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ESTÉFANO VELEDA ELY

UNIVERSIDADE

A pesquisa acadêmica e científica, que encontra-se no orbe das universidades e


nos complexos que a cercam, desenvolve e aperfeiçoa nos acadêmicos, as suas
potencialidades e especificidades, no tocante a cultura do saber, para que os mesmos,
possam as estender e compartilhar, na própria instituição e no mundo do conhecimento,
transmitindo as informações colhidas, através da extração dos elementos e dos dados, de
vossos estudos, naquele micro-organismo e cosmos, que é o da cidade dos universitários.
É de fundamental importância, o ensinamento e a experiência pregressa, dos
professores, pois são partícipes da primeira cultura, que formará os futuros educadores e
pesquisadores, que exercerão e desempenharão funções vitais, nas áreas da saúde,
educação e tecnologia, cujo propósito, sempre deverá ser, o da criação de uma existência
mais humanística, que valoriza o homem, criatura imagem de Deus, ou seja, os
descendentes do nosso primeiro irmão Adão, louvado seja e que a paz do Senhor, esteja
sempre com ele, pelos séculos dos séculos.
As invenções, descobertas e resultados de pesquisa, não são para fins
reducionistas e tão pouco, limitam-se e dirigem-se para o imediatismo e a si próprios, mas
para o outro, vai de encontro e alcance ao próximo, se sociabiliza, para um crescimento,
como ser social e cultural. O rendimento, devoção e esforço do pesquisador, tornar-se-á,
acerca dos desvendamentos, recompensatório, seja no estímulo, seja no resultado,
demonstrando o quão belo, é o ato de estudar, suas adquirições e permanências.
A solidariedade acadêmica, não restringe-se ao alunado, porque os formadores,
são os primeiros que tem o sério compromisso, com a solidarização, ajudando nas
percepções, competências, entendimentos, questionamentos, compreensões, desafios e
dificuldades, aos que lhe foram confiados, para um melhor funcionamento das tarefas e
trabalhos executados dos mesmos, rumo a criação, de uma nova consciência. Cabe aos
administradores e a sua gestão, equipar os professores e alunos, da melhor forma, seja
no maquinário, seja no acompanhamento psicológico.
O acadêmico, se propõe na investigação e busca da sabedoria, um compromisso
com a verdade, para isso, ele abre-se e torna-se um receptáculo do divino e
transcendente, que lança uma rede, da qual ele pesca e alimenta-se, com o entendimento
e a bondade, do Espírito Criador e Unificador.
Universidade, como casa acolhedora da pesquisa, que como árvore frutífera, gera
sementes contributivas e diversas, para o florescimento evolucionista das civilizações,
que no século XXI, crescem de forma desordenada e violenta, levando a rejeições sociais.
O Centro Acadêmico, entidade de representação e mobilização estudantil, deve
olhar os seus alunos, diferentemente daquela visão, que vê o indivíduo, como mantenedor
da instituição, mas como aquele, que constrói um edifício, de saber e conhecimento, cuja
durabilidade e fortaleza, será para todos os séculos, da sociedade humana.
Estudando, há redescoberta do próprio homem, do seu pensamento e das suas
profundezas, tão ocultas e escondidas, na sociedade de superfície, da Era Digital.
Vocação ao estudo, é para abertura de realidades não ilusórias, que rasgam o véu,
do desconhecido.
Penso, o quão importante, é uma instituição de ensino pluridisciplinar, porque é
através dela, que resgatamos o histórico, seja da Medicina, seja do Direito, bem como de
outros cursos, da graduação, redescobrindo o passado, como algo novo, a ser trabalhado
e articulado, por ocasião da disponibilização, de pesquisas desenvolvidas, na extensão
acadêmica, voltada para a resolução, de problemas da comunidade.
A natureza originária, da universidade, é sede de conhecimento, que é a do próprio
homem, querendo saber, a verdade que o circunda.
Conhecendo a verdade, se compreende e conhece-se o bem, o homem torna-se
bom, porque a bondade, é verdadeira.
