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CIÊNCIAS - 2º TRIMESTRE – AV2

CAPÍTULO 12 – OS SENTIDOS

1. A VISÃO
1.1 Proteção: pálpebras e cílios
1.2 Função das lágrimas:
- Impedem que as camadas externas dos olhos percam água e sequem;
- Possuem substâncias que atacam as bactérias.

1.3 Esclera ou esclerótica (parte branca)


- Protege os olhos;
- Onde estão os músculos que movem os olhos.

1.4 Córnea (transparente)


- Fica na região da frente do olho;
- - Junto a lente concentra os raios luminosos de modo a formar uma imagem no fundo do olho

1.5 Membrana Conjuntiva:


- Reveste uma parte da esclera e a superfície interna das pálpebras

1.6 Pupila
- Regula a quantidade de luz que passa para a retina

1.7 Íris
- Possui um músculo que ao se contrair ou relaxar diminui ou aumenta o tamanho da pupila de
acordo com a iluminação do ambiente (controla a intensidade de luz que entra nos olhos)

1.8 Lente ou Cristalina


- Fica atrás da íris;
- Junto a córnea concentra os raios luminosos de modo a formar uma imagem no fundo do olho

1.9 Retina
- Camada mais interna e sensível à luz;
- Temo como função transformar a luz em mensagens nervosas que são levadas pelo nervo óptico
até o cérebro
- Formada por celular sensíveis à luz chamadas: bastonetes e cones;
#Bastonetes:
- Captam as imagens em lugares pouco iluminados;
- Não distingue as cores;
- Imagens não muito nítidas.
#Cones
- Imagens coloridas;
- Tipos: - os que reagem ao vermelho;
- os que reagem ao verde;
- os que reagem ao azul.
- As cores dependem da combinação dos sinais nervosos enviados pelos 03 tipos de cones
-Mácula: região central da retina onde a imagem se forma com mais nitidez;

1.10 Humor Aquoso


- Líquido que fica entre a lente e a córnea
1.11 Corpo vítero
- Material gelatinoso que fica entre a lente e a retina;

1.12 Sistema de lentes de uma máquina fotográfica


- Formado pela lente, humor aquoso e corpo vítreo;
- Fazem os raios de luz convergirem para a retina
- A luz chega dos objetos até os olhos atravessa a córnea, humor aquoso, pupila, lente, corpo vítreo
e chega na retina.
- A imagem formada é invertida em relação ao objeto

1.13 Ponto Cego


- Região em que a imagem não pode ser detectada;
- Fica na parte da retina atravessada pelo nervo óptico onde não cones nem bastonetes.

1.14 Refração da Luz


- Quando os raios de luz de um objeto passam de um meio para outro mudando de direção

1.15 Problemas de visão


a) Presbiopia (vista cansada)
- É a perda da elasticidade da lente que dificulta o foco dos objetos próximos. Costuma ocorrer
depois dos 40 anos.
- Correção: uso de óculos que fazem a imagem forma-se na retina
b) Miopia:
- Diâmetro do globo aocular mais alongado;
- A imagem se forma um pouco à frente da retina, então os objetos mais distantes passam a ser
vistos fora de foco, gerando dificuldades de enxergar de longe;
- Correção: com lentes divergentes que fazem a imagem se formar na retina
c) Hipermetropia:
- Diâmetro do globo ocular mais curto;
- A imagem se forma depois da retina, então objetos mais próximos são vistos fora de foco, gerando
dificuldades de enxergar de perto.
- Correção: com lentes convergentes que fazem a imagem se formar na retina
d) Astigmatismo
– Formato irregular da lente ou da córnea (ou ambos), fazendo com que a imagem fique fora de
foco em algumas direções;
- Correção: lentes que compensam a curvatura desigual do olho;
e) Catarata
- A lente perde parte da transparência e prejudica a visão. É mais comum após os 50 anos
- Correção: retira-se a lente do olho por meio de cirurgia e a substitui por uma lente artificial
f) Glaucoma
- Excesso de humor aquoso, aumentando a pressão dentro do olho, que pode destruir aos poucos o
nervo óptico e provocar cegueira
- Tratamento: com medicamentos e cirurgia
g) Daltonismo
- Ocorre devido problema genético, um ou mais tipos de cones estão reduzidos ou ausentes, gerando
dificuldade de diferenciar certas cores
- Existem poucos daltônicos que percebem apenas o branco, preto e os tons de cinza, somente.
h) Conjuntivite
- É ainflamação da membrana conjuntiva
- Causas: bactérias, vírus, entre outras;
- Sintomas: olhos vermelhos, sensação de areia nos olhos.
i) Degeneração Macular:
- Mais comum em pessoas idosas, a mácula é afetada
Tratamento: medicações que retardam a evolução da doença (uso de aparelhos como lupas)
j) Pessoas Diabéticas:
- Os problemas são as doenças na retina
Tratamento: controlar taxa de açúcar no sangue, ir periodicamente ao oftalmologista para um exame
de fundo de olho;
m) Países Pobres:
- Cegueira em crianças por deficiência de vitamina A;
Tratamento: melhores condições de alimentação, suprimentos de alimentos ricos em vitamina A

2. AUDIÇÃO E EQUILÍBRIO
2.1 Orelha (ao invés de ouvido)
- Usa-se popularmente a orelha como sinônimo de pavilhão auricular (parte externa do órgão);
- permite ouvir os sons;
- órgãos do equilíbrio: fornecem ao cérebro informações sobre o movimento e a posição do nosso
corpo;

2.2 Divisão da orelha:


- orelha externa;
- orelha média;
- orelha interna

2.3 Orelha Externa


- Capta as ondas sonoras, que são levadas até a membrana timpânica
- Formação:
a) pavilhão auricular ou pavilhão da orelha
b) meato acústico externo (terminologia antiga – canal auditivo)
c) membrana timpânica: fica esticada como se fosse a pele de um tambor e vibra de acordo com o
som que chega até ela; as vibrações são transmitidas para 03 ossículos (ossos pequenos): martelo,
bigorna e estribo.

