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VARAL INTELIGENTE

ESCOLA TÉCNICA ELECTRA


UNIDADE SANTA CRUZ
AMINADAB NELVO BOTELHO
ELETROTÉCNICA PÓS-MÉDIO
MAT: 42990/14
CÓDIGO DA TURMA: 5190

Rio de Janeiro,___de_____________de 2014.


AMINADAB NELVO BOTELHO
CURSO: ELETROTÉCNICA

VARAL INTELIGENTE
Tornar o ambiente agradável, aconchegante e prático.

Escola Técnica Electra, Santa Cruz.

Rua Visconde de Sepetiba, 61 Fundos.

Facilitar atividades domésticas.

PROFESSOR ORIENTADOR: GIL RAMALHO.

Rio de Janeiro,___de_____________de 2014.


DEDICATÓRIA:

Dedico esta obra primeiramente a Deus, por ter me concedido


saúde, sabedoria e recursos para a conclusão deste curso
técnico.

Também a minha mãe, meu pai, minha irmã e meu cunhado,


por terem me dado suporte e me apoiado com este grande
projeto.
AGRADECIMENTO:

Agradeço aos Professores Gil Ramalho e Júlio Cezar, por


terem me ensinado a base fundamental para desempenhar um
bom projeto.

Aos colegas e também amigos de grupo: Ronaldo dos Anjos,


Lucas Souza e Juan Guimarães pelo apoio prestado.
SUMÁRIO:

INTRODUÇÃO ----------------------------------------------------------------------------------------5.
DESENVOLVIMENTO -----------------------------------------------------------------------------13.
TESTES E ANÁLISE DE DADOS-----------------------------------------------------------------18.
CONCLUSÃO------------------------------------------------------------------------------------------19.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ------------------------------------------------------------20.
PÁGINA DE ASSINATURAS ----------------------------------------------------------------------21.
TEMPO UTILIZADO --------------------------------------------------------------------------------22.
ANEXO A
CRONOGRAMA DO DESENVOLVIMENTO ---------------------------------------------------23.
ANEXO B
CUSTOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ------------------------------------------24.
ANEXO C
RELAÇÃO DOS MATERIAIS UTILIZADOS ---------------------------------------------------25.
ANEXO D
ESQUEMA ELÉTRICO -----------------------------------------------------------------------------26.
ANEXO E
LAYOUT ----------------------------------------------------------------------------------------------27.
ANEXO F
RELATÓRIO DE PRÁTICAS ---------------------------------------------------------------------28.
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INTRODUÇÃO:

Projeto pensado e idealizado visando o maior conforto e perca de preocupação de ocupantes


de uma residência com roupas deixadas para secagem no varal, reduzindo a mão-de-obra dos
ocupantes sem ter que ir até o varal para retirada da roupa do mesmo, diminuindo também a
preocupação desses ocupantes, pois assim a pessoa poderá sair sem se preocupar em retirara
as roupas do varal, com o mesmo contendo os sensores de umidade, garantindo o
aproveitamento do sol no máximo.
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Motor Eletromagnético

Por volta de 1821, atraído pela experiência de Öersted, que revelara que a corrente elétrica
tinha a propriedade de modificar a direção de uma agulha magnética, Faraday verificou,
invertendo a experiência do físico dinamarquês, que os magnetos exercem ação mecânica
sobre os condutores percorridos pela corrente elétrica.
Para chegar a essa averiguação, Faraday colocara um ímã verticalmente sobre um banho de
mercúrio, fazendo que uma de suas extremidades ficasse imersa no líquido. Ligando, então,
um fio condutor ao mercúrio, fechando o circuito, observou que, quando o fio era móvel em
torno de seu ponto de suspensão, descrevia círculos em volta do ímã. Caso contrário, fixando-
se o fio e libertando o ímã, este girava em torno do fio.
Com essa experiência singela, mas de extraordinárias consequências para a tecnologia,
Faraday criara o primeiro motor eletromagnético.
Dois anos depois, Faraday liquefez o cloro e, em 1824, graças à notoriedade alcançada por
suas descobertas, foi eleito para a Royal Society, de Londres.

Prosseguindo em suas experiências, isolou o benzeno, em 1825. Por essa época, iniciou uma
série de conferências semanais na Royal Institution, as quais representaram importante
contribuição para o progresso dos estudos de química na Inglaterra, particularmente pelo vivo
interesse que o cientista conseguiu despertar nos jovens estudantes.

