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FACENS - Faculdade de Engenharia de Sorocaba

ENGENHARIA ELÉTRICA

MÁQUINAS ELÉTRICAS – LABORATÓRIO

Exp. Nº8
MÁQUINA DE CORRENTE CONTÍNUA

Turma: LMEPEN1 (Sexta-feira 19h)

Nome: Eduardo Soares RA: 151553


Nome: Gustavo Lemes Machado RA: 151517
Nome: Leandro dos Santos Ramos RA: 150893
Nome: Matheus Henrique Domingues RA: 150825
Nome: Matheus Oliveira Costa RA: 150858
Nome: Patrícia Camolesi RA: 150066

Professor: Joel Rocha Pinto

Sorocaba / SP
05/12/18

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Excitação independente. ................................................................................................. 5


Figura 2 – Gerador com excitação independente. .......................................................................... 7
Figura 3 – Tensão induzida em função da corrente de excitação. ............................................... 9
Figura 4 – Constante de torque do motor em função da corrente de campo. ............................ 9

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LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Tensão, corrente de campo e constante de torque – N1. ........................................... 8


Tabela 2 – Tensão, corrente de campo e constante de torque – N2. ........................................... 8

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SUMÁRIO

1. OBJETIVO ................................................................................................................................... 5
2. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................. 5
3. MATERIAIS UTILIZADOS ......................................................................................................... 7
4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ....................................................................................... 7
5. ANÁLISE DE DADOS ................................................................................................................ 7
6. QUESTÕES ............................................................................................................................... 10
7. CONCLUSÃO ............................................................................................................................ 10
BIBLIOGRAFIAS .............................................................................................................................. 10

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1. OBJETIVO
Determinar a constante de torque da máquina de corrente continua com
excitação independente.

2. INTRODUÇÃO
A máquina de corrente continua é composta de um estator, ou indutor, sua
carcaça ou estrutura fixa, e um rotor, ou induzido, que é sua parte rotativa composta
de uma armadura e do comutador. Na armadura tem-se o enrolamento distribuído em
várias bobinas parciais, separadas por pequenas ranhuras, onde os terminais de cada
bobina são soldados nas lâminas do comutador. A indução gerada pelo estator varia
em cada bobina devido a rotação do rotor que está sujeito a um campo magnético
estacionário, constante, que é gerado pelo enrolamento do estator excitado em
corrente continua. O sistema de campo, armadura, escovas e comutador são as
principais partes que compõe uma máquina de corrente continua, na qual o sistema
de campo é responsável por fornecer o fluxo magnético responsável para o
desenvolvimento do torque eletromagnético, a armadura é responsável por conduzir
a corrente que interage com o campo magnético responsável por desenvolver o
torque, as escovas é a parte do circuito onde a fonte alimenta a corrente para a
armadura e o comutador fica em contato com as escovas, onde a corrente é distribuída
entre as bobinas.
Na excitação independente, o estator é alimentado separadamente do rotor,
assim o campo magnético possui uma fonte independente.

Figura 1 – Excitação independente.

Analisando matematicamente o gerador com excitação independente, temos


que:
𝐸 − 𝐼𝑎 ∗ 𝑅𝑎 − 𝑉𝑜 = 0

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𝑉𝑜 = 𝐸 − 𝐼𝑎 ∗ 𝑅𝑎
Sabe-se que a tensão de entrada do gerador é regida pela equação abaixo.
𝐸 = 𝑘∗𝛷∗ꞷ
Portanto, para a análise da tensão induzida, temos a seguinte equação:
𝑉𝑜 = 𝑘 ∗ 𝛷 ∗ ꞷ + 𝐼𝑎 ∗ 𝑅𝑎
Onde 𝑘 ∗ 𝛷 é controlado pela corrente de excitação, portanto há duas formas
de obter a tensão induzida. A primeira é pela velocidade angular, a tensão induzida é
proporcional a velocidade angular e o segundo modo de controle é pelo fluxo
magnético, este é controlado pela corrente de campo, que também é proporcional a
tensão induzida, porém este segue o comportamento da curva BxH.
O torque eletromagnético desenvolvido pela máquina, é a relação entre a
potência eletromagnética que chega ao rotor, dividido pela velocidade angular do
rotor.
𝑃
𝑇𝑒 =

A potência elétrica pode ser encontrada através do produto da tensão induzida
com a corrente de armadura.
𝑃 = 𝐸 ∗ 𝐼𝑎
𝑃 = 𝑘 ∗ 𝛷 ∗ ꞷ ∗ 𝐼𝑎
Portanto o torque eletromagnético desenvolvido pode ser representado pela
equação a seguir.
𝑇𝑒 = 𝑘 ∗ 𝛷 ∗ 𝐼𝑎
Nota-se então que há duas formas de encontrar o valor da constante de torque,
uma pela tensão induzida e outra pelo torque eletromagnético desenvolvido
𝑇𝑒
𝑘∗𝛷 =
𝐼𝑎
𝐸
𝑘∗𝛷 =

Onde ela pode ser analisada em [Nm/A] ou [V/rad/s], neste experimento, ela irá
ser analisada através da equação da tensão induzida.

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3. MATERIAIS UTILIZADOS
 2 multímetros digitais;
 1 tacômetro;
 1 maquina CC – 220V / 0.37kW / 1.68A (Gerador) / 2.2A (Motor) / 1800 rpm -
Campo: 220V / 0.3A – Excitação principal: 624Ω - Armadura: 6.9Ω -
Excitação série: 4.2Ω - Interpolo: 3.6Ω;
 1 máquina assíncrona – 220V / 1.6A / 380V / 0.9A / 440V / 0.8A / 760V / 0.5A /
0.3kW / 1700 rpm / 60 Hz Rotor de Anéis.