2.4 Ossículos da membrana timpânica (martelo, bigorna e estribo): funcionam como um sistema
de alavanca que pode amplificar ou diminuir as vibrações do tímpano; protege os ouvidos contra os
ons muito fortes

2.5 Estribo:
- Faz vibrar uma membrana chamada janela oval
- A vibração da janela oval faz vibrar o líquido dentro da cóclea (tubo com a forma de concha de
caracol) situada na orelha interna
- Vibração do líquido estimula as células sensitivas dentro da cóclea, agrupadas em um órgão, o
órgão espiral

2.6 Nervo vestibulococlear


- Leva ao cérebro as mensagens nervosas;

2.7 Células Ciliadas sensitivas


- Transformam as vibrações em mensagens nervosas
- Cérebro local que se forma a sensação do som

2.8 Orelha Média


- Sai um canal, a tuba auditiva, que se abra na faringe
a) Tuba auditiva
- Permite que a pressão do ar de dentro da orelha média se equilibre com a da atmosfera

2.9 Orelha Interna


- Formação:
a) Cóclea;
b) Canais semicirculares;
c) Vestíbulo que é uma cavidade também chamada de labirinto;

2.10 Equilíbrio
Os canais semicirculares e o vestíbulo estão cheios de líquido, quando se movimentamos, os
líquidos se deslocam e estimulam as células sensitivas da cóclea, estas enviam mensagens ao
cérebro que identificam o tipo de movimento realizado (lados, frente, …) e corrige o corpo.

2.11 Labirintopatias:
- Doenças que afetam o labirinto (Labirintite: infecção ou inflamação da orelha interna; Sintomas:
tonturas, vertigens, enjoos, dor de cabeça, ouvir zumbidos)

2.12 Onda sonora


- Alternância de regiões de compressão e descompressão do ar
- Maior frequência da onda sonora = som mais agudo e alto;
- Menor frequência da onda sonora = som mais grave e baixo;
- Popular “mais alto” = mais intenso (maior a intensidade)
- Intensidade esta relacionada a energia transportada pela onda (maio energia maior amplitude
maior intensidade)

2.13 Poluição Sonora e problemas de audição


a) Os efeitos da polução sonora dependem:
- Da intensidade do som;
- Do tempo de exposição;
- Da sensibilidade da pessoa
b) Consequências da poluição sonora:
- Zumbidos;
- Perda passageira da audição;
- Redução ou perda irreversível da audição;
- Gera estresse e problemas relacionados com essa situação;

2.14 decibel (dB)


- unidade de medida de intensidade do som;
Limite de tolerância do Ministério do Trabalho em ambientes industriais é de 85 dB durante 08
horas diárias;
- Intensidades maiores correspondem ao tempo de exposição progressivamente menor;

2.15 Como minimizar o problema da poluição sonora:


- planejamento urbano para desviar o trânsito pesado de zonas residenciais, hospitais e áreas de
lazer;
- conservar e ampliar áreas verdes (que funcionam como barreiras contra ruídos);
- promover campanhas educativas para evitar o uso excessivo de buzina;
fiscalizar bares e casas noturnas para respeitarem os limites sonoros;
- construir aeroportos longe de locais populosos;
- evitar ouvir músicas fora dos limites sonoros aceitáveis
2.16 Causas da perda total ou parcial da audição
- Poluição sonora;
- perfuração da membrana timpânica;
- Infecções (otites);
- Fatores hereditários.

3. OLFATO
- Percebemos o cheiro porque as subst^`ancias soltam partículas no ar;
- As partículas no ar chegam às cavidades nasais que estimulam as células sensitivas (receptores
olfatórios) que mandam as mensagens ao cérebro pelo nervo olfatório, que nos permite identificar o
cheiro das substâncias;
- Gripados: o excesso de muco dificulta o contato dos receptores olfatórios com as partículas
responsáveis pelo cheiro, fazendo com que os alimentos percam o sabor;

4. GUSTAÇÃO
- Língua possuem Papilas gustativas, e estas possuem botões gustativos
- Botões gustativos: são estimulados por partículas de alimento dissolvidas na saliva e enviam
mensagens ao sistema nervoso que traduz as mensagens nas sensações de sabor
- Sensações fundamentais de sabor: doce, salgado, azedo e amargo

5. SENSIBILIDADE DA PELE:
5.1 Receptores – tipos
- acusam a dor;
- sensações táteis (tato e pressão);
- sensações térmicas (calroe frio)
5.2 Tato
- É apercepção de que algo tocou nossa pele e de que esse toque ocorreu em determinado ponto dela