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A PERSONALIDADE DO

DELINQUENTE NAS
ORGANIZAÇÕES
Dra. Ana Cuervo
Oporto 01/03/2019
Edwin Sutherland

■ Delinquência de Colarinho Branco (1939)


■ Estudo sobre um grande número de
empresas norte-americanas que foram
processadas.
■ Definição: Crime realizado durante o curso
do trabalho
Explanação de Sutherland

■ Na época do Sutherland, o crime explicava-se com base em:


Uma patologia social:
Pobreza
Ausência de atividades de lazer
Ignorância Paterna
Desagregação familiar
Uma patologia individual:
Fraqueza mental (que leva à pobreza)
Frustração
Complexo de inferioridade
Complexo de Édipo.
Explanação de Sutherland

■ ASSOCIAÇÃO DIFERENCIAL (Teoria criada por Sutherland)

Processo de aprendizagem em valores e técnicas criminais, em contato com


pessoas que defendem esse estilo de vida e esse tipo de comportamento

Ele também teve em conta as Técnicas de Neutralização


CARACTERÍSTICAS DA PERSONALIDADE DO
DELINQUENTE DE COLARINHO BRANCO
Narcisismo Transtorno da Personalidade Narcisista
Egocentrismo Exige ilusões de grandeza
Capacidade de mentir e manipular Exibicionismo
Arrogância Necessidade de admiração
Ilusão de invulnerabilidade Ausência de compromisso
impulsividade Ausência de empatia
Busca de sensações Sensação de merecimento
Vergonha
Confiança na autoridade própria
(integradora ou desintegradora)
Ausência de escrúpulo social Psicopatia
Locus de controlo externo Ausência de empatia
Ausência de autocontrolo
Insensibilidade emocional

Competitividade Egocentrismo

Convictos de merecerem privilégios Capacidade de manipulação

Exibicionismo Ausência de remorso


Confiança na própria autoridade Impulsividade
DELINQUÊNCIA FEMININA DE
COLARINHO BRANCO

■ As mulheres ainda estão a ganhar poder nas empresas, e, portanto, têm


ainda menos oportunidades para cometimento de crimes de colarinho
branco quando comparadas com os
■ Agem isoladamente.
■ A partida, costima cometer menos roubos do que os homens, sendo a
apropiação indevida de fundos e a prostituição os únicos crimes em que
o envolvimento das mulheres iguala ou até excede ao dos homens.
TEORIAS DA PERSONALIDADE DO
DELINQUENTE DO COLARINHO BRANCO

Alaletho: Teoria de Big Five (extroversão, bondade, vaidade, instabilidade


emocional, intelectualismo e seus opostos).
1. Extrovertidos
2. Não são amigáveis
3. Neuróticos
Blickle, Schlegel, Fassbender y Klein: traços de personalidade patológica
analisados anteriormente + HEDONISMO CULTURAL + Desejo de uma
melhoria salarial e/ou medo da perda do status financeiro
Hedonismo cultural: bem-estar e prazer característico da cultura.
TEORIAS DA PERSONALIDADE DO
DELINQUENTE DE COLARINHO
BRANCO
Psicodrama de Mergen:
Estructura psíquica caracterizada por:
Materialismo
Egocentrismo
Narcisismo
Peligrosidad
Hipocrisia
Neuroticismo
FORTEMENTE CONTESTADO
TECNICAS DE NEUTRALIZAÇÃO

Descritas por Sykes e Matza:


1. Negação da responsabilidade
2. Negação do dano
3. Negação da vítima
4. Condenação dos que condenaram
5. Apelo a lealdades superiores
CARACTERÍSTICAS SOCIAIS DO
DELINQUENTE DE COLARINHO BRANCO

■ Estatuto social elevado


■ Classe média
■ Se o sujeito experimentar algum tipo de crise pessoal ou de trabalho que
põe em risco seu estatuto social, pode cometer crime financeiro para o
evitar. Não está relacionado tanto com o esforço, quanto com o medo à
perda daquilo obtido.
STANTON WHEELER= MEDO DA QUEDA
TRAJETÓRIAS CRIMINAIS

■ Começo na idade adulta e conclusão também na idade avançada.

■ Poucos crimes na adolescência (contra a propriedade) e na primeira idade


adulta (fraudes e burlas económicas).
TEORIAS EXPLICATIVAS

■ Teoria da Aprendizagem em valores e técnicas criminais, assim como técnicas


de neutralização dos competidores
■ Fator Situacional-Dependente:
1. A situação criminal pode não estar disponível para o indivíduo até ele ter
alcançado certo estatuto na empresa.
2. Pode existir um cenário dependente da situação, no sentido de o sujeito estar
a vivenciar uma crise na sua vida pessoal ou laboral que pode levá-lo ao
cometimento de um crime económico.
3. Relacionadas com a estrutura e a cultura da empresa= Uma empresa pode
expor seus funcionários a oportunidades criminais e até encorajá-los para essas
oportunidades (A hierarquização da empresa pode favorecer a invisibilidade do
crime e, portanto, encorajar a procura de formas inovadoras de atingir as metas
corporativas que a empresa recompensa por meio de incentivos e promoções,
através do crime).
TEORIAS EXPLICATIVAS

■ Teoria do triângulo da fraude criada por Cressey


1. Oportunidade: O sujeito é confrontado com uma situação laboral que lhe
permite cometer um ato ilegal e / ou percebe um baixo risco de ser
descoberto.
2. Motivação: Teoria Geral de Dissuasão / escolha racional (prevenção, são
considerados possiveis beneficios e prejuizos), A teoria da tensão (Anomia) e
3. Racionalização (técnicas de neutralização antes e depois do cometimento
do crime).
OBRIGADA PELA
ATENÇÃO
ana.cuervo@unir.net