No medievo, a universidade, era a guardiã da verdade, pois não permitia, que o
homem, se afasta-se da mesma, o galardão da verdade, remete para além, de uma
resposta individual.
Desde mil anos, a universidade europeia, dialogando com as ciências, como um
laboratório de humanismo, que cultiva a verdade e faz crescer o humano.
O mundo hodierno, abre novas dimensões e perspectivas do saber, para a
universidade, como as ciências naturais, que conectam a experiência com a razão da
matéria e as humanistas, que oferecem ao homem, a possibilidade de perscrutar, como
num espelho, as vicissitudes da história pessoal e universal, procurando compreender, a
sua natureza e a si mesmo.
Existe o perigo, de que a grandeza do saber e poder humano, faça que o mesmo,
desista e perca a coragem, pela questão da verdade.
Pondo-se a procura da verdade, encontra-se o bem e a Deus, sentindo Jesus
Cristo, como a luz do caminho.
A universidade, é uma instituição cultural e fonte do saber, que serve como casa de
diálogo, onde os moradores, expõe seu próprio modo de pensar e onde se respeita, esta
diferença do outro.
Nas suas salas, um âmbito privilegiado, de instrução e formação acadêmica, de
consciência e educação integral da pessoa, bem como de projetos de partilha, para o
desenvolvimento social. Trabalhando com projetos, tornamo-nos protagonistas de ações
construtivas, que se opõem, as destrutivas do descarte.
No ambiente universitário, devemos ler a nossa época, construindo horizontes de
bem e reformulando modelos econômicos, culturais e sociais.
Lugar de encontro e acolhimento, de tradições culturais e religiosas, consolidando-
se culturas, com outras.
Universidade, para superar as tentações da indiferença, mas para apreciar, os
valores do outro.
A juventude, deve ser educada, para compreender, a natureza do homem, como
um ser relacional.
A educação é sábia, pois formadora de um homem, que não fecha-se em si
mesmo, quando em contato com o divino, que o transcende. Procura o outro, porque
aberta e em movimento, humilde e valorizadora do passado, pondo-se em diálogo com o
presente. O outro, como parte integrante de si mesmo.
A universidade, como comunidade educadora, necessita da circularidade, de seus
processos educativos, no tocante ao itinerário formativo, bem como do estímulo, das boas
qualidades de seus alunos.
Educação, que salva vidas, constrói a paz e a fortalece.
Educar, para que surja, um novo homem, de paz e bondade, bem como um
construtor, de uma sociedade mais livre, justa e fraterna.
O ensinamento, deve ser solidário, cuja direção é o futuro, gerador de paz e
esperança para o mundo.
A missão da universidade, é abraçar o universo do saber, seja humano ou divino,
investigando e pesquisando, para conhecer a verdade e o bem social.
Com o Evangelho, descobrimos a verdade, que ilumina o caminho da vida,
contribuindo para que a docência universitária, transmita um tesouro de conhecimento e
experiência, na comunidade acadêmica.
Os educadores, deverão estar engajados, na formação das futuras gerações,
ensinando a sabedoria bíblica, que desvenda o significado mais profundo, das verdades
universais. O coração do educador, deve ser sábio, como o de Salomão, para que seja
capaz de discernir, vencendo as crises econômico-sociais, através de uma cultura
humanista.
Professores e estudantes, convido-vos a unir-vos, como verdadeiros artesãos, da
paz e do diálogo, para cuidarmos da criação, que é a nossa casa comum, para que a
unidade, prevaleça sobre o conflito.
Universitários, esforçarmo-nos em prol da construção, de uma nova sociedade,
onde todos terão, as mesmas oportunidades, mediante o reconhecimento e a valorização,
da diversidade cultural.
Façamos os nossos melhores votos, para que os acadêmicos, possam fazer do
aprendizado, um mundo para a cultura da paz, da educação e propensão para o bem.
Estudai, pois o homem, tem fome de saber.

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