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Ministério de Integração, Discipulado e Evangelismo.

Manual da

O que cremos,
O que queremos ser,
Como queremos viver…

IGREJA COMUNITÁRIA BAPTISTA DO VALE DO QUIXICONGO (COVAQ)


Uma igreja voltada ao Discipulado
Julho/2019
O MINISTÉRIO

O ministério Colectores da Graça surgiu na COVAQ oficiosamente entre os anos


2012/2013 como pequena célula de orações e intercessões realizadas em cultos
domesticos motivados pelas muitas tribulaçoes que assolavam um grupo de
familias naquele periodo. Posteriormente, na visão do Pr. Felgas Teófilo Lucas o
grupo foi denominado por Colectores da Graça – dados á missão de
evangelismo e fortalecimento das familias. Mas adiante, havendo necessidade de
melhor acolher os irmãos pré-decididos à Cristo foi tambem nos dada a missão
de trabalhar no processo de integração dos mesmos.

Com base nas escrituras sagradas (Mc 16-15) compreendemos que idealizar os
Colectores da Graça como ministerio de evangelização pressupoe uma ideia
reducionista sobre a missão evangelistica da igreja. A chamada especial de Deus
para o Ministerio está reservada à determinados crentes, mas a chamada geral
para ganhar almas é feita à todos os crentes sem excessão. Porém, á par do
evangelismo (missão para todos os crentes), somos um ministerio de Integração
e Discipulado. O evangelismo entra no rol dos nossos tres focos não como fim ou
objectivo, mas sim como meio ou meta. Esta visão advém da possibilidade de a
nossa existencia inibir no seio da igreja o espírito, a cultura e o hábito de
evangelizar. Todos precisamos e devemos evangelizar, nós Colectores da Graça
nos pré defenimos como “Colectores” porque fazemos a colheita da produção
evangelistica na seara (mundo), isto é, integramos e discipulamos o novo
convertido.

 Missão: nossa missão é acolher integralmente pessoas alcançadas pela


graça do senhor Jesus através da expansão do evangelho em missões,
pregações, evangelismo pessoal, em massa, estratégico, etc.
Denominamos a nossa missão por “Missão IDE” não simplesmente pelo
IDE de Cristo em Mc 16.15, mas tambem porque compreendemos neste
IDE um acrónimo para designar os nossos tres (3) focos: Integração,
Discipulado e Evangelismo.

 O evangelho de Cristo é o nosso evangelho;


 O sacerdócio de Cristo é o nosso sacerdócio;
 A missão de Cristo é a nossa missão.

 Visão: não queremos confinar a acção do ministerio nas quatro paredes


da COVAQ, por isso pretendemos expandir o mesmo para as demais
igrejas ou denominações com maior realce para as evangelicas começando
pela CBA, implantando coordenações do ministerio nestas igrejas.

 1ª Fase: criar uma estrutura base solida do ministerio na COVAQ,


incentivando mais membros a integrar no mesmo. Capacitá-los com

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tecnicas de integração, discipulado e evangelismo. Aprimorar as
experiencias até aqui adquiridas visando reduzir sempre o grau de
dispersão dos recém convertidos.

 2ª Fase: maturação do ministerio, estaremos trabalhando para a sua


expansão, apresentando-o e implantando coordenações em outras igrejas
mediante cooperações com seus lideres.

 Valores: são 4: amor, compaixão, oração, meditação.

 Logomarca:

Pensada exclusivamente para designar o ADN da missão do ministerio, foi


compositada por uma cruz, um peixe, um ramo de trigo e a grafia da
denominação do ministerio:

 A cruz: representa a graça, sacrificio e morte de Cristo pelos pecadores;


 O ramo de trigo: representa o nosso trabalho; a colheita (da produção
evangelistica feita na seara;
 O peixe no centro da cruz: representa o pecador alcançado pela graça;
 Cor verde: representa a seara (o campo onde é feito a colheita);
 Cor amarela: representa os exitos da colheita, o arrependimento pelos
pecados, as conversões.

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CAPÍTULO I – INTEGRAÇÃO
(segundo o Novo Testamento)

Definição: Define-se integração à conservação, ao desenvolvimento e à


multiplicação do fruto do evangelismo.

1. O Exemplo do Novo Testamento

A maioria das cartas de Paulo, Pedro e João são cartas que visam à integração
dos novos na fé. Paulo escreveu: O qual nós anunciamos, admoestando a todo
o homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria para que
apresentemos todo homem perfeito em Cristo. (Cl. 1:28) O
termo anunciamos indica a proclamação da mensagem evangelística; o
termo ensinando indica que os ganhos pela mensagem eram levados, através
de ura processo de instrução e adestramento, à plenitude de vida em Cristo.

2. A Expansão do Evangelho

A expansão do evangelho no 1º século foi surpreendente. Os primeiros discípulos


obedeceram ao mando do Senhor de ir a todo o mundo, pregando e ensinando; e
o fizeram a ponto de levar seus contemporâneos a protestarem: “… Estes que
tem transformado o mundo chegaram também aqui”. (At. 17:6).

3. Conservando e Desenvolvendo os Membros da Igreja

Salta aos nossos olhos que a maioria dos membros de nossas igrejas são crentes
imaturos espiritualmente. Paulo descreve tais crentes, dizendo: “Não sois
porventura carnais, e não estais andando segundo os homens?” (1Co. 3:3). São
crentes que ignoram as doutrinas básicas da Bíblia e, as que conhecem, não são
capazes de aplicar em sua experiência pessoal. Acham que ser crente é
frequentar os cultos. Em outras palavras, espiritualmente são como recém-
nascidos e, como tais, precisam crescer e se desenvolver. Nenês não crescem
automaticamente. Para isso, eles carecem de receber um sem número de
cuidados: precisam ser alimentados, protegidos e treinados.

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Perguntas:
1. Que porcentagem de membros da sua Igreja pode ser considerada
espiritualmente amadurecida?
2. Qual o propósito de Deus para cada crente? (Ef. 4:13).
3. Como o alvo pode ser atingido? (Tg. 1:22).
4. Quem pode citar uma diferença entre maturidade e imaturidade espirituais?
(Hb. 5:14; 1Co. 3:1-4,18,21).

5. Cuidando do Indivíduo

A integração tem sido chamada pediatria espiritual. É o cuidado dispensado a


novos crentes com o fito de levá-los à maturidade e fecundidade espirituais. A
Bíblia nos mostra um Cristo profundamente interessado em indivíduos. Através
de atos e palavras de amor e de cuidado com cada discípulo, individualmente,
ele expressa um amoroso coração de pai. Infelizmente poucas pessoas revelam
amor semelhante ao de Cristo e poucas compreendem quão vasto e ilimitado
campo de ministério é o trabalho com indivíduos. Não são muitos também os que
estão dispostos a oferecer cuidados de pai a novos crentes, não permitindo que
se tonem órfãos espirituais.

6. Pais Espirituais

Paulo se considerava pai de todos aqueles que ele ganhava para Cristo. Porque
ainda que tenhais dez mil aios em Cristo, não tendes contudo muitos pais; pois
eu pelo evangelho vos gerei em Cristo Jesus (1Co. 4:15; Gl. 4:19; 1Ts. 2:11).
Paulo chamava a Timóteo e a Tito de seus filhos na fé. Há duas maneiras de
alguém se tomar pai de bebês espirituais: ganhá-los ou adotá-los. Há os que
ganham almas e assumem a responsabilidade de zelar por elas e há os que
experientes e cheios de amor, adoptam um novo convertido ou um irmão
imaturo que deseja crescer espiritualmente.

