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UTILIZAÇÃO DA ROTINA TACS COMPILADA NO PROGRAMA ATP

Daniel Álvares Mota Marcelo Lynce Ribeiro Chaves


danielmota.eng@gmail.com lynce@ufu.br
Universidade Federal de Uberlândia
Avenida João Naves de Ávila, 2020 – Campus Santa Mônica
CEP 38400-902, Uberlândia, MG - Brasil

Resumo – Este artigo apresenta as potencialidades da cessamento lógico e algébrico para representação de um
rotina TACS Compilada na modelagem de sistemas elé- sistema de controle.
tricos e de controle no programa ATP. Utilizando um
exemplo simples é feita uma comparação entre dois tipos II. A ROTINA TACS
de modelagens. Um utiliza a rotina TACS convencional e
outro emprega a técnica chamada TACS Compilada. A rotina TACS foi desenvolvida para simular interações
Essa comparação ressalta a flexibilização que a TACS dinâmicas entre a rede elétrica e o sistema de controle, sendo
Compilada introduz na modelagem do sistema de contro- uma ferramenta capaz de representar as mais complexas
le, além de apresentar uma expressiva redução no tempo técnicas de controle de um sistema elétrico.
de simulação. Além disso, a TACS possui um processamento indepen-
dente do processamento do sistema elétrico. Durante a exe-
Palavras-Chave – ATP, TACS, TACS Compilada. cução da modelagem, a cada passo de integração o ATP
processa as grandezas do sistema elétrico e repassa os dados
USE OF THE ROUTINES COMPILED TACS de tensão ou corrente para a TACS. Por sua vez, a TACS
processa esses dados algebricamente e os repassa ao sistema
IN THE PROGRAMA ATP elétrico através de fontes de corrente ou tensão. As saídas da
TACS no instante t são calculadas no instante t-∆t. Portanto,
Abstract - This paper presents the potentialities of the a transferência de sinais de controle da TACS para o sistema
Compiled TACS in the modeling of electric equipments elétrico ocorre com um retardo de tempo de um passo de
and control systems in ATP program. The comparison integração, como ilustra a Figura 1.
between TACS and Compiled TACS routines is done by
using a simple example. The results show that Compiled
TACS is more flexible and present an expressive reduc-
tion of simulation time.
1
Keywords - ATP, TACS, Compiled TACS.

