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EXCEL AVANÇADO ETAPA 1 INTRODUÇÃO E OPERADORES
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EXCEL AVANÇADO

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EXCEL AVANÇADO ETAPA 1 INTRODUÇÃO E OPERADORES

ETAPA 1

INTRODUÇÃO E OPERADORES

CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI Rodovia BR 470, Km 71, nº 1.040, Bairro Benedito 89130-000
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI Rodovia BR 470, Km 71, nº 1.040, Bairro Benedito 89130-000

CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI

Rodovia BR 470, Km 71, nº 1.040, Bairro Benedito 89130-000 - INDAIAL/SC www.uniasselvi.com.br

Curso de Excel Avançado Centro Universitário Leonardo da Vinci

Organização Greisse Moser Badalotti

Autor

Paolo Moser

Reitor da UNIASSELVI Prof. Hermínio Kloch

Pró-Reitoria de Ensino de Graduação a Distância Prof.ª Francieli Stano Torres

Pró-Reitor Operacional de Ensino de Graduação a Distância Prof. Hermínio Kloch

Diagramação e Capa Renan Willian Pacheco

Revisão Joice Carneiro Werlang

EXCEL AVANÇADO

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1 INTRODUÇÃO E OPERADORES

1.1 INTRODUÇÃO

Olá, seja bem-vindo ao curso livre de Excel Avançado. Esperamos que este material lhe ajude a explorar ferramentas não tão usuais desse poderoso software desenvolvido e comercializado pela Microsoft.

Para obter pleno aproveitamento do curso, você deverá possuir uma versão atualizada do MS Excel (a partir de agora denominado apenas como Excel). Por "atualizada" entendemos toda e qualquer versão lançada de 2013 em diante. Muitas ferramentas utilizadas aqui encontram-se presentes em versões anteriores do software (a maioria delas); algumas, entretanto, não. Lembre-se também de que, dependendo da versão, algumas ferramentas podem estar localizadas em lugares distintos na interface 1 do software.

Além do software, também se faz necessário um nível de intimidade com o mesmo,

no sentido de conhecer sua estrutura em forma de planilha e como lidar com informações como linha, coluna, célula, menus e botões. Todo e qualquer conhecimento extra sobre

o ambiente será muito bem-vindo.

Sobre a utilização do Excel, a própria Microsoft fornece um espaço completo de auxílio na internet, denominado help on-line 2 . Neste ambiente você pode postar suas próprias dúvidas e consultar dúvidas de outros usuários. Entretanto, nem sempre o usuário entende os exemplos fornecidos e, no caso de algumas ferramentas, essa ajuda

é fornecida somente em inglês.

Pensando nisso, elegemos os tópicos que julgamos mais importantes para um usuário avançado de Excel e nos propomos a desmistificá-los neste material. Bons estudos!

1.2 BANCO (LISTA) DE DADOS

Um banco de dados (também chamado de base ou lista de dados) é um conjunto organizado de informações, normalmente estruturado de forma a modelar uma situação real em

1 Interface (gráfica) é o que você vê na tela quando utiliza o software . É ambiente

no qual você interage com o sistema para realizar as operações desejadas. É na interface que se encontram os botões e menus que você utilizará neste curso.

2 Acesse a ajuda on-line do Excel em: <https://support.office.com/pt-br/excel>.

do Excel em: <https://support.office.com/pt-br/excel>. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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que cada registro 1 pode estar associado a vários atributos/variáveis. A estrutura do banco de dados permite consultas sistemáticas e eficientes neste universo multivariado.

Os atributos são características comuns a todos os registros e são responsáveis pela caracterização do objeto que está armazenado no banco de dados. Por exemplo, um banco de dados com informações sobre cidadãos civis pode conter os seguintes atributos:

nome, sobrenome, CPF, data de nascimento e estado civil. Uma vez que os registros normalmente são distribuídos em linhas, os atributos são distribuídos em colunas, o que confere uma estrutura tabular ao banco de dados, conforme o Quadro 1 demonstra.

QUADRO 1 – CADASTRO (FICTÍCIO) DE ALGUNS CIDADÃOS CIVIS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Nome

Sobrenome

CPF

Data de nascimento

Estado civil

Bianca

Castro

257.101.379-89

23/02/1985

Casado

Jair

Nicolleti

741.363.519-03

12/01/1972

Casado

Bruna

Silva

321.127.259-24

15/08/1985

Solteiro

Paulo

Heinz

382.153.669-97

21/10/2000

Solteiro

Paulo

Costa

898.368.529-08

06/06/1992

Casado

Roberto

Moritz

588.553.809-31

16/03/1980

Casado

Armando

Silva

531.536.989-65

31/01/2006

Solteiro

Pablo

Santos

786.490.729-72

15/02/1980

Casado

Marcelo

Bastos

549.663.189-57

04/12/2007

Solteiro

Armando

Rocha

757.858.669-89

01/01/2008

Solteiro

FONTE: O autor

Apesar do fato de que uma pasta de trabalho do Excel possui características muito semelhantes às de um banco de dados, conceitualmente existem diferenças. A principal é que, normalmente, os bancos de dados dispõem de ferramentas de proteção aos dados, tanto no que diz respeito à sua preservação quanto à sua confidencialidade, fazendo uso de técnicas de criptografia para impedir o livre acesso à informação. Outras diferenças dizem respeito às ferramentas específicas para manipulação do banco de dados, que fazem com que o mesmo seja eficiente do ponto de vista de velocidade e consistência.

Apesar de todas essas vantagens, a manipulação de bancos de dados normalmente requer conhecimentos de programação de computadores, uma vez que as operações realizadas no banco dependem de uma linguagem de programação denominada SQL (Structured Query Language).

1 Registro (ou linha), nesse contexto, refere-se a cada um dos elementos que fazem parte

do banco de dados. Por exemplo: se o banco de dados é a lista de pedidos de entrega de uma transportadora, cada um dos pedidos desta lista é considerado um registro.

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cada um dos pedidos desta lista é considerado um registro. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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Nesse contexto, o Excel aparece como uma alternativa que permite a manipulação visual dos dados criptografados em um banco de dados, pois funções de conexão a diversos tipos de bancos estão disponíveis nativamente, no próprio Excel. Uma vez importado para o ambiente do Excel, o banco de dados é manipulado da mesma forma que um arquivo normal .xlsx, conferindo ao usuário praticidade e rendimento.

O Excel permite conexão aos bancos de dados em formato Access (da própria Microsoft), Web, texto, SQL Server, Windows Azure Marketplace, OData, XML e outros bancos específicos (Oracle, por exemplo), através do Microsoft Query. O processo (exceto o último) é semelhante para todas as conexões. Na Etapa 2 deste material veremos como conectar a uma base de dados no formato texto e no formato Web – os mais comuns, cotidianamente.

Uma vez que os dados estejam importados no Excel, é fundamental adotar um sistema de classificação para os registros, de forma a otimizar a manipulação dos dados. Esta classificação será discutida na próxima seção.

Exemplo 1.1 Considere o banco de dados a seguir, que diz respeito ao cadastro de produtos disponíveis para vendas em uma loja de materiais de construção. Consulte esse banco e retorne as informações requeridas.

QUADRO 2 – CADASTRO (FICTÍCIO) DE PRODUTOS DISPONÍVEIS PARA VENDAS EM UMA LOJA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

 

Peso unitário

Valor unitário

 

Prazo de entrega (Dias)

Produto

(Kg)

(R$)

Pronta entrega

Tijolo

0,85

1,19

sim

-

Tinta acrílica

3,6

61,90

sim

-

Cimento (saco)

50

22,30

sim

3

Tábua

       

(madeira)

8,5

27,90

não

2

Argamassa

5

19,80

não

4

Areia

20

3,99

sim

0

Pincel

0,2

7,99

sim

-

1,2

21,90

não

2

Pregos (pacote)

0,25

14,90

sim

-

FONTE: O autor

a) Quais são os atributos “Produto”, “Valor unitário (R$)” e “Pronta entrega” dos registros 3, 6 e 8? b) Existe alguma inconsistência/contradição nesse banco de dados? c) Uma pessoa decide comprar 100 tijolos, 3 sacos de cimento, uma pá e 2 pacotes de pregos. Quanto gastará e quanto tempo levará para receber todos os produtos?

e quanto tempo levará para receber todos os produtos? Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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Resolução 1.1

a) No caso, registro pode ser considerado sinônimo de linha, logo, os registros 3, 6 e 8 encontram-se, respectivamente, nas linhas 3, 6 e 8 da tabela (sem contar a linha de cabeçalho). Sendo assim, tem-se:

Registro 3: Produto: Cimento (saco) Valor Unitário (R$): 22,30 Pronta entrega: sim

• Registro 6: Produto: Areia Valor Unitário (R$): 3,99 Pronta entrega: sim

• Registro 8: Produto: Pá Valor Unitário (R$): 21,90 Pronta entrega: não

b) Sim, existe. Note que o registro 3 (cimento) tem atributo “pronta entrega” assinalado como sim, entretanto o atributo “prazo de entrega” tem valor 3 (dias), e isto é contraditório. Outra situação errada do ponto de vista conceitual acontece com o registro 6 (areia). Note que o atributo “pronta entrega” está assinalado como sim; o atributo “prazo de entrega” tem valor 0 (dias). Isto não é errado do ponto de vista lógico, entretanto, foge da padronização óbvia que percebemos no atributo “prazo de entrega”, pois em todas as situações em que o atributo “pronta entrega” está assinalado como sim, o “prazo de entrega” está marcado com um hífen (-), indicando que não é preciso esperar nenhum dia. Utilizar zero tem o mesmo sentido, mas o ideal é que em bancos de dados os atributos estejam com valores padronizados, para não gerar ambiguidades nas análises subsequentes. Verificar incoerências no banco de dados é fundamental para um trabalho eficiente; esta etapa do processo é chamada de verificação de consistência dos dados.

c) Temos duas questões aqui, um problema financeiro e um problema temporal. Vamos tratá-los em separado.

Questão financeira: São 100 tijolos, 3 sacos de cimento, uma pá e 2 pacotes de pregos. Os preços unitários, em R$, são 1,19; 22,30; 21,90 e 14,90. Procedendo às respectivas multiplicações e adicionando os termos, temos:

respectivas multiplicações e adicionando os termos, temos: Logo, o cliente gastará R$ 237,60. Copyright © UNIASSELVI

Logo, o cliente gastará R$ 237,60.

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os termos, temos: Logo, o cliente gastará R$ 237,60. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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• Questão temporal: Aqui, devemos considerar o atributo “Prazo de entrega”. É importante verificar que o prazo de entrega não é cumulativo, ou seja, não se somam

os dias esperados para a entrega de cada produto. Também não faz sentido multiplicar os dias pelas respectivas quantidades. Então, o tempo para receber todos os produtos

é exatamente igual ao tempo de entrega do produto que mais demorará a chegar. De

acordo com o banco de dados, o que mais demorará para chegar é o cimento (3 dias). Entretanto, lembre-se de que existe uma incoerência neste registro, pois o atributo “Pronta entrega” está assinalado como sim (vide questão anterior). Então, até que este problema não seja solucionado, a questão temporal não tem resposta única; se quem estiver errado é o atributo “Pronta entrega”, então o cliente levará três dias

para receber todos os produtos. Se o atributo errado for o “Prazo de entrega”, então

o cliente receberá todos os produtos em dois dias (prazo de entrega da pá).

1.3 CLASSIFICAÇÃO DE REGISTROS

Conforme supracitado, um registro é cada uma das linhas de uma tabela, que traz informações relativas aos atributos de um dos elementos que compõem o conjunto/ banco de dados.

Classificar registros significa manipular a ordem em que os mesmos são dispostos na tabela, de forma a obter-se uma estrutura desejada (ordem alfabética, por exemplo). Essa classificação varia de acordo com a necessidade do usuário, podendo ser dividida em três grandes grupos: classificação por valores de texto (ordem alfabética, por exemplo), numéricos (ordem crescente de preço, por exemplo) ou de data (mais recente antes do mais antigo, por exemplo). Situações específicas podem exigir classificações adicionais, mas as mais utilizadas no dia a dia normalmente pertencem a um desses três grupos.