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7. Quatro Necessidades de Um Novo Crente

Os pais têm a responsabilidade de amar, alimentar, proteger e educar seus


filhos até que esses atinjam a maturidade. Espiritualmente, cada ganhador de
almas tem também essa responsabilidade quádrupla.

1. Amor (Jo. 15:.12; 1Jo. 3:16): Um verdadeiro pai jamais lamenta o tempo, o
custo e o sacrifício necessários para ajudar os filhos a crescer.
2. Alimentação: Em Jo. 21:15-17 Jesus por três vezes ordenou a Pedro que
alimentasse as suas ovelhas. O único alimento indicado para crianças em
Cristo é o leite espiritual (1Pe. 2:2). Fisicamente nos alimentamos três vezes
ao dia. Um recém-nascido recebe o leite na mamadeira. Mais tarde, com o
ensino dos pais, a criança vai aprendendo a comer sozinha; aprende também
a escolher e onde encontrar os alimentos. Na adolescência a pessoa não come
só alimentos preparados por outros, ela também já sabe prepará-los. Um
crente amadurecido nas coisas espirituais é capaz de alimentar-se da Palavra
de Deus e de partilhar com outros a sua abundância (Mt. 4:4).
3. Proteção: Uma criança de 11 meses morreu queimada num incêndio em um
apartamento. Um recém convertido precisa de proteção que o resguarde para
o crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador (2Pe.
3:18). Satanás quer derrotar (1Pe. 5:8). As principais áreas de tentação, nas
quais o diabo se empenha em enlaçar o recém-convertido são: sexo,
segurança econômica e sucesso – a concupiscência da carne, dos olhos e a
soberba da vida (1Jo. 2:16). Deve se revestir das armas espirituais (Ef. 6:10-
12). Em caso de desobediência a disciplina será ministrada (Hb. 12:6).

4. Ensino: Entre os muitos cuidados que os pais dispensam a seus filhos, inclui-
se o ensino, que começa desde que são bem pequeninos e intensifica-se à
medida que eles crescem. Pais espirituais fazem o mesmo; ensinam seus
filhos, construindo sobre o fundamento que é Cristo Jesus (1Co. 3:10-15).Uns
constroem com material eterno e sua obra permanece; outros procuram
edificar com superficialidades e estas jamais resistem à prova do fogo, isto é,
não são capazes de suportar as adversidades e pressões da vida. (1Ts. 3:5;
Fp. 2:15,16). Vencer o pecado e testemunhar de Cristo, eis os objetivos do
ensino aos crentes do Novo Testamento.
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Perguntas:

1. Qual é o alimento próprio para criancinhas na fé? (1Pe. 2:2; Hb. 5:13)
2. Cite algumas características do crente amadurecido? (2Co. 5:7; Mt. 4:4; 1Ts.
5:18; 2Co. 9:7-8; 1Jo. 3:16; Fp. 1:20; Ef. 6:18.

8. Guiando os Filhos à Maturidade

Segundo o NT, integração é tudo que é feito na vida do crente para levá-lo
à maturidade e ao aperfeiçoamento espiritual. O ideal de Paulo era ver cada
um de seus filhos na fé chegando a homem perfeito em Cristo (Cl. 1:28). O
mesmo se lê em Ef. 4:13. Maturidade cristã é o conhecimento das doutrinas
bíblicas com uma aplicação delas às situações da vida.

9. Como Conseguir a Integração

Trinta e dois anos depois da ressurreição de Jesus, os primeiros cristãos já


haviam atingido todo o mundo pagão do seu tempo com a mensagem do
evangelho – sem rádio, sem TV, sem imprensa ou outro dos meios modernos de
comunicação usados em nossos dias na pregação (At. 17:6). Crentes que
testemunhavam eram naqueles dias a regra geral e não uma excepção. No NT
vemos apresentados quatro métodos diferentes de integração com
características acentuadamente pessoais. São eles: o contato pessoal, a
oração pessoal, um mensageiro pessoal e correspondência pessoal.

 Contacto Pessoal

Jesus e Paulo dão exemplos deste método de integração, o mais importante


entre os quatro métodos. A missão de Jesus era buscar e salvar o que se havia
perdido (Lc. 19:10). O contacto pessoal tem como objectivo o treinamento e
ensino (Mc. 3:14). Jesus tinha dois objectivos em mente, quando separou os
doze para um contacto pessoal e íntimo: desejava com eles partilhar sua vida e
seu ministério. Fazer discípulo de uma pessoa é levá-la à experiência de ter

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Jesus como Senhor e centro de sua vida. Um homem é discípulo de Cristo
quando permanece em sua Palavra e dá fruto (Jo. 8:31; 15:8) Paulo mantinha
contacto pessoal. Em At. 20:4 há uma lista de sete homens que viajavam com
ele aos quais ele transmitia os mistérios da vida cristã. Em Rm. 16 ele menciona
nominalmente cerca de 30 pessoas nas quais estava particularmente
interessado. Aos tessalonicences escreveu:Rogando incessantemente, de noite e
de dia, para que possamos ver o vosso rosto, e suprir o que falta à vossa fé
(1Ts. 3:10; At. 14:22).

 Oração Pessoal

Tanto Jesus gastou muito tempo em intercessão por novos crentes (Mc. 1:35;
6:12-14; Lc. 22:31-32; Mt. 16:23; 26:39-40).

 Representante Pessoal

Quando Paulo não podia visitar as igrejas costumava mandar um representante


em seu lugar (Fp. 2:19-22). Não há muitos homens iguais a Timóteo “pois todos
buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus (2:21). Epafrodito, Tíquico e
Tito trabalhavam em diferentes igrejas, a mando e sob a autoridade de Paulo.
Paulo enviava esses homens, por ele treinados, não só para promover integração
entre os crentes, mas também como intermediários entre ele e as igrejas.

 Correspondência Pessoal

A maior parte do NT consiste de cartas a novos crentes, escritas com o fito de


encorajá-los, de guiá-los e de ensiná-los na sua nova fé. Deus usou Paulo, João,
Pedro, Lucas para edificar vidas cristãs através de cartas, que hoje compõem
grande parte do NT: Lc. 1:3-4; 2Pe. 1:12-15. Uma carta pode abrir uma porta
para um contato posterior.

Perguntas:
1. Quais os quatro métodos de integração usados no NT?
2. O que é que Paulo considerava sua principal tarefas aqui na terra? (Fp. 1:23-
25).

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3. Qual de vocês já adoptou pelo menos duas pessoas para treinar para o serviço
cristão?
10. Integração do Novos Membro ao Discipulado

Toda pessoa que se decide por Cristo deve ser pronta e cuidadosamente
orientada e treinada na vida cristã. Na turma de discipulado de novos membros
são expostos os princípios e doutrinas básicas que cada crente deve saber e
praticar para que cresça em Cristo.

11. Objetivos do Discipulado

Exigir que os membros da igreja sejam instruídos nas doutrinas bíblicas não é
pedir muito. A história registra que a igreja primitiva mantinha classes de
instrução para os que desejavam o privilégio de fazer parte de um grupo local de
crentes. Cada decisão deve ser imediatamente fixada com ensino prático da
Bíblia aplicado aos problemas da vida diária. Isto se pode conseguir por
conselhos pessoais ou por ensinar em classe os princípios básicos do viver
cristão, alguns dos quais os novos membros não conhecem.

