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CONCEITOS BÁSICOS DO SISTEMA NERVOSO:

Fluxo anterógrado: fluxo do corpo celular ao axônio


Área de Vernick Fluxo retrógado: fluxo do axônio ao corpo celular
Área de Broca
SUBSTÂNCIAS CINZENTA: formada pelos corpos celulares dos
• Teoria ventricular das emoções neurônios
• Teoria hidráulica SUBSTÃNCIA BRANCA: formada pelos axônios dos neurônios.
Recebe essa cor devido à bainha de mielina.
Áreas do encéfalo com funções específicas: áreas primárias,
secundárias e terciárias SINAPSE: Comunicação de um neurônio com outra célula
• Áreas primárias sensitivas: primeiro recebem a informação ➢ Sinapse elétrica: conexinas comunicam o citoplasma de
sensorial e onde os neurônios motores saem para a medula um neurônio a outro através das junções comunicantes
(está diretamente ligada à atividade) ➢ Sinapse química: fenda entre o neurônio pré e o pós
• Áreas secundárias: recebem as informações das áreas sináptico onde ocorre a transmissão de neurotransmissores
primárias e as associam a outras áreas, sendo, portanto,
áreas de associação
• Sensorial: primária > secundária > terciária
• Motora: terciária > secundária > primária
• Áreas terciárias: Afasia
• Afasia de Vernick

Ipsolateral = controla o mesmo lado


Contralateral = controla o lado oposto

DIVISÃO ANATÔMICA:
• Sistema nervoso central (SNC): encéfalo + medula espinal
• Sistema nervoso periférico (SNP): n. cranianos, espinais e O neurônio pré-sináptico tem, no terminal pré-sináptico,
periféricos, gânglios, vias neurais e arcos reflexos neurotransmissores que são liberados pelo potencial elétrico na fenda
sináptica. Uma vez liberado na fenda, o neurotransmissor é ligado a
DIVISÃO FUNCIONAL: receptores da fenda sináptica nas células pós-sináptica, dando gênese
• Sistema nervoso somático (SNS): controle voluntário a um novo potencial elétrico.
consciente + inervação sensitiva e motora. Ex.: vísceras, m.
liso, m. cardíaco e glândulas ➢ Sinapse axônio-dendítrica = axônio + dendrito
• Sistema nervoso visceral (SNV): ➢ Sinapse axôniossomática = axônio + corpo
➢ Componente aferente: sensibilidade das vísceras ➢ Sinapse axoaxônica = axônio + axônio
➢ Componente eferente: sistema nervoso autônomo ➢ Sinapse dendodentrítica = dendrito + dendrito
(SNA) ➢ Sinapse somatosomática = corpo + corpo
▪ Simpático
▪ Parassimpático

CÉLULAS:

NEURÔNIOS: percebem o estímulo e fazem a transmissão nervosa


▪ Efetores
▪ Receptores
▪ Intereneurônios

Neurônios unipolares:
• Integra informações aferentes
• Menos comuns
• Controlam a secreção de glândulas exócrinas e m. liso
Neurônios bipolares:
O axônio se prende ao corpo celular a partir de um corpo de • Neurônios que integram funções sensitivas
implantação e são recobertos por uma bainha de mielina, Neurônios multipolares:
favorecendo o potencial elétrico. Entre uma bainha de mielina e outro • Integra informações do SNC e alvos periféricos
há os chamados Nódulos de Ranvier.
▪ O axônio pode ter ramos colaterais que vão a outra direção Neurônios granulares
▪ No fim do axônio, encontra-se o terminal axonal ou botão Células de Purkinje
terminal, local de comunicação de um neurônio com outra
célula

CÉLULAS DA GLIA: Ligadas aos neurônios que dão suporte, nutrição


e isolamento aos
neurônios.

CINECINAS: TRANSPORTAM VESÍCULAS DE


NEUROTRANSMISSOR DO CORPO PARA O AXÔNIO
DINEINAS: FAZEM O FLUXO RETRÓGADO

Os neurônios apresentam dendritos, corpo celular e axônios.


Nos dendritos, há a recepção do estímulo nervoso.
No corpo celular, pericárdio, encontra-se o corpo trófico, onde estão
as organelas e ocorre produção de substâncias para o neurônio.
SINAPSES: O fluxo de informações ao longo de um neurônio é
polarizado, ocorrendo em locais específicos de contato, chamado de
sinapses.

