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ESTÚDIO DE ARQUITETURA:

CONSTRUÇÃO MODULAR

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: CONSTRUÇÃO MODULAR Profº Esp. Priscyla Brasileiro prof.priscyla@gmail.com AULA 3 22.08.2019

Profº Esp. Priscyla Brasileiro

prof.priscyla@gmail.com

AULA 3

22.08.2019

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: CONSTRUÇÃO MODULAR Profº Esp. Priscyla Brasileiro prof.priscyla@gmail.com AULA 3 22.08.2019

COORDENAÇÃO MODULAR

Coordenação Modular é “um mecanismo de simplificação e

inter-relação

procedência distinta, que devem ser unidos entre si na etapa

de

de

grandezas

de

objetos

diferentes

e

entre si na etapa de de grandezas de objetos diferentes e de construção (ou montagem), com

de construção (ou montagem), com mínimas modificações ou

Mascaró 1976

ajustes”.

Segundo a ABNT, é a aplicação específica do método

industrial por meio da qual se estabelece uma dependência

recíproca entre produtos básicos (componentes), intermediários

de série e produtos finais (edifícios), mediante o uso de uma

unidade de medida comum, representada pelo módulo .

OBJETIVO DA CONSTRUÇÃO MODULAR

OBJETIVO DA CONSTRUÇÃO MODULAR RACIONALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO APLICAÇÃO MAIS EFICIENTE DE RECURSOS OBTEÇÃO DE UM

RACIONALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO APLICAÇÃO MAIS EFICIENTE DE RECURSOS OBTEÇÃO DE UM PRODUTO MAIS EFETIVO

ABNT NBR 15873:2010 - COORDENAÇÃO MODULAR PARA EDIFICAÇÕES

3 CONCEITOS

3 CONCEITOS COORDENAÇÃO MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO

COORDENAÇÃO

MODULAÇÃO

PADRONIZAÇÃO

3 CONCEITOS COORDENAÇÃO MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO

3 CONCEITOS

COORDENAÇÃO
COORDENAÇÃO

É A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS

ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS

A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
A INTER-RELAÇÃO DE MEDIDAS ENTRE COMPONENTES CONSTRUTIVOS MODULAÇÃO PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E O
MODULAÇÃO
MODULAÇÃO

PADRONIZAÇÃO REPETIÇÃO DE PROJETOS E

O OBJETIVO DE REDUZIR CUSTOS E AGILIZAR

SOLUÇÕES.

PODE SER UMA MEDIDA ARBITRÁRIA

DEFINIDA POR UM FABRICANTE.

MATERIAIS COM

DE REDUZIR CUSTOS E AGILIZAR SOLUÇÕES. PODE SER UMA MEDIDA ARBITRÁRIA DEFINIDA POR UM FABRICANTE. MATERIAIS
DE REDUZIR CUSTOS E AGILIZAR SOLUÇÕES. PODE SER UMA MEDIDA ARBITRÁRIA DEFINIDA POR UM FABRICANTE. MATERIAIS

INDUSTRIALIZAÇÃO

INDUSTRIALIZAÇÃO • A COORDENAÇÃO MODULAR É BASE FUNDAMENTAL PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO.

A COORDENAÇÃO MODULAR É BASE FUNDAMENTAL PARA A

INDUSTRIALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO.

INDUSTRIALIZAÇÃO • A COORDENAÇÃO MODULAR É BASE FUNDAMENTAL PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO.
INDUSTRIALIZAÇÃO • A COORDENAÇÃO MODULAR É BASE FUNDAMENTAL PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO.
INDUSTRIALIZAÇÃO • A COORDENAÇÃO MODULAR É BASE FUNDAMENTAL PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO.

CORTES, AJUSTES, DESPERDÍCIO.

MAIOR FACILIDADE PARA COOPERAÇÃO

PRODUTIVOS:

E INTEGRAÇÃO ENTRE AGENTES

MAIOR FACILIDADE PARA COOPERAÇÃO PRODUTIVOS: E INTEGRAÇÃO ENTRE AGENTES TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, PRODUÇÃO MODULAR.

TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, PRODUÇÃO MODULAR.

MAIOR FACILIDADE PARA COOPERAÇÃO PRODUTIVOS: E INTEGRAÇÃO ENTRE AGENTES TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, PRODUÇÃO MODULAR.

