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EXPERIMENTANDO O NAVEGADOR DA TOTALIDADE

© 1998 – 2010 WingMakers LLC


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James, o criador dos Materiais dos Wingmakers, foi o tradutor desses discursos. São um
elemento significativo de métodos de ensino usados pelos professores da ORDEM DE
ENSINO LIRICUS, do qual James é um membro. Eles estão sendo disponibilizados pela
primeira vez.

Esses discursos são diálogos entre professor e seus alunos, e são gravados em função de
sua importância, assim outros podem utilizar a mesma instrução.

Aluno: O que me impede de experenciar meu self?

Professor: Nada.

Aluno: Então porque não posso experimentá-lo.

Professor: Medo.

Aluno: Portanto, o medo me impede?

Professor: Nada o impede.

Aluno: Mas você não acabou de dizer que o medo é a razão por eu não poder experimentar
este estado de consciência?

Professor: Sim, mas isso não o impede.

Aluno: Então o que impede?

Professor: Nada.

Aluno: Então qual é o papel do medo?

Professor: Quando você está na prisão, o que mais você teme quando sonha que é livre?

Aluno: Voltar para a prisão. Você está então dizendo que temo experimentar meu self
porque tenho medo de voltar para minha ignorância?

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Professor: Não. Estou dizendo que seu medo da ignorância o mantém na ignorância.

Aluno: Estou confuso. Pensei que você estava dizendo que eu temia a experiência do meu
mais alto self, mas agora parece que você está dizendo que temo o meu self humano. Como
é isso?

Professor: Você teme voltar para seu self humano depois de experimentar o fragmento de
Deus dentro de você.

Aluno: Porque?

Professor: Se você está com muita sede no deserto, o que você deseja acima de qualquer
coisa?

Aluno: Água?

Professor: Então se eu lhe der um copo de água, você ficaria satisfeito?

Aluno: Sim.

Professor: Por quanto tempo?

Aluno: Ok. Entendi seu ponto. O que desejaria acima de qualquer coisa seria estar perto da
água, assim poderia beber quando quisesse, ou melhor ainda, preferiria ir embora do
deserto.

Professor: E se você gostasse do deserto, não teria medo de abandoná-lo?

Aluno: Você está dizendo que temo a experiência do meu self, pois, gostaria de ir embora
deste mundo, mas como posso ter medo disso se de qualquer forma não tenho essa
experiência?

Professor: Este não é o medo que te inunda quando alguém está querendo matá-lo. É o
medo de uma sombra tão misteriosa, tão antiga, tão primordial que você vai reconhecer
imediatamente que transcende esta vida e este mundo, e esse conhecimento o mudará
completamente.

Aluno: Então é essa mudança que temo?

Professor: É a impossibilidade de voltar da mudança que você teme.

Aluno: Mas como você sabe? Como você sabe que temo tanto essa impossibilidade de
volta a ponto de não poder experenciar meu self?

Professor: Para manter o instrumento humano em uma interação estável com seu mundo,
aqueles que projetaram o instrumento humano criaram determinadas limitações sensoriais.
Como essas limitações não eram totalmente efetivas, foi também projetado na Mente

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Genética da espécie humana um medo instintivo de ser separado da realidade dominante.


Por essas duas razões é que sei.

Aluno: Mas isso não é justo. Você está dizendo que minha capacidade de experimentar
meu self foi minimizada por seres que o projetaram. Porque? Porque devo ficar
permanentemente frustado sabendo que tenho um fragmento de Deus dentro de mim e não
me é permitido interagir com ele?

Professor: Você gosta deste mundo?

Aluno: Sim.

Professor: Você está aqui como um instrumento humano para interagir com este mundo e
estar sintonizado com sua realidade dominante, e levar o entendimento de seu self para este
mundo, mesmo se esse entendimento não for puro, forte ou claro.

Aluno: Mas se eu tivesse essa experiência do meu self, não poderia levar mais desse
conhecimento para este mundo?

Professor: Esta é a falácia que te frusta. Você acha que a experiência dessa energia sublime
e inteligente pode ser reduzida ao nível humano?

Aluno: Sim.

Professor: Então como?