I. INTRODUÇÃO Figura 1 – Processamento da TACS e do ATP

A área de transitórios eletromagnéticos estuda as varia- Nas rotinas TACS é possível representar funções dos mais
ções súbitas de tensão e correntes, geradas por descargas variados tipos, tais como funções de transferência, somado-
atmosféricas, faltas no sistema ou operação de disjuntores. O res, multiplicadores, limitadores estáticos e dinâmicos, fun-
estudo desses fenômenos tanto pode levar à especificação ções algébricas e lógicas, fontes de sinal, chaves controladas,
dos dispositivos de proteção, quanto pode determinar as suas funções definidas pelo usuário, detectores de sinais, etc.
conseqüência no sistema elétrico. O primeiro passo para a utilização da TACS no ATP é a
O ATP (Alternative Transient Program) é um programa obtenção do diagrama de blocos do sistema de controle. Esse
computacional utilizado para simulação desses transitórios procedimento facilitará a modelagem e utilização da TACS.
eletromagnéticos e representação de sistemas de controle em O segundo passo é reproduzir cada um dos blocos do sis-
uma rede polifásicas de potência. tema de controle na TACS, tomando-se o cuidado de nomear
O ATP não dispõe de modelos para todos os componentes as entradas e saídas de forma a não repetir nenhum nome de
do sistema elétrico, mas possui ferramentas que permitem variável.
elaborar modelos específicos quando os mesmos não estão O terceiro passo é introduzir esses blocos ou expressões
disponíveis. Uma dessas ferramentas se chama TACS, que é na ordem natural de sua execução. A rotina TACS não admi-
uma sigla para Transient Analysis of Control Systems. A te o estabelecimento de “Loop” em seu fluxo de processa-
TACS permite a utilização de diversos dispositivos de pro- mento em um mesmo passo de integração. A cada passo de
integração a TACS processa suas variáveis segundo a sua
ordem de entrada, não admitindo que uma variável calculada
ao fim de sua execução atribua valor para uma variável cal-
culada no inicio de sua execução.
III. TACS COMPILADA É possível verificar que as opções “Use myTpbig.exe” e
“Use Compiled TACS” (Figura 3) estão selecionadas em
Para diminuir a dificuldade e limitação na utilização da ro- Tools => Options. Isto implica que para cada nova simula-
tina TACS, surgiu a possibilidade de se criar rotinas em ção deve – se criar um novo arquivo “Tpbig.exe”.
linguagem FORTRAN que seriam Compiladas como se Caso o usuário deseje trabalhar apenas com TACS é ne-
fossem elementos da TACS, esta técnica é denominada cessário desmarcar essas opções e marcar a opção “Use Tp-
TACS Compilada. big.exe”, arquivo esse disponível no pacote ATP. A Figura 3
Esta nova técnica apresenta como uma de suas vantagens abaixo mostra essas mudanças:
à redução do tempo de simulação, na ordem de 40 a 50% do
tempo gasto para a mesma modelagem com a utilização da
TACS convencional. [2, 4, 6]
Outra vantagem desta técnica é a flexibilidade de progra-
mação na TACS Compilada em relação à utilização de
TACS na modelagem de sistemas de controle. A partir do
diagrama de blocos é muito mais fácil e rápido modelar um o
sistema de controle com TACS Compilada, do que com a
utilização de TACS e seus vários dispositivos que necessitam
de especifi cações particulares e impõem limitações na lógica
de controle. [2,4]
A linguagem utilizada aqui é o Fortran formato livre que Figura 3 – Trabalhando apenas com TACS
disponibiliza ao usuário várias funções e operadores lógicos
e algébricos. É possível utilizar outras linguagens de progra-
V. REGRAS GERAIS DA TACS COMPILADA
mação como o “C”.
Contudo, a utilização da TACS Compilada tem como A TACS Compilada pode substituir ou ser utilizada em
maior inconveniência à necessidade de se criar um novo conjunto com a TACS.
programa executável (Tpbig.exe) que contenha a nova rotina Toda variável de saída de TACS Compilada deve ser de-
apresentada na forma de TACS Compilada. Sempre que clarada precedida de “AA” nas colunas “1 e 2”, tendo no
existir uma modificação na rotina TACS Compilada deve-se máximo 6 caracteres e as demais linhas da rotina, utilizadas
criar um novo arquivo executável. Esse novo arquivo é fa- no cálculo daquela variável, devem ser precedidas de “BB”
cilmente criado utilizando o aplicativo “MAKE.exe” incor- nas colunas de “1 e 2” e as linhas de código do FORTRAN
porado ao pacote do programa ATP. O programa “MA- devem ser escritas após a coluna “11”.
KE.exe” compila as rotinas em Fortran e as incorpora no
arquivo “myTpbig.exe” como um único elemento de TACS. 0 1 2 3 4 5 6
123456789012345678901234567890123456789012345678901234567890
[2, 5] AAFONTE1
BB IF (FONTE .GT. 70) THEN
IV. CRIANDO UM NOVO “TPBIG.EXE” BB FONTE1 = 70.
BB ENDIF

Deve-se proceder da seguinte forma para se obter o novo


Uma outra vantagem da TACS Compilada é a utilização
“Tpbig.exe”.
das estruturas "IF-THEN-ELSE", que permitem durante um
Abra o arquivo que contenha a rotina TACS Compilada
passo de integração, executar caminhos diferentes que de-
no aplicativo “ATP Launcher.exe” do pacote ATP.
pendem da lógica e dos valores do IF argumento.
No menu: clique em Tools depois em Make Tpbig.exe,
A seguir apresenta-se um exemplo simples e de fácil en-
abrindo uma segunda janela, onde deve-se clicar em Make
tendimento da rotina TACS e TACS Compilada. Neste e-
para criar o arquivo “myTpbig.exe”, como mostra a Fig 2.
xemplo é criada uma fonte , na rotina TACS e TACS Compi-
Esse arquivo é o novo “Tpbig.exe”com a rotina TACS Com-
lada, a partir de um sinal de tensão senoidal obtido do siste-
pilada .
ma elétrico. O sinal de tensão possui uma amplitude de
100V, a qual passa a ser limitada em 70V pela rotina TACS.
O objetivo desse exemplo é simplesmente criar uma situa-
ção para a utilização e comparação dessas duas alternativas
de modelagem de sistemas de controle.

