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Tributação internacional e o planejamento tributário

Leitura Básica:

BIANCO, João Francisco. ​Transparência Fiscal Internacional​. São Paulo: Dialética, 2007, p.
15-40, 53-160.
CARVALHO, Paulo de Barros. ​O Principio da territorialidade no regime de tributação da renda
mundial (Universalidade)​. In: IBET. ​Justiça Tributária. ​São Paulo: Max Limonand, 1998, p.665-75.
GONÇALVES, José Arthur Lima. Planejamento tributário internacional. In: IBET. Justiça
tributária. São Paulo: Max Limonad, 1998, p. 415-432.
SANCHES, J.L. Saldanha. ​Os Limites do Planeamento Fiscal – Substância e forma no direito fiscal
português, comunitário e internacional​. Coimbra: Coimbra Editora, 2006. Pags. 79- 137,
405-414, 431-​443.
SCHOUERI, Luís Eduardo. Preços de Transferência no Direito Tributário Brasileiro. São Paulo:
Editora Dialética, 2006.
SILVA, Felipe Ferreira. ​Tributário - A relação entre a ordem jurídica interna e os tratados
internacionais. ​ Curitiba: Editora Juruá, 2002.
TÔRRES, Heleno Taveira. ​Direito Tributário Internacional: planejamento tributário e operações
transnacionais​. São Paulo: Editora RT, 2001, 35-67, 320-383, 557-616.
_______________. Pluritributação Internacional sobre a Renda das Empresas. São Paulo:
Editora RT, 2001, pag. 61-95, 118-173, 301-371, 424-493, 552-635.
______________. (Cordenador). ​Direito Tributário Internacional Aplicado Volume III​. São Paulo:
Quartier Latin, 2005, pag. 105-167, 185-201, 239-255, 341-361
XAVIER, Alberto. Direito Tributário internacional do Brasil. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Forense, 1994,
pag. 29-45, 173-279, 421-457.

Leitura Complementar:

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BORGES, Antônio de Moura. Convenções sobre dupla tributação internacional. ​Teresina: UFPI,
1992.
CALDERÓN CARRERO, José Manuel. La doble imposición internancional y los métodos para su
eliminación.​ Madrid: McGraw Hill, 1997, p. 121-281.
CASTRO, Leonado Freitas de Moraes (organizador). ​Tributação Internacional: Análise de Casos.
São Paulo, MP Editora, 2010.

GRECO, Marco Aurélio. ​Planejamento Tributário​. São Paulo: Dialética, 2008.


HUCK, Herme Marcelo. ​Evasão e Elisão: Rotas Nacionais e Internacionais do Planejamento
Tributário.​ São Paulo: Editora dos Tribunais, 2001.
OCDE. Modelo de Tratados para evitar a Dupla Tributação.
Paulo: Dialética, nov/2002, p. 47.
PEREIRA, Paulo Rosado. ​Dupla Tributação internacional e convenções. Fiscalidade Revista de
Direito e Gestão Fiscal n. 29. Coimbra: Edição do Instituto Superior Gestão. Janeiro-Março
2007,pags. 47-62
SANTI, Eurico Marcos Diniz de. CONRADO, Paulo Cesar. Tratados e Convenções Internacionais
em Matéria Tributária e o Federalismo Fiscal Brasileiro. Revista Dialética de Direito Tributário,
nº 86. São
SANTI, Eurico Marcos Diniz de; ZILVETI, Fernando Aurélio; MOSQUERA, Roberto Quiroga. (Org.).
Tributação Internacional​ (Série GVLaw). São Paulo: Saraiva. 2007, pags. 115-238.

Questões:

1. O que é e quais são os elementos de conexão, em Direito Tributário Internacional? Como se


caracteriza a residência fiscal de uma pessoa jurídica, na legislação brasileira?

2. Em relação às teorias monista e dualista, discorra sobre as diferenças existentes entre elas.
Essas diferenças são realmente relevantes, para o direito internacional e para o direito interno?
Considerando a Constituição Federal de 1988 da República Federativa do Brasil, pergunta-se: o
Brasil adota qual modelo?

3. Em que momento e qual ato normativo faz com que os tratados e convenções internacionais
tenham validade no direito interno brasileiro, permitindo que os interessados exijam o

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cumprimento das disposições constantes na norma internacional? Considerando-se o ingresso
de um tratado no direito interno, ele ocupa qual posição hierárquica? É possível afirmar-se que
um tratado internacional revoga uma norma de direito interno? E, ao contrário, uma norma de
direito interno pode revogar um tratado?
4. A Convenção para Evitar a Dupla Tributação entre Brasil e Itália, firmada em 06 de maio de
1981 (Decreto Legislativo n.º 77/79 e Decreto Presidencial n.º 86.985/81), estabelece em seu
art. 2, nº 2, que “A Convenção também se aplica, a quaisquer impostos idênticos ou
substancialmente semelhantes que forem introduzidos após a data da assinatura da presente
Convenção, seja em adição aos impostos existentes, seja em sua substituição. As autoridades
competentes dos Estados Contratantes notificar-se-ão mutuamente de qualquer modificação
que tenha ocorrido em suas respectivas legislações tributárias.”. Considerando esse dispositivo,
é possível aplicar-se os dispositivos desta Convenção à Contribuição Social sobre o Lucro - CSLL?

