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CINZA VEGETAL COMO FONTE DE NUTRIENTES E

CORRETIVO DE SOLO NA CULTURA DE ALFACE


Palavras-chave: alface (Lactuca sativa), cinza vegetal, corretivo de solo.
Key-words: lettuce (Lactuca sativa), vegetal ashes, soil corrector.

Moacyr R Darolt Vitorio Blanco


Neto Fernanda R A. Zambon
Universidade Federal do Paraná Departamento de
Fitotecnia e Fitossanitarismo C. Postal 2959
80035-050 Curitiba-PR

RESUMO ABSTRACT

No período de outubro a dezembro de 1989, avaliou-se o efeito de doses Vegetal ashes as source of nutrientes and soil correction for
crescentes de cinza vegetal (0, 10, 15, 20 e 30 t/ha) na produção de alface cv. lettuce.
Brasil 303. O experimento teve um delineamento de blocos ao acaso com Increasing doses of vegetal ashes (0, 10, 1 5, 20 and 30 t/ha) were tested
seis repetições, cm solo rico em matéria orgânica e textura argilosa, tendo for lettuce production cv. Brasil 303, in a soil of clay texture, rich in orgnnic
sido conduzido na Estação Experimental do Canguiri/UFPR, em Piraquara- matter. The sludy was performed at the Experimental Research Stalion of
PR. A adição de cinza vegetal proporcionou aumentos no peso médio c the Federal University of Paraná (UFPR), in a randomized block design,
diâmetro médio de cabeças, número médio de folhas/planta c produções total with six replications. The addition of vegetal ashes increascd the average
corrigida e comercial, nasdosagens de 10 e 15 t/ha. No solo, houve elevação wcight and diameter of heads, the average number of leaves per plant, and
de pH c redução do teor de Al trocávcl a partir de 10 t/ha. Ocorreram total and commercial produetion. It was observed an increase in the soil pH
aumentos nos valores de P-extraível, Ca+Mg e K trocáveis. É viável a and a reduction of the exchangeable Al from 10 t/ha of vegetal ashes
utilização de cinza como corretivo c fonte de nutrientes nas dosagens de 10 a forward. It was also observed an inercase of the extractable P as well as of
15 t/ ha. the exchangcable Ca+Mg and K. The use of vegetal ashes, from 10 to 15
t/ha, seems to be feasable as a source of nutrients and soil corrector.

(Aceito para publicação em 05/05/93).

De acordo com a CEASA-PR, a produção de alface ocupou lugar de MATERIAIS E MÉTODOS


