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5.

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Paragrafo 1
Começa explicando algo sobre a semelhança da paixão pela filosofia e a paixão religiosa,
no que concerne ao fato de estarem sujeitas a tornar-se em meras justificativas
para inclinações que já eram presentes no temperamento natural da pessoa. Isto se dá po
r mal uso, ou seja, ele fala de fanatismo religioso e filosofico. Usar sua filos
ofia não para encontrar respostas, mas para justificar algo que já era aceito. Por v
ezes tornando a filosofia uma vaidade.
Isto é um problema, mas como poderemos resolve-lo sem abandonar a prática da filosof
ia?
Seria necessária uma filosofia que não estivesse sujeita a este problema, ou ao meno
s, estivesse menos sujeita a tal. Hume identifica esta filosofia com aquela cham
ada Acadêmica, ou cética.
Hume está preocupado com a indolência acomodada da mente, arrogância daqueles que se j
ulgam já muito sábios, pretensões grandiosas e desmedidas e credulidade supersticiosa.
Hume vê na filosofia cética um mecanismo que refrea as paixões, exceto o amor pela ve
rdade. E se mostra surpreso com os ataques que recebe a filosofia academica, dem
onstrando claramente seu apoio e inclinação a tal. Não estou dizendo que Hume seja um
cético, o que não parece, mas que identifica grandes vantagens em se proceder como o
cético na investigação e disposta a utilizar esse método quando necessário, o que parece
ser o caso nessa seção.
Ele mesmo responde a sua surpresa, afirmando que possívelmente o fato de céticos não s
erem aduladores e sujeitos as paixões irrite outros filósofos mais dados aos vicios
e paixões da alma, pois as pessoas podem procurar justamente isso na filosofia, a
adulação das paixões, o elogio a preguiça e o crédito pela sabedoria que muitas vezes não t
m.
Paragrafo 2, Hume neste paragrafo fala do que a filosofia academica não é. Alerta qu
e não se deve temer que esta filosofia nos leve a dúvidar de fatos cotidianos necessár
ios a vida comum. Em resumo, um cético, se lhe arremessam um objeto, não dúvidará que há u
m objeto vindo em sua direção, esquivando-se dele, como qualquer pessoa censata fari
a.
Na seção anterior Hume concliui que não há argumeto ou processo do entendimento que poss
a dar suporte para o salto que a mente opera nos raciocínios baseados na experienc
e, ou seja, nas operações do entendimento que se referem as relações. Isto não significa q
ue o ceticismo irá abandonar estes raciocinios.
A partir dessa afirmação Hume faz a introdução do que será o tema dos próximos paragrafos,
costume.
Ele o faz ao afirmar que se não há um argumento deve haver um principio tão forte, ou
mais, que um argumento, a balizar esses raciocinios tão importantes, talvez impres
cindiveis, para o conhecimento.

1 - [1 -2] - Apresentação e defesa da Filosofia Acadêmica, ou Cética.

1.1 [1] - Enquanto algumas filosofias, como a dos estóicos, pensando conhecer a ve
rdade apenas fortalece inclinações indevidamente a outras, do Acadêmicos, parece isent
a desse problema.
Hume começa a seção 5.1 das Investigações acerca do conhecimento humano explicando algo so
bre a semelhança da paixão pela filosofia e a paixão religiosa, no que concerne ao fat
o de estarem sujeitas a tornar-se em meras justificativas para inclinações que já eram
presentes no temperamento natural da pessoa. Isto se dá por mal uso, ou seja, ele
fala de fanatismo religioso e filosofico. Usar sua filosofia não para encontrar r
espostas, mas para justificar algo que já era aceito. Por vezes tornando a filosof
ia uma vaidade. Este é o caso da filosofia dos estóicos, que alegando pretender a vi
rtude (que seria para eles o bem maior) abdicam de muitos outros bens, sendo mov
idos a isto não pela busca da verdade, mas pela vaidade e outras paixões.
Hume está preocupado com a indolência acomodada da mente, arrogância daqueles que se j
ulgam já muito sábios, pretensões grandiosas e desmedidas e credulidade supersticiosa.
Nitidamente o caso dos estóicos que julgam conhecer a verdade.
Isto é um problema, mas como poderemos resolve-lo sem abandonar a prática da filosof
ia?
Seria necessária uma filosofia que não estivesse sujeita a este problema, ou ao meno
s, estivesse menos sujeita a tal. Hume identifica esta filosofia com aquela cham
ada Acadêmica, ou cética.
Hume vê na filosofia cética um mecanismo que refrea as paixões, exceto o amor pela ver
dade. E se mostra surpreso com os ataques que recebe a filosofia academica, demo
nstrando claramente seu apoio e inclinação a tal. Não estou dizendo que Hume seja um cét
ico, o que não parece, mas que identifica grandes vantagens em se proceder como o
cético na investigação e disposta a utilizar esse método quando necessário, o que parece s
er o caso nessa seção.
Ele mesmo responde a sua surpresa, afirmando que possívelmente o fato de céticos não s
erem aduladores e sujeitos as paixões irrite outros filósofos mais dados aos vicios
e paixões da alma, pois as pessoas podem procurar justamente isso na filosofia, a
adulação das paixões, o elogio a preguiça e o crédito pela sabedoria que muitas vezes não t
m.
1.2 [2] DEfesa da Filosofia Acadêmica e a retomada da questão do prevalecimento do d
ireito da experiência sobre os argumentos nas relações entre fatos.

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