12. Sugestões Para o Discipulado

1. Horário: A turma deve ser realizada numa hora em que se possa contar com
o maior número possível de novos membros e novos crentes.
2. O Professor: O melhor meio de conservar o aluno na turma e de mantê-lo
interessado nela é dar-lhe sempre o melhor ensino.
3. Preparo do Aluno: Recomenda-se que o grupo se coloque informalmente ao
redor de uma mesa ou que se assente em círculo. Este plano anima os alunos
a fazerem perguntas e não dá a ideia de ser apenas urna outra pregação ou
culto. Insista com os alunos para que tragam sempre as suas Bíblias. O ensino
que será ministrado baseia-se exatamente naquilo que a Bíblia diz. Peça aos
membros da turma que tomem nota durante as lições; é excelente caminho
para fazerem o mesmo durante os cultos.
4. Ensino: Ao ensinar, use linguagem simples e sem termos técnicos. Se você
deseja que os alunos aprendam certos termos doutrinários, explique bem o
significado deles antes de usá-los. Não se esqueça: falar sozinho não é
ensinar, e ouvir somente não é aprender. Lembre-se também: se os alunos

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não vivem lá fora e não transmitem a outros o que aprendem na turma, está
sendo improdutivo o esforço e vão o tempo que você lhes dedica, e eles se
enganam a si mesmos (Tg. 1:22).
5. Tarefas e Deveres: Os alunos devem entender que aquilo que você sugere
que façam é para o próprio desenvolvimento e benefício deles. Lembre-se da
base de um bom ensino: explique aos alunos por que, mostre-lhes como,
consiga que comecem e verifique como estão fazendo.
6. Disciplina: Não há soldado bem treinado sem disciplina; isto é essencial na
tarefa de fazer discípulos. Textos como: Ec. 8:11; 2Tm. 2:24-25 são para o
professor. Ec. 9:10 e Cl. 3:23-24 são bons para os alunos.
7. Roteiro: Um bom roteiro para a turma: oração de abertura, recapitulação,
nova lição, tarefas, hora de perguntas, intercâmbio de experiências e orações
para o término da aula.
8. Turma de Evangelismo Pessoal: Recomenda-se que se organize
anualmente uma turma de evangelismo pessoal com o tríplice objectivo:
1) preparar e desenvolver ganhadores de almas e edificadores de vidas;
2) conservar os crentes fiéis e interessados, saídos da turma de novos membros;
3) fortalecer a projecção da igreja na direção dos perdidos.

13. O Plano de Adopção

Adoptar é tomar, por escolha, algo ou alguém para alguma forma de


relacionamento. Cada novo membro que entra para a igreja deve
ser adoptado por um crente mais antigo, que, por meio de um programa de
estudo da Bíblia, de oração e de serviço cristão, o ajude a crescer
espiritualmente. É a isto que chamamos Plano de Adopção. A Comissão de
Adopção visita semanalmente cada novo membro da igreja, em seu lar, durante
seis semanas pelo menos, procurando estabelecer um contacto de natural
espiritual e a fim de consolidar a sua decisão. Por meio de conselhos e de
pequenas e simples tarefas sobre o estudo da Bíblia e por meio da oração, cada
novo crente é guiado em seu desenvolvimento espiritual. A Comissão procura
visitar e ensinar cada novo convertido, cada recém batizado e cada crente ou
família que chega para a igreja.

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14. Base Bíblica da Adopção

Moisés adoptou e treinou Josué (Js. 1:1-9). O grande líder preparou


pessoalmente Josué para a responsabilidade de guiar os filhos de Israel na
conquista da Terra Prometida. Elias tomou Eliseu dentre o grupo de homens a
que ensinava na escola de profetas (2Rs. 2:1-11). Jesus escolheu os doze dentre
os muitos que o seguiam nos primeiros anos do seu ministério. Quando Paulo
adoptou Timóteo, estava aplicando o princípio de líderes entre os judeus. Charles
Spurgeon, orou: Senhor, dá-me 12 homens que amem as almas e eu sacudirei
Londres de ponta a ponta. a prática de transmitir a outros o conhecimento de
Deus era como a marca registrada da igreja do primeiro século. Timóteo havia
sido um dos que se converteram em Listra, por ocasião do primeiro trabalho de
Paulo ali. Paulo o tomou, pouco depois, como seu companheiro de viagem.
Enquanto viajavam juntos, Timóteo foi absorvendo o ideal de Paulo e o seu
consagrado amor a Cristo. Paulo ordenou-lhe que passasse a homens fiéis e
capazes também de ensinar a outros (2Tm. 2:2) o que dele tinha aprendido.
Milhares e milhares fazem sua decisão por Cristo e depois se perdem para a
igreja unicamente por serem deixados entregues à própria sorte. O de que eles
necessitam, porém, é de estudo bíblico individual, no recesso de seus lares, e de
orar com um crente amigo mais experiente, que compreenda seus problemas.
Por meio da Comissão de Adopção pode-se entrar em contato semanal com
todos os novos membros.

15. A Comissão de Adopção

A Comissão de Adopção deve ser um estímulo para todos, fiel no estudo da


Palavra, na oração e no testemunho. Só podemos dar e ensinar aos outros aquilo
que temos e sabemos. Só podemos ajudar outros a experimentar as bênçãos que
nós conhecemos. Por exemplo; só um ganhador de almas pode levar outro irmão
a ganhar almas. Um visitador inconstante na sua devoção pessoal terá pouco
sucesso ao incentivar alguém a reservar tempo para meditação e oração (2Tm.
2:2).

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16. O Processo de Adopção

Cada vez que alguém se une à igreja, por baptismo ou carta de transferência, ou
faz uma decisão ao lado de Cristo, o relator da comissão deve receber duas
cópias da ficha de informação: uma para ele mesmo e outra para ser dada a um
membro da comissão.

17. Ajudando o Novo Membro

Com o intuito de ajudar a Comissão de Adopção no seu trabalho, preparamos


uma série de fichas intituladas “Relatório de Visita”. Elas fornecem ao visitador
um questionário detalhado para ser preenchido por ocasião de cada uma das seis
visitas que vai fazer. Se o irmão faz parte da Comissão de Adopção e recebeu um
nome para adoptar, eis o que lhe sugerimos:

 Marque o dia e hora para visitar a pessoa que lhe foi designada logo
na primeira semana após sua decisão. Reserve o material exacto
para a primeira visita, repassando em oração, o Relatório de Visita e
o estudo a ser dado. Ore antes de ir e conserve-se em atitude de
oração e de serviço (MT. 20:27-28). Não hesite em relatar ao
relator da Comissão qualquer problema ou questão que achou difícil
durante a primeira visita.

18. Como Ensinar nos Lares

1. Procure, se possível, estar sozinho com o novo crente. Seja, contudo, flexível
e hábil.
2. Familiarize-se com o adoptado. Observe seu lar e quaisquer traços de
interesse que possam ajudar você a conhecê-lo melhor. Note os livros e
revistas e qualquer indicação dos seus gostos pessoais. Uma base de
interesses comuns torna o trabalho de integração mais fácil e mais pessoal.
3. Faça perguntas sobre seu conhecimento e experiência espirituais. Explique a
razão de sua visita e acentue o desejo que a igreja tem de vê-lo crescendo em
cristianismo vivo e prático. Esse crescimento se consegue através do estudo
da Bíblia, comunhão na igreja, oração diária e testemunho fiel.