• Neurônio pré-ganglionar: envia informações


• Neurônio pós-ganglionar: recebe informações

A sinapse consiste em três elementos:


1. Terminal pré-ganglionar: terminação axônica do neurônio
pré-sináptico
2. Fenda sináptica: espaço intercelular estreito entre os
neurônios
3. Membrana receptora do neurônio pós-sináptico

As sinapses acontecem nos dendritos, corpos celulares e


segmento inicial do axônio.

Para enviar mensagens a seus neurônios pós-ganglionares, um


CÉLULAS DA GLIA: neurônio pós-ganglionar libera neurotransmissores em vesículas na
fenda sináptica. Após serem liberados, os neurotransmissores se
• Astrócitos difundem pela fenda sináptica em direção aos receptores de
➢ Nutrem e protegem os neurônios membrana pós-sináptica.
➢ Mais numerários • Alteram a permeabilidade a íons específicos através da
➢ Influenciam o crescimento membrana neuronal
➢ Removem substâncias tóxicas da fenda sináptica • O neurotransmissor consegue excitar o neurônio pós-
(proteção contra citotoxicidade) sináptico despolarizando-o ou inibindo o neurônio através de
➢ Astrócitos protoplasmático na substância cinzenta hiperpolarização
➢ Astrócito fibroso na substância branca
As células nervosas possuem receptores periféricos, sendo os mais
• Oligodendrócito variados (temperatura, pressão, agentes químicos).
➢ Forma a bainha de mielina no SNC • Cada receptor reage a um estímulo diferente
• Quando ativados, eles geram corrente elétrica (sinal
• Micróglia elétrico), que é o potencial de ação, que pode despolarizar
➢ Células fagocitárias do sistema nervoso ou hiperpolariza
➢ Atuam no sistema imunológico • Potencial de ação = despolariza completamente a
➢ Produzida pelo sistema mecrófago membrana da célula
➢ Origem mesenquimal (as demais células têm
• O potencial de ação é convertido em potencial químico. A
origem ectodérmica)
corrente elétrica permite a liberação de substâncias, que são
os neuromediadores.
• Apendimárias:
• Os neuromediadores podem se ligar a outros receptores que
➢ Cavidade do sistema nervoso
deflagram um novo potencial de ação para desempenhar
➢ Produzem LCL
alguma função biológica.
➢ Revestem o sistema ventricular
➢ Cúbicas ou colunares ciliadas
Sinapse elétrica: passagem de corrente elétrica
• Células de Shawnn: Sinapse química: passagem de neurotransmissor
➢ Encontradas no SNP
➢ Formam a bainha de mielina do SNP Sinapse:

• Células satélites: • Capacidade seletiva da membrana plasmática


• Forma o envoltório do gânglio (sensitivos e • Proteínas canais
autônomos)
• Gradiente diferente entre o meio intracelular e extracelular
devido à capacidade da membrana em impedir a passagem
livre de cargas
NERVO: • As cargas negativas se acumulam na região interna
• As bombas de sódio potássio colocam 3 Na pra fora e 2 K
para dentro, gerando uma carga negativa dentro da célula

Canais de vazamento: canais abertos normalmente na membrana em


repouso, permitindo o tráfego de íons

Canais com portões: só são abertos mediante estímulo

Dependentes de voltagem: abrem ao existir diferença de voltagem

Dependentes de ligantes: abrem quando o ligante se liga ao receptor

Outros tipos de canais com portões

• Canais de vazamento de K para a saída de K em uma célula


em repouso, fazendo o K sair e o meio interno ficar muito
Se o axônio for rompido, há poder de regeneração. Ou seja, negativo, atraindo K por diferença de potencial.
rompimento dos nervos. • Isso gera um equilíbrio, ou seja, o potencial de repouso,
• O corpo celular cresce sendo formado principalmente pelo potássio. O K é o
• O coto distal é digerido principal íon responsável pela hiperpolarização ou
• As células de Schwann se proliferam, liberando fatores de
repolarização.
crescimento do axônio
• Se canais de Na se abrem, o Na entra e a membrana fica
mais positiva, levando à despolarização.
• Se houver pouca quantidade de K no sangue (hipocalemia), • A bainha de mielina, nos vertebrados, acelera o potencial de
o K sai mais e a célula fica mais negativa (hiperpolarizada). ação, pois isola a passagem do impulso elétrico, passando
• O Ca++ é um competido do canal de Na, dificultando que o de um nódulo de Ranvier a outro.
Na entre. Logo, quando a pessoa tem hipocalcemia, a
redução da competitividade leva à tetania, pois fica mais fácil
haver despolarização.
SINAPSE:

• Sinapse química:
• K mais presente no meio interno. Na mais presente no meio ➢ Existência da fenda sináptica, que possibilita a
externo. modulação (modificação da informação que
chegou), levando a uma ampla amplitude de
comportamentos
Potenciais despolarizantes: aproxima a carga da membrana do ➢ Quando o potencial de ação chega no terminal
positivo sináptico, os canais de Ca++ dependente de
voltagem se abrem, fazendo o Ca++ entrar
Potenciais hiperpolarizante: aproxima a carga da membrana do ➢ Quando o Ca++ entra, há o estímulo de exocitose,
negativo fazendo as vesículas sinápticas liberarem seu
conteúdo na fenda, ou seja, os neuromediadores:
• Saída de K neurotransmissor, levando a um potencial pós
• Entrada de ânions sináptico excitatório (PEPSI) ou inibitório (PIPISI)
ou neuromodular: não necessariamente deflagra
Potencial graduado: despolariza um pequeno segmento da
um PEPSI ou PIPISI. Ele pode estimular uma
membrana plasmática
cascata enzimática, alterando.
➢ Essas vesículas se unem a regiões específicas da
• Quando o potencial graduado atinge o limiar, ele se torna
membrana: zônulas ativas
um potencial de ação, despolarizando toda a membrana

plasmática do neurônio.
• Sinapse elétrica:
• Principais responsáveis pela despolarização celular são os
➢ Utiliza junções comunicantes
canais de Na+.
➢ Utiliza proteínas conexinas (6 conexinas), unindo-
• Na despolarização, os canais de Na+ dependente de
se ao redor de um polo, formando um conéxon.
voltagem são abertos. Antes, apenas os canais de
Os conéxon formam junções do tipo gap ou
vazamento de Na estavam abertos. Agora, canais de Na
comunicante
dependente de voltagem agora também estão abertos.
➢ O estímulo do neurônio pré-sináptico estimulará o
• Já os canais de K dependendo de voltagem têm abertura
neurônio pós-sináptico
lenta, levando 1 milisegundo para ser aberto. Quando ele é
➢ Há condução rápida
aberto, há repolarização. A partir disso, há fechamento dos
➢ Os neurônios pré e pós-sináptico são separados
canais de Na+
pela fenda sináptica.
• Despolarização > pico de ultrapassagem > repolarização ➢ Desvantagem de ser não poder ser modulada. A
e hiperpolarização. informação que chega, passa
• Na hiperpolarização, o potencial ficará mais negativo que o ➢ Predomínio nos invertebrados
potencial de repouso. ➢ O fluxo da informação é bidirecional
• Na repolarização, o K estará no meio extracelular e o Na
no meio intracelular. A bomba de sódio e potássio
converte, colocando Na+ para fora e K para dentro,
levando ao potencial de equilíbrio. • Axodentrítica: axônio e dendrito
• Axossomática: axônio e corpo
• Axoxônica: axônio e axônio (via moduladora)
• Dendodentrítica: dendrito e dendrito
Quando os canais de Na+ são ativados, eles levam 1 milissegundo
• Somaticosomatica: corpo e corpo
inativo. Nesse tempo de 1 milissegundo, ele não pode ser ativado
novamente, consistindo no período refratário absoluto.

• O neurônio dispara em uma frequência máxima de 1000Hz ETAPAS DA TRANSMISSÃO SINÁPTICA:


Período refratário relativo: Após 1 milissegundo, o canal de Na pode • Síntese, transporte e armazenamento em vesículas do
voltar a despolarizar. No relativo, alguns destes canais já estarão de neuromediador
volta ao repouso ativável (comporta rápida fechada e comporta lenta • Liberação e difusão do neuromediador na fenda sináptica
aberta), mas nem todos. Estímulos supralimiares conseguem gerar
• Interação do neuromediador com o receptor pré ou pós-
potenciais de ação no período refratário relativo.
sináptico
• Deflagração do potencial pós-sináptico
• Degradação enzimática do neuromediador
Intensidades de estímulo:

• Subliminar: não alcançou o limiar e não atinge o potencial


de ação Não é o neurotransmissor que excita ou inibe. Quem dá a ação é o
• Limiar: leva a um único disparo numa frequência de 1Hz receptor.
• Submáximo: ultrapassou o limiar, mas não chegou ao
máximo, aumentando a frequência de disparo
• Máximo: dispara uma frequência de 1000Hz
• Supramáximo: dispara em uma frequência de 1000Hz

Fatores que determinam a velocidade da condução do impulso


nervoso:

• Diâmetro do axônio: maior o calibre, maior a velocidade do


potencial. Logo, as vias sensitivas gerais são formadas por
axônios de grande calibre. Já as vias autônomas são
formadas por axônios de pequeno calibre.
NEUTRANSMISSORES: Gera potencial de ação excitatório ou • Precursor do GABA, que é inibitório (o GAD converter o
inibitório, aminoácidos, purinas ou aminas = produzido no próprio glutamato em GABA)
citoplasma do axônio por reações enzimáticas • Encontrado em todo o sistema nervoso

Neuromediador: qualquer molécula química liberada pelo neurônio GABA:


Neuromodulador: modula a função do neurônio, podendo aumentar •
ou diminuir o limiar, aumentar ou diminuir síntese proteica, sem
interferir diretamente na sinapse. Ele não abre ou fecha o canal, mas
pode facilitar ou dificultar sua abertura. = sintetizado no corpo celular
e transportado pro axônio

Neutransmissor
Via de síntese e degradação = síntese, transporte, armazenamento,
Quais principais regiões são encontradas

Aminas: dopamina, adrenalina, noradrenalina (catecolaminas),


acetilcolina e serotonina

Dopamina: neurotransmissor precursor da noradrenalina e


adrenalina.
• Sintetizada a partir da tirosina é convertida e l-dopa pela
tirosina hidroxilase, que é convertido em dopamina em l-
aminoácido aromático descarboxilase. Ocorre no
citoplasma.
• A dopamina precisa ser estocada em vesículas, que possui
bomba de H. O VMAT (Transportador vesicular de mono
amina), que se ativa quando a concentração de H aumenta.
Ele é um transportador por antiporte, colocando o H para
fora e a dopamina para dentro.
• Se o neurônio é dopaminérgico, a vesícula é armazenada e
depois liberada na fenda sináptica. Com auxílio do Ca++.
• A dopamina da fenda sináptica pode ser reabsorvida para
ser usada novamente.
• A dopamina é o principal neurotransmissor da substância
negra. E, em algumas regiões, é bem mais acentuado.
• Na vesícula, há a dopamina hidroxidase, que oxida a
dopamina em noradrenalina. E a noradrenalina forma a
adrenalina a partir de feniletolamina n-metiltransferase no
citoplasma.
• A célula libera noadrenalina, que é reabsorvida e, no
citoplasma, é convertida. A noradrenalina também pode
estar na vesícula e sair através de transporte, onde é
convertida.
• Encontra-se neurônios noradrenérgicos no tronco
encefálico, 4º ventrículo, localiza-se uma linha azulada onde
é o locus coeruleus. Atenção, vigília e sono REM. Ele manda
noradrenalina para que você preste atenção, ativando no
locus coeruleus. Para formar memória de longo prazo, o
locus coeruleus precisa estar inativado.
• Há o aprendizado e consolidação = memória.
• Durante o sono REM, está chegando noradrenalina. Entra
no estágios de sono não-REM.
• O sono não-REM é de consolidação de memória. É o mais
profundo.
• No primeiro estágio do sono não-REM há menor tônus
muscular.

Acetilcolina:
• Presente no SNC e SNP
• Comunicação neurônio motor superior e inferior libera ACh
e pré e pós sináptico na medula
• A acetil-Coa sai da mitocôndria para o citoplasma, se unindo
com a colina acetiltransferase, convertendo AcetilCoa e
colina em Acetil-Colina. Que é transportada por antiporte
para o interior da vesícula, sendo liberada quando chega o
potencial.
• Presente no telencéfalo (núcleo de Meyner)

Serotonina:
• Sintetizada a partir do triptofano (aminoácido)
• 5-HT = serotonina
• Núcleos da Rafe = população de serotonina, onde há
síntese no sistema nervoso, de onde é difundida