O conceito mais importante em matéria de classificação refere-se às definições de campo mais interno e campo mais externo. Por exemplo: imagine um banco de dados com duas colunas, a saber, nome e sobrenome, com n registros. Suponha que você deseja classificar estes registros em ordem alfabética crescente na coluna nome. Obviamente, os sobrenomes não obedecerão à ordem alfabética em toda a lista, mas parcialmente sim, até que a coluna nome faça com que essa ordem seja interrompida. Neste caso, dizemos que a coluna nome é o campo mais externo da classificação, enquanto sobrenome é o campo mais interno. Verifique isso no Quadro 3. Note que nos nomes repetidos, o sobrenome aparece em ordem alfabética.

nomes repetidos, o sobrenome aparece em ordem alfabética. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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QUADRO 3 – REGISTROS CLASSIFICADOS EM ORDEM ALFABÉTICA, SENDO “NOME” O CAMPO MAIS INTERNO DA CLASSIFICAÇÃO

Nome

Sobrenome

Armando

Rocha

Armando

Silva

Bianca

Castro

Bruna

Silva

Jair

Nicolleti

Marcelo

Bastos

Pablo

Santos

Paulo

Costa

Paulo

Heinz

Roberto

Moritz

FONTE: O autor

O Excel fornece a ferramenta Filtros para, rapidamente, classificar dados. Esta ferramenta será explorada nas Seções 2.1 e 2.2 deste material.

Exemplo 1.2 Os registros a seguir listam alguns materiais escolares e sua respectiva cor. Classifique os registros utilizando o atributo “Cor”, em ordem alfabética crescente, como campo mais interno, e o atributo “Material” como campo mais externo, também em ordem crescente.

QUADRO 4 – LISTA DE MATERIAIS ESCOLARES COM SUAS RESPECTIVAS CORES

Material

Cor

Caneta

Preta

Lápis

Vermelho

Cola

Branca

Papel

Branco

Borracha

Branca

Canetinha

Vermelha

Caneta

Azul

Lápis

Verde

Canetinha

Azul

FONTE: O autor

Resolução 1.2 Como o atributo "Material" deverá ser considerado como campo mais externo, este atributo deve ter prioridade na organização em ordem alfabética, ou seja, uma primeira classificação, considerando apenas o atributo "Material", em ordem crescente, seria:

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o atributo "Material", em ordem crescente, seria: Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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QUADRO 5 – LISTA DE MATERIAIS ESCOLARES COM SUAS RESPECTIVAS CORES, CLASSIFICADA EM ORDEM ALFABÉTICA PELO ATRIBUTO "MATERIAL"

Material

Cor

Borracha

Branca

Caneta

Preta

Caneta

Azul

Canetinha

Vermelha

Canetinha

Azul

Cola

Branca

Lápis

Vermelho

Lápis

Verde

Papel

Branco

FONTE: O autor

Agora, o atributo "Cor" deve ser classificado em ordem alfabética também, quando possível, pois ele é o campo mais interno. Obviamente que uma classificação completa em ordem alfabética de "Cor" levaria a uma completa desorganização de "Material", o que não pode acontecer, pois o último é o campo mais externo da classificação. Sendo assim, "Cor" será classificado somente para os registros consecutivos em que "Material" é igual, ou seja, para caneta, canetinha e lápis. Então, a classificação completa da base de dados, com "Material" como campo mais externo e "Cor" como campo mais interno é dada por:

QUADRO 6 – LISTA DE MATERIAIS ESCOLARES CLASSIFICADA EM ORDEM ALFABÉTICA, COM O ATRIBUTO "MATERIAL" COMO O CAMPO MAIS EXTERNO E "COR" O CAMPO MAIS INTERNO

Material

Cor

Borracha

Branca

Caneta

Azul

Caneta

Preta

Canetinha

Azul

Canetinha

Vermelha

Cola

Branca

Lápis

Verde

Lápis

Vermelho

Papel

Branco

1.4 OPERADOR E

FONTE: O autor

Um operador (mais precisamente um operador lógico) é uma construção do raciocínio lógico formal que implica em conectar duas “informações” (tecnicamente, proposições) de maneira a fornecer um valor lógico final. Esse valor lógico pode ser Verdadeiro ou Falso. Os operadores lógicos serão apresentados de forma prática,

Os operadores lógicos serão apresentados de forma prática, Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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no Excel, nas Seções 3.5.1, 3.5.4 e 3.5.5, sendo que nesta seção discutiremos apenas o funcionamento lógico dos mesmos.

O Operador E (denominado “conjunção”), especificamente, retorna valor lógico Verdadeiro se, e somente se, ambas as proposições são verdadeiras.

Assumindo V como Verdade e F como Falso, admita que P e Q são duas proposições que só podem ser verdadeiras ou falsas (mas P, por exemplo, não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo). Sendo assim, a Tabela Verdade 1 do operador “e” – usaremos letra minúscula para melhorar a leitura – é dada por.

TABELA 1 – TABELA VERDADE DO OPERADOR “E”.

P

Q

P e Q

V

V

F

F

V

F

V

F

V

F

F

F

FONTE: O autor

Note que a única resposta verdadeira acontece quando ambas as proposições são verdadeiras. Pense na seguinte situação: você é aprovado em uma determinada disciplina se, e somente se, obtém 75% de frequência e média igual ou superior a 7,0. Como o operador “e” exige que ambas as condições sejam satisfeitas, é impossível ser aprovado nesta disciplina obtendo somente um dos dois requisitos, ou seja, a aprovação é Falsa neste caso.

Exemplo 1.3 Admita que as seguintes proposições são verdadeiras:

Excel não é difícil;

Você não tem tempo para estudar;

Você não consegue usar o Excel avançado.

Com base nestas proposições, utilizando o operador “e”, construa:

a) Todas as afirmações verdadeiras, com duas proposições, que podem ser formadas. b) Todas as afirmações falsas, com duas proposições, que podem ser formadas. c) Uma afirmação verdadeira e uma falsa, utilizando as três proposições.

1 Tabela Verdade é um dispositivo lógico que permite analisar o valor lógico de uma expressão a partir de todas as combinações de valores lógicos das proposições envolvidas na expressão.

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valores lógicos das proposições envolvidas na expressão. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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Resolução 1.3 Lembre-se, para que uma proposição composta que se utiliza do operador “e” seja falsa, basta que uma das proposições individuais seja falsa; para ser verdadeira, ambas as proposições precisam ser verdadeiras. Então, tem-se:

a) Afirmações verdadeiras:

Excel não é difícil e você não tem tempo para estudar. Excel não é difícil e você não consegue usar o Excel avançado. Você não tem tempo para estudar e você não consegue usar o Excel avançado.

b) Afirmações falsas:

Excel é difícil e você não tem tempo para estudar. Excel é difícil e você tem tempo para estudar. Excel não é difícil e você consegue usar o Excel avançado. Excel é difícil e você não consegue usar o Excel avançado. Excel é difícil e você consegue usar o Excel avançado. Você não tem tempo para estudar e você consegue usar o Excel avançado. Você tem tempo para estudar e você não consegue usar o Excel avançado. Você tem tempo para estudar e você consegue usar o Excel avançado.

c) Afirmação verdadeira:

Excel não é difícil e você não tem tempo para estudar e você não consegue usar o Excel avançado. Afirmação falsa (existem sete formas distintas para esta composição – apresentaremos apenas uma, o resto é com você!):

Excel é difícil e você tem tempo para estudar e você não consegue usar o Excel avançado.

1.5 OPERADOR OU

O Operador OU (chamado “disjunção”) tem a característica de retornar valor Verdadeiro se, pelo menos, uma das proposições for verdadeira. Note que a definição não impede que ambas sejam verdadeiras simultaneamente, i.e., o Operador OU retorna valor lógico Verdadeiro também no caso em que ambas as proposições são verdadeiras. Sendo assim, a Tabela Verdade do Operador “ou” é dada por.

assim, a Tabela Verdade do Operador “ou” é dada por. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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TABELA 2 – TABELA VERDADE DO OPERADOR “OU”.

P

Q

P ou Q

V

V

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

FONTE: O autor

Pense na seguinte situação: você recebe uma multa de trânsito se dirigir acima da velocidade ou ultrapassar um veículo em faixa contínua. Note que você será multado caso cometa apenas uma das duas infrações, mas também será multado se cometer as duas infrações simultaneamente, ou seja, a multa só será Falsa, neste contexto, se você estritamente não cometer nenhuma das duas infrações.

Exemplo 1.4 Suponha que você e outra pessoa estejam concorrendo a uma vaga de emprego. No dia da entrevista, o recrutador 1 apresenta para ambos as mesmas condições, sendo elas:

C1: Ser pós-graduado (especialista) há pelo menos dois anos;

C2: Conhecer Excel avançado;

C3: Ter horário flexível e carteira nacional de habilitação (“carteira de motorista”).

Após expor estas condições, o recrutador diz: “Nós não contratamos ninguém que não cumpra, pelo menos, um desses requisitos”. Ao término da entrevista, ainda sem saber do resultado, você encontra seu concorrente que, desanimado, lhe diz: “Espero que você passe, pois eu nem posso criar expectativa”. O que você pode concluir a respeito das habilidades de seu concorrente?

Resolução 1.4 Ao utilizar a expressão “Nós não contratamos ninguém que não cumpra, pelo menos, um desses requisitos”, o recrutador, implicitamente, está afirmando que a expressão lógica C1 ou C2 ou C3 deve retornar valor verdadeiro. Se o concorrente afirma que não pode criar expectativa, é porque não atendeu à expressão

do recrutador, ou seja, C1 ou C2 ou C3 retornou valor lógico falso, no caso dele. Como o operador “ou” retorna valor falso somente quando todas as proposições são falsas, você conclui que seu concorrente não atendeu a nenhum dos requisitos, certo? Bem,

em partes

vamos raciocinar:

Você pode afirmar, com certeza, que ele não é pós-graduado (especialista) há pelo menos dois anos, pois se fosse, faria da expressão verdadeira.

1 “Recrutador” é um funcionário, normalmente do setor de Recursos Humanos de uma empresa, cuja atribuição é selecionar (“recrutar”) candidatos para preencher vagas em aberto no quadro funcional da empresa.

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para preencher vagas em aberto no quadro funcional da empresa. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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Você também pode afirmar, com certeza, que ele não conhece Excel avançado (caso contrário, novamente, a expressão seria verdadeira).

Você pode afirmar, com certeza, que ele não tem horário flexível e não possui carteira nacional de habilitação? Não! A questão aqui é que esta condição (C3) é uma proposição composta, construída com base no operador “e”. Sendo assim, para que C3 seja falsa, basta que uma de suas condições individuais seja falsa. Logo, algumas situações são possíveis, mas você não consegue ter certeza de qual é a situação real, com base na informação obtida de seu concorrente. As situações possíveis são: (i) ele não tem horário flexível e não possui carteira nacional de habilitação ou (ii) ele tem horário flexível e não possui carteira nacional de habilitação ou (iii) ele não tem horário flexível e possui carteira nacional de habilitação.

1.6 OPERADOR SE

O Operador SE (tecnicamente chamado de condicional), na verdade, é definido pela expressão “se [algo] então [algo]”. Sendo assim, ele é um teste que verifica se existe condição suficiente para que algo aconteça. Note que condição suficiente é conceitualmente diferente de condição necessária e suficiente, ou seja, algo pode acontecer independente da condição suficiente acontecer. Complexo? Vamos raciocinar

Admita o seguinte cenário lógico: Se chove, então a estrada fica molhada. Admita

que choveu. Neste contexto, podemos concluir que a estrada está molhada, pois chover

é condição suficiente para a estrada ficar molhada (você pode interpretar a expressão

“se chove, então a estrada fica molhada” como sendo equivalente a “sempre que chove

a estrada fica molhada”). Entretanto, se não choveu, você pode inferir que a estrada não está molhada? Obviamente não – um caminhão-pipa pode ter molhado a estrada,

por exemplo! Isso ocorre porque chover não é condição necessária e suficiente para a estrada ficar molhada, apenas suficiente. A situação seria diferente se mudássemos

a afirmação para “a estrada fica molhada se, e somente se, chove”. Agora, chover é condição necessária e suficiente para molhar a estrada.

Sob esta lógica, a única situação em que um condicional é Falso é quando a primeira condição – aqui denominada P (chamada antecedente) - for verdadeira e a segunda condição – aqui denominada Q (chamada consequente) – for falsa, ou seja, a

única situação falsa acontece quando chove e a estrada não fica molhada. Sendo assim,

a Tabela Verdade do operador “se

então

” é dada por:

a Tabela Verdade do operador “se então ” é dada por: Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

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TABELA 3 – TABELA VERDADE DO OPERADOR “SE”.

P

Q

se P então Q

V

V

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

FONTE: O autor

Exemplo 1.5 Se sai a luz, Joana fica com medo. Se Joana fica com medo, Pedro vai na casa de Joana. Segunda-feira saiu a luz e Pedro foi na casa de Joana. Quarta-feira não saiu a luz e Pedro foi na casa de Joana. Com base nisso, é possível afirmar que (somente uma alternativa está correta):

a) Joana estava com medo na quarta-feira.

b) Pedro não poderia ter ido na casa de Joana na quarta-feira.

c) Joana estava com medo na segunda-feira ou na quarta-feira.

d) Pedro foi na casa de Joana na segunda-feira porque faltou luz.

