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Universidade Federal de Santa Catarina

Campus de Joinville
Centro Tecnológico de Joinville
Departamento de Engenharias da Mobilidade

Unidade 4:
Aplicações da Derivada

Cálculo Diferencial e Integral I


EMB5001

Universidade Federal de Santa Catarina


Campus de Joinville
Centro Tecnológico de Joinville
Departamento de Engenharias da Mobilidade

Aplicações da Derivada:
Regras de L’Hospital, Taxa de Variação
e Diferencial

Cálculo Diferencial e Integral I


EMB5001

1
Conteúdos da Aula

 Regras de L’Hospital;

 Taxa de Variação;

 Diferencial.

Regras de L’Hospital

 Proposição: (Fórmula de Cauchy)


Se f e g são duas funções contínuas em [a, b], deriváveis em
(a, b) e se g’ (x)  0 para todo x  (a, b), então existe um
número z  (a, b) tal que:

f (b)  f (a) f ' ( z )



g (b)  g (a ) g ' ( z )

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Regras de L’Hospital
 Proposição: (Regras de L’Hospital)
Sejam f e g funções deriváveis num intervalo aberto I,
exceto, possivelmente, em um ponto a  I. Suponhamos que
g’ (x)  0 para todo x  a em I.

f ' ( x)
(i) Se lim f ( x)  0  lim g ( x) e lim '  L,
x a x a x a g ( x)

f ( x) f ' ( x)
L  R ou L  , então lim  lim '  L;
x a g ( x) xa g ( x)

Regras de L’Hospital
 Proposição: (Regras de L’Hospital)
Sejam f e g funções deriváveis num intervalo aberto I,
exceto, possivelmente, em um ponto a  I. Suponhamos que
g’ (x)  0 para todo x  a em I.

f ' ( x)
(ii ) Se lim f ( x )  lim g ( x)   e lim '  L,
xa xa x a g ( x)

f ( x) f ' ( x)
L  R ou L  , então lim  lim '  L;
xa g ( x) x a g ( x)

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Observação:
AS REGRAS DE L’HOSPITAL CONTINUAM VÁLIDAS
PARA OS LIMITES LATERAIS E LIMITES NO INFINITO.

Exemplo 1 :
x2  x  6
 (i) – Determinar: lim 2
x2 x  3 x  2

ex  1
 (ii) – Determinar: xlim
  x 3  4 x

Exemplo 1:
 Resolvendo:
x2  x  6
 (i) – Determinar: lim 2
x2 x  3 x  2

Temos uma indeterminação do tipo . Aplicando a regra


de L’ Hospital, temos:

x2  x  6 2x  1
lim 2  lim
x 2 x  3 x  2 x 2 2 x  3

22 1
 5
223
8

4
Exemplo 1:
 Resolvendo:
ex  1
 (ii) – Determinar: lim
x   x 3  4 x

Temos uma indeterminação do tipo . Aplicando a regra


de L’ Hospital, temos:
ex  1 ex
lim  lim 2
x   x 3  4 x x   3 x  4

Continuamos com uma indeterminação do tipo , podemos


aplicar a "regra de L’ Hospital" novamente:
ex  1 ex ex
lim  lim  lim  
x   x 3  4 x x   6 x x   6
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Taxa Média de Variação


 Seja = ( ). Se variar de para então a variação
de (incremento de ) é:
Δ = −
 Variação correspondente de :
Δ = −
 O quociente de diferenças
Δ − ( )
=
Δ −
é denominado taxa média de variação em em relação a no
intervalo , .
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5
Taxa Instantânea de Variação
 Quando → , ou seja, Δ → 0 essas taxas médias são
chamadas de taxa instantânea de variação de em relação
a :
Δ − ( )
lim = lim = ′( )
→ Δ → −

 Desta forma a derivada ´( ) é a taxa instantânea de


variação de = em relação a quando = .

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Taxas de Variação
 Dada uma função y = f(x), o quociente:
y f ( x  x )  f ( x )

x x
representa a taxa média de variação de y em relação a x.
 A derivada:
f ( x  x)  f ( x)
f ' ( x)  lim
x  0 x
é a taxa instantânea de variação ou simplesmente taxa de
variação de y em relação a x.
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Velocidade e Aceleração
Definição: (Velocidade Média)
Suponhamos que um corpo se move em linha reta e que
= ( ) represente o espaço percorrido pelo móvel até o
instante . Então, no intervalo de tempo e + ∆ , o corpo
sofre um deslocamento ∆ = +∆ − .

Definimos velocidade média nesse intervalo de tempo como o


quociente
+∆ − ( )
= ,

isto é, a velocidade média é o quociente do espaço percorrido
pelo tempo gasto para percorrê-lo.
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Velocidade e Aceleração
De forma geral a velocidade média nada nos diz sobre a
velocidade do corpo no instante .

 Definição: (Velocidade instantânea)


s s (t  t )  s (t )
v(t )  lim  lim  s ' (t )
t  0 t t  0 t

 Definição: (Aceleração média e instantânea)


v(t  t )  v (t )
am 
t
v v(t  t )  v(t )
a(t )  lim  lim  v' (t )
t 0 t t  0 t
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7
v (t )  s ' (t )
Exemplo 2:
No instante = 0 um corpo inicia um movimento. Sua posição
no instante é dada por
= 16 − .

(i) Determinar a velocidade do corpo no instante = 2.

(ii) Determinar a aceleração no instante = 4

Resolução: (i) velocidade num instante :


= = 16 − 2

Em = 2, temos = 16 − 2.2 = 12 . .
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( ) = 16 − 2
Exemplo 2:
 Resolução: (ii) A aceleração no instante t é:
= = −2 un. aceler.