Figura 2 - Criando um Novo Tpbig.exe

Com esse procedimento um novo programa “myTp-


big.exe” será criado e a simulação poderá ser feita, executan- Figura 5 – Circuito da Fonte criada utilizando TACS.
do-se normalmente o cartão de dados do ATP com o progra-
ma “ATP Launcher.exe”.
O sinal de tensão do sistema elétrico é repassado para a desta variável, sempre com as letras “BB” nas duas primeiras
rotina TACS através do dispositivo tipo 90. Na rotina TACS, colunas de cada linha. A segunda variável deve ser declarada
obtém-se o valor absoluto do sinal de tensão repassado, o após o bloco de rotinas da primeira variável, utilizando o
qual é direcionado a um comparador (IF selector) e limitado mesmo procedimento descrito. Segue abaixo um exemplo de
a um valor máximo de 70V. Após isto, o sinal é multiplicado utilização.
por mais ou menos um (± 1) , conforme o sinal da fonte seja
100

75

AAFONTE2 50

positivo ou negativo. BB IF (FONTE .GT. 70) THEN


25

BB FONTE2 = 70.
O resultado desse processo é a criação de uma fonte de
-25

BB ELSE
-50

-75

tensão, cuja forma de onda de tensão é mostrada na figura 6. BB FONTE2 = FONTE -100
0 5
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONTE2
10 15 20 25 30 [ms] 35

BB ENDIF
Figura 7 - Forma de onda FONTE2.
100
100

75
AAFONTE3 75

BB IF (FONTE .LT. -70) THEN


50

25
50

25
BB FONTE3 = -70 0

-25

0
BB ELSE -50

-25
BB FONTE3 = FONTE -75

-100

BB ENDIF 0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONTE3
-50

-75 Figura 8 - Forma de onda FONTE3.


-100
0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONTE3
Para o caso de duas ou mais variáveis dependentes, ou se-
Figura 6 - Fonte criada utilizando TACS e TACS Compilada ja, uma variável utiliza os valores da outra variável, o proce-
dimento adotado é o mesmo descrito anteriormente.
A seguir, apresentam-se os cartões de TACS e TACS
Compilada mostrando como devem ser feitas as mudanças AAFONTE4 100

75

nas declarações de TACS para TACS Compilada. Nesse BB IF (FONTE .GT. 70) 50

THEN
25

exemplo a variável de saída da rotina TACS é a variável BB FONTE4 = 70.


0

-25

“FONTE1”, todas as demais variáveis e dispositivos da BB ELSE


-50

-75

BB FONTE4 = FONTE -100

TACS serão substituídos pelo código Fortran da TACS


0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONTE2

BB ENDIF
Figura 9 - Forma de onda FONTE4.
Compilada que retorna apenas a variável “FONTE1”.
AAFONTE5 100

75

C ******* TACS ANTIGA ************************* BB IF (FONTE4 .LT. -70) 50

90FONTE 1. THEN 25

98ABSOL = ABS ( FONTE ) BB FONTE5 = -70 -25

BB ELSE
-50

98B = 70 -75

98LIMIT 60+ABSOL +ABSOL + B 70. ABSOL BB FONTE5 = FONTE4 -100


0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35

BB ENDIF
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONTE3

98FONTE1 = SIGN ( FONTE ) * LIMIT Figura 10 - Forma de onda FONTE5.


C ****** TACS COMPILADA** ********************
90FONTE 1.
AAFONTE1 Para cada variável de saída, após sua declaração deve vir
BB IF ( FONTE .GT. 70) THEN
BB FONTE1 = 70. em seguida o seu bloco de instruções. Caso o usuário queira
BB ELSE obter algum dado dentro de um mesmo bloco de declarações,
BB IF ( FONTE .LT. -70) THEN
BB FONTE1 = -70 deve-se declarar a variável e em seguida apresentar o código
BB ELSE Fortran, mesmo que seja um valor nulo. O valor final calcu-
BB FONTE1 = FONTE
BB ENDIF
lado e atribuído a esta variável, será calculado em um bloco
BB ENDIF de rotinas de outra variável, como mostrado.