Aluno: Posso ensinar para outros qual a sensação de estar sintonizado com suas almas.
Posso trazer mais luz para este mundo e inspirar as pessoas a procurar essa sensação dentro
deles mesmos. Não é isso que você faz?

Professor: Tenho ensinado você como atingir esse estado?

Aluno: Não, mas você me inspirou.

Professor: Tem certeza? Eu não tenho apenas dito que você não pode experimentar esse
estado no instrumento humano? Você entende isso como inspiração?

Aluno: Não quero dizer isso nesse caso específico, mas você me inspira a pensar mais
profundamente nos assuntos e problemas que me confronto.

Professor: Se você quer trazer mais luz para este mundo, porque você acha que vai ser
através da interação com seu self que vai conseguir isso?

Aluno: É apenas isso. Eu não sei se é dessa forma. Só me parece lógico que seria assim.
Todos os grandes mestres não tem esse insight?

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Professor: É verdade que existam mestres que podem mudar suas realidades dominantes, e
aprenderam a integrá-las em suas vidas sem perder o equilíbrio ou eficiência neste mundo,
mas são extremamente raros.

Aluno: Eu sei. Mas isso é o que quero aprender. Pode-se aprender isso, não se pode? Você
poderia me ensinar?

Professor: Não, isso não se aprende. Não é “ensinável”. Isso não se consegue pela
instrução, técnicas esotéricas ou por um processo de revelação.

Aluno: Então como conseguiram esses mestres que tem essa habilidade?

Professor: Ninguém adquire essa habilidade. Este é o meu ponto. Nenhum mestre dentro
do instrumento humano na Terra neste momento, ou anteriormente, tem a habilidade de
viver como um humano e simultaneamente como um fragmento de Deus. Nenhum mestre
pode viver na ilusão de ficar nessas realidades com certeza e controle.

Aluno: Fico surpreso em ouvir isso. Porque é dessa forma?

Professor: Pela mesma razão que disse anteriormente. Você não acha que isso se aplica a
todos os humanos?

Aluno: Mesmo Jesus?

Professor: Mesmo Jesus.

Aluno: Então porque tenho esse desejo? Quem colocou essa coisa na minha cabeça que eu
deveria ser capaz de experenciar meu self ou o fragmento de Deus?

Professor: Se se experimenta o vento, você não acha que se está experimentando algo do
furacão?

Aluno: Acho que sim.

Professor: E se você experimentar a chuva, você não acha que está entendendo um pouco
mais sobre furacões.

Aluno: Sim.

Professor: Se você nunca experimentou um furacão, mas já experimentou a chuva e o


vento, você poderia imaginar o furacão melhor do que se nunca tivesse experimentado a
chuva e o vento?

Aluno: Acho que sim.

Professor: Assim é o caso do fragmento de Deus dentro do instrumento humano. Você


pode experimentar o amor incondicional, a beleza sobrenatural, harmonia, a reverência ou a

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totalidade e dessa forma você pode imaginar as características e capacidades do fragmento


de Deus dentro de você. Alguns mestres simplesmente tocaram na extremidade do
fragmento de Deus um pouco mais do que outros, mas posso te garantir, ninguém atingiu as
profundezas enquanto viveu no instrumento humano.

Aluno: Mas alguns mestres não viajam fora do corpo?

Professor: Sim, mas continuam vivendo no instrumento humano enquanto viajam. Tudo o
que eu disse continua sendo verdadeiro.

Aluno: Então o que faço? Abandono o desejo de ter essa experiencia?

Professor: Existe um peixe que pode deixar seu mundo debaixo d’água com algo parecido
com asas. Mesmo por um pequeno espaço de tempo, ele experimenta o reino daqueles que
respiram. Você acha que esse peixe voador deseja tocar uma nuvem, subir em uma árvore
ou se aventurar em uma floresta.

Aluno: Acho que não.

Professor: Então porque ele voa acima da água?

Aluno: Imagino que seja por instinto, algo relacionado com a evolução.

Professor: Exatamente.

Aluno: Portanto, você está dizendo que isso é verdadeiro também para os humanos. Nós
tentamos experimentar nosso fragmento de Deus por uma questão imperativa ou por uma
compulsão evolucional?

