de Informação
Docentes das demais áreas (núcleo comum)
Jaqueline das Graças Moura Oliveira Mestre em Administração
Especialista em Docência no Ensino Superior
Especialista em Gestão Estratégica
Administradora
Bruno de Souza Baptista Mestre em Engenharia Mecânica
Engenheiro Mecânico
Thiago Alonso Merici (suplente) Mestre em Engenharia Ambiental
Físico Licenciado
Representantes Discentes
Zalber Luiz Vidotti Leal Representante eleito (turma 2016/1)
Ari Costa Maximiano Representante eleito (turma 2017/1)
Fernando Andrade da Silva (suplente) Representante eleito (turma 2015/1)
Representante Técnico-Administrativo
Paulo André Morais Portilho Físico
Técnico em Informática
Técnico em Eletroeletrônica
Eletricista de Manutenção
Representante da Diretoria de Ensino
Marina Lindaura Maranha Contarine Mestre em Educação
Pedagoga

3.7.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE)


O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de docentes do curso de Engenharia de Con-
trole e Automação do IFMG atuantes no processo de concepção, consolidação e contínua atuali-
zação do projeto pedagógico do curso. Este grupo de docentes exercerá liderança acadêmica e
possui percebida produção de conhecimento na área, no desenvolvimento do ensino, pesquisa e
extensão. O NDE é um órgão consultivo, estruturado com base no disposto da Portaria N° 147,
de 02 de fevereiro de 2007, na Resolução N° 01 de 17 de Junho de 2010 e no Parecer da Comis -
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 113
3.7.4 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

são Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) N° 4 de 17 de Junho de 2010, que


instrui e normatiza o Núcleo Docente Estruturante para cursos superiores. Segundo resolução nº
01 de 17 de junho de 2010 da CONAES o NDE possui como atribuições:

Art. 2º . São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:


I Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;
III indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de
trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso.
IV zelar pelo comprumento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos
de Graduação.

Composição do Núcleo Docente Estruturante do curso de engenharia de Controle


e Automação
O núcleo docente estruturante do curso de Engenharia de Controle e Automação está definido
conforme portaria 16/2017 e é composto pelos seguintes membros:

MEMBRO QUALIFICAÇÃO
Coordenador Mestre em Engenharia Elétrica
Luciano Borges Oliveira Engenheiro de Controle e Automação
Professora Mestre em Engenharia Mineral
Luciana Batista de Lima Engenheira de Controle e Automação
Professor Mestre em Engenharia Elétrica
Welinton La Fontaine Lopes Engenheiro Industrial – Elétrica
Professor Mestre em Ciência da Computação
Virgil Del Duca Almeida Graduado em Sistemas de Informação
Professor Doutor em Engenharia Civil
Hélio Luiz Simonetti Mestre em Engenharia Civil
Especialista em Prática do Ensino de Física
Graduado em Matemática

3.8 Infraestrutura
O Câmpus Betim é composto por duas unidades:
• Unidade I: localizada à rua Karen Lessa Rodrigues, 50, bairro Arquipélago Verde. Com-
posta por duas edificações; o prédio principal comporta salas de aula, laboratórios de
informática, biblioteca e secretaria/diretoria, enquanto o prédio secundário comporta os
laboratórios de química.
• Unidade II: localizada à rua Itamarati, 140, bairro São Caetano. Composta por cinco edi-
ficações: um ginásio poliesportivo, o prédio principal, onde funcionam biblioteca, secreta-
ria/diretoria e se localizam a sala dos professores (comunitária), as salas de aula, e os labo -
114 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

