Вы находитесь на странице: 1из 4

A EUROPA QUER IMPOR A

IDEOLOGIA DE GÊNERO AO
MERCOSUL

PETIÇÃO DIRIGIDA À UNIÃO EUROPEIA E AO MERCOSUL

eu-and-mercosur-4sicg22geg70.jpg

0100.000
65.230

65.230 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a


conseguir 100.000 assinaturas.

By CitizenGO · 18 Dez 2017

Estão em curso negociações para um acordo comercial entre a União Europeia e


o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

A CitizenGO teve acesso ao texto - um documento confidencial - e identificou


que o acordo inclui uma cláusula que visa “fomentar a transversalidade efetiva
do gênero”, ou seja, a União Europeia só aceitará o tratado se os países do
Mercosul se comprometerem a promover a ideologia de gênero. Isso é o que
significa a expressão “transversalidade efetiva de gênero”.

Querem fazer isso sem nenhuma base legal, de forma silenciosa, sem que a
população saiba do que estão tentando impor.

Assine a petição para enviar um e-mail à Comissão Europeia e dizer a eles que
os brasileiros não aceitarão essa imposição ideológica.

ASSINE ESTA PETIÇÃO AGORA!

Assine

Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita

receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a

qualquer momento.

Não aceitaremos a imposição da ideologia de gênero

Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia

Caecilia Malmstrom, Comissária Europeia de Comércio

Federica Mogherini, Representante Experior da União Europeia

O novo acordo entre a União Europeia e o Mercosul contém uma


cláusula que, se aprovada, incorrerá em nova obrigação para os
estados signatários: “fomentar a transversalidade efetiva de
gênero”.

A ideologia de gênero tem sido duramente questionada nos países do


Mercosul, particularmente no Brasil.

Não há nenhuma base legal ou científica para essa imposição


ideológica.
Por isso, peço que elimine do texto do acordo os conteúdos relativos
à ideologia de gênero.

President Juncker, Dear President Tajani, Dear President Tusk,

Dear Commissioners Mogherini and Malmstrom,

The EU/Mercosur Association Agreement currently under negotiation


contains a provision that, if it is allowed to enter into force, would
create a new obligation for all countries involved to "foster gender
mainstreaming" as a horizontal policy.

"Gender mainstreaming" and the "gender ideology" it relates to are


highly controversial not only in Latin America, but also within the EU
itself. There is no scientific basis for "gender ideology". There is no
legal base for "gender mainstreaming" in EU law, and there are many
countries even within the EU itself that currently do not practise any
such "mainstreaming".

Including a clause on "gender mainstreaming" into an international


agreement would be unprecedented. It would cast into binding
international law concepts and policies that are controversial within
the EU itself, and which – given their status as international
commitments – would subsequently be very difficult for individual
Member States to get rid of, should they so choose.

Wrapping such concepts and obligations into the terms of what


essentially is intended to be a trade agreement, obliging State parties
to accept or reject the package as a whole, is an act of cultural
colonialism.

We believe that States should be left free to decide whether they


want to embrace "gender theory" or apply "gender mainstreaming".
We therefore urge you to remove the reference to "gender
mainstreaming" from the text that is currently being negotiated.