destaque na década de 80, com total médio de 8.000 t/ano (Paraná, 1989), o
que dá uma idéia da importância da cultura para o estado. Ao contrário de O trabalho foi realizado em área da Estação Experimental do Canguiri,
outras h o r t a l i ç a s de produção r e g i o n a l i z a d a e comercialização da Universidade Federal do Paraná, em Piraquara, longitude 49oW, latitude
centralizada, a produção de alface é bastante difundida através da grande 25°S e altidude mediado 930 m, no período de outubro a dezembro de 1989.
maioria dos municípios. Conhecendo-se os hábitos da população, sabe-se As análises química e física do solo (Embrapa, 1979) apresentaram os
que n alface é, ao lado do tomate, a hortaliça mais presente nas mesas e de seguintes resultados: 0-20 cm de profundidade de coleta: pH em CaCl2-4.4;
mais fácil aquisição. Por sua condição perecível, 6 comumente produzida nas 1.5 meq de Al; 8.7 meq de H+Al; 6.9 meq de Ca; 2.3 meq de Mg; 1.1 meq
periferias dos grandes centros urbanos, os chamados cinturões verdes. Ao de K e 5.6% de C; 41 ppm de P; 54% de argila; 11% de silte; 35% de areia;
redor de Curitiba, são cultivados cerca de 60% dos 481 ha plantados com alface 20-40 cm de profundidade de coleta: pH em CaCl2 = 4.1; 2.9 meq de Al; 15.1
no Paraná (Paraná, 1989). O cultivo intenso c contínuo destas áreas mcq de H+AI; 2.1 meq de Ca; 1.5 mcq de Mg; 0.5 meq de K; 3,3% de C; 13
freqüentemente acarreta um desequilíbrio na f er ti li d a d e do solo, ppm de P; 55% de argila, 8% de silte e 37% de areia.
ocasionando o surgimento de deficiências minerais, que poderiam ser Os tratamentos consistiram na aplicação de cinza vegetal cm
corrigidas com a utilização de cinzas vegetais encontradas em quantidades quantidades equivalentes a 0, 10, I 5, 20 e 30 t/ha, sem adubação química de
significativas nesta região. plantio. Aplicou-se o equivalente a 30 kg/ha de N, em cobertura, 20 c 40
A região metropolitana de Curitiba é grande produtora de cinzas, dias após o transplante. A cinza foi incorporada ao solo 20 dias antes do
resultante da queima de material vegetal (bracatinga, principalmente) transplante das mudas de alface. A composição deste mnicrial, fornecido
utilizado nas indústrias de calcário e olarias. Diante disso, o seu pela indústria de calcArio Irmãos Mottin Ltda, em Colombo-PR, conforme
aproveitamento na agricultura seria duplamente benéfico, por melhorar a análise efetuada pelo In s t i t u t o Agronômico do Paraná, foi: pH = 106;
produtividade das culturas e por minimizar o efeito poluente diante do 1.5% de P205; 7.1% de K2O; 23.23% de CaO; 7.13% de MgO; 0.012% de Cu
elevada quantidade de cinzas produzida. total; 0.43% de Fe; 0.61% de Zn; 43.87% PRNT e 74.17% ER.
O uso i n d i s c r i m i n a d o de cinza pode causar problemas, Utilizou-se a cultivar Brasil 303, por ser a de maior destaque na região
principalmente com a aplicação de doses excessivas (Gomes, 1968). (Grodzki & Brcncr, 1986). As mudas foram produzidas em bandejas de
Levando em conta a importância do equilíbrio catiônico para as plantas isopor c transplantadas paraos canteiros 25 dias após a germinação. O
(Louc, 1978), o dcsbnlanccamcnto provocado por doses inadequadas de espaçamento foi de 30x30 cm, com parcelas de 2,52 m2. Os dados foram
cinza pode vir a ser prejudicial às culturas (Raposo, 1963). Segundo Ignatieff coletados das 10 cabeças centrais, eliminando-se as plantas das
& Page (1959), doses elevadas de cinza podem prejudicar as raízes das extremidades. Para controle de plantas daninhas foram realizadas 2 capinas
plantas, causando-lhes até morte, cm razão da alta alcalinidade. em todas as parcelas. Não houve necessidade de controle de pragas e
Em função dn utilização destas cinzas cm substituição ao calcário e doenças. Efetuou-se a irrigação por aspersão.
fertilizantes por alguns olericultores, foi realizado este estudo.