Glutamato:
• Principal excitatório
EMBRIOLOGIA DO ENCÉFALO: O SNC surge do tubo neural oco MEDULA ESPINAL:
preenchido por neurocele. Na quarta semana de desenvolvimento, três • Participa do processamento de informações sensoriais dos
áreas do tubo neural se dilatam e formam as 3 vesículas encefálicas membros, tronco e órgãos internos
primárias: prosencéfalo, mesencéfalo e romboencéfalo. • Controle do movimento do corpo
• Regulação de funções viscerais
• Único componente do SNC que possui organização externa
segmentar

Cada segmento da medula espinal possui um par de raízes nervosas


(raízes posteriores e anteriores).
• Raízes posteriores: axônios sensoriais que transmitem
informação sensorial para a medula espinal
• Raízes anteriores: axônios motores que transmitem
comandos motores para os músculos e outros órgãos do
corpo

Os componentes posteriores e anteriores se misturam em nervos


espinais no trajeto para os seus alvos periféricos.

TRONCO ENCEFÁLICO: mesencéfalo, ponte e bulbo


• Recebe informação sensorial das estruturas cranianas e
controla os músculos da cabeça
• Os nervos cranianos entram e saem do tronco encefálico,
CANAL NEURAL: dá origem ao sistema ventricular sendo análogos aos nervos espinais do sistema nervoso
2/3 rostral do tubo dá origem ao encéfalo periférico
1/3 caudal dá origem à medula • Conduto para o fluxo de informações

CEREBELO:
• Regulação do movimento dos olhos e dos membros
• Manutenção da postura e do equilíbrio

DIENCÉFALO: Tálamo e hipotálamo


• Tálamo: transmissão de informações aos hemisférios
cerebrais, sendo composto por vários núcleos que
transmitem informações a diferentes áreas corticais
• Hipotálamo: controla a liberação de hormônio endócrino
pela hipófise e funções gerais do SNA

HEMISFÉRIOS CEREBRAIS:
• Córtex cerebral
• Formação hipocampal: aprendizado e memória
• Corpo amigdaloide ou amígdala: emoções e coordena
resposta a situações de ameaça e estressantes, como luta
e fuga
• Núcleos de base: conjunto de neurônios profundamente
localizados e se relaciona ao controle do movimento,
cognição e emoção

O hipocampo e a amígdala formam o sistema límbico, que inclui


outras partes dos hemisférios cerebrais, diencéfalo e mesencéfalo.
• Exerce a função essencial no humor
• Transtornos psiquiátricos estão associados ao sistema
límbico
FACES DO TELENCÉFALO:

O SISTEMA NERVOSO CENTRAL É REVESTIDO POR TRÊS


CAMADAS MENÍNGEAS:

• Dura-máter: mais externas e espessa, possuindo função


protetora
• Aracnoide-máter: logo após a dura-máter, existindo um
espaço virtual entre elas (espaço subdural).
• Pia-máter: camada mais interna e se adere à superfície do
encéfalo e da medula espinal. O espaço entre a pia-máter e
aracnoide-máter é o espaço subaracnóideo.

SINAPSE:

A água é a principal substância que banha os neurônios e o citosol,


onde íons se encontram dissolvidos e são responsáveis pelo potencial
de repouso e de ação.

Água: A polaridade da molécula de água faz dela um ótimo solvente


para outras moléculas polares

Íons: moléculas que possuem carga elétrica líquida.

Canais proteicos:
• Moléculas proteicas que atravessam a membrana
• Apresentam seletividade iônica para determinados íons
• Existência de portões que são abertos ou fechados de
acordo com alterações do microambiente local da
membrana plasmática
• Há um movimento direcionado de íons de regiões de alta
concentração para regiões de baixa concentração: difusão
• Além da difusão a favor do gradiente de concentração, uma
outra maneira de induzir um movimento direcionado de íons
em uma solução é usando um campo elétrico, uma vez que
íons são partículas eletricamente carregadas

Potencial de repouso:
• O interior do neurônio é eletricamente negativo em relação
ao meio externo
• Esse potencial de repouso é mantido enquanto o neurônio
não está gerando impulso
• O potencial de repouso é de -65mV
• Auxílio de funções comportamentais
• Pensamento de ações, cognição e emoções
• O giro pré-central contém do córtex motor primário, que
participa do controle de ações mecânicos de movimento,
como direção e velocidade Os sulcos da face medial delimitam alguns lóbulos.
• O giro frontal inferior contém o córtex de associação:
articulação da fala, informações sensoriais complexas, O giro do cíngulo e giros orbitais = emoções
comportamento organizacional, pensamentos de memórias

Sulco intraperietal em azul após o sulco pós-central. Separa o lobo


parietal em dois lóbulos.