5. O pagamento de juros efetuado por uma fonte brasileira, cujo beneficiário seja um
não-residente está sujeito ao IRFonte de 15%, segundo a legislação brasileira. A empresa
brasileira PRAIAS tem juros a pagar para uma sociedade alemã BAVARIA e, ao mesmo tempo, a
PRAIAS detém um crédito a receber, junto a uma outra sociedade, também alemã, PROST. Com
o objetivo de evitar o pagamento do IRFonte, a PRAIAS solicita à PROST que esta faça o
pagamento do valor equivalente aos juros devidos à BAVARIA, diretamente a esta última, por
conta e ordem da própria empresa brasileira. Com base nos fatos apresentados, haveria a
incidência do IRFonte nesta operação? Explique.

6. A sociedade DEFAULT, localizada no Canadá, tem uma subsidiária no Brasil, chamada SOL E
CALOR. A sociedade canadense decide alienar as ações da subsidiária brasileira à empresa
italiana CANOLO. Apesar de o contrato ter sido assinado no Brasil, o foro eleito para dirimir
dúvidas é o de Montreal, e o valor da venda é pago diretamente no exterior, por meio de
transferência para uma conta localizada no Bank of Mountain, em Montreal. O valor da
operação é 4 vezes maior do que o custo de aquisição pela DEFAULT das ações da SOL E CALOR,
tal qual foi registrado no Banco Central do Brasil. Diante do caso proposto, haveria tributação
do IR brasileiro sobre o ganho de capital obtido pela DEFAULT, com a operação de alienação?

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7. TWE, localizada na Áustria e constituída, de acordo com as leis austríacas, celebra contrato
de compra e venda, no ano de 2003, para a aquisição das quotas da empresa BR Ltda,
localizada no Brasil e constituída de acordo com as leis brasileiras, com a empresa FLORA,
localizada no Panamá e constituída de acordo com as leis panamenhas, na qualidade de
vendedora. A empresa FLORA é a titular das quotas da empresa nacional BR Ltda. Nessa
operação de compra e venda, há diferença positiva entre o valor registrado pela empresa
FLORA quando da constituição da empresa BR Ltda. no Brasil, e o valor da venda para a
empresa TWE. Diante dessa situação, pergunta-se:
a) Haverá tributação nessa operação? Qual? Por que?
b) Em caso positivo, quem será o contribuinte e o responsável tributário pela
alienação de bens localizados no Brasil, em relação a essa operação?
c) Caso a operação tivesse ocorrido em 2005, haveria diferença, para fins de
tributação? Fundamente a sua resposta.

8. O banco japonês OSAKA, após constatar a alta lucratividade do setor no Brasil, decide investir
no mercado brasileiro, para promover o fomento de atividades industriais, mediante a
concessão de empréstimos bancários a clientes brasileiros. Entretanto, os dirigentes do banco
OSAKA tem dúvida sob qual forma que a instituição deveria atuar no Brasil. Diante disso,
realizou estudos jurídicos e financeiros, que acabaram por se concentrar nos aspectos
tributários, levantando-se as seguintes hipóteses: (i) Constituição de uma filial, na qual os
contratos seriam assinados no Brasil e os juros (e principal) pagos, diretamente, à filial
brasileira; (ii) Abertura de um escritório comercial, onde os contratos seriam assinados. Nesse
caso, o empréstimo viria do Japão, e os juros (e principal) deveriam ser remetidos para o Japão;
(iii) Envio de representantes comerciais ao Brasil, sem poderes para assinar os contratos,
restringindo-se sua atividade a intermediar os negócios entre os clientes brasileiros e o Banco
Osaka, de tal maneira que os contratos seriam celebrados no Japão. Nessa hipótese, o dinheiro
viria do Japão e para lá seriam remetidos os juros (e o principal). Diante desse caso,
pergunta-se:
a) Qual seria a melhor opção tributária para a atuação do Banco Osaka no Brasil?
Fundamente sua resposta.
b) Caso, ao invés dos juros serem remetidos para o Japão, fossem enviados para a filial do
banco localizada no Panamá, mudaria a estrutura e o reflexo tributário de alguma
forma? E se o capital viesse da filial panamenha do banco Osaka, alteraria a situação?
Justifique ambas as situações.

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c) Seria possível aplicar-se o tratado Brasil- Japão, para algumas das hipóteses citadas na
questão?

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