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2 SECÇÃO II – OSCILAÇÕES MECÂNICAS

2.1 Objectivos específicos

Esta secção de estudo de física na 10ª classe será dedica ao estudo das oscilações mecânicas, no
qual até ao fim da aprendizagem o estimado aluno deve ser capaz de:
 Caracterizar o movimento oscilatório;

 Explicar a relação de proporcionalidade entre o período e o comprimento de um pêndulo;

 Explicar a relação de proporcionalidade entre o período a massa de um oscilador de


mola.

O que prestar mais atenção

Você já sabe o que vai estudar e não só, mas também as competências a adquirir até ao fim do
estudo desta secção.

Para realização objectiva da sua aprendizagem neste momento é necessário que:


- Prepare material para tomada nota;
- Faça registo ou tomada de notas de dados ou informações úteis no seu estudo; e
- oriente-se no seu estudo em conteúdos seguintes que vais encontrar neste material de apoio.
• Oscilações mecânicas
• O oscilador mecânico
• As características das oscilação mecânicas
• A relação entre comprimento do pêndulo e o período

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2.2 Introdução

O fenómeno oscilatório está mais presente em nossas vidas do que geralmente observamos.
Talvez não percebemos por vermos estas situações com tanta frequência que não mais paramos
para questionar ou reflectir sobre o assunto.

Uma pedra caindo em um lago forma ondas concêntricas que se propagam pelo lago. Por
fenómeno oscilatório estamos considerando tudo aquilo que se move em dois sentidos de forma
alternada em torno de uma posição de equilíbrio; entretanto iremos nos ater mais em sistemas
oscilatórios periódicos (ou seja, cujos ciclos se repetem em intervalos iguais de tempo)
ocasionados por forças restauradoras para um certo estado ou posição de equilíbrio.

A nossa visão e audição juntamente com a voz, que constituem nossos principais meios para
comunicação e percebermos o mundo a nossa volta, acontecem por meio de fenómenos
oscilatórios.

As oscilações são as responsáveis pelo funcionamento de aparelhos como o auto-falante,


o microfone, os gira-discos e muitos outros.

Átomos em um sólido podem ser estudados se considerarmos um sistema de molas ligando uns
aos outros e que os mantêm todos unidos como um modelo para a vibração dos mesmos.

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A oscilação pode ser usada para compreender e ser aplicada nas transmissões via satélite, nos
Raios X, nos Laseres, no amortecedor de um carro, na construção civil, na televisão e no rádio,
no celular, no computador, no estudo de terramotos e em muitos outros sectores e campos.

O choque entre placas tectónicas que causa terramotos pode ser analisado como sistemas que
vibram. Entretanto, para se começar o estudo da ondulatória é necessário dominar e saber aplicar
bem o modelo para o Movimento Harmónico Simples, um dos sistemas periódicos mais simples.

Noção de Oscilador

Já estudamos na cinemática um movimento do tipo chamado periódico: o movimento circular


uniforme que se efectua sempre num mesmo sentido. Vamos agora estudar os movimentos
periódicos que, tal como o movimento de uma mola (fig 1) ou de um pêndulo de relógio (fig. 2),
se efectuam sempre na mesma trajectória, para um e outro lado de uma posição de equilíbrio.

-x

(c) Fig. 2 pêndulo em oscilação (pêndulo


O gravítico)
x (a)
(b)
Fig. 1 mola elástica em vibração (pêndulo O
Posição de Equilíbrio
elástico)

Estes movimentos dizem-se oscilatórios ou vibratórios. Os sistemas que efectuam esses


movimentos denominam-se osciladores.

2.3 Movimento oscilatório

Sempre que um sistema sofre uma perturbação da sua posição de equilíbrio estável, ocorre
um movimento de oscilação.

As oscilações em função da natureza física do processo oscilatório e do mecanismo que as


originam classificam-se em:

• Oscilações Mecânicas – movimentos periódicos de um oscilador que descreve sempre a


mesma trajectória em sentidos opostos durante intervalos de tempos (T) iguais. (os
movimentos alternativos do baloiço, das portas, as vibrações da pressão do ar, o som, etc.)

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• Oscilações electromagnéticas (vibrações das membranas de um telefone ou difusor dum
altifalante, etc.).

Oscilações Mecânicas
O sistema formado por uma esfera suspensa de um fio
nas proximidades da terra constitui um pêndulo.
Na posição de equilíbrio o fio encontra-se na posição
vertical e afastando a esfera desta posição e largando-a
de seguida vemos que ela começa a baloiçar da direita
para a esquerda e vice-versa. Este movimento com
sentidos opostos repete-se e descreve sempre a mesma
trajectória com as mesmas características ao fim de
intervalos de tempos iguais (Período T).
Assim, podemos caracterizar as oscilações mecânicas
como movimentos periódicos de um oscilador que
descreve sempre a mesma trajectória em sentidos
opostos durante intervalos de tempos iguais.

