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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ


CAMPUS SENADOR HELVÍDIO NUNES DE BARROS
Chefia do Curso de História

PLANO DE ENSINO

1 – IDENTIFICAÇÃO
Curso: Licenciatura em História Bloco: V
Disciplina: História das Ideias Políticas e Sociais
Carga Horária: 60 horas Créditos: 4.0.0 Período Letivo: 2019.1
Professor: Dr. Fábio Leonardo Castelo Branco Brito

2. EMENTA
Formas de governo apresentadas na antiguidade clássica. Poder e autoridade na Idade Média. As
teorias da legitimidade na Idade Moderna. O ideal socialista e a sociedade liberal. A idéia de
progresso.

3. OBJETIVO GERAL
Compreender a historicidade das formas de pensamento político e social no mundo ocidental, a fim
de promover um diagnóstico do presente.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Discutir as relações entre história das ideias, história intelectual e história política.
• Analisar as obras clássicas do pensamento político e social do mundo ocidental.
• Pensar criticamente a respeito das questões políticas do mundo contemporâneo.

5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I – Introdução a 1ª Aula (20/02)
uma história das formas Apresentação da disciplina e do plano de curso.
de pensamento: BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO,
intelectuais, política, poder Gianfrancesco. Política. In: ______. Dicionário de política. v. I.
e história Brasília: UnB, 1998.

2ª Aula (27/02)
JULLIARD, Jacques. A política. In: LE GOFF, Jacques; NORA,
Pierre (Org.). História: novas abordagens. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1988.
BERNSTEIN, Serge. A cultura política. In: RIOUX, Jean-Pierre;
SIRINELLI, Jean-François (Dir.). Para uma história cultural. Lisboa:
Estampa, 1998.

3ª Aula (13/03)
FOUCAULT, Michel. Arqueologia e história das ideias. In: ______.
A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.
CHARTIER, Roger. História intelectual e história das mentalidades.
In: ______. À beira da falésia: a história entre incertezas e
inquietude. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002.
_________________________________________________________________
Campus Universitáá rio “Senádor Helvíádio Nunes de Bárros”
Ruá Cíácero Duárte, 905 – Báirro Junco – 64.600-000 – Picos – Piáuíá - Brásil
Fone/ Fáx (89) 3422-2058
CNPJ 06.517.387/0001-34
4ª Aula (20/03)
GIRARDET, Raol. Mitos e mitologias políticas. São Paulo:
Companhia das Letras, 1987.

5ª Aula (27/03)
CHATELET, François, DUHAMEL, Olivier; PISIER-KOUCHNER,
Evelyne. Gênese do pensamento político: os conceitos fundamentais.
In: ______. História das ideias políticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1990.
SOUSA, Paulo Ângelo de Meneses. O debate persa em Heródoto.
Teresina: EDUFPI, 2010.
6ª Aula (03/04)
PLATÃO. A República. São Paulo: Martin Claret, 2011. (Ana Ester,
Ana Flavia, Aline e Jessilane)
ARISTÓTELES. Política. São Paulo: Martin Claret, 2001.
(Andressa, Cícero, Erton e Lucas Manoel)

7ª Aula (10/04)
AGOSTINHO, Bispo de Hipona. A Cidade de Deus. v. I. Petrópolis:
Vozes, 2012. (Leonora, Raila, Raquel Angelista e Sanna)
MAQUIAVEL, Nicolau de. O Príncipe. São Paulo: Martin Claret,
2017. (Tiago, Gabriel, Francisco Everton e José Jhonys)

8ª Aula (17/04)
Unidade II – Antigos e
HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
modernos: estudo sobre os
(Everton e Iago)
clássicos da política
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Martin
Claret, 2003. (Daniela, Taislane, Marília e Nathalyê)

9ª Aula (24/04)
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Martin Claret,
2003. (Yanna, Natália, Ronaldo e Mágera)
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista.
São Paulo: Martin Claret, 2000. (Emanuela e Lucivânia)

10ª Aula (08/05)


WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São
Paulo: Martin Claret, 2002. (Thaís, Raquel, Bruna e Vitória)
NIETZSCHE, Friedrich. Além do bem e do mal. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005.
Unidade III – Políticas das 11ª Aula (15/05)
subjetividades ARENDT, Hannah. A Casa da Justiça. In: ______. Eichmann em
contemporâneas: Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo:
fascismos, desejos e Companhia das Letras, 1999.
insurreições VIDAL-NAQUET, Pierre. Um Eichmann de papel. In: ______. Os
assassinos da memória: “um Eichmann de papel” e outros ensaios
sobre o revisionismo. São Paulo: Papirus, 1988.

