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Pós Graduação Eng.

De segurança do Trabalho

Prof. Eng. Antonio Pedro Tessaro

Prevenção de riscos II – Eletricidade


Ementa

•Eletricidade básica, choque elétrico, arco


elétrico. Aterramentos elétrico. NR10 -
segurança em instalações e serviços com
eletricidade. NBR 5410 - instalações elétricas de
baixa tensão. Equipamentos de proteção
coletiva e individual. Análise preliminar de
riscos. Prevenção ao risco elétrico. Acidentes de
origem elétrica.
Nunca pode acontecer....
O que dizer disso então????
Introdução à segurança com
eletricidade

■ Eletricidade
■ Sistema Elétrico
■ Trabalho em instalações elétricas
■ Acidentes no trabalho – setor elétrico

8
Para começar com notícia....

■ http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/trabalhadores-morrem-eletrocutados-ao-
pintarem-posto-de-combustivel-em-
mt.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-
smart&utm_campaign=share-bar
Eletricidade Básica
Sistema elétrico
GERAÇÃO

TRANSMISSÃO

DISTRIBUIÇÃO

UTILIZAÇÃO
(CONSUMO)

14
SISTEMA ELÉTRICO

GERAÇÃO: Usinas – 13,8 KV – Itaipu; Ilha Solteira, Jupiá;


Americana; etc. Subestação Elevadora

TRANSMISSÃO: Linhas / Torres de Transmissão –


138 KV (69KV-440KV-600KV) (AT)
Subestação Mantenedora – Longas distâncias
– Subestação Abaixadora

DISTRIBUIÇÃO: Linhas primária e secundária – Cidades


– 23,1/ 13,8 KV Celesc (MT) Transformadores de
Distribuição – 380/220 V

UTILIZAÇÃO: Consumidores – 380/220 (BT) SC 15


ELETRICIDADE
BÁSICA
ELETROSTÁTICA E ELETRODINÂMICA
Condutores e
Isolantes ■ Condutores de eletricidade
São os meios materiais nos quais há
facilidade de movimento de cargas elétricas,
devido à presença de "elétrons livres". Ex: fio
de cobre, alumínio, etc.
■ Isolantes de eletricidade
São os meios materiais nos quais não há
facilidade de movimento de cargas elétricas.
Ex: vidro, borracha, madeira seca, etc.
Aplicações do condutores

20
Diferença de potencial
■ Graças à força do seu campo eletrostático, uma carga pode realizar
trabalho ao deslocar outra carga por atração ou repulsão.

■ Essa capacidade de realizar trabalho é chamada potencial.

■ Quando uma carga for diferente da outra, haverá entre elas uma
diferença de potencial (ddp).
Movimento dos elétrons
■ Nos metais, os elétrons das últimas camadas são fracamente ligados a
seu núcleo atômico, podendo facilmente locomover-se pelo material.
Geralmente, este movimento é aleatório, ou seja, desordenado, não
seguindo uma direção privilegiada.
Quando o metal é submetido a uma diferença de
potencial elétrico (ddp), como quando ligado aos dois
pólos de uma pilha ou bateria, os elétrons livres do
metal adquirem um movimento ordenado.
A esse movimento ordenado de elétrons damos o
nome de corrente elétrica.
Intensidade e Medida
da Corrente Elétrica
A intensidade de corrente elétrica é dada por:

Onde :
Δq é a quantidade de carga que atravessa a secção reta
do condutor num determinado intervalo de tempo (Δt).
■ A quantidade de carga não é igual ao número de elétrons que
atravessam a secção reta do condutor; pois |Δq| = n|e| (e é a carga
do elétron).
■ No SI, a intensidade de corrente elétrica, medida em coulomb(C) por
segundo(s), é denominada ampère (A), designação que homenageia o
matemático francês André Marie Ampère, que tinha grande interesse
pela Eletricidade.
■ 1Coulomb/segundo = 1C/s = 1A
■ Na Corrente Contínua (CC), o sentido do campo elétrico E permanece
sempre o mesmo e o sentido de i também não se altera.
Fonte elétrica
■ As fontes elétricas são fundamentais na compreensão da
eletrodinâmica, pois elas que mantém a diferença de
potencial (ddp) necessária para a manutenção da corrente
elétrica. Num circuito elétrico, a fonte elétrica é
representada pelo símbolo abaixo:

Símbolo de fonte elétrica no circuito.

O pólo positivo (+) representa o terminal cujo potencial


elétrico é maior. O pólo negativo (-) corresponde ao terminal
de menor potencial elétrico.
Circuito elétrico simples
■ O sistema formado por um fio condutor com as extremidades
acopladas aos pólos de um gerador é considerado um circuito
elétrico simples, no qual a corrente elétrica se dá através do fio.
■ No fio condutor os elétrons se deslocam do pólo negativo para o
pólo positivo. Nesse deslocamento há perda de energia elétrica,
devido a colisões dos elétrons com os átomos do material.
Exemplo de Circuito Simples

A figura abaixo mostra a representação gráfica de um


circuito elétrico contendo um gerador, uma lâmpada e fios
condutores.
Circuito Elétrico Corrente Contínua (CC)
Série

E1 r1 E2 r2 E3 r3
A B

Gerador Equivalente
Eeq = E1 + E2 + E3
Eeq req
A B

req = r1 + r2 + r3
Paralelo
E r Gerador Equivalente

Eeq req
A B

E r
A B
Eeq = E
E r r
req =
n ngeradores
o
de
AMPERÍMETRO é o instrumento que fornece o valor da intensidade da corrente elétrica.