2.2.1 Características de uma oscilação mecânica

Amplitude (A ou ymáx): deslocamento máximo em relação à posição de equilíbrio produzido


pela oscilação
Elongação: é a distância entre a posição de equilíbrio estável do oscilador do oscilador e a
posição de equilíbrio que ele ocupa em dado instante.
Período (T): tempo necessário para completar uma oscilação
• onde n é o número de oscilações completas.
t 1
T= ou T = Unidade no S.I. (s)
n f •

Frequência (ƒ): número de oscilações completadas por unidade de tempo.


• onde n é o número de oscilações completas.
n 1
f = ou f = • Unidade no S.I. [hertz (Hz, s-1)]
t T
Uma Amplitude constante só pode ser obtida quando tivermos um sistema fechado, isto é, um
sistema que não sofre influência de agentes externos tais como: A resistência do ar, e o atrito nas
várias ligações do sistema. Nestas condições diríamos que as oscilações são harmónicas
simples.
Portanto, Oscilações Harmónicas são todas aquelas cuja sua amplitude é constante.

Exemplos:

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1. Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo". Suponha que leve 0,5 segundos para
que esse evento ocorra. Esse tempo é o seu período (T). Com isso, podemos deduzir que em 1
segundo o evento ocorrerá duas vezes, ou seja, será possível "dar duas voltas em torno de si
mesmo". Nesse caso, sua frequência é de 2 vezes por segundo, ou 2 Hz (2 × 0,5s =1s).

2. Imagine agora que seja possível realizar esse mesmo evento em 0,25 segundos.
Consequentemente, em um segundo ele ocorrerá 4 vezes, fazendo com que a frequência passe a
ser de 4Hz (4 × 0,25s = 1s). Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o
mesmo, ou seja, 1 segundo. O que varia é o período do evento, que no primeiro caso foi de 0,5s e
no segundo de 0,25s. Assim sendo, para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo
precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo.

Portanto temos que:

a) No primeiro caso, 2 × 0,5s = 1s, temos que:


f = 2 Hz
T = 0,5 s

b) No segundo caso, 4 × 0,25 s = 1 s, temos que:


f = 4 Hz
T = 0,25 s

2.2.2 Movimento harmónico simples

Quando um movimento se repete a si mesmo em intervalos de tempo regulares é chamado


Movimento Harmónico Simples (MHS)

Representação gráfica do movimento harmónico simples

Y(m)

O
A t(s)
B T
A
O T
A Posição de A
Equilíbrio

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Exercícios resolvidos

1. Observa o Pêndulo da figura que oscila entre os pontos A e B. A distância entre A e B é


de 4 cm e o corpo gasta 1 segundo a sair de A para B. Determine:

a) A amplitude do movimento.

R: A = 2Cm (pois Amplitude A =AO=OB= 2Cm)

b) O período das oscilações.


A B
R: T = 2s (pois o corpo saiu de A para B e voltou para o ponto de partida.
Isto é, uma volta completa )
c) A frequência das oscilações

Dados formula Re solucao


1 1 1 
T = 2s f= f =  = Hz 
T 2 s 
f −? f = 0,5 Hz

d) O tempo que o corpo gasta a realizar 10 oscilações completas.


Dados Formula Re solu
 
n 10  1 1 s 
n = 10 f= t=  = = = s
t 0,5  Hz 1 1 
 s 
n
f = 0,5 Hz t= t = 20 s
f
t =?

e) O número de oscilações completas que o corpo realiza em 1 min.


Dados Formula Re solucao
n  1 
t = 1 min = 60s f= n = 0,5 x 60  Hz x s = x s = 1
t  s 
t = 60s n= f xt n = 30
n−?

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2. Observe o pêndulo da figura que oscila entre os pontos A e B. A distância entre A e B é
de 4cm e o corpo gasta 1 segundo a sair de A para B. Determine:

a) A amplitude do movimento; A
R: A = 2Cm (pois Amplitude A =AO=OB= 2Cm) 0
b) O período das oscilações; B
R: T = 2s (pois o corpo saiu de A para B e voltou para o ponto de partida.
Isto é, uma volta completa )

c) A frequência das oscilações;

Dados formula Re solucao


1 1 1 
T = 2s f= f =  = Hz 
T 2 s 
f −? f = 0,5 Hz

d) O tempo que o corpo gasta a realizar 10 oscilações completas;

Dados Formula Re solucao


 
n 10  1 1 s 
n = 10 f = t =  = = = s
t 0, 5  Hz 1 1 
 s 
n
f = 0, 5 Hz t = t = 20 s
f
t = ?

e) O número de oscilações completas que o corpo realiza em 1 min

Dados Formula Re solucao


n  1 
t = 1 min = 60s f= n = 0,5 x 60  Hz x s = x s = 1
t  s 
t = 60s n= f xt n = 30
n−?