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4. Use a Bíblia para responder a perguntas e problemas. O tempo que passar
com o adoptado. Use-o para criar um relacionamento fundamentado no que
Deus diz em sua Palavra. A Igreja que você representa prega e ensina a
Bíblia, único padrão pelo qual a vida deve ser avaliada.
5. Seja simpático e cheio de entusiasmo enquanto fala com ele. Seja, também,
franco ao lhe transmitir suas experiências de oração e ao mencionar as
dificuldades em sua vida nas quais Deus cumpriu suas promessas.
6. Quando apresentar estudos bíblicos de novas doutrinas ou tarefas, explique-
lhe sempre como e por que fazê-los; ajude-o a iniciar a tarefa e mantenha-o
fazendo aquilo que foi designado. Ensine-o transmitir a Palavra de Deus a
outros, pois fazer é o melhor meio de aprender.
7. A cada visita, recorde ligeiramente a lição anterior.
8. Gaste de 20 minutos a uma hora em cada visita, se possível Depois da
primeira visita, encaminhe-se rapidamente para as lições, Anime-o a lhe falar
delas e faça perguntas que estimulem seu interesse.
9. Tenha uma ficha de notas onde registe tudo a respeito de seu adoptado: seu
progresso, seus problemas, suas tarefas e as datas das visitas.

19. O Que Ensinar

Alguns novos crentes devoram as lições que lhes são dadas. Outros, porém,
caminham muito mais devagar. Para aqueles cujo interesse cresce e aumenta de
semana para semana, tarefas especiais de memorização de textos, visitas,
leitura e estudo da Bíblia. O estudo pode versar sobre as lições do curso VIDA
FRUTÍFERA. O relator do Plano de Adopção deve examinar com o visitador as
fichas do Relatório de Visita sempre uma semana antes de cada uma ser usada.
É bom irem de dois a dois.

20. Relatório de Visita

Ore antes de visitar seu adoptado. Estabeleça cordialidade com ele. Seja amável,
positivo e franco. Ore com ele. Devolva a ficha ao relator da Comissão de
Adopção com sua assinatura:

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21. Metodologia de trabalho:

 1º passo – Momento da conversão

No momento da conversão (durante o apelo) os integrantes do Ministério vão ao


encontro da pessoa que está se decidindo por Cristo, abraçando-a e orando por
ela.

 2º passo – Promover a primeira sessão de conversa

Os membros do ministerio juntam-se com os pré-decididos e abordam aspectos


basicos:
 Expressam a alegria de tê-los como novos irmãos em Cristo;
 Deixam claro que sua decisão não foi por mera emoção e sim por uma
ação direita do Espírito Santo de Deus;
 Breve descrição de quem somos como igreja local, visão, missão, crenças
e filosofias;
 Breve apresentação pessoal e ministerial.;
 Recolha dos dados basicos dos novos irmãos (nome completo, nº de
telefone, endereços, etc.).
 Marcação da segunda sessão de conversa (para confirmar a decisão).

 3º passo – confirmando a decisão

a) O EVANGELHO

A minha decisão não é para ser batizado, mas sim para receber o evangelho e
ser salvo por Jesus. O evangelho é luz. Ele revela o nosso ser, quem somos bem
como as nossas obras. Nos liberta e nos conduz ao reino de deus. O evangelho é
tanto escrito quanto vivo.
 O evangelho escrito é a biblia, a palavra de Deus dividida em novo e
antigo testamento:
 O evangelho vivo é o Cristo ressurreto que morreu na cruz por nós,
perdoando nossos pecados e nos dando vida eterna;
 Quando aceitamos Jesus como nosso senhor e salvador, nos tornamos um
tipo do evangelho vivo que vai resplandecendo como luz no mundo.

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ACÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
Jo 3:5; Rm. 8: 10-13, Gl 5: 22-26

Absorto no
Sentimento de
Cristo Disciplina
Eventos comuns da vida: Fl.2: 12-15, planejada para
Rm. 13: 14
tentações/provações: Tg. alcançar um novo
1.2-4; Rm 5.1-5 coração Cl. 3.12-
17; 2 Pd 1.5-10

O diagrama pretende sugerir a correlação ou os factores que podem levar à


decisão e a transformação do (EU) interior na imagem de Cristo:

 No apex está o ESPÍRITO SANTO indicando a primazia no processo agindo


dentro da nossa alma (mente) a fim de apresentar-nos a pessoa do senhor
JESUS e a realidade do seu reino. Isso se dá pelo evangelho, em
contraposição às realidades da vida sem Deus.
 A nossa fé em Jesus como senhor é sempre uma reação provocada e
sustentada pelos movimentos espirituais de Deus I Co. 12.3.
 A base do triangulo indica a vida real prática e diaria, onde dum lado
estão as tentações ou aquilo que nos é imposto caminhando lado a lado
com as decisções que tomamos acerca do que faremos a respeito de nós
mesmos.
 As actividades planificadas para a transformação, isto é, aquele lugar que
partilhamos com Deus e com o proximo.

b) CONFIAR EM JESUS

A minha decisão a Cristo é para experimentar a experiencia de confiar


inteiramente a vida aos cuidados do Senhor Jesus Cristo.

 Jesus começou uma obra em minha vida e vai completa-la. Essa obra
exige minha cooperação em termos de obediencia, Fl 1.5-6;
 Ao confiar minha vida em Jesus Cristo eu estarei vivendo para Deus,
Fl.121;
 Ao confiar minha vida em Jesus estarei, estarei experimentando os
sofrimentos de Cristo em minha vida Fl 1 29 e 3.10.

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c) PERMANECER EM CRISTO

A minha decisão dar-me-á lugar para permanecer no corpo de Cristo, a igreja.

 Com os meus irmãos estarei partilhando experiencias de amor e


comunhão, Fl 2.4; 2.3. vivenciar juntos experiencias de fé e trabalhar
juntos no reino de Deus, Fl 2.14.
 Partilhar as experiencias de lutar juntos em orações que os filhos de Deus
enfrentam Fil. 2.2-4 e 2,14;

A minha decisão dar-me-à lugar para permanecer em Cristo meu Senhor.

 Conforme a Sua palavra, permanecerei em Cristo obedecendo a Sua


palavra que na verdade vai me levando a conhecer a verdade e a verdade
vai me libertando das inverdades e falsidades, dos medos, dos vicios e de
varias outras coisas, Jo 8.31-32.
 Conforme a sua palavra Cristo permanece em mim por intermedio do seu
espeirito, dando-me segurança e certeza da minha salvação e tornando-
me um verdadeiro discipulo. E deste modo estarei a produzir os frutos do
espirito.

d) TRANSFORMAÇÃO EM CRISTO

Minha decisão levar-me-à a um estilo de vida oposto do que eu levava e indo


experimentando uma contínua transformação, à imagem do senhor Jesus Cristo.

 Meu ser vai sendo transformado e começo a aprender a viver em paz Fil
4.6, começo a aprender a viver feliz em qualquer circunstancia Fil 4.12, e
vivenciar dia após dia o poder da ressureição, Fil 3.10.
 Deste modo, minha mente, isto é, minha maneira de pensar vai mudando
e meus actos vão sendo transformados.

“GLÓRIA E HONRA À DEUS POR TER ILUMINADO MEU CAMINHO E TOMAR ESSA
IMPORTANTE DECISÃO QUE VAI MUDAR RADICALMENTE MINHA VIDA”. AMEM!