Os tempos de utilização de CPU durante as simulações AAFONT06 100

BB FONT06=0 75

das modelagens da Fonte utilizando a rotina TACS e TACS AAFONT07 50

COMPILADA, são mostrados na Tabela 1. BB IF(FONTE.GT.70) THEN 25

BB FONT07=70. 0

BB ELSE -25

Tabela 1 – Comparando Tempos de Simulação. BB IF (FONTE.LT.-70) THEN -50

Com TACS 0.219 CP sec BB FONT07=-70 -75

Com TACS Compilada 0.109 CP sec BB ELSE -100


0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35

BB FONT07=FONTE
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: FONT06 t: FONT07

BB ENDIF
Observa-se na tabela 1 que houve uma redução de apro- BB ENDIF Figura 11 - Forma de onda
ximadamente 50% do tempo de simulação para a mesma BB FONT06=FONT07*0.7 FONT06 e FONT07.
modelagem com utilização da TACS Compilada.
Como foi dito anteriormente a TACS não permite o fe-
VI. DEMONSTRANDO A FLEXIBILIDADE chamento de “Loop” em seu fluxo de processamento, já a
DE TACS COMPILADA TACS Compilada não apresenta esta restrição, como mostra
o código abaixo. Calcula-se a primeira variável, posterior-
Para demonstrar a flexibilidade da TACS Compilada exe- mente a segunda variável é calculada com base nos dados da
cutam-se algumas simulações utilizando mais de uma variá- primeira variável e por fim a primeira variável recebe os
vel de saída. Todas as simulações aqui feitas se referem à valores da segunda variável, fechando assim o “Loop”, como
modelagem da fonte criada anteriormente. pode ser visto na figura 11 acima.
Quando se utiliza, por exemplo, duas ou mais variáveis Também é possível obter uma mesma variável em instan-
independentes, deve-se declarar a primeira variável precedi- tes de tempo sucessivos. Este artifício é de grande valia, por
da nas duas primeiras colunas de “AA”. Imediatamente em exemplo, quando se deseja detectar o zero de um sinal qual-
seguida, deve seguir o código Fortran referente ao calculo quer.
Neste caso, a determinação do instante em que uma fun- primeiras colunas, não são armazenadas pelo programa e sua
ção passa pelo valor nulo, consiste em verificar o instante em utilização fora do bloco não é possível.
que a mesma muda de sinal. Para tanto, atribui-se o valor
mais um (+ 1) para uma variável quando a função em analise CONCLUSÕES
for maior ou igual a zero (≥ 0) , e menos um (− 1) quando a
O desenvolvimento de novas tecnologias ligadas ao setor
dita função for menor que zero (< 0) . Assim, quando se elétrico impõe a atualização da modelagem de equipamentos
adiciona essa variável com ela mesma, obtida em um instante ligados a esse setor.
imediatamente anterior, o resultado somente será nulo quan- O ATP dispõe da rotina TACS que é capaz de representar
do houver mudança de sinal na função. os mais complexos sistemas de controle, o que permite a
Para fazer isto utilizando a rotina TACS necessita-se criar modelagem dos mais modernos equipamentos, aumentando a
um artifício para armazenar a variável obtida em um instante capacidade de representação dos sistemas elétricos.
imediatamente anterior com um outro nome, pois a TACS Porém, a correta utilização desta rotina requer atenção à
não permite a repetição de nomes de variáveis e nem fecha- sua lógica de processamento, bem como o conhecimento das
mento de “Loop”. O artifício consiste em enviar a variável características de funcionamento de seus dispositivos.
para o sistema elétrico na forma de fonte de tensão ou cor- Já a TACS Compilada apresenta a mesma funcionalidade
rente, a qual é aplicada sobre uma resistência por exemplo. A da rotina TACS, porém com um grau de dificuldade menor
seguir, faz-se com que o sinal sobre o nó da resistência , que do que esta. É facilmente notável a flexibilidade de utilização
possui o mesmo valor da fonte vinda da TACS, seja remetida da rotina TACS Compilada e a sua redução no tempo de
a TACS, com outro nome. Este artifício faz com que o sinal processamento. Estas duas vantagens justificam necessidade
retorne a rotina TACS com um atraso de um passo de inte- de se criar um novo programa executável “TPBIG.exe” cada
gração. vez que se utiliza a rotina TACS Compilada.
Na TACS Compilada é possível fechar “Loop” e compa-
rar um mesmo sinal em dois instantes consecutivos. Aqui a REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
primeira variável recebe o valor de uma segunda variável
calculada no passo de integração imediatamente anterior. [1] ATP– RULE BOOK, Section 14- TACS, 1987
Logo em seguida a segunda variável é calculada de acordo
[2] Orlando P. Hevia; “Compilación del ATP al alcance del usua-
com os dados do passo de integração atual. Por fim são adi- rio”; CAUE-Comité Argentino de Usuarios del EMTP;
cionados os sinais dessas duas variáveis obtendo-se uma
terceira variável a qual definide o instante que a função passa [3] Prof. Marcelo Lynce Ribeiro Chaves; Introdução a Utilização
pelo valor nulo. As declarações a seguir mostram esse artifí- ATP ; Universidade Federal de Uberlândia - UFU; Uberlândia
cio sendo utilizado na TACS Compilada.
[4] Drs. Kai - Hwa Ger and Tsu - huei Liu; Can / Am EMTP
News; Voice of the Canadian / American EMTP User Group;
AAPULSO1
Dr. W. Scott Meyer, Editor; Oregon, USA - JAN 97
1,2

