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Adriana Barraza (1956)

Atriz, diretora e professora de atuação nascida no México, Adriana Barraza trabalhou sob a direção
de Alejandro González Iñárritu, Sally Potter, Kenneth Branagh e Guillermo del Toro. Em sua
filmografia se encontram Amores perros (2006) e Babel (2000), pelo qual foi indicada ao Oscar
de Melhor Atriz Coadjuvante. Na televisão atuou como atriz, diretora e produtora de várias
novelas, durante 16 anos. No teatro, participou de mais de 60 montagens com diferentes
universidades do México e empresários particulares. Em 2011, com seu esposo, o ator Arnaldo
Pipke, fundou o Adriana Barraza Acting Studio.

Gregory Nava (1949)


Diretor, roteirista e produtor estadunidense, Gregory Nava, iniciou sua carreira nos anos setenta
com The Confessions of Amans. Em 1984, ele e Anna Thomas (sua esposa) foram indicados ao
Oscar de Melhor Roteiro Original por seu filme El Norte. É o criador e produtor executivo da série
da PBS indicada aos Emmy, American Family, que estreou em janeiro de 2002. Em sua filmografia
se encontram, além das já citadas, A Time of Destiny (1988), My Family (1995), Selena (1997),
Frida (roteiro, 2002) e Bordertown (2006). Atualmente é integrante do Board of Governors
(Conselho de Governadores) da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

José María Riba


Nascido na Espanha, José María Riba atuou como jornalista na imprensa radiofônica e escrita,
relacionada com o cinema e com a música, ao mesmo tempo em que concluía seus estudos de
magistério na Escola Normal, em Donostia, San Sebastián. Cursou estudos de jornalismo na
Universidade Complutense de Madrid e se formou no Centre de Formación des Journalistes (CFJ)
de Paris, onde começou a trabalhar profissionalmente na Radio France Internationale (RFI); depois
trabalhou no jornal Libération e foi correspondente de revistas e jornais espanhóis. É jornalista
desde 1982 na Agência France Presse (AFP). Em 1980 se integrou à equipe organizadora do
Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, no qual foi um dos participantes do Comitê de
Direção até 2006, e em 2007 iniciador do Cinema em Construção e Cinema em Movimento. Nos
anos noventa trabalhou na seleção da Semana da Crítica de Cannes, que dirigiu como delegado
geral em 2000 e 2001. Atualmente, colabora com o delegado geral do Festival de Cannes como
informante de filmes espanhóis e latino-americanos.

Daniel Giménez Cacho (1961)


Ator, diretor e ativista social. Daniel Giménez Cacho é uma das referências dentro da indústria
cinematográfica e teatral mexicanas. Nos anos oitenta iniciou sua carreira no teatro, onde trabalhou
sob a direção de reconhecidos diretores, como Juan José Gurrola e Ludwik Margules. Seu trabalho
para cinema inclui mais de trinta longas-metragens, entre os quais se destacam: Sólo con tu pareja
(Alfonso Cuarón ,1990), La invención de Cronos (Guillermo del Toro, 1992), Profundo carmesí
(Arturo Ripstein, 1996) e La mala educación (Pedro Almodóvar, 2003). Recebeu cinco prêmios
Ariel por seu trabalho em Profundo carmesí, Nicotina, Aro Tolbukhin, En la mente del asesino e
Colosio: el asesinato. Em sua filmografia se encontram, além dos já citados, Arráncame la vida
(Roberto Sneider, 2008), Blancanieves (Pablo Berger, 2012), La cordillera (Santiago Mitre, 2017)
e Zama (Lucrecia Martel, 2017). Nos anos recentes teve participações importantes em séries como
Aquí en la tierra (2018), Extraño enemigo (2018) e Colosio (2019). Fundador do Teatro El
Milagro.

Ricardo Cutz
Engenheiro de som e técnico de mixagem, Ricardo Cutz trabalhou com áudio durante os últimos
21 anos. Começou sua carreira como assistente de produção musical em 1995, e desde 1999
trabalha em pós-produção de áudio. Entre 2005 e 2008, trabalhou no Estúdio Mega, onde realizou
a pós-produção de seu primeiro longa-metragem. Em 2013, fundou o Estúdio 106db na cidade do
Rio de Janeiro, dedicado principalmente à pós-produção de áudio para cinema e televisão.

Sebastián Vogler
Nascido na Argentina, Sebastián Vogler realizou estudos de Arquitetura na Universidade de
Buenos Aires e Cenografia com o professor Gastón Breyer em Buenos Aires, inicialmente, e,
depois, em Madrid e Barcelona. Trabalhou em direção de arte no cinema, teatro e publicidade. Em
sua filmografia estão La mort de Louis XIV (2015), pelo qual recebeu uma indicação ao Prêmio
Fénix, Singularity (2014) e Historia de la meva mort (2011), todas de Albert Serra; Stella cadente,
de Lluís Miñarro (pelo qual também foi indicado ao Fénix), entre outros.