 4º passo –Entrega ao Ministério do Ensino (discipulado)

O 4º passo é a apresentação e entrega do novo irmão ao ministério do Ensino


(discipulado) que imediatamente procederá a sua matricula em uma turma para
começar as aulas do discipulado.

O processo de integração não termina por aquí, é continuo enquanto durar as 4


fases do discipulado, quer dizer que o Colector da Graça fará o devido
acompanhamento do novo irmão ao longo de todo o processo de discipulado,
estando sempre em contacto com o professor e o novo irmão, apresentando-lhe

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propostas de ministerios no qual possa exercitar e descobrir o seu dom após o
baptismo.1

1 Pr. Felgas Teófilo Lucas, In. O Colector da Graça.


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CAPÍTULO II. DISCIPULADO

A missão da COVAQ é fazer discipulos. O acto de fazer discipulos não é um


projecto pedagógico de ensino do modelo escolar. Fazer discvipulos na COVAQ é
um processo circular de pastoreio do rebanho, onde a enfase é ensinar e
aprender a viver um estilo de vida do Reino de Deus, oposto aos padrões do
mundo.

Dentro da filosofia do Ministerio, o desejo da COVAQ é que a sua caminhada


comunitaria seja semelhante ao das formigas, Prov. 6.6, a invasão das formigas
é espalhar-se por todos os lados para encontrar suas presas. O sentimento e o
abjectivo de todas é o mesmo.

Os principais objectivos do discipulado na COVAQ são:

 Envolver toda a igreja no estudo e experiencia com as escrituras,


edificando vidas sobre a rocha no sentido de que eternamente
amem e constantemente se deleitem no pai celestial Mt. 7.24-25.
 Facilitar a avengelização contextualizada e a integração . levar os
discipulos à verdadeira liberdade Cl. 1.13, à um tipo que ouve e faz
e eliminar nossas reacções automáticas contra o reino de Deus Jo
8.34, Rm 6.6.2

O discipulado na COVAQ é o meio mais eficaz pelo qual se materializa na pratica


o processo de integração do novo convertido. Da 1ª a 4ª fase o novo irmão é
formatado com materias basicas da nossa doutrina que o levam a descobrir seus
dons e definir o ministério de seu chamado para o serviço do Senhor.

Dentro da nossa missão é imprescindível que todo membro dos Colectores da


Graça seja automáticamente discipulador. Pois, é aquí aonde estará firmando a
integração do novo irmão.

1. SETE DICAS PARA DISCIPULAR UMA PESSOÃO

O discipulado é o método que Jesus usou quando esteve aqui. Jesus veio à terra
para salvar a humanidade e para implantar a Sua igreja. E qual foi a forma ou
método que Ele usou para fazer isso? Discipulando um à um. Ele andou com os
discipulos e treinou-os durante anos , formando Cristo neles. (Porque então hoje
em dia as igrejas inventam muitas formas extras se Deus veio ao mundo e usou

2Pr. Felgas Teófilo Lucas, In O Colector da Graça.


-Confirmando minha decisão. 2018.
17
esta tecnica). Nós precisamos voltar à essencia, precisamos discipular e cuidar
um á outro:

1. Novo nascimento: verifique se a pessoa nasceu de novo. Existe uma


diferença entre discipulado e evangelismo. Discipulado é um trabalho de
consolidação, de formar Cristo na pessoa e de santificação. Muitas vezes
reclamamos que o discipulado não está funcionando, que os alunos são
irregulares e desinteressados. Na verdade, é que muitas vezes a pessoa
nao havia nascido de novo, não recebeu ainda o Espírito Santo dentro
dela, que ao invés de discipular, voce precisa evangelizar ela.

 Como verificar se a pessoa nasceu de novo: é através dos frutos do


espirito. Ela tem dado frutos? Sente tristeza quando peca? Esta
convencida dos seus pecados?...

2. Foco no sacerdócio: foque no sacerdócio da pessoa (relacionamento


pessoal dela com Deus). Desde o inicio o plano de Deus sempre foi ter
uma nação de sacerdotes, Jesus morreu para que todos nós podessemos
nos tornar sacerdotes, todos temos acesso à presença de Deus, nos
relacionar com Deus, amar e ser amado, ouvir a voz de Deus, etc. a maior
ajuda que podemos dar à pessoa é leva-la até à esta realidade. Pergunte
sempre à pessoa como é que esta indo seu relacionamento com Deus, tem
orado? Tem lido a biblia? Este é um dos maiores objectivos do discipulado-
levar a pessoa a ter um relacionamento pessoal com Deus.

3. Nao dé respostas: esta é uma das áreas em que a maioria erra. O


discipulo chega á voce e partilha um problema querendo ajuda, aí vocé diz
a ele aquilo que exactamente tem que fazer. Assim a pessoa nao crese e
nem evolui porque cada vez mais fica dependente de vocé. Ao invés de
dar as respostas ensine a pessoa a achar as respostas, porque no dia em
que ela estiver sozinha ela saberá como encontrar respostas dos seus
problemas em Deus. O certo é perguntar ao discipulo o que a biblia fala
sobre o assunto, se dizer que não sabe, peça que vamos estudar
(apresentar os textos) para achar a resposta, ou pode ainda dizer-lhe que
vamos orar esta semana para saber o que Deus vai revelar sobre o
assunto. Nao forme discipulos que são dependentes de voce, forme
discipulos que são dependentes de Deus.

4. Ensine com exemplos: os discipulos não querem simplesmente ouvir a


tua vós e todas as tuas orientações. Eles querem copiar alguem. Por isso é
necessario andar com o discipulo. Não basta trocar teorias, é necessário
convivencia. Eles precisam ver como é o seu modo de vida, de agir, de
falar, de pensar, etc. pregue com os exemplos tal como Apostolo Paulo.

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5. Orem juntos: duas coisas voce precisa fazer: orar com seu discipulo e
pedir que ele ore. Na sua oração ele está aprendendo com voce, e na
oração dele voce está diagnosticando o estado sacerdócio dele.

6. Saiba perguntar: não faça perguntas que motivam respostas vagas, (ex.
como está o seu relacionamento com Deus? Melhor seria: quantas vezes
voce teve tempo à soís com Deus esta semana? O que voce fez? O que
Deus falou com voce? O que voce tem pedido à Deus?

7. Ambiente: Crie um ambiente propício para confissão, não crie um


ambiente de julgamento, não passe uma imagem de perfeição, mostre que
voce está ali para ajuda-lo no que for ncessário.3

3 Projecto JesuCpy.
19
CAPÍTULO III: EVANGELISMO

INTRODUÇÃO:

O objetivo deste capítulo é prepara-lo para o dia a dia na propagação do


evangelho de Cristo, visto que Cristo não nos chamou apenas para sermos seus
discípulos, mas sim para fazer discípulos, e sendo assim temos a
responsabilidade de cumprir com o “ide” de Cristo. Porém para fazermos isto é
necessário que estejamos devidamente preparados. (Mateus 28:19-20)

I-) DEFINIÇÃO DE EVANGELHO:

A palavra “evangelho” quer dizer “Boas novas” vem de duas palavras


gregas “eu”, que traduzido quer dizer “bom”, e “angelia”, que traduzido quer
dizer “notícia, mensagem ou novas”, formando assim a palavra “euangélia”
que foi traduzido para “evangelho”.

O Senhor Jesus Cristo é e sempre será a essência do evangelho, Seu ministério


terreno, seu sofrimento, sua vinda, sua morte e ressurreição deve ser sempre o
conteúdo de nossa pregação, através do evangelho é que o homem conhece a
salvação na pessoa de Jesus Cristo.