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As amostragens de plantas foram feitas por ocasião da colheita, 70 dias dosagens adequadas de cinza, e uma amplitude de 7,6 t/ha em relação a
após o transplante, época em que a maioria das plantas apresentavam testemunha (Tabela 1). A percentagem de plantas comerciais (que formaram
cabeças firmes e bem formadas. As plantas foram cortadas rente ao solo, cabeça) e a produção comercial aumentaram nas primeiras dosagens e
lavadas, secas c analisadas para os macronutrientes Ca, Mg, Ke P relacionaram-se diretamente ás outras características analisadas, havendo
(Hildebrand, 1976/77). Imediatamente após a colheita cada cabeça foi tendência similar entre as mesmas. Com base nos resultados obtidos, pode-
pesada, estando as plantas inteiras, exceto raízes, medindo-se também a se inferir que a incorporação de cinza proporcionou um aumento
média do diâmetro das 10 cabeças. Foi feita a contagem do número de considerável no peso médio e no diâmetro médio de cabeça, número médio
folhas de duas plantas colhidas ao acuo na parcela útil. A produção total foi de folhas por planta e na produção total e comercial corrigida, nas dosagens
corrigida de acordo com Sonnenberg (1982). De cada parcela foram retiradas de 10 a 15 t/ha de cinza vegetal. Houve relação positiva entre o peso médio e
três sub-amostras de solo e agrupadas para formar uma amostra composta por diâmetro médio de cabeça, e número médio de folhas por planta. Dosagens
tratamento, onde foram realizadas as análises químicas, separadamente por superiores a 20 t/ha de cinzas, provocaram queda na produção total de
parcela, determinando-se pH, Al e teores de Ca, Mg, KtP (Embrapa, 1979). alface.
0 delineamento experimental foi em blocos ao acaso (6 blocos com 5 Os valores de pH apresentaram praticamente uma relação linear com as
tratamentos). Os dados foram submetidos a análise de variância, uliltzando-se doses de cinzas estudadas, indicando aumentos de pH proporcionais ás
para a comparação das médias o teste de Duncan 5% de probabilidade. quantidades de cinza adicionadas. As elevações de pH podem ser atribuídas
principalmente á liberação de carbonato de potássio pela reação da cinza no
solo. O carbonato de potássio representa mais da metade da parte solúvel das
RESULTADOS E DISCUSSÃO cinzas (Rigau, 1960). Isso indica que as quantidades crescentes de cinzas
aplicadas provavelmente permaneceram reagindo com o solo (Tabela 2).
A aplicação no solo de doses crescentes de cinza vegetal propiciou um A tendência de aumento significativo de pH logo a partir das dosagens
aumento significativo no peso médio de cabeças, diâmetro médio de baixas (10 t/ha) torna os resultados bastante expressivos, evidenciando
cabeças, número médio de folhas por planta e na produção total de alface, eficiente ação das cinzas como corretivo. O efeito mais notável da cinza
sendo que, em termos médios, o maior incremento observado para as neste experimento foi a redução do teor de alumínio trocável, já na primeira
características analisadas ocorreu quando da aplicação de 10 a 15 t/ha de dosagem, a valores considerados baixos (Muzzili, 1978) no solo (Tabela 2).
cinzas vegetais (Tabela 1). Os aumentos de produção até estas dosagens se Nas parcelas que não receberam cinza, o teor de alumínio trocável foi de
