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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

INICIAÇÃO A ENGENHARIA ELÉTRICA

PRÁTICA 6– AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

Professor: Helder Galeti

Grupo:
Anderson Vulto
Augusto Almeida

São Carlos
2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO TEÓRICA .................................................................................... 1

1.1 AMPLIFICADORES NÃO-INVERSORES ................................................... 2

1.2 AMPLIFICADORES INVERSORES ............................................................ 3

1.3 AMPLIFICADORES SOMADORES ............................................................ 3

1.4 AMPLIFICADORES COMPARADORES..................................................... 4

2 OBJETIVOS ......................................................................................................... 5

3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ................................................................... 6

3.1 AMPLIFICADOR INVERSOR ......................................................................... 6

3.2 AMPLIFICADOR NÃO-INVERSOR ................................................................ 7

3.3 AMPLIFICADOR SOMADOR ......................................................................... 8

3.4 COMPARADOR COM AMPLIFICADOR ........................................................ 8

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES ....................................................................... 10

5 CONCLUSÃO .................................................................................................... 14

6 REFERÊNCIAS .................................................................................................. 15
1 INTRODUÇÃO TEÓRICA

Os amplificadores operacionais (AOP) são componentes muito presentes nas


diversas áreas relacionadas à indústria e a tecnologia, tornando até mesmo inviável
atribuir uma caracterização única levando em conta a pluralidade de seu uso.
Contudo, é possível, de modo geral, descrever um amplificador como um
manipulador de tensão que utiliza de operações lógicas matemáticas.
Sendo assim, um AOP ideal deve conter impedância de entrada infinita,
impedância de saída nula, ganho de tensão infinito, resposta de freqüência infinita e
insensibilidade à temperatura, conforme é descrito pelo Prof. Marcelo Wendling¹.
Esses componentes são caracterizados com duas entradas de tensão e uma
saída, sendo esta última um múltiplo da diferença entre as duas tensões de entrada,
e um fator ganho atribuído justamente pela diferença entre as tensões.
Genericamente, um amplificador operacional pode ser simbolicamente
representado conforme a imagem abaixo (figura 1) e sua arquitetura simplificada
descrita também de acordo com a imagem abaixo (figura 2).

Figura 1 – Simbologia de um amplificador operacional

Fonte: Wendling, M. Amplificadores Operacionais V2.0. Guaratinguetá, UNESP, 2010. Versão 2.0.

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Figura 2 – Arquitetura simplificada de um amplificador operacional

Fonte: INFORME T.P. N°6 "AMPLIFICADORES OPERACIONALES". Disponível em


<http://2015labo251g4.blogspot.com/2015/05/tp-n6-amplificadores-operacionales.html>. Acesso em:
30 de maio, 2018.

No experimento em questão, foram realizadas montagens de circuitos


referentes à implementação de AOP dos tipos: inversor, não-inversor, somador e
comparador.
Portanto, o funcionamento destes tipos de amplificadores será descrito
brevemente como forma de contextualizar os objetivos e o desenvolvimento da
prática, documentados em tópicos que seguem.

1.1 AMPLIFICADORES NÃO-INVERSORES

Possibilita um ganho de sinal, mantendo a mesma polaridade do sinal de entrada.


Considerando que a porta de entrada negativa esteja aterrada e a corrente de entrada
seja apenas o canal positivo do amplificador. (Figura 3)

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Figura 3 – Representação de um amplificador não-inversor

Fonte: OGASHAWARA, O. [Sem título]. 2012. 20 slides.

1.2 AMPLIFICADORES INVERSORES

De forma complementar ao AOP não-inversor, proporciona ganho em


polaridade inversa ao sinal de entrada. Sendo assim, é razoável que a entrada positiva
esteja aterrada. (Figura 4).

Figura 4 – Representação de um amplificador inversor

Fonte: OGASHAWARA, O. [Sem título]. 2012. 20 slides.

1.3 AMPLIFICADORES SOMADORES

É um sistema mais complexo, por possuir um funcionamento a base de uma


malha fechada através de realimentação negativa, implicando em parte do sinal de
saída retornando a entrada inversora – no caso específico de somadores, que
trabalham com realimentação negativa. Assim, a parte do sinal de retorno que volta à

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entrada inversora é combinada ao sinal original, resultando em uma relação de
entrada e saída bem definida. (Figura 5).

Figura 5 – Representação de um Amplificador somador

Fonte: OGASHAWARA, O. [Sem título]. 2012. 20 slides.

1.4 AMPLIFICADORES COMPARADORES

Trata-se de um AOP mais simples, de malha aberta, ou seja, não possui


realimentação como o somador. Portanto, realiza a função primordial do amplificador
de relacionar as tensões nas duas entradas e devolver como tensão de saída que
deve ser interpretada como um valor lógico, levando em conta a validação da
diferença entre as duas tensões de entrada (se maior, se menor, ou se iguais). (Figura
6).

Figura 6 – Representação de um amplificador comparador

Fonte: AMPLIFICADOR OPERACIONAL COMO COMPARADOR. Disponível em <


http://www.electrontools.com/Home/WP/2017/04/04/amplificador-operacional-como-comparador/>.
Acesso em: 30 de maio. 2018.