Quando a corrente elétrica é muito pequena, o aparelho usado para a sua medida é o
galvanômetro. Trata-se de um aparelho semelhante ao amperímetro, só que bem mais
sensível, com capacidade para efetuar medições de pequenas correntes elétricas.
Veja abaixo alguns exemplos de amperímetros:

Montagem de um
Amperímetro de amperímetro num circuito
Bancada elétrico

Alicate
amperímetro
Resistores

■ De onde provém o calor fornecido por aparelhos como ferro elétrico, torradeira,
chuveiro e secadora elétrica? Por que a lâmpada fica quente depois de acesa?
■ Esse aquecimento acontece pela transformação da energia elétrica em calor,
fenômeno denominado efeito Joule, decorrente da colisão de elétrons da corrente
com outras partículas do condutor. Durante a colisão, a transformação de energia
elétrica em calor é integral.
■ Condutores com essa característica são denominados resistores.
Exemplos de resistores
Resistência elétrica e Lei de Ohm
■ A resistência elétrica é uma grandeza característica do resistor, e mede
a oposição que seus átomos oferecem à passagem da corrente
elétrica.
■ Considere o resistor representado no trecho do circuito abaixo, onde se
aplica uma ddp U e se estabelece uma corrente de intensidade i.
Lei de Ohm
■ Define-se como resistência elétrica R do resistor o quociente da ddp U
aplicada pela corrente i que o atravessa.
R=U/i

A unidade de resistência elétrica no SI é ohm (Ω).

R=U/i => 1 ohm = 1Volt/1ampère

■ O físico e professor universitário alemão Georges Simon Ohm (1787-


1857) verificou experimentalmente que para alguns condutores, o
quociente entre a ddp U e a correspondente intensidade i da corrente
elétrica é constante e que essa constante é a resistência R do resistor.
• Resistência Elétrica
▪ É o capacidade de um corpo ou elemento de se opor ao
fluxo de corrente elétrica através dele.
▪ Unidade é o Ohm [Ω]
▪ Ela depende do material e das suas dimensões

L
R=
A

ρ – resistividade do material [Ω.m] (cobre, alumínio)


L – comprimento [m]
A – área da seção transversal [m2]

38
A relação U=Ri se transformou na primeira lei da
eletrodinâmica, conhecida como Lei de Ohm. Todo resistor
que obedece à Lei de Ohm é denominado resistor ôhmico,
cujo gráfico U x i é o seguinte:
■ Para resistores que não obedecem à 1a Lei de Ohm,
conhecidos como condutores não-ôhmicos ou não-lineares,
o gráfico U x i pode ser representado como a seguir:
Potência elétrica
■ Num chuveiro elétrico em funcionamento, que quantidade
de energia elétrica é transformada em calor por segundo?
Será que tanto no inverno quanto no verão essa
quantidade é a mesma?
■ Em Eletrodinâmica, a quantidade de energia transformada
por unidade de tempo é denominada potência elétrica.
A partir de P = U2/R pode-se entender
o que acontece no chuveiro elétrico
quando a chave é mudada da posição
de inverno para a de verão.

No inverno, a potência dissipada pelo


resistor do chuveiro deve ser maior que
no verão, portanto, como U é
constante, a resistência do chuveiro é
menor.

Observe que nesse caso circula pelo


resistor do chuveiro uma corrente
maior do que aquela que circula com a
chave na posição de verão.
Associação de resistores
Resistores em Série
Nesse tipo de associação, a corrente elétrica percorre
todos os resistores antes de retornar à tomada.
Resistência equivalente de um circuito em série
A introdução da resistência equivalente em um circuito não
modifica o valor da corrente elétrica, temos:

U=Ri
Sabendo que U = U1+ U2 + U3, temos:

Req .i = R1 .i + R2 .i+ R3 .i

Dividindo os membros da igualdade pela corrente i, temos:


Req = R1 + R2 + R3
Em geral, numa associação de resistores em série,
a resistência equivalente Req é igual à soma das
resistências individuais.
Resistores em paralelo
■ Quando vários resistores estão associados em paralelo, a ddp entre os
terminais de cada resistor é a mesma e, conseqüentemente, a ddp
entre os terminais da associação também é a mesma. Nesse tipo de
associação, os elétrons retornam à tomada cada vez que passam por
um resistor.
■ De acordo com a 1ª Lei de Ohm, a corrente que atravessa cada um dos
resistores é inversamente proporcional à respectiva resistência.
■ E a corrente total que atravessa o conjunto de resistores em paralelo é
igual à soma das correntes que atravessam cada resistor
individualmente.
Resistência equivalente de um circuito em paralelo
Tensão Elétrica
A medição é feita através do Voltímetro

Fonte: http://www.directindustry.com/pt/fabricante-industrial/voltimetro-
67250.html

52
CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA

vab = Vmax sen ( t ) [v] (1)

vab = VR + VL + VC [v] (2)

VR = R i
igualando (1) e (2) e
di
VL = L substituindo VR, VL e VC temos:
dt
= q
VC
C
Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Ciclo: é o conjunto completo de valores instantâneos que se


repetem a intervalos de tempo iguais.

◼ Em linha contínua, é destacado um ciclo da corrente senoidal i(t).


Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Período: é o intervalo de tempo T em que ocorre um ciclo.

◼ Freqüência: medida em Hertz (Hz), esta grandeza corresponde à


quantidade de ciclos por unidade de tempo, sendo portanto dada
por:
Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ A figura abaixo mostra a forma de onda de uma corrente senoidal


expressa pela função:

i(t)=Imax.sen(t) ou i(t)=Imax.sen(wt)
Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Tanto faz considerar que o período desta forma de onda é T


segundos ou que o período desta forma de onda é wt = 2 rad.