Professor: Sim, e da mesma forma que o peixe voador, quando saímos de nosso mundo é
por muito pouco tempo e caímos para superfície de novo. Mas quando estamos acima da
superfície de nosso mundo, momentaneamente esquecemos que somos apenas humanos,
com um começo e um fim. Ainda, quando fazemos isso, nós não imaginamos que podemos
tocar a face de Deus dentro de nós mesmos.

Aluno: Mas eu posso. Sinto que posso e mesmo que deveria tocar esse fragmento de Deus.

Professor: Você acha isso porque você tem a esperança e a ingenuidade de uma pessoa que
desconhece o que é ter uma experiencia com a Primeira Fonte.

Aluno: Logo, você não pensa dessa forma.

Professor: Qualquer um que esteja sintonizado com as altas vibrações de seu self sentirá
isso e será guiado por isso. A única diferença é que eu estou contente em saber que nunca
vou experenciar essa sensação enquanto estiver encarnado no instrumento humano.

Aluno: O que este contentamento te proporciona que eu não tenho?

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Professor: A habilidade de canalizar minha energia neste mundo em vez de aplicá-la na


busca de outro mundo.

Aluno: Mas eu havia pensado que você teria dito que isso é um imperativo, uma compulsão
evolucional? Como você controla esse desejo ou ambição?

Professor: Viva neste mundo com toda sua paixão e energia. Veja o fragmento de Deus
neste mundo, mesmo que seja um pequeno sinal ou uma fagulha de luz. Perceba isso!
Amadureça essa idéia! Não seja tão rápido em procurar isso nas profundezas de seu coração
ou mente, onde você acredita que poderia estar.

Aluno: É difícil não ficar desanimado depois do que foi dito. É como se alguém estivesse
me dizendo que a visão que eu tinha era simplesmente uma miragem ou apenas um truque.

Professor: Este é um mundo de sombras e ecos. Você pode perseguir a fonte delas se
desejar, mas será uma perda de tempo. Você minimizará sua experiência das sombras e dos
sons, e esta é a principal razão de você ter encarnado neste planeta neste momento.

Aluno: Mas isso me parece uma atitude tão passiva, como se eu devesse apenas
experimentar o mundo e não tentar modificá-lo. Sinto como se estivesse aqui com a missão
de melhorá-lo, mudá-lo para melhor e está me faltando experiência, alguma capacidade
para fazer isso. O que é isso que sinto e porque?

Professor: Quando você experimenta o calor do sol, você modifica o sol?

Aluno: Não.

Professor: E quando você segura um pedaço de gelo em suas mãos, você o modifica?

Aluno: Sim. Ele derrete.

Professor: Portanto há algumas coisas que você pode apenas experimentar e outras que
você pode mudar.

Aluno: E eu devo saber a diferença.

Professor: Ajuda.

Aluno: Entendo. É elementar. Só não estou seguro se ajuda me sentir menos desanimado.

Professor: Você entende, concordo, mas você não tem necessariamente praticado. É um
princípio de vida praticar discrição e discernimento, e enquanto as pessoas acharem este
conceito elementar, vai existir uma grande diferença entre viver uma vida completa ou,
como você coloca, de frustração.

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Aluno: Portanto, não posso modificar o fato que não posso conhecer o fragmento de Deus
dentro de minha mente humana, e preciso aceitar isso. Esta foi a lição que aprendi aqui?

Professor: Não.

Aluno: Então o que foi?

Professor: O conceito do fragmento de Deus dentro de você tem poder. Pode ser
contemplado mas não pode ser experenciado como uma realidade dominante no
instrumento humano. Através dessa abordagem contemplativa você pode aprender
discernimento e através do discernimento você aprenderá como navegar no mundo das
sombras e dos ecos de tal forma que provocará mudanças que estão em sintonia com os
objetivos da Primeira Fonte. Você externaliza o desejo do fragmento de Deus, além de
buscar sua experiência. Desta forma você vai eliminar o medo e as energias de frustração
que fluem por sua mente.

Aluno: Obrigado. Seu ensinamento foi muito importante para mim e sinto sua ressonância.

Professor: Na ressonância você será guiado.

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