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Plano Atividade Operação Nº de Páginas

XXX 001 001 9


Tipo Elaboração
CORPORATIVO Lindquist
Data Revisão Rev. Nº Procedimento de Manutenção Aprovação
30/12/2015 00 Anselmo
Área Subconjunto Fabricante Modelo
Todas Motores Elétricos Todos Trifásicos
Descrição do Serviço
INSPEÇÃO PREVENTIVA EM MOTORES ELÉTRICOS TRIFÁSICOS – MÁQUINA PARADA

1. Requerimentos de Segurança ou Ambientais


LOTO Trabalho à quente NR-13 Descarte de Resíduos
PT Trabalho com NH3 (Amônia) NR-10
Trabalho em Altura Espaço confinado Dosímetro

2. Ferramentas/Materiais Especiais

Megômetro digital (Referência:


Multímetro Cat. III (Referência: Pirômetro (hitech) (Referência: VT04 –
01 02 Fluke 1507, Cód. SAP: 03
Fluke 179, Cód. SAP: 20016878) Fluke, Cód. SAP: 50257873)
50089539)
Luva Isolante Classe 00 (Tensão
de uso 500 Volts – Tensão de
Alicates e chaves de fenda (Certificação
04 Protetor Facial NR10 05 perfuração 5000 volts) 06
NR10)
Ou luvas adequadas para tensão
de alimentação do motor
Borrificador de 500 ml limpo para
Borrificador de 500 ml limpo para o BD Protec (BD Protec: Cód.
o BD 26 (BD26: Cód. SAP SAP 50322665; item de
50316104; Item de estoque) estroque)
07 08 09 Calculadora
Limpeza interna do motor elétrico Repelente contra umidade
(Deverá ser utilizado em caso de (Utilizar sempre na caixa de
baixa isolação do motor) ligação do motor para repelir
umidade)

Cadeado e Cartão de bloqueio


10 Trena pequena e paquímetro 11 12 Amperímetro Cat. III
de energia

3. Referência para Consulta:

NBR-5410 - Instalações e Serviços em Eletricidade


NBR 10622/89 - ensaios elétricos luvas isolantes borracha
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4. Passo a Passo
ÍTEM DESCRIÇÃO DETALHADA (PASSO A PASSO) PONTOS DE ATENÇÃO

A Recomendações de Segurança (além do bloqueio de energia já existente no equipamento)


a. Seguir o bloqueio de energia disponibilizado no
equipamento.

Além do bloqueio de energia disponível no


equipamento, seguir as recomendações de
segurança específicas abaixo com atenção:

b. Vestir o protetor facial e luvas NR10 conforme


orientação nas figuras 1 e 2 ao lado.
c. Medir a corrente elétrica de todos os motores
do equipamento no painel, utilizando o
Amperímetro, e confirmando que o valor é zero Figura 1 – Protetor facial NR10 p/ Eletricista
nas três fases, e, portanto está desligado.
d. Confirmado corrente elétrica zero, desligar a
chave seccionadora ou disjuntor de
alimentação dos motores e bloquear com
cadeado e cartão de identificação conforme
exemplo na figura 4. Obs: Atenção para
situações em que outras pessoas estejam
trabalhando em outras partes do equipamento
ou em equipamentos de outros processos
subseqüentes que dependam do bloqueio dos
motores em que esteja trabalhando, nesse caso
deverá existir também o bloqueio coletivo
exemplificado na figura 4.
e. Eliminar e bloquear as demais energias
Figura 2- Tabela de classes de luvas isolantes NBR 10622/89
existentes no sistema em que os motores se
encontrarem acoplado. Isso depende
exclusivamente da sua análise de risco.
Exemplo: energia mecânica, térmica, hidráulica,
pneumática, pressão, todas elas. O risco de
acidente deve ser zero para que todos
desenvolvam seus trabalhos de forma segura e
com tranqüilidade.
f. Avalie também a condição de segurança que as
demais pessoas estejam trabalhando ao seu
redor. Exemplo: caso outros técnicos estejam
trabalhando com tubulação acima do motor,
essa tubulação pode cair de alguma forma?
Algum líquido com alta temperatura pode vir Figura 3- Medição de corrente elétrica com Amperímetro Cat.III NR10
acidentalmente por essa tubulação? Avalie
todas as condições para que sua análise de
risco seja consistente.
g. Fazer o check do bloqueio com consciência e
alto rigor técnico.
h. Confirmar com o multímetro, a ausência
completa de tensão nas saídas dos disjuntores,
inversores, softstarters e contatores.
i. Em caso de instalações com inversor de
frequência, aguarde pelo menos 10 minutos
para garantir a total descarga dos capacitores
antes de desligar os cabos dos motores,
eliminando assim riscos de choque elétrico.