Ele é a única resposta para este mundo que perece em conseqüência do pecado.

O evangelho não é algo que surgiu de improviso, pois Deus na sua omnisciência
o havia prometido desde antes dos tempos dos séculos (Tito 1:02). A bíblia diz
que Deus o prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras (Romanos
1:02), O evangelho de Cristo é a única mensagem que embora pregada há mais
de dois mil anos continua nova a cada dia, e sempre está em eminência nos
nossos corações.

II-) TIPOS DE EVANGELISMO

a-) EVANGELISMO EM MASSA:

Chamamos de evangelismo em massa a pregação do evangelho feita a um grupo


de pessoas, quer seja em uma casa, colégio, culto ao ar livre ou até mesmo em
um templo religioso. Este tipo de evangelismo requer um cuidado especial e uma
prévia preparação, visto que vamos falar com diferentes pessoas ao mesmo
tempo e a mensagem deverá atingir a todos sem afetar negativamente a
nenhum dos ouvintes, Jesus nos deixou alguns exemplos de evangelismo em
massa, (João 4:40, Mateus 4:23-25, Lucas 18:35-37, Marcos 4:1-14).

20
b-) EVANGELISMO PESSOAL:

Evangelismo pessoal é buscar ganhar almas pessoalmente, Jesus nos deu este
exemplo embora ele falasse muito a multidões, ele nunca perdeu a oportunidade
de falar a alguém que dele se aproximasse. No evangelho de João, Jesus nos
deixa vários exemplos de evangelismo pessoal, no capítulo 1 Ele pregou para
André, no capítulo 3 Ele pregou para Nicodemos e no capítulo 4 Ele pregou para
a mulher samaritana.

Neste tipo de evangelismo embora pareça mais fácil, visto que, vamos falar a
uma única pessoa devemos ficar atentos, pois pelo facto de estarmos a sós com
a pessoa isto aumenta a possibilidade de questionamentos por parte do pecador.
Porém, esse tipo de evangelismo é de extrema importância, porque através dele
conseguimos alcançar pessoas que jamais iriam a uma reunião evangélica.

c-) EVANGELISMO ESTRATÉGICO:

O evangelismo estratégico é aquele que nos possibilita montar uma estratégia


prévia. Este tipo de evangelismo se torna um pouco mais fácil porque
conhecemos antecipadamente o tipo de pessoa ou publico com quem iremos
falar. Por exemplo: se vamos evangelizar em um hospital podemos focar a nossa
pregação em um texto bíblico onde fala de cura; em uma penitenciária falamos
do Cristo que liberta e transforma; em um velório preguemos a ressurreição em
Cristo, se há alguém que está passando por crise financeira podemos apresentar
o Cristo provedor, se há alguém que esta na bonança mostraremos os perigos da
autoconfiança no dinheiro e assim por diante. Além do mais, podemos nos trajar
adequadamente e se for possível, preparar a apresentação de peças teatrais,
ilustrações, e hinos adequados para a ocasião.

III-) COMO ENTRAR NO ASSUNTO DA SALVAÇÃO ?

Como entrar no assunto da Salvação? Com que palavras ou de que maneira


podemos nos dirigir ao pecador, para iniciar o assunto da salvação? Há quatro
fatores que determinam isto:

a-) O tempo disponível.

b-) O local.

c-) As circunstâncias.

d-) Os tipos de pessoas.

21
A melhor maneira de entrar no assunto é praticando. O maior erro de todos é
deixar passar a oportunidade e não tratar do assunto da salvação. Veremos um a
um, os quatro factores que determinam a entrada no assunto da salvação.

O Tempo disponível:

Quando há muito tempo: Havendo muito tempo, é mais interessante e


proveitoso travar primeiro conhecimento e ganhar a confiança da pessoa antes
de entrar no assunto. Isto levará pouco tempo. Seja como for, é bom atentar
para Tg. 4:4.

Quando há pouco tempo: Num transporte na cidade ou em situações


semelhantes em que o tempo é reduzido, provavelmente não veremos a pessoa
outra vez, o melhor é entrar logo no assunto. Ás vezes o próprio pecador ao
mencionar um acontecimento, fornece o tema para entrada no assunto. É melhor
entrar no assunto assim – de modo natural – do que darmos origem.

Quando a um mínimo de tempo: Em situações em que não é possível falar


senão algumas palavras, pode–se dar início ao assunto por meio de um folheto,
jornal ou porções da palavra de Deus. Quantos têm sido salvos por meio da
pagina impressa, e, de modo especial as Escrituras? Os folhetos deverão levar o
carimbo de sua igreja.

É evidente que qualquer desses factos é preciso estar em Espírito de oração e


também na direção do Espírito Santo. Deus tem interesse nesse tipo de trabalho
e nos conduzirá devidamente. Nunca devemos perder a oportunidade, mesmo
tendo o mínimo de tempo.

O Local:

Exemplos:

Passando próximo a festas e outros locais de diversão. Mostrar que a vida


aqui é passageira e que breve estaremos na presença do nosso Criador. O
mundo passa e seus prazeres também. Ao findar a vida aqui, iremos prestar
contas a Deus. O gozo terrestre é efêmero. Textos 1Jo. 2:15 – 17; Rm. 14:12;
Ec. 11:9.

Num hospital ou local semelhante. Podemos entrar no assunto falando do


Médico Divino que cura a doença da alma – o pecado, pior sem comparação a
doença do corpo. Mostrar que o preço dessa cura, Ele já pagou por nós. Textos
Lc. 5: 17 – 26; Is. 53: 5; Mt. 6:33.

Na Igreja, na ora do culto. Podemos convidar, conduzir á frente etc..., numa


hora dessa devemos ter toda prudência para não perturbar o culto nem o

22
pregador. Uma pergunta muito costumeira é. O senhor já aceitou a Jesus como
seu Salvador? Nunca se deve perguntar. O senhor já é crente? Uma pessoa pode
ser crente em vários sentidos.

Outra coisa que podemos fazer no culto é orar pelo pregador e pelos pecadores
para que Deus opere em ambos. Na hora do apelo, muitos não tem a coragem
de manifestar-se apesar de sentirem a chamada de Deus para a salvação. Numa
hora dessa Deus pode guiar-nos a tais pessoas e ajudá-las, assim como dirigiu o
evangelista Filipe na entrada deserta de Gaza. Para que Deus nos use assim, é
preciso estarmos conforme Is 6:8b.

As circunstâncias:

As circunstâncias e factos do momento a nossa volta, servem para


introduzir o assunto da salvação. A natureza em redor, isto é, montanhas, mar,
céus. Podemos começar declarando que Deus fez isso para sua glória e o bem do
homem. Textos Sl. 19:1; Gn. 26: 26,27.

A falta de tempo que todo mundo reclama. Podemos começar declarando


que Deus deve ter toda prioridade no nosso tempo e que o assunto da salvação
não deve ser adiado, porque quando Ele nos chama para a outra vida, não
podemos dizer não. Textos Am. 4:12; Mt. 25: 10 – 12.

Se o assunto é o espantoso progresso da ciência, podemos começar


dizendo que isto é sinal do fim dos tempos, segundo a Palavra de Deus. Dn.
12:4; Lc. 21:11.