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2 OBJETIVOS

Os objetivos desta prática consistiram em reconhecer a pluralidade do uso de


amplificadores como componentes de circuitos eletrônicos, bem como realizar a
leitura de sinais manipulados por diferentes tipos de amplificadores operacionais,
levando-se em conta os tipos exemplificados acima, através de leituras em
osciloscópio, além de habituar os alunos a trabalhar com esses componentes
eletrônicos.

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3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

A pratica foi organizada em quatro partes, sendo cada uma delas realizada com
um tipo diferente de amplificador operacional. Para desenvolvê-la conforme os seus
objetivos, foram montados circuitos de acordo com os propostos pelo experimento e
assim sendo possível a observação das tensões de entrada e saída,
simultaneamente.
Então, pôde-se validar a teoria conhecida e desenvolvida previamente através
dos dados obtidos no osciloscópio. Outro fator para o decorrer das análises
experimentais conforme o que fora proposto inicialmente foi a alteração dos resistores
e a verificação da influência de sua impedância no sistema, conforme os conceitos
teóricos apresentados.
Assim, experimento foi dividido a partir das configurações de uso do
amplificador operacional. O primeiro uso foi do amplificador como inversor. Na
segunda parte, observou-se o comportamento do amplificador não inversor. O terceiro
experimento deu-se pela montagem de um circuito somador com amplificador
operacional. Por fim, realizou-se o teste de um circuito comparador.

Materiais utilizados:
 Fonte de tensão ajustável
 Gerador de sinais
 Osciloscópio
 Multímetro
 Amplificador operacional LM741
 Potenciômetro 10 𝐾Ω
 Resistores: 1𝐾Ω, 10 𝐾Ω, 22 𝐾Ω, 470Ω, 330 Ω, 220Ω

3.1 AMPLIFICADOR INVERSOR

Para verificar o funcionamento do amplificador como inversor, o circuito da


figura 7 apresentado a seguir foi montado na protoboard, com alimentação simétrica
de 15 V, ajustando-se o sinal de entrada para 1 Vpp com frequência de 500Hz.

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Figura 7 – Montagem de circuito com amplificador inversor

Fonte: Roteiro experimental.

Após o circuito montado, foi feita a medição da tensão de entrada e de saída


com o auxílio do osciloscópio. Na sequência, trocou-se o resistor de realimentação
(R2) de 10 𝐾Ω por um de 22 𝐾Ω, repetindo as medições feitas anteriormente.

3.2 AMPLIFICADOR NÃO-INVERSOR

O circuito de um amplificador na configuração não inversora está disposto no


diagrama da figura 8. Mantendo-se os mesmos parâmetros de alimentação e sinal do
circuito anterior, ele foi montado na protoboard.

Figura 8 - Montagem de circuito com amplificador não-inversor

Fonte: Roteiro experimental.

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De maneira semelhante ao experimento 3.1, mediu-se a tensão de entrada e
saída com o osciloscópio. Após isso, trocou-se o resistor de realimentação (R2) de 10
𝐾Ωpor um de 22𝐾Ω, medindo-se novamente as tensões.

3.3 AMPLIFICADOR SOMADOR

O circuito somador com amplificador operacional está representado na figura


9, apresentada a seguir. Os valores de alimentação e sinal de entrada foram mantidos
de acordo com os outros experimentos.

Figura 9 - Montagem de circuito com amplificador somador

Fonte: Roteiro experimental.

Com o osciloscópio, mediu-se as tensões V(entrada), no ponto 1 (P1), no ponto


2 (P2) e a tensão de saída. Finalizada essa etapa, novamente trocou-se o resistor de
realimentação de 10 𝐾Ω (R4) por um de 22 𝐾Ω, medindo-se as tensões encontradas.

3.4 COMPARADOR COM AMPLIFICADOR

Conforme a figura 10, montou-se um circuito comparador de tensão com


amplificador operacional, mantendo-se os valores da tensão de alimentação em ∓15 𝑉
e Vcc em 5 V.

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Figura 10 - Montagem de circuito com amplificador comparador

Fonte: Roteiro experimental.

Com o multímetro, mediu-se a valor de tensão no ponto I e, variando a


resistência do potenciômetro, variou-se a tensão no ponto II e da saída do
comparador, dados que foram registrados na em uma tabela apresentada nos
resultados e discussões.

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4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Parte 1 – Amplificador inversor


Para o amplificador inversor com resistor de realimentação de 10 𝐾Ω, a onda
de entrada (em azul) e a onda de saída (em amarelo) estão apresentadas na figura
11, a seguir. Conforme esperado, elas estão defasadas, pois como o próprio nome
diz, há inversão da saída em relação à entrada.