São atitudes simples, com consciência, alto


rigor técnico, e respeito à sua vida e a do
próximo, que definem um ambiente de trabalho
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seguro. Só depende de cada um de nós


Figura 4 – Exemplo de Bloqueio de energia individual e coletivo NR10
fazermos a nossa parte seguindo todas as
recomendações. Bom trabalho!
B Medição da Resistência de Isolamento do motor
B1 Sempre utilize ferramentas certificadas e com Ferramenta(s) necessária(s): Multímetro, Amperímetro, Pirômetro
laudos de testes NR10 em dia para sua (Hitech), Megômetro, Calculadora.
segurança!
Tabela 1: tensão do megohmetro a ser aplicada para cada tipo
Teste com Megohmetro:
Repetir os mesmos passos para todos os motores
de tensão nominal do motor:
Tensão nominal do motor (em Tensão selecionada no
existentes no equipamento:
volts) Megohmetro (em volts)
Até 1000 (a maioria dos motores se
a. Desligar os três cabos de alimentação na caixa 500
encaixa nessa faixa)
do motor, anotando as suas corretas posições 1000 - 2500 500 - 1000
para não inverter a rotação na religação. 2501 - 5000 1000 - 2500
Manter o cabo Terra conectado na carcaça do 5001 - 12000 2500 - 5000
motor. > 12000 5000 - 10000

b. Anotar a ligação elétrica de fechamento do Tabela 2: fator de correção de resistência em função a


motor. Desfazer o fechamento de ligação e
identificar com o multímetro os grupos de temperatura do enrolamento do motor:
Temperatura Fator de Temperatura Fator de
bobinas.
de medição da correção da de medição da correção da
resistência de resistência de resistência de resistência de
c. Medir a resistência de isolamento com o Isolamento (°C) isolamento Isolamento (°C) isolamento
megohmetro, aplicando a tensão conforme 25 0,354 38 0,871
tabela 1, e ligações mostradas nas figuras 5 e 6 26 0,379 39 0,933
abaixo: 27 0,406 40 1,000
28 0,435 41 1,072
29 0,467 42 1,149
30 0,500 43 1,231
31 0,536 44 1,320
32 0,574 45 1,414
33 0,616 46 1,516
34 0,660 47 1,625
35 0,707 48 1,741
36 0,758 49 1,866
Figura 5 – Medição do isolamento do
37 0,812 50 2,000
enrolamento total em relação ao terminal Terra.

Tabela 3: Tabela de limite de resistência ôhmica:


Resistência ôhmica Resistência ôhmica p/
Interpretação
p/ motor até 1000 v motor acima de 1000 v
Até 5 MΩ Até 100 MΩ
Alto risco de
Entre 5 e 100 MΩ
Entre 100 e 500 MΩ queima. Reparar
imediatamente
Entre 100 e 500 MΩ Entre 500 e 1000 MΩ
Maior que 1000 MΩ
Maior que 500 MΩ Aceitável
Figura 6 – Medição do isolamento da fase A em (ou 1GΩ)
relação aos outras duas fases aterradas (repetir
para fases B e C)
Tabela 4:
d. Para obter o valor real da resistência de # Possíveis Causas do Defeito (MPF - Modos Potenciais de Falha)
isolação, é necessário medir a temperatura do 01 Contaminação interna (lubrificante do redutor, por exemplo)
enrolamento pelo orifício da caixa de ligação 02 Excesso de umidade
utilizando o pirômetro (Hitech), e verificar na Materiais isolantes internos danificados, devido excesso de
tabela 2 o fator de correção. 03
picos de tensão ou sobretensão constante
e. Multiplicar o valor do fator de correção com o 04 Verniz isolante trincado pelo excesso de altas temperaturas
valor da resistência de isolação medida com o 05 Curto entre espiras ou ferro
megohmetro.
06 Espiras danificadas na montagem
f. Comparar o valor calculado da resistência com
Problemas no sistema de vedação do motor (vedação,
os limites mostrados na tabela 3. Caso o risco 07
tampa, parafusos, prensa cabos, tampões)
seja alto, fazer a descontaminação (passo C)
ou a substituição do motor caso possível. O
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motor nessa condição não pode operar.


