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ANÁLISE DE MODELOS DE CÁLCULO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS AO CISALHAMENTO COM PRFC
ANÁLISE DE MODELOS DE CÁLCULO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS AO CISALHAMENTO COM PRFC

ANÁLISE DE MODELOS DE CÁLCULO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS AO CISALHAMENTO COM PRFC

DE CONCRETO ARMADO REFORÇADAS AO CISALHAMENTO COM PRFC Daniel Marlon Rodrigues Guedes (1); Ailín Fernández Pérez

Daniel Marlon Rodrigues Guedes (1); Ailín Fernández Pérez (2); Paulo Fernando Santana (3); Luiz Gustavo Gonçalves(3); Guilherme Sales Melo (4); Marcos Honorato de Oliveira (4)

(1) Engenheiro Civil, Universidade de Brasília; (2) Mestre em Estruturas, Universidade de Brasília; (3) Graduando em Engenharia Civil, Universidade de Brasília; (4) Professor Doutor, Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, Universidade de Brasília daniel.marlonr@gmail.com

INTRODUÇÃO

Polímeros reforçados com fibra de carbono (PRFC) são utilizadas no reforço de estruturas de concreto armado por possuírem propriedades desejáveis e favoráveis a esse tipo de aplicação. A técnica de reforço de vigas ao cisalhamento com faixas de PRFC coladas externamente tem se mostrado eficaz, como mostra a literatura.

tem se mostrado eficaz, como mostra a literatura. Envolvimento completo Faixas em “U” Faixas nas laterais

Envolvimento completo

Faixas em “U”

Faixas nas laterais

Faixas em “L”

Alternativas de colocação do compósito em vigas, para o reforço ao cisalhamento.

O emprego desse tipo de reforço no Brasil é ainda muito limitado, em

parte, devido à ausência de uma normalização nacional que oriente o cálculo da resistência provida pelo reforço. Em vista disso, objetivou-se analisar e verificar modelos de cálculo para o reforço ao cisalhamento de vigas com faixas de PRFC coladas externamente, com o fim de verificar quais modelos melhor representam os resultados experimentais.

METODOLOGIA

Objetivando avaliar modelos de cálculo para o reforço de vigas de concreto armado ao cisalhamento com PRFC, foi elaborado um banco de dados com os resultados experimentais de 137 vigas de concreto armado ensaiadas, reforçadas ao cisalhamento com faixas de PRFC coladas externamente, provenientes de 14 trabalhos encontrados na literatura, publicados entre 2000 e 2016.

encontrados na literatura, publicados entre 2000 e 2016. Vista longitudinal das vigas e o esquema de

Vista longitudinal das vigas e o esquema de ensaio utilizado.

Foram previstos os tipos e as cargas de ruptura das vigas, a partir de diferentes combinações de prescrições normativas e pesquisas. Para a estimativa da resistência ao cisalhamento providas pelo concreto e aço foram usadas as prescrições da NBR 6118:2014, do ACI 318M-11 e de Zsutty (1968). Para a estimativa da resistência provida pelo reforço foram usadas as prescrições do ACI 440.2R-08, do fib Bulletin 14 e de Chen & Teng (2003).

Foram, então, realizadas análises estatísticas dos resultados.

REFERÊNCIAS

Sabendo que a resistência total ao cisalhamento de uma viga reforçada é dada pela soma das parcelas providas pelo concreto, aço e reforço, obteve-se 9 combinações que resultaram em diferentes valores da

resistência teórica das vigas analisadas. A resistência teórica foi, então,

comparada à experimental.

Resistência teórica de vigas reforçadas:

V

teo

=

V V

c

+

s

+V

f

cfrp

RESULTADOS

Ao comparar a resistência teórica (V teo ) com a experimental (V exp ), por meio da relação V exp /V teo , obteve-se os resultados mostrados na tabela:

Análise estatística das vigas reforçadas analisadas.

     

Desvio

Coeficiente de Variação

Resultados Contra a Segurança

Cálculo de V c e V sw

Cálculo de V cfrp

Média

Padrão

 

ACI 440

1,13

0,28

24,8%

37,8%

NBR 6118

FIB

1,01

0,23

22,4%

55,1%

Chen & Teng

1,17

0,23

19,3%

24,5%

 

ACI 440

1,23

0,32

26,1%

25,5%

ACI 318

FIB

1,09

0,25

23,3%

39,8%

Chen & Teng

1,28

0,25

19,7%

14,3%

 

ACI 440

1,02

0,24

23,1%

53,1%

Zsutty

FIB

0,92

0,20

21,5%

63,3%

Chen & Teng

1,06

0,21

19,5%

37,8%

Quanto à dispersão dos resultados, foram obtidos os resultados mostrados no diagrama de caixa que expressa a variabilidade de V exp /V teo para as 9 combinações de cálculo, com os limites inferior e superior da faixa considerada como segurança apropriada pelo Critério de COLLINS (2001), adaptado por MORAES (2013), entre 0,85 e 1,30.

(2001), adaptado por MORAES (2013), entre 0,85 e 1,30. Diagrama de Caixa de V e x

Diagrama de Caixa de V exp /V teo por Combinação de Cálculo.

CONCLUSÕES

Pôde-se concluir que as combinações entre os modelos de cálculo da parcela de resistência ao cisalhamento provida pelo concreto e armadura transversal e os modelos de cálculo da resistência provida pelo reforço com PRFC podem ser utilizados efetivamente para prever a capacidade resistente real de uma viga reforçada, dentro das margens de erro de cada modelo.

Foi possível verificar que o ACI 318 é mais conservador na previsão da resistência das vigas. Os melhores resultados foram obtidos pelas

combinações NBR 6118-Chen & Teng e Zsutty-Chen & Teng. Esta última, no entanto, apresentou mais resultados contra a segurança que

aquela.

GUEDES, D. M. R. Análise de Modelos de Cálculo de Vigas de Concreto Armado Reforçadas ao Cisalhamento com PRFC. 2018. Monografia de projeto final (Bacharelado em Engenharia Civil) - Graduação, Universidade de Brasília, 2018. PÉREZ, A. F. Reforço de vigas ao cisalhamento com compósito de fibra de carbono (PRFC). 2016. Entre outras referências.

A. F. Reforço de vigas ao cisalhamento com compósito de fibra de carbono (PRFC). 2016. Entre
A. F. Reforço de vigas ao cisalhamento com compósito de fibra de carbono (PRFC). 2016. Entre