◼ A grandeza w corresponde à velocidade (ou freqüência) angular da


corrente i(t).
Exemplo

◼ No Brasil, a freqüência da tensão senoidal gerada nas usinas


(hidrelétricas ou termelétricas) é 60 Hz.

◼ Calcular o período e a velocidade angular.

◼ Velocidade angular:
Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Valor de Pico: é o valor instantâneo máximo que a forma de onda


atinge no ciclo.

◼ Valor de Pico: Ip = Imax


Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Ângulo de fase ou simplesmente fase, é um ângulo arbitrário


definido para a forma de onda de modo a estabelecer um
referencial de tempo para a mesma.

◼ Para estas formas de onda:

i(t)= Ip.sen(wt + α) i(t) = Ip .sen(wt - α)


Valores característicos das formas de ondas periódicas

◼ Nas duas formas de onda, α corresponde ao ângulo de fase e no


instante t = 0 o valor instantâneo da corrente é:

i(0)= Ip.sen(α) i(0) = Ip .sen(-α)

◼ α corresponde ao valor do deslocamento horizontal da onda em


relação à referência “zero”.
Valores característicos das formas de ondas periódicas
◼ A energia consumida pela lâmpada em um intervalo de tempo T a
partir de t0 é dada por:

◼ Impondo-se a condição de que a energia consumida pela lâmpada


nos dois casos seja a mesma, tem-se:

◼ Assim, sendo T o período da corrente i(t), o valor eficaz da


corrente alternada i(t):
Valores característicos das formas de ondas periódicas
◼ Conclusão: Se a corrente fornecida por uma fonte c.c. ( Icc ) for
igual ao valor eficaz (Ief) da corrente alternada i(t), a energia
consumida pela lâmpada é a mesma, tanto em c.a. como em c.c.

◼ O valor eficaz é também conhecido como valor rms (root-mean-


square).
◼ A relação entre o valor de pico e o valor eficaz, para uma onda
alternada senoidal, é:
Energia Elétrica
• Resistência Elétrica
▪ A forma de medição é feita através de
Ohmimetro ou muitas vezes de um terrômetros
e megohmetros.

Fonte: http://www.manutencaoesuprimentos.com.br/conteudo/3621-ohmimetro-como-
instrumento-de-medicao-eletrico/

65
Diversos tipos de instalações
elétricas

http://imovelspnorte.com.br/noticia/cuidado-com-as-gambiarras-eletricas
http://www.eletricistaemcuritiba.com.br/o-que-e-fuga-de-corrente/
RISCOS
EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS
COM ELETRICIDADE

68
O CHOQUE ELÉTRICO

http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/choque-eletrico-no-
corpo-humano.htm

69
http://www.copafer.com.br/placa-poliestireno-auto-adesiva-20x15cm-perigo-
choque-eletrico-220-bb-sinalize/p3380010
70
Riscos Elétricos

CARACTERÍSTICAS DA ELETRICIDADE
Sob o ponto de vista da segurança do trabalho

PERIGOSA
PREGUIÇOSA
INVISÍVEL Caminho de menor resistência
Lesões Graves ou Morte

RISCOS VISÍVEIS: trabalho em altura, operação de uma caldeira.


MENOR RESISTÊNCIA: importância do aterramento; analogia com
água, rios, etc.
http://www.sabereletrica.com.br/choque-eletrico-chuveiro

É uma perturbação acidental que


se
manifesta no organismo humano,
quando percorrido por uma
corrente elétrica.

OCORRÊNCIAS CHOQUE
43% Residências
30% Empresas
27% Outros

72
TENSÃO DE TOQUE

TENSÃO DE PASSO

http://www.pantojaindustrial.com/exibir.php?id=87
73
Suportabilidade do Corpo
Humano

Queimaduras
intensas, sangue
Dificuldades em se
Graves contrações sofre processo de
soltar do objeto
musculares e asfixia eletrólise, asfixia
energizado
imediata e necrose
dos tecidos

Alguns
15 mA 25 mA 80 mA Ampères
Choque Elétrico

Efeitos da Eletricidade no Corpo Humano

(A) Tensão de Toque (B) Tensão de Passo (C and D) Tensão de Toque /


Passo
•O choque estático acontece com o
contato com equipamentos que
possuem eletricidade estática, como
por exemplo, um capacitor carregado
(carro, porta metálica, etc).

•O choque dinâmico é através do contato


ou excessiva aproximação do fio fase de
uma rede ou circuito de alimentação
elétrico descoberto.

•Através do raio, acontece o choque


atmosférico que é o recebimento de
descarga atmosférica.
76
https://ensinandoeletrica.blogspot.com.br/2012/12/fotos-de-acidentes-com-
eletricidade.html

77
Estatistica de acidentes do trabalho

https://observatoriosst.mpt.mp.br/
Riscos Elétricos

Choque Elétrico
Arco elétrico ou voltaico
O arco elétrico é a passagem de corrente
elétrica através do ar ionizado. Ele possui
natureza explosiva, tem alto poder destrutivo e
pode liberar energias térmicas de até 30.000º em
uma fração de segundo.
Características:
Grande dissipação de energia, com explosão e
fogo;
• Dura menos de 1 segundo;
• As temperaturas geradas vão de 6.000oC até
30.000oC (duas vezes superior a temperatura do
Sol).
80
Arco Elétrico

Características - Formação do Arco

20.000C

Partículas Onda de Onda de


Fundidas Choque Radiação
1000°C 165 db 50 cal/cm2
Energia de exposição é expressa em cal/cm2
•1 cal/cm2 é igual a exposição de um dedo na brasa
do cigarro por 1 segundo.
•A exposição a uma energia de 1 ou 2 cal/cm2
causará queimaduras de segundo grau na pele
humana

82
PRINCIPAIS IMPLICAÇÕES

A energia liberada pelo Arco elétrico, pode:

• Provocar incêndios e destruir equipamentos


• Queimar roupas (por ignição do tecido)
• Projetar materiais ionizados
• Emitir raios ultravioletas/infravermelhos
• Irradiar temperaturas que excedem o limite da pele
humana = 1,2 cal/cm2
Fonte: http://vrprojetoseletricos.blogspot.com.br/2012/08/arco-eletrico.html
84
Riscos Elétricos

Evitando Perigos Ocultos - Medições Elétricas

Segurança em DMM (Digital MultiMeter)

Caixas quebradas, soltas...