4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Inicialmente foi montado o circuito da figura abaixo, um gerador de corrente
contínua com excitação independente.

Figura 2 – Gerador com excitação independente.

Foi aplicado uma tensão nominal no motor de indução (F2) e com o reostato no
rotor na posição “0” foi medido a rotação do motor (N 1) e com a rotação constante, foi
variando a corrente de excitação (Iexc) até que atingisse seu valor nominal de 300mA
e medindo o valor da tensão (Vo) induzida e anotando o valor da constante de torque
(𝑘 ∗ 𝛷).
Em seguida com o reostato na posição “2”, variando a corrente de excitação
(Iexc) novamente e medindo o valor da tensão (Vo) induzida na saída do motor e
anotando o valor da constante de torque (𝑘 ∗ 𝛷).

5. ANÁLISE DE DADOS
Inicialmente, com o reostato na posição “0”, foi medido a corrente de excitação
(Iexc), tensão (Vo) induzida e constante de torque (𝑘 ∗ 𝛷) com a rotação do motor (N1)
fixa, como mostra a tabela a seguir.

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Tabela 1 – Tensão, corrente de campo e constante de torque – N1.

N1 = 1629

Iexc (A) Vo (V)
(V/rad/s)
0,001 21,1 0,1237
0,024 42,6 0,2497
0,043 65,2 0,3822
0,062 86,1 0,5047
0,084 108,8 0,6378
0,099 122,8 0,7199
0,117 137,9 0,8084
0,141 155,1 0,9092
0,158 165,3 0,9690
0,181 177,6 1,0411
0,199 185,3 1,0862
0,218 192,3 1,1273
0,237 198,8 1,1654
0,259 204,9 1,2011
0,279 209,1 1,2258
0,293 212,4 1,2451

Após o preenchimento da tabela, foi ajustada o reostato para a posição “2” e


medido os parâmetros novamente.
Tabela 2 – Tensão, corrente de campo e constante de torque – N2.

N2 = 1799

Iexc (A) Vo (V)
(V/rad/s)
0,002 23,2 0,1231
0,021 49,9 0,2649
0,037 73,8 0,3917
0,053 97,5 0,5175
0,073 123,9 0,6577
0,098 147,4 0,7824
0,114 163,1 0,8658
0,131 175,3 0,9305
0,157 192,6 1,0223
0,178 203,4 1,0797
0,197 212,4 1,1274
0,217 220,2 1,1688
0,238 227,7 1,2087
0,255 232,5 1,2341
0,276 238,8 1,2676
0,292 243,1 1,2904

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Após a aquisição dos dados foi construído o gráfico a seguir, onde mostra o
comportamento da tensão induzida em função da corrente de campo.

Vo X Iexc
260
240 N1 = 1629
220 N2 = 1799
200
Tensão Induzida

180
160
Vo (V)

140
120
100
80
60
40
20
0
0,00 0,03 0,06 0,09 0,12 0,15 0,18 0,21 0,24 0,27 0,30 0,33
Corrente de Excitação
Iexc (A)

Figura 3 – Tensão induzida em função da corrente de excitação.

Percebe-se um comportamento similar ao da curva BxH, onde cada velocidade


possui sua curva, quanto maior a velocidade, maior a tensão induzida pela corrente
de excitação.
Com os dados obtidos, foi calculado o valor da constante de torque e construído
o gráfico abaixo, mostrando seu comportamento em função da corrente de excitação.

Kφ X Iexc
1,4
1,3 N1 = 1629
1,2 N2 = 1799
Constante de Torque

1,1
1,0
Kφ (V/rad/s)

0,9
0,8
0,7
0,6
0,5
0,4
0,3
0,2
0,1
0,0
0,00 0,03 0,06 0,09 0,12 0,15 0,18 0,21 0,24 0,27 0,30 0,33
Corrente de Excitação
Iexc (A)

Figura 4 – Constante de torque do motor em função da corrente de campo.

Nota-se um comportamento similar ao da curva BxH, assim como visto no


gráfico acima, mas nesta análise, a velocidade não possui influencia, por ser a mesma
máquina, a constante de torque é a mesma.
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6. QUESTÕES
1. Analise a constante de torque para as duas velocidades.
R: A constante de torque para ambas as velocidades possui o mesmo
comportamento por serem na mesma máquina, conforme aumenta a
velocidade do rotor, aumenta a tensão induzida no estator, assim o valor da
constante de torque, depende da corrente de excitação e do material.

7. CONCLUSÃO
Neste experimento, foi possível observar o comportamento da tensão induzida
do gerador em excitação independente, com a variação da corrente de campo e pelo
controle da velocidade do gerador. Nota-se que para obter um maior valor de tensão
induzida, devemos adquirir o valor nominal de corrente de excitação, assim adquirindo
o fluxo magnético nominal, e então aumentar a velocidade do gerador, pois a
constante de torque possui uma curva constante para qualquer velocidade, uma curva
similar a curva BxH, portanto com a corrente de campo constante, a tensão induzida
será proporcional a velocidade de rotação.

BIBLIOGRAFIAS

Conversão Eletromecânica de Energia.


PINTO, Joel Rocha.
Laboratório de Máquinas Elétricas.
PINTO, Joel Rocha.
Apostila de Máquinas Elétricas.
PINTO, Joel Rocha.

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