Faraday, Lenz, Neumann: Conheça algumas leis do eletromagnetismo

O inglês Michel Faraday descobriu que a variação de um campo magnético está associada a
uma corrente elétrica. Essa variação pode ser obtida mudando-se a posição do material
condutor ou alterando-se a posição do material que está associado ao campo magnético.
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Lei de Faraday

Quando o condutor é um circuito fechado, como no caso de uma espira que se movimenta no
interior de um campo magnético, teremos o surgimento de uma corrente elétrica nesse
condutor. Essa corrente é denominada corrente induzida.
Faraday introduziu o conceito de Fluxo de Indução ou Fluxo Magnético: imagine as linhas
de campo magnético atravessando a área A de uma superfície. Ao aumentarmos o número de
linhas que atravessam essa superfície, aumentaremos o fluxo de indução. Obviamente, ao
diminuirmos o número de linhas também diminuiremos o fluxo de indução.
A variação do campo magnético - e a consequente variação no fluxo de indução numa espira -
podem ser obtidas variando-se: (a) a área abraçada pela espira, (b) a intensidade do campo
magnético (que pode ser obtida aproximando-se ou afastando-se o ímã em relação à espira) ou
(c) a inclinação da espira em relação às linhas de campo magnético que a atravessam.
A lei de indução de Faraday afirma que a corrente elétrica induzida na espira é devida à
variação do fluxo magnético que ocorre através da espira.
Podemos representar matematicamente essa lei da seguinte forma: ,
onde representa o fluxo das linhas de campo magnético através de uma superfície;
representa a intensidade do campo magnético;
representa a área da superfície atravessada pelas linhas de campo magnético; e
o ângulo formado entre a normal à superfície atravessada e as linhas de campo.Essa relação
matemática nos mostra que, quando as linhas de campo forem paralelas à espira, o fluxo será
nulo, já que nesse caso ºe º
(as linhas de campo são perpendiculares à normal ao plano da espira). Isso significa que
nenhuma linha de campo atravessa a espira.
No Sistema Internacional de Unidades (SI), o fluxo das linhas de campo magnético tem como
unidade o weber (W), sendo que 1 W = 1 T.m2. Essa unidade recebeu esse nome em
homenagem ao físico alemão Wilhelm Weber (1804-1891).

Fonte: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/fisica/faraday-lenz-neumann-conheca-algumas-
leis-do-eletromagnetismo.htm
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Motores CC

Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia


mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor).

A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente


alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações
nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira
ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrônicos de tensão alternada já
são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo
e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das
aplicações.

Figura 1.1
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Partes constituintes de um motor CC

Rotor (armadura)

Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto
em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento
suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por
transportar a energia proveniente da fonte de energia.

Anel comutador

Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento
de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de
forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no
momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O
movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos.

Estator (Campo ou excitação)

Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar
internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de
baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo
magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no
mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito
desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir
o faiscamento no anel comutador.

Escovas

Peças de grafite responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.


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Operando como motor de corrente contínua

No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores


do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo
anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento
que produz um campo magnético no enrolamento da armadura.

Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos


terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos
magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de polos magnéticos (Norte e Sul) espalhados
por toda a extensão do estator.

Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação
da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a
máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se
circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de polos
no enrolamento da armadura.

A orientação desse campo, ou seja, a posição do polo norte e sul permanece fixa,
simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator,
assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no
estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o polo norte de um dos campos tentará se
aproximar do polo sul do outro.

Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam
alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo
girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel
comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no
sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido.

Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos polos magnéticos norte e sul do campo
da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo,
temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e
consequentemente o movimento do eixo da máquina.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_corrente_cont%C3%ADnua
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Polia
A polia, roldana ou moitão é uma peça mecânica muito comum a diversas máquinas, utilizada
para transferir força e energia cinética. Uma polia é constituída por uma roda de material
rígido, normalmente metal, mas outra comum em madeira, lisa ou sulcada em sua periferia.
Acionada por uma correia, corda ou corrente metálica a polia gira em um eixo,
transferindo movimento e energia a outro objeto. Quando associada a outra polia
de diâmetro igual ou não, realiza trabalho equivalente ao de uma engrenagem.