1851

1938

1942

1955

1974

1851 1938 1942 1955 1974 HISTÓRICO – PRIMEIRA OBRA COORDENADA DIMENSIONALMENTE; - 1955 - ESTUDOS DE

HISTÓRICO

PRIMEIRA OBRA COORDENADA DIMENSIONALMENTE;

- 1955 - ESTUDOS DE CM NA EUROPA E NOS EUA;

- 1966 - 23 PAÍSES PUBLICAM NORMAS DE CM;

- 1957 - ACORDO DE COORDENAÇÃO MODULAR DECIMAL M=100MM;

- 1984 - PUBLICAÇÃO DE 12 NORMAS ISO;

NO BRASIL

1950

- PRIMEIRA NORMA: NB 25-R - MODULAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES;

1969

- REVISÃO: NB-25 - COORDENAÇÃO MODULAR DA CONSTRUÇÃO;1970 -

PLANO DE IMPLANTAÇÃO PELO CBC (BOUWCENTRUM) PARA O BNH;

1977

- NBR 5706 - COORDENAÇÃO MODULAR DA CONSTRUÇÃO; 1982 -

PUBLICAÇÃO DE 24 NORMAS SOBRE O TEMA, POUCO CONHECIDAS;

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR OBJETIVO GERAL: FIXAR INSTRUMENTO DE COMPATIBILIZAÇÃO DE ELEMENTOS E COMPONENTE S

OBJETIVO GERAL:

FIXAR INSTRUMENTO DE COMPATIBILIZAÇÃO DE ELEMENTOS E COMPONENTE S NA

CONSTRUÇÃO CIVIL POR MEIO DA COORDENAÇÃO DE DIMENSÕES.

MÓDULO BÁSICO M = 100mm

DEFINE O VOCABULÁRIO, O VALOR DO MÓDULO BÁSICO, E OS PRINCÍPIOS

DA COORDENAÇÃO MODULAR.

SIMPLIFICA AS OPERAÇÕES DA CONSTRUÇÃO.

ESTIMULA A FABRICAÇÃO VERSÁTIL DE COMPONENTES.

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR

APLICAÇÃO:

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR APLICAÇÃO: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE EDIFICAÇÕES PROJETO E PRODUÇÃO DE

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE EDIFICAÇÕES

PROJETO E PRODUÇÃO DE COMPONENTES CONSTRUTIVOS

NBR 15873:2010 - DEVE SER OBSERVADA NA ELABORAÇÃO DE NORMAS

CONCERNENTES À DEFINIÇÃO DE MEDIDAS E TOLERÂNCIAS DE COMPONENTES

CONSTRUTIVOS

SER OBSERVADA NA ELABORAÇÃO DE NORMAS CONCERNENTES À DEFINIÇÃO DE MEDIDAS E TOLERÂNCIAS DE COMPONENTES CONSTRUTIVOS

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR

OBJETIVOS:

NBR 15873:2010 COORDENAÇÃO MODULAR OBJETIVOS: PROMOVER A COMPATIBILIDADE DIMENSIONAL ENTRE ELEMENTOS CONSTRUTIVOS

PROMOVER A COMPATIBILIDADE DIMENSIONAL ENTRE ELEMENTOS CONSTRUTIVOS

(PROJETO) E COMPONENTES CONSTRUTIVOS (MATERIAIS/FABRICANTES).

Ampliar a cooperação entre agentes da Cadeia Produtiva da Construção Civil;

Racionalizar medidas de fabricação de Componentes Construtivos;

Simplificar processos no Canteiro de Obras;

Aumentar a Intercambialidade de Componentes Construtivos

COORDENAÇÃO DIMENSIONAL

COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de
COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de
COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de

Interrelação de medidas de

elementos e componentes

construtivos.

Chama-se comumente de

módulo a medida repetida definida pelo fabricante.

Neste caso, as medidas das peças da laje tem relação entre si, mas não são

coordenadas modularmente.

COORDENAÇÃO DIMENSIONAL

COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de
COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de
COORDENAÇÃO DIMENSIONAL Interrelação de medidas de elementos e componentes construtivos. Chama-se comumente de

Interrelação de medidas de

elementos e componentes

construtivos.

Chama-se comumente de

módulo a medida repetida definida pelo fabricante.

Neste caso, as medidas das peças da laje tem relação entre si, mas não são

coordenadas modularmente.

COORDENAÇÃO MODULAR - DEFINIÇÃO

COORDENAÇÃO MODULAR - DEFINIÇÃO Coordenação Dimensional mediante o emprego do módulo básico ou de um
COORDENAÇÃO MODULAR - DEFINIÇÃO Coordenação Dimensional mediante o emprego do módulo básico ou de um

Coordenação Dimensional

mediante o emprego do módulo

básico ou de um multi-módulo.

