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RESULTADOS E DISCUSSÕES

Inicialmente verificou-se o valor do comprimento de onda em que a absorvância é


máxima para o permanganato de potássio 0,01 M em diferentes volumes, tendo-se obtido
os seguintes dados:
Volume(0,5 mL) Volume(0,75mL) Volume(1,00mL)
C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância
524 0,219 524 0,340 524 0,451
524,5 0,219 524,5 0,342 524,5 0,453
525 0,220 525 0,343 525 0,454
525,5 0,220 525,5 0,343 525,5 0,454
526 0,219 526 0,343 526 0,453
526,5 0,219 526,5 0,342 526,5 0,452
527 0,218 527 0,340 527 0,450
Tabela-1: Relação Cdo vs absorvância para o permanganato de potássio
Analogamente para o dicromato de potássio:

Volume(0,5 mL) Volume(0,75mL) Volume(1,00mL)


C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância C.d.o(ʎ(nm)) Absorvância
256,0 0,461 254,5 0,758 256,0 0,873
266,5 0,461 255,0 0,759 256,5 0,873
257,0 0,461 255,5 0,762 257,0 0,873
257,5 0,461 256,0 0,763 257,5 0,873
258,0 0,461 256,5 0,763 258,0 0,873
258,5 0,460 257,0 0,762 258,5 0,872
260,0 0,460 257,5 0,762 259,0 0,870
Tabela-2: Relação Cdo vs absorvância para o dicromato de potássio

Após a obtenção dos valores do Cdo máximo para cada uma das quantidades em volume
utilizados tanto para o permanganato de potássio, quanto para o dicromato, calculou-se
as respectivas concentrações. Os resultados apresentam-se seguir:

1. Permanganato de potássio

Volume Concentração Cdo máx


Nº Absorvância
(mL) (mol/L) (nm)
1 0,5 0,0001 0,220 525,5
2 0,75 0,00015 0,343 525,5
3 1,00 0,0002 0,454 525,5
Tabela 3. Dados experimentais do permanganato de potássio KMnO4.

Com os valores das concentrações e as respectivas absorvâncias, verificou-se a lei de Beer


através da construção de um gráfico que relaciona as duas grandezas, que pela lei de beer
espera-se que sejam directamente proporcionais, como verifica-se na figura abaixo:
Absorvância vs concentração

0.5
y = 2340x - 0.012
0.4 R² = 0.9991
Absorvância
0.3

0.2

0.1

0
0 0.00005 0.0001 0.00015 0.0002 0.00025
Concentração

Figura 1. Absorvância em função da concentração.

Onde o valor do declive (m = 2340) representa a absortividade. O valor do coeficiente de


correlação ajuste linear (R² = 0,9991 ), permite constatar que existe de facto relação de
proporcionalidade entre a absorvância e a concentração, ou, seja, quanto maior a
concentração, maior a quantidade de energia radiante absorvida, pois apesar de R² não
ser exactamente 1, o valor obtido é extremamente próximo de 1, o que pressupôe dizer
que de facto existe essa relação de proporcionalidade.

2. Dicromato de potássio

Nº Volume (mL) Concentração Absorvância Cdo máx


1 0,5 0,0001 0,461 275,5
2 0,75 0,00015 0,763 256,0
3 1,00 0,0002 0,873 257,5
Tabela 1. Dados experimentais do dicromato de potássio K2Cr2O7.

Analogamente ao que se fez, para o permanganato de potássio, verificou-se para o


dicromato de potássio a li de beer, como se ilustra na figura a baixo:

Absorvância vs concentração

1
y = 4120x + 0.081
0.8 R² = 0.9325
Absorvância

0.6

0.4

0.2

0
0 0.00005 0.0001 0.00015 0.0002 0.00025
Concentração

Figura 2. Absorvância em função da concentração.


O valor do do coeficiente de correlação (R² = 0,9325) que apesar de ser menor ao anterior,
também é muito próximo a 1 (um) indicando portanto um ajuste muito forte. O declive
(m= 4120)

MISTURAS DE K2Cr2O7 e KMnO4


Inicialmente misturou-se a maior concentração do permanganato e a menor de
dicromato, ou seja, na proporção de 0,5 para 1 mL respectivamente. Os resultados
obtidos para a leitura das absorvância apresentam-se na tabela a seguir:

Nº Volume (mL) Absorvância Cdo máx


1 20 0,222 525,5
2 20 0,0,317 257,5
Tabela3. Dados experimentais da misturas dos números 1 e 3.

Analogamente para o segundo caso, utilizou-se a maior concentração do dicromato e a


menor do permanganato, ou seja, na proporção de 0,5 para 1 mL respectivamente. Os
resultados obtidos para a leitura das absorvância apresentam-se na tabela a seguir:
Nº Volume (mL) Absorvância Cdo máx
1 20 0,108 525,5
2 20 0,480 257,5
Tabela 4. Dados experimentais da misturas dos números 3 e 1.

As concentrações na mistura foram obtidos mediante os cálculos que se aprensentam a


seguir, considerando a propriedade aditiva da absorvância e com a utilização dos valores
das absortividades obtidos pelos gráficos representados acima, tem-se:

𝑨𝟐𝟓𝟕,𝟖 = 𝑨𝑲𝟐 𝑪𝒓𝟐 𝑶𝟕, 𝟐𝟓𝟕,𝟓 + 𝑨𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒, 𝟐𝟓𝟕,𝟓


𝑨𝟓𝟐𝟓 = 𝑨𝑲𝟐 𝑪𝒓𝟐 𝑶𝟕,𝟓𝟐𝟓 + 𝑨𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒, 𝟓𝟐𝟓
Partindo da lei de Beer: A=Ɛ𝑏𝐶𝑛 , com b=1cm e Ɛ = 𝑑𝑒𝑐𝑙𝑖𝑣𝑒 para os dois compostos:
𝟎, 𝟒𝟎𝟐 = 𝟒𝟎𝟗𝟎𝟎𝑪𝑲𝟐 𝑪𝒓𝟐 𝑶𝟕, 𝟐𝟓𝟕,𝟓 + Ɛ𝟏 𝑪𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒, 𝟐𝟓𝟕,𝟓
𝟎, 𝟏𝟐𝟔 = Ɛ𝟐 𝑪𝑲𝟐 𝑪𝒓𝟐 𝑶𝟕, 𝟓𝟐𝟓 + 𝟐𝟒𝟏𝟎𝟎𝑪𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒, 𝟓𝟐𝟓
Considerando na primeira equação a expressão do permanganato igual a zero, pois ele
naquele comprimento de onda é mínimo, e na segunda a do dicromato de potássio igual
a zero, por mesmo motivo, obteremos as concentrações nos seus comprimentos de ondas
correspondentes:

𝑪𝑲𝟐 𝑪𝒓𝟐 𝑶𝟕, 𝟐𝟓𝟕,𝟓 = 𝟗, 𝟖𝟐𝟖𝟖𝟓𝟎𝟖𝟓𝟔. 𝟏𝟎−𝟔 𝒎𝒐𝒍⁄𝒍 ≅ 𝟗, 𝟖𝟐𝟗. 𝟏𝟎−𝟔 𝒎𝒐𝒍⁄𝒍
𝑪𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒, 𝟓𝟐𝟓 = 𝟓, 𝟐𝟐𝟖𝟐𝟏𝟓𝟕𝟔𝟖. 𝟏𝟎−𝟔 𝒎𝒐𝒍⁄𝒍 ≅ 𝟓, 𝟐𝟐𝟖. 𝟏𝟎−𝟔 𝒎𝒐𝒍⁄𝒍

Absortividade
Absortividade Concentração Concentração
Compostos média Erro% Erro%
(L/cm.mol) (mol/l) média (mol/l)
(L/cm.mol)
K2Cr2O7 40900 44922 8,953 9,829. 10−6 1,500.10-5 34,474
KMnO4 24100 23711 1,64 5,228. 10−6 1,500.10-5 65,145
Tabela 5- Valores da absortividade e concentrações obtidas e médias da literatura,
erros.

Através da tabela apresentada acima é possível observar os erros associados às


absortividades, sendo erros muito pequenos podemos considerar que o procedimento para
a medição da absortividade foi exacto.
Já no caso das concentrações os erros associados ao experimento foram muito elevados,
34,474 para o K2Cr2O7, e 65,145 para o KMnO4, porque para ambas as medições da
concentração considerou-se a aditividade da absorvância dando sistemas de equações em
que precisava-se anular anular alguns termos, nas quais tivemos de fazer algumas
assunsões, por isso estiveram um pouco distantes dos valores reais das concentrações.