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Aquisição e linguagem

12.09.18

Percepção e produção – mas por que há uma distância entre a percepção e a produção
durante o primeiro ano? – maturação do aparelho fonador e do cérebro

De maneira global as crianças bebÊs agem por reflexo – até o desenvolvimento do córtex
quando se substituiu o reflexo pelo desenvolvimento de movimentos motores.

O aparelho fonador do bebê é diferente a do adulto – semelhança com os primatas – primeiro


ano de vida – aprender a controlar movimentos respiratórios e o funcionamento da laringe –
fase de fonação – vocalizações reflexos, gritos e sons vegetativos.

A produção do som envolve vários órgãos que conjuntamente fazem, como resultado, soar
nossa voz. São eles: os pulmões, a laringe com as pregas vocais, as cavidades de ressonância
(cavidade nasal, seios para-nasais) e os articuladores (lábios, língua...)

Produção durante o primeiro ano – 2-5 meses/ 5 meses/ 6-9 meses/ 9-13 meses –

19.09.18

Teorias de aquisição

Comportamental – Skinner – estímulo, resposta e reforço – o comportamento é um operante


verbal que funciona para animais, homens e linguagem – adestramento – a criança é um ser
passível que depende do meio – imitação – exposição à linguagem – reforço positivo quando
acerta – quem é responsável é o meio, o adulto, é quem reforça o comportamento – a criança
é considerada um ser vazio, uma tabula rasa – toda nosso conhecimento precisa ser ensinado
– esse esquema behaviorista pode ser estendido para outros aspectos da vida social. – isolar
variáveis, controlar os estímulos, metodologia de trabalho

Critica de Chomsky a Skinner –

Inatismo ou gerativismo – a linguagem humana é atribuída a um mecanismo inato

Linguagem: capacidade essencialmente humana – uso criativo da linguagem é a capacidade de


compreender e produzir uma sentença jamais ouvida

Capacidade que pressupõe princípios de uma gramática universal

A linguagem humana é diferente de tudo o que se pode ensinar por condicionamento – seres
humanos são dotados de uma capacidade inata para a linguagem e possuem um
conhecimento sobre o sistema lingüístico chamado de “competência”.
Isso explica como uma criança, exposta a tão poucos dados no seu ambiente – a existencia da
GU acionada por meio de um dispositivo de aquisição da linguagem – DAL – palavra chave para
o esquema geracionista é o input.

Piaget – esquemas motores – forma pela qual a criança entra em contato com o mundo –
define o objeto pelo uso – cada transformação ocorrida em nível exógeno que corresponde a
uma mudança interna (endógeno) reequilibrações sucessivas.

A criança em Piaget é portadora de um saber – criança ativa que constrói o conhecimento com
a ação com o mundo – construtivismo – da mesma forma que a criança trata os objetos ela
também trata a linguagem – portanto trata o símbolo assim – motor – verbo – conceito.

Duas categorias de linguagem – egocêntrica e socializada –

Vygotsky – construtivismo – interacionismo - todo o conhecimento se constrói socialmente,


pela aprendizagem nas relações com os outros – adulto é o mediador das informações que
serão internalizadas em representações mentais – reconstrução interna de uma operação
externa – seu sucesso depende do outro na intermediação das operações.

31.10.18 – Cagliari

O ser humano pensante

Cérebro & mente ativados pelos sentidos

Cérebro = maquina de ordenar conjuntos

Mente – maquina interpretativa e produtiva de algoritmos

Inteligência = criatividade

Criatividade exige um sistema em funcionamento (linguagem)

Para isso trabalhamos com uma informação chamada inteligencia que faz com que o cérebro e
a mente funcionem, definida como criatividade – a marca da inteligência – infelizmente nossas
escolas que não estão voltadas para a criatividade, os alunos estudam alguma coisa como
“faça segundo o modelo”, a educação é vista de maneira homogênea para todo o pais, é a pior
coisa porque as pessoas estudam as mesmas coisas e do mesmo jeito – o cérebro e a mente
não são um conjunto único que funciona da mesma maneira.

Os animais (seres vivos = +vegetais) pensam?

Irracionalidade da vida fora do homem

Racional tem linguagem estruturada como os ser humano homo sapiens

Em vez da mente, eles têm instinto (sistema pré-estabelecido não criativo)

Reação alerta de sobrevivência

Comunicação básica (sem intenção?)


A “mente” animal não evolui, aprende, não mda as regras

Uns dizem que sim

Animais aprendem com a experiência (Pavlov – condicionamento)

Animais (vegetais) se adaptam às necessidades do ambiente e do momento

Animais “entendem” outras linguagens (juma, de outros animais)

Animais se domesticam pela interação com o ser humano

Animais usam sons (articulados) para se comunicarem

O entendimento sobre a aquisição da linguagem, no caso dos humanos, o entendimento da


linguagem é muito mais amplo que a utilizada por ela, a compreensão da linguagem, entende-
la, não pode se basear apenas em gravações de crianças falando, uma das coisas fundamentais
é analisar o que as crianças entendem, que é uma tarefa difícil e carece de uma metodologia
adequada.