Resolução 1.5 Esta questão pode ser complexa, pois trabalha diretamente com dois condicionais. Antes de comentar cada uma das alternativas, vamos atribuir cada proposição do problema a uma letra (variável proposicional) e, para facilitar ”

a compreensão, vamos utilizar mudar a sintaxe de “se (logicamente, são expressões equivalentes). Temos então:

para “sempre que

L = Sai a luz;

J = Joana fica com medo;

P = Pedro vai na casa de Joana.

Então, podemos transcrever os dois condicionais do enunciado para: “Sempre que L, então J. Sempre que J, então P”. Sabe-se que L é verdadeiro na segunda-feira e falso na quarta-feira. P é verdadeiro em ambos os dias. Vamos às respostas 1 :

a) FALSA. Não é possível, com base nos dados do problema, afirmar isso, pois nenhuma condição necessária ou suficiente para Joana ficar com medo foi satisfeita na quarta- feira. Note que, de acordo com o problema, a única certeza que temos é que L é condição suficiente para J. P não é nem necessário, nem suficiente para J. Logo, só poderíamos afirmar que Joana estava com medo na quarta-feira, se tivesse saído a luz nesta mesma quarta-feira. Quanto a Pedro, ele pode ter ido à casa de Joana por outros motivos.

1 Para entender perfeitamente estas resoluções, estude, entenda e memorize a tabela verdade

do operador “se

então

” (Tabela 3).

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a tabela verdade do operador “se então ” (Tabela 3). Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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a) FALSA. P pode acontecer sem depender nem de J nem de L. A única certeza que temos é que se J acontecer, aí sim P é obrigado a comparecer, ou seja, um condicional com o consequente Verdadeiro (“se [F/V] então V”) é sempre verdadeiro, independentemente do valor do antecedente. Então, conforme afirmado no final do comentário da letra (a), Pedro pode ter ido à casa de Joana por outros motivos em qualquer dia, tendo saído a luz ou não. A única situação em que ele, obrigatoriamente, não pode faltar, é quando Joana está com medo e, conforme questão acima, Joana não estava necessariamente com medo na quarta-feira, deixando Pedro livre para ir, ou não, à sua casa.

b) VERDADEIRA. Aqui temos uma expressão construída com o uso do operador “ou”, presumidamente, Joana estava com medo na segunda-feira ou na quarta- feira. Sabemos, de estudos anteriores, que para que o operador “ou” retorne valor verdadeiro, basta que uma das proposições individuais seja verdadeira. “Joana estava com medo na quarta-feira” é eminentemente falsa, conforme detalhado na resolução da alternativa (a). Entretanto, “Joana estava com medo na segunda-feira” precisa ser verdadeira, uma vez que na segunda-feira saiu a luz, e sempre que sai a luz, Joana fica com medo. Logo, temos uma situação do tipo Verdadeiro ou Falso, o que resulta em valor Verdadeiro, fazendo desta a alternativa correta.

c) FALSA. L não é nem condição necessária nem suficiente para P. Conforme já foi detalhado, no problema em questão, a única condição que obriga P é J (lembre-se:

“Sempre que J, então P”). Tudo bem que Joana estava assustada na segunda, mas mesmo assim não se pode afirmar se foi somente porque faltou luz ou se existiram outros motivos. Esse é o primeiro argumento que falsifica a questão. O segundo argumento é o de que, também conforme supracitado, Pedro pode ir na casa de Joana por qualquer que seja o motivo – inclusive por faltar luz. Todavia, pelas evidências, como podem ser “n” os motivos, não podemos categoricamente atribuir P ao acontecimento de L.

1.7 UTILIZANDO MAIS DE UM OPERADOR

Pense agora na seguinte situação: você está fazendo o curso de Excel avançado e, para valer a pena o esforço despendido, é necessário que você leia atentamente o material e tente fazer todos os exemplos antes de olhar a resolução. Logo, poderíamos reestruturar este cenário lógico da seguinte forma: “se você lê o material e resolve os exemplos então o esforço vale a pena”. Você consegue perceber em que sentido esta expressão difere das utilizadas anteriormente?

Até agora, estudamos apenas expressões com um único operador. A expressão

” e “e”. Poderíamos incrementar um

pouco mais a situação, se pensarmos no seguinte cenário: no curso de Excel avançado

acima é uma “mistura” de operadores “se

então

acima é uma “mistura” de operadores “se então Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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16 EXCEL AVANÇADO

que você está fazendo, para valer a pena o esforço despendido, é necessário que você leia atentamente o material e tente fazer todos os exemplos antes de olhar a resolução. Se você não tem tempo (por exemplo) e prefere pedir auxílio para alguém especialista em Excel, seu esforço também valerá a pena e você também aproveitará bem o curso. Reestruturando este cenário, temos que: “se você lê o material e resolve os exemplos ou pede ajuda para um especialista então o esforço vale a pena”. Agora, temos três operadores lógicos envolvidos. Como se comporta esta expressão? Qual seu valor lógico final, dependendo das proposições individuais?

A melhor maneira de analisar o comportamento de expressões com mais de um

operador é construindo tabelas verdade. Tabelas Verdade são dispositivos pictóricos

nos quais figuram todos os possíveis valores lógicos da expressão com mais de um operador correspondente a todas as possíveis combinações dos valores lógicos das proposições individuais.

A construção de tabelas verdade segue um procedimento muito simples. O único

problema é que estas tabelas ficam com muitas linhas quando o número de proposições individuais for elevado. Por exemplo, se houver cinco proposições individuais, então a tabela verdade terá, obrigatoriamente, 32 linhas. A construção destas tabelas está explicada na seção a seguir.

1.7.1 CONSTRUÇÃO DE TABELAS VERDADE PARA EXPRESSÕES COM MÚLTIPLOS OPERADORES

Para construir tabelas verdade para qualquer expressão lógica, os seguintes passos podem ser utilizados como roteiro:

a) Se a proposição tem “n” letras sentenciais distintas, sua tabela verdade terá 2 n linhas. Nas colunas iniciais coloca-se, no cabeçalho da tabela, as letras sentenciais distintas, e mais uma coluna para a proposição composta.

b) Colocam-se todas as distintas possibilidades de atribuição de valores verdade para as letras sentenciais da proposição composta. O seguinte esquema pode ser adotado:

para a primeira letra sentencial, atribui-se o valor V para a primeira metade das linhas e o valor F para a segunda metade. Para a segunda letra sentencial atribuem-se os valores V para o primeiro quarto das linhas, então valores F para o próximo quarto de linhas, valores V para o terceiro quarto e valores F para os restantes. Prosseguindo neste esquema de subdividir, para a última letra sentencial tem-se alternância de valores V e F de linha a linha.

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tem-se alternância de valores V e F de linha a linha. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

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17

c) Calcula-se a coluna de valores verdade da proposição composta: primeiro os operadores “e” e “ou” (na ordem em que aparecem) para, no final, resolver o “se

” que, neste caso, é chamado de operador principal da expressão. O valor

então

lógico da expressão é o valor lógico resultante deste operador principal.

Exemplo 1.6 Vamos construir a tabela verdade para a expressão composta sugerida nesta seção, ou seja, “se você lê o material e resolve os exemplos ou pede ajuda para um especialista então o esforço vale a pena” (estamos nos referindo à disciplina de Excel avançado).

Resolução 1.6 Primeiramente, vamos atribuir a cada proposição individual da expressão uma letra/variável sentencial. Conforme já fizemos em seções anteriores deste capítulo, este procedimento facilita a manipulação das expressões e dos operadores. Então, temos que:

• L = Você lê o material;

• R = Você resolve os exemplos;

• A = Você pede ajuda a um especialista; • E = Esforço vale a pena.

Então, reescrevendo o problema na sua forma abstrata, temos: “se L e R ou A então E”. Como temos quatro letras sentenciais, a tabela verdade terá 2 4 = 16 linhas (fora o cabeçalho). Seguindo as orientações do passo (b) do algoritmo apresentado na seção 1.7.1, temos a seguinte tabela, inicialmente:

L

R

A

E

se L e R ou A então E

V

V

V

V

 

V

V

V

F

V

V

F

V

V

V

F

F

V

F

V

V

V

F

V

F

V

F

F

V

V

F

F

F

F

V

V

V

F

V

V

F

F

V

F

V

F

V

F

F

F

F

V

V

F

F

V

F

F

F

F

V

F

F

F

F

F F V F F F F V F F F F Copyright © UNIASSELVI 2016.

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18 EXCEL AVANÇADO

então” será o último operador a ser analisado, logo, primeiro devemos

determinar o valor lógico de L e R ou A para cada linha. Para isso, utilizamos a lógica

estudada nas seções anteriores para resolver L e R, obtendo:

O “Se

L

R

A

E

se L e R ou A então E

V

V

V

V

V

V

V

V

F

V

V

V

F

V

V

V

V

F

F

V

V

F

V

V

F

V

F

V

F

F

V

F

F

V

F

V

F

F

F

F

F

V

V

V

F

F

V

V

F

F

F

V

F

V

F

F

V

F

F

F

F

F

V

V

F

F

F

V

F

F

F

F

F

V

F

F

F

F

F

F

Agora, construímos o resultado do operador “ou”, utilizando os resultados prévios do operador “e” e os valores lógicos de A, obtendo:

L

R

A

E

se L e R ou A então E

V

V

V

V

V

V

V

V

V

F

V

V

V

V

F

V

V

V

V

V

F

F

V

V

V

F

V

V

F

V

V

F

V

F

F

V

V

F

F

V

F

F

V

F

F

F

F

F

F

V

V

V

F

V

F

V

V

F

F

V

F

V

F

V

F

F

F

V

F

F

F

F

F

F

V

V

F

V

F

F

V

F

F

V

F

F

F

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F

F

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F

F

F

F

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F F F V F F F F F F F F Copyright © UNIASSELVI 2016.

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está

resolvido (é a coluna em negrito). Usando este valor (passos intermediários podem ser

removidos da tabela) e o valor lógico de E, podemos, finalmente, resolver o operador

“se

Note que o resultado “lado esquerdo” (antecedente) do “se

então

”,

que é o operador principal da expressão, obtendo:

então

L

R

A

E

se L e R ou A então E

V

V

V

V

V

V

V

V

V

F

V

F

V

V

F

V

V

V

V

V

F

F

V

F

V

F

V

V

V

V

V

F

V

F

V

F

V

F

F

V

F

V

V

F

F

F

F

V

F

V

V

V

V

V

F

V

V

F

V

F

F

V

F

V

F

V

F

V

F

F

F

V

F

F

V

V

V

V

F

F

V

F

V

F

F

F

F

V

F

V

F

F

F

F

F

V

Pronto, a tabela verdade está completa! Agora, é possível saber, exatamente, em que condições a expressão “se você lê o material e resolve os exemplos ou pede ajuda para um especialista então o esforço vale a pena” é verdadeira. Obviamente, existem 16 interpretações distintas. Como exemplo, tome a quarta linha da tabela (marcada com um retângulo pontilhado. Esta linha, particularmente, nos diz que se você lê o material (V) e resolve os exemplos (V) ou não pede ajuda para um especialista (F), então o esforço não vale a pena (F). Note que o valor lógico da expressão, como um todo (última coluna, em negrito) é Falso, ou seja, tem algo de errado nesta configuração. Agora, basta interpretar a frase. Não parece estranho que o esforço não valha a pena se você lê o material e resolve os exemplos (independente de pedir, ou não, ajuda de um especialista)? É “estranho sim”, pois contradiz exatamente o que afirmamos no início do problema. Por isso que essa configuração de valores lógicos resulta em uma expressão falsa!

1.12

REFERÊNCIAS

ELMASRI, R.; NAVATHE, S. Sistemas de banco de dados. 4. ed. São Paulo: Pearson,

2005.

GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da computação. Rio de Janeiro: LTC, 1993.

para a ciência da computação . Rio de Janeiro: LTC, 1993. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

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20 EXCEL AVANÇADO

HEUSER, C. A. Projeto de banco de dados. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.

LIPSCHUTZ, S.; LIPSON, M. Matemática Discreta. Porto Alegre: Coleção Schaum, Bookman, 2004.

RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de gerenciamento de banco de dados. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.

ROSEN, K. H. Matemática Discreta e suas Aplicações. São Paulo: McGraw Hill,

2009.

Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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EXCEL AVANÇADO ETAPA 2 FILTRANDO E IMPORTANDO DADOS
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Curso de Excel Avançado Centro Universitário Leonardo da Vinci

Organização Greisse Moser Badalotti

Autor

Paolo Moser

Reitor da UNIASSELVI Prof. Hermínio Kloch

Pró-Reitoria de Ensino de Graduação a Distância Prof.ª Francieli Stano Torres

Pró-Reitor Operacional de Ensino de Graduação a Distância Prof. Hermínio Kloch

Diagramação e Capa Renan Willian Pacheco

Revisão Joice Carneiro Werlang

1.1 INTRODUÇÃO

Olá! Neste capítulo aprenderemos como utilizar o Excel para manipular bases (ou listas) de dados, utilizando ferramentas de filtro, seleção e classificação de registros. Também veremos como importar dados de fontes externas e como criar consultas personalizadas. Para tanto, alguns conceitos são necessários – além de certa familiaridade com os recursos básicos do Excel –, e estes conceitos são definidos a seguir.

Filtrar dados significa selecionar os mesmos de acordo com algum critério de interesse, por exemplo, um valor específico, um intervalo de valores, um ou mais atributos nominais, data etc. É através da filtragem que podemos encontrar as informações que necessitamos, em meio a um universo de milhares de registros. É o caso de selecionar apenas habitantes de Santa Catarina em uma base de dados nacional, por exemplo.

Classificar dados/registros é um conceito que já foi definido na primeira etapa deste material. Relembrando sucintamente: classificar dados significa manipular a ordem em que os mesmos são dispostos na tabela, de forma a obter-se uma estrutura desejada (ordem alfabética, por exemplo). Essa classificação normalmente é dividida em três grandes grupos: texto, numérica ou de data. É o caso de organizar uma lista em ordem alfabética, por exemplo.

Importar dados, no contexto deste material, significa “abrir” bases de dados que não são originalmente nativas do Excel, para poder manipulá-los da mesma forma que um arquivo nativo. Isso quer dizer que os dados não necessariamente foram digitados/ gerados em uma planilha Excel, mas a sua importação permite que novos dados sejam adicionados, removidos e operacionalizados exatamente com as mesmas ferramentas que estão disponíveis para arquivos nativos.

Bons estudos!

2 EXCEL AVANÇADO

1.2 AUTOFILTRO

O autofiltro é a ferramenta básica de filtragem e classificação do Excel. Você pode

acessá-la por meio de vários caminhos distintos (como a maioria das ferramentas do Excel). Entretanto, neste material optamos por demonstrar, para todas as ferramentas

(inclusive as futuras), um único caminho, em prol da simplicidade.

Antes de falarmos da ferramenta em si, temos que tomar o cuidado de organizar corretamente os dados. Essa precaução é fundamental para o bom funcionamento dos filtros. Para tanto, devemos manter os dados sistematizados na forma de tabelas com atributos nas colunas e registros nas linhas. Lembra de quando falamos de banco de dados, no primeiro capítulo? Pois então, é exatamente isso: precisamos dados organizados na forma de um banco tabular, onde a primeira linha contém os cabeçalhos que indicam o significado de cada atributo. Para fins didáticos, consideremos os dados a seguir (Figura 1), que serão utilizados nos exemplos subsequentes. Esses dados (fictícios) referem-se ao cadastro de 10 alunos de uma instituição de Ensino Superior (já registrados em uma planilha do Excel).

FIGURA 1 – CADASTRO (FICTÍCIO) DE ALUNOS DE CURSO SUPERIOR

1 – CADASTRO (FICTÍCIO) DE ALUNOS DE CURSO SUPERIOR FONTE: O autor A ferramenta “Filtro” 1

FONTE: O autor

A ferramenta “Filtro” 1 deve ser aplicada à linha dos cabeçalhos 2 (Linha 1). Para

tanto, posicione o cursor na célula A1 (para referenciar a linha de cabeçalhos) e utilize o menu DADOS. Na seção “Classificar e Filtrar”, clique no botão “Filtro” (conforme Figura 2). Doravante, procedimentos operacionais como este serão descritos pelo seguinte padrão: DADOS >> Classificar e Filtrar > Filtro.

1 “Filtro” e “Autofiltro” são tratados como sinônimo, uma vez que os arquivos de ajuda do Excel chamam a ferramenta de Autofiltro, enquanto a tradução do software ao português optou por denominá-la apenas como Filtro.

2 O atributo “ID” refere-se ao identificador (único) de cada um dos registros da tabela.

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ao identificador (único) de cada um dos registros da tabela. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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FIGURA 2 – FERRAMENTA FILTRO

EXCEL AVANÇADO 3 FIGURA 2 – FERRAMENTA FILTRO FONTE: O autor Agora, olhe para a planilha

FONTE: O autor

Agora, olhe para a planilha do Excel. Note o aparecimento de pequenas setas na linha dos cabeçalhos. Estas setas são menus flutuantes que lhe permitirão filtrar (e classificar) os dados a seu próprio gosto. Por exemplo, suponha que você queira selecionar os registros de todas as alunas que se chamam “Juliana”. Para isso, clique na seta que está sobre o atributo “Nome”, no cabeçalho. No menu que aparece, desabilite a opção “(Selecionar Tudo)” e, em seguida, habilite a opção “Juliana” e clique em OK. Verifique esta configuração (antes de clicar em OK) na Figura 3.

FIGURA 3 – CONFIGURAÇÃO PARA FILTRAR O ATRIBUTO “NOME”, PARA SELECIONAR “JULIANA”

O ATRIBUTO “NOME”, PARA SELECIONAR “JULIANA” FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

FONTE: O autor

“NOME”, PARA SELECIONAR “JULIANA” FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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Pronto, o resultado da aplicação do filtro é uma tabela com duas linhas, apenas (Figura 4). Isto se torna óbvio se você observar que, na planilha original, existem apenas duas Julianas. Duas observações fazem-se necessárias:

a) Os dados que não atendem aos critérios da filtragem estão ocultos. O Excel não exclui (“deleta”) registro algum quando a ferramenta filtro é utilizada. b) Note que o número das linhas que permaneceram na tabela (4 e 6) estão em azul. Isto indica que um filtro está ativado. Acostume-se a observar isto em suas planilhas antes de se desesperar pensando: “Acho que perdi quase todos os meus registros”. 1

FIGURA 4 – RESULTADO DA FILTRAGEM DO ATRIBUTO “NOME”, PARA SELECIONAR “JULIANA”

DO ATRIBUTO “NOME”, PARA SELECIONAR “JULIANA” FONTE: O autor Note que as opções de Classificação

FONTE: O autor

Note que as opções de Classificação também se encontram no menu flutuante da ferramenta “Filtro”. Você se lembra das definições de “campo mais interno” e “campo mais externo” que utilizamos no Capítulo 1? Então, este é um bom momento para botarmos estes conceitos em prática, com o exemplo a seguir. Lembre-se de que campo mais externo é o atributo principal da classificação, enquanto o campo mais interno fica condicionado ao mais externo (vide o Capítulo 1 deste caderno de estudos).

Exemplo 2.1. Utilizando os dados fictícios da Figura 1, suponha que você deseja obter as seguintes informações:

a) O banco de dados completo dos 10 registros, porém classificados de acordo com a ordem alfabética do atributo “Nome”. Considere que o atributo “Sobrenome” também deve estar em ordem alfabética, sempre que possível, mas condicionado à ordem de “Nome”. b) Um relatório dos alunos do sexo Masculino que cursam Matemática.

1 Caso queira desabilitar o filtro, note a existência da opção “Limpar filtro de nome”, no menu flutuante do próprio filtro. Basta utilizar esta opção e os dados originais voltam à planilha.

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utilizar esta opção e os dados originais voltam à planilha. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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Resolução 2.1.

a) Primeiramente, note que, de acordo com as definições do problema, “Nome” é o campo mais externo da classificação, enquanto “Sobrenome” é o campo mais interno. Então, para que a classificação atenda aos requisitos, começamos classificando o campo mais interno, para isso ativamos a ferramenta de filtro, selecionando a célula A1 e procedendo ao caminho DADOS >> Classificar e Filtrar > Filtro. Agora, selecionamos a célula C1 e expandimos o menu flutuante do Filtro. Em seguida, utilizamos a opção “Classificar de A a Z”. Após este procedimento, os dados devem estar configurados conforme a Figura 5.

FIGURA 5 – DADOS CLASSIFICADOS PELO CAMPO “SOBRENOME”, EM ORDEM ALFABÉTICA

PELO CAMPO “SOBRENOME”, EM ORDEM ALFABÉTICA FONTE: O autor Agora, faça o mesmo procedimento para o

FONTE: O autor

Agora, faça o mesmo procedimento para o campo “Nome”. Pronto! Os dados estão classificados, com “Nome” sendo o campo mais externo e “Sobrenome” o campo mais interno. Se tudo ocorreu corretamente, sua configuração deve estar igual à da Figura 6.

sua configuração deve estar igual à da Figura 6. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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FIGURA 6 – DADOS CLASSIFICADOS COM “NOME” SENDO O CAMPO MAIS EXTERNO E “SOBRENOME” O CAMPO MAIS INTERNO

O CAMPO MAIS EXTERNO E “SOBRENOME” O CAMPO MAIS INTERNO FONTE: O autor b) Para obter

FONTE: O autor

b) Para obter um relatório dos alunos do sexo Masculino que cursam Matemática, precisaremos utilizar dois filtros. Esteja ciente também de que a ordem que aplicamos estes filtros não terá influência sobre o resultado final. Optaremos aqui por filtrar primeiramente o atributo “Sexo” para depois filtrar o atributo “Curso”, mas se você inverter a ordem, o resultado é o mesmo. Primeiramente, ative os filtros, conforme o procedimento já explicado. Agora, expanda o menu do filtro do campo “Sexo” e selecione apenas “M” (Masculino). Note que, neste momento, estão sendo exibidos todos os alunos de sexo masculino, independentemente do curso que frequentam. Sem desfazer esta pré-seleção, expanda o filtro do campo “Curso” e selecione apenas “Matemática”. Pronto! Você está diante dos alunos do sexo Masculino e que cursam Matemática. Se tudo ocorreu bem, seu resultado deve ser igual ao apresentado na Figura 7.

FIGURA 7 – RELATÓRIO DOS ALUNOS DO SEXO MASCULINO QUE CURSAM MATEMÁTICA

DOS ALUNOS DO SEXO MASCULINO QUE CURSAM MATEMÁTICA FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

FONTE: O autor

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ALUNOS DO SEXO MASCULINO QUE CURSAM MATEMÁTICA FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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1.3 FILTRO AVANÇADO

O Filtro avançado permite que o usuário faça filtragens com mais condições lógicas do que o autofiltro. Para entender sua utilidade, pense na seguinte situação: usando o banco de dados da Figura 1, suponha que desejamos saber quem são os alunos que têm idade superior a 25 anos e cursam computação ou que estão no quarto semestre ou além. Note que agora temos várias condições. Com o autofiltro, não conseguimos acomodar todas estas condições, simultaneamente.

Para proceder a esta filtragem, utilizaremos o recurso filtro avançado, que pode ser acessado através do caminho DADOS >> Classificar e Filtrar > Avançado, conforme Figura 8.

FIGURA 8 – FERRAMENTA FILTRO AVANÇADO

conforme Figura 8. FIGURA 8 – FERRAMENTA FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Entretanto, antes de usar

FONTE: O autor

Entretanto, antes de usar o filtro avançado, alguns procedimentos auxiliares fazem-se necessários. Como o filtro avançado aceita várias condições simultâneas,

criaremos uma seção da planilha para informar estas condições. A esta seção daremos

o nome de Intervalo de critérios.

Para criação do Intervalo de critérios, copiaremos o cabeçalho do conjunto de

dados original para outra região da planilha. Para fins didáticos, considere que copiamos

o cabeçalho utilizando como célula inicial a célula J1. Então, neste momento, nossa planilha está configurada conforme a Figura 9.

nossa planilha está configurada conforme a Figura 9. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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FIGURA 9 – PREPARAÇÃO DA PLANILHA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO

9 – PREPARAÇÃO DA PLANILHA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Agora, devemos criar

FONTE: O autor

Agora, devemos criar um mapa mental que nos permita assimilar a seguinte estrutura lógica:

a) No intervalo de critérios informaremos as condições a serem interpretadas pelo filtro avançado. b) Para uma mesma linha, as colunas/atributos funcionam como o operador e. c) Linhas diferentes funcionam como o operador ou.

Este é o momento de você revisar o Capítulo 1 deste caderno de estudos para garantir que o funcionamento dos operadores e e ou está bem assimilado. Lembre-se:

o operador e só é verdadeiro quando ambas as condições são verdadeiras, enquanto o operador ou é verdadeiro se, pelo menos, uma das condições for verdadeira (o que não impede que todas sejam verdadeiras simultaneamente).