Figura 11 – Registro experimental de amplificador inversor em multímetro

Fonte: autoria própria

Para essa configuração, o ganho é dado da seguinte forma:


𝑉𝑜𝑢𝑡 𝑅2 𝑉𝑜𝑢𝑡 10 𝐾Ω 𝑉𝑜𝑢𝑡
=− → =− → = −1
𝑉𝑖𝑛 𝑅1 𝑉𝑖𝑛 10 𝐾Ω 𝑉𝑖𝑛
A partir dos cálculos, observa-se que a tensão de saída é oposta à de entrada,
o que foi confirmado pela pratica realizada, pois a diferença de 0,16 V entre elas ocorre
pelo erro inerente as medidas realizadas e imprecisão dos componentes eletrônicos.
Para o resistor de realimentação de 22 𝐾Ω, o raciocínio é análogo ao que foi
vista agora. A forma de onda para esse experimento não pode ser salva por problemas
técnicos.

Parte 2 – Amplificador não-inversor.

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Para a configuração não inversora com resistor de realimentação de 10 𝐾Ω, a
onda de entrada (em azul) e a de saída (em amarelo), pode-se visualizar na figura 12.

Figura 12 - Registro experimental de amplificador não-inversor em osciloscópio

Fonte: Autoria própria

Para essa configuração, o ganho é dado por:


𝑉𝑜𝑢𝑡 𝑅2 𝑉𝑜𝑢𝑡 10 𝐾Ω 𝑉𝑜𝑢𝑡
= 1+ → =1+ → =2
𝑉𝑖𝑛 𝑅1 𝑉𝑖𝑛 10 𝐾Ω 𝑉𝑖𝑛
Logo, o valor do sinal de saída é duas vezes o de entrada sem inversão, o que
foi confirmado na prática. Novamente, há diferença entre o valor teórico e prático,
nesse caso de 0,48 V. A diferença vem do fato de não se estar trabalhando em
condições ideais, tendo erros associados a medição e imprecisão dos componentes
eletrônicos utilizados.
Para o resistor de realimentação de 22 𝐾Ω, o raciocínio é análogo ao que foi
vista agora. A forma de onda para esse experimento não pode ser salva por problemas
técnicos.

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Parte 3 – Amplificador somador
Com o circuito montado conforme a figura 10 verificou-se a forma de onda na
entrada do circuito (em azul) e de saída (em amarelo) com o auxílio do osciloscópio,
conforme a figura 13 a seguir.

Figura 13 – Registro experimental de amplificador somador em osciloscópio

Fonte: autoria própria

Os valores das tensões medidas foram: 𝑉𝑒𝑛𝑡𝑟𝑎𝑑𝑎 = 1,36 𝑉; 𝑉𝑝1 = 0,225 𝑉 e


𝑉𝑝2 = 0,325 𝑉.
A fórmula para o valor da tensão de saída é dada por:
𝑅4 𝑅4 𝑅4
𝑉𝑜𝑢𝑡 = − ( 𝑉𝑒𝑛𝑡𝑟𝑎𝑑𝑎 + 𝑉𝑝1 + 𝑉𝑝2) →
𝑅1 𝑅2 𝑅3
10 𝐾Ω 10 𝐾Ω 10 𝐾Ω
𝑉𝑜𝑢𝑡 = − ( 1,36 + 0,225 + 0,325) →
10 𝐾Ω 10 𝐾Ω 10 𝐾Ω
𝑉𝑜𝑢𝑡 = −1,91 𝑉
O experimento mostrou-se de acordo com a teoria vista, tendo o valor de saída
próximo do esperado, não sendo exatamente igual pelos erros associados a medição
e imprecisão dos componentes eletrônicos.
Para o resistor de realimentação de 22 𝐾Ω, o raciocínio é análogo ao que foi
visto agora. A forma de onda para esse experimento não pôde ser salva por problemas
técnicos.

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Parte 4 - Comparador com amplificadores operacionais
Com o circuito comparador montado, mediu-se os valores de tensão no ponto
1 na saída, gerando a tabela 1.

Tabela 1 – Valores de tensão no comparador


Tensão no ponto I (V) Tensão no ponto II (V) Tensão de saída (V)
6,05 1 0,8
6,05 3 0,8
6,05 5 0,8
6,05 6 0,8
6,05 8 1,2
6,05 10 1,2
6,05 12 1,2

Com os valores obtidos, observa-se que a tensão de saída variou entre dois
estados. O primeiro, de valor mais baixo, de 0,8 V, enquanto a tensão no ponto I era
maior que no ponto II. Depois que a tensão no ponto II tornou-se maior que no ponto
I, foi-se a estado mais alto, com 1,2 V, indicando essa mudança de valores.

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5 CONCLUSÃO

Levando em consideração os embasamentos teóricos obtidos e a aplicação


dos mesmos em situações como as propostas pelo roteiro experimental da prática
referente à implementação de amplificadores operacionais, considerou-se finalmente
que o sinal na saída de um amplificador é variável de acordo com o circuito que
caracteriza sua finalidade.
Portanto, uma vez que compreendida a utilização do componente, foram
realizadas modificações diversas para possibilitar o entendimento de cada função
estudada.
.

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6 REFERÊNCIAS

1. Wendling, M. Amplificadores Operacionais V2.0. Guaratinguetá, UNESP,


2010. Versão 2.0.
2. SILVA, C. O Amplificador operacional e suas principais configurações. 2
de out. 2012.

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