g. Fazer o fechamento elétrico do motor conforme
estado original anotado.
C Descontaminação interna do motor (Esse passo só deverá ser executado em caso de baixa resistência de isolação – passo B)

a. Preencher borrifador com BD-26


Ferramenta(s) necessária(s): Borrifador limpo e seco, pincel limpo.
Deve-se preencher um borrifador com o
produto BD-26.

b. Aplicação do Produto BD – 26 nas


partes internas

Colocar o motor sobre a bancada para


desmontá-lo e escorrer o excesso sujidade
em um recipiente apropriado.

Borrifar o BD – 26 em todo o interior do


C1
motor e nas suas peças internas e com o
pincel remover até que fique
completamente limpo (estima-se 30minutos
para essa tarefa).

Obs: Figura 7 – Aplicação do BD-26 no interior e peças internas do motor


Existe a possibilidade de fazer a descontaminação no local
de instalação. Essa possibilidade deverá ser avaliada pelo
técnico responsável pela execução da inspeção.
Informações técnicas: O BD-26 é um solvente dielétrico. Remove a umidade,
Para motores de grande porte, deve-se planejar com a graxas, oleosidade e fuligem sem deixar resíduos. Possui rigidez dielétrica de
supervisão para ser executado imediatamente e com os 50000 volts. Não precisa enxaguar, pois o produto evapora rapidamente em
recursos adequados (mais de um técnico, ferramentas alguns minutos, ganhando em tempo de secagem e eliminando a necessidade
específicas, maior disponibilidade da área, por exemplo). de estufa.
Avaliar junto à supervisão.

D Avaliação da Condição de Instalação e Dimensionamento do Aterramento


D1
a. Verificar se o cabo de aterramento está
ligado ao terminal de aterramento do motor
e no painel elétrico. Fazer a ligação caso
necessário.

b. Verificar se o contato de aterramento está


limpo, sem oxidação e sem tinta. Fazer a
limpeza do contato com o produto BD26.

c. Verificar se a bitola do cabo de aterramento


está correta.

d. Tabela de Limites e interpretação

Bitola da
fase de Interpretação Figura 8 - Exemplo de Indicação do Ponto de Aterramento do motor
Limite Mínimo
alimentaçã / Ação
o do motor
Cabo Terra deve
possuir a Abrir nota no Obs: Sem o aterramento, a tensão capacitiva gerada pelos inversores de
1,5 a 25 mesma bitola do SAP para frequência escoa através do rolamento e gera micro soldagens na pista
mm2 cabo da fase de instalação ou interna, acelerando o desgaste e aumentando a sobrecarga e temperatura.
alimentação do substituição do Além disso, a falta de aterramento não protege o motor em situações de picos
motor cabo de de tensão, onde os materiais isolantes internos são perfurados e na re-partida
o motor pode vir a queimar.
Consultar aterramento.
>25 mm2
NBR5410/2004
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E Avaliação da Condição da Vedação da Caixa de ligação e entrada dos Cabos no Motor

Obs: todos os problemas de vedação devem ser


solucionados dentro da inspeção de rota.

a. Verificar se a tampa, vedações, todos os


parafusos e prensa cabos estão instalados
de forma adequada vedando
E1
completamente. Fazer a correção
imediatamente. Figura 9 - Sistema de vedação da Caixa de ligação do motor

b. Verificar se os contatos elétricos estão


isentos de oxidação. Fazer a limpeza com
o produto BD26 se necessário.