devem à melhoria das propriedades químicas do colo e ao fato da cinza 1,48 meq, correspondendo a uma saturação de 13,5%. Os dados obtidos
contribuir para a absorção de alguns nutrientes (Osaki, 1990). evidenciam que a incorporação de quantidades entre 10 e 20 t/ha de cinza
O maior peso médio de cabeças foi obtido na dosagem de 10 t/ha de vegetal, podem substituir satisfatoriamente o calcário na diminuição do Al
cinza vegetal, com uma amplitude de variação de 95,3 g por cabeça em do solo. Em pequenas propriedades, onde é viável a aplicação de cinza
relação á testemunha (sem cinza). Observou-se uma leve diminuição no vegetai, a necessidade de calcário pode ser prontamente eliminada.
peso médio de cabeças, principalmente na dosagem de 20 t/ha (Tabela l). Em condições naturais, os teores de cálcio, magnésio e potássio foram
Isto ocorreu provavelmente em razão do aumento da concentração salina considerados bons, representando uma saturação de bases de 53,7%.
promovido pelas cinzas, concordando com Mello (1930), que relata que o Entretanto, em função do tipo de solo, com altos teores de matéria orgânica e
uso abusivo de cinzas pode prejudicar as raízes das plantas em função de argila, estes elementos podem ficar complexados e não disponíveis para a
serem excessivamente alcalinas. O maior diâmetro médio foi obtido na planla (Tabela 2).
dosagem de 10 t/ha de cinza, apresentando uma amplitude de variação de Quanto às relações de doses crescentes de cinza foi acentuado o
34% (8,4 cm), em relação ao diâmetro da. testemunha. Observou-se uma desbalanceamento entre estes cátions, principalmente em relação ao potássio
pequena redução no diâmetro médio das cabeças principalmente nas (Tabela 2). A elevação de seus teores foi muito significativa, aumentando
dosagens de 20 e 30 t/ ha de cinza, muito embora não lenha havido proporcionalmente à quantidade aplicada de cinza e permanecendo, após o
diferença entre as dosagens de 10, 15, 20 c 30 t/ha (Tabela 1). O maior cultivo, muito acima do nível critico estabelecido para o Paraná (Muzilli,
número médio de folhas por planta foi obtido nas dosagens de 10 c 15 l/ha 1978), de maneira que provavelmente todo o potássio fornecido pela cinza
de cinza, com uma amplitude média de 8 folhas em relação á testemunha. ficou em forma trocável no solo. Além disso, observa-se uma possível
Nas dosagens de 20 e 30 t/ha de cinza, houve redução não significativa do liberação de potássio existente no complexo de troca do solo, visto que
número de folhas. Conforme Fernandes (1971) o número de folhas existe mais elemento disponível no solo do que a cinza poderia adicionar.
acompanha o aumento de peso, o que foi confirmado. Observou-sc uma Apesar do teor de fósforo no solo apresentar-se relativamente alto
relação direta destas variáveis com o diâmetro médio das cabeças. A maior (Muzilli, 1978), a aplicação de cinza vegetal teve efeito acentuado sobre os
produção total (21,2 t/ha), foi alcançada nas dosagens de 10 e 15 t/ha. Em teores de fósforo extraído (Tabela 2). Sendo um solo argiloso, com
relação à produtividade média do Paraná, que está cm torno de 17 t/ha predominância de caulinita, acompanhada de minerais amorfos e óxidos de
(Paraná, 1989), conseguiu-se um aumento em torno de 4 l/ha nas ferro livres (Olsen & Watanabe, 1963), seria aceitável uma pequena
influência da cinza, devida à grande retenção e fixação de