As catástrofes que acontecem cada vez mais a miúdo aqui e ali, como tufões,
inundações, terremotos, epidemias etc..., também são sinais do fim e avisos de
Deus dado o aumento do pecado na face da terra. Textos Jl. 1:2.

O estado de tensão, guerra fria (e quente), inquietação, levante, greves


tumultos pelo mundo afora. Perigo de guerra atômica e suas conseqüências
imprevisíveis. Podemos falar de Jesus, o abrigo seguro é eterno contra todos os
perigos e incertezas. Textos Sl. 91; 94:22; Jo. 14:1; Sl. 121.

Em ambientes de tristezas ou dificuldades. Podemos afirma que para os fieis


do Senhor, isso breve findará e entrarão no gozo eterno com o mesmo Senhor.
Ap. 7:15 – 17; Rm. 8:18 – 23.

Num caso de morte ou falecimento. Podemos afirmar que para os que estão
em Cristo, a morte é o outro lado da vida – e da vida melhor Textos. Fp. 1; 21
23; Lc 16. 22,23 Jó. 19: 25,26.

Um caso de morte repentina, inesperada. Podemos falar sobre a necessidade


de estar preparado para encontrar o nosso Criador a qualquer instante. Lc.
12:20, Am. 4:12, Mt. 25:10.
23
Se o assunto é política em geral, podemos falar do Rei dos Reis e Senhor dos
Senhores, que em breve reinará com justiça e paz perfeita. Textos. Lc. 1: 32,33;
Jr. 23:5.

IV-) OS TIPOS DE PESSOAS QUE VAMOS EVANGELIZAR

São basicamente dois os tipos ou classes de pessoas com quem havemos de


tratar; Não Crentes e Desviados.

Não Crentes: Os que não conhecem o Evangelho. As vezes são pessoas


sinceras, brandas, gentis e que sinceramente desejam ser salvas, para essas
pessoas podemos usar o plano da Salvação.Textos Hb. 7:25; Jo. 7:37; Is. 55:6.

Se são pessoas indiferentes, desapercebidas, desinteressadas, cheias de


desculpas, zombeteiras, religiosas, ou contrária a religião, podemos começar
mostrando–lhe que: A vida pecaminosa conduz a condenação eterna. Textos:
Rm. 6: 23; Ap. 21:8, porém, que Deus o ama apesar de seus pecados.

Milhões de descrentes fogem do Evangelho porque ficam convencidos que Deus


não os ama, antes o odeia. Sabemos que isso procede do diabo. Se qualquer ser
humano perguntar “Deus me ama?” Deus responde apontando para seu filho
morrendo no calvário por todo mundo. Textos: Jo. 3:16; Rm. 5:8.

Os que conhecem o Evangelho. Isto é, conhecem, mas não são salvos. São
freqüentadores de igrejas; os que têm o Evangelho apenas como uma religião e
nada mais. São crentes e nada nominais. Precisam levar a sério Lc. 13: 13:3; At.
3:19. Neste grupo estão filhos de crentes bem como pessoas nascida e criada em
ambiente ou lar Cristão, mas não são nascidos de novo. Não sabem se são
salvos. Sabeis vós se estais salvo mesmo? 1Jo. 5:19.

Para tratar com pessoas assim que conhece o Evangelho mais não é convertida,
é mais interessante fazer primeiro amizade com ela e ganhar sua simpatia, e
então, com intimidade falar da salvação de sua alma.

Os Desviados: Quanto aos desviados, eles se dividem em duas classes:

1º Classe: compreende os que têm saudades desejam voltar, oram e ficam


comovidos quando lhes fala a Palavra de Deus, enfim, continuam com a
mensagem do Evangelho no coração. Nesse grupo estão os melindrados,
queixosos, feridos, escandalizados, para os quais necessitamos muita graça, tato
e paciência para tratar com os mesmos. Vide Pv. 18:19. Para desviados como os
acima descritos podem mostrar.

a-) O caminho de volta para Deus em Is. 55:7; 2Cr. 7;14.

b-) O Grande amor de Deus para com os desviados, Lc. 15:32.


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2º Classe: compreende os indiferentes, insensíveis, blasfemos, apostátas. Para
esses, só a misericórdia de Deus. Podemos falar-lhes perguntando;

Que falta você encontrou em Deus para abandoná-lo? 1Rs. 11:9.

Em que tempo você vivia mais feliz: quando servia a Deus ou agora, quando o
abandonou? Sl. 1:1; 119:1.

Podemos também mostrar-lhes que:

a-) A Ira de Deus é contra os que voltam atrás 1Rs. 11:9.

b-) Não desprezem os avisos solenes de Deus Am. 4: 11,12.

V-) UM EXEMPLO DE EVANGELISMO BEM SUCEDIDO

No tópico a seguir veremos passo a passo um exemplo de evangelismo bem


sucedido realizado pelo próprio Jesus, o grande mestre dos evangelistas, trata-se
do texto onde ele evangeliza a mulher samaritana. ( João 4:1-30).

1º Jesus foi até onde estava a mulher Samaritana

Este deve ser o primeiro passo para o evangelismo, devemos ir onde esta o
pecador e não apenas esperar que ele venha a nós.

2º Jesus abriu mão de seu horário de almoço para evangelizar

As vezes precisamos fazer como Jesus, abrir mão de nosso próprio interesse
para atender a necessidade de alguém, ou resgatar uma vida da mão de
satanás.

3º Jesus quebrou pelo menos dois paradigmas

Jesus quebrou dois tabus, o primeiro de estar a sós conversando com uma
mulher que tudo indica era devassa, e outro de estar conversando com uma
samaritana, o que mostra que devemos pregar o evangelho a todos, sem
preconceito.

4º Ele partiu de assunto de interesse comum a ela.

Um dos grandes segredos do evangelismo pessoal é iniciarmos a conversa com


um assunto que seja de interesse do pecador, Pois isto nos identificará com ele
deixando-o mais à-vontade para o diálogo.

5º Ele não acusou a mulher por seus pecados.

Jesus embora sabendo que se tratava de uma mulher pecadora que vivia com
um homem que não era seu marido, ele não condenou-a, mas fez com que ela

25
mesma se sentisse acusada pelos seus pecados; não devemos acusar o pecador
pelos seus pecados, mas fazer com que ele mesmo entenda que é pecador e
carece de um redentor (João 3:17)

6º Jesus foi sozinho ao encontro dela.

Jesus aproveitou o momento em que seus discípulos foram a cidade comprar


comida para ir ao encontro da mulher. Existem situações em que precisamos ir
sozinho, pois as pessoas que estão ao nosso lado nem sempre estão preparadas
para entender o trabalhar de Deus. (II Reis 4:33).

7º Ele pediu água a mulher samaritana.

Quando vamos evangelizar alguém, o primeiro passo é tentar nos identificar com
essa pessoa, mostrando a ela que como ser humano somos igual a ela, ou seja,
portadores das mesmas necessidades e sujeito as mesmas paixões.

8º Jesus colocou uma interrogação na cabeça daquela mulher.

Quando Jesus disse que tinha uma água que quem dela bebesse nunca mais
sentiria sede, ele deixou uma grande interrogação e curiosidade na mente
daquela mulher, as vezes, é necessário usarmos esta tática para fazermos o
pecador parar para refletir sobre o que falamos.

9º Jesus não desviou o foco do assunto em momento algum.

Embora aquela mulher tenha tentado por diversas vezes desviar o rumo da
conversa, Jesus não permitiu que isto acontecesse. Este é um ponto importante
no evangelismo, não permitir que o foco da conversa se desvie a ponto de nos
esquecermos do nosso principal objectivo que é evangelizar, porém precisamos
ser flexíveis para não sermos indelicados.