A vedação é muito importante para garantir máxima


Confiabilidade e vida útil do motor.

Figura 10 – Exemplo de instalação correta de prensa cabos

F Aplicar a proteção contra umidade na caixa de ligação do motor


F1
Ferramenta(s) necessária(s): Borrifador limpo e seco. (Não misturar
com o BD26, devem ser 2 borrifadores diferentes)
a. Aplicar BD – PROTEC na base de
cabeamento elétrico do motor

Borrifar o BD – PROTEC em todo o interior da base


de cabeamento elétrico do motor. Certifique-se que o
produto também seja aplicado nos cabos/contatos e
do lado de fora nos prensa cabos e vedação. O
produto irá repelir a água.

b. Fechar a caixa de ligação do motor


fazendo o duplo Check da vedação
conforme o passo E.

Figura 11 – Aplicação do BD-PROTEC na base de cabeamento


elétrico

Informações técnicas: O BD-PROTEC é um impermeabilizante para motores


e equipamentos indicado para proteção contra corrosão. Sua formulação com
solventes e lubrificantes cria uma fina película que repele a umidade e lubrifica
equipamentos, motores e painéis elétricos. Não isola o contato e não é
necessário esperar a secagem do BD – PROTEC para fechar a base de
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cabeamento elétrico

G Avaliação da Condição de Instalação da Ventilação do Motor

a. Medir o diâmetro da entrada de ar (D) e


Ferramenta(s) necessária(s): Trena.
verificar se a distância entre a parede ou
objetos é igual ou maior do que o indicado
na tabela de limites.

b. Tabela de Limites e interpretação:

Potência do Motor Limite Mínimo


Motores > 10 CV ¼ do diâmetro da
entrada de ar
Motores < = 10 CV 300 mm

c. Verificar se a carcaça do motor apresenta


acúmulo de sujidade ou pintura com tinta
G1 inadequada. Abrir nota no SAP para
limpeza caso não seja possível removê-la
durante a inspeção.

Isso [sujeira e tinta inadequada] faz com que


prejudique a dissipação de calor, fazendo com
que reduza a vida útil do motor.
Figura 12 – Exemplo de tampa defletora do Sistema de ventilação
d. Verificar se a tampa defletora está convencional do motor
instalada e travada com todos os
parafusos. Instalar todos os parafusos Respeite a distância mínima entre a tampa defletora do motor e qualquer
imediatamente. parede ou objeto próximo para assim permitir o livre acesso do ar ao ventilador.

e. Verificar se a ventoinha está bem fixada A mínima distância entre a tampa defletora e qualquer objeto é de 1/4 do
sem trincas e quebras. Substituir a diâmetro da entrada de ar. Uma distância inferior é potencialmente
problemática, considerada como não conformidade.
ventoinha imediatamente caso encontre
essas anomalias.

I Avaliação das Condições Básicas de Fixação do motor


I1 Ferramenta(s) necessária(s): Paquímetro
a. Medir o comprimento roscável e o
diâmetro dos quatro parafusos de
fixação (motores com pés)

b. Tabela de Limites e interpretação:

Limite Mínimo admissível


O Comprimento roscável (L) deve ser
no mínimo 1,5 vezes o diâmetro (D) do
parafuso

c. Verificar as condições de instalação de


fixação e se estão travados com todos
os parafusos. Substituir os parafusos
imediatamente caso identificado essas
anomalias.
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Figura 13 – Diâmetro de Comprimento roscável dos parafusos de


fixação

J Verificação da proteção contra correntes de sobrecarga

a. Identificar a corrente nominal do motor através do


fechamento elétrico conforme figura 14.

b. Para inversor de frequência ou Softstarter:


identificar no manual qual o número do parâmetro
de sobrecarga e verificar o seu valor atual. Fazer a
correção do valor conforme a corrente nominal
identificada acima.
J1
c. Para relé ou disjuntor térmico: verificar qual o
valor real ajustado e fazer a correção caso esteja
acima da corrente nominal. Triângulo Estrela
Atenção: Se o valor de sobrecarga real encontrado
estiver acima da corrente nominal, existe forte
chance do motor já estar com algum defeito, que Figura 14 – Exemplo de identificação da corrente nominal do
deverá ser investigado e resolvido durante a motor de seis pontas através dos tipos de fechamento
inspeção. elétrico