 Logo a aceleração em = 4 é dada por 4 = −2.

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Exemplo 3:
 Um quadrado de lado l está se expandindo segundo a
equação l(t) = 2 + t2, onde a variável t representa o tempo.
Determinar a taxa de variação da área desse quadrado no
tempo t = 2.

 Resolvendo: A  l 2  Al 
e
l  2  t 2  l t 
Taxa de variação da área em relação ao tempo :
dA
?
dt 17

A  l 2  Al 
Exemplo 3:
l  2  t 2  l t 
 Resolvendo: Usando a regra da cadeia

dA dA dl
   2l  2t
dt dl dt
dA
 4lt  4  2  t 2   t
dt
dA
 4  2  2 2   2  48 unid. área / unid. tempo
dt 2 

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9
Exemplo 4:
 Um tanque tem a forma de um cone invertido com 16m de
altura e uma base com 4m de raio. Se água está sendo
bombeada para dentro do tanque a uma taxa de 2m3/min.
Com que velocidade o nível da água está se elevando
quando sua profundidade for de 5m?
1 Volume do cone, lembrando que
Vcone  r 2 h
3 V, r e h são funções do tempo

dVcone
2
dt

dh
velocidade com que o nível de água se eleva 
dt

19
19

dVcone 1 2
 2 Vcone  r h
dt 3
Exemplo 4:
 Um tanque tem a forma de um cone invertido com 16m de
altura e uma base com 4m de raio. Se água está sendo
bombeada para dentro do tanque a uma taxa de 2m3/min.
Com que velocidade o nível da água está se elevando
quando sua profundidade for de 5m?
r 4 1
Do cone temos que:   r h
h 16 4
2
1 h h3
 Vcone     .h  Vcone 
3  4 48
dV dV dh dV 1 dh
Como:     .h 2 .
dt dh dt dt 16 dt
1 dh dh 32
 2   .h 2 .  
16 dt dt h 2
dh 32
Quando h = 5m   0,41 m/min 20
dt 25

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Exemplo 5:
Analistas de produção verificaram que, em uma montadora,
o número de peças produzidas nas primeiras t horas diárias
de trabalho é dado por:
 
50 t 2  t , para 0  t  4
f (t )  
200t  1, para 4  t  8
(i) Qual a razão de produção (em un. por h) após 3 horas de
trabalho? E após 7 horas?
(ii) Quantas peças são produzidas na 8ª hora de trabalho?
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Razão de produção = taxa de variação de produção

(i) Qual a razão de produção (em un. por h) após 3 horas de


trabalho?

Solução:
A razão de produção após 3 h de trabalho é ′(3).
Para < 4, temos:
f ' (t )  50.2t  1  f ' (3)  50.2.3  1  350

Logo, após 3 h, a razão de produção é 350 peças por h de trabalho.

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11
Razão de produção = taxa de variação de produção

(i) E após 7 horas?

Solução:
A razão de produção após 7 horas de trabalho é dada por
′(7).
Para > 4, temos:

f ' (t )  200  f ' (7)  200

E, após 7 h a razão de produção é 200 peças por h de trabalho.


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(ii) Quantas peças são produzidas na 8ª hora de trabalho?

Solução:
O número de peças produzidas na 8ª hora de trabalho é:

f 8  f 7   200.8  1  200.7  1


 200

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12
Diferencial
Definição: (Acréscimos)
Seja = ( ) uma função. Podemos sempre considerar
uma variação da variável independente . Se varia de a
definimos o acréscimo de , denotado por ∆ , como

∆ = − .

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Diferencial
A variação de origina uma variação correspondente de ,
denotada por ∆ , dada por
∆ = ( ) − ,
como ∆ = − , podemos escrever ainda
∆ = ( +∆ )− .

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13
Diferencial
Sejam y = f(x) uma função derivável e x um
acréscimo de x. Definimos:

(a ) A diferencial da variável independente x,


denotada por dx , como dx  Δx

(b) A diferencial da variável dependente y ,


denotada por dy , como
dy  f ' ( x )x  f ' ( x )dx
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ou
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Diferencial
 Interpretação Geométrica:
f ' x1   tg  
MR
f ' x1   tg   
PM
MR dy
f ' x1   
PM dx

Como = , segue
que =

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Exemplo 6:
 Se = 6 − 4, calcule Δ e para =2
e = Δ = 0,001.
Resolução: Usando a definição de Δ , temos:
Δ = +Δ −
Δy = 2 + 0,001 − 2
Δ = 6 ∙ 2,001 − 4 − 6 ∙ 2 − 4
Δ = 20,024006 − 20 = 0,024006
Usando a definição de d , temos: dy  f ' ( x)x  f ' ( x)dx
= ∙Δ
= 12 ∙ Δ = 12 ∙ 2 ∙ 0,001
= 0,024 − = ,
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Exemplo 7:
 Obtenha um valor aproximado para o volume de uma fina
coroa cilíndrica de altura 12 m, raio interior 7 m e
espessura 0,05 m. Qual o erro se resolvermos usando
diferenciais?

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 O volume V do cilindro é dado por:

V (r )  r 2 h

 Volume exato da coroa cilíndrica é:

V    (7,05) 2 12    7 2 12  8,43 m 3

 Volume da coroa cilíndrica usando diferenciais:

dV  V ' ( r )  r  2  rh  r
 2   7  12  0 , 05  8 , 4  m 3
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 O erro cometido na aproximação, mostra a diferença


entre as duas abordagens, e dado por:

V  dV  0,03 m 3

V  8,43 m 3
dV  V ' ( r )  r  8 ,4  m 3

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