10º Jesus ganhou a alma daquela mulher.

No versículo 42 a mulher confessa a Cristo como salvador, este é o principal


objectivo de um evangelismo, fazer com que o pecador reconheça a Cristo com o
seu salvador pessoal.

VI-) LOCAIS ADEQUADOS E INADEQUADOS PARA EVANGELIZAR

É bem verdade que a bíblia diz que devemos pregar o evangelho a tempo e fora
de tempo. No entanto devemos tomar cuidado para não nos tornarmos
inconvenientes fazendo com que o pecador passe a ter rejeição por evangélicos,
ou até mesmo se sinta incomodado com a nossa presença. Existem hoje
milhares de pessoas que odeiam crentes (evangélicos) devido a falta de
sabedoria de alguns irmãos que não soubem a hora e nem a forma de pregar o
evangelho.
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LUGARES PROPÍCIOS PARA EVANGELIZAR:

a-) NOS CULTOS:

Nos cultos, na hora do apelo é um bom momento para você auxiliar a alguém
que já se encontra impactado pela pregação da palavra ajudando ele a tomar
uma decisão. porem isto deve ser feito com muita cautela para não atrapalhar o
culto que está acontecendo neste momento.

b-) NOS LARES:

O evangelismo nos lares pode ser feito de duas maneiras, através de um culto
doméstico ou de uma simples visita, Este tipo de evangelismo é importante pois
possibilita nos aproximarmos da pessoa e ter uma visão mas ampla de eventuais
dificuldades que esta pessoa ou família possa estar passando, e na medida do
possível poder ajudá-los, porém precisamos estar atentos a dia e hora para não
sermos inconvenientes em nossa visita. Por exemplo: evitar chegar em horários
de almoço, jantar, café da manhã, cedo ou tarde demais.

c-) NO TRABALHO:

O nosso trabalho é um excelente lugar para evangelizar uma vez que ali
formamos um forte ciclo de amizade, mas cabe-nos saber a hora certa de fazer
isto, afim de não interferir na produção da empresa, e nem prejudicar ao colega
de trabalho; o horário mais propício para isto é o horário de almoço ou no
término do expediente, onde não infligimos as regras da empresa. Até mesmo
por uma questão de ética, Jesus quando foi evangelizar a Pedro e os demais
discípulos esperou o momento em que estavam lavando as redes, ou seja no fim
da pesca (Lucas 5:1-11), porém a Mateus ele chamou enquanto
trabalhava(Mateus 9:09).

d-) NO TRANSPORTE:

Um excelente lugar e momento para a prática do evangelismo pessoal é durante


uma viagem, seja ela de trêm, ônibus, avião, táxi, carona e etc.., pois trata-se
de um momento onde as pessoas normalmente estão desocupadas e dispostas a
ler e ouvir alguma coisa, no entanto precisamos ter cuidado para não sermos
importuno e nem inconvenientes, se não tivermos argumento para iniciar uma
conversa, a entrega de um folheto pode ser uma boa sugestão.

e-) NOS HOSPITAIS:

O hospital é um lugar bastante propício para evangelizar, pois é um lugar onde


encontramos pessoas fragilizadas e abatidas por algum tipo de enfermidade, ou
acompanhando alguém que se encontra nesta situação, Este é um momento que
todo ser humano pára pra refletir no valor da vida, e cabe a nós apresentarmos
Jesus como a solução, lembrando que devemos tomar cuidado para não
27
incomodar ao doente e estar atenta a regra do hospital. Um texto bíblico bem
sugestivo para este momento são as passagens onde mostram Jesus curando
enfermos.

f-) NAS PENITENCIÁRIAS:

Os presídios também são lugares bem propícios para o evangelismo tanto


pessoal, como em massa, porém por ser um lugar carregado de espíritos
malignos devemos estar espiritualmente preparados para enfrentar este desafio.
Devemos lembrar que, conforme mostra as estatísticas, 70% da população
carcerária são eis crentes ou filhos de crentes, sendo assim uma mensagem
voltada para libertação e restituição sempre trará um resultado positivo, porém é
um local onde nosso testemunho precisa falar mais alto que nossas palavras,
exemplo:(Atos 16:25-30).

LOCAIS ONDE DEVEMOS EVITAR PREGAR O EVANGELHO:

a-) Na empresa, durante o horário de trabalho

b-) Na escola durante a aula, enquanto o professor está ensinando

c-) Para a caixa do banco, enquanto a fila espera

d-) Dentro do bar, onde todos estão bêbados

e-) Dentro de um templo religioso, onde se adora a outros deuses

f-) Para um guarda ou vigia, no exercício da função

g-) Para um motorista, maquinista ou piloto, enquanto conduzem um veículo

h-) Para alguém que já afirmou várias vezes, não querer ouvir

VII-) TEXTOS BÌBLICOS PARA CONFRONTAR DESCULPAS DO PECADOR:

a-) Hoje não:

* Escolhei hoje (Josué 24:15)

* Agora é o tempo aceitável (II Coríntios 6:02)

* Buscai ao Senhor enquanto se pode achar (Isaías 55:06)

* Louco! Esta noite pedirão a sua alma (Levítico 12:19-20)

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b-) É tarde demais:

* Convertendo-se, o ímpio viverá (Ezequiel 33:19)

* O que vem a mim, não lançarei fora... (João 16:37)

* Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo(Romanos 10:13)

c-) Não consigo entender, são muitos mistérios:

* As coisas ocultas pertencem a Deus (Deuteronômio 29:29)

* O que eu faço não sabes agora, mas saberás depois(João 13:07)

* Não nos compete saber (Atos 1:07)

* Agora vemos por um espelho obscuro (I Coríntios 13:12)

d-) Não necessito de um salvador:

* Quem não crê, já esta condenado (João 3:18)

* Todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3:23)

* O salário do pecado é a morte (Romanos 6:23)

e-) Deus é amor e não deixará que eu me perca:

* Lançai para fora nas trevas exteriores (Mateus 22:13)

* Se não nos arrependermos seremos destruídos (Lucas 13:03)

* Então lhes direi apartai-vos de mim malditos...(Mateus25:41)

f-) Há muitos hipócritas nas igrejas:

* Não julgueis para não ser julgado (Mateus 07:01)

* Cada um dará conta de si mesmo (Romanos 14:12)

* Devemos amar a todos (I Pedro 04:08)

g-) Terei muitas perdas para segui-lo:

* Que darei eu ao Senhor? (Salmos 116:12)

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* De que adianta ganhar o mundo todo (Marcos 8:36)

* Ninguém há que tenha deixado... ,e não receba (Lucas 18:29-30)

h-) Não posso deixar os meus amigos:

* Não seguirás a multidão para o mau... (Êxodo 23:02)

* Anda com os sábios, e serás sábio (Provérbios 13:20)

* As más companhias, corrompem os bons costumes (I Coríntios 15:33)

I-) Serei muito perseguido:

* Há benção na perseguição (Mateus 05:11)

* A perseguição resultará em uma coroa (Apocalipse 02:10)

* É bem-aventurado aquele que é perseguido (Tiago 01:12)

* A perseguição nos torna fortes (II Coríntios 12:10)4

DEUS RICAMENTE NOS ABENÇOE

4 http://projetoavivaosenhor.blogspot.com/p/manual-de-evangelismo.html?m=1

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