ratórios de informática, eletrônica e automação, assim como três prédios anexos: dois
próximos ao prédio principal, onde em um funciona a cantina e em outro, o auditório, e
outro prédio mais afastado, onde se localizam os laboratórios de física, química e de equi-
pamentos mecânicos.
O PDI 2014–2018 prevê a utilização das duas unidades para distribuição das atividades do câm-
pus, mas seu funcionamento conjunto não se viabilizou com as restrições no orçamento instituci-
onal a partir de 2015: decidiu-se, após avaliação do andamento nas obras da Unidade II e desati -
vação da modalidade de curso técnico subsequente (que ocupava o período noturno junto à gra-
duação, com seu número crescente de alunos), que a partir de 2016 o câmpus teria condições de
funcionar exclusivamente na Unidade II, ficando a Unidade I desativada. Desta forma, houve a
migração completa das estruturas alocadas na Unidade I para a Unidade II.
O espaço disponível e a estrutura montada hoje na Unidade II do Câmpus Betim (edificações,
equipamentos e livros) é considerada suficiente para suprir a necessidade de infraestrutura para
oferta de disciplinas em todo o curso de Engenharia de Controle e Automação. O câmpus não
disponibiliza aos professores gabinetes individuais para as atividades de planejamento de aula e
atendimento a alunos, mas dispõe de sala de uso comunitário com mesas e computadores para a
realização de atividades extraclasse pelos professores. Uma listagem dos recursos disponíveis no
câmpus é feita a seguir.

3.8.1 Salas de aula


A Unidade II possui 12 salas de aula tradicionais, com quadro branco e projetor. Onze salas têm
capacidade de 42 alunos cada e 1 sala tem capacidade para 20 alunos. Além das salas tradicio-
nais, há uma sala de Desenho Técnico e três laboratórios de informática, com capacidade para
30 alunos cada, assim como dois laboratórios de prática de automação e eletrônica com capaci -
dade para 18 alunos cada.

3.8.2 Biblioteca
A biblioteca é constituída de espaço para estudos, incluindo salas de estudos coletivos e cabines
de estudo individuais. Contém livros da área propedêutica e específicos da área controle e auto-
mação. Além da biblioteca física, são disponibilizadas três bases virtuais:
• Biblioteca virtual Ebray;
• Biblioteca virtual Pearson;
• ABNT Coleção (acesso institucional pelo IFMG).

3.8.3 Auditório
O auditório tem capacidade para X pessoas, com acesso a PNE, e dispõe de …

3.8.4 Laboratórios e equipamentos


• Três laboratórios de informática contendo, cada um, 31 computadores com software espe-
cífico para as disciplinas das áreas de programação, desenho, eletrônica, automação e con -
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 115
3.8.4 Laboratórios e equipamentos

trole. O câmpus tem dado preferência a software livre quando possível (LibreOffice, GNU
Octave …), mas retém as seguintes licenças:
◦ NX;
◦ Tina
• Dois laboratórios para práticas da área de eletrônica e automação, que contemplam as discipli-
nas de Eletrônica, Acionamentos Elétricos, Microcontroladores, Controle de Processos, Con-
troladores Lógicos Programáveis, Redes Industriais e Sistemas Supervisórios. Os equipamen-
tos distribuídos nestes dois laboratórios incluem:
◦ Multímetro Digital MD-6450 Marca ICEL.
◦ Bancada para estudo de controle de processos industriais, contendo a teoria e sequência de
experimentos práticos necessários para o estudo do controle de variáveis de nível, pressão,
vazão e temperatura composta por: depósito com capacidade para 05 litros, sensores de
temperatura, termorresistência de platina PT 100 e termômetro bimetálico, sensores de
nível, transformador linear de fluxo 8000 impulsos/ litro, medidor de fluxo de leitura
direta, sensores de pressão, pressostato, manômetro de leitura direta, bomba de circulação
6 litros/min 12V/5A, válvulas motorizadas e manuais, eletroválvula, resistência para aque-
cimento de água 48V 200W, válvula de segurança 2,4bar e termostato de segurança.
Marca DL-2314.
◦ Osciloscópio Digital SDS1102CN 100 MHz
◦ Fonte de alimentação DC com alta estabilidade
◦ Banco de Ensaios Bancada Didática para Instrumentação
◦ Bancada de estudo de Microcontroladores
◦ Bancada didática de Acionamento elétrico Controladores Lógico Programáveis.
◦ Interfaces Homem-Máquina;
◦ Inversor de frequência para acionamentos de motor de 1cv.
• Um laboratório de Química, contendo:
• Um laboratório de Física, contendo:
• Um laboratório de máquinas de fabricação mecânica, contendo:

3.8.5 Atendimento aos educandos com necessidades específicas


A Unidade II do câmpus foi construída visando atender os critérios de acessibilidade para PNEs:
acesso por rampas em todos os prédios e no auditório, banheiros PNE, escadas e corredores de
acordo com a norma.
A disciplina de Libras, ofertada como optativa, pretende integrar a comunidade acadêmica ao
sujeito surdo, possível estudante da instituição. O NAPNEE (Núcleo de Atendimento às Pessoas
com Necessidade Educacionais) e o CIAC (Comissão de Infraestrutura interna do Câmpus) têm
116 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
3. ESTRUTURA DO CURSO

desenvolvido relatórios quanto à acessibilidade das instalações, os quais preveem solicitações de


ampliações da acessibilidade do Câmpus.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 117

4. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
4.1 Avaliação da Aprendizagem
O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e coo-
perativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando,
conforme prescreve a Lei nº 9.394/96 e de acordo com os Regimentos de Ensino do IFMG e do
Câmpus Betim.
A avaliação compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua,
cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificul-
dades e retroalimentação, se destina a verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para
o processo educativo.
a) O professor, no decorrer do processo educativo, promoverá meios para a recuperação da
aprendizagem dos estudantes.
b) A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, recorrendo a
instrumentos e estratégias avaliativas diversas, de acordo com a peculiaridade de cada pro-
cesso educativo, contendo entre outros:
I. Atividades individuais e em grupo, como: pesquisa bibliográfica, demonstração
prática e seminários;
II. Pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos;
III. Provas escritas e/ou orais: individual ou em equipe;
IV. Produção científica, artística ou cultural.
c) O desempenho acadêmico do estudante será registrado no Sistema de Gestão Acadêmica
que constitui um instrumento que compreende o registro do desempenho dos estudantes na
realização dos trabalhos, em cada disciplina ou competência, durante a etapa do curso.
A avaliação do desempenho acadêmico deverá tomar como referência os parâmetros orientado -
res de práticas avaliativas qualitativas, a saber:
a) Domínio cognitivo – capacidade de relacionar o novo conhecimento com o conheci-
mento já anteriormente adquirido por meio da trajetória escolar, assim como aquele pro-
veniente da experiência profissional e da prática cotidiana;
b) Desempenho das atividades diárias – execução de tarefas com requisitos previamente
estabelecidos no prazo determinado com propriedade, empenho, iniciativa, disposição e
interesse;
c) Trabalho em equipe – aporte pessoal com disposição, organização, liderança, cooperação
e interação na atividade em grupo no desenvolvimento de habilidades, hábitos, conheci-
mentos e valores;
d) Autonomia – capacidade de análise contextualizada para tomada de decisões e proposta
de alternativas para solução de problemas, iniciativa e compreensão do seu desenvolvi-
118 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
4. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