TABELA 1 Peso médio (g), diâmetro médio (cm), no médio de folhas, produçio total (t/ha), percentagem de plantas comerciais e produçio comercial de
alface, cv. Brasil 303. Cuririba-PR, 1989.

Duncan, 5%
* Produçio total corrigida de acordo com Sonnenberg (1982)..

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TABELA 2 - Teores de Al trocável, Ca, Mg, K c P extraível, CTC, saturação de bases (V%) e saturação de alumínio (M%) do solo, após colheita de alface, em
função da adição de doses crescentes de cinza vegetal. Curltiba-PR, 1989.

Duncan, 5%
/1CTC: H + Al + S;n saturação de bases (V%): S. 100/CTC - S: Ca + Mg+K;13 saturação de alumínio (M%): Al.100/S + Al

TABELA 3 - Teores de Ca, Mg, K E P no tecido vegetal da alface, em função da Solos, Rio de Janeiro, 1979. Manual de Métodos e Análise de
Incorporação de doses crescentes de cinza vegetal. Curltiba- Solo. EUA. Departament of Agriculture. Soil Survey Manual. Washington
PR, 1989./1 D. C, USDA, 1951. 503 p. (Agriculture Handbook, 18). FERNANDES, P.
D. Micronutrientcs em Hortaliças. ESALQ, Depto.
de Agricultura e Horticultura, Piracicaba, 1971. 39 p. GRODZKI, L. &
DRENNER, N. L. Introdução e avaliação de cultivarcs
de alface (Lactuca sátira L.) cm Curitiba. In: 3o Encontro de
Hortaliças da Região Sul do Brasil. Resumos dos trabalhos,
Curitiba, 1986. p. 37. GARCIA, L. L. C; HAAG, H. P. &. DIEHL NETO,
W. Deficiência de
macronutrientes em alface. In: HAAG, H. P. & MINAMI, K.
(eds.) Nutrição Mineral de Hortaliças. Fundação Cargill,
Campinas, 1988. p. 77-100. GOMES, F. P. Adubos c adubação. Ed.
/1 Amostragem foliar retirada no final do experimento, 70 dias após o plantio Melhoramento, São Paulo,
1986. 188 p. HILDEI3RAND, G. Manual de Análise Química de Solos e
Plantas.
Universidade Federal do Paraná, Convênio de Freiburg, Curitiba,
fósforo. Entretanto, o que se observou foi um aumento bastante expressivo dos 1976-77. IGNAT1EFF, V. & PAGE, H. J. El uso eficaz de los
teores de fósforo no solo, principalmente na dosagem de 10 t/ha onde o teor de fertilizantes. 2a.
fósforo no solo aumentou 45 ppm, sugerindo que todo o fósforo fornecido pela ed., FAO, Roma, 1959. p. 101-102. LOUÉ, A. Potassium Research.
cinza lenha ficado cm forma disponível no solo. É importante observar o poder Research and Trcnds. Bern,
expressivo da cinza na liberação do fósforo fixado, aumentando sua International Potash Institute, 1978. p. 407-433. MALA VOLTA, E.
disponibilidade tio solo, principalmente na dosagem de 10 t/ha. Manual de Química Agrícola. Adubos e Ádubações?
Em relação à planta, a absorção de potássio pela alface indica um aumento 2a. ed., São Paulo, Agronômica Ceres, 1967. 606 p. MELLO, P. C.
progressivo c proporcional deste elemento para todos os tratamentos até, a última Classificação c Análises de Adubos, Campinas, Instituto
dosagem empregada (30 t/ha de cinza), onde houve consumo de lixo (Tabela 3).
Agronômico, 1930. p. 25-27. MUNDSON, R. D. Intcraction of
É interessante notar a grande quantidade de potássio extraída pela cultura de
potassium and other ions. In:
alface, com uma amplitude de 2,19% do elemento, segundo Garcia et al, (1988),
KILMER, V. J.; YOUNS, S. E. & DRADY, N. C. (eds.). The role
altas doses de potássio não tem demonstrado resposta cm termos de acréscimos
de produção. of potassium in agriculture. Madison, Amer. Soc. Agron. 1968.
Os resultados de absorção de Ca pela alface mostraram tendência p. 321-353. MUZILLI, O. Interpretação c Recomendação de Calagem e
semelhante à absorção de magnésio, revelando uma diminuição na absorção Adubação
destes elementos pela planta á medida que aumentava-se a dose de cinza. para o Estado do Paraná. Londrina, Fundação IAPAR, 1978. 49
Entretanto, os valores encontrados são considerados normais para o bom p. Circular n° 9. OLEYNIK, J. Manual de Fertilização c Correção dos
desenvolvimento da planta (Sarruge & Haag, 1974) (Tabela 3). Solos. Curitiba.
A diminuição dos teores de cálcio c magnésio no tecido indica que a ACARPA, 1980.91 p. OLSEN, S. R. &. WATANABE, F. S. Diffusion of
quantidade adicionada de K pela cinza interferiu na absorção desses elementos, phosphorus as
fenômeno observado por Mundson (1968). Na dose de 30 t/ha evidcncia-se o relatcd to soil texture and plant uptakc. Soil Science Soeicty of
efeito antagônico na absorção dos elementos supracitados. A absorção de fósforo America Procccdings, Madison, 27 (6): 648-653, 1963. OSAKI, F.
pela planta mostrou relação com os teores encontrados no solo (Tabela 3). Calagcm c Adubação. Curitiba, 1990. PARANÁ. Secretaria da Agricultura e
Houve aumento dos teores de fósforo na planla nas dosagens de 10 e 15 t/ha de Abastecimento. Departamento
cinza c a extração também foi maior em função das maiores produções
de Economia Rural. Acompanhamento Agropecuário do Paraná
observadas.
14(7):49, 1989. RAPOSO, H. As três adubações. 2a. ed.. Rio de Janeiro,
Serviço de
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LITERATURA CITADA preparación y empleo. 2a.ed., Barcelona,
Sites, 115 p. 1960. SARRUGE, J. R. & HAAG, H. P. Análises Químicas
COLLINGS, G. H. Fertilizantes comerciales, sus fontes y uso.
em Plantas.
Barcelona, Salvat, 1958. 710 p. EMDRAPA. Serviço Nacional de
Levantamento c Conservação de Departamento de Química, ESALQ-USP, Piracicaba. SONNENBERG, P.
E. Olcricultura Especial. 4a. ed., Goiânia, 1982,
188 p.

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