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3. Observe o gráfico da elongação em função do tempo de uma oscilação mecânica de um
pêndulo.

6 Y(m)

O 0 2 4 6 8 10 12 14 16 t(s)

-6

a) Qual é a amplitude da oscilação;

R: A = 6m

b) Quanto tempo gasta o pêndulo a realizar uma oscilação completa?

R: T = 8s

c) Calcule a frequência das oscilações;

Dados Formula Re solucao


1 1 1 
T = 8s f= f =  = Hz 
T 8 s 
f −? f = 0,125 Hz

d) Quanto tempo gasta o pêndulo a realizar 40 oscilações completas?

NB: Resolução como nos exercícios anteriores

e) Quantas oscilações completas o pêndulo realiza em 80 segundos?

NB: Resolução como nos exercícios anteriores

4. A tabela que se segue diz respeito as medições feitas numa experiência laboratorial sobre
oscilações mecânica realizadas por um oscilador de mola.

Acabe de preencher a tabela.

Nº de Oscilações Completas 10
t(s) 12,56
m(Kg) 0,1
T(s)
K(N/m)

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Equações de Thopmson

A figura abaixo, representa três pêndulos gravíticos, cujos comprimentos (l1, l2, l3) dos seus
fios são diferentes.

h1

l1
l2
l3 h2

h3

Como se pode ver, os pêndulos foram desviados num mesmo ângulo, e o corpo do pêndulo com o
fio mais comprido está mais elevado do que os outros, isto é:

l1 < l2 < l3 então, h1 < h2 < h3 .

Sabemos também que a força gravitacional que actua sobre o corpo elevado, é o “depósito” da
energia potencial que acelera o corpo em direcção ao ponto de equilíbrio estático. Associando
estes elementos todos chega-se a conclusão de que o período (T) das oscilações de um pêndulo
simples, calcula-se pela seguinte expressão:

l
T = 2π
g

Sendo os valores de π e g constantes, conclui-se que o período das oscilações de um pêndulo


simples depende apenas do comprimento (l) do fio. Isto é, o período é directamente
proporcional ao comprimento l do fio.

Como podemos ver, o período de uma oscilação é independente da massa do corpo que oscila.
1 l
Partindo da equação f = , e substituindo nesta equação o T por 2π , obtêm -se:
T g

1 g
f=
2π l

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m 1 k
No caso de um pêndulo de mola ou oscilador de mola, teremos: T = 2π e f=
k 2π m

O período (T) de oscilações de um pêndulo gravítico de comprimento (ℓ) se pode


calcular pela expressão:

l m
T = 2π ou T = 2π no caso de uma mola
g k

Onde: onde k é a constante elástica da mola, e m é a massa do corpo oscilador.

O Período e a frequência de um pêndulo simples só dependem do comprimento do pêndulo e a


aceleração da gravidade. Uma vez que o Período é independente da massa, concluímos que
todos os Pêndulos Simples de mesmo comprimento, num mesmo local, oscilam com os mesmos
períodos.

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Exercícios resolvidos

1. Um pêndulo simples tem um comprimento total de 0,5m. Que mudança deve ser feita no
instrumento se quisermos dobrar o período de oscilações do pêndulo.

R:
2. Determine o período de um pêndulo cujo o comprimento mede 4cm, use g =
Dados Fornula Re solucao
l 0,04m × s 2
2
T −? T = 2×π × T = 2 × 3,14 ×
10m/s g 10m
l = 4Cm = 0,04m T = 6,28 × 0,004s 2
g = 10m / s 2 T = 6,28 × 0,06s = 0,4 s

3. Quais das seguintes afirmações são correctas?

a) O período de um pêndulo depende da sua massa;


b) Quanto maior é o comprimento de um pêndulo maior é o seu período
c) Quanto maior é a aceleração de gravidade no local, menor é o período das oscilações;
d) Quanto maior é a constante elástica de uma mola maior é o período das oscilações;
e) Quanto maior é a massa de um corpo suspenso numa mola, maior é o período das
oscilações por ele realizadas.