mento.
Os instrumentos de avaliação serão utilizados de modo a contemplar a diversidade de formas de
expressão do conhecimento que se fizerem presentes no processo educativo. Nesses instrumen-
tos elencam-se, dentre outros:
• Provas objetivas;
• Provas dissertativas;
• Relatórios de visitas técnicas, experimentos e desenvolvimento de projetos, participação
em atividades técnico-científicas promovidas por entidades educativas e profissionais;
• Apresentação de trabalhos – individual e em grupos;
• Exercícios em sala de aula e extraclasse;
• Pesquisa orientada: de campo e bibliográfica;
• Seminários temáticos;
• Autoavaliação;
• Estudos de caso;
• Resolução de situações-problemas;
As metodologias de avaliação podem contemplar a modalidade presencial ou à distância, indivi-
dual ou em grupo, de acordo com a necessidade e particularidade de cada disciplina. O que deve
ser garantido é que ao longo do curso o discente seja avaliado por diferentes meios e instrumen -
tos, permitindo ao estudante o desenvolvimento de habilidades como trabalho em equipe, autoa-
prendizado, boa comunicação oral e escrita em apresentações de trabalhos e capacidade de lidar
com diferentes áreas do conhecimento.
O sistema de avaliação se dará semestralmente com valor total de 100 (cem) pontos, sendo
necessários 60 (sessenta) pontos para aprovação. Os instrumentos de avaliação aplicados não
podem ultrapassar, individualmente, 40 pontos, sendo facultada ao professor a escolha destes e o
peso de cada, de acordo com as peculiaridades de cada disciplina. Os instrumentos de avaliação
utilizados devem ser, preferencialmente, especificados no plano de ensino das disciplinas, sem
se limitar a estes, mas de forma a orientar os discentes.
As estratégias de recuperação da aprendizagem também devem estar contempladas no plano de
ensino das disciplinas, de forma orientadora. As regras detalhadas são conforme o Regulamento
de Ensino dos Cursos de Graduação do IFMG. (IFMG, 2016).
É preciso também considerar as políticas de combate à evasão e retenção, definidas no PDI
2014-2018 (p. 214-215), estabelecidas pelo IFMG, nas quais os Colegiados e Coordenadores de
Curso e Diretorias de Ensino têm a atribuição de realizar o acompanhamento sistemático e exe-
cutar planos de ação para reduzir os índices de evasão e retenção vigentes.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 119
4.2 Avaliação do Curso

4.2 Avaliação do Curso


A avaliação do curso é também uma prerrogativa da Lei federal nº 10.861 de 14 de abril de
2004, que tem como objetivo identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em
especial as relativas ao perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-
pedagógica.
A avaliação do curso terá coordenação da Comissão Própria de Avaliação (CPA). Essa Comissão
tem por responsabilidade realizar o processo de autoavaliação institucional, tomando por base os
princípios do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).
O objetivo da CPA é promover a autoavaliação institucional, identificando as condições do
ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão, no que se refere às suas potencialidades e fragilida-
des. Os resultados de todo o processo são consolidados em um relatório, que representa impor-
tante subsídio para que a instituição execute ações para empreender ações corretivas quanto às
fragilidades detectadas e manter as potencialidades identificadas, com vistas à melhoria perma-
nente da sua qualidade. Conforme Art. 3º da Lei 10.861/04,

a avaliação das instituições de educação superior tem como objetivo identificar


o seu perfil e o significado de sua atuação, através de suas atividades, cursos,
programas, projetos e setores, considerando as diferentes dimensões institucio-
nais, dentre elas obrigatoriamente as seguintes:
I. a missão e o plano de desenvolvimento institucional;
II. a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas
formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produ-
ção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
III. a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se
refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento eco-
nômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção
artística e do patrimônio cultural;
IV. a comunicação com a sociedade;
V. as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-admi-
nistrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições
de trabalho;
VI. organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e represen-
tatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a
mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos
processos decisórios;
VII. infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recur-
sos de informação e comunicação;
VIII. planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da
auto-avaliação institucional;
IX. políticas de atendimento aos estudantes;
X. sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade
dos compromissos na oferta da educação superior.

Tanto as avaliações de curso, quanto as avaliações junto ao corpo docente, serão coordenadas
pela CPA do câmpus que determinará, conforme as orientações da CPA central, períodos de ava-
liação, métodos e instrumentos próprios. Os instrumentos e avaliações são importantes para
obter informações dos alunos sobre a satisfação com o curso, desempenho dos professores e
coordenadores, programas institucionais, infraestrutura e condições de oferta dos serviços pres-
120 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
4. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

tados aos alunos. Nesse contexto, a avaliação dos egressos também se mostra importante, pois
por meio dela é possível obter informações sobre o curso concluído e o desempenho da ativi -
dade profissional desses estudantes egressos.
Os resultados obtidos pelo curso nas avaliações externas – desempenho dos alunos no ENADE
(Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), o IGC (Índice Geral de Cursos), o CPC (Con -
ceito Preliminar de Curso) e as avaliações de reconhecimento ou renovação de reconhecimento
do curso, quando for o caso – são analisados e subsidiam a tomada de decisões pelo NDE e o
Colegiado do Curso, para ratificar o que estiver sendo realizado ou para propor reformulações,
que serão acordadas pelo Colegiado do Curso e aprovadas pelas instâncias superiores.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 121