Módulo básico M = 100 mm

Multimódulo n x M

ESPAÇO DE COORDENAÇÃO

ESPAÇO DE COORDENAÇÃO Espaço necessário a um elemento ou componente construtivo, incluidas folgas para
ESPAÇO DE COORDENAÇÃO Espaço necessário a um elemento ou componente construtivo, incluidas folgas para
ESPAÇO DE COORDENAÇÃO Espaço necessário a um elemento ou componente construtivo, incluidas folgas para

Espaço necessário a um elemento ou componente construtivo, incluidas folgas

para deformações e instalação, tolerâncias e materiais de união, quando for o caso.

CONCEITOS DE MEDIDAS

CONCEITOS DE MEDIDAS Medida real Medida verificada diretamente no objeto singular, após sua

Medida real

Medida verificada diretamente no

objeto singular, após sua

execução/fabricação.

Tolerância

diferença admissível entre uma medida real e a medida

nominal correspondente.

entre uma medida real e a medida nominal correspondente. Medida nominal medida esperada de um objeto,
entre uma medida real e a medida nominal correspondente. Medida nominal medida esperada de um objeto,

Medida nominal medida esperada de um objeto,

medida definida antes da

execução/fabricação.

CONCEITOS DE MEDIDAS

CONCEITOS DE MEDIDAS Medida real Medida verificada diretamente no objeto singular, após sua

Medida real

Medida verificada diretamente no

objeto singular, após sua

execução/fabricação.

Tolerância

diferença admissível entre uma medida real e a medida

nominal correspondente.

entre uma medida real e a medida nominal correspondente. Medida nominal medida esperada de um objeto,
entre uma medida real e a medida nominal correspondente. Medida nominal medida esperada de um objeto,

Medida nominal medida esperada de um objeto,

medida definida antes da

execução/fabricação.

MEDIDAS MODULARES

MEDIDAS MODULARES Medida de coordenação medida do espaço de coordenação de um elemento ou componente. 19,9

Medida de coordenação

medida do espaço de coordenação de um elemento ou

componente.

do espaço de coordenação de um elemento ou componente. 19,9 6,56 Medida modular medida de coordenação
19,9 6,56
19,9
6,56

Medida modular medida de coordenação cujo

valor é igual ao módulo básico

ou a um multimódulo

MEDIDAS DE COORDENAÇÃO MODULAR

19,9 6,56
19,9
6,56

Novas

medidas

nominais

DE COORDENAÇÃO MODULAR 19,9 6,56 Novas medidas nominais Conjunto modular Agrupamento de componentes construtivos
DE COORDENAÇÃO MODULAR 19,9 6,56 Novas medidas nominais Conjunto modular Agrupamento de componentes construtivos
DE COORDENAÇÃO MODULAR 19,9 6,56 Novas medidas nominais Conjunto modular Agrupamento de componentes construtivos

Conjunto modular

Agrupamento de componentes

construtivos que, em conjunto, resultam em medidas de coordenação modulares

modular Agrupamento de componentes construtivos que, em conjunto, resultam em medidas de coordenação modulares

AJUSTE DE COORDENAÇÃO

0,5
0,5

0,5

Diferença entre uma

medida nominal e a

medida de coordenação

correspondente. O ajuste

de coordenação garante

espaço para deformações,

tolerâncias e materiais de

união, quando for o caso

ajuste de coordenação garante espaço para deformações, tolerâncias e materiais de união, quando for o caso

DEFINIÇÃO MEDIDAS DE FABRICAÇÃO

1º - Medidas Modulares do Componente 2º - Ajustes de Coordenação 3º - Obtém-se a
1º - Medidas
Modulares do
Componente
2º - Ajustes de
Coordenação
3º - Obtém-se a
medida nominal

Às medidas modulares são

subtraídos os ajustes devidos a temperatura, folgas, etc, e obtém-

se a medida nominal do

componente.

são subtraídos os ajustes devidos a temperatura, folgas, etc, e obtém- se a medida nominal do
são subtraídos os ajustes devidos a temperatura, folgas, etc, e obtém- se a medida nominal do

SISTEMA DE REFERENCIA MODULAR

SISTEMA DE REFERENCIA MODULAR Sistema geométrico tridimensional de n planos ortogonais no qual a distância entre
SISTEMA DE REFERENCIA MODULAR Sistema geométrico tridimensional de n planos ortogonais no qual a distância entre