A palavra interação é o núcleo do processo de aquisição de linguagem, não tem a ver com a
linguagem, mas com a língua – na ambigüidade da linguagem o que significa, enquanto tal, a
linguagem é uma característica natural do homem – sua aquisição se dá por meio da língua,
não da linguagem – línguas dependem do pressuposto da capacidade de adquirir linguagem –

Em que idade o ser humano começa a ser racional?

Linguagem é inata? Sistema lingüístico é inato? FOXP2 é adquirido? Quando? Como?

O que é o ser humano enquanto não adquire linguagem (racionalidade declarada)?

Quando a humanidade começou a falar?como? teoria da expectativa do Cagliari

Resumo: pensamento = racionalidade = linguagem (oral)

Tradições religiosas, sobretudo a judaico cristã, afirmavam que a primeira semana de vida de
um indivíduo se caracterizava apenas pela sua animalidade.

Ensinar e aprender

Teoria da expectativa – teoria da comunicação da linguagem e pensamento

O estimulo, o consciente e o automático (externo x interno)

O despertar da consciência através da interação (aprendizagem pelo ensino)

No ser humano, aprender ativa os mecanismos de criação (do velho para o novo)

Aprender não é repetir, é criar

Aprendizagem é individual (metabolismo do sujeito) por isso interpretar (usar conhecimentos


adquiridos) é um processo variável de acordo com cada mente.
Todo processo de interação é um processo de ensino e aprendizagem

Ensinar é colocar em palavras (ou ações) um processo cognitivo numa comunicação interativa

Transmissão de pensamento através de transmissão de linguagem (ações)

Ensinar exige que a pessoa tenha toda um teoria a respeito do que ensina

O pensamento não é apenas uma sucessão de palavras (frases), mas um conjunto organizado
de ideias (um discurso)

O bom e o rum de Piaget (psicogênese do conhecimento)

A escrita

A linguagem é essencialmente oral

A escrita é uma das formas de guardar a liguagem oral (gravações)

A linguagem é um sistema controlado pela intuição do sujeito falante

A linguagem é um processo dinâmico que muda com o tempo e o espaço

História da escrita – cavernas – pictogramas – silabas – letras

História do alfabeto – cuneiforme / proto-sinaítica – fenícios – gregos – etrusco – latino

A história dos algarismos – primitivo – palavras – letras – numerais – arábicos

Um mundo de escrita sem letras – comunicação visual (cinema)

Ideias básicas sobre a escrita

Diferença entre desenho (mundo) e a escrita (fala)

Tipos – ideográfica (do sentido para o som) / fonográfica (do som para o sentido)

A unidade básica de todos os sistemas de escrita é a palavra

Todos os sistemas de escrita são controlados por um sistema ortográfico

O objetivo principal da escrita é permitir a leitura

Cada usuário lê (escrita ortográfica) em seu próprio dialeto (fala), mas pode ler em outras
variedades de fala (dialetos...)

Existe uma ordem para escrever, nós escrevemos palavras da esquerda para a direita, mas
escrevemos os números da direita para a esquerda (sistema decimal) a escrita do números
com letras segue da esquerda para a direita

Em geral, os sistemas de escrita apresentam muitas variantes graficas (fontes)

Cada fonte do alfabeto e um alfabeto por si


A escrita sempre esteve ligada a uma forma de arte gráfica

Stilum – penas de ave – pena metal – impressão – maquinas de escrever

Processadores de texto com correção gramatical e ortográfica

Reconhecimento automático da fala – escrita ortográfica (escrita-fala)

Tradução automática

Futuro: da fala para a escrita e vice-versa

História da alfabetização

Sumérios, egípcios, gregos, romanos, idade media, escolas das catedrais

As cartinhas portuguesas do final do sec. XV

Cartilhas por todo o mundo (rei sejong, João de barros, Feliciano Castilho)

Metodologia – estrutura das cartilhas, dos métodos e dos manuais do professor)

Para a leitura – decifração e compreensão – 2 estágios

Cartilha – alfabetização

Textos de leitura (textos) (letramento)

Para a escrita

Ditado & coópia (inicial)

Composição (texto a partir de painéis)

As cartilhas (sec xv ao xxi)

Objetivo orientar as lições do professor, facilitar o material didático nas escolas

As cartilhas são programas, cujo desenvolvimento depende da competência do professor

São organizadas de acordo com experiências didáticas de seus autores

Trabalham com imagens + palavras + frases

Textos das lições das cartilhas são pretextos para o estudo de palavras (nunca foram textos de
fato) os textos aparecem em pequenas redações na segunda etapa do processo

A revolta contra as cartilhas

Motivos didático, social, psicológico, lingüístico, pedagógicos, profissionais, mas o culpado é a


cartilha.
A escola tem que ter ambientes de desafios e ambientes de superação dos desafios – (Ricardo
semler) – mas o problema persiste por razões profissionais (professores mal formados) e
escolas caducas.

“a escola brasileira é por demais humanística e por de menos tecnológica” – projeto pulo do
sapo – um projeto de alfabetização popular e à moda antiga.

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