Bornes com problemas

Usá-los dentro das especificações

Usar meters próprios para circuitos de energia

Usar fusíveis especificados pelo fabricante

Nenhum medidor será seguro se usado de forma errada


Riscos Elétricos
CAT III-1000V
Evitando Perigos Ocultos - Medições Elétricas

Segurança nas Pontas

Não deixe que as pontas se tornem o problema

Especificação CAT III-1000V

Isolação dupla

Conectores protegidos

Anéis para proteção

Isolação não danificada:derretida, esticada quebrada, etc

Conectores: com a isolação adequada nos terminais

Agulhas: intactas e de dimensão adequada


Riscos Elétricos

Evitando Perigos Ocultos - Medições Elétricas - Acidentes


Riscos Elétricos
Evitando Perigos Ocultos - Medições Elétricas - Acidentes
Aterramento elétrico

89
Introdução
■ Segurança de atuação da proteção

■ Proteção contra descargas atmosféricas

■ Proteção contra contatos indiretos

■ Uniformização do potencial, protegendo em caso de uma falta fase-


terra
Generalidades
■ Mais baixa possível
■ Tensões que produzam correntes superiores a suportada pelo homem
■ Todas as estruturas metálicas deverão ser solidamente aterradas
(tanques com gás pressurizado ➔ eletricidade estática)

+ -
5.000 A

+
500.000 V
-
Segurança

Fonte: http://www.pantojaindustrial.com/exibir.php?id=87
Resistência do Corpo Humano

■ Resistência entre as mãos


– Secas: 5.000 W
– Úmidas: 2.500 W
– Molhadas: 1.000 W
– Imersas na água: 500 W
Eletrodos de Aterramento

■ Naturais

■ Fabricados

■ Encapsulados em concreto

■ Outros
ELETRODO DE ATERRAMENTO

6.4.1.1.1 - Toda a edificação deve dispor de infra estrutura de


aterramento, denominada eletrodo de aterramento sendo
admitidas as seguintes opções:
– a) Preferencialmente, uso das próprias armaduras do
concreto das fundações
– b) Uso de fitas, barras ou cabos metálicos, especialmente
previstos, imersos no concreto das fundações
ELETRODO DE ATERRAMENTO

– c) Uso de malhas metálicas enterradas, no nível das


fundações, cobrindo a área da edificação e
complementada, quando necessário, por hastes
verticais e/ou cabos dispostos radialmente (pé de
galinha)
– d) Uso de anel metálico enterrado, circundando o
perímetro da edificação e complementado, quando
necessário, por hastes verticais e/ou cabos dispostos
radialmente (pé de galinha)
Conexões aos Eletrodos

Fonte: http://www.portaleletricista.com.br/aterramento-eletrico/
Eletrodos NÃO permitidos pela NBR5410/04

• Canalizações metálicas de água, gás e outras utilidades


Fonte: http://eletroduto.blogspot.com.br/2014_06_01_archive.html

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=bvz8DeG3Z-w
Solda Exotérmica

Fonte: http://wwwo.metalica.com.br/soldagem-exotérmica
Descargas Atmosféricas
■ NBR 5410: o eletrodo
preferencial de aterramento é
aquele que utiliza a ferragem da
fundação do concreto armado
–  Rat < 1 W
Descargas Atmosféricas

Fonte: http://www.construcaocivil.info/sistema-de-aterramento-spda-interligado-no-
bloco-de-fundacao-obra-em-aparecida-de-goiania-goias-brasil-texto-e-foto-enviados-
por-gilmaaranjos-grounding-system-eg-lightning-protec/
Aterramento da fundação
– Neste site, apresentam-se modelos e possibilidades de
aterramento na fundação da edificação

■ http://www.paraeng.com.br/aterramento/a-1-aterramento.html
ATERRAMENTO DE FUNDAÇÃO

■ VANTAGENS
– menor custo de instalação
– vida útil compatível com a da instalação
– resistência de aterramento mais estável
– maior proteção contra seccionamentos e danos mecânicos
ATERRAMENTO DE FUNDAÇÃO
ATERRAMENTO DE FUNDAÇÃO

■ ELEMENTOS COMPONENTES
– unitários - blocos e sapatas (R típica de 50W)
– contínuos - estacas, tubulões e vigas baldrame

■ ALTERNATIVAS DE IMPLANTAÇÃO
– armações de aço das estacas, blocos de fundações e de vigas baldrame
– cabo ou fita de aço embutida no radier da construção
ESTRUT
URAL

Cortesia TERMOTÉCNICA
ATERRAMENTO DE FUNDAÇÃO

■ ferros soldados eletricamente devem garantir a


continuidade entre diferentes componentes da
fundação e da estrutura

■ boa continuidade entre diferentes pontos nas


ferragens - R < 0,1W

■ integração com o SPDA

■ previsão de acessos por placas ou rabichos


– internos - SE, DG, CPD etc.
– externos - interligações entre aterramentos
ATERRAMENTO DE FUNDAÇÃO

■ R pode ser estimado em função da área da edificação ou do


volume da fundação

■ apresenta valores próximos para baixa e alta frequências em


fundações de concreto armado

■ importante o envolvimento da empresa de construção civil


ELEMENTOS METÁLICOS CONSTRUTIVOS

■ estrutura metálica de cobertura

■ ferragens estruturais
– colunas
– vigas
– lajes

■ ferragens das fundações


– radier
– sapatas
– tubulões
Resistividade do Solo

SISTEMAS DE
ATERRAMENTO
CONDUTOR DE PROTEÇÃO
6.1.5.3.2 – Qualquer condutor isolado usado como condutor de
proteção (fio terra) deve ser identificado pelas cores verde /
amarela, ou simplesmente verde

6.4.3.1.5 - Um condutor de proteção pode ser comum a dois ou


mais circuitos, desde que seja instalado no mesmo conduto
que os respectivos condutores de fase e que sua seção seja
dimensionada conforme a tabela 58.