12ª Aula (22/05)


ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. 1968: o levante das
palavras. In: CASTELO BRANCO, Edwar de Alencar (Org.).
História, cinema e outras imagens juvenis. Teresina: EDUFPI, 2009.
CERTEAU, Michel de. As revoluções do “crível”. In: ______. A
cultura no plural. Campinas: Papirus, 2001.

13ª Aula (29/05)


GUATTARI, Félix. As lutas do desejo e a psicanálise. In: ______.
Revolução molecular: pulsações políticas do desejo. São Paulo:
Brasiliense, 1998.
FOUCAULT, Michel. Por uma vida não-fascista. Disponível em:
<www.filoesco.unb.br/foucault> Acesso em: 20 fev. 2019.

14ª Aula (06/06)


COMITÊ INVISÍVEL. Aos nossos amigos: crise e insurreição. São
Paulo: N-1, 2016.
PELBART, Peter Pál. Aos nossos amigos. In: RAGO, Margareth;
GALLO, Silvio (Org.). Michel Foucault e as insurreições: é inútil
revoltar-se? São Paulo: Intermeios, 2017.

15ª Aula
MBEMBE, Achilles. Necropolítica. São Paulo: N-1, 2018.

6. PROCEDIMENTOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM


 Aulas expositivas e dialogadas;
 Realização de mesas-redondas;
 Exibição de filmes e músicas;
 Produção de texto.

7. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO
A avaliação da disciplina se dará em caráter formativo, visando a mais ampla contemplação das
competências e habilidades adquiridas pelos alunos. Em termos formais, está se dará sob a forma de
03 (três) etapas:

 Avaliação escrita, com consulta, realizada em casa, a partir dos textos da Unidade I.
 Seminários, a partir dos textos da Unidade II.
 Resumos dos textos da Unidade III.

Cada avaliação parcial vale de zero (0,0) a dez (10,0). A média aritmética das três notas produz a
nota final. Será aprovado o aluno que obtiver no mínimo sete (7,0) como média final e 75% de
frequência conforme as normas da Universidade Federal do Piauí (Resolução nº 043/95 – CEPEX).
Na avaliação também serão considerados aspectos qualitativos como assiduidade, realização das
atividades e participação nas discussões propostas.

8. BIBLIOGRAFIA
AGOSTINHO, Bispo de Hipona. A Cidade de Deus. v. I. Petrópolis: Vozes, 2012.
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo:
Companhia das Letras, 1999.
ARISTÓTELES. Política. São Paulo: Martin Claret, 2001.
BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfrancesco. Dicionário de política. v. I.
Brasília: UnB, 1998.
CASTELO BRANCO, Edwar de Alencar (Org.). História, cinema e outras imagens juvenis.
Teresina: EDUFPI, 2009.
CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. Campinas: Papirus, 2001.
CHARTIER, Roger. À beira da falésia: a história entre incertezas e inquietude. Porto Alegre: Ed.
Universidade/UFRGS, 2002.
CHATELET, François, DUHAMEL, Olivier; PISIER-KOUCHNER, Evelyne. História das ideias
políticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.
COMITÊ INVISÍVEL. Aos nossos amigos: crise e insurreição. São Paulo: N-1, 2016.
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.
FOUCAULT, Michel. Por uma vida não-fascista. Disponível em: <www.filoesco.unb.br/foucault>
Acesso em: 20 fev. 2019.
GIRARDET, Raol. Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
GUATTARI, Félix. Revolução molecular: pulsações políticas do desejo. São Paulo: Brasiliense,
1998.
HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Martin Claret, 2003.
LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (Org.). História: novas abordagens. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1988.
MAQUIAVEL, Nicolau de. O Príncipe. São Paulo: Martin Claret, 2017.
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Martin Claret,
2000.
MBEMBE, Achilles. Necropolítica. São Paulo: N-1, 2018.
NIETZSCHE, Friedrich. Além do bem e do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
PLATÃO. A República. São Paulo: Martin Claret, 2011.
RAGO, Margareth; GALLO, Silvio (Org.). Michel Foucault e as insurreições: é inútil revoltar-se?
São Paulo: Intermeios, 2017.
RIOUX, Jean-Pierre; SIRINELLI, Jean-François (Dir.). Para uma história cultural. Lisboa:
Estampa, 1998.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Martin Claret, 2003.
SOUSA, Paulo Ângelo de Meneses. O debate persa em Heródoto. Teresina: EDUFPI, 2010.
VIDAL-NAQUET, Pierre. Os assassinos da memória: “um Eichmann de papel” e outros ensaios
sobre o revisionismo. São Paulo: Papirus, 1988.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2002.

SUBMISSÃO AO COLEGIADO DO CURSO

Data de envio: _____/_____/_____ Data de aprovação: _____/_____/_____

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Assinatura do Professor Assinatura do Coordenador