Profundamente, na fissura lateral, encontram-se partes do lobo frontal,


parietal e temporal. A ínsula, que participa do paladar, percepções
corporais, dor e equilíbrio.
SISTEMA VENTRICULAR:

• Ventrículos laterais direito (1º) e esquerdo (2º) = 3 cornos =


anterior, posterior e inferior
• 3º ventrículo
• 4º ventrículo
Os ventrículos se comunicam com o 3º ventrículo através do forame
interventricular.

Dentro de cada ventrículo, há a existência de plexos coroides que


produzem líquido cérebroespinal, desembocando-o nos ventrículos.

Há substância cinzenta profunda ao telencéfalo, sendo os núcleos da


base.
• Núcleo Claustrum
• Amígdala (sistema límbico, medo e emocional)
• Núcleo Caudado (planejamento e execução motora)
• Putâmen (planejamento e execução motora)
• Globo pálido (planejamento e execução motora)

Roxo = Núcleo caudado


Parte dilatada do roxo = núcleo putâmen
Verdes = globos pálido (lateral e medial)

Caudada no núcleo caudado = Amígdala


• Fibras de associação inter-hemisférica: associam o
hemisfério direito ao esquerdo
• Também chamada de comissura

• Comissura do fórnix = inferior


• Corpo caloso = superior
• Comissura anterior: ligam as vias olfatórias esquerda e
direita

O corpo caloso é uma estrutura do cérebro de mamíferos localizada


na fissura longitudinal que conecta os hemisférios cerebrais direito e
esquerdo. É a maior estrutura de substância branca no cérebro,
consistindo de 200-250 milhões de projeções axônicas contralaterais.

Lateralmente ao número 9 (putâmen) é o claustro. O Claustro está


entre o putâmen e o córtex da ínsula (5).
O filete de substância branca entre o claustro e a ínsula é a cápsula
extrema.
O filete de substância branca entre o claustro e o putâmen é a cápsula
externa.

Entre 9,7, 6 e 10 há um filete de substância branca, que é a cápsula


interna.

O número 6 não é núcleo da base. É o diencéfalo, constituindo a


parte que é o TÁLAMAO.

SUBSTÂNCIA BRANCA: A conexão de áreas encefálicas ocorre


através de fibras, que corresponde à substância branca e recebe o
nome de centro branco medular do cérebro.

CORPO CALOSO:

• Associação: ligam o telencéfalo


• Projeção: se projetam do ou para o telencéfalo
FIBRAS DE ASSOCIAÇÃO INTRA-HEMISFÉRICA: FÁSCICULOS

• Fascículo superior: comunica a região frontal, parietal,


occipital e temporal
• Fascículo unciforme: comunica a região frontal com
temporal

• Fascículo longitudinal inferior: comunica região temporal


com occipital
• Fascículo do cíngulo: passa profundamente no giro do
cíngulo
• Fibras arqueadas: comunica giros próximos uns dos
outros
FIBRAS DE PROJEÇÃO:

• Fórnix: une o hipocampo (telencéfalo) ao corpo mamilar


(diencéfalo)

• Arquicórtex: função primitiva = função de memória


(hipocampo) (vermelho)
• Paleocórtex: função ouvitativa (azul)
• Neocórtex: demais áreas = planejamento, aprendizado etc
• Cápsula interna: principal via aferente e eferente do
(amarelo)
telencéfalo
• Coroa radiada: fibras da cápsula interna que estão se Arquicórtex e Paleocórtex são do tipo alocórtex
dispersando pelo córtex cerebral
• Todas as sensações chegam ao córtex cerebral pelo Todo neocórtex é isocórtex.
telencéfalo
• Coordenação motora sai para a medula pelo telencéfalo