Funcionamento
Uma polia presa a um suporte mantém dois corpos A e B suspensos e unidos por um fio
inextensível (não muda de tamanho) e massa desprezível. Após liberarmos o sistema do
repouso, pode-se deduzir alguns resultados. Considerando que o corpo A tem uma massa mA
> mB (massa de B), o movimento do corpo A será para baixo. (Mesmo sentido da referência
adotada).

Figura 1.2

A figura 2 logo abaixo mostra uma aplicação de polias para reduzir a força necessária para
levantar um objeto. Nessa configuração com duas polias, a força de tração T necessária para
segurar um objeto de peso P é igual à metade P:

Figura 1.3 Figura 1.4

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polia
13

Varal
O varal ou estendal é um objeto utilizado para a secagem de roupas após a lavagem. Trata-se
de uma parafernagem na qual uma corda, um arame ou uma haste de alumínio suporta a roupa
úmida, que, com o passar do tempo, tornar-se-á seca. Pode-se utilizar
um pregador (prendedor) mola para melhor fixar as roupas no varal, porém, dividindo seu
peso entre o eixo da corda, pode-se obter equilíbrio.

Figura 1.5

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Varal
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DESENVOLVIMENTO:

O aparato foi feito utilizando uma placa de isopor como base, apresentando 50 mm de
espessura, 100 cm de largura por 50 cm de comprimento, para a construção do telhado
utilizou-se uma folha de isopor cuja espessura foi se 10 mm e seu corte foi de,
aproximadamente, 70 cm de largura na parte superior e 50 cm de largura na parte inferior; nas
maiores colunas utilizou-se uma folha de isopor cuja espessura foi de 20 mm obtendo 4,5 cm
por 25 cm de largura e altura, respectivamente; nas menores colunas utilizou-se apenas 20 cm
de altura para atingir o caimento do telhado. Foi instalado um sensor de umidade no telhado
para que, em caso de chuva, o sensor seja acionado alimentando o Relé 1, dando partida aos
motores, fazendo com que as roupas fossem recolhidas para debaixo do telhado. Para que isso
acontecesse, com exatidão, foi usada uma chave fim de curso para o desligamento dos
motores e assim as roupas ficarem no local desejado. Logo após a chuva parar, o sensor irá
atuar novamente fazendo com que acione o Relé 2, invertendo a polaridade dos motores, para
que mude sua rotação, voltando as roupas para continuar o processo de secagem.

Foto do início do Projeto.

Figura 2.0
15

Foto da base

Figura 2.1
16

Foto visto de cima.

Figura 2.2
17

Interior do Projeto.

Figura 2.3
18

Demonstração do Funcionamento do Varal.

Figura 2.4
19

TESTES E ANÁLISE DOS DADOS:

O teste e análise realizado foi conclusivo para demonstrar que o uso da tecnologia da mais
facilidade e conforto a cada um dos ocupantes de uma residência, facilitando uma de suas
tarefas diárias, assim preocupando-se menos com o recolhimento de roupas e podendo-se
ocupar com assuntos mais pertinentes. Os testes feitos, foi capaz de mostrar as vantagens
adquiridas com a atualização do varal. Com o uso de uma fonte de 5VCC, e uma corrente de
1500mA, fomos capazes de alimentar dois relés, dois motores e um led azul. Analisamos com
cuidado cada processo feito no projeto. O sensor de umidade quando acionado pela água,
fechava os contatos e comutava os relés, que alimentavam os dois motores para uma lado,
como a fonte usada tinha uma potência menor do que exigia o circuito, foi adaptado uma
chave manual para retornar o varal para fora.
20

CONCLUSÃO:

Esse projeto colocou a prova todos os conhecimentos adquiridos no curso de Eletrotécnica e


toda nossa cooperação em equipe e nossas habilidades pessoais. Com a Conclusão desse
projetos visamos o conforto e a diminuição da preocupação com os afazeres domésticos. Com
bases em conhecimentos adquiridos ao longo de aulas como eletricidade, circuitos elétricos,
automação e eletrônica, foi montado o projeto do varal inteligente que recolheria com excesso
de umidade ou pela própria vontade do utilizador desse dispositivo.
21