6.4.3.3 – Continuidade elétrica dos condutores de proteção

6.4.3.3.1 - Os condutores devem ser protegidos contra danos


mecânicos e deterioração química ou eletroquímica, bem
como esforços eletrodinâmicos ou termodinâmicos.
CONDUTOR DE PROTEÇÃO

6.4.3.3.2 - As conexões devem ser acessíveis para


verificações e ensaios, exceto com emendas
moldadas (solda exotérmica)

6.4.3.3.3 – É vedado a inserção de dispositivo de


manobra ou comando nos condutores de proteção.
Admite-se interrupção somente para fins de ensaio,
junções desconectáveis por meio de ferramenta.

6.4.3.3.5 – Não se admite o uso da massa de um


equipamento como condutor de proteção ou parte
dele.
SEÇÃO MÍNIMA DO
CONDUTOR DE PROTEÇÃO
Equalização de potencial

■ Equipotencializar é deixar tudo no mesmo potencial


■ É a medida mais eficaz para reduzir os riscos de choque elétrico,
incêndios e explosões dentro da edificação.

■ Para realizar a equalização de potencial deve-se utilizar


condutores de ligação,interligando os sistemas que possam gerar
diferença de potencial, como descrito no item 6.4.2.1.1 da
NBR5410/04
EQUIPOTENCIALIZAÇÃO FUNCIONAL

O BEP da edificação pode ser utilizado para fins de


aterramento funcional.

Para edificações com número significativo de


equipamentos de TI, este barramento de
equipotencialização funcional deve constituir
preferencialmente um anel fechado internamente ao
perímetro da edificação.
Barramento de Equipotencialização Principal

Deve ser instalado próximo ao ponto de entrada da alimentação elétrica


EQUALIZAÇÕES DE POTENCIAIS

A ligação equipotencial deve ser executada o mais


próximo do eletrodo de aterramento (solo) ou próximo
do quadro geral de entrada.
NR 10 - segurança em instalações e
serviços com eletricidade

NBR 5410 - instalações elétricas de baixa


tensão
NBR 5410 - instalações elétricas de baixa tensão

121
ABNT NBR 5410: 2004 /2008

■ Sistema elétrico: circuito ou conjunto de circuitos elétricos inter-relacionados,


constituídos para atingir determinado objetivo.

122
■ Instalação elétrica: conjunto de componentes elétricos associados e com
características coordenadas entre si, constituído para uma fin alidade determinada.

123
■ Em um sistema elétrico: componentes elétricos que conduzem
corrente.
■ Em uma instalação elétrica: componentes elétricos condutores e
não-condutores (essenciais ao seu funcionamento), como
condutos, caixas, estruturas de suporte etc.

124
Fundamentos e cálculos básicos
■ Assim, a cada instalação corresponderá
um sistema.

■ Em um projeto:
– as plantas e os detalhes IE
– os esquemas (uni e trifilares) SE

125
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo

■ Estabelece as condições a que devem


satisfazer as instalações elétricas de baixa
tensão, a fim de garantir
– a segurança de pessoas e animais,
–o funcionamento adequado da
instalação e a conservação dos bens.

126
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo

■ Aplica-se principalmente às instalações elétricas de edificações,


qualquer que seja seu uso (residencial, comercial, público,
industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro etc.), incluindo
as pré-fabricadas.

127
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo
■ Aplica-se também às instalações elétricas:
– em áreas descobertas das propriedades, externas às
edificações;
– de reboques de acampamento (trailers), locais de
acampamento (campings), marinas e instalações análogas; e
– de canteiros de obra, feiras, exposições e outras instalações
temporárias.

128
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo
■ Aplica-se:
– aos circuitos elétricos alimentados sob tensão
nominal igual ou inferior a 1.000 V em corrente
alternada, com freqüências inferiores a 400 Hz,
ou a 1.500 V em corrente contínua;

129
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo
■ Aplica-se:
– a toda fiação e a toda linha elétrica que não sejam cobertas
pelas normas relativas aos equipamentos de utilização;
– Aplica-se às instalações novas e a reformas em instalações
existentes

130
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo
■ Não se aplica a:
– instalações de tração elétrica;
– instalações elétricas de veículos automotores;
– instalações elétricas de embarcações e aeronaves;
– equipamentos para supressão de perturbações
radioelétricas, na medida que não comprometam a
segurança das instalações;

131
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo
■ Não se aplica a:
– instalações de iluminação pública;
– redes públicas de distribuição de energia elétrica;
– instalações de proteção contra quedas diretas de raios. No
entanto, considera as conseqüências dos fenômenos
atmosféricos sobre as instalações (por exemplo, seleção dos
dispositivos de proteção contra sobretensões);

132
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo

■ Não se aplica a:

– instalações em minas;

– instalações de cercas eletrificadas (ver


IEC 60335-2-76).