• Perna posterior e joelho = porções motoras da cápsula


interna
• Perna anterior = porção sensitiva da cápsula interna

ESTRUTURAS E FUNÇÕES DO CÓRTEX CEREBRAL

ÁREAS DE BRODMANN: SEPAROU O CÓRTEX EM 52 FUNÇÕES


• Áreas de projeção: fibras saindo ou chegando do
telencéfalo (única modalidade sensorial ou motora)
• Áreas de associação:

• Granular: afetoras
• Piramidal: efetoras
ÁREA SOMESTÉSICA

• Área da sensação
• Localizada no giro pós-central
• Nº 1, 2 e 3 de Brodman

CÓRTEX VISUAL:

• Córtex occipital
• Sulco calcarino (face medial do telencéfalo)
• Área 17

CÓRTEX AUDITIVO:

• Giro temporal transverso


• Área 41

CÓRTEX VESTIBULAR:

• Sensitiva da face

CÓRTEX OLFATÓRIO:

• Giro paracampal e úncus

CÓRTEX GUSTATIVO:

• Região do giro pós-central da língua


NO GIRO PRÉ-CENTRAL EXISTE A ÁREA MOTORA PRIMÁRIA • Alguns sulcos são mais profundos, sendo chamados de
fissuras. As fissuras servem para separar o cerebelo em
lobos ou lóbulos.
• O cerebelo tem 3 lobos: anterior (língula, central e cúmem),
posterior e flóculo nodular
• Cada lobo se subdivide em lóbulos
• Entre o lobo anterior e posterior, há a fissura prima
• Fissura horizontal (sem importância para a divisão de lobos),
mas demarca face superior e inferior
• Fissura póstero-lateral = separa o lobo posterior do flóculo
nodular
• O lobo anterior + posterior = corpo do cerebelo
• Divisão ontogenética = separa o cerebelo em lobos
• Divisão filogenética = separa o cerebelo em arqueo, paleo e
neocerebelo (de acordo com as funções)
• O arqueocerebelo é chamado de cerebelo vestibular, pois
está associado ao equilíbrio, associado ao vestíbulo
• Paleocerebelo = Cerebelo Espinal = associado à percepção
e tendo conexões com a medula espinal
• Neocerebelo = o cerebelo começa a se comunicar com o
cérebro = cerebelo cerebral
• O cerebelo tem função motora

O nosso lobo flóculo nodular é o mais antigo

O lobo anterior e a pirâmide de úvula forma o paleocerebelo

O neocerebelo forma o resto

• Vê-se os 3 lobos na vista anterior


• Verme do cerebelo + 2 hemisférios = vista inferior
• Os lóbulos do verme só existem no verme; dos hemisférios,
só nos hemisférios
• No verme é um nome, no hemisfério é outro, pois há funções
diferentes.
• Tirando a língula e flóculo nodular, todo o resto é
neocerebelo
• Tonsila do cerebelo é a valécula = parte mais inferior, em
contato com o forame magno. (Se houver aumento da
pressão intracraniana, a tonsila passa por baixo e
amortece). = Hérnia de tonsila.
• O cerebelo se comunica com o tronco encefálico pelo
pedúnculo cerebelar superior, médio e inferior
• No interior do cerebelo, há núcleos (n. denteado, fastígio, 2
núcleos globosos e emboliforme = n. interpósicos)

• As vias que chegam no cerebelo ativam as células de


Purkinjem, pois elas inibem os núcleos

• Epitálamo = pineal

• 6 camadas celulares no córtex cerebral


• Se o córtex possuir as 6 camadas definidas = isocórtex.
Heterotípico = granular ou agranular. Homotípico = uma
forma celular.
• Se não possuir as 6 camadas = alocórtex (3 camadas)
• Células granulares = receptores
• Células piramidais = efetoras

Formação hipocampal engloba várias estruturas.

CEREBELO:

• Três faces: superior, inferior e anterior


• Formado por pequenas elevações: folhas do cerebelo.
Separadas por sulcos.
• Epitálamo = pineal
• Ramo anterior = sensitivo
• Joelho (motor que vai pra medula espinal) e ramo posterior
(vão para a cabeça) = motores
• N. anterior do tálamo = comportamento
• N. medial e medial = visceral e ativação do córtex cerebral
• N. lateral = motricidade quanto sensibilidade
• N. ventral anterior = vias motoras
• N. ventral intermédio ou v. lateral = conexões com o
cerebelo
• Pescoço pra baixo = VPL
• Pescoço pra cima = VPM