Agora, voltemos às condições do problema: queremos selecionar os alunos que têm idade superior a 25 anos e cursam computação ou que estão, pelo menos, no quarto semestre. Vamos lançar estas condições no intervalo de critérios.

Na célula N2, digitamos a expressão “>25”, indicando que queremos selecionar apenas os alunos com idade superior a 25 anos. Na mesma linha, na célula O2, digitamos “Computação”. Com essa configuração, estamos informando ao filtro avançado que queremos selecionar os indivíduos que têm idade superior a 25 anos e cursam computação.

Agora, na célula P3, digitamos a expressão “>=4”. Com isso, estamos informando que queremos manter somente os registros cujo semestre é igual ou superior ao quarto, ou seja, os alunos que estão, pelo menos, no quarto semestre. Se você utilizou as mesmas células de referência que usamos neste texto, sua planilha deverá estar configurada conforme a Figura 10.

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sua planilha deverá estar configurada conforme a Figura 10. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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FIGURA 10 – PLANILHA PRONTA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO

9 FIGURA 10 – PLANILHA PRONTA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Note que

FONTE: O autor

Note que com esta configuração estamos expressando exatamente a combinação de condições desejadas: alunos que têm idade superior a 25 anos e cursam computação ou que estão, pelo menos, no quarto semestre.

Agora, selecione a célula A1 1 e siga o caminho DADOS >> Classificar e Filtrar > Avançado. Você deve estar diante da janela que é mostrada na Figura 11.

FIGURA 11 – JANELA DO FILTRO AVANÇADO

na Figura 11. FIGURA 11 – JANELA DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Agora, vejamos as

FONTE: O autor

Agora, vejamos as opções:

a) Filtrar a lista no local: Essa opção faz a seleção na própria tabela de dados, ocultando os itens que não obedecem aos critérios.

1 Não é estritamente necessário selecionar a célula A1 antes de habilitar o filtro automático. Entretanto, selecionar uma célula da tabela a ser filtrada faz com que o Excel detecte automaticamente a área desta tabela, facilitando o processo.

automaticamente a área desta tabela, facilitando o processo. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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10 EXCEL AVANÇADO

b) Copiar para outro local: Permite que você selecione outra planilha, por exemplo, para exibir os resultados da seleção. Assim, o layout da planilha de dados originais não será modificado. c) Intervalo da lista: O intervalo que contém a tabela a ser filtrada. No caso, como havíamos deixado uma célula selecionada desta tabela, o Excel reconhece o intervalo automaticamente, desde que a tabela não tenha linhas e colunas em branco. d)Intervalo de critérios: Intervalo que contém as condições que criamos na parte preparatória do processo. Logo, selecionaremos o intervalo J1:P3. e) Somente valores exclusivos: Seleciona somente um indivíduo, no caso de dois iguais no que diz respeito às condições de filtragem. Como queremos todos os registros, deixaremos esta opção desabilitada.

Ao clicar em OK, a tabela deverá ser filtrada de acordo com os critérios requeridos, ficando com a configuração da Figura 12.

FIGURA 12 – RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO FILTRO AVANÇADO

FIGURA 12 – RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Note que ficamos apenas

FONTE: O autor

Note que ficamos apenas com os registros dos alunos que têm idade superior a 25 anos e cursam computação ou que estão, pelo menos, no quarto semestre (independentemente do curso).

Exemplo 2.2. Para o mesmo cadastro de alunos da Figura 1, filtre apenas os alunos que não cursam Administração ou que têm, no máximo, 25 anos de idade.

Resolução 2.2. Aqui devemos prestar atenção às duas condições impostas pelo problema:

a) Não cursam Administração: Isso significa que o atributo “Curso” deve ser diferente de Administração. b) No máximo 25 anos: Isso significa que o atributo idade deve ter valor menor ou igual a 25.

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que o atributo idade deve ter valor menor ou igual a 25. Copyright © UNIASSELVI 2016.

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A configuração da planilha para o filtro avançado está demonstrada na Figura 13.

FIGURA 13 – PLANILHA PRONTA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO

FIGURA 13 – PLANILHA PRONTA PARA USO DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Após a aplicação

FONTE: O autor

Após a aplicação do filtro avançado, conforme os procedimentos demonstrados na seção, temos o resultado da Figura 14.

FIGURA 14 – RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO FILTRO AVANÇADO

FIGURA 14 – RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO FILTRO AVANÇADO FONTE: O autor Note que o único

FONTE: O autor

Note que o único registro que foi ocultado pelo filtro foi o do aluno “Maicom Aguiar”. Você sabe explicar o porquê? Basta lembrar dos critérios de filtragem: alunos que não cursam Administração ou que têm, no máximo, 25 anos de idade. Note que as condições para o referido aluno falham simultaneamente: ele possui 44 anos de idade (mais do que 25) e cursa Administração (a primeira condição busca alunos que não cursam Administração). Viu como é importante entender o comportamento dos operadores lógicos?

1.4 IMPORTAÇÃO DE ARQUIVOS DO TIPO TEXTO

Nesta seção veremos como “abrir” arquivos de texto (.txt) no ambiente do Excel. Utilizar arquivos .txt para armazenar bases de dados tem algumas vantagens, entre elas:

• Tamanho do arquivo: Arquivos .txt normalmente usam o mínimo possível de espaço de armazenamento, diferente de arquivos .xlsx, que necessitam armazenar mais parâmetros.

de arquivos .xlsx, que necessitam armazenar mais parâmetros. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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12 EXCEL AVANÇADO

• Portabilidade: Arquivos de texto são reconhecidos pela maioria dos sistemas operacionais e, por ser um formato aberto (não proprietário), não necessitam de softwares pagos para sua leitura.

• Versatilidade: Muitos softwares exportam seus relatórios no formato .txt, o que permite uma compatibilidade entre diferentes programas e plataformas.

Entretanto, editar um arquivo .txt normalmente é mais trabalhoso e menos prático do que editar uma planilha no Excel. Então, a importação de arquivo de texto para o Excel representa um ganho operacional nesta manipulação. Outra vantagem é que, após feitas as modificações desejadas, o Excel permite salvar (exportar) os arquivos novamente no formato .txt. Desta forma, não se perdem as vantagens citadas acima.

Para exemplificar o uso das ferramentas de importação, primeiramente vamos criar um arquivo .txt no Bloco de Notas ou editor de texto similar. Neste exemplo, separaremos as colunas por espaços, embora você possa usar outros delimitares, como vírgulas, pontos e tabulações, por exemplo. Tome cuidado para não deixar espaços em variáveis nominais, pois neste caso o Excel entenderá como duas colunas diferentes 1 .

Vamos lá! Abra um editor de texto e crie o arquivo abaixo (Figura 15), salvando-o em um diretório de sua preferência. Estes dados são dados fictícios de uma garagem de automóveis e a primeira linha corresponde ao cabeçalho. Cada linha do arquivo corresponde a um registro. Note que os atributos dos registros estão separados por espaços.

FIGURA 15 – ARQUIVO DE TEXTO CONTENDO O BANCO DE DADOS (FICTÍCIO) DE UMA GARAGEM DE AUTOMÓVEIS

O BANCO DE DADOS (FICTÍCIO) DE UMA GARAGEM DE AUTOMÓVEIS FONTE: O autor 1 É muito

FONTE: O autor

1 É muito comum o uso do sublinhado (underline) para representar espaços em variáveis nominais em arquivos txt. Por exemplo, uma variável chamada “dia da semana” poderia ser escrita como “dia_da_semana”.

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da semana” poderia ser escrita como “dia_da_semana”. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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A ferramenta para importação de arquivos de texto, no Excel, encontra-se no caminho DADOS >> Obter Dados Externos > De texto (Figura 16). Vamos aprender como utilizá-la no Exemplo 2.3.

FIGURA 16 – FERRAMENTA DE IMPORTAÇÃO DE DADOS DE TEXTO

FIGURA 16 – FERRAMENTA DE IMPORTAÇÃO DE DADOS DE TEXTO FONTE: O autor Exemplo 2.3. Importe

FONTE: O autor

Exemplo 2.3. Importe os dados da Figura 15, em formato .txt, no ambiente do

Excel.

Resolução 2.3. Partindo do pressuposto de que você salvou o arquivo com os dados no formato .txt, em um diretório conhecido, processe a ferramenta de importação de texto no Excel, no caminho DADOS >> Obter Dados Externos > De texto. Uma janela se abrirá, onde você deve encontrar o arquivo .txt e clicar em “Importar”. Neste momento, você deve estar diante da seguinte janela (Figura 17):

FIGURA 17 – ASSISTENTE DE IMPORTAÇÃO DE TEXTO

17): FIGURA 17 – ASSISTENTE DE IMPORTAÇÃO DE TEXTO FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016.

FONTE: O autor

17 – ASSISTENTE DE IMPORTAÇÃO DE TEXTO FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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14 EXCEL AVANÇADO

A única alteração que você precisa fazer nesta janela é habilitar a opção “Meus dados possuem cabeçalho”, visto que utilizamos cabeçalhos em nosso arquivo .txt. Clique em “Avançar”. Na tela seguinte, desabilite a opção “Tabulação” (padrão) e habilite a opção “Espaço”, pois separamos as colunas por espaços, no arquivo de texto. Clique em “Avançar” e “Concluir”. Neste momento, o Excel lhe perguntará se você deseja inserir os dados importados na planilha existente ou em uma nova planilha. Neste exemplo, utilizaremos a planilha existente. Neste caso, basta clicar em OK. Pronto, seus dados foram importados (Figura 18) e podem ser manipulados como se tivessem sido nativamente gerados no Excel.

FIGURA 18 – DADOS DE TEXTO IMPORTADOS NO EXCEL

no Excel. FIGURA 18 – DADOS DE TEXTO IMPORTADOS NO EXCEL FONTE: O autor 1.5 IMPORTAÇÃO

FONTE: O autor

1.5 IMPORTAÇÃO DE DADOS DA INTERNET

Importar dados da internet é muito semelhante a importar dados de arquivos de texto, com a diferença de que agora a base de dados não se encontra em seu computador, mas sim na internet. Muitas instituições tornam seus dados disponíveis na rede mundial de computadores (world wide web), e você pode acessá-los diretamente pelo excel, através do caminho DADOS >> Obter Dados Externos > Da Web, conforme Figura 19. Apenas tenha certeza de estar devidamente conectado à Internet.

FIGURA 19 – FERRAMENTADE IMPORTAÇÃO DE DADOS DA WEB

FIGURA 19 – FERRAMENTADE IMPORTAÇÃO DE DADOS DA WEB FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016.

FONTE: O autor

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– FERRAMENTADE IMPORTAÇÃO DE DADOS DA WEB FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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O procedimento é muito semelhante ao da importação de dados de texto, e será explicado no Exemplo 2.4.

Exemplo 2.4. Suponha que você deseja obter dados das ações de maior valor da Bolsa de Valores de São Paulo (IBOVESPA), diretamente deste portal e em tempo real. Como você procederia?

Resolução 2.4. Inicialmente, precisamos saber o endereço da web onde se encontram os dados desejados. Não se preocupe, você pode fazer esta consulta diretamente dentro do ambiente do Excel. Então, proceda ao caminho DADOS >> Obter Dados Externos > Da Web. Um navegador (muito semelhante ao Internet Explorer) aparecerá. Para fins didáticos, forneceremos diretamente o link para o arquivo desejado, mas lembre-se, você pode navegar neste console do mesmo jeito que navegaria no seu browser padrão. Então, digite o endereço <http://pregao-online.bmfbovespa.com.br/> 1 . Utilizaremos aqui figuras para o pregão do dia 19/03/2017. No seu caso, as cotações devem variar, mas o layout provavelmente será parecido. Note a pequena seta amarela que está destacada na Figura 20. Utilizaremos ela para importar os dados das ações com maiores altas, em tempo real.

1 Dependendo da versão e do modelo do site , o Excel pode fornecer o seguinte aviso: “Deseja continuar executando Scripts nesta página?”. Basta clicar em “Sim”. Nenhum dano ou vírus será transferido ao seu computador (desde que o site seja confiável).

ao seu computador (desde que o site seja confiável). Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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FIGURA 20 – BOTÃO DE IMPORTAÇÃO DE DADOS DA WEB, EM TEMPO REAL (DESTACADO) FONTE:
FIGURA 20 – BOTÃO DE IMPORTAÇÃO DE DADOS DA WEB, EM TEMPO REAL (DESTACADO)
FONTE: O autor

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DE DADOS DA WEB, EM TEMPO REAL (DESTACADO) FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

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Agora, basta clicar nesta seta, seguido de “Importar”, escolher a célula ou a planilha onde os dados serão importados e, pronto, você tem os dados à sua disposição para qualquer manipulação, como se eles tivessem sido nativamente inseridos no Excel. Simples, não é? Se tudo ocorreu corretamente, você deve estar diante de uma planilha semelhante à mostrada na Figura 21.