5. Um pêndulo de 1metro de comprimento é colocado a oscilar na terra onde a aceleração de


gravidade é de 10m/s2 e depois é transportado para a lua onde a aceleração de gravidade é
1,6m/s2.

a) Calcule o período do pêndulo na terra;


b) Calcule o período das oscilações do pêndulo na lua;
c) Qual deverá ser o comprimento do pêndulo para que o período das suas oscilações na lua
seja de 2 segundos.

6. Numa experiência em um pêndulo simples verificou-se o corpo suspenso saindo do B,


deslocando-se até A e retomando a B 20 vezes em 10s.

a) Qual o período deste pêndulo sendo?

b) Qual é a frequência da oscilação do pêndulo?

c) Se a experiência fosse realizada com um pêndulo de comprimento de comprimento 4


vezes maior, qual seria o seu período?

7. Um corpo de massa igual a 400g oscila sem atrito preso nas extremidades de uma mola de
constante elástica igual a 160N/m. A amplitude do movimento é igual a 10cm. Determine:

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a) O período das oscilações

b) A frequência deste movimento

c) Qual seria o período do movimento se a sua amplitude fosse diminuída para 5cm.

8. Quais são as condições a serem satisfeitas para que as oscilações de um determinado


corpo sejam harmónicas simples?

9. Um pêndulo com 23m de comprimento, está animado de M.H.S. de quanto em quanto


tempo passa ele da sua posição de equilíbrio estático?

10. Um pêndulo de 4,11m comprimento, dirige o funcionamento do relógio numa Catedral.


Qual é o período das oscilações do pêndulo.

11. O corpo de um pêndulo gravítico cujo fio mede 10m de comprimento, realiza 20
oscilações em 40s. Sabendo que o sistema está livre de forças dissipativas calcule:

a) A frequência das oscilações do corpo.

b) O período das oscilações.

c) A aceleração de gravidade do local onde se encontra o pêndulo.

12. Calcule o período e a frequência das oscilações de um corpo com 0,5Kg de massa, que se
encontra acoplado a uma mola de constante elástica igual a um meio, animada de M.H.S.

13. O corpo C representado na figura tem massa igual a trezentas gramas, e está preso a uma
mola de constante elástica igual a 6Nm-1. Distende-se a mola cinco centímetros, e
abandona-se o conjunto que começa a efectuar um M.H.S.

a) Determine os valores do período e da frequência do movimento,

b) Determine a intensidade da força restauradora (força que tende a levar o corpo a posição
de equilíbrio estático),

c) Qual é o valor da amplitude das oscilações?

d) Após quanto tempo a contar do instante em que o corpo foi abandonado, ele volta a ocupa
a mesma posição?

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2.3 Energia no M.H.S

Você já deve saber que devido ao Princípio de


Conservação da Energia uma bolinha descendo uma
rampa, independentemente da inclinação da rampa,
partindo sempre da mesma altura, sempre terá a
mesma velocidade ao final da rampa.
Para o princípio de conservação da energia ser
garantido, em h = 0, toda a energia potencial
gravitacional (Epg), terá se transformado durante a
descida na rampa em energia cinética (Ec), expressas
pelas relações:
1
Epg = mgh Ec = mv 2
2

Ec = 0
Ep =0 Repouso

Para o sistema massa-mola isso não é


Ec = 0 diferente, somente que em vez de energia
Ep =máx potencial gravitacional, geralmente iremos
trabalhar somente com energia potencial
elástica, expressa por:
Ec = 0 1
Ep =máx Epel = k .x 2
Ec = 0
Ep =máx
2

Ec=máx Corpo em
Movimento
Ep=0

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mv 2
Ec =
2
E p = mgh
Ec = 0
Ep = max
E p = max
Ec = 0

h h

E c = max
Ep = 0

2.3.1 Princípio de conservação de energia


Nos processos de transformação de energia mecânica a soma da energia cinética e a energia
potencial permanece constante.

kx 2
E P = mgh EP = mola − massa
ET = EP + EC =Constante 2
m.v 2
EC =
2

Sistema Massa - Mola

Esse sistema possui um ponto de equilíbrio ao qual chamaremos de ponto 0. Toda vez que
tentamos tirar o nosso sistema desse ponto 0, surge uma força restauradora (F = -kX) que tenta
trazê-lo de volta a situação inicial.

Sistema Massa-Mola Sistema Massa-Mola Comprimido Sistema Massa-Mola Estendido


na Posição de Equilíbrio

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Onde: X é o deslocamento em relação ao ponto de equilíbrio e F é a força restauradora da mola
que se calcula através da fórmula: | F | = | -K.X |

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