Sistema geométrico tridimensional de n planos ortogonais no qual a distância entre quaisquer planos

paralelos é igual ao módulo básico ou a um multi-módulo

ESPAÇOS MODULARES

ESPAÇOS MODULARES Fonte: GREVEN, BALDAULF, 2007 • A criação de espaços amodulares pode ser um recurso
Fonte: GREVEN, BALDAULF, 2007
Fonte: GREVEN, BALDAULF, 2007

A criação de espaços amodulares pode ser um

recurso para coordenar modularmente um projeto.

pode ser um recurso para coordenar modularmente um projeto. A “zona neutra” ou Espaço amodular pode

A “zona neutra” ou Espaço

amodular pode ser usada para compatibilizar diferentes

necessidades dimensionais ou

condições do terreno

MEDIDAS MODULARES GERAM FLEXIBILIDADE

MEDIDAS MODULARES GERAM FLEXIBILIDADE Largura Modular = 9M Diferentes ajustes de coordenação, conforme a natureza
MEDIDAS MODULARES GERAM FLEXIBILIDADE Largura Modular = 9M Diferentes ajustes de coordenação, conforme a natureza

Largura Modular = 9M

Diferentes ajustes de

coordenação, conforme a

natureza dos componentes

SISTEMA DE REFERENCIA Sistema de referência modular sistema geométrico tridimensional de n planos ortogonais no

SISTEMA DE REFERENCIA

SISTEMA DE REFERENCIA Sistema de referência modular sistema geométrico tridimensional de n planos ortogonais no

Sistema de referência modular sistema geométrico tridimensional

de n planos ortogonais no qual a distância entre quaisquer planos paralelos é igual ao módulo básico

ou a um multimódulo

MULTI E SUBMÓDULOS

MULTI E SUBMÓDULOS Multimódulos Para uma melhor articulação dos elementos e componentes construtivos, é

Multimódulos

Para uma melhor articulação

dos elementos e componentes

construtivos, é importante a adoção, desde o projeto da

edificação, de multimódulos

convenientes ao uso e à solução construtiva,

diferenciando séries para as

medidas modulares verticais e

para as medidas modulares horizontais

Incrementos submodulares

São frações do módulo básico, com os seguintes

valores normalizados:

M/2 = 50 mm;

M/4 = 25 mm;

M/5 = 20 mm

Não podem ser usados:

em substituição ao módulo;

para determinar a distância entre

planos modulares de um mesmo sistema de referência;

isoladamente, como medida de

coordenação de um componente.

MULTI E SUBMÓDULOS

MULTI E SUBMÓDULOS   Comp. Comp. A B Medidas 119,5 29,7 x nominais x 239,5 29,7
 

Comp.

Comp.

A

B

Medidas

119,5

29,7 x

nominais

x

239,5

29,7

Junta

1

0,6

Medidas

120 x

 

modulares

240

30 x 30

0,6 Medidas 120 x   modulares 240 30 x 30 Compatibilidade de medidas garantida pelo módulo

Compatibilidade de medidas garantida pelo módulo de 100mm

FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES

FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES
FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES
FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES
FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES
FORMAÇÃO DE CONJUNTOS MODULARES

IMPACTOS SETORIAIS

IMPACTOS SETORIAIS  A efetiva implantação da coordenação modular na construção depende da oferta de produtos
IMPACTOS SETORIAIS  A efetiva implantação da coordenação modular na construção depende da oferta de produtos

A efetiva implantação da coordenação modular na construção depende da oferta de produtos conforme

seus padrões e coerentes com as demandas do mercado em termos de custos e qualidade.

Para isso é necessária uma abordagem sistêmica que coordene a atuação governamental com a do setor privado.

Diferentes condições em cada segmento
Diferentes condições em cada segmento

Padronização, o volume de produção e os custos de construção e operação tem papel diferenciado nos diferentes mercados e segmentos de produtos para

construção.

Mercados de habitações econômicas, hospitais,

escolas, galpões industriais e presídios, devem ser os

primeiros a seguirem estas diretrizes.

econômicas, hospitais, escolas, galpões industriais e presídios, devem ser os primeiros a seguirem estas diretrizes.

REFLEXÃO

REFLEXÃO  O mercado da construção apresenta forte tendência de crescimento  Mas qual será a

O mercado da construção apresenta forte tendência de crescimento

Mas qual será a fatia do mercado, em tipo e porte, que vai exigir produtos “coordenados” ?

Que investimentos e em que velocidade serão necessários?

Como o governo pode apoiar este esforço?

Por que após 4 anos foi feito tão pouco? Inércia governamental? Cultura do preço administrado por parte dos construtores? Excesso de demanda até recentemente?