133
Cerca elétrica- Morte de funcionário

Fonte: própria
134
■ Fonte: própria

135
Fonte: própria

136
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Objetivo

■ Exemplos de normas complementares:


– ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013 . Iluminação de ambientes
de trabalho
Parte 1: Interior
– ABNT NBR 5419-1:2015 . Proteção contra descargas
atmosféricas Parte 1: Princípios gerais

137
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Componentes da instalação
– componente: termo empregado para designar itens da
instalação que, dependendo do contexto, podem ser
materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos,
equipamentos (de geração, conversão, transformação,
transmissão, armazenamento, distribuição ou utilização de
eletricidade), máquinas, conjuntos ou mesmo segmentos ou
partes da instalação (por exemplo, linhas elétricas).

– Exemplo:

138
ABNT NBR 5410: 2004 /2008

■ Componentes da instalação
– quadro de distribuição principal: primeiro quadro de
distribuição após a entrada da linha elétrica na edificação.
Naturalmente, o termo se aplica a todo quadro que seja o único
de uma edificação.

– Exemplos:

139
140
GATO NO MEDIDOR

141
Raio danificando medidor

142
Em montagem vários medidores

BEP

143
ABNT NBR 5410: 2004 /2008

■ Linhas elétricas
■ Um ponto de utilização pode ser
classificado, entre outros critérios, de
acordo com a tensão da linha elétrica, a
natureza da carga prevista (ponto de luz,
ponto para aquecedor, ponto para
aparelho de ar-condicionado etc.) e o tipo
de conexão previsto (ponto de tomada,
ponto de ligação direta).

144
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Linhas elétricas

– ponto de tomada: ponto de utilização


em que a conexão do equipamento ou
equipamentos a serem alimentados é
feita por tomada de corrente.

145
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Linhas elétricas
■ Um ponto de tomada pode conter uma ou
mais tomadas de corrente.
■ Um ponto de tomada pode ser classificado,
entre outros critérios, de acordo com a
tensão do circuito que o alimenta, o número
de tomadas de corrente nele previsto, o tipo
de equipamento a ser alimentado (quando
houver algum que tenha sido especialmente
previsto para utilização do ponto) e a
corrente nominal da ou das tomadas de
corrente nele utilizadas.

146
147
148
Risco de contato acidental com um ou mais pinos do
plugue, durante sua introdução ou desconexão da
tomada (a), e de inserção monopolar do plugue, ficando o
outro pino acessível ao contato (b).
As normas e, consequentemente, a certificação compulsória
abrangem plugues, tomadas e os produtos correlatos, como
rabichos, cordões conectores e cordões prolongadores
Como foi escolhido o padrão brasileiro?

■ A escolha passou por diversas análises que compararam vários tipos


de modelos existentes no país e no exterior, até chegar a um que
atendesse à maior parte dos produtos e equipamentos
comercializados no Brasil.
Quem Decidiu?
■ O processo de discussão, iniciado há cerca de 15 anos, foi realizado de forma democrática,
com a participação de todos os agentes da sociedade, fabricantes, governo, sociedade civil
e consumidores. Quando as partes interessadas se reuniram na Comissão de Estudos – CE
da ABNT para definir o padrão a ser implantado no Brasil, surgiram algumas propostas para
que fossem escolhidos padrões de outros países.
■ Mas o padrão brasileiro tinha que atender a três premissas básicas: segurança,
Adaptabilidade e baixo custo, o que não se verificava nos demais p a d r õ e s .Todos
puderam se manifestar por meio de audiências públicas. Portanto, esta foi uma decisão
coletiva, que possibilitou a participação de todos os brasileiros.
ABNT NBR 5410: 2004 /2008

■ Serviços de segurança

– serviços de segurança: serviços


essenciais em uma edificação para
■ a segurança das pessoas;
■ evitar danos ao ambiente ou aos
bens.

153
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Serviços de segurança

– exemplos:
■ iluminação de segurança (de emergência),
■ bombas de incêndio,
■ elevadores para brigada de incêndio e bombeiros,
■ sistemas de alarme, como os de incêndio, fumaça, CO e
intrusão,
■ sistemas de exaustão de fumaça,
■ equipamentos médicos essenciais.

154
Iluminação de emergência

155
156
157
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Serviços de segurança
– alimentação ou fonte normal: alimentação ou fonte
responsável pelo fornecimento regular de energia elétrica.
– Uma determinada alimentação pode ser a
normal durante certo período de tempo e
não ser em outro. Por exemplo, em uma
instalação cujo consumo de energia elétrica
é suprido pela rede de distribuição pública
durante certos períodos do dia, mas por
geração própria em outros, a fonte normal
pode ser a rede pública ou a geração local,
dependendo do período considerado.

158
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Serviços de segurança
– alimentação ou fonte reserva: alimentação ou fonte que
substitui ou complementa a fonte normal.
– alimentação ou fonte de segurança: alimentação ou fonte
destinada a assegurar o fornecimento de energia elétrica a
equipamentos essenciais para os serviços de segurança.

159
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
■ Serviços de segurança
■ Uma alimentação de segurança pode eventualmente atender
a outros equipamentos, além dos essenciais aos serviços de
segurança, observados os requisitos desta Norma.
■ Esta Norma não inclui prescrições específicas para
alimentações de reserva destinadas a outros serviços que
não os de segurança.

160
161
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Proteção contra choques elétricos
– As pessoas e os animais devem ser protegidos contra
choques elétricos, seja o risco associado a contato acidental
com parte viva perigosa, seja a falhas que possam colocar
uma massa acidentalmente sob tensão.

162
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Proteção contra efeitos térmicos

– A instalação elétrica deve ser concebida e construída de


maneira a excluir qualquer risco de incêndio de materiais
inflamáveis, devido a temperaturas elevadas ou arcos
elétricos. Além disso, em serviço normal, não deve haver
riscos de queimaduras para as pessoas e os animais.