FIGURA 21 – DADOS IMPORTADOS DA INTERNET, NO EXCEL

21. FIGURA 21 – DADOS IMPORTADOS DA INTERNET, NO EXCEL FONTE: O autor 1.6 CRIANDO UMA

FONTE: O autor

1.6 CRIANDO UMA CONSULTA DE DADOS ATRAVÉS DO ASSISTENTE DE CONSULTA

Suponha agora que você possua uma (ou várias) planilha(s) do Excel que é(são) atualizada(s) de tempos em tempos. Chamaremos esta planilha de planilha base. Suponha também que você possua uma planilha que dependa de informações específicas para gerar relatórios em tempo real. Chamaremos esta segunda planilha de planilha de relatório. Como fazer para atualizar os valores na planilha de relatório sem ter que abrir toda vez a planilha base e copiar os valores? O assistente de consulta é uma ferramenta incorporada em um grupo de ferramentas chamado Microsoft Query que permite este tipo de automação 1 . Esta ferramenta pode ser acessada pelo caminho DADOS >>> Obter Dados Externos >>De Outras Fontes > Do Microsoft Query, conforme Figura 22.

1 O Microsoft Query permite também a conexão a outros tipos de bancos de dados, além de planilhas .xlsx.

a outros tipos de bancos de dados, além de planilhas .xlsx. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

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FIGURA 22 – ACESSO AO MICROSOFT QUERY

8 EXCEL AVANÇADO FIGURA 22 – ACESSO AO MICROSOFT QUERY FONTE: O autor Exemplificaremos o uso

FONTE: O autor

Exemplificaremos o uso do Assistente de consulta no Exemplo 2.5.

Exemplo 2.5. Suponha que os dados da Figura 23 representem o catálogo (fictício) de uma livraria, com os respectivos preços. Estes dados são atualizados de acordo com os reajustes dos preços e da chegada de novos títulos. Suponha também que estes dados estão salvos em um local específico e conhecido, e que você deseja gerar relatórios a partir destes dados, em uma nova planilha. Neste relatório, você deseja visualizar os títulos que custam mais do que R$ 100,00. Como você procederia?

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que custam mais do que R$ 100,00. Como você procederia? Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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FIGURA 23 – CADASTRO (FICTÍCIO) DOS TÍTULOS DE UMA LIVRARIA

23 – CADASTRO (FICTÍCIO) DOS TÍTULOS DE UMA LIVRARIA FONTE: O autor Resolução 2.5. Em uma

FONTE: O autor

Resolução 2.5. Em uma nova planilha do Excel, proceda ao caminho DADOS >>> Obter Dados Externos >> De Outras Fontes > Do Microsoft Query. Na janela que aparece, clique em “Excel Files*” e, em seguida, clique em OK. Na janela que aparece, procure o arquivo onde você salvou a planilha base, abrindo-a em seguida. Clique em “Opções” e habilite a opção “Tabelas do sistema” 1 , clicando em OK em seguida. Agora, adicione a tabela desejada, selecionando-a e utilizando o botão . Em seguida, clique em “Avançar”. Agora, programe as condições desejadas, no caso, “preço maior do que R$ 100,00”. Então, você deve estar diante de uma janela com a seguinte configuração (Figura 24).

de uma janela com a seguinte configuração (Figura 24). FIGURA 24 – ASSISTENTE DE CONSULTA CONFIGURADO

FIGURA 24 – ASSISTENTE DE CONSULTA CONFIGURADO PARA SELECIONAR TÍTULOS COM PREÇO SUPERIOR A R$ 100,00

PARA SELECIONAR TÍTULOS COM PREÇO SUPERIOR A R$ 100,00 FONTE: O autor 1 Se esta opção

FONTE: O autor

1 Se esta opção estiver desabilitada, o Excel não consegue acessar as tabelas/planilhas existentes no arquivo .xlsx (elas estão “invisíveis”).

existentes no arquivo .xlsx (elas estão “invisíveis”). Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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Agora, vá até o final do procedimento (através de “Avançar” e “Concluir” – não é necessário alterar nenhum parâmetro) e escolha o lugar para inserir os resultados da consulta. Pronto, você importou os dados da tabela, sem copiar e colar. Se a planilha for atualizada, basta importar novamente e seus dados serão automaticamente atualizados! Se tudo ocorreu de forma correta, você deve estar diante da tabela apresentada na Figura 25. Note a consistência da consulta!

FIGURA 25 – RESULTADO DA CONSULTA POR TÍTULOS COM PREÇO SUPERIOR A R$ 100,00

DA CONSULTA POR TÍTULOS COM PREÇO SUPERIOR A R$ 100,00 FONTE: O autor 1.7 REFERÊNCIAS CINTO,

FONTE: O autor

1.7 REFERÊNCIAS

CINTO, Antonio Fernando; GÓES, Wilson Moraes. Excel Avançado. São Paulo:

Novatec, 2015.

MARTINS, António. Excel aplicado à gestão. Lisboa: Edições Sílabo, 2003.

PERES, Paula. Excel Avançado. Lisboa: Edições Sílabo, 2011.

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Paula. Excel Avançado . Lisboa: Edições Sílabo, 2011. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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EXCEL AVANÇADO ETAPA 3 SUBTOTAIS, OPERADORES DE BUSCA E TROCA E FUNÇÕES DE BANCO DE
EXCEL AVANÇADO ETAPA 3 SUBTOTAIS, OPERADORES DE BUSCA E TROCA E FUNÇÕES DE BANCO DE

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ETAPA 3

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Curso de Excel Avançado Centro Universitário Leonardo da Vinci

Organização Greisse Moser Badalotti

Autor

Paolo Moser

Reitor da UNIASSELVI Prof. Hermínio Kloch

Pró-Reitoria de Ensino de Graduação a Distância Prof.ª Francieli Stano Torres

Pró-Reitor Operacional de Ensino de Graduação a Distância Prof. Hermínio Kloch

Diagramação e Capa Renan Willian Pacheco

Revisão

Harry Wiese

3.1 INTRODUÇÃO

Olá! Neste capítulo daremos continuidade aos nossos estudos de Excel Avançado, fazendo uso de subtotais, operadores de busca e troca e funções de bancos de dados.

As ferramentas apresentadas aqui são de suma importância para que você possa adquirir versatilidade e eficiência no tratamento de dados utilizando o Excel. Elas exigem uma intimidade com os princípios fundamentais dos operadores lógicos que foram explorados no Capítulo 1. Portanto, se você ficou com alguma dúvida, este é o momento de fazer uma breve revisão deste capítulo. Por meio do uso destas ferramentas, você poderá implementar comandos de buscas e operações condicionais, pesquisa por referência e operações com data e hora dinâmicas.

Organizamos o capítulo de forma a apresentar o conceito geral do grupo de funções utilizadas e, em seguida, detalhar cada uma destas funções. Tenha em mente que este é o capítulo mais extenso deste curso, portanto faça/replique todos os exemplos apresentados e tenha certeza de seguir adiante somente quando os conceitos da seção atual estiverem bem assimilados.

Sem mais, mãos à obra: temos um vasto universo de funções a explorar!

3.2 SUBTOTAIS

A função SUBTOTAL pode ser utilizada para realizar operações que envolvem somatórios e contagens sobre um conjunto de células. Com ela é possível calcular, por exemplo, o valor médio de uma determinada coluna. Apesar de existirem funções especiais para isto (como a função SOMA e MÉDIA, por exemplo), o SUBTOTAL oferece mais versatilidade, principalmente quando utilizado concomitantemente com o autofiltro.

]), onde

núm_função refere-se à operação desejada, enquanto os demais parâmetros se referem aos intervalos de dados desejados.

A sintaxe do Subtotal é =SUBTOTAL(núm_função,ref1,[ref2],

O sucesso no uso desta ferramenta baseia-se na escolha adequada do parâmetro

núm_função. A TABELA 3.1 apresenta os códigos relativos às funções desejadas. Explicaremos a função “média” no Exemplo 3.1 (o funcionamento das demais funções

é análogo).

2 EXCEL AVANÇADO

TABELA 3.1 – ARGUMENTOS DA FUNÇÃO SUBTOTAL

Núm_função (inclui valores ocultos)

Núm_função (ignora valores ocultos)

Função

1

101

MÉDIA

2

102

CONTA

CONT.

3

103

VALORES

4

104

MÁXIMO

5

105

MÍNIMO

6

106

MULT

7

107

DESVPAD

8

108

DESVPADP

9

109

SOMA

10

110

VAR

11

111

VARP

FONTE: Disponível em: <http://www.minhasplanilhas.com.br/funcao-subtotal-no- excel/>. Acesso em: 5 maio 2017.

Exemplo 3.1. Considere que os dados da FIGURA 3.1 (fictícios) representam registros de usuários de um site de e-commerce que atua na América do Sul. Suponha que você queira saber a idade média dos brasileiros cadastrados na plataforma.

FIGURA 3.1 – USUÁRIOS (FICTÍCIOS) DE UM SITE DE VENDAS OPERANTE NA AMÉRICA DO SUL

DE UM SITE DE VENDAS OPERANTE NA AMÉRICA DO SUL FONTE: O autor Resolução 3.1. Admitindo

FONTE: O autor

Resolução 3.1. Admitindo que os dados estão nas mesmas células apresentadas na FIGURA 3.1, digite na célula F13 (arbitrária) a seguinte expressão: =SUBTOTAL(101;C:C). Neste caso, o parâmetro 101 indica que o valor a ser calculado é a média, omitindo valores ocultos (vide TABELA 3.1). Neste instante, a célula F13 deve mostrar o valor 38,7. Esta é a média de idade de todos os registros. Agora, habilite o autofiltro na coluna

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de todos os registros. Agora, habilite o autofiltro na coluna Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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3

“Nacionalidade” e selecione apenas o atributo “Brasil”. Pronto: a célula F13 mudou o valor para 31,75, o que corresponde à média de idade dos consumidores brasileiros. Note que, se tivéssemos usado a função MÉDIA, os valores ocultados continuariam contabilizando para o valor da média. Esta é a versatilidade possibilitada pela função SUBTOTAL.

3.3 FUNÇÕES DE PROCURA

A funções de procura permitem obter valores a partir de buscas baseadas em critérios dentro da própria planilha, ou de planilhas externas. Exploraremos cada uma destas funções nas seções que seguem. Para a maioria dos exemplos, utilizaremos os mesmos dados utilizados no Exemplo 3.1 (FIGURA 3.1). Para tanto, esteja certo de que eles estão inseridos exatamente nas células apresentadas aqui, pois as referências das funções dependem disso.

3.3.1 Função PROCV

A função PROCV (“procura vertical”) retorna um atributo de uma coluna

específica, baseado em um valor encontrado em uma coluna de referência.

A sintaxe do comando PROCV é =PROCV(valor_procurado; matriz_

tabela; núm_índice_lin; [procurar_intervalo]). Os argumentos são

autoexplicativos e serão detalhados no Exemplo 3.2.

Chamamos atenção para o campo “procurar intervalo”. Primeiramente, note que este campo é opcional, pois está entre chaves. Sua opção padrão (quando omitido) é FALSO. Se você optar por modificá-lo para VERDADEIRO, a função retorna o valor para o registro mais próximo do pesquisado, caso não exista o valor exato. Esta funcionalidade normalmente não é do interesse do usuário, pois, normalmente, estamos procurando por valores exatos e bem determinados.

Exemplo 3.2. Utilizando a base de dados da FIGURA 3.1, utilize a função PROCV para obter a idade do usuário “Mateus Oliveira”.

Resolução 3.2. Escolha a célula, de acordo com sua necessidade, que receberá a função PROCV. Para este exemplo (e para os exemplos subsequentes, quando possível), utilizaremos por padrão a célula G3. Nesta célula, digite a seguinte função:

=PROCV(A4;A1:C11;3). A4 faz referência ao nome procurado (“Mateus Oliveira”). A1:C11 representa o intervalo onde faremos a procura. Note que o nome procurado deve estar na primeira coluna deste intervalo. Por fim, “3” representa a coluna do intervalo que

Por fim, “3” representa a coluna do intervalo que Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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4 EXCEL AVANÇADO

contém o valor procurado (“Idade”). O argumento opcional “Procurar intervalo” pode ser omitido, pois ele é FALSO, por padrão, coincidindo com nosso objetivo de buscar o valor exato, e não aproximado. Após teclar ENTER, a célula G3 deverá apresentar o valor 25 – a idade de “Mateus Oliveira”.