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

[1] ARCIPRETI, Nicolangelo Dell’ e GRANADO, Nelson Vilhena - Física 3. São Paulo: ˜
Ática, 1981. ´
[2] ARNOLD, Robert. Fundamentos de Eletrotécnica. São Paulo: EPU, 1975. ˜
[3] BOCHETTI, Paulo e MENDEL, Carlos Alberto. Eletrodinâmica e Eletromagnetismo. Rio
de Janeiro: ˆ Exped, 1971.
[4] BOYLESTAD, Robert & NASHELSKI, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de
Circuitos. 3 ed. Rio ˆ de Janeiro: Prentice Hall, 1984.
[5] CAVALCANTI, P.J. Mendes - Fundamentos de Eletrotécnica para Técnicos em
Eletrônica, 16 ed. Rio de ˆ Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1985.
[6] CENAFOR - Programa de Educação T ˜ técnica - Ensino Industrial - Habilitação em
Eletrotécnica. S ´ ao˜ Paulo: Cenafor, 1985.
[7] CHAVES, Roberto - Manual de Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1981.
[8] CHRISTIE, Clarence V. - Elementos de Eletrotécnica - Porto Alegre: Globo, 1969. ´
[9] CIPELLI, Marco e MARKUS, Otavio - Circuitos ´ em Corrente Contínua. São Paulo: ˜
Erica, 1999. ´ [10] CREDER, Helio - Instalações Elétricas. 9 ´ a ed.- Rio de Janeiro: LTC,
1984.
[11] CUTLER, Phillip - Analise de Circuitos CA. S ´ ao˜ Paulo, McGraw-Hill, 1976.
[12] DAWES, Chester L.- Curso de Eletrotécnica. Porto ´ Alegre: Globo, 1977. vol.1-2.
[13] EDMINISTER, Joseph A. - Circuitos Elétricos, 2 ´ a ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1985.
[14] FERENCE Jr., LEMON & STEPHENSON - Curso de Física - Eletromagnetismo, 4o
vol. São Paulo, Edgard Blucher. ¨
[15] FITZGERALD, A.E. - Maquinas Elétricas. S ´ ao˜ Paulo, McGraw-Hill, 1975.
[16] FOWLER, Richard J. - Eletricidade- Princípio e Aplicações - vol. 1.S ˜ ao Paulo:
Makron, McGraw- ˜ Hill, 1992.
22

PÁGINA DE ASSINATURAS
23

TEMPO UTILIZADO:

Foram aplicadas 45 horas para confecção do projeto.


Todos os encontros foram na residência do integrante Aminadab Nelvo Botelho, contando
com a participação de todo o grupo.
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ANEXO A
CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO

SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO

GRUPO 20

TEMA 20

PESQUISA 04

MONTAGEM 11

TESTES 15 11

FEIRA 12
25

ANEXO B
CUSTO DO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

Foram gastos com o isopor, tintas, pinceis, pistola de cola quente e os bastões de cola R$
35,00, e um sensor de umidade no valor de R$ 50,00. Os integrantes do grupo, Lucas Souza,
Juan Guimarães e Ronaldo dos Anjos, juntos compraram a Protoboard, os relés de 5v, cinco
resistores de 100ohms, um Led azul, dois motores 9vcc, um rolo de cabo 0,5mm, duas chaves
NF e as quatros roldanas de plástico, ficou no valor de R$ 100,00.
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ANEXO C
RELAÇÃO DOS MATERIAIS UTILIZADOS

 01 PLACA DE ISOPOR 50MM FOLHA 50X100;


 02 PLACAS DE ISOPOR 10MM FOLHA 50X100;
 02 PLACAS DE ISOPOR 20MM FOLHA 50X100;
 01 LED AZUL;
 02 CHAVES NF;
 01 PROTOBOARD;
 02 RELÉ 5V;
 01 TÁBUA DE COMPENSADO;
 TINTAS NAS CORES MARRON, BRANCO, ROXO E COR DE PELE;
 01 ROLO DE CABOS 0,5 MM;
 05 RESISTORES DE 100 OHMS;
 01 PISTOLA DE COLA QUENTE;
 05 BASTÃO DE COLA QUENTE;
 02 MOTORES 9VCC;
 04 ROLDANAS DE PLASTICO;
 01 SENSOR DE UMIDADE;
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ANEXO D
ESQUEMA ELÉTRICO
28

ANEXO E
FOTO DO PROJETO
29

ANEXO F
FOTO DO PROJETO NA FEIRA TÉCNICA
30

ANEXO G
FOTO DO GRUPO NA FEIRA TÉCNICA
31

ANEXO H
RELATÓRIO DE PRATICAS
32
33
34