163
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Proteção contra sobrecorrentes

– As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos


contra os efeitos negativos de temperaturas ou solicitações
eletromecânicas excessivas resultantes de sobrecorrentes a
que os condutores vivos possam ser submetidos.

164
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Serviços de segurança ( interligado com a NR 12)
– Equipamentos destinados a funcionar em situações de
emergência, como incêndios, devem ter seu funcionamento
assegurado a tempo e pelo tempo julgado necessário.

Instalações 165
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Desligamento de emergência

– Sempre que forem previstas situações


de perigo em que se faça necessário
desenergizar um circuito, devem ser
providos dispositivos de desligamento
de emergência, facilmente
identificáveis e rapidamente
manobráveis.

166
167
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Seccionamento

– A alimentação da instalação elétrica, de seus circuitos e de


seus equipamentos deve poder ser seccionada para fins de
manutenção, verificação, localização de defeitos e reparos.

168
169
170
Minidisjuntores
Os Minidisjuntores curva B são utilizados nos circuitos que receberão
cargas resistivas, que são aqueles equipamentos como chuveiro, torneira
elétrica, lâmpadas e secadora de roupas.

Já os dispositivos de curva C são utilizados para proteger circuitos que


estão ligados em cargas indutivas como geladeiras, condicionadores de ar,
motores elétricos em geral, etc.

171
172
ABNT NBR 5410: 2004 /2008
Princípios fundamentais
■ Verificação da instalação

– As instalações elétricas devem ser inspecionadas e


ensaiadas antes de sua entrada em funcionamento, bem
como após cada reforma, com vistas a assegurar que elas
foram executadas de acordo com esta Norma.

173
174
MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA- EPCs

175
Sinalização de áreas de trabalho e obras
em vias públicas ou rodovias e orientação
de trânsito de veículos e de pedestres,
podendo ser utilizado em conjunto com a
fita zebrada, sinalizador STROBO,
bandeirola, etc.
176
Fita de sinalização

Fonte: http://www.materialsegurancaepi.com.br/fitas-demarcacao-
sinalizacao-fita.php 177
Fonte:
http://cientistadecapacete.blogspot.com.br/2015_11_01_archive.html
178
Sinalizador Strobo

Fonte: http://www.interativasolucoes.com.br/sinalizadores-terrestres/sinalizador-
super-doze-led.html

179
Banqueta isolante: Isolar o operador do solo
durante operação do equipamento guindauto, em
regime de linha energizada.

Fonte:
http://www.novohorizonteepi.com.br/?Fuseaction=Produtos&Categori
a=141&Nome=banqueta-isolante-nr10&ID=682
180
Fonte: http://www.brpplasticos.com.br/lencol-
de-borracha-isolante-classe-0

181
Vara de Manobra Utilizada em escadas ou cesta
aérea para manobrar chaves faca, chaves fusíveis,
chaves faca-fusíveis, religadora e seccionalizadora
automática, etc

Fonte: http://www.sabereletrica.com.br/epc
182
E quais mais?

Pesquisar...

184
Pericia em acidente com eletricidade com
exemplo de não aplicação de manta

185
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

■ 10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção


coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos,
devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados
às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR 6.

186
Capacete
Utilizado para proteção da
cabeça do empregado contra
agentes metereológicos
(trabalho a céu aberto) e
trabalho em local confinado,
impactos provenientes de
queda ou projeção de objetos,
queimaduras, choque elétrico e
irradiação solar.

Fonte:
http://www.equipamentodeprotecaoindividual.com/epi/capacete-
de-seguranca/capacete-para-eletricista-com-aba-total
187
Capacete classe A
Peça única composta por polipropileno de alta densidade e sem
porosidade, usualmente o capacete classe A possui adaptador
para lanterna. Muito utilizado na área da construção civil, este
modelo também é indicado para trabalhos em altura, como
resgate, alpinismo e em ambientes florestais. Sua utilização em
trabalhos com rede elétrica é contraindicado.

Capacete classe B
Os capacetes Classe B são muito parecidos em forma e
composição aos de Classe A. Porém, possuem maior rigidez
dielétrica e tensão elétrica aplicada em sua composição, sendo
adequado à atividades ligadas ao manuseio de rede elétrica.
Este modelo se subdivide em: aba total (Tipo I), aba frontal
(Tipo II) ou sem aba (Tipo III).

188
Capacete acoplado com viseira,
protetor auricular tipo concha, ou
ambos

Fonte: http://www.solostocks.com.br/venda-produtos/insumos-seguranca-
trabalho/outros-insumos-seguranca-trabalho/capacete-acoplado-com-viseira-
protetor-auricular-tipo-concha-ou-ambos-721015

189
Óculos de proteção

Finalidade
Utilizado para proteção dos olhos contra
impactos mecânicos, partículas volantes
e raios ultravioletas

Fonte: http://www.epi-tuiuti.com.br/produtos/epi/oculos-de-protecao/oculos-ss-1-
incolor

190
Protetores auriculares

Fonte: http://www.casaraio.com.br/lista/epi/protetor-auricular

191
Luvas de borracha, utilizada para proteção das
mãos e braços do empregado contra choque em
trabalhos e atividades com circuitos elétricos
energizados.

Fonte: http://www.centurionepi.com.br/luva-isolante-de-borracha-
orion-preta-classe-0-tensao-de-ensaio-5-kv 192
NR-6 – Equipamentos de proteção individual

Tabela – Classes de luvas isolantes (NBR 10622/89)

Classe Cor Tensão de Tensão de Tensão de


uso (V) ensaio (V) perfuração (V)

00 Bege 500 2.500 5.000


0 vermelha 1.000 5.000 6.000
1 branca 7.500 10.000 20.000
2 amarela 17.500 20.000 30.000
3 verde 26.500 30.000 40.000
4 laranja 36.000 40.000 50.000
Luva de cobertura para uso de
luvas de borracha

Luva de raspa de couro para agentes abrasivos

Fonte: http://s-trabalho.webnode.com.br/outros/e-p-i-/

194
Luva de proteção tipo condutiva
Utilizada para proteção das mãos e punhos
quando o empregado realiza trabalhos
ao potencial.

Fonte: http://s-trabalho.webnode.com.br/outros/e-p-i-/

195
Luva de proteção em borracha nitrílica Utilizada
para proteção das mãos e punhos do empregado
contra agentes químicos
e biológicos.

Fonte: http://s-trabalho.webnode.com.br/outros/e-p-i-/

196
E quais mais?

Pesquisar...

Cemig:

197
ATPV – Arc Thermal Performance
Value
CATEGORIA DE PROTEÇÃO
ATPV – Arc Thermal
Performance Value
ATPV – Arc Thermal
Performance Value
ATPV – Arc Thermal
Performance Value
VESTIMENTA
– GRAU DE RISCO 2 -
VESTIMENTA
– GRAU DE RISCO 2 -
Como fazemos para especificar a vestimenta
adequada?
1. Calcule a energia incidente do arco por exposições
específicas
2. Determine caso de pior provável exposição para o
trabalhador
3. Considere cada tarefa / trabalho específico
4. Considere níveis de energia variados ao longo do
sistema elétrico
5. Escolha a roupa apropriada resistente à chama

205
Estimando a energia incidente
• Passo 1  Determine a tensão (fase-fase) do sistema.

• Passo 2  Determine a corrente de curto circuito do sistema.

• Passo 3  Determine o tempo do arco (flash) baseando no sistema de proteção elétrico.

• Passo 4  Determine a distância mínima entre o corpo e o arco.

• Passo 5  Selecione a equação adequada e calcule o máximo de energia incidente a distancia


mínima de aproximação do arco.

• Passo 6A  Se a energia máxima incidente calculada for menor que 1,2 cal/cm², não será
necessária a utilização de vestimentas para proteção contra queimaduras provenientes da energia
incidente, porém pode
ser necessária contra outros riscos relacionados ao arco.

• Passo 6B  Se a energia máxima incidente calculada for 1,2 cal/cm² ou maior, consulte a tabela
de aplicação de vestimentas de proteção ou os dados informados pelo fabricante da vestimenta.
• Assegure que o limite ATPV ou BTE atribuído para a vestimenta selecionada seja superior ao valor
da energia incidente calculada à distância de aproximação mínima.

206
207
Concluindo
• Efetuar o cálculo de energia incidente para todos os painéis da planta.

• Determinar a classe da roupa conforme a tabela de classe de vestimentas da NFPA


70E (Classe 1, 2, 3 ou 4)

• Atentar para que o limite ATPV da vestimenta seja superior ao valor obtido no calculo.

• Preencher a etiqueta informando qual o nível de energia incidente e qual a vestimenta


recomendada para aquele painel especifico

• Orientar o eletricista para que somente efetue trabalho no painel se estiver usando
uma vestimenta com nível igual ou superior ao informado na etiqueta.

• As vestimentas podem ser compostas por calça e camisa / paletó ou macacão ou


capa, em conjunto com luva e capuz conforme o nível de proteção requerido.

• As capas, inclusive as de sobreposição somente podem ser utilizadas para trabalhos


em pé e em situações de risco de arco acima da linha de cintura do usuário

208
209
210
211
Fonte:

Luiz Carlos de Miranda Junior


Gerente de Segurança do Trabalho, Saúde
e Qualidade de Vida
miranda@cpfl.com.br
Antônio A. Kalvan
Engenheiro de Segurança do Trabalho
kalvan@cpfl.com.br
Belo Horizonte - MG - agosto de 2006

Engº Seg. do Trabalho Thiago Freitas


Analise preliminar de riscos
Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos
que tem como objetivo antecipar a previsão da
ocorrência danosa para as pessoas, processos,
equipamentos e meio ambiente.

É elaborada através do estudo, questionamento,


levantamento, detalhamento, criatividade, análise crítica
e autocrítica, com conseqüente estabelecimento de
precauções técnicas necessárias para a execução das
tarefas (etapas de cada operação), de forma que o
trabalhador tenha sempre o controle das circunstâncias,
por maiores que forem os riscos.
A análise Preliminar de Risco é uma visão técnica antecipada do
trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos
envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para
evitá-los ou conviver com eles em segurança.

Segue a seguir um modelo em forma de planilha:


planilha:
O objetivo é criar o hábito de verificar os itens de segurança
antes de iniciar as atividades, auxiliando na detecção, na
prevenção dos riscos de acidentes e no planejamento das
tarefas, enfocando os aspectos de segurança.
Esse formulário pode ser vinculado no verso de uma “ordem
de serviço”.
Será preenchido de acordo com as regras de segurança do
Trabalho. “A Equipe somente deverá iniciar cada atividade,
após realizar a identificação de todos os riscos, medidas de
controle e após concluir o respectivo planejamento da
atividade”.
221
222
Modelo de ordem de serviço para eletricista

Modelo 1

Modelo 2
BIBLIOGRAFIA

Materiais do Professor Rui de Souza, disponíveis na Internet

http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm

ATLAS - Manuais de Legislação Atlas. Segurança e medicina do trabalho.


83. ed. São Paulo: Atlas, 2018.

Materiais diversos do Professor

224