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A oferta e implantação do Curso de Engenharia de Controle e Automação é norteada por uma
demanda de mercado impulsionada pelas mudanças tecnológicas e modernizações de equipa-
mentos na área de Automação, o que requer qualificação e requalificação profissional, instru-
mentalizando o cidadão trabalhador, tornando-o mais apto para atuar num mercado que exige,
além de conhecimentos básicos, um mínimo de cultura tecnológica.
A formação pretendida para o engenheiro de controle e automação, formado no IFMG Câmpus
Betim, alia as condições internas da instituição, as leis e normas do sistema e as exigências do
mundo do trabalho (representadas pelas demandas do mercado local e amplo) na perspectiva de
um perfil profissional que esteja atento as demandas da sociedade contemporânea. Além da pre-
ocupação com as exigências do mundo do trabalho e com o constante desenvolvimento tecnoló-
gico, o projeto pedagógico do curso que se pretende desenvolver reflete a preocupação com a
formação omnilateral.

[...] como um processo emancipador, [que] permite ao indivíduo visualizar-se


como parte de um sistema maior, um ecossistema, no qual encontra-se o sistema
humano, não como o único a ter importância, mas cuja importância reside em
ser esse o grupo que infere sobre o meio que o circunda, cada vez mais, modifi -
cando-o por meio tecnológico (PESSOA et all, 2011, p.6).

A construção de um projeto pedagógico do curso pressupõe a previsão e a prática de uma avalia -


ção sistematizada. O ato de avaliar requer a tomada de decisão, pois a avaliação não tem fim em
si mesma e não pode se resumir à mera aplicação de um instrumento; deve, sim, preparar uma
intervenção mais segura sobre os resultados obtidos. Neste sentido, a avaliação é uma impor-
tante ferramenta a serviço da gestão e do planejamento escolar, pois seus resultados permitem
aprimorar o desempenho das ações previstas e a organização interna da unidade escolar.

“A avaliação consistirá em estabelecer uma comparação do que foi alcançado


com o que se pretende atingir. Estaremos avaliando quando estivermos exami-
nando o que queremos, o que estamos construindo e o que conseguimos, anali-
sando sua validade e eficiência” (máxima produção com um mínimo de esforço)
(SANT’ANNA, 1995, p. 23-24).

Diante disso planeja-se que o curso aqui sustentado numa estreita articulação entre ensino, pes-
quisa e extensão, no atendimento direto à comunidade se paute na busca da qualidade das ações
desenvolvidas e na participação ativa de todos os envolvidos com o processo de formação e com
os resultados esperados. Numa perspectiva de relação intensa da teoria com a prática a condução
didático-pedagógica deve incentivar o desenvolvimento de ações de formação voltadas para a
constituição de um profissional capaz de intervir positivamente no contexto em que se insere,
contribuindo com o meio social e ambiental.
Tendo em visa a necessidade de melhoria contínua da qualidade do curso, torna-se fundamental
enfatizar a revisão e atualização permanente do projeto pedagógico do curso, tanto a partir das
avaliações formais orientadas pela CPA, quanto da reflexão de seu cotidiano, suas práticas, das
interações culturais e sociais entre professores, alunos e instituição.
IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18 123

REFERÊNCIAS
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Imprensa Nacional, 15 abr. 2004.
_____. Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41
da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional, e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Nacional, 26
jul. 2004.
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20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário
Oficial da União. Brasília: Imprensa Nacional, 20 dez. 2005.
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5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, super-
visão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e
seqüenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Nacio-
nal, 13 dez. 2007.
_____. Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008. Altera dispositivos da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para redimensi-
onar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da
educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica. Diário Oficial da
União. Brasília: Imprensa Nacional, 17 jul. 2008.
_____. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes […] e
dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Nacional, 26 set. 2008.
_____. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissi-
onal, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia,
e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Nacional, 30 dez. 2008.
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126 IFMG Betim – Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Controle e Automação – set/18
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