K Verificação da proteção contra correntes de curto-circuito


K1 a. Identificar no esquema elétrico do motor qual o
valor projetado para os fusíveis de proteção do
motor.

b. Fazer a substituição dos fusíveis em caso de


valores acima do especificado no esquema elétrico.

c. Utilizando a luva e EPIs, sacar os fusíveis com o


saca fusíveis adequado, e avaliar as condições
gerais de oxidação, acúmulo de sujeira e desgaste
dos contatos. Se necessário, bloquear a energia
no disjuntor geral anterior aos fusíveis para
fazer a limpeza ou substituição completa da base,
parafusos de fixação e terminais do fusível.
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Figura 15 – Exemplo de proteções do tipo fusível contra


curto-circuito

L Verificação do circuito de comando de proteção (termopar, relé de falta de fase, térmico)

a. Verificar com o multímetro se o termopar do motor


(caso exista) está conectado no circuito de
comando elétrico do motor. Caso não esteja, avaliar
e abrir nota no SAP caso não seja possível fazer o
reparo durante a inspeção.

b. Verificar com o multímetro se o relé de falta de fase


L1 do motor (caso exista) está conectado no circuito de
comando elétrico do motor. Caso não esteja, avaliar
e abrir nota no SAP caso não seja possível fazer o
reparo durante a inspeção

c. Verificar com o multímetro se o contato térmico do


motor está conectado no circuito de comando
elétrico do motor. Fazer o reparo imediatamente.

L Avaliação da Instalação da Blindagem do Cabo (para motores instalados com cabos shieldados)

Ferramenta(s) necessária(s): Ferro de solda e estanho se


necessário

B
A

Figura 16 – Identificação dos pontos (A e B) de instalação da malha do


a. Verificar se a blindagem (malha/shield) do cabo entre o inversor e o motor ao terminal terra
cabo está conectada nas duas
L1 extremidades (A e B) conforme figura ao Obs: As blindagens dos cabos de motor e de entrada devem ser ligadas em
lado. Corrigir imediatamente caso ambas as extremidades para oferecer um caminho contínuo para a corrente de
identifique a anomalia. ruído em modo comum.

Dúvida comum: As blindagens dos cabos de controle devem ser conectadas


apenas em uma extremidade. A outra extremidade deve ser cortada e isolada.

Figura 17 – Exemplo de ligação da blindagem com o terminal soldado


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M Inspeção do freio
Conhecendo as partes de um freio:

a. Por serem de construção simples, os


freios praticamente dispensam
manutenção a não ser a ajustagem
periódica do entreferro necessária ao seu
bom funcionamento.
M1
b. Recomenda-se fazer uma limpeza
interna, quando houver penetração de
contaminantes, ou por ocasião da
manutenção periódica do motor.

N Ajuste do freio
N1 Para ajustar o entreferro em seus valores
mínimos, proceder conforme abaixo:

a. Desconectar o motor, acessórios e o freio


da rede de alimentação;
b. Para motores fornecidos com alavanca
de destravamento manual, remover a
alavanca e a sua vedação;
c. Retirar os parafusos de fixação e
remover a tampa defletora, tampa de
proteção do freio e ventilador (se
existirem);
d. Remover a cinta de proteção (caso
disponível);
e. Medir com um calibrador (espião) o
entreferro existente entre a armadura e a
carcaça do freio, em três pontos
próximos aos parafusos de ajuste. Se a
medida encontrada for igual ou maior que
o valor máximo indicado na Tabela, ou se
as leituras forem diferentes entre si,
prosseguir o ajuste do entreferro da
seguinte maneira:
f. Ajustar os parafusos de ajuste de modo
que o calibre de espessura passe com
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interferencia na posição de ajuste;


g. Cuidado para que o calibre não passe
com muito intereferencia na posição de
ajuste