BB PULSO1 = PULSO2 0,8

AAPULSO2
0,4

[5] Drs. Kai - Hwa Ger and Tsu - huei Liu; Can / Am EMTP
0,0

BB IF(FONTE .GE. 0) THEN -0,4

BB PULSO2 = 1 -0,8
News; Voice of the Canadian / American EMTP User Group;
BB ELSE -1,2

Dr. W. Scott Meyer, Editor; Oregon, USA – JAN 98


0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: PULSO1 t: PULSO2

BB PULSO2 = -1
BB ENDIF
Figura 12 - Sinal em passo de integração
AAPULSO3
diferente PULSO1 e PULSO2
[6] Drs. Kai - Hwa Ger and Tsu - huei Liu; Can / Am EMTP
BB PULSO3=PULSO1+PULSO2 News; Voice of the Canadian / American EMTP User Group;
BB IF (PULSO3 .EQ. 0) THEN
BB PULSO3 = 1
1,2
Dr. W. Scott Meyer, Editor; Oregon, USA – APR 98
0,8
BB ELSE 0,4

BB PULSO3 = 0 0,0
DADOS BIOGRÁFICOS
BB ENDIF -0,4

-0,8

-1,2
8,320 8,325
(file TESTACS.pl4; x-var t) t: PULSO1
8,330
t: PULSO2
8,335 8,340 8,345 [ms] 8,350 Daniel Álvares Mota, nascido em 03/09/1981 em Patos de
Figura 13 – Diferença entre os dois Sinais Minas, é estudante de engenharia elétrica (desde 2003) pela
(PULSO1 E PULSO2). Universidade Federal de Uberlândia. Suas áreas de interesse
100
são: sistemas de potência e mais especificamente as áreas de
75 transitórios eletromagnéticos.
50

25

0 Marcelo Lynce R. Chaves, nascido em 03/10/1951 em


-25
Ituiutaba é engenheiro eletricista (1975) e mestre (1985) pela
Universidade Federal de Uberlândia e doutor em Engenharia
-50

-75

-100
0 5 10 15 20 25 30 [ms] 35
Elétrica (1995) pela Universidade Estadual de Campinas.
(file TESTACS.pl4; x-var t) v:FONTE
factors:
offsets:
1 1
0,00E+00 0,00E+00
t: PULSO3
50
0,00E+00
É professor titular da Universidade Federal de Uberlândia,
Figura 14 - Sinal de Tensão da Fonte onde atua tanto na graduação como no programa de pós-
e Pulso Sinalizador de Zero (PULSO3). graduação, participando também de diversos projetos de
P&D. Suas áreas de interesse são: sistemas elétricos de po-
As variáveis calculadas dentro de um bloco de rotinas For- tência, mais particularmente as sub-áreas de acionamento de
tran que não foram declaradas com o código “AA” nas duas máquinas elétricas e transitórios eletromagnéticos.