3.3.2 Função PROCH

A função PROCH (procura horizontal) faz exatamente a mesma coisa que a função PROCV – retorna um atributo específico baseado em um valor de referência –, com a particularidade de que agora os valores são procurados horizontalmente (nas linhas), e não nas colunas.

A sintaxe do PROCH é =PROCV(valor_procurado; matriz_tabela; núm_ índice_lin; [procurar_intervalo]). Os argumentos, bem como o opcional “procurar intervalo”, têm a mesma funcionalidade de seus análogos na função PROCV.

Exemplo 3.3. Suponha que a tabela da FIGURA 3.1 esteja transposta, conforme FIGURA 3.2. Utilize a função PROCH para obter a idade do mesmo usuário “Mateus Oliveira”, do exemplo anterior.

FIGURA 3.2 – USUÁRIOS (FICTÍCIOS) DE UM SITE DE VENDAS OPERANTE NA AMÉRICA DO SUL (TRANSPOSIÇÃO DA TABELA DA FIGURA 3.1).

NA AMÉRICA DO SUL (TRANSPOSIÇÃO DA TABELA DA FIGURA 3.1). FONTE: O autor Resolução 3.3. Na

FONTE: O autor

Resolução 3.3. Na célula B5, digite a seguinte função: =PROCH(D1;A1:K3;3). Os dois primeiros argumentos são idênticos à função PROCV. Quanto ao terceiro argumento (“3”), sua única diferença é que agora ele faz referência à linha onde encontra- se o valor procurado (na função PROCV, esta referência era para a coluna desejada). Novamente, após teclar ENTER, a célula B5 deverá apresentar o valor 25 – a idade de “Mateus Oliveira”.

3.3.3 Função PROC

PROC tem funcionalidade semelhante a funções anteriores PROCV e PROCH, com a diferença de que agora especificamos diretamente o campo de pesquisa e o campo de resultados, sem o uso de índices. A opção “procurar intervalo”, neste caso, é implícita, sendo que, caso não encontrar o valor procurado, a função PROC retorna o resultado para o valor menor mais próximo do valor pesquisado.

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para o valor menor mais próximo do valor pesquisado. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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Esta função naturalmente oferece suporte para aplicações vetoriais ou matriciais. Como utilização direta da função, da mesma forma que as anteriores, exemplificaremos a forma vetorial da função (uma aplicação de função matricial pode ser conferida na Seção 3.3.5, a respeito da função FREQUÊNCIA).

A sintaxe de PROC vetorial é =PROC(valor_procurado; vetor_proc; [vetor_result]). O significado e a configuração de cada um destes parâmetros estão detalhados no Exemplo 3.4.

Exemplo 3.4. Obter a idade do usuário “Mateus Oliveira” da base de dados da FIGURA 3.1, agora utilizando a função PROC.

Resolução 3.4. Na célula G3, digite a seguinte função: =PROC(A4;A2:A11;C2:C11). A4 faz referência ao nome procurado (“Mateus Oliveira”). A1:A11 representa o intervalo onde procuraremos este nome. C2:C11 representa o intervalo que contém o valor procurado (“Idade”). Note que informamos diretamente os intervalos (que não precisam ser adjacentes) e não fizemos uso de índices. Conforme esperado, após teclar ENTER,

a célula G3 deverá apresentar o valor 25 – a idade de “Mateus Oliveira”.

3.3.4 FUNÇÕES ÍNDICE E CORRESP

As funções PROCV, PROCH e PROC resolvem a maioria dos problemas de pesquisa de valores por referência, porém: (i) PROCV procura a referência na primeira coluna da matriz; (ii) PROCH procura a referência na primeira linha da matriz e (iii) PROC exige que a coluna de pesquisa seja explicitada.

Uma combinação das funções ÍNDICE e CORRESP imprime maior versatilidade às opções de procura por referência, com a necessidade de informar um único intervalo que, eventualmente, contenha mais opções de pesquisa.

A sintaxe para esta combinação é dada por =ÍNDICE(matriz; CORRESP(valor_ procurado; matriz_procurada; [tipo_correspondência]); [núm_ coluna]). Muitos parâmetros? Calma, é mais simples do que parece. Optaremos por detalhar cada passo desta construção no Exemplo 3.5, para não confundir argumentos como “matriz” e “matriz_procurada”. Olhando para uma base de dados, tudo fica mais claro!

Exemplo 3.5. Utilizando as funções ÍNDICE e CORRESP combinadas, obtenha

a idade do usuário uruguaio da FIGURA 3.1.

obtenha a idade do usuário uruguaio da FIGURA 3.1. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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6 EXCEL AVANÇADO

Resolução 3.5. Na célula G3, digite a seguinte função: =ÍNDICE(A1:C11; CORRESP(B3; B1:B11;0); 3). A1:C11 representa o intervalo onde ocorrerá a pesquisa. B3 indica o nome ao qual associaremos a pesquisa (“Uruguai”). B1:B11 é o intervalo que contém o nome pesquisado. O parâmetro “0” indica que queremos a correspondência exata ao nome procurado (normalmente, esta é a opção desejada – outras opções podem ser consultadas na página de ajuda (help) do Excel). Enfim, “3” representa a coluna do intervalo A1:C11 que contém o valor final, procurado (“Idade”). Note que, com esta construção, não nos limitamos a utilizar como referência de pesquisa valores na coluna mais à esquerda do intervalo – utilizamos a coluna do meio (“Nacionalidade”). Isto é muito versátil, principalmente se tivéssemos várias colunas no mesmo intervalo e pretendêssemos realizar múltiplas buscas. Após teclar ENTER, a célula G3 deverá apresentar o valor 24 – a idade associada à nacionalidade “Uruguai”.

3.3.5 FUNÇÃO FREQUÊNCIA

Suponha agora que queremos contar o número de ocorrências de um atributo quantitativo (por exemplo, o atributo “Idade”) dentro de uma faixa de valores (por exemplo, “Quantos indivíduos têm de 20 a 30 anos?”. A função para isto chama-se FREQUÊNCIA. A sintaxe desta função é =FREQUÊNCIA(matriz_dados; matriz_bin). Por “matriz_dados”, entendem-se os dados a serem pesquisados e contabilizados. Por “matriz_bin”, entendem-se os limites superiores das classes a serem criadas (no caso de 20 a 30, o limite superior é 30). Note que o limite superior é incluído na classe. Esta ferramenta requer uso matricial de funções. Na forma matricial, uma função é aplicada a um conjunto de células predefinidas, ou seja, o processamento é realizado levando em consideração as células adjacentes. Para tanto, ao invés de confirmar o cálculo da função simplesmente com a tecla ENTER, devemos usar a combinação CTRL+SHIFT+ENTER. Acompanhe o Exemplo 3.6 para entender o funcionamento matricial da função FREQUÊNCIA.

Exemplo 3.6. Suponha que desejamos uma contagem dos usuários listados na FIGURA 3.1, segundo sua faixa de idade. Utilize a função FREQUÊNCIA para obter este relatório, utilizando classes com amplitude de 10 anos.

Resolução 3.6. Primeiramente, preparamos manualmente as classes de idades nas quais serão agrupados os usuários. Para tanto, devemos tomar o cuidado de garantir que os valores mínimo e máximo dos dados estejam inclusos nestas classes. Como desejamos utilizar classes com amplitude de 10 anos e a menor idade é 18 e a maior idade é 57. Uma configuração de classes possível é apresentada na FIGURA 3.3.

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de classes possível é apresentada na FIGURA 3.3. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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FIGURA 3.3 – INTERVALOS DE CLASSE PARA UTILIZAÇÃO DA FUNÇÃO FREQUÊNCIA, COM BASE NOS DADOS DA FIGURA 3.1.

DA FUNÇÃO FREQUÊNCIA, COM BASE NOS DADOS DA FIGURA 3.1. FONTE: O autor Agora, utilizaremos a

FONTE: O autor

Agora, utilizaremos a função FREQUÊNCIA, na sua forma matricial. Para isto, selecionamos o intervalo I3:I7. Agora, digite na linha de fórmulas a seguinte expressão:

=FREQUÊNCIA(C1:C11;H3:H7). C1:C11 indica o intervalo onde estão os dados a serem agrupados. H3:H7 é o intervalo com os limites superiores das classes (lembre- se de que estes serão inclusos na respectiva classe). Agora, você deve aplicar a forma matricial desta função, por meio de CTRL+SHIFT+ENTER. Isto faz com que a função seja aplicada a todas as células de forma conjunta (matricial), para que haja distinção entre as classes (note que ela ficou escrita entre chaves – {}). Pronto, o intervalo H3:H7 deve ter sido preenchido com os valores 1, 2, 2, 2 e 3. Estes valores são o número de ocorrências de usuários em cada uma das cinco classes de idade criadas.

3.3.6 Função INDIRETO

A função INDIRETO permite retornar o conteúdo de uma determinada célula

fazendo referência direta a esta célula (através de seu “endereço”). Por exemplo, imagine que você queira fazer referência constante à célula A2, que contém seu nome; INDIRETO permite que você explicitamente aponte para esta célula a partir da própria expressão A2. A vantagem disto é o dinamismo. A célula a ser pesquisada pode estar registrada em outra posição da planilha, de modo que você pode modificar esta pesquisa de acordo com sua própria necessidade.

A sintaxe do comando INDIRETO é muito simples, dada por =INDIRETO(texto_

ref; [a1]). Os parâmetros são os seguintes: “texto_ref” refere-se a uma célula que contém o endereço da célula a ser pesquisada; “a1” (opcional – padrão VERDADEIRO) indica se a referência está na forma A1 ou L1C1 (linha 1, coluna 1 – muito utilizada em programação de macros). Para aplicações gerais, não há necessidade de modificar o parâmetro [a1].

gerais, não há necessidade de modificar o parâmetro [a1]. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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Exemplo 3.7. Suponha que você deseja obter o primeiro nome da lista de usuários da FIGURA 3.1. Utilize a função INDIRETO para solucionar esta necessidade.

Resolução 3.7. Esta função é muito simples. Basta digitar na célula G3 a seguinte expressão =INDIRETO(“A2”). A2 representa a célula da qual desejamos obter o valor. Note que ela está entre aspas porque o Excel entende este campo como um texto, e textos sempre são informados entre aspas. Após ENTER, a célula G3 deve apresentar o valor “João da Silva”.

3.4 Funções encadeadas

Funções encadeadas são simplesmente funções “dentro” de outras funções, ou seja, funções sendo usadas como argumentos de outras. Por exemplo, pense que você deseja sair de casa e não sabe se deve levar guarda-chuva. Antes de olhar fora da janela, você pensa: “SE estiver escuro E úmido, ENTÃO levarei o guarda-chuva”. Pronto, seu cérebro acabou de encadear a função E na função SE. Simples, não é? Note que já fizemos uso de encadeamento na Seção 3.3.4. Lá, encadeamos a função CORRESP na função ÍNDICE.

Nesta seção, veremos como o encadeamento pode ser útil quando lidamos com operadores lógicos como condicionais, conjunções e disjunções.

3.4.1 Função E

A função E implementa o funcionamento do operador lógico homônimo estudado no primeiro capítulo deste curso. Ela recebe um (ou mais) argumento e retorna um valor chamado booleano 1 , isto é, Verdadeiro ou Falso. A sintaxe deste operador é dada por =E(lógico1; [lógico2];

Os argumentos “lógico” são muito versáteis, permitindo comparações e cálculos de expressões matemáticas. Conforme já estudado, a função E retornará valor Verdadeiro quando todas as expressões lógicas avaliadas forem verdadeiras. Apesar de que sua utilidade é potencializada com seu uso encadeado na função SE, o exemplo a seguir apresenta uma abordagem simplista/inicial, da função E.

Exemplo 3.8. Para os dados da FIGURA 3.1, suponha que você deseja saber quais usuários são brasileiros E têm mais de 30 anos. Utilize a função E para isso.

1 Esta variável recebe este nome em homenagem ao lógico/matemático George Boole (Inglaterra,

1815-1864).

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ao lógico/matemático George Boole (Inglaterra, 1815-1864). Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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Resolução 3.8. Criaremos um novo campo, na coluna D (você pode dar o título que quiser para este campo – aqui, chamaremos simplesmente de “Operador E”). Na célula D2, criaremos a condição desejada, através da expressão =E(B2="Brasil"; C2>30). Os parâmetros são autoexplicativos, não é mesmo? Estamos buscando pelos registros cujos usuários são brasileiros E têm mais de 30 anos (B2 e C2 representam a “Nacionalidade” e a “Idade”, respectivamente). Clique em Enter e, em seguida, arraste a fórmula até a última linha do intervalo (célula D11). Pronto: as células D2 e D8 devem estar com o atributo “VERDADEIRO”, as demais, “FALSO”. Note que são exatamente estes registros que atendem aos critérios pesquisados. Note também que “Mateus Oliveira” recebeu atributo FALSO (D4). Isso porque apenas um dos critérios foi atendido (ser brasileiro), mas o operador E exige que ambos os critérios sejam simultaneamente verdadeiros.

3.4.2 Função OU

Analogamente à função E, a função OU implementa o funcionamento do operador lógico homônimo estudado no primeiro capítulo deste curso. Ela também recebe um (ou mais) argumento e retorna um Verdadeiro ou Falso. A sintaxe deste operador é dada por =OU(lógico1; [lógico2];

A função OU retorna valor Verdadeiro quando ao menos uma das expressões lógicas avaliadas for verdadeira. Isto inclui a situação extrema em que todas as expressões são verdadeiras simultaneamente. Assim como a função E, sua utilidade é potencializada com seu uso encadeado na função SE, mas seu funcionamento simplificado é apresentado no exemplo que segue.

Exemplo 3.8. Para os dados da FIGURA 3.1, suponha que você deseja saber quais usuários são argentinos OU têm menos de 25 anos. Utilize a função OU para isso.

Resolução 3.8. Fazemos exatamente o mesmo procedimento do Exemplo 3.7 (anterior), com a diferença de que agora substituímos a função pela seguinte expressão =OU(B2="Argentina";C2<25). Expanda novamente a função até a célula D11 e pronto: quatro valores atenderam ao seu critério de pesquisa. Note que o número de resultados VERDADEIRO é maior do que para a função E. Apesar disto depender diretamente do conjunto de dados, este resultado é esperado, pois a função OU é mais flexível, aceitando que apenas uma das condições seja verdadeira para atribuir valor lógico VERDADEIRO ao registro.

verdadeira para atribuir valor lógico VERDADEIRO ao registro. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos reservados.

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3.4.3 Função SE

então”,

também explorada conceitualmente no primeiro capítulo deste material. O SE recebe como argumento uma condição a ser testada; se esta condição retornar valor Verdadeiro, então o SE retornará um valor determinado; caso contrário, outro valor será retornado. Complexo? Vamos raciocinar

Esta função implementa o comportamento lógico do operador “se

Suponha que você deseja fazer uma consulta em uma base de dados de uma escola. Suponha também que esta base de dados tenha duas colunas (atributos), a saber: frequência percentual e média geral. Os registros (linhas) correspondem às informações dos diversos alunos matriculados nesta escola. Agora, imagine que a direção da escola gostaria de oferecer um prêmio aos alunos com frequência superior a 90% e média geral superior a 9,5, e para isso necessita obter um relatório com os alunos contemplados. Neste caso, a direção poderia criar uma terceira coluna nesta tabela com o cabeçalho “CONTEMPLADO”, por exemplo. Esta coluna recebe “sim” ou “não”. Agora, basta testar os atributos das duas primeiras colunas simultaneamente e aferir o resultado. A lógica deste teste é: “Se frequência percentual for maior do que 90% e média geral for superior a 9,5, então atribuir ‘sim’ ao aluno, senão atribuir ‘não’ (na coluna CONTEMPLADO)”. Simples, não?

No exemplo acima você pode perceber o potencial da função SE quando utilizada conjuntamente com as funções E e OU 2 . Para implementar SE no Excel, utilizamos a seguinte sintaxe: =SE(teste_lógico; [valor_se_verdadeiro]; [valor_se _falso]). Os argumentos da função são autoexplicativos, mas serão detalhados minuciosamente no Exemplo 3.9, a seguir.

Exemplo 3.9. Suponha agora que a empresa que gerencia os dados da FIGURA 3.1 oferece seus serviços apenas para brasileiros maiores de 30 anos. Você deseja obter um relatório onde os registros que obedecem a estas condições estão listados como “APROVADO” e os demais como “REPROVADO”. Utilize a função SE e o operador lógico necessário para esta tarefa.

Resolução 3.9. Após os mesmos procedimentos iniciais dos exemplos anteriores, substitua a função pela seguinte expressão =SE(E(B2="Brasil"; C2>30);"APROVADO";"REPROVADO"). Expanda a função até a célula D11. Pronto, agora as células D2 e D8 devem estar marcadas como “APROVADO”, enquanto as demais devem estar marcadas como “REPROVADO”.

2 No caso do exemplo anterior, foi utilizada apenas a função E encadeada na função SE. O encadeamento da função OU é análogo.

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na função SE. O encadeamento da função OU é análogo. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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3.4.4 Função SOMASE

Conforme a sintaxe sugere, a função SOMASE é um encadeamento nativo do Excel para as funções SOMA e SE. Ela permite somar valores em um intervalo a partir do atendimento de um determinado critério. Por exemplo, imagine que você tenha em mãos uma planilha com valores que variam de 0 a 100. Agora, suponha que você queira somar somente os valores maiores do que 70. Este é um caso típico do uso da função SOMASE: ela só contabilizará como parcela, na soma, os valores que atenderem ao critério “ser maior do que 70”.

A sintaxe do SOMASE é dada por =SOMASE(intervalo; critérios; [intervalo_soma]). Os dois primeiros argumentos são autoexplicativos. O último argumento (opcional) “intervalo_soma” refere-se ao intervalo real a ser somado; caso omitido, o Excel considera-o igual ao argumento “intervalo”. Na maioria dos casos, este último argumento é desnecessário.

Exemplo 3.10. Agora, suponha que você deseja somar as idades de todos os argentinos presentes na FIGURA 3.1. Utilize a função SOMASE para isso.

Resolução 3.10. Na célula G3, digite a seguinte expressão: =SOMASE(B1:B11; "Argentina";C1:C11). B1:B11 é o intervalo onde procuraremos o critério desejado (“Argentina”). C1:C11 é o intervalo onde procuraremos os valores a serem somados (“Idades”). Após ENTER, a célula G3 deve apresentar o valor 84 (38+46).

3.4.5 Função CONT.SE

Suponha agora que você esteja diante da mesma planilha com valores entre 0 e 100, que havíamos hipotetizado para exemplificar a função SOMASE, na seção anterior. Suponha também que, agora, ao invés de somar, você deseja contar o número de ocorrências com valor maior do que 70. A função CONT.SE faz exatamente isto:

Contabiliza apenas os registros que atendem a um critério especificado. Neste contexto, ela é um encadeamento nativo do Excel para as funções CONT.NÚM e SE.

A sintaxe do CONT.SE é muito simples e objetiva: =CONT.SE(intervalo; critérios), e sua aplicação está exemplificada a seguir.

Exemplo 3.11. Deseja-se saber quantos colombianos estão cadastrados na base de dados da FIGURA 3.1. Vamos obter esta contagem por meio da função CONT.SE.

3.1. Vamos obter esta contagem por meio da função CONT.SE. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os

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Resolução 3.11. Na célula G3, digite a seguinte expressão: =CONT.SE(B1:B11; "Colômbia"). B1:B11 é o intervalo onde procuraremos o critério desejado (“Colômbia”). Após ENTER, a célula G3 deve apresentar o valor 2, indicando que existem dois colombianos no intervalo pesquisado.

3.4.6 Função SEERRO

Esta função é mais uma implementação da função SE, que permite a automatização daquilo que os programadores chamam de “tratamento de exceção”. Uma exceção, neste caso, é um erro devido a uma impossibilidade lógica. Por exemplo, imagine que você está dividindo, um a um, os valores da coluna A pelos valores da coluna B. Suponha também que alguns valores/registros em B sejam iguais a zero, o que impossibilitará a divisão. Se você não estabelecer nenhuma condição, o Excel retornará #DIV/0 (erro por divisão por zero). Entretanto, eventualmente, gostaríamos de uma mensagem personalizada, do tipo “Valor da coluna B ausente”. É neste contexto que SEERRO se insere – retornando uma mensagem pré-especificada pelo usuário.

A sintaxe da função é =SEERRO(valor; valor_se_erro), onde “valor” pode ser a expressão ser avaliada e “valor_se_erro” a mensagem (ou valor) a ser retornado, caso “valor” ocasione um erro. Acompanhe o exemplo a seguir.

Exemplo 3.12. Considere que os dados abaixo (FIGURA 3.4) referem-se ao número de horas trabalhadas de diversos funcionários da empresa X. A terceira coluna traz o valor da hora trabalhada de cada funcionário (presumidamente, de acordo com sua função). Suponha que você deseja obter o valor a ser pago para cada um dos funcionários, de acordo com estes dados. Como você faria isso, tomando o cuidado de que a planilha foi preenchida pelo pessoal do Recursos Humanos da empresa e pode estar suscetível às falhas humanas?

FIGURA 3.4 – RELAÇÃO DE HORAS TRABALHADAS E VALOR/HORA DO FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA X (FICTÍCIA)

E VALOR/HORA DO FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA X (FICTÍCIA) FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos

FONTE: O autor

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DO FUNCIONÁRIOS DA EMPRESA X (FICTÍCIA) FONTE: O autor Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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Resolução 3.12. Criaremos uma nova coluna (D), que chamaremos de “Salário”. Para saber quanto cada funcionário deverá receber, precisamos multiplicar o número de horas trabalhadas pelo valor monetário da hora. Note que a célula C5 tem um dado faltante, o que ocasionará um erro na multiplicação. Para tanto, na célula D2, digite a seguinte expressão: =SEERRO(B2*C2;"Dados Faltantes"). Em uma “tradução livre”, esta expressão “diz” para o Excel: “Se a multiplicação de B2 por C2 for possível, retorne este valor, caso contrário, informe “Dados Faltantes”. Expanda a fórmula até a célula D6. Note que a célula D5 apresentou a informação “Dados Faltantes”, enquanto as demais apresentaram o resultado da multiplicação Horas x Valor. Desta forma, fica fácil encontrar erros no preenchimento da planilha.

3.4.7 Função SOMARPRODUTO

A função SOMARPRODUTO corresponde ao encadeamento da função PRODUTO

na função SOMA. Ela funciona da seguinte maneira: fornece-se duas (ou mais) colunas de uma matriz à função; esta multiplica os valores pareados (que estão na mesma linha) e, ao final, retorna a soma dos resultados destas multiplicações.

A sintaxe do SOMARPRODUTO é =SOMARPRODUTO(matriz1; [matriz2];

correspondem aos intervalos que

contêm colunas a serem multiplicadas e somadas. Se houver valores faltantes ou “não- interpretáveis” (letras, por exemplo), a função negligenciará essa linha no processo de soma, ou seja, será atribuído o valor zero ao produto desta linha.

[matriz3];

), onde as matrizes (1,2,3

)

Exemplo 3.13. Considere os mesmos dados da FIGURA 3.4, mas substitua o valor faltante, na célula C5, por R$ 15,00. Suponha agora que você deseja saber qual o total a ser pago aos funcionários, de acordo com o valor da hora e as horas trabalhadas apresentadas. Lembre-se de que, para isto, você deve primeiramente ponderar o número de horas trabalhadas pelo seu respectivo valor monetário, de acordo com cada funcionário.

Resolução 3.13. Poderíamos primeiramente criar uma coluna com a multiplicação Horas x Valor, e depois somá-la. Entretanto, vamos omitir este passo com a função SOMARPRODUTO. Na célula G3, digite a expressão: =SOMARPRODUTO(B2:B6;C2:C6). Os intervalos representam os valores a serem multiplicados antes da soma – Hora e valor, respectivamente). Após ENTER, a célula G3 deverá apresentar o valor 5080. Isso quer dizer que o total que a empresa gastará com a folha de pagamento dos funcionários será R$ 5080,00, de acordo com os dados informados.

será R$ 5080,00, de acordo com os dados informados. Copyright © UNIASSELVI 2016. Todos os direitos

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3.5 FORMULÁRIOS

A ferramenta “Formulários” tem como objetivo facilitar a entrada de dados em uma planilha por meio de uma caixa de diálogo amigável e automatizada. Para utilizar esta ferramenta, aconselhamos primeiramente habilitar o acesso rápido a ela. Para tanto, adote o procedimento a seguir.

Na barra de ferramentas de acesso rápido, clique na seta para baixo e, em seguida,

acesse a opção “Mais comandos

”,

conforme explicitado na FIGURA 3.5.

FIGURA 3.5 – OPÇÃO “MAIS COMANDOS RÁPIDO DO EXCEL

NA BARRA DE FERRAMENTAS DE ACESSO

RÁPIDO DO EXCEL ” NA BARRA DE FERRAMENTAS DE ACESSO FONTE: O autor Em seguida, mude

FONTE: O autor

Em seguida, mude o campo “Escolher comandos em” para a opção “Todos os

e, em seguida, clique em “Adicionar”,

comandos”. Localize o comando “Formulário seguido de OK, conforme a FIGURA 3.6.

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