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Ainda vale a pena contribuir


para o INSS? Para especialistas,
ele ainda é o melhor seguro
Benefício vai além da aposentadoria. Por isso, especialistas aconselham conciliar
contribuições com previdência privada

Gabriel Martins
11/08/2019 - 04:30

Agência do INSS na Zona Norte do Rio. Para autônomos, contribuir para o sistema público garante benefícios como

auxílio-doença e pensão por morte Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Ouça: buir para o INSS? Para especia 0:00 100%

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RIO - A reforma da Previdência


deixou uma questão na cabeça de
muita gente, particularmente quem
trabalha sem carteira assinada:
ainda vale a pena contribuir para o
INSS? Empregados formais não
têm escolha, mas para os 24
milhões de brasileiros que
trabalham por conta própria, como
autônomos ou consultores, a resposta precisa levar em consideração que
o INSS não garante apenas a aposentadoria.

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SETOR PÚBLICO SETOR PRIVADO

Além da parte previdenciária, o INSS também é um seguro para o


trabalhador . Dessa forma, em caso de um acidente que impossibilite o
exercício da atividade remunerada, por exemplo, o profissional em dia
com o INSS pode contar com uma renda durante sua recuperação.

As mulheres também têm o benefício para gozar de uma licença


maternidade remunerada. E, em caso de falecimento do trabalhador, seus
dependentes têm direito a pensão.

Por isso, os especialistas são unânimes: ainda que se possa investir em


previdência privada, continuar a contribuir com o INSS é o melhor
negócio.

— Na reforma, as atenções estão focadas nos benefícios programados e na


idade mínima e tempo de contribuição para a aposentadoria. Mas o INSS
também tem a parte dos benefícios de risco, que representam uma
segurança muito importante para o trabalhador, principalmente para
aqueles que, caso estejam parados, ficam sem renda — diz Luis Eduardo
Afonso, especialista em Previdência da USP.

Previdência: Entenda o sistema de capitalização que o governo quer


implementar

Para encarar imprevistos

Quem contribui para a Previdência pública, mesmo sem vínculo


empregatício, tem direito a benefícios dos empregados formais como
salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio doença acidentário (que
garante uma renda em caso de acidente de trabalho) e aposentadoria por
invalidez, além da pensão por morte, paga aos familiares.

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O autônomo pode optar pelo recolhimento mensal simplificado. Paga, por


meio de carnê ou boleto obtido pela internet, o equivalente a 11% de sua
renda (mesmo que ganhe menos, precisa pagar 11% sobre um salário-
mínimo pelo menos).

— A partir dos 16 anos, o brasileiro pode se cadastrar no sistema da


Previdência e começar a contribuir. A importância de manter os
pagamentos é porque o INSS garante benefícios para imprevistos, que
podem surgir ao longo da vida. Ninguém sabe o momento em que vai
ficar doente, e se esse mal vai impedir o trabalhador de voltar ao posto —
diz Márcia Eliza de Souza, diretora de Benefícios do INSS.

O período de carência para ter direito aos benefícios é pequeno, destacam


os especialistas. Para que a mulher tenha direito ao auxílio-maternidade,
por exemplo, precisa ter feito ao menos dez contribuições.

Nos casos de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, a exigência é


de 12 meses antes do diagnóstico da enfermidade que impede o
profissional de trabalhar. Após 18 meses de pagamento, o seguro garante
pensão à família em caso de morte do trabalhador.

Próximos passos: Guedes apresenta nesta semana agenda pós-reforma

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Custo X benefício

Para os especialistas, o melhor é conciliar contribuições para o INSS com


o pagamento de um plano de previdência complementar.

— São dois benefícios diferentes, de modo que um não invalida o outro —


pondera Gilson Oliveira, professor do MBA em Finanças do Ibmec/RJ. —
A melhor alternativa é contribuir para os dois sistemas.

Ele também destaca a parte securitária do sistema público:

— Se analisarmos todos os benefícios que o INSS fornece, e quais seriam


os custos individuais de cada um, ele pode ser considerado um seguro
completo e barato. Pensando apenas no valor da aposentadoria, o INSS
dá pouco retorno. Por isso, também é importante contribuir para a
previdência complementar.

Autônomos podem ligar para o serviço 135 ou se cadastrar no site


www.inss.gov.br , na aba “inscreva-se”.

SAIBA MAIS

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