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PROGRAMA ENGENHARIA CIVIL - COPPE

COC 780 DINÂMICA ESTRUTURAL I

Trabalho 2º período 2019

Objetivos e apresentação do trabalho

O trabalho de curso descrito a seguir tem por objetivo efetuar análises estruturais
dinâmicas utilizando o programa ANEST. São as seguintes as etapas do trabalho:
1. Análise de vibração livre
2. Análise de resposta no domínio do tempo
O trabalho poderá ser elaborado em grupo de no máximo dois alunos. A apresentação
será na forma de relatório contendo os resultados das análises realizadas e
implementações efetuadas no programa.

Descrição da estrutura

A estrutura a ser analisada é uma edificação aporticada em concreto armado


(fck=30MPa) de 9 pavimentos sujeita a cargas gravitacionais e ação do vento. As
fundações desta edificação constam de grupos de estacas pré-fabricadas em concreto
armado coroadas por bloco também em concreto armado. As estacas estão imersas em
camada de 15m de argila mole. As dimensões gerais da estrutura e dos elementos
estruturais encontram-se nas Figuras 1. A edificação será analisada para a ação de
cargas gravitacionais e de vento atuando na fachada longitudinal. A edificação é
alongada em planta e na sua direção transversal consta de uma série de idênticos
pórticos paralelos compostos dos pilares P1, P2 e P3 e vigas.

Modelos da estrutura

A estrutura da edificação será analisada no plano XZ da Figura 1a para ação de vento na


direção horizontal. Os modelos propostos para esta análise constam de elementos de
pórtico plano para representação dos pilares e vigas. Os modelos estruturais representam
um único pórtico transversal sob ação de vento na fachada longitudinal de largura igual
ao espaçamento entre os pórticos.

Dois modelos estruturais são propostos para as análises:


Modelo 1A: Pórtico transversal da edificação 1 com pilares engastados no nível do
topo do bloco de fundação

Modelo 1.B: Pórtico transversal da edificação 1 com fundações profundas em argila


mole. O edifício será analisado considerando a interação solo- estrutura de forma
simplificada. A modelagem do grupo de estacas será feita por um elemento de
pórtico plano com propriedades geométricas equivalentes e com comprimento de
engastamento em camada de solo calculado por meio da fórmula de Davisson e
Robinson1:

1
Davisson M T; Robinson K E; Bending and Buckling of partially embedded piles; Proc. 6th Conf. Soil
Mech. And Foundations Eng., 1965.
EI
1,8 L0  1,8 5
kh
onde kh é o coeficiente de reação lateral do solo, aqui tomado igual a 500 kN/m3 para
argila mole. O modelo da fundação está ilustrado na Fig. 2.

Carregamentos

A estrutura foi projetada para os seguintes carregamentos:


 Cargas Permanentes
 peso próprio da estrutura G1: lajes, vigas e pilares
 revestimento de piso: G2= 0,8 kN/m2
 paredes: 0,9m de parede / m2 de laje; espessura média da parede-12,5cm;
massa específica da alvenaria com revestimento=1,9 t/m3.
 Cargas variáveis extremas
 Carga de utilização Q= 2,0 kN/m2
 Ação de vento V na fachada longitudinal. Pressão q  U z 2 . Força
1
2
F z   qz  C a A . Ca é coeficiente de arrasto, neste caso ~ 1,05.
p
 z 
Perfil de velocidade ao longo da altura z : U z   V   onde V= 35 m/s; p=0,085.
 10 

Etapas do trabalho:

I. Análises de vibração livre

Para esta etapa as seguintes implementações devem ser efetuadas no programa ANEST:
(a) montagem das matrizes de massa de elemento de pórtico plano e da estrutura;
(b) rotina Jacobi para solução do problema de auto-valor;
(c) normalização dos autovetores (formas modais) em relação ao valor máximo de
cada um;
(d) determinação da massa generalizada associada a cada modo de vibração.
Antes de realizar a análise da estrutura da edificação as implementações devem ser
testadas em um exemplo de viga biapoiada. Pode ser adotada uma viga com as
características geométricas da V 15x40 que compõe o pórtico da estrutura da edificação,
mas com um vão diferente de 550cm (valores diferentes para cada grupo). Para essa
viga determinar teoricamente (considerando a formulação aplicada a sistemas com
propriedades contínuas) os seguintes parâmetros associados aos três primeiros modos de
vibração e comparar com os resultados do modelo numérico:
(i) massas generalizadas;
(ii) frequências naturais;
(iii) formas modais.
Os modelos 1A ou 1B da edificação devem ser analisados em termos de frequências
naturais e modos de vibração.
II. Análise no domínio do tempo
Para esta etapa as seguintes implementações devem ser efetuadas no programa ANEST:
e) Leitura do carregamento dinâmico
f) Montagem das equações modais
g) Rotina para efetuar a integração no domínio do tempo (método de
Runge-Kutta)
A implementação será testada para o exemplo de viga biapoiada sujeita aos seguintes
carregamentos, para os quais as respostas obtidas com o modelo numérico devem ser
comparadas às respectivas respostas teóricas:
(iv) carga concentrada aplicada no meio do vão, harmônica, com razão de
frequência  / 1 igual a 0,25 sendo 1 a frequência do 1º modo de vibração;
(v) carga concentrada aplicada no terço do vão, harmônica, com razão de frequência
 / 1 igual a 0,25;

(vi) carga impulsiva semi-senoidal (Figura 5.2 do livro de Clough e Penzien)


aplicada no meio do vão, com duração t1 tal que t1/T1 seja igual a 2 (T1 é o
período associado ao 1º modo de vibração);
(vii) carga impulsiva semi-senoidal aplicada no meio do vão com duração t1 tal que
t1/T1 seja igual a 1.
Pesquisar sobre a definição do fator de participação modal (Modal Participation
Factor) e calcular os valores desse parâmetro para subsidiar as análises das respostas
dos itens (iv) a (vii) juntamente com o fator de amplificação dinâmica.
O modelo 1B da edificação será analisado sob a ação do vento a qual é desmembrada
em uma parcela estática e uma parcela dinâmica. A parcela estática pode ser calculada a
partir da velocidade de projeto U(z) dada anteriormente multiplicada pelo fator 0,69
para transformá-la em velocidade média em 10 minutos. A parcela dinâmica será
calculada a partir de uma história no tempo de velocidade flutuante a ser fornecida.
As análises serão feitas a partir da resposta em termos de deslocamento no topo da
edificação no domínio do tempo.
As histórias no tempo de deslocamento obtidas devem ser transformadas para o domínio
da frequência através da aplicação da transformada rápida de Fourier (FFT).
z

VENTO

9 @ 3,0 m

cintas 15 x 50
sem laje
4,0 m
térreo x
argila
mole
15 m
estacas
em CA

Figura 1a

Pavimento tipo da Edificação 1

800 800
P1 20 x 50

cinta 10 x 50
V: 15 x 40

550 bloco A=9 m2, I=6,9 m4


2,8 m
P2 20 x 70
1,8 L0 grupo de estacas A (m2) I (m4)
V: 15 x 40

550 P1, P3, P4, P6, P7 0,29 0,0022


x h=10
P2, P5 0,40 0,0042
P8 0,58 0,0044

P3 20 x 50
y VENTO
